Para Emigrar é Preciso Isto?

Prova para contratados obrigatória a partir de 2014

 

Crato exige 14 valores na prova de acesso à profissão para os contratados, a partir de Janeiro de 2014.

Todos os professores contratados vão ter de passar a realizar uma prova de acesso à carreira, a partir de Janeiro de 2014. Além disso, só os professores com mais de 14 valores na prova são considerados como aptos e podem dar aulas.

Estas são duas das regras que vêm inscritas nos diplomas enviados pelo Ministério da Educação aos sindicatos, hoje ao final da tarde, e que vão ser alvo de negociação na próxima sexta-feira.

Os professores com dez ou mais anos de serviço e que tenham uma nota inferior a 14 valores na prova “podem repeti-la uma única vez na edição seguinte” e “sem prejuízo da admissão” no concurso que se segue à data de realização da primeira prova. No caso dos professores com menos de dez anos de serviço e que não fiquem aptos para dar aulas, só poderão realizar a prova no ano seguinte.

A futura prova de Avaliação de Conhecimentos, Capacidades e Competências vai ter uma “componente específica, relacionada directamente com o nível de ensino e área disciplinar ou grupo de recrutamento do candidato, e uma componente comum”, explicou o ministério em comunicado. A duração do teste, que vai ser desenhado pelo IAVE, será de 120 minutos com data a fixar através de um despacho da tutela.

Recorde-se que a implementação da prova de acesso à carreira foi uma das primeiras medidas anunciadas por Nuno Crato quando assumiu o cargo de ministro e que está “prevista desde 2007 na legislação em vigor”, refere o Ministério da Educação.

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108 comentários

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  1. ohh que pena que os do Quadro não a realizem… Sem qualquer carater vinculativo no casos dos mesmos! Apenas para Estatística, pois está claro!

      • Paula on 23 de Julho de 2013 at 22:34
      • Responder

      Eu sou de quadro e não é por isso que deixo de considerar isto uma aberração e um desrespeito pela pessoa do professor. Aliás, como se tem vindo a verificar a cada dia. De facto contra a incompetência dos ministros nada se faz. Precisavam de uma prova e bem dura!

      • Maria M. on 23 de Julho de 2013 at 23:13
      • Responder

      Mas porquê essa revolta contra os professores do quadro? Não foram eles que pediram a prova! De facto é uma situação revoltante, aberrante, sem sentido, mas os outros não têm culpa. Espero que arevolta seja orientada noutra direção:MEC, sindicatos…

    1. EU ACHO MUITO BEM. é fazer este exame. e concordo com a colega de cima: um exame para os QE e QZ. só para a estatística… e para por o país a perceber o que para aqui anda.

      • Maria on 24 de Julho de 2013 at 10:56
      • Responder

      Sou do quadro e no dia em que me mandarem fazer a “prova” faço-a com muito gosto! Até gostava de ter acesso a uma para ver do que consta, espero consegui-lo.
      Mal será que, dentro da minha área e com tantos anos de serviço, não conseguisse obter classificação suficiente para continuar a trabalhar, morria de vergonha!
      Parece que estamos em guerra civil, contratados vs quadros. Os quadros não têm culpa nenhuma da situação em que os colegas contratados estão ou ficarão, julgo que não há necessidade de tanto ataque!

      • Maria Guiomar Simplício Ralo on 24 de Julho de 2013 at 12:59
      • Responder

      Quando é que todos percebem que estão a fazer o jogo do governo? Dividir para reinar!
      O nosso objectivo deve ser: IMPEDIR A REALIZAÇÃO DESTA PROVA. Para todos. QA, QZPZ,CONTRATADOS……
      Porque é que começam logo todos a agredir-se uns aos outros? UNIÃO colegas. Sabem o que isso é? UNIÃO DE CLASSE. O caminho é por aí.

    • FarinhaDoMesmoSaco on 23 de Julho de 2013 at 22:20
    • Responder

    Vergonhoso! Andou a malta a fazer um curso de 5 anos para quê? Já deveríamos estar integrados na carreira desde os 3 anos de serviço e agora mais esta. Só se preocupam com os contratados para estas coisas?! Vergonhoso!

  2. Exijo uma prova de admissão a Ministro!
    Professor contratado desde 1996.

  3. VERGONHA!!! Espero que os sindicatos não aceitem esta treta. É uma vergonha fazer passar uma prova a professores que dão aulas há 10, 15, 20 ou mais anos. Professores estes que já, segundo a lei, deveriam pertencer aos quadros do MEC. E por falar em quadros… muitos professores dos quadros deveriam passar esta prova, pois eu ia rir-me e bastante com a qualidade das mesmas!

