… publicadas no último dia em que as escolas têm de declarar os “horário Zero” para o próximo ano letivo.
Mas ainda faltam mais algumas.
29 Julho 2013
Jul 29 2013
… publicadas no último dia em que as escolas têm de declarar os “horário Zero” para o próximo ano letivo.
Mas ainda faltam mais algumas.
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Jul 28 2013
O Paulo Guinote aqui acha que vão ser mais do que o ano passado.
Eu concordo em absoluto com ele, mas não faço disso um problema de maior pelo seguinte:
Da mesma forma que este ano mais docentes vão estar em concurso à mobilidade interna na 1ª prioridade, também mais docentes vão obter colocação em 30 de Agosto pela libertação dos horários deixados vagos pelos QZP.
Quem pode beneficiar com isso?
Os docentes QA/QE com ausência da componente letiva porque em princípio têm mais graduação que os docentes de QZP, embora este princípio não seja geral.
Não me admirava nada que a lista de candidatos à mobilidade interna na 1ª prioridade (QZP e docentes sem componente letiva) se aproxime dos 20 mil docentes. Este número será bem superior aos 14833 docentes que se encontravam na lista provisória de 1 de Agosto e que foi drasticamente reduzida em meados de Agosto de 2012.
O que antecipo para final de Agosto é uma enorme mobilidade de docentes e os que estavam habituados a ficar na mesma escola ao longo dos últimos anos poderão ter algumas surpresas com a sua colocação.
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Jul 28 2013
Por fim, a última lista que faltava.
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Jul 27 2013
Este ficheiro é útil para quem está interessado em saber onde existiram renovações de colocação entre o ano letivo 2010/2011 e 2012/2013.
Podem filtrar por grupo de recrutamento, por QZP e depois verificar se nessa escola existiu alguém colocado nos 4 anos letivos.
O ficheiro em Excel encontra-se aqui.
É importante que saibam que as escolas TEIP e as escolas com Autonomia não podiam fazer renovações e as colocações que poderiam ser de renovação não se encontram nesta listagem.
Neste quadro está o resumo geral das renovações entre 2010/2011 e 2012/2013.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/07/Renocações-2010-2012.pdf”]
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Jul 27 2013
Durante o fim de semana vou colocar as listas de ordenação definitivas em formato Excel.
A primeira é a lista do grupo 100.
Façam bom uso.
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Jul 26 2013
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Jul 26 2013
Bem sei que as escolas têm até segunda-feira para comunicar por escrito, aos docentes dos quadros de escola/agrupamento, a informação que para o ano letivo 2013/2014 não lhes é possível atribuir pelo menos 6 horas de componente letiva.
No entanto algumas escolas já comunicaram os professores que terão de concorrer à mobilidade por ausência da componente letiva.
Existe uma regra no Decreto-Lei 132/2012 que diz que no caso de haver professores voluntários sairão os mais graduados, quando não há voluntários saem sempre os menos graduados (alíneas a) e b) do número 6 do artigo 28º).
Gostava que me indicassem de que grupos de recrutamento são e se foi dada a possibilidade aos docentes mais graduados optarem pela ausência da componente letiva.
Parece que não mas pode ser mais interessante a alguém com boa graduação arriscar-se a concorrer numa 1ª prioridade por ausência da componente letiva do que concorrer para mudança de escola na 2ª prioridade.
Para que não surja de novo esta dúvida na caixa de comentários quero dizer que a plurianualidade das colocações termina agora e todos os docentes dos quadros de zona pedagógica são obrigados a concorrer à mobilidade. Também todos os destacamentos por aproximação à residência terminam e quem tem de indicar ou não estes docentes para DACL é a escola de provimento (ou seja, a escola do quadro)
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Jul 26 2013
… que o vento poderá levar a qualquer altura.
… porque já se percebeu que um compromisso escrito não é para levar a sério.
