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A EVT no Parecer da FNE

Do parecer aprovado ontem pela FNE  sobre a revisão de estrutura curricular é visível que foram tidas em conta a preocupação dos professores desta disciplina para a elaboração do parecer final. Muitos deste princípios foram discutidos no encontro nacional de professores de EVT. Basicamente é sugerida a manutenção da disciplina de EVT com a separação da componente TIC e dando margem de manobra que a disciplina possa ser feita em par-pedagógico ou em desdobramento de turma.

  • Nas disciplinas de caráter prático deve ser mantido princípio do desdobramento da turma; consideramos que um dos aspetos negativos desta proposta curricular é o seu caráter demasiado teórico e “liceal”. Retirar o espaço de manipulação, experimentação, de aprender com o erro, de construir e desconstruir não é bom para os nossos alunos. Esta proposta aparece manifestamente pobre nestas dimensões. Consequentemente não é possível por razões de segurança, de prática letiva, por razões pedagógico-­disciplinares, de rentabilidade e aquisição de competências, que as disciplinas de EVT/ET/EV  sejam  lecionadas  por  um  só professor e com a turma inteira, assim como numa aula experimental de outra qualquer disciplina, por ex: Fisico-­Quimica, Ciências da Natureza.:

 

  • Não visionamos as vantagens da desagregação da disciplina de Educação Visual e Tecnológica em duas disciplinas, parecendo-­nos mais vantajosa a manutenção do regime anterior, pelas potencialidades que cria o trabalho de equipa na disciplina até agora existente; pensamos que não é positiva a criação de duas novas disciplinas. Estamos a tornar estanques conteúdos onde não é clara a separação das vertentes artísticas/plásticas das vertentes técnica/ tecnológica/cientifica, a avaliar por aquilo que nos sugere a designação destas duas novas disciplinas. Nestes termos, pensamos que a designação EVT é muito mais aglutinadora do conceito, permite melhor gestão e fusão natural dos conteúdos em situação de aula, é mais criativa e flexível. Por oposição, as disciplinas de EV e ET parecem-­nos atomísticas, menos criativas, mais centradas na disciplina do que no aluno e por isso mais redutoras. A criação destas duas  disciplinas,  representa  um  recuo  a currículos de outrora, contrariando aquilo que parecem ser as tendências dos atuais movimentos artísticos que fundem os conceitos plásticos com as técnicas e tecnologias. Pensamos, no entanto, que o programa da atual disciplina de EVT, deve ser alterado ou definido novo  programa  que  não  permita  a  dispersão, que seja mais rigoroso e mais objetivo, sem pôr em causa, a liberdade criativa do aluno.

 

  • não nos aparece com nitidez nem a possibilidade nem as condições de no âmbito da Educação Tecnológica prevista para o 2º ciclo do ensino básico se integrar a componente TIC;

 

 

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Parecer da FNE sobre a Revisão da Estrutura Curricular

A Comissão Permanente da FNE aprovou por unanimidade o parecer sobre a proposta do Ministério da Educação e Ciência relativa à revisão da estrutura curricular. O documento constitui o contributo da FNE para a revisão dos currículos, um dos instrumentos de maior importância para o sucesso educativo. O parecer foi entregue esta manhã ao MEC e contempla uma apreciação ao documento inicial do ministério e faz importantes alertas para questões que, entende a FNE, devem constar das orientações do ministério.

Documento em pdf

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MEC garante manutenção dos concursos nacionais

Esta foi uma garantia dada à FNE na reunião de ontem com o MEC.

O secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, assumiu o compromisso com a FNE de manter os concursos anuais de contratação de professores e que vai ser respeitada a lista graduada dos docentes.

A garantia foi dada hoje, durante uma reunião para iniciar o processo de revisão do atual regime de administração das escolas.

A solução seria simples para que a lista graduada também fosse usada nas OE. Explicarei mais tarde pormenorizadamente, embora já o tenha dito num post anterior de uma forma mais abrangente.

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FNE alerta para precariedade na profissão

A propósito desta notícia no Correio da Manha e que já tinha sido feito destaque aqui.

13 mil docentes reformados

Entre 2009 e 2011, o ensino público perdeu quase 13 mil professores, por terem passado à condição de reforma, o que representa cerca de 9 por cento dos 144 mil docentes existentes no ano lectivo 2008/2009. Só no ano passado, a Caixa Geral de Aposentações registou quase 4 mil docentes reformados, que se juntam aos 3944 de 2010 e aos 4985 de 2009. Com a reforma média de cada professor a rondar os dois mil euros, os quase 13 mil docentes aposentados representam um total de 26 milhões de euros.

Segundo João Dias da Silva, presidente da Federação Nacional de Educação (FNE), os números confirmam o aumento da precariedade na profissão. “É um número significativo de aposentados que não tem a mínima correspondência na abertura de lugares de quadro na Educação“, afirmou o dirigente sindical ao Correio da Manhã, argumentando que “o rácio é claramente desfavorável aos professores e faz aumentar a precariedade, porque os docentes que entraram no sistema educativo fazem-no por via de contrato a prazo“.

A situação agrava-se ainda mais porque a última entrada de professores nos quadros do Ministério da Educação e Ciência aconteceu em 2009. “Nessa altura entraram cerca de 400 professores. Desde então não houve mais ninguém a conseguir um lugar no quadro“, referiu o responsável da FNE.

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Fusão de todos os diplomas de concursos

De acordo com comunicado no site do SPZN e depois da FNE ter reunido com o Secretario de Estado João Casanova de Almeida o MEC prepara-se para fundir num único documento toda a legislação dispersa sobre concursos e que em breve será iniciado um encontro de trabalho para discutir as alterações previstas.

