Carta aberta de um professor contratado sobre o início do próximo ano letivo

Nos últimos tempos, muito se tem falado da prova de acesso à carreira docente ficando com isso ofuscada uma decisão do Ministério da Educação e Ciência que colocará grandes dificuldades ao início do ano letivo e que irá resultar numa grande despesa desnecessária para o Estado.

No comunicado do MEC no dia 22 de Julho de 2013 (http://www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/ministerio-da-educacao-e-ciencia/mantenha-se-atualizado/20130722-mec-concurso-docentes.aspx) consta o seguinte:

“Os candidatos externos (contratados) fazem a manifestação de preferências para o concurso de contratação inicial no princípio de agosto. Por forma a haver melhor aproveitamento dos recursos humanos das escolas, a colocação de docentes contratados para as necessidades transitórias serão conhecidas a partir das reservas de recrutamento, sendo que as primeiras decorrerão no início de setembro, com efeitos para a contagem de tempo de serviço a 1 de setembro para os colocados.”

Esta decisão levará a que a contratação de professores ocorra por volta do dia 12 de setembro e não no dia 1 como acontece há mais de 10 anos.

Estando o início das aulas previsto para as datas entre 12 e 16 de setembro é óbvio que muitos alunos começarão o ano letivo sem vários professores ou com professores que acabaram de chegar a uma escola com procedimentos, regulamentos e instalações que não conhecem, não tendo estado presentes nos conselhos de turma de preparação do ano letivo, num meio social desconhecido e sem possibilidade de serem integrados convenientemente pelos colegas pois, com as aulas a decorrer, é muito difícil apoiar quem chega de novo.

A juntar a estas dificuldades, que terão como principais prejudicados os alunos, julgo que a parte financeira também é importante. Esta medida trará um grande prejuízo ao Estado. Não sendo nem economista nem contabilista, passo a explicar o raciocínio que me leva a chegar a esta conclusão:

Um professor contratado, com horário completo recebe 1373,13€ brutos por mês. Se for para o desemprego nos 12 dias do início de setembro receberá 375€ (65% do ordenado) de subsídio de desemprego. Se estivesse a trabalhar receberia 531€. Com isto o estado poupa 186€. Mas como terá de pagar a compensação da caducidade do contrato terá uma despesa de 915€ (que não teria se a colocação fosse a 1 de setembro). Isto dá um prejuízo ao estado de 729€ por cada professor nesta situação. Tendo em conta que em maio de 2013 existiam 16.477 professores com contrato a termo certo no MEC mesmo baixando esse número para 10.000 o valor do custo desta medida passará os 7 MILHÕES de Euros (7.290.000€).

Isto sem falar nas despesas relacionadas com as inscrições em centros de emprego e processos de subsídios de desemprego que não existiriam se a colocação fosse no dia 1 de setembro (tratar de mais 10.000 processos que seriam desnecessários também deve ser contabilizado como desperdício, ou não).

Podemos juntar ainda o facto dos subsídios de férias dos 8 primeiros meses do ano de 2013 terem de ser pagos em setembro e não em novembro como está previsto e também o caos que criará às contratações das escolas TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária) que já decorreram de forma caótica no ano anterior e que com este atraso ainda terão mais problemas.

 

Todos estes gastos desnecessários juntamente com todas as dificuldades criadas ao normal funcionamento das escolas no início do ano letivo com o objetivo de “… haver melhor aproveitamento dos recursos humanos das escolas…”.

Gostava de saber que recursos humanos não foram devidamente aproveitados nas escolas nos últimos anos ao ponto de levar o MEC a tomar esta medida?!

 

Helder Pereira da Costa                                  

05 de agosto de 13

(Professor contratado desde setembro de 2001 e com contratos consecutivos desde dezembro de 2002)

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Post Básico para a Fase de Manifestação de Preferências à Contratação

Para a fase de manifestação de preferências para contratação apenas podem aceder os docentes que fazem parte da lista definitiva de ordenação de Julho, ou aqueles que tendo sido excluídos foi-lhes dada razão no recurso hierárquico.

Para esta fase todos os docentes são obrigados a manifestar preferências de acordo com limites mínimos e máximos. (quem optar por escolher os 10 QZP está da mesma forma obrigado a manifestar as preferências mínimas por códigos de agrupamento e de Concelho)

Os limites míminos e máximos de códigos são os seguintes:

  • Códigos de Agrupamentos de Escolas: Mínimo 25, Máximo 100;
  • Códigos de Concelhos: Mínimo 10, Máximo 50;
  • Códigos de Zonas Pedagógicas: Mínimo 2, Máximo 10.

Os intervalos de horários para que podem concorrer são os seguintes:

  • Tipo 1: Horário completo;
  • Tipo 2: Horário entre 15 e 21 horas;
  • Tipo 3: Horário entre 8 e 14 horas.