Proposta de lei do Governo prevê que apenas professores que não obtenham colocação até 31 de Janeiro sejam postos na mobilidade.O Ministério da Educação e Ciência vem garantir mais uma vez que os docentes só serão enviados para a mobilidade especial a partir de 1 de Fevereiro de 2015 e explicou ao Negócios que as propostas de alteração da maioria devem ser articuladas com a proposta inicial do Governo relativa ao novo regime da requalificação dos trabalhadores do Estado.
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Jul 26 2013
… que não deixa de ser real.
O secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, negou hoje que apenas três professores tenham entrado para os quadros do Ministério da Educação e Ciência, garantindo que entraram mais 603, “vinculados extraordinariamente”.
No final de mais uma ronda negocial com os representantes dos professores, João Casanova de Almeida disse aos jornalistas que “não entraram [só] três professores para os quadros do Ministério da Educação”, como chegou a ser noticiado, mas sim 606.
E se compararmos este número com o do concurso de 2009 até podemos dizer que este ano entraram mais 65% de professores no quadro do que em 2009.
A realidade diz que entre 2007 e 2017 apenas 1000 docentes entraram na carreira e 65% deles entraram este ano.
Os números valem o que valem.
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Jul 26 2013
… que só demonstra que Nuno Crato não tem qualquer peso no Governo.
Ministro Nuno Crato garantiu aos sindicatos que só a partir de Fevereiro de 2015 os professores seriam enviados para a mobilidade especial. Mas as propostas de alteração à lei do novo regime de requalificação permitem que este regime se aplique a partir de Setembro de 2014.
…
Limite de 60 quilómetros não está consagrado
A maioria deixou também de fora, nas propostas a que o Negócios teve acesso e que serão aprovadas na próxima segunda-feira, a questão do limite dos 60 quilómetros no caso da mobilidade geográfica.
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Jul 26 2013
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Jul 26 2013
Esta carta foi-me enviada por uma leitora do Blog para ser enviada ao Ministro da Educação.
Colegas,
Uma sugestão: adaptem esta carta e enviem-na para o Ministro da Educação [email protected] – e para os vários parlamentares – http://www.parlamento.pt/Paginas/Correio.aspx e divulguem p os restantes colegas contratados se mexerem.
Votos de férias mais ou menos tranquilas…
DG
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/07/ME.doc”]
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Jul 26 2013
Um bom documento do MEC que faz um resumo de toda a legislação da Educação e que será a bíblia para 2013/2014 de muitos professores.
Este documento vai ficar na barra lateral direita para o caso de alguma vez o quererem consultar.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/07/LAL_2013.pdf”]
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Jul 26 2013
Os sindicatos de professores voltam esta sexta-feira ao Ministério da Educação para uma ronda negocial, dedicada em particular à prova de acesso à carreira docente para os professores contratados, já contestada pelas principais federações sindicais do sector.
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Jul 25 2013
Foi publicado hoje o Decreto-Lei n.º 102/2013 que aprova a orgânica do Instituto de Avaliação Educativa, I.P., e altera o Decreto-Lei n.º 125/2011, de 29 de dezembro, que aprova a orgânica do Ministério da Educação e Ciência.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/07/IAVE.pdf”]
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Jul 25 2013
Até às 18 horas do dia 29 de Julho decorre a fase em que as escolas indicam os docentes dos quadros de escola/agrupamento com ausência letiva para 2013/2014.
Após esta data é provável que abra de imediato a candidatura à Mobilidade Interna. Se assim for, o prazo para a manifestação de preferências será entre o dia 30 de Julho e o dia 5 de Agosto (5 dias úteis).
São obrigatoriamente candidatos nesta fase os:
Ambos concorrem na 1ª prioridade ao concurso da mobilidade.
Podem ainda ser candidatos nesta fase, os docentes de carreira do quadro dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas que pretendam exercer transitoriamente funções docentes noutro agrupamento de escolas ou escola não agrupada, concorrendo estes na 2ª prioridade.