Segundo João Dias da Silva:

Este é de resto um tema que tem merecido a nossa atenção, os concursos de docentes estão subordinados a regras que merecem da parte da FNE/SPZN uma forte discordância, fundamentalmente porque ferem princípios básicos que a FNE/SPZN defende, como sejam a equidade e a transparência em todas as fases do desenvolvimento dos mesmos. Esta discordância resulta do facto do modelo em vigor dar espaço ao desrespeito pela lista nacional de graduação dos candidatos, permitindo escolhas feitas com base em critérios subjectivos discutíveis. A FNE/SPZN defende também que a contratação ao nível de escola deve obedecer a critérios definidos na legislação, de forma a impedir a utilização de critérios pouco objetivos e de eficácia duvidosa.

Aguardam-se novidades para breve sobre concursos.

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Cresce a Onda por EVT


Há cada vez menos razões para não estarem presentes

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FNE debate a revisão da estrutura curricular

A FNE sempre defendeu que uma reestruturação curricular deveria obedecer a quatro grandes princípios:
– ser condicionada em primeira linha por critérios pedagógicos e só em linha secundária por questões orçamentais;
– permitir uma ampla participação de todos os agentes da sociedade;
– ser decidida na base do maior consenso possível, depois do debate;
– garantir condições de estabilidade.

A FNE quer contribuir para que o debate seja o mais alargado possível e quer constituir um espaço recetor de opiniões, que, por seu lado, não deixará de ter em linha de conta para formular a sua posição final.

Assim, o objetivo desta plataforma é a recolha de opiniões que nos possam ajudar a analisar,não apenas as propostas do MEC, mas a consideração de outras soluções e alternativas possíveis.

Obrigado pelo seu contributo.

Para aceder ao formulário clicar neste link.

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FNE e CONFAP Contra Alterações Curriculares

Depois de um manifesto assinado por uma ala mais à esquerda e encabeçada por Ana Benavente, onde se notou a ausência de elementos ligados à FNE e à CONFAP, as duas estruturas reuniram-se hoje e convergiram nas preocupações quanto às futuras alterações curriculares e marcaram a sua posição contra eventuais alterações curriculares sem a participação de vários setores ligados à educação.

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Porto, 05 dez (Lusa) — A Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE) e a Confederação das Associações de Pais (Confap) manifestaram-se hoje, no Porto, contra eventuais alterações curriculares que venham a ser introduzidas sem a participação do setor.

“Não é certamente nos gabinetes do Ministério da Educação que se conseguirá fazer uma boa revisão curricular que responda às necessidades de educação e formação do futuro”, afirmou o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, no final de uma reunião com a Confap.

Dias da Silva realçou que foi possível verificar na reunião a “convergência em muitas preocupações em relação ao futuro e ao que deve ser a participação dos parceiros”.

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Estando a aproximar-se o dia 7 de Dezembro, data em que publiquei aqui o documento com as alterações curriculares de Isabel Alçada, e eis que verifico na agenda do CNE que no próximo dia 7 irá realizar-se uma reunião plenária deste órgão e no dia 13 de Dezembro reúne-se a Comissão Especializada Permanente que é coordenada pelo Joaquim Azevedo.

Não sei porque, mas cheira-me que em breve poderemos conhecer alguns documentos da nova organização curricular.

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Alterações Curriculares

Está quase a fazer um ano que dei conta pela primeira vez do documento que estava a ser trabalhado para as altrações curriculares que Isabel Alçada estava a preparar em que eliminava o par-pedagógico da disciplina de EVT, a Área de Projeto e o Estudo Acompanhado. Esse documento começei a apresentá-lo no dia 7 de Dezembro de 2010 neste post.

Tenho uma leve impressão que as novas propostas para a alteração estarão em andamento e numa fase já adiantada. Falta saber se este documento será do conhecimento público antes do final do ano civil ou se o MEC aguarda para o início de 2012 a sua divulgação.

Espera-se que se abra um debate nacional em torno das novas alterações curriculares, Nuno Crato já o disse que iria fazer, a FENPROF vai fazer um abaixo assinado até ao dia 15 de Janeiro para pedir esse debate. A FNE também preparou iniciativas sobre as alterações curriculares e já na próxima segunda feira irá reunir com a CONFAP para discutir o impacto do Orçamento de Estado para 2012, nomeadamente no que às alterações curriculares diz respeito. É bom que as duas Federações trilhem caminhos diferentes e não se atropelem fazendo a mesma coisa para um objetivo comum.

Fenprof faz abaixo-assinado para debater revisão curricular

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Greve de dia 24 – FNE

Pré-aviso de Greve entregue pela FNE

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FNE exige concurso nacional em 2012

secretariado nacional fneO Secretariado Nacional da FNE apelou à mobilização geral dos trabalhadores da educação para a manifestação da administração pública de 12 de Novembro e deliberou por unanimidade e aclamação a adesão à Greve Geral de 24 de Novembro.

A revisão do regime de concursos e exigência de concurso de colocação de docentes em 2012 foi outro dos temas que marcou a discussão do Secretariado Nacional da FNE que se realizou hoje, em Lisboa. O tema provocou um amplo debate, com o SN a manifestar a necessidade de o Ministério da Educação e Ciência antecipar, já para próximo ano, um concurso anual de professores que permita atenuar as injustiças e que garanta a afetação de docentes que têm sido sucessivamente contratados e que se têm mantido numa inaceitável situação de precariedade.secretariado nacional fne 01

O Secretariado Nacional defendeu ainda a necessidade de criar um sistema especial para candidaturas dos docentes às ofertas de escola. Em causa está a necessidade de rever os critérios subjetivos que sustentam o atual regime. A FNE sublinha que é preciso, de uma vez por todas, criar um modelo de oferta de escola assente na defesa de princípios básicos, como a equidade, a transparência e o respeito pela graduação profissional dos candidatos.