Ainda podem manifestar a duração previsível do contrato para cada uma das preferências de acordo com as alíneas seguintes:

  • a) Contratos a celebrar durante o 1º Período, com termo a 31 de Agosto;
  • b) Contratos a celebrar durante o 1º Período, com termo a 31 de Agosto e contratos de duração temporária.

Nesta fase não existe obrigatoriedade de entregar qualquer documento na entidade de validação.

Para quem concorreu a mais de um grupo de recrutamento e ordenou os grupos (exemplo, concorreu primeiro ao 110 e depois ao 910) tem de manifestar preferências primeiro para o grupo 110 e depois para o grupo 910 não podendo alterar a ordem dos grupos.

De acordo com comunicado do MEC a primeira fase de publicação de listas de colocação será no início de Setembro (provavelmente na reserva de recrutamento 1), retroagindo o tempo de serviço ao dia 1 de Setembro.

Logo que seja publicado o manual de manifestação de preferências colocarei em novo post, no entanto este post servirá para tirarem dúvidas sobre a fase de manifestação de preferências.

Este ano não arrisco qualquer tipo de previsões nem tentarei influenciar as vossas decisões. O panorama para 2013/2014 não é muito animador e se quiserem mesmo trabalhar vão ter de alargar ainda mais as vossas preferências.

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Manifestação de Preferências à Contratação Começa Amanhã

… e prolonga-se até ao dia 12 de Agosto.

Conforme previ vai haver sobreposição de datas entre o concurso da mobilidade e o da contratação. Quem ainda não manifestou preferências para a mobilidade não aconselho a deixarem para amanhã.

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As Negociações de Hoje na TV

RTP Informação

TVI 24

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Circular Sobre as Permutas

Encontra-se neste link.

 

Entre o dia de hoje e o dia 19 de Agosto os docentes candidatos ao concurso interno podem efetuar a permuta, não sendo necessário que tenham obtido colocação no concurso interno.

A permuta é feita na aplicação dos concursos da DGAE, no entanto podem procurar eventuais interessados numa permuta no seguinte site:

www.arlindovsky.net/permutas

 

 

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Post para as Novidades de Hoje Sobre as Reuniões no MEC

Governo e professores voltam hoje a negociar prova de acesso à carreira

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) e  os sindicatos dos professores voltam hoje a sentar-se à mesa para mais uma  ronda negocial sobre a prova de acesso à carreira, criticada pelos docentes,  sobretudo os que têm vínculo mais precário.

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) e a Federação Nacional  da Educação (FNE), as duas estruturas mais representativas dos professores,  são recebidas durante a manhã, entre as 9:00 e as 13:00, apesar de ambas  defenderem que esta negociação devia ser adiada para setembro, uma vez que  o mês de agosto é o período de férias dos professores, não sendo possível  ouvi-los sobre as matérias em discussão.

O Governo pretende continuar a negociar com os sindicatos uma proposta  que prevê que os professores não integrados na carreira docente terão de  obter 14 valores em provas de avaliação para poderem lecionar.

Num comunicado divulgado a 23 de julho, o MEC informou ter enviado às  organizações sindicais três diplomas que se destinam a “implementar a prova  de avaliação de conhecimentos dos candidatos aos concursos de seleção e  recrutamento prevista desde 2007 na legislação em vigor, a adaptar o estatuto  da carreira docente a essa implementação” e a regulamentar a formação contínua  de professores.

O que diz respeito à prova de acesso à carreira é que tem gerado mais  polémica, sobretudo entre os professores contratados, que são os principais  visados, que já disseram, pela voz do presidente de uma associação nacional  que os representa, que acreditam que o modelo de uma prova de acesso ao  sistema de ensino “vai cair por si próprio”, por ser “tão gritante” a sua  insuficiência para cumprir o objetivo de avaliar a qualidade dos docentes.

A Fenprof acusou o MEC de ser “hipócrita e cobarde” ao querer instituir  uma prova de acesso à carreira, preferindo atacar os professores em vez  dos “lobbies” instalados nas universidades, com cursos dos quais desconfia.

Também a FNE já se manifestou contra a proposta, considerando que “põe  em causa” a formação inicial.

Por seu lado, o Governo, no final da primeira ronda negocial dedicada  ao tema, que decorreu na passada semana, já disse, pela voz do secretário  de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, que está convencido  de que os professores têm condições para ficarem aprovados na prova de acesso  à carreira docente, contestada pelos sindicatos do setor. 

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Não Há Dúvidas

Que o paraíso só podia ser em tons de azul.

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Crónica de Santana Castilho

O ministro da Educação-mercadoria

As coreografias políticas de inferior qualidade, geradas pela irresponsabilidade de Gaspar, Portas, Passos e Cavaco, varreram o importante sério em função do urgente falso. O país viveu as últimas semanas à espera da salvação e acabou condenado. Os pequenos delinquentes políticos foram premiados. Tudo voltou ao princípio. Os mesmos de sempre ficaram satisfeitos. Passos Coelho, qual garoto a quem perdoaram a última traquinice, retomou a sua natureza profunda. Foi escasso o tempo necessário para o ouvir recuperar o discurso de ódio à Constituição e aos funcionários públicos. Sem vergonha, resgatou a União Nacional.