Os docentes dos quadros de escola/agrupamento a quem não é possível atribuir pelo menos seis horas de componente letiva são obrigados a candidatar-se pelo menos a todas as escolas/agrupamentos do âmbito geográfico do concelho de vinculação. Se o lugar de origem ou de colocação do docente se situar nas áreas dos concelhos de Lisboa, Amadora, Odivelas, Vila Franca de Xira, Loures, Cascais, Sintra, Oeiras, Almada, Seixal, Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete, ou Porto, Matosinhos, Maia, Gondomar, Valongo e Vila Nova de Gaia, a colocação faz-se para lugares neles situados, independentemente do acordo do interessado.
Os docentes de carreira providos em quadro de zona pedagógica são obrigados a concorrer ao seu quadro de zona pedagógica e, no mínimo, a um código de agrupamento de escolas ou escola não agrupada de outro quadro de zona pedagógica.
Em ambas as situações não necessitam de preencher todas as preferências dos limites mínimos, pois, caso não o façam é sinal que manifestam igual preferência por todos os restantes agrupamentos ou escolas não agrupadas fazendo-se a colocação por ordem crescente do código de agrupamento de escolas ou escola não agrupada.
Podem em todas as situações manifestar preferências por escolas de outros Concelhos ou Zona Pedagógicas antes de manifestarem as preferências que estão obrigados pelos limites mínimos. Se for indiferente ficarem numa escola qualquer dentro do Concelho ou do QZP de origem nem precisam de colocar essas escolas porque a aplicação irá procurar automaticamente uma escola por ordem crescente de código de agrupamento (não aconselho esta opção). Se forem dos Quadros de Zona Pedagógica vão ter um quadro onde terão de obrigatoriamente colocar um agrupamento que não seja do vosso QZP de origem.
Os docentes dos quadros de escola/agrupamento que concorrem para mudança de escola por sua iniciativa não se encontram abrangidos pelos limites mínimos, nem por qualquer impossibilidade de se candidatarem a uma outra escola do mesmo concelho.
Os docentes que pretendem concorrer à mobilidade por sua iniciativa e que não foram candidatos ao concurso interno devem preencher os elementos legais de identificação do candidato; a prioridade em que o candidato concorre e os elementos necessários à ordenação do candidato.
Na fase da mobilidade os candidatos apenas podem manifestar preferências no grupo em que se encontram providos.
Em nenhum caso precisam de entregar qualquer declaração de oposição ao concurso ou de informar a escola que foram candidatos à mobilidade interna.
A manifestação de preferências para a contratação deve ocorrer logo após terminar a fase da mobilidade interna e por um período de cinco dias úteis.
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Jul 25 2013
… que me chegou por mail para debate.
As 249 páginas não me esclareceram. Será que me podem ajudar, sem entrar em guerrilhas ou ataques, a verificar se algum destes “mandamentos” de OAL (minhas interpretações) é Falso?
Estamos quase em agosto, praias cheias, e eu (e muita gente) quero ir de férias!!!
| 1- Parte-se sempre do princípio que a distribuição do serviço se faz pelos 1100 minutos (22 horas).
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| 2 – Só nos grupos com insuficiência letiva no pessoal do quadro de um determinado grupo é que a distribuição é feita pelos 1000 minutos (tendo-se distribuído previamente pelos 1100 e tendo-se chegado à conclusão que o serviço letivo “resultante de grupos e turmas – e que tem prioridade sobre qualquer outro” não chegava para completar o horários dos docentes dos quadros).
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| 3 – Com o mínimo de 6 horas, só poderá existir um docente por grupo.
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Face ao exposto anteriormente, temos 2 realidades nas escolas: |
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Docentes do n.º1 com 1100 minutos letivos. |
Docentes do n.º2 com 1000 minutos letivos (ou menos) |
| 4 – Para dinamizarem atividades de promoção de sucesso escolar recorre-se ao crédito horário ou às horas de Trabalho de Estabelecimento (TE). | 5 – Nos 100 minutos:
-só estes docentes é que podem dinamizar as atividades de “promoção do sucesso escolar” |
| Conclusão 1:
por exemplo, se numa determinada escola os grupos de matemática e de português estão “cheios” (com componente letiva que chega para todos – com os 1100 min.), os docentes dos grupos em que há insuficiência letiva (exemplo: ET, EVT…) é que promovem as medidas de promoção do sucesso escolar.