Durante o debate ficou ainda clara a urgência de revisão do atual diploma de concursos, conferindo-lhe maior transparência aquando das bolsas de recrutamento.

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Claro que não há estudos

Conforme previ nada foi dito na reunião de hoje entre o MEC e as organizações sindicais.

A FENPROF reuniu com o Ministro da Educação (7/11/2011) e saiu da reunião ainda mais preocupada do que entrou: as “especulações” que têm vindo a público sobre medidas a tomar poderão não passar disso mesmo – especulações – ou não! Ou seja, o que tem vindo a ser público sobre medidas que poderão ser tomadas para garantir uma redução de 1.500 Milhões de euros na Educação poderá ser verdade… ou não! Isto é, no MEC ninguém confirma nem desmente nada, pelo que tudo é possível e esta indefinição e falta de respostas não pode sossegar o país!

Já sobre o ensino de português no estrangeiro parece que a solução irá passar pelo ensino à distância.

Governo vai reduzir turmas de português no estrangeiro e solução passa pela Internet

O Governo vai reduzir o número de turmas com ensino de português no estrangeiro, o que aumentará o desemprego docente, alertou hoje a Federação Nacional de Educação (FNE), para quem a solução poderá passar pelo ensino à distância.

FNE receia que a educação para todos esteja em risco

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Haverá estudos?

FNE e Fenprof reúnem-se com ministro para conhecer cortes orçamentais

Responsáveis da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e da Federação Nacional de Educação (FNE) reúnem-se hoje com o ministro da Educação para discutir as medidas projectadas pelo Executivo para conseguir reduzir custos no próximo ano.

Em declarações à Lusa, o secretário geral da FNE, João Dias da Silva, explicou que o encontro tem por objectivo “conhecer as intenções do Ministério de Educação e da Ciência em relação à forma como tenciona aplicar os cortes previstos no Orçamento de Estado de 2012 na área da educação”.

Os sindicalistas pretendem também conhecer os estudos que suportam as propostas ministeriais de redução de despesas no ensino básico, secundário e superior.

“Vai ser uma reunião de trabalho para conhecer as intenções e fundamentos para que, no futuro, também possamos apresentar propostas no sentido de reduzir custos”, disse João Dias da Silva.

Os sindicalistas garantem que não vão para o encontro para “fazer oposição” mas sim com o objectivo de “trabalhar de forma articulada” no sentido de contribuir para que as reduções não ponham em causa a qualidade do ensino.

João Dias da Silva acredita que esta será “a primeira de muitas reuniões”. De acordo com a agenda do Ministério, antes da FNE, a equipa liderada por Nuno Crato vai receber a Fenprof, que parte para a reunião com os mesmos objectivos.

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Hora de Luta – Para vencer a crise


Hora de Luta
Para Vencer a Crise

Os sucessivos governos encontraram na Administração Pública e nos seus trabalhadores um laboratório para todo o tipo de experiências, procurando impor um Estado mínimo que a todos penaliza.

Além do mais, os trabalhadores da Administração Pública têm vindo a perder poder de compra há mais de uma década, não progridem e veêm as regras do jogo serem sucessivamente alteradas ao sabor das políticas.

Os trabalhadores foram confrontados com sucessivos cortes nos salários e nas pensões, com o congelamento das progressões e promoções, com a alteração nas regras de avaliação.

O maior empregador nacional, o Estado, que deveria ser o exemplo, prepara-se agora para apertar ainda mais o cinto aos seus trabalhadores e pensionistas e, numa medida inédita, decreta que quem aufere acima de 485 Euros não recebe a totalidade dos subsídios de Natal e de férias.

Os trabalhadores da Administração Pública são os primeiros a pagar a factura. O governo discrimina-os em detrimento dos restantes e espera encontrar na opinião pública o acordo para estas medidas, colocando Trabalhadores contra Trabalhadores.

O empobrecimento geral, a que mais de 650 mil trabalhadores foram votados, trará consequências, tais como: menos dinheiro no bolso, diminuição do consumo, tendência para a estagnação económica e o aumento do desemprego.

O governo também fechou o mercado de trabalho aos jovens, que vivem num cenário marcado, maioritariamente, pela precariedade e pela incerteza das relações laborais.

Esta luta não é apenas dos trabalhadores da Administração Pública, é uma luta de todos, uma luta dos pensionistas, das famílias, dos jovens trabalhadores e desempregados, em suma dos cidadãos que usufruem dos serviços públicos no momento em que nascem, quando aprendem, quando contribuem, quando recebem, quando adoecem ou até mesmo quando morrem.

Esta é uma luta de todos. Esperamos que todos participem no protesto de 12 de Novembro e na Greve Geral do dia 24, contra as medidas de austeridade, por serviços públicos de qualidade e na defesa dos postos de trabalho.

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Aniversário da FNE

A FNE comemora hoje 29 anos de existência. Hoje também o layout da sua página mudou.

Parabéns pelo aniversário.

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Fim do ensino do português no Estrangeiro?

Segundo comunicado de última hora no site da FNE existe uma vontade política de terminar com o ensino do português no estrangeiro.

Aguarda-se desenvolvimentos desta informação, mas se tal vier a acontecer é um mau sinal que se dá para a promoção da cultura e da língua portuguesa no estrangeiro.

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Ainda os DCE

No passado dia 13 o secretário de estado do ensino e da administração escolar emitiu um comunicado de imprensa dando conta que tinha assinado dois despachos para autorizar de forma excepcional a mobilidade de todos os DCE que não foram colocados nas escolas da sua preferência e a autorizar a deslocação dos DACL a título excepcional para uma escola próximo das suas residências até à obtenção de uma colocação através da bolsa.