Com tal e eloquente fundo, surpreendem os dias de desespero que Nuno Crato vem laboriosamente oferecendo aos professores e à escola pública? Só a quem tem memória curta. E são, infelizmente, muitos. Atropelam-se os exemplos.

1. Repito o que já escrevi: não houve nem há qualquer concurso nacional de professores. Houve, e continua a haver, um enorme logro. Uma espécie de dança macabra para dividir a classe, tornando mais fácil reduzir e despedir. Navegar por entre a teia kafkiana da legislação aplicável é um desesperante exercício de resistência. Só legisladores mentalmente insanos e socialmente perversos a podem ter concebido, acrescentando sempre uma nova injustiça à anteriormente perpetrada. O caso da Educação Especial é um belo exemplo. De um decreto exigente (nº 95/97), que uns respeitaram, a um despacho permissivo (nº 866/2013), que outros aproveitaram, vai apenas o poder discricionário do pequeno secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. Professores com formação sólida e prática longa nas diferentes vertentes da Educação Especial estão a ser ultrapassados por colegas, oriundos de outros grupos de recrutamento, com especializações bem menos exigentes e sem prática no sector. Pelo meio, reclamações sobre o mesmíssimo problema decididas pelo ministério de forma oposta, recurso a tribunais e a deputados, que expressam indignação mas nada fazem, e a confiança no Estado reduzida a zero.

2. Nos últimos dias, as escolas foram literalmente abalroadas com a imposição ministerial da redução do número de turmas e cursos profissionais. Trata-se de alunos já matriculados e aceites no pré-escolar, 1º ciclo, cursos de educação e formação e planos de currículos alternativos. A leviandade do ministério, promotor da autonomia das escolas pelo discurso e ferozmente dela castrador, pela prática centralizadora, deita fora o trabalho já feito para preparar o ano-lectivo. Para os poucos professores ainda contratados, adensa-se a negritude do futuro. Sobre o destino a dar aos alunos que escolheram as escolas públicas, só a mente capta de Crato nos poderá esclarecer. Colégios privados? IEFP? Recorde-se ao cidadão incauto, vítima da desinformação que se vai seguir, que isto ocorreu na véspera da publicação das turmas, na véspera da comunicação das necessidades de professores, na véspera dos concursos de Agosto, na véspera da concepção dos horários. Os directores dizem-se chocados. Mas até ao momento em que escrevo, não conheço um só que se tenha demitido.

3. O Estado de direito é constantemente posto em causa pelo Ministério da Educação e Ciência. No caso vertente, que acima citei, o despacho nº 5048-B/2013 acaba de ser incumprido pelo ministro e pelos dois ajudantes que o assinaram. Nada lhes acontece. E o trio ri-se na cara dos directores, professores, pais e alunos.

A 13 de Março transacto, denunciei aqui um caso grave em que o director-geral dos Estabelecimentos Escolares, José Alberto Duarte, foi alvo de queixa disciplinar. Que aconteceu? Gaveta funda do esquecimento. O ministro, o dito, seu amigo de estimação, e o secretário de Estado Casanova riram-se da cidadã que se queixou. Aparentemente, apenas se divisa uma consequência: as juntas médicas, pelo menos na jurisdição de Lisboa e Vale do Tejo, eclipsaram-se misteriosamente. Seria bom saber porquê e tornar clara a estranha relação com a estranha clínica que as executava.

Sucedem-se cenas canalhas envolvendo directores (a última que me chegou refere-se ao Agrupamento de Escolas de Lagares e tem de tudo, droga e sexo incluídos). O arrastamento destes episódios, invariavelmente com disputas entre lóbis locais, sem esclarecimento e apuramento da verdade, deteriora a vida nas escolas, a níveis inaceitáveis. A Inspecção parece estar, neste e noutros casos, em licença sabática. O ministro cala-se, sem entender que a liberdade não pode ser apenas formal. Pais, professores ou alunos que não tenham dinheiro para procurar a Justiça nos tribunais, não têm, verdadeiramente, liberdade. Quem não tem dinheiro para pagar a justiça fora da Escola, por injustiças geradas na Escola, não tem liberdade para exigir justiça dentro da Escola. Nuno Crato não entende isto. Preocupa-o um só poder: o absoluto dos credores. É ministro da Educação-mercadoria.

* Professor do ensino superior

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Uma Reforma Curricular Que Nos Afasta do Mundo Real?

Crónica de César Israel Paulo de dia 2 de Agosto no Diário de Notícias
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Mais 7 Listas de Mobilidade

Foram publicadas nos dia 2 de Agosto mais 7 listas de Mobilidade no site da DGAE

Os links de baixo não funcionam e só amanhã os vou conseguir arranjar.