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Alterações decorrentes do despacho normativo n.º 7-A/2013 – só aos docentes de quadro -“Exclusivamente para efeitos de preenchimento da componente letiva” (não refere “distribuição da componente letiva”)
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Docentes do n.º1 com 1100 minutos letivos. |
Docentes do n.º2 com 1000 minutos letivos (ou menos) |
| 6 – Se exercerem funções de DT é na TE (o n.º 5 do art.º 9 do dn n.º 7/2013 não foi revogado) | 7- Nos 100 minutos:
– podem exercer funções de DT (até 100 minutos)
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| Conclusão 2:
Se for algum horário para contratação, e com DT, esta é exercida nas horas de Trabalho de Estabelecimento.
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| Conclusão 3:
Se o que estiver acima enunciado estiver correto, pressinto que um mau ambiente se irá instalar nas escolas…
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Jul 25 2013
Esta petição destina-se a todos os professores que estão cansados de serem humilhados pelos diferentes governos. No dia 23 de julho surgiu mais uma ameaça à nossa existência e dignidade enquanto professores: a prova de ingresso. Considero que já estudei muito durante a minha formação académica, que continuei a investir na minha formação após a conclusão da licenciatura e esta dita prova só serve para me afastar do ensino. Entendo que é ao mesmo tempo um atestado de burrice a todos os professores que contribuíram para a minha formação e a todas as escolas onde fui avaliado. Para quem que sente nas mesmas condições, está contra a realização da prova e não pensa comparecer à sua realização, peço que assine a petição, pois se não estivermos unidos hoje, amanhã não haverá hipótese. Professores Contratados de Portugal, uni-vos!
Entretanto no site do Público existe uma sondagem sobre a prova de ingresso que também podem votar.
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Jul 25 2013
A proposta de resolução n.º 338 de 6 de Junho de 2008, assinada à cabeça pelo actual líder da bancada parlamentar do PSD Luís Montenegro, recomendava ao Executivo que os docentes que tivessem celebrado contrato “durante um ano, nos últimos cinco anos” e que tivessem obtido uma avaliação de desempenho de Bom ou mais deveriam ser “dispensados”. Os deputados queriam corrigir o que consideravam uma “injustiça”.
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Jul 24 2013
Fica aqui para quem quiser analisar o ficheiro em Excel da lista de não colocados na Mobilidade Interna no ano 2012/2013.
Nesta lista estão incluídos todos os docentes que foram enviados para a mobilidade na lista de 1 de Agosto de 2012 e os que permaneceram na lista de 31 de Agosto (chamo a atenção que na lista de 31 de Agosto estão incluídos os não colocados por aproximação à residência)
O ficheiro pode ser filtrado pelas diversas reservas de recrutamento até à Reserva de Recrutamento 35.
Incluí o campo do QZP de origem em cada um dos docentes (QZP antigos)
Que vos sirva este ficheiro para alguma coisa apesar de este ano voltar tudo a zero para os QZP e os QA/QE com horário zero ainda não serem conhecidos.
Mas a manifestação de preferência está aí à porta e quanto mais dados tiverem para analisar melhor.
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Jul 24 2013
… que há escolas que validam qualquer coisa e passam impunes aos erros.
Chegou-me este relato no FB e que confirmei antes de o publicar.
Das duas uma: ou o docente disse a verdade no concurso externo extraordinário e era contratado ou diz a verdade agora e é do quadro. Uma coisa é certa, a escola que validou as duas situações é a mesma.
Boa tarde!
Será que me pode ajudar?
O que se pode fazer quando se detectam erros nas listas?
Mais concretamente na lista do grupo 600?
Reparei agora que uma pessoa que aparece na lista de não colocados do concurso extraordinário passou a professor efetivo nas listas definitivas… e ainda por cima numa escola de Lisboa que não me parece ser fácil conseguir lugar – Agrupamento de Escolas Eça de Queirós!!!