Hoje dia 19 ainda não consta no site da DGRHE qualquer informação sobre os procedimentos a adoptar por estes professores para verem efectivadas a mobilidade ou a deslocação excepcional.

O SPZN no seu site solicita com urgência, a todos os que estão nas condições previstas no comunicado de imprensa, que contactem o SPZN por mail dando conta da sua situação. Como hoje a FNE tem reunião com o MEC este deve ser novamente um dos pontos que será tratado.

Não havia “nexexidade”.

 

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FNE receia que a escola deixe de ser para todos em Portugal

A Federação Nacional da Educação (FNE) manifestou hoje preocupação e  “profunda discordância” com as medidas inscritas na proposta de  orçamento para 2012, admitindo que podem fazer perigar a escolaridade  obrigatória de 12 anos, com o empobrecimento das famílias.

Podemos  estar hoje a poupar algum dinheiro, mas criando “uma fatura  extremamente pesada para os portugueses no futuro se abandonarmos  condições de uma educação de qualidade que acolha todos e promovendo o  sucesso de todos”, declarou à agência Lusa o secretário-geral da FNE,  João Dias da Silva.

“A educação é o setor onde há o corte mais brutal em termos de orçamento, comparativamente a 2011”, sublinhou.

Questionado  sobre a viabilidade da escolaridade de 12 anos, Dias da Silva  respondeu: “A própria Ação Social Escolar também sofre cortes. Aquilo  que contribuía para uma oferta de qualidade pode ser posto em causa por  medidas que sejam de mero controlo de despesa”.

Face às  dificuldades que enfrentam as famílias, a FNE apela: “Temos de ter uma  educação para todos, se começamos a ter uma educação só para alguns é o  futuro que está em causa”.

Questionado sobre um alerta já deixado  pelas associações de pais sobre esta matéria, Dias da Silva admitiu: “Há  todas as formas escondidas de pequeno contributo para o orçamento  familiar que retiram os jovens da escola e isso deve ser combatido, não  deve ser promovido”.

A FNE discorda das medidas estabelecidas para  os trabalhadores da Administração Pública, como os cortes de salários e  subsídios de férias e de Natal, mostrando-se particularmente sensível  aos pensionistas cujo IRS seja agravado.

“O caminho que se pode  seguir não é um caminho de via única, que é este que o Governo  escolheu”, disse Dias da Silva, defendendo que se a crise é para todos,  os sacrifícios também deviam ser repartidos por todos, através de uma  revisão de impostos para a população em geral e em função das  possibilidades de cada um.

Para a FNE, o Governo “não preserva condições de equidade e de justiça social”.

A federação considera que há uma incorreta gestão de recursos na Administração Pública e que há alternativa a despedimentos.

No  setor que representa, em particular, a FNE diz-se preocupada com a  forma “vaga e genérica” como o Governo apresenta o contributo do  Ministério da Educação para combater a crise.

“Não entendemos o  que é supérfluo na organização curricular, nem como é possível reduzir  nas políticas de promoção de sucesso educativo. Achamos que há perigo de  estes cortes virem a por em causa elementos fundamentais de garantia da  qualidade do nosso sistema educativo”, afirmou.

O Ministério da  Educação e Ciência perde 864 milhões de euros, face a 2011, para um  total de 8.182,4 milhões de euros inscritos este ano na proposta de lei  que o Governo entregou segunda-feira no Parlamento.

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Fne reúne-se com MEC dia 19

João Dias da Silva adiantou à Lusa que na quarta-feira a FNE vai reunir com o MEC para “iniciar a negociação de diversas matérias”, entre as quais a revisão do Estatuto da Carreira Docente, a revisão do diploma de concursos e a revisão do regime jurídico de autonomia e gestão de escolas.

Depois do dossier da Avaliação de Desempenho ter ficado fechado chegou a hora de rever o diploma de concursos e o regime jurídico de autonomia e gestão de escolas, foi também esse o compromisso do MEC para a existência de um acordo.

No meu ponto de vista os exemplos que se verificam com as contratações de escola devem ter um peso importante para travar a localização desregulada dos concursos, as anteriores recomendações para ingresso na carreira de docentes com mais de 10 anos de serviço devem ser tomadas em conta para o novo modelo de concursos, a constatação que os DCE não podem aguardar dois meses por uma colocação próxima da área de residência e dos tratamentos deve ser resolvida e os DACL podem ter uma solução com alguma imaginação sem penalização para nenhuma das partes.

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Assim não, senhor Primeiro Ministro

A FNE foi surpreendida negativamente, como todos os Portugueses, pela comunicação de hoje do Senhor Primeiro-Ministro.

Já sabíamos que havia sacrifícios para suportar. Já sabíamos que a dimensão das dificuldades era colossal. Já sabíamos que tínhamos de aplicar um esforço colossal para ultrapassar os problemas. Já sabíamos que os Trabalhadores em geral teriam de suportar uma pesada fatura para se encontrar caminho e solução.

O que ficámos sem saber foi o que o Governo pretende fazer em termos de desenvolvimento, crescimento e emprego.

A receita da austeridade tem limites. É que sabemos que, em muitas circunstâncias, austeridade só se traduz em mais austeridade, porque não traz condições de desenvolvimento e de crescimento, antes só o caminho mais rápido para a recessão.

Os trabalhadores portugueses só ficaram a saber hoje que recai sobre mais dificuldades de vida e menores condições de trabalho a solução preconizada pelo Governo.

A FNE exige que o Governo assuma que a justiça social e o respeito pelos portugueses só é possível com medidas que promovam o desenvolvimento e o emprego. De outro modo, o abismo é a solução a que estamos condenados.

A FNE, em nome dos Trabalhadores que representa, discorda desta estreita e única via de resposta aos problemas de deficit com que nos confrontamos e que se traduz em aumentar a precariedade e em diminuir excessivamente as condições de vida dos Portugueses.