 

art º 68 al  b) – Associações

art º 68 al  b) – Associações Professores

art º 68 al  b) – Entidades de Cariz Religioso

art º 68 º al b) Portaria 1102-97

art º 68 º al a) – Ensino no Estrangeiro – DILI

art º 68 º al a) – Intervenção Precoce

art º 68 º al b) – Fundações

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Hoje é Quarta-Feira

… em Évora.

A caminho do paraíso encontrei a porta do céu.  😀

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Nova Reunião com o MEC sobre a Prova de Acesso dia 5 de Agosto

E segundo o SPZN, pode seguir-se a via judicial caso o MEC insista em aprovar essa prova de acesso:

… caso o MEC imponha a realização desta prova o SPZN recorrerá à via judicial porque entendemos que quem, e de acordo com o estipulado no ECD em vigor, está dispensado de a realizar não poderá agora ser obrigado a sujeitar-se, após provas dadas enquanto professor que exerceu as suas funções e pelo modo como as exerceu foi avaliado, à realização de uma prova.

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Formulário para Identificar o Número de Docentes sem Componente Letiva

Depois de ser preenchido o formulário ficam visíveis os resultados ou podem editar os dados inseridos.

Podem partilhar este post ou enviar este link para o preenchimento do formulário.

Apenas considerem para este tratamento os docentes de quadro de agrupamento/escola que perderam a componente letiva na escola de provimento. Os dados dos QZP já estão tratados por grupo de recrutamento e zona pedagógica neste post.

As respostas ficam visíveis para todos aqui.

Se verificarem que alguma escola tem dados errados ou insuficientes podem acrescentar novamente esse agrupamento e enviar-me mail que faço a eliminação das linhas que têm esses dados insuficientes ou errados.

 

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Post Para as Dúvidas do Concurso de Mobilidade

Fica este post em aberto para colocarem as vossas dúvidas sobre o concurso da mobilidade.

Até sábado terei dificuldade em postar novos artigos, no entanto enquanto durarem as baterias terei oportunidade de vir até aqui ver algumas perguntas e respostas.

Porque estou farto deste verão murcho aqui no norte.

… e vou rumar ao paraíso. 😀

 

 

 

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O Tareco Esmerou-se

… e depois das medalhas de bronze sucessivas chegou ao ouro. 😀

Lista do mês de Julho aqui onde existiram 53842 comentários de 736 nicks diferentes.

 

Lugar Nick Comentários
1 Tareco 4334
2 Lucretia 2527
3 Nuno Coelho 2414
4 Faltoso Kratov 2379
5 Tucha 1757
6 caloira910 1472
7 jimmy doyle 1198
8 Comandante Perestrelo 1189
9 DJ 1160
10 give 1085

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Bem Pertinho da Meia Noite

… do último dia do mês de Julho.

…este blog ultrapassou o milhão de páginas vistas apenas num mês.

1 milhão

 

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Errado

… porque faltam subtrair os QZP da Regiões autónomas que não ficaram colocados e que não podem concorrer à mobilidade interna.

É só uma questão de pormenor que me custa ver passar. 😀

 

– São obrigados a concorrer à mobilidade interna todos os docentes dos Quadros de Zona Pedagógica não colocados em concurso interno. Recorda-se que, segundo o MEC, concorreram nesta situação 11.916 docentes, tendo sido colocados 188, o que significa que, só neste grupo, teremos 11.728 docentes envolvidos neste concurso;

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Para Quem É QZP

… e têm de escolher pelo menos um agrupamento de escolas de outro QZP no 2º quadro.

 

Digam qual é o vosso QZP de origem e a qual escola concorrem nesse 2º quadro (se concorrerem apenas a um agrupamento nesse quadro)

 

Só para demonstrar que a obrigatoriedade de se escolher pelo menos um agrupamento de um segundo QZP não faz qualquer sentido.

 

 

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Sobre o Particular Pouco se Tem Falado

E fica mais uma vez uma denúncia sobre o tratamento diferente que a AEEP “promove” dentro das suas escolas ultrapassando mesmo o que determina o Contrato Coletivo de Trabalho que foi recentemente denunciado pela própria AEEP.

 

 

Nos últimos anos, os professores do ensino particular e cooperativo têm vindo a ver os seus horários letivos aumentados na componente letiva à custa do ensino profissional, podendo mesmo chegar aos 30 tempos letivos por semana. Os horários têm sido calculados tendo por base a divisão do número de horas a lecionar no ano pelos meses do ano, esquecendo que a componente letiva tem lugar a uma equivalente componente não letiva que não tem sido atribuída. Assim estes docentes apesar de estarem a contrato ou efetivos na escola são pagos como se de um recibo verde se tratasse.

Os diretores esquecem também que a hora letiva de um professor é de 50 minutos e não de 60, como está definido no Despacho normativo 7/2003 de 11 de junho de 2013.

Esta diferente forma de tratamento dos docentes do particular em relação ao ensino público necessita urgentemente de ser averiguada.