A pessoa de quem falo chama-se OXXXXXXXX de OXXXXXXXX. Aparece na posição 188 na lista ordenada do concurso extraordinário publicada em abril.Agora surge na lista como candidato no concurso interno na posição 648, ou seja, como professor do quadro de agrupamento.
Alguma coisa está mal…Como é que é possível a escola validar a candidatura da pessoa primeiro como contratado e depois como professor do quadro?
Parece-me uma situação muito grave.
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Jul 24 2013
O Governo quer avaliar os conhecimentos a todos os professores não integrados na carreira docente. Nessa prova os professores candidatos aos concursos terão de obter 14 valores. Declarações de João Dias da Silva, da FNE.
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Jul 24 2013
Está aberta desde hoje e até às 18 horas do dia 29 de Julho a aplicação para as escolas indicarem os docentes com ausência da componente letiva.
Acompanha esta fase, a circular CIRCULAR Nº B13021106K onde se procura desfazer a dúvida relativa à adequada formação científica, não fosse o preferencialmente estar entre vírgulas, claro.
13. Entende-se por adequada formação científica ser detentor, preferencialmente, de uma qualificação profissional para o respetivo grupo de recrutamento ou de uma licenciatura/mestrado na área científica da disciplina.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/07/20B13021106K-Concurso-para-suprimento-de-necessidades-temporárias-2013_2014-Indicação-da-ausência-de-componente-letiva.pdf”]
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Jul 24 2013
O secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE) manifestou-se hoje contra a proposta do Governo de que os professores têm de ter 14 valores numa prova de avaliação para lecionarem, considerando que “põe em causa” a formação inicial.
O Ministério da Educação e Ciência disse ter enviado aos sindicatos três diplomas destinados a “implementar a prova de avaliação de conhecimentos dos candidatos aos concursos de seleção e recrutamento prevista desde 2007 na legislação em vigor, a adaptar o estatuto da carreira docente a essa implementação” e a regulamentar a formação contínua de professores.
“A FNE mantém uma total oposição à realização de uma prova depois da formação inicial de professores feita em instituições de ensino superior, que reconhecem através do respetivo diploma que aquela pessoa reúne conhecimentos e competências para poder ser professor”, disse à agência Lusa João Dias da Silva.
O secretário-geral da FNE criticou que, depois da certificação feita pelo ensino superior, “haja uma prova com a duração de duas horas que põe em causa tudo aquilo que foi o percurso realizado na formação inicial”.
O sindicalista lembrou que a ideia desta prova foi estabelecida no estatuto da carreira docente, na revisão que foi promovida pela então ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues.
“Nós sempre nos manifestámos contra a existência de uma prova desta natureza”, frisou, adiantando que o ministério quer fazer aquilo que nunca foi feito até agora, a regulamentação dessa norma do estatuto da carreira docente.
Para o sindicalista, “não há qualquer razão” para a existência desta prova, defendendo outra solução: Quando o professor é colocado numa escola deve ter um “período de indução” de um ou dois anos e ser acompanhado por um docente com “mais experiência e qualificações que o ajude a ultrapassar as dificuldades do dia-a-dia de ser professor”.
No final desse período, verificar-se-á se o docente reúne as condições para continuar na carreira docente, explicou.
“Esta seria uma solução preferível a esta solução que é iminentemente teórica e com uma duração de apenas duas horas que não nos parece suficiente para estar a determinar se uma pessoa reúne o conjunto de competência para ser professor quando isso já foi feito pelas instituições do ensino superior”, reiterou.
Por outro lado, “também não achamos correto que um professor que serviu o sistema educativo durante 10, 15 anos seja agora sujeito a uma prova desta natureza”, disse, afirmando que “é uma forma de desconsideração do percurso de formação inicial e das instituições de ensino superior”.