    1. 11 mandamento- não queiras para os outros aquilo que não queres para ti. É vergonhosa a maneira como colegas, falam dos colegas do quadro deviam era ter mais tento na língua.

      • Lúcia Carvalho on 24 de Julho de 2013 at 15:06
      • Responder

      Caro amigo… Que tal experimentar? Eu não tenho medo de fazer uma prova. Teria, com os anos de experiência e as minhas habilitações científicas, mais de 14… Saiba que pela classe tenho lutado muito, nomeadamente pelos que agora tratam os Professores do Quadro assim… Lamento um comentário desta natureza vindo de alguém que está no ensino…

        • Cláudia on 24 de Julho de 2013 at 15:14
        • Responder

        Não acredito que alguém que se diz inteligente concorde com tamanha injustiça. Acredito que nenhum dos professores contratados tenha medo de fazer uma prova, mas o receio são as suas consequências. Se a realização da prova significasse a entrada numa ordem (como por exemplo a dos Advogados…) até concordaria mas assim… o colega não acha que já não chega andar de malas aviadas todos os anos e sempre com o desemprego na mira???? Quem passa por isso já é prova suficiente para aguentar o curso que tirou por gosto e brio!!! ACORDE PARA A REALIDADE!!!

  4. Quem elabora ? o GAVE ?

    Quem corrigi ? Bolsa de CorretoreS ?

    Quem vigia ? Polícia ?

    • Miguel Castro on 23 de Julho de 2013 at 22:37
    • Responder

    PA-LHA-ÇA-DA e NO-JO.
    É só isto que me vem á cabeça.

  5. LC , Não são os sindicatos que têm de aceitar ou não! Vocês todos (ou parte) podem (se entenderem) demonstrar o vosso desagrado!

    Ou sugerir, a prova para todos! Com uma condição! Serem apenas os resultados dos Docentes do Quadro para Estatística!

    1. Oh pá! tem juízo e vai-te tratar

      • Maria on 24 de Julho de 2013 at 10:58
      • Responder

      A melhor defesa sempre foi o ataque, lá isso é verdade. Depois queixam-se do que lhes aparece pela porta. Até me custa a acreditar!

  6. A ver se os colegas do quadro estão agora com os contratados, tal como estes estiveram com eles há um mês, naquelas greves! Sem os quais, não tinham conseguido a vitória que tiveram. A ver se os sindicatos agora também fazem a força e mostram a mesma tenacidade que mostraram há dias! A ver vamos, ou seja, não vamos!

      • Cláudia on 24 de Julho de 2013 at 15:07
      • Responder

      Sindicatos e Representantes, Professores do Quadro e Quadro de Zona:

      E agora onde vão estar para defender os nossos direitos?

      Nós contratados servimos os Vossos interesses e lutamos para defender o Vosso lugar.
      Agora querem “avaliar” os Nossos conhecimentos!!! Avaliar o que já está avaliado???
      Lembrem-se que tudo começa com os contratados e depois…

      AGORA a LUTA CONTINUA por TODOS OS PROFESSORES!!

    • Maria Inês Meireles Abreu Carvalho on 23 de Julho de 2013 at 22:43
    • Responder

    Vergonhoso!! Eles é que fazem os cursos num ano e nós que estudamos 5 para obter o diploma é que temos que fazer prova. Gostava de os ver a fazer prova escrita para os cargos que ocupam, pois certamente reprovariam com tremenda bosta que fazem na prática, imagino na teoria como é que havia de ser!!!!!!!!!!!!!!!!

  7. Exijo uma prova de admissão a Dirigente Sindical!
    Estão dispensados da prova oral os que defenderem os interesses dos contratados.
    Professor contratado desde 1996.

    • prof on 23 de Julho de 2013 at 22:49
    • Responder

    Eu eu que pensava que para passar bastava 10 valores! Afinal andei a passar erradamente muitos alunos que tinham menos de 14 valores…

    • Tânia Lazera on 23 de Julho de 2013 at 22:55
    • Responder

    Sem palavras!!! É inacreditável! Quando pensamos que nada mais nos poderá acontecer, ainda surge mais uma ideia de um iluminado que só pode estar a brincar connosco. Não se lembram de nós para nada, só mesmo para nos prejudicar ainda mais… Não faltando ao respeito a ninguém, mas adoraria ver colegas dos quadros a fazerem esta prova. Seria muito engraçado, já que se podem separar as águas desta maneira. Estou indignada e muito desiludida com tamanhas injustiças. Tantos anos dedicados ao ensino para chegar a este ponto! Muito bem, esperemos para ver o que os nossos sindicatos farão. Será que é desta que se lembraram verdadeiramente de nós e nos defendem? Se isto for para a frente, estou convicta de que não vale a pena ser sindicalizada.