A FNE entende que se torna urgente que o Governo assuma, para além de medidas de restrição e de austeridade, a concretização de ações concretas de promoção de emprego com crescimento económico.

Porto, 13 de Outubro de 2011

A Comissão Permanente da FNE

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Síntese da reunião entre a FNE e o MEC

O tema do dia continua a ser a BR2.

Segundo o comunicado da FNE o MEC assumiu a correção dos erros da BR2. Resta saber se será através do recurso hierárquico sem fundamentações legais ou se ele próprio assumirá a correção.

1 – Horários considerados temporários na aplicação e que deveriam ter sido horários anuais, de acordo com os motivos explicitados pelas escolas aquando da sua declaração. Esta situação impediu a colocação nestes horários de professores e educadores que apenas se candidataram a horários anuais, vendo-se assim ultrapassados por outros com menor graduação profissional.

O MEC informou que todos os horários pedidos pelas escolas como horários anuais ou temporários foram assim considerados na aplicação de concursos.

Havendo dúvidas consistentes sobre a dimensão temporal dos horários – anuais ou temporários –, o MEC procedeu a uma primeira verificação das situações, tendo detetado a necessidade de corrigir algumas delas.

A FNE considerou que se deveria persistir na verificação da conformidade dos horários, devendo ser analisadas todas as situações que mereçam dúvidas.

De qualquer modo, e apesar destes procedimentos, se houver docentes que se sintam ultrapassados, estes deverão reclamar no tempo devido, tendo havido o compromisso do MEC de, como lhe compete, analisar e dar resposta a cada uma das situações identificadas.

O MEC assumiu o compromisso de, tal como a FNE exigiu, corrigir a colocação dos professores que foram indevidamente ultrapassados e que reclamaram dessa situação, permanecendo nessa mesma escola os docentes que entretanto aí tenham sido colocados.

A FNE exigiu ao MEC que todas as situações de irregularidades sejam corrigidas, devendo os docentes que foram ultrapassados serem colocados no lugar a que têm direito, sem que o docente entretanto nele colocado tenha de sair dessa escola.

Nestes casos a escola deverá distribuir serviço docente a estes professores.

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Correção da BR2

Conforme anunciado em post anterior

Ministério promete à FNE corrigir erros detectados nas listas e rever legislação

O secretário-geral da FNE disse esta quarta-feira à Lusa ter recebido do Ministério da Educação o compromisso de que serão corrigidos os erros detectados  nas listas de colocação de professores e a promessa de que a legislação em vigor será revista.

Há o compromisso do ME de corrigir a situação dos candidatos e colocá-los no lugar a que teriam direito se o horário tivesse à partida sido considerado anual e não temporário“, assegurou.

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Contratos mensais

A FNE vai pedir explicações ao Ministério e exigir uma intervenção para corrigir a situação.

Adalmiro Fonseca ainda acredita que é um erro informático.

Bem vindo à nova realidade Adalmiro.

[audio:https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2011/09/TSF-16-set.mp3]

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Para que não restem dúvidas

“A FNE insistiu imenso nos professores contratados”

Nuno Crato, 15 de Setembro de 2011 RTP1

23:55

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Justificação da FNE para o acordo

Acordo com MEC permite uma Avaliação de Desempenho simplificada e mais justa

A FNE considera que o acordo que estabeleceu a 9 de setembro com o MEC permitiu garantir que a avaliação de desempenho dos docentes portugueses passa a ser mais simples e mais justa.

Mais simples, porque elimina toda uma série de procedimentos burocráticos que marcavam o regime anterior e que faziam com que o tempo de cada docente fosse ocupado com a elaboração de documentos verdadeiramente redundantes e inúteis e com a exigência de comprovar através de evidências aquilo que era a sua atividade profissional visível. No quadro do novo regime de avaliação de desempenho, o documento de auto-avaliação não só não precisa de repetir o que já consta nos registos de cada escola, como ainda se circunscreve à reflexão individual que em cada ano cada docente realiza sobre a sua atividade, não podendo exceder as três páginas, e sem anexos, e em que no caso dos docentes dos últimos escalões esta reflexão de auto-avaliação se realiza apenas no final de cada escalão. E, além do mais, o MEC disseminará matrizes-exemplos simplificados para os instrumentos de avaliação, a utilizar, quer pelos conselhos pedagógicos, quer pelos avaliadores, quer pelos avaliados. É ainda mais simples porque alarga a duração dos ciclos avaliativos, ajustando-os à duração dos escalões.

Este novo regime é ainda mais justo, porque impõe, para além da intervenção de uma componente externa para a observação de aulas, a garantia ainda de que os avaliadores pertencem a escalões superiores ao do avaliado, pertencem ao mesmo grupo de recrutamento e têm formação para a supervisão pedagógica. Deste modo, acabam as situações de concorrência de interesses entre avaliadores e avaliados, nos casos em que para progressão em carreira ambos estavam sujeitos às mesmas vagas para progressão de escalão.

Mas este acordo ainda acaba com os efeitos negativos da avaliação de desempenho sobre a graduação profissional para efeitos de concurso. Em relação aos docentes dos quadros, os resultados da avaliação não se repercutem na graduação profissional, porque já têm expressão na redução da duração do escalão seguinte. No caso dos docentes contratados, as classificações de avaliação de desempenho positivas – Bom e Muito Bom – asseguram de modo igual o crescimento de um ponto na graduação profissional.

O acordo contempla ainda a concretização dos mecanismos previstos no ECD para garantirem que todos os docentes classificados com pelo menos Bom em toda a carreira têm a expectativa de atingirem em tempo útil o topo da carreira. Com efeito, esta norma do ECD precisava de uma portaria que definisse o fator de compensação pela atribuição de Bom, a qual nunca foi publicada, ao contrário do que era compromisso do Governo anterior, não dando plena execução a um dos aspetos essenciais do acordo de 8 de janeiro de 2010. Ora. O Governo comprometeu-se neste acordo a fazer publicar a referida portaria até ao final de 2011.