A proposta do Governo prevê um regime de exceção para o “candidato com dez ou mais anos completos de serviço docente efetivo que não obtenha aprovação na prova”, que “poderá repeti-la uma única na vez na edição seguinte, sem prejuízo da admissão ao concurso de seleção e recrutamento de pessoal docente imediatamente subsequente à data de realização da primeira prova”.
O desrespeito que o MEC de Nuno Crato revela pelos professores é enorme e, então, se for pelos professores sem vínculo (contratados ou desempregados), é total.
Depois de decidir não pagar a compensação por caducidade dos contratados, de apenas colocar 3 em 45.431 candidatos e de anunciar a não realização de uma importante fase do concurso, a “contratação inicial”, o MEC aprofunda a perseguição ao professor sem vínculo, agora com a intenção de promover um exame de acesso à profissão que se destina, inclusivamente, a professores com 20 ou 30 anos de serviço, avaliados de Bom ou classificação superior.
É uma vergonha esta postura do MEC, como também é vergonhosa a intenção de “negociar” esta matéria em pleno período de férias dos professores. Se já era baixa a credibilidade política da atual equipa ministerial com estes procedimentos fica de rastos essa credibilidade.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/07/reacoes-sindicais-a-prova-de-conhecimentos/
Jul 24 2013
Neste post apresento 3 documentos de interesse para todos os docentes dos Quadros de Zona Pedagógica (devem clicar em cada imagem para aceder ao documento em pdf – se não conseguirem abrir os documentos experimentem clicar com o botão direito do rato e fazer guardar destino como...)
O primeiro documento apresenta a lista dos docentes em QZP ordenados conforme a lista de ordenação definitiva do concurso Interno/Externo de 2013.
O segundo documento está ordenado com os candidatos de Quadro de Zona Pedagógica para o concurso da Mobilidade que é diferente do primeiro porque os docentes da 4ª prioridade passam a concorrer em pé de igualdade com os restantes QZP.
O terceiro documento está ordenado com os candidatos dos Quadros de Zona Pedagógica por Grupo de Recrutamento e Zona Pedagógica.
A somar a estes 11456 candidatos obrigatórios à mobilidade estão a ser indicados os docentes dos quadros de Escola/ Agrupamento que vão engrossar esta lista.
Como eu disse, estes docentes serão os novos contratados dos próximos tempos que irão andar a saltar de escola em escola e serão poucos os que ficarão estabilizados por 4 anos.
Só faltava virem dizer que também estes precisam de uma prova de avaliação.
Ordenação dos candidatos de Quadro de Zona Pedagógica para o concurso da Mobilidade
Ordenação dos candidatos dos Quadros de Zona Pedagógica por Grupo de Recrutamento e Zona Pedagógica
NOTA: Como este trabalho foi efetuado apenas por mim e não tive ninguém a verifica-lo agradecia que caso detetassem algum erro que me avisassem.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/07/de-leitura-obrigatoria-para-todos-os-docentes-de-qzp/
Jul 24 2013
São 11456 os docentes dos quadros de zona pedagógica que ficaram por colocar após a publicação das listas de colocações no concurso Interno/Externo de 2013.
Neste momento já tenho todas as listas em Excel e durante a tarde vou colocar um post com a listagem de todos os docentes de QZP por:
Lembro que a ordenação dos candidatos em QZP para a fase de mobilidade será diferente da fase do concurso interno, visto que a 4ª prioridade desaparecerá e ficam todos em pé de igualdade contando apenas a graduação.
E existem inúmeros alterações.
O post da tarde nenhum docente em QZP pode perder, tanto mais que poderá influenciar algumas decisões para a fase de candidatura à mobilidade.
E quanto melhor informados estiverem com mais segurança podem efetuar as vossas escolhas.
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Jul 23 2013
Tudo isto agora à noitinha.
O Ministério da Educação e Ciência enviou hoje aos sindicatos três diplomas que serão alvo de negociação sindical na próxima sexta-feira. Os diplomas destinam-se a implementar a prova de avaliação de conhecimentos dos candidatos aos concursos de seleção e recrutamento prevista desde 2007 na legislação em vigor, adaptar o estatuto da carreira docente a essa implementação e regulamentar a formação contínua de professores.