AL

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Carta aos Grupos Parlamentares, Sobre a Prova de Acesso

Devem enviar em massa esta carta aos grupos parlamentares mostrando o erro desta prova de acesso.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/07/carta-grupos-parlamentares-prova-de-acesso-30-07-2013.docx”]

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Na Blogosfera, Sobre a Prova de Acesso

Prova de acesso à profissão para quem já dá aulas poderá violar Directiva Comunitária

 

 

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A Directiva 1999/70/CE do Conselho, de 28 de Junho de 1999 (a mesma que impulsionou a Vinculação Extraordinária) tem como um dos objectivos “Melhorar a qualidade do trabalho sujeito a contrato a termo garantindo a aplicação do princípio da não discriminação”.

Se o MEC quer sujeitar todos os professores contratados à prova de avaliação de conhecimentos, essa prova traduzir-se-á na manutenção ou não do seu emprego. Assim, as condições de emprego serão, mais uma vez, diferenciadas relativamente aos colegas do quadro.  Esta ideia parece chocar de frente com o artigo 4.º da mesma directiva:

“No que diz respeito às condições de emprego,…não poderão os trabalhadores contratados a termo receber tratamento menos favorável do que os trabalhadores permanentes numa situação comparável pelo simples motivo de os primeiros terem um contrato ou uma relação laboral a termo, salvo se razões objectivas justificarem um tratamento diferente”.

 

 

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Documentação Para a Mobilidade

Manual de Instruções – Candidatura Eletrónica – Mobilidade Interna – 2013

Lista de Códigos de Agrupamentos de Escolas e Escolas não agrupadas para manifestação de preferências

Protocolo entre os Ministérios da Economia e do Emprego e da Educação e Ciência – Escolas EHT – 2013-2017

Necessidades – Grupos de Recrutamento e Horários para Escolas de Hotelaria e Turismo (EHT) do Turismo de Portugal,  IP – 2013/2014

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Mais Uma Vez

… concurso submetido, em 1ª prioridade. 🙁

 

… por não ser possível atribuir pelo menos 6 horas de componente letiva.

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Aberta a Aplicação Para a Mobilidade

… mas sem qualquer referência ainda no site da DGAE.

 

mobilidade 2014

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685 Docentes Que Concorreram e Que Reunem Condições para a Aposentação

A menos que quando fizeram os 55 anos de idade não tivessem os 30 anos de serviço.

 

Mais um quadro do Assistente Técnico.

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/07/06Mapa-Estatistica-Os-+-Velhos-e-Com-+-Tempo-de-Serviço-A-APOSENTAR-LISTA-DE-ORDENAÇÃO-DEFINITIVA-2013.pdf”]

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Mais Um Quadro com Dados Estatísticos

Produzido pelo Assistente Técnico.

 

O maior número de candidaturas por idades dos candidatos situa-se  entre os 32 e os 38 anos. Cada uma das faixas etárias supera as 5 mil candidaturas.

 

Mapa de Estatística dos Candidatos Pela Idade

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/07/05Mapa-Estatistica-Idade-dos-Candidatos-LISTA-DE-ORDENAÇÃO-DEFINITIVA-2013.pdf”]

 

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Próxima Prioridade

… Mudar a Lei de Bases do Sistema Educativo

 

Apesar do MEC dizer que não.

Basta pegar nas ideias de David Justino e na sua anterior proposta chumbada por Jorge Sampaio para sabermos o que pode vir ai.

Vou começar algumas pesquisas sobre o período de 2004 em que foi construída por David Justino essa proposta de Lei que só foi vetada por não existir um consenso de 2/3 (julgo eu. A memória pode estar a atraiçoar-me e ter sido outra razão). Apesar de ter sido vetado o Decreto-Lei a escolaridade obrigatória até aos 18 anos acabou por ser aplicada por MLR.

De memória acho que havia nessa Lei de Bases uma divisão no 6º ano entre o ensino básico obrigatório e o ensino secundário.

Mas essas questões são de pormenor tendo em conta a exigência das funções do estado virem a ser reduzidas o que pode levar a que o cheque ensino e a liberdade de escolha possam voltar a ser discutidas.

 

 

Para o ministro da Educação, o novo presidente do CNE é “uma pessoa altamente competente e conhecedora”, que teve “o mérito de questionar algumas vacas sagradas da educação, abrindo caminho para que fossem discutidas de forma mais realista”. Como tal, os pareceres que irá produzir em nome do CNE, órgão consultivo e independente, “são sempre bem-vindos.

Um dos próximos pareceres a ser elaborado por David Justino será a proposta de revisão, “quase artigo a artigo”, da Lei de Bases do Sistema Educativo, alteração que não é prioritária para o governo.

“Não temos como prioridade a revisão da Lei das Bases porque a nossa política é de pequenas mudanças graduais no sentido de melhorar o ensino, com formação de alunos com conhecimentos básicos mais sólidos, o que não quer dizer que não olhemos com boa vontade para a proposta da revisão da lei das bases. Há coisas um pouco desactualizadas, históricas, como a separação entre o terceiro ciclo e o secundário. Faz mais sentido que a divisão apareça mais cedo, quando o 9º ano deixa de ser um ano terminal”, concluiu Nuno Crato.