Em relação aos docentes contratados, e embora a sua avaliação de desempenho só ocorra no final de 180 dias  de serviço, todo o tempo acumulado de contratos é considerado, quer para efeitos de concurso, quer para efeitos de ingresso em carreira.

O Governo comprometeu-se ainda a realizar, com as Organizações Sindicais, a avaliação este regime antes de o seu primeiro ciclo concluir, para introduzir as alterações que a experiência e o contexto vierem a requerer, independentemente do acompanhamento contínuo da sua operacionalização, com vista a eliminar os constrangimentos e dificuldades que possam surgir.

Finalmente, o acordo prevê não só a imediata revisão do ECD e do regime jurídico de concursos, para acomodar estas alterações de operacionalização da avaliação de desempenho, como ainda prevê o início da negociação para a revisão do regime de administração das escolas, com vista a uma correcção da distribuição de competências entre os diferentes órgãos da escola, como ainda particularmente em relação à composição do conselho pedagógico.

Feito o balanço dos resultados do processo negocial, em comparação com as afirmações que a FNE pôs em discussão através da consulta on-line que realizou, verifica-se que a quase totalidade das questões elencadas pela FNE teve expressão, quer no texto do acordo, quer no articulado do diploma legal que contém o regime da avaliação de desempenho. Deste modo, o resultado final não poderia deixar de ser a disponibilidade para o acordo, sem subterfúgios.

É certo que não se conseguiu ultrapassar a questão das quotas para a atribuição das menções mais elevadas, mas também é verdade que conseguiram limitar alguns dos danos dos seus efeitos. De qualquer modo, este acordo não limita a determinação da FNE em conseguir obter o mais rapidamente possível, não só para os docentes, como para todos os Trabalhadores da Administração Pública, o fim das quotas para a atribuição das menções mais elevadas na avaliação de desempenho.

Considerámos que deveríamos selar com acordo o resultado desta negociação, para a qual contribuímos com propostas construtivas que tiveram acolhimento em sede negocial e que tiveram por objetivo a valorização dos docentes portugueses e sobretudo a simplificação de procedimentos de avaliação, libertando desse modo os docentes para as tarefas que lhes devem absorver mais tempo e energia e que devem concentrar-se na sua relação quotidiana com os alunos.

Lisboa, 10 de Setembro de 2011

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E não se fala mais em Avaliação nos próximos anos?

Se for para isso já é bom ter havido acordo. Aguarda-se documento para analisar o que mudou em relação ao documento de dia 6, para ter levado a um acordo com a FNE e à concordância parcial com a FENPROF.

Ministério da Educação assina acordo com a FNE sobre avaliação de professores

A reunião entre as estruturas sindicais e o ministério de Nuno Crato começou às 8h30

O Ministério da Educação e da Ciência (MEC) informou na noite desta sexta-feira que existe, “a partir de hoje, um novo modelo de avaliação de professores em Portugal”.
O MEC chegou a acordo com a Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE) e seis outras estruturas sindicais. Mas não com a Federação Nacional de Professores (Fenprof) porque, segundo Mário Nogueira, secretário-geral desta estrutura sindical, o novo modelo mantém o regime de quotas para as classificações mais elevadas.

O ministério “irá ainda assinar uma acta global negocial com a Fenprof, onde estarão estabelecidos todos os pontos de acordo e desacordo, nomeadamente em relação às quotas”, fez saber o Executivo.

As negociações começaram às oito e meia da manhã e prolongaram-se até à noite.

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Resultados finais da Consulta nacional FNE sobre a ADD

A OPINIÃO DOS DOCENTES SOBRE AS PRINCIPAIS REIVINDICAÇÕES DA FNE PARA A AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE

A FNE lançou entre o dia 2 e 8 de setembro uma consulta on-line, para conhecer a recetividade entre os docentes portugueses sobre as reivindicações da FNE acerca do novo regime da sua avaliação de desempenho e particularmente sobre as últimas propostas do Ministério da Educação e Ciência.

A FNE congratula-se com o nível de adesão a esta consulta e agradece a cada um dos 2346 colegas que participaram com a sua votação.

 

Quadro com os resultados finais

 

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Consulta FNE

POSIÇÕES DA FNE OBTÊM APOIO INDISCUTÍVEL ENTRE DOCENTES

A FNE lançou no dia 2 de setembro uma consulta on-line, para conhecer a recetividade entre os docentes portugueses sobre as reivindicações da FNE acerca do novo regime da sua avaliação de desempenho e particularmente sobre as últimas propostas do Ministério da Educação e Ciência.

A FNE congratula-se com o nível de adesão a esta consulta, que atingiu até às 12 horas do dia 8 de setembro, mais de 2000 respostas.

A FNE divulgará amanhã o resultado final da consulta com a distribuição dos índices de respostas de concordância e de discordância em relação a cada uma das questões suscitadas.

Em termos globais e provisórios, a FNE verifica que a esmagadora maioria dos respondentes – ao nível de mais de 95% – confirma as posições que a FNE defende.

Deste modo, a FNE parte para a reunião de 9 de setembro com o MEC com uma ampla confirmação das posições que defende em relação a aspetos globais e particulares do que deve constituir a avaliação de desempenho docente.

Porto, 8 de setembro de 2011

Aguardo a divulgação do estudo.

Mas, se mais de 95% dos inquiridos concordou com as posições da FNE é quase garantido que da parte desta estrutura sindical não haverá acordo com a actual proposta do MEC.