A futura Prova de Avaliação de Conhecimentos, Capacidades e Competências destina-se a professores não integrados na carreira docente. Terá uma componente específica, relacionada diretamente com o nível de ensino e área disciplinar ou grupo de recrutamento do candidato, e uma componente comum. A sua elaboração será coordenada pelo Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE) – e posteriormente pelo Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), que sucederá ao Gabinete. A apreciação e a classificação das componentes da prova serão feitas pelo Júri Nacional da Prova, integrado na Direção Geral de Administração Educativa (DGAE), em articulação com o GAVE/IAVE.
O Regime Jurídico da Formação Contínua dos Docentes vem reforçar a importância da formação contínua para os professores. O diploma prevê a criação de uma bolsa de formadores internos composta por docentes dos estabelecimentos de ensino integrados nos Centros de Formação de Associação de Escolas e a possibilidade de criação de planos plurianuais com a fixação de prioridades identificadas nas escolas. Possibilita também o reconhecimento de modalidades de formação de curta duração e o reconhecimento do ensino à distância como uma metodologia válida para as formações, dando assim aos professores a possibilidade de frequentarem formações às quais normalmente não teriam acesso. O diploma introduz ainda mecanismos de monitorização da formação pela DGAE, e a implementação de avaliação externa pela Inspeção Geral da Educação e Ciência.
Com esses dois diplomas, o MEC prossegue o caminho de uma qualificação cada vez maior daqueles que os estudos internacionais identificam como sendo o factor crucial para a qualidade do ensino: os professores.
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Jul 23 2013
Crato exige 14 valores na prova de acesso à profissão para os contratados, a partir de Janeiro de 2014.
Todos os professores contratados vão ter de passar a realizar uma prova de acesso à carreira, a partir de Janeiro de 2014. Além disso, só os professores com mais de 14 valores na prova são considerados como aptos e podem dar aulas.
Estas são duas das regras que vêm inscritas nos diplomas enviados pelo Ministério da Educação aos sindicatos, hoje ao final da tarde, e que vão ser alvo de negociação na próxima sexta-feira.
Os professores com dez ou mais anos de serviço e que tenham uma nota inferior a 14 valores na prova “podem repeti-la uma única vez na edição seguinte” e “sem prejuízo da admissão” no concurso que se segue à data de realização da primeira prova. No caso dos professores com menos de dez anos de serviço e que não fiquem aptos para dar aulas, só poderão realizar a prova no ano seguinte.
A futura prova de Avaliação de Conhecimentos, Capacidades e Competências vai ter uma “componente específica, relacionada directamente com o nível de ensino e área disciplinar ou grupo de recrutamento do candidato, e uma componente comum”, explicou o ministério em comunicado. A duração do teste, que vai ser desenhado pelo IAVE, será de 120 minutos com data a fixar através de um despacho da tutela.
Recorde-se que a implementação da prova de acesso à carreira foi uma das primeiras medidas anunciadas por Nuno Crato quando assumiu o cargo de ministro e que está “prevista desde 2007 na legislação em vigor”, refere o Ministério da Educação.
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Jul 23 2013
… decore o concurso extraordinário até ao dia 26 de Julho ao mesmo tempo que decorre inscrição obrigatória, até ao dia 24 de Julho, para o concurso interno/externo e Contratação Inicial da RAM para quem não está a exercer funções na Madeira ou não exerceu entre o dia 1/9/2012 até à data de hoje.
Concurso Extraordinário de Vinculação
Concurso Interno – Externo e Contratação Inicial
Acho que devem fazer isto tudo junto para escapar a informação aos professores do continente, se é que não é esse o objetivo …
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Jul 23 2013
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Jul 23 2013
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Jul 23 2013
É estranho que a Rede de Bibliotecas Escolares precise de aguardar uma resposta da DGAE (pergunta 3) quando ela própria responde à pergunta 2 que é idêntica.
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