 

 

ADENDA: A história do percurso da lei de bases do sistema educativo vetada por Jorge Sampaio pode ser vista aqui.

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O Drama é Que Mexe com Pessoas

Crato: “Não dramatizemos” a redefinição da rede escolar

 

Ministro da Educação garante que o processo está em curso.

 

O ministro da Educação e Ciência garantiu esta terça-feira que o Governo não pretende voltar a adiar o prazo para as escolas identificarem os professores em turmas atribuídas, depois do executivo ter alargado para o final desta terça-feira a apresentação do número de professores necessários em cada escola.

“Não estamos a pensar nisso [em voltar a adiar o prazo das escolas] porque a 14 de agosto há a possibilidade de recuperação desses professores. Podemos garantir que todos os alunos terão turma e será uma turma adequada à modalidade de ensino de cada um”, disse o governante à margem da tomada de posse do ex-ministro da Educação David Justino como novo presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), no salão nobre da Assembleia da República, em Lisboa.

Questionado sobre as críticas dos sindicatos da educação sobre as orientações enviadas às escolas, na tarde da passada sexta-feira, que alteram a rede escolar do próximo ano lectivo e apontam para a redução do número de turmas e de cursos profissionais, Nuno Crato reiterou que não há motivos para “dramatizar”.

“É um processo em curso. Não dramatizemos. Estamos a rever todas as propostas, estamos a ter cuidado para que não haja turmas com três ou quatro alunos quando estes se podem juntar. Não vale a pena especular”, declarou Nuno Crato.

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Antes de Ir a Banhos

Fica aqui a última aposta.

O costume. Basta comentarem para se habilitarem aos 22 milhões.

 

eurojulho30

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Classificação Profissional na RAM

Relato que chegou por mail e ao que parece não é apenas neste grupo de recrutamento que está a acontecer que as notas de Mestrado estão a substituir as classificações da formação inicial.
Mas como a graduação está a ser feita exclusivamente pelo tempo de serviço acho perfeitamente legal essa situação, porque não tem implicações com o tempo de serviço antes e após a profissionalização.
Assim, é indiferente que a classificação a usar seja a do mestrado ou o da formação inicial, bem como a data de conclusão dessa formação inicial.
Boa tarde, Gostaria do seu parecer de uma situação que se está a passar aqui na Região Autónoma da Madeira. Há colegas (grupo 500, pelo menos), com graduação de licenciatura de 14 e apareceram agora com dois valores a mais! Estes colegas fizeram o mestrado integrado de matemática na UMA, contudo, o Dr. Morgado disse a alguns professores e aos sindicatos que tal não era possível! Pelos vistos, foi possível para 4 docentes e gostaria de saber se tal é legal ou não! Caso o seja, agradecia que informasse todos os colegas do país desta nova forma de subir aos 2/3 valores a sua nota de licenciatura/mestrado.
Prova:
Listas do concursos extraordinário:
AVCC RAM 1.ª Sim 3288 366 2922 3288 16.000 1980-03-12 MPM RAM 1.ª Sim 2544 365 2179 2544 17.000 1980-12-17 LGR RAM 1.ª Sim 2544 365 2179 2544 17.000 1981-11-14 PASPA RAM 1.ª Sim 1374 1374 0 1374 16.000 1982-10-29
Listas anteriores:
AVCC RAM 1.ª Sim 21.504 366 2556 2922 14.000 MPM RAM 1.ª Sim 20,467 365 1 813 2 178 15,000 1980-12-17 LGR RAM 1.ª Sim 20,467 365 1 813 2 178 15,000 1981-11-14 PASPA RAM 1.ª Sim 16.762 0 1008 1008 14.000

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Ferramentas de Apoio à Manifestação de Preferências

Neste post vão ficar todas as ferramentas que possam ser úteis às opções de candidatura para a mobilidade ou a contratação.

Existe um site com um calculador de distâncias muito bom que pode servir para fazerem as vossas contas. Este calculador mede a distância e a rota de uma localidade a outra.

Podem também usar este roteiro do MEC para saber a localização exata de alguma escola.

Os novos códigos das escolas deverão ser conhecidos no dia em que abrir a candidatura. O último documento publicado pela DGAE é este e data de 3 de Julho.

O Decreto-Lei 132/2012, de 27 de Junho.

O Aviso de Abertura nº 5466-A/2013.

O habitual mapa dos QZP. Este mapa encontra-se revisto e é uma versão corrigida pelo Paulo Pereira em 25 de Abril de 2013.

mapa_qzp_2013_revisao1

Podem usar o blog também como ferramenta para apoio aos concursos. Na barra horizontal encontra-se um menu identificado como concursos. A partir desse menu podem pesquisar varias lista em formato Excel. Podem também na caixa de pesquisa em cima do lado direito procurar por algum tem que vos interesse sobre concursos. Muitos estudos foram aqui feitos que podem ser consultados.

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No Fim de Agosto

… professores e direções das escolas vão precisar de férias.