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Respostas sindicais à ADD

A ler no fim do jogo

FNE

Memorando
a propósito da proposta
sobre avaliação de desempenho de docentes
apresentada pelo MEC

FENPROF

PROJETO DO MEC PARA A AVALIAÇÃO DE
DESEMPENHO DOS DOCENTES
PARECER DA FENPROF

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Pré-Aviso de Greve dia 24

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Pré-aviso de greve em pdf 

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Resolução do Secretariado Nacional da FNE

A avaliação de desempenho deve ser corrigida, simplificada e devem iniciar-se os procedimentos de determinação de um novo modelo de avaliação para 2011/12.

O Secretariado Nacional da FNE, reunido em Lisboa em 17 de Novembro de 2010, e perante as informações de que dispõe sobre a forma como está a decorrer o processo de avaliação de desempenho de docentes, considera necessário eliminar orientações que ultimamente têm sido divulgadas e que se revelam desconformes a um processo de avaliação que seja justo e rigoroso.
Com efeito, é um erro afirmar que o processo de avaliação de desempenho está a decorrer com normalidade nas nossas escolas.
Nem está a funcionar normalmente e dificilmente seria possível que estivesse a decorrer normalmente, quando se está em presença da implementação generalizada de um processo complexo de avaliação que se dirige a um universo muito elevado de destinatários (todos os docentes), com procedimentos que só agora começam a ser instalados e que em muitos casos nunca foram testados ou experimentados. O que seria desejável é que o Ministério da Educação reconhecesse como naturais as dificuldades e que admitisse publicamente que o processo encontra dificuldades, em vez de continuar a pretender “esconder o lixo debaixo do tapete”.
Ao insistir numa lógica do “faz de conta que corre bem”, sem reconhecer os problemas, o Ministério da Educação só está a contribuir para a desacreditação do modelo e, o que é pior, do próprio princípio da avaliação de desempenho como factor de desenvolvimento profissional e de melhoria de práticas. Não é saudável para a preservação do envolvimento das pessoas nos processos de avaliação que se escondam as dificuldades e que se admitam todas as soluções, fazendo acreditar que o “vale tudo” pode ser solução credível e aceitável.
Não aceitamos que se brinque à avaliação ou que se brinque com a avaliação.
Um dos factores que a FNE sempre colocou como crítico no modelo de avaliação foi o da garantia de que os avaliadores tinham de ser reconhecidos como competentes pelos avaliados e portanto deterem competências específicas como avaliadores. Insistimos inúmeras vezes na exigência de que aos avaliadores fossem disponibilizadas formações que lhes permitissem exercer essas funções, com a totalidade das dimensões que o modelo integra, nomeadamente o da observação das aulas.
A tentativa de universalização do modelo está a conduzir à verificação de que em muitas escolas são professores em início de carreira que são chamados a avaliar docentes com mais experiência profissional; admite-se que um docente de uma qualquer disciplina possa avaliar um docente de uma qualquer outra disciplina. Ou seja, verifica-se que não existem condições para que o modelo se aplique com dignidade em todas as circunstâncias.
Impõe-se ainda assinalar a inconsistência e até mesmo a ilegalidade de orientações que têm estado a ser desmultiplicadas, nomeadamente na definição dos critérios relativos à consideração do tempo de trabalho dos relatores na respectiva componente lectiva, na atribuição de Relatores a docentes em avaliação e não recurso ao “empréstimo” de turmas para garantir a observação de aulas.
O Ministério da Educação tem de estar consciente de que, no modelo de organização das nossas escolas, não há professores com as condições mínimas para assegurarem a concretização da totalidade do modelo tal como ele está concebido.
Ignorar estas realidades é não estar à altura da responsabilidade de promover para os docentes portugueses um modelo de avaliação aplicável que seja justo e rigoroso.
A FNE quer contribuir para que se defina esse modelo de avaliação de desempenho e considera que estão reunidas as condições para que, por um lado, se conclua o processo de avaliação deste ano, com mecanismos simplificados para a sua operacionalização, de forma a respeitar-se a sua credibilidade, e que ao mesmo tempo se inicie, a partir de Janeiro de 2011, o processo de negociação de um novo modelo de avaliação, o que constitui um dos pontos do acordo celebrado entre a FNE e o ME em 8 de Janeiro passado.
Assim, a FNE vai solicitar uma reunião de urgência com a Ministra da Educação, para análise do desenvolvimento do processo de avaliação. Nessa reunião, a FNE quer
. apresentar propostas concretas de simplificação para a operacionalização da avaliação de desempenho, com correcção de algumas das medidas recentemente anunciadas e que nos parecem totalmente desajustadas e inadequadas, a serem adoptadas para o presente ano lectivo, e tendo em conta as dificuldades já identificadas;
. propor o estabelecimento de um Grupo Misto (FNE e ME) para acompanhamento das dificuldades novas que ainda vierem a ser identificadas, com a finalidade de apresentar à Ministra da Educação propostas de soluções adequadas;
. propor que se inicie em Janeiro de 2011 o processo de negociação das alterações a introduzir no modelo de avaliação de desempenho, a serem adoptadas no ciclo de avaliação de 2011/2013.
Lisboa, 17 de Novembro de 2011
O Secretariado Nacional

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Um post que merece a minha atenção

Não tenho por hábito linkar posts do Ramiro, hoje vou fazer e comentar.

O Ramiro afirmou neste post que voltou a sindicalizar-se.

Fez um pequeno historial do seu percurso enquanto sócio de duas organizações e as razões que o levaram há 6 anos a sair do SDPGL enquanto membro da direcção da FNE.

Regressou e sem dúvidas escolheu voltar a um sindicato da FNE. Aponta em traços largos o que caracteriza um sindicato da FNE – a negociação com realismo e sensatez.