      • Maria on 24 de Julho de 2013 at 2:30
      • Responder

      Acho isto igualmente uma aberração. Mas a ir para a frente, também concordo que seja para todos os profs, inclusive os do quadro. Desempenhamos a mesma função e temos as mesmas responsabilidades, afinal. Infelizmente não tratam todos por igual. (nota- sou prof do quadro).

      1. Maria você é uma aberração! A prova não faz sentido para ninguém, porquê aplica-la a todos?
        Juntemos forças para que não seja aplicada, pois não faz sentido, para todos aqueles que já têm uma habilitação profissional. Agora virarem-se para os do quadro só demonstra ignorância inveja.

          • Maria on 24 de Julho de 2013 at 13:41

          Tigrado, a sua raiva deve estar-lhe a turvar o raciocínio e a visão; é por isso que parte logo para o insulto gratuito e nem sequer lê devidamente o que as pessoas escrevem. Além disso, para quem apela a que os profs se unam numa luta comum, não me parece que use os meios mais persuasivos partindo para estes ataques absurdos.
          Ora se tivesse lido com atenção o que escrevi, veria que não me estou a virar contra os do quadro demonstrando “ignorância inveja” [sic], porque, tal como refiro,sou do quadro de escola, grupo 420, acrescento que há muitos anos – aliás, apenas fui contratada no 1º ano que dei aulas a seguir ao estágio, logo a seguir efetivei (lá está, fui daquelas que teve sorte, tivesse acabado o curso 2-3 anos depois e se calhar já não teria tido essa sorte).
          Depois começo por dizer que considero a prova uma aberração, e como tal, obviamente dever-se-á combater a sua aplicação; e em seguida apenas acrescento que se tal não se conseguir, então que venha para todos, contratados e efetivos, com os mesmos efeitos. E isto porquê? porque por ser do quadro não significa que sejamos melhores. Como referi, se tivesse acabado o curso poucos anos depois, também não seria do quadro. E daria aulas da mesma forma que dou como sendo do quadro. Portanto ao dizer isto, apenas apresento o meu manifesto contra a desigualdade de tratamento entre quadro e contratados, seja relativamente à prova, seja a tudo o resto. Somos iguais, fazemos o mesmo, temos as mesmas responsabilidades, há melhores e piores em qualquer dos casos.
          Um conselho, Tigrado: vire as garras para quem as merece.

          • tigrado on 24 de Julho de 2013 at 21:25

          Maria eu percebi que era contra a realização da prova, mas continuo a achar uma aberração ser contra a prova mas defender que ela seja para todos.
          Desculpe se fui agressivo não tinha essa intensão

          • tigrado on 24 de Julho de 2013 at 21:32

          Continuo a achar que os professores contratados, que querem muito legitimamente ser do quadro de alguma escola ou agrupamento, ao voltarem-se miseravelmente contra os professores do quadro insultando-os dizendo que o seu trabalho não vale nada e que o deles é que é bom, é eticamente condenável pois almejam o que os outros já são.
          Alguns destes comentários que aqui se escrevem são miseráveis.

          • Maria on 24 de Julho de 2013 at 22:46

          Ok, Tigrado. Amigos outra vez, então. 🙂
          E tem razão: devemos ser inflexíveis, ser contra a prova e pronto. Não aceitar em qualquer circunstância. Eventualmente considerá-la nos tais moldes mais igualitários que referi é afinal estar a aceitar algo que considerei antes aberrante. Algo contraditório, de facto…

  8. Quer dizer que vou ter de fazer 3 provas, uma por cada grupo para o qual sou profissionalizado. Mas se tambem for para as hab proprias passam a ser 5 provas…
    Quem me mandou tirar uma licenciatura de 5 anos, uma prof em serviço de 2 anos e mais uma especialização. Devia era ter pedido equiv e ido para Ministro…

  9. Mas que cambada de medricas, a prova já vem com 10 anos de atraso. Talvez assim consiga lecionar regularmente!!

      • FarinhaDoMesmoSaco on 23 de Julho de 2013 at 23:09
      • Responder

      Vais entrar diretamente no quadro!!! Parabéns!