As direções:

  • Até logo às 18 horas as escolas tem de concluir a primeira fase do envio dos docentes à mobilidade por ausência da componente letiva.
  • Até ao dia 2 de Agosto  as escolas têm de proceder à validação dos pedidos de mobilidade por doença.
  • Em data a anunciar vão ter de validar as candidaturas à mobilidade,
  • Em meados de Agosto tem a possibilidade de retirar docentes que enviaram na primeira fase a DACL.

 

Os professores:

  • Vão ter de efetuar candidatura à mobilidade por opção ou não em data incerta.
  • Vão ter de manifestar preferências à contratação.
  • Vão ter de retificar dados invalidados.
  • Alguns vão ficar na incerteza de saber se são retirados das listas de DACL em meados de Agosto, outros vão andar todo o mês preocupados em saber se vão ter trabalho remunerado ou não.

 

Já para não falar em coisas “menores” como a constituição de horários ou a planificação do ano letivo 2013/2014.

 

Estamos a entrar em Agosto, amigos…

 

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Relato do Interior Sobre a Rede de Cursos Aprovada

Sei que este retrato é extensivo a tantas escolas deste interior – numa análise superficial parece que as “reduções” que atingiram os grande meios (por exemplo em Viseu..) centraram-se nas ofertas  dos CEF´s e cursos profissionais…., e não tanto nas turmas da “mono docência”. E esta leitura parece confirmar a forma como tudo isto nasceu e os critérios “pedagógicos” que presidiram às decisões – uma redução à cabeça de x turmas para cada região, aplicada sobre uma grelha de Excel, independentemente da localização e tipo de agrupamentos atingidos, se têm ou não os alunos concentrados em centros escolares ou mais dispersos, como acontece por exemplo aqui na nossa região de Seia, Gouveia, Trancoso…., com algumas zonas afastadas das sedes de Concelho ainda a manterem as suas escolas, com alunos/turmas devidamente constituídas, cumprindo o determinado por lei. Se assim não fosse é óbvio que as mesmas já teriam sido extintas na devida altura e com a concordância (que a lei exige…) por parte da autarquia, o que não foi o caso…. cai assim por terra a explicação naif / delicodoce de hoje ao fim do dia do nosso ministro Crato, quando vem afirmar que as escolas têm a oferta necessária…..poeira meus caros, poeira para os olhos!

 

Na sequência do teu recente post sobre a “tortura” que está a ser infligida aos docentes (com o adiamento da indicação para Dacl), então o que dizer das ultimas decisões da DGEsTE relativas a assuntos de rede. Após planeamento das escolas (com pelo menos um Mês), preenchimento de plataformas (Sinaget), reuniões de rede, distribuição (inicial…) de serviço, planeamento do próximo ano e férias, cai nas escolas durante a tarde de Sexta, a surpreendente (ou não!)decisão final sobre a aprovação das turmas. Além do timing – lembro os prazos para indicação dos colegas a DAQL (Segunda), início dos concursos etc, o que dizer de todo o trabalho entretanto efectuado pelas escolas e seus responsáveis no sentido de gerar e garantir a maior tranquilidade (possível) para o próximo ano escolar. Será este o tipo de tranquilidade de que tanto fala o nosso ministro Crato? Se isto não é falta de respeito eu não sei o que isto será?. Em resumo, partilho as informações anexas relativas a um Concelho do interior , “esquecido e ostracizado”. Isto só não seria trágico se fosse original – este é, infelizmente, o retrato hoje do resto do país.

 

– Os 3 Agrupamentos Locais receberam na Sexta (26 de Julho, durante a tarde), e as diferenças e efeitos em relação ao previsto (negociado) inicialmente, em função do qual as escolas trabalharam, distribuíram os horários, fizeram as previsões para DACL.. e programaram férias de “dirigentes”;

 

 – Agrupamento de Escolas A:

 

– Jardins-de-infância: em 11 Jardins menos 8 Turmas;

– 1º Ciclo: em 27 Turmas iniciais, passam para 18, perdem 9 Turmas;

– Não aprovaram 1 CEF…(na profissional ao lado, um Instituto privado, aprovaram os 3 CEF´s previstos) e outras 4 Turmas (3ºCiclo/Profissionais) –

 

– Total – menos 22 Turmas;

 

– Nº Total de Professores previstos a indicar para DACL: 30

 

 

 – Agrupamento de Escolas B

 

– 1º CEB e Pré-Escolar: de 39 propostas, aprovadas 29 – Menos 10 Turmas;

– Regular (2º,3º,CEF/Profissionais) – menos 5 Turmas;

 

– Total: menos 15 Turmas;

 

– Cerca de 22 Professores para DACL

 

– Agrupamento de Escolas C

– 1º CEB e Pré-Escolar: de 27 propostas, aprovadas 15 – Menos 12 Turmas;

– Regular (2º,3º,CEF/Profissionais) – menos 8 Turmas;

 

– Total: menos 20 Turmas;

 

– Cerca de 50 Professores para DACL

 

Questões anexas relevantes: As turmas previstas para os 1º CEB/Pré-Escolar estavam propostas segundo a Lei; o Concelho ainda tem Escolas dispersas por outras localidades, que não a sede de Concelho, algumas, a 40 Km da sede do Concelho/Centro Escolar…; A Câmara Municipal em causa não foi informada desta “nova rede”, o que viola claramente a lei pois esta tem algo a dizer sobre o assunto…Transportes?