O Ramiro nos últimos anos foi um dos grandes lutadores das políticas de Maria de Lurdes Rodrigues e foi essencialmente na Avaliação de Desempenho que muitos passaram a ler o Profblog.

Foi pena que precisamente nestes últimos 6 anos o Ramiro tenha optado por não combater enquanto membro de um sindicato as políticas que atacavam e continuam a atacar a escola (já sabem que não faço referências ao chavão da escola pública) e os professores.

É necessário voltar a construir todo um modelo de carreira e de avaliação e estou em crer que vais fazer falta para essa construção.

Um pequeno à parte: realmente nos blogues não se faz a resistência que afirmas, também não se constroem propostas realistas e responsáveis mas que ajudam um pouco também ajudam.

Encontar-nos-emos por ai.

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FNE reuniu com Ministra da Educação, para apresentar conclusões do seu Congresso

A FNE reuniu com a Ministra da Educação, com o objectivo de entregar o Relatório de Actividades e o Plano de Acção aprovados no Congresso realizado em Aveiro nos dias 23 e 24 de Outubro.
A representação da FNE foi constituída pelo Secretário Geral, pelos Vice Secretários Gerais e por Presidentes de Sindicatos da FNE

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Escolhi este

Mas há mais.

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São bem mais do que cinco mil

docentes que não serão necessários ao sistema educativo.

A insistência em calcular os números pela matriz do curriculo nacional do 3º Ciclo não está correcta.

Lembro que muitas escolas têm autorização para funcionar nas disciplinas de Área Projecto e Estudo Acompanhado com 2 professores tendo em conta a não existência do número de horas suficientes no curriculo de algumas disciplinas para atribuição de horários completos aos docentes dos quadros.

Em muitos casos, exemplo da minha escola, todo o estudo acompanhado no 3º ciclo é leccionado por dois professores.

A FNE entende que deve ser feita a redistribuição do curriculo com um reforço no ensino do Português e da Matemática.

Eu acrescentaria também que não fazia mal ao mundo um bocadinho de redistribuição pelas disciplinas que perderam horas para as ditas ACND, tais como História, EVT, Educação Musical e Geografia.

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Congresso FNE

Amanhã e Domingo estarei por aqui a medir algumas temperaturas:

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FNE vai juntar-se à greve geral

A FNE anunciou, esta quinta-feira, que vai participar no protesto agendado para 24 de Novembro. João Dias da Silva justifica a decisão com a dimensão dos problemas do país.

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Dia Mundial do Trabalho Digno

A FNE associa-se ao Dia Mundial do Trabalho Digno.

Vou experimentar saber o que os meus alunos entendem como dignidade no trabalho.

Espero não me assustar com a inocência.

Folheto

Site Internacional

Possivelmente arrumo com todos estes materiais e explico a dignidade e o respeito humanos com este exemplo:

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FNE APRESENTA PLANO REIVINDICATIVO URGENTE

A FNE apresentou hoje um PEC, desculpem, um PLANO REINVINDICATIVO URGENTE, com os seguintes pontos:

1.    UNIDADES ORGANIZACIONAIS EXCESSIVAMENTE GRANDES PÕEM EM CAUSA A QUALIDADE DO TRABALHO PEDAGÓGICO

2.    O CALENDÁRIO ESCOLAR DE 2010-2011 E AS REGRAS DA SUA ORGANIZAÇÃO

3.    A PUBLICAÇÃO DO ECD E DAS NOVAS REGRAS DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

4.    O CONCURSO EXTRAORDINÁRIO DE DOCENTES EM 2011

5.    O ENQUADRAMENTO DOS TRABALHADORES NÃO DOCENTES

6.    A REORGANIZAÇÃO CURRICULAR DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

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Professores perdem estatuto especial na Função Pública

Antes de ter acesso ao documento enviado pelo ME aos sindicatos, fica aqui a primeira reacção ao documento, ao que parece, final.

Os sindicatos ficaram surpreendidos com a proposta de Estatuto da Carreira Docente que o Ministério lhes fez chegar ontem à noite e determina que o recrutamento e a mobilidade dos professores passará a ser gerido pelas Finanças. «Isto nunca esteve em cima da mesa», garantiu ao SOL João Dias da Silva, da FNE

Os concursos para admissão de professores passam a ser geridos em conjunto pelo Ministério das Finanças, Administração Pública e Educação. Esta é uma das mudanças previstas no projecto de revisão da Carreira Docente que a ministra Isabel Alçada fez chegar, ontem à noite aos sindicatos, e que apanhou desprevenidos os sindicalistas.

«Isto nunca esteve em cima da mesa», comentou ao SOL João Dias da Silva, dirigente da Federação Nacional de Sindicatos da Educação (FNE), que se diz «muito descontente» com a proposta do Ministério.

«No fundo, o que isto faz é acabar com o estatuto especial dos docentes», explica o sindicalista, adiantando que os professores passam a estar sujeitos ao regime geral da Função Pública «no que toca ao recrutamento e mobilidade».

«Isto não faz sentido, quando houve propostas avançadas pela FNE que foram rejeitadas pelo Ministério, por não terem sido debatidas durante as rondas negociais», argumenta Dias da Silva, que vê nesta alteração «o reflexo do PEC (Pacto de Estabilidade e Crescimento) na Educação».

«Sob a capa da revisão do Estatuto da Carreira Docente, o Ministério da Educação introduziu correcções com a perspectiva do Ministério das Finanças», acusa.

João Dias da Silva não adianta, porém, de que forma a FNE vai reagir a esta proposta de Isabel Alçada, com quem os sindicatos deverão voltar a reunir-se na próxima semana. «Ainda estamos a discutir o que vamos fazer, porque só ontem tivemos acesso ao documento», diz, salientando que no que toca «às matérias que fizeram parte do acordo de princípios entre sindicatos e Ministério não há nada a apontar».

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