      • contratado desde 1997 on 24 de Julho de 2013 at 1:04
      • Responder

      É preciso ser bruto pra dizer semelhante disparate!!!

      • Cláudia on 24 de Julho de 2013 at 15:20
      • Responder

      PARABÉNS!!! Talvez venhas a ganhar uma medalha… de cortiça!!!! Desculpa a cortiça tá cara!!!! Talvez um papelinho a dizer NÃO APROVADO pela da carreira!!!!!!

      • Cláudia on 24 de Julho de 2013 at 15:22
      • Responder

      … Não Aprovado pela defesa da carreira!!! (assim é que é!)

    • Paulo on 23 de Julho de 2013 at 23:09
    • Responder

    510 sabe q por experiência profissional até o melhor dos alunos pode ter um dia pior. E isso traduzir se num mau resultado numa prova. Cuidado que pode sair lhe o tiro pela culatra

    1. Dias piores tenho eu anualmente, quando olho para as listas e cada vez estou mais cá para baixo.

      1. estás e vais continuar a estar, espera sentado para não te cansares.

    • nuno on 23 de Julho de 2013 at 23:22
    • Responder

    Queremos provas para enfermeiros, políticos, médicos, policias, e outros afins…..

    P q P

      • karina on 24 de Julho de 2013 at 0:31
      • Responder

      e para os políticos, elaboradas e corrigidas pelo POVO…

      • Daniel on 24 de Julho de 2013 at 1:26
      • Responder

      Os médicos sempre fizeram prova. Tal como os juízes, diplomatas, etc…

        • Carlos on 24 de Julho de 2013 at 1:52
        • Responder

        DANIEL! Pauta pela estupidificação!!!

      1. Daniel os médicos fizeram a prova e por isso só temos bons médicos!
        Quanto aos juízes fizeram a prova e só temos excelentes juízes!
        Abstenho-me de comentar os diplomatas não conheço a prova de que falas.

      2. Isso é semi-verdade… Efetivamente os médicos e os juízes fazem prova, mas noutros moldes. Os médicos fazem prova NO ANO EM QUE TERMINAM a licenciatura PARA EFEITOS DE ORDENAÇÃO, não de eliminação. Com essa ordenação são colocados nas diversas vagas existentes. Há vagas para todos! Podem repetir todos os anos para ficarem colocados num local/especialidade que prefiram.
        Quanto aos juízes, estes são advogados que em si já é uma profissão, que se desejarem aceder ao curso de juíz têm que fazer um exame para acederem a esse curso.
        Parece-lhe que é o mesmo que querem aplicar aos professores?

  10. Se vão aplicar provas aos professores porque não aplicam provas a todos os funcionários públicos? Ministros e deputados deveriam prestar provas antes de assumirem um cargo, sim, porque uma prova escrita revela exactamente o profissional que somos. Quando saem as matrizes?

  11. Sim, concordo! Prova de aptidão aos professores do quadro!!! Isso sim…. Veríamos então quem e que esta apto a lecionar

    • miguel contratado on 23 de Julho de 2013 at 23:34
    • Responder

    Nao tou a perceber…sou contratado com 14anos anos de serviço. Fiz um estágio de um ano onde tive aulas observadas. Obtive uma nota de 17 valores nesse estágio. Nos ultimos anos, com esta pseudo avaliacao tive muitas aulas observadas. Tive sempre bom ou muito bom. Não consigo passar de contratado pois não abrem vagas. E agora eu é que tenho que provar através de prova escrita que sou ‘professor’? Vamos ver como se portam os sindicatos agora. A bola está no campo deles.

    • O Cão Danado on 23 de Julho de 2013 at 23:35
    • Responder

    Pergunto se isto permanece em vigor: artigo 20º do DR 27/2009

    “1 — Estão dispensados da realização da primeira
    prova que se realizar os candidatos a concursos de selecção
    e recrutamento de pessoal docente da educação
    pré -escolar e dos ensinos básico e secundário que ainda
    não tenham integrado a carreira docente que, cumulativamente,
    cumpram os seguintes requisitos:
    a) Contem, pelo menos, quatro anos completos de
    exercício de funções docentes;
    b) Dos anos exigidos na alínea anterior, um deve ter
    sido prestado nos quatro anos escolares anteriores ao
    da realização da primeira prova;
    c) Tenham obtido avaliação de desempenho igual ou
    superior a Bom.”

      • Paulo on 23 de Julho de 2013 at 23:52
      • Responder

      Se não foi revogado continua em vigor!