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O Que É a Mobilidade Especial

… na TVI.

Nós poderemos apanhar estas regras um ano e meio depois, com as devidas adaptações ao que ficou “acordado” este mês com as organizações sindicais.

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Mapas Estatísticos por Anos de Serviço

Este trabalho de análise estatística foi feita pelo Assistente Técnico, utilizando a folha de Excel da lista de ordenação definitiva que se encontra na barra horizontal do blog no Menu Concursos\Concurso 2013/2014\Lista Definitiva de Ordenação (quando quiserem pesquisar listas em Excel podem usar esse menu).

Os dados referem-se ao número de candidaturas por grupo de recrutamento.

 

Mapa Estatístico por Tempo de Serviço dos Candidatos ao Concurso Interno

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/07/01Mapa-Estatistica-Tempo-Servico-Candidatos-Internos-LISTA-DE-ORDENAÇÃO-DEFINITIVA-2013.pdf”]

 

Mapa Estatístico por Tempo de Serviço dos Candidatos ao Concurso Externo

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/07/02Mapa-Estatistica-Tempo-Servico-Candidatos-EXT-LISTA-DE-ORDENAÇÃO-DEFINITIVA-2013.pdf”]

 

Mapa Estatístico por Tempo de Serviço dos Candidatos ao Concurso Externo com Mais de 10 Anos de Serviço

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/07/03Mapa-Estatistica-Tempo-Servico-+10-Anos-Candidatos-EXT-LISTA-DE-ORDENAÇÃO-DEFINITIVA-2013.pdf”]

 

 

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Mais um Dia

… para as escolas indicarem os docentes com ausência da componente letiva.

 

Não estava à espera disto. Assim, tudo aponta que a candidatura à mobilidade já não comece amanhã.

 

Isto é tortura o que estão a fazer aos professores.

 

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Listas Provisórias do Concurso da Madeira

Tendo em conta que são estas as vagas

 

… já se deve saber quem entra, a menos que algum excluído tenha razão no recurso hierárquico.

Listas provisórias de admissão/ordenação (29/07/2013)

Lista provisória de candidatos excluídos (29/07/2013)

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Mais um Estudo Que Pode Ser Útil

… para a fase de manifestação de preferências e que foi feito para o concurso externo extraordinário.

Os dados por QZP encontram-se aqui.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/04/quadro-geral.pdf”]

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Termina Hoje o Prazo

  • Para os docentes colocados nas listas de 22 de Julho aceitarem a colocação obtida (18 horas);
  • Para ser efetuado recurso hierárquico das listas de 22 de Julho (23:59 horas);
  • Para as escolas indicarem os docentes sem componente letiva para 2013/2014 (18 horas).

 

Sobre as permutas é muito provável que só seja permitida depois de esgotado o prazo da aceitação da colocação (a permuta será possível por um prazo de 10 dias úteis).

O mesmo deve acontecer com a manifestação de preferências ao concurso da mobilidade interna (antigo DACL, antigo DAR e antiga afetação), por um prazo de 5 dias úteis.

A manifestação de preferências para a contratação pode ocorrer no fim do concurso da mobilidade interna ou pode também ocorrer em datas sobrepostas (já não é a primeira vez que tal acontece)

Habituem-se a não chamar DACL, DAR ou Afetação ao processo da mobilidade interna. É que já me disseram várias pessoas que como não faço referência ao DAR que este concurso não iria existir este ano. Existe, mas com outro nome, ok?

 

 

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Sei de Alguns Casos

… que só não foram aprovados cursos vocacionais porque os diretores se esqueceram de submeter as candidaturas a tempo. E isso também é muito preocupante!

 

Diretores pedem a Crato que aprove turmas já constituídas

 

 

A Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) lamentou hoje os cortes definidos na rede escolar divulgada pelo Ministério da Educação e espera que Nuno Crato aprove as turmas que já estão constituídas.
A imprensa de hoje noticia que o despacho da rede escolar do Ministério da Educação para o próximo ano, que chegou às escolas na sexta-feira ao final da tarde, define cortes nas turmas no ensino regular e nas turmas de cursos profissionais e Cursos de Educação e Formação (CEF).

Com o despacho, os diretores de turma das escolas viram não ser aprovadas turmas que já tinham sido constituídas e com alunos matriculados.

Em declarações hoje à agência Lusa, o vice-presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, disse que esta situação é “muito preocupante” para diretores de escolas e alunos e exortou o Ministério da Educação a aprovar as turmas que já estão constituídas.

 

 

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