      • José Ferreira on 24 de Julho de 2013 at 0:30
      • Responder

      Se reparar bem, no aditamento ao Estatuto da Carreira Docente (Artigo 4º – Disposição Transitória), é referido quem está em condições para ficar dispensado da realização da prova. Como uma Lei se sobrepõe a um Decreto Regulamentar, fica claro que o Artigo 20º (disposição transitória) do DR DR 27/2009, perde eficácia jurídica.

    • hbccosta79 on 23 de Julho de 2013 at 23:39
    • Responder

    Critérios de avaliação; matrizes das provas; recurso de prova;
    Quem corrige as provas? Como sei que é mais competentes do que eu? No caso de eu ser doutorado quem tem competência para me corrigir? Etc etc…. Estas é mt boa… Sindicatos e agora?

    • Francisca on 23 de Julho de 2013 at 23:48
    • Responder

    510, és o meu herói!

    Então achas que é uma prova que vai decidir se um professor é competente ou não?
    Post Scriptum: estás reprovado. É obrigatório escrever dez (10) por extenso e não em caracteres numéricos, como o fizeste. Tens que praticar um pouco mais!

    510 não sejas oportunista.

    1. Sou tão oportunista como qualquer um dos milhares de asteriscados nas listas dos últimos concursos.

        • bruno Sousa on 24 de Julho de 2013 at 14:00
        • Responder

        Parabéns por já ter iniciado a guerra, entre colegas, que o incompetente crato quer. Muitos como você estão no governo.
        510, com essa maneira de ser com certeza não teria mais que cinco valores.

    • Balint on 23 de Julho de 2013 at 23:50
    • Responder

    Quem não deve não teme…mas se esta”triste realidade ” se vier a concretizar deixarei de ser sindicalizado e nunca mais farei uma greve na vida.Veremos agora a solidariedade dos colegas dos quadros.
    Se por acaso agora houvesse uma greve como houve o mês passado, nem 5% dos colegas vinculados adeririam(por exemplo perder um dia de vencimento .
    Todos os contratados estarão atentos e ainda somos alguns.
    Boa noite a todos

    1. Por favor não se atirem aos colegas dos quadros, pois vocês querem pertencer a um quadro certo?

    • João on 24 de Julho de 2013 at 0:05
    • Responder

    Isto é mau de mais para ser verdade. O meu positivismo diz-me que falta acrescentar as excepções, nomeadamente no que diz respeito à avaliação de desempenho: qualquer coisa como “ficam excluídos de realizar a prova todos aqueles que obtiveram menção igual ou superior a bom…”

    • MariaG2 on 24 de Julho de 2013 at 0:21
    • Responder

    Como se não fosse, por si só, revoltante a obrigatoriedade de uma prova de conhecimentos para professores explorados durante anos a fio, ainda aparecem pessoas vendo nesta tortura um “nicho de mercado” ligado à Formação.

    • José Ferreira on 24 de Julho de 2013 at 0:36
    • Responder

    Além de tudo o que foi dito, parece-me que ainda não foi levantado um problema que, a somar a todos os outros, poderá causar grande polémica. De tudo o que li, parece-me claro que a partir de 1 de Janeiro não será colocado mais nenhum professor contratado. Todos os professores que não firmarem contrato até 31 de Dezembro só poderão exercer depois do exame feito.

  12. Ingressar na carreira? Depois destes concurso? Que tontaria.
    Fazes a prova, és aprovado com distinção e és agraciado com contratos mensais até finais de Junho.
    PQOP a todos.
    É fazer o Crato, sindicatos e o governo ingressar na carreira. A carreira de tiro.

    • KukaMona on 24 de Julho de 2013 at 1:08
    • Responder

    Que seja prova para todos… muito boa gente que agora dá aulas começaram a dar aulas ainda nem o Curso tinham, bastava uma ou duas cadeiras….

    Mais, há por ai muito boa gente que nem sequer professor é…. mas em certa altura tudo serviu para professor…

    • 500 - Contratado on 24 de Julho de 2013 at 1:21
    • Responder

    Cheira-me a vingança do CRATO pelos maus resultados dos alunos nos exames nacionais deste ano. Alguns iluminados pensam que o problema esta nos professores. O problema está na política adotada à vários anos que vem degradando as condições de trabalho dos professores e alunos.

      • Maria on 24 de Julho de 2013 at 11:05
      • Responder

      esse “à” que escreveu era com “h”: há vários anos… 😐

        • evita peron on 24 de Julho de 2013 at 14:55
        • Responder

        oh, e a prova de português? Não é obrigação de qualquer licenciado saber escrever a sua língua materna?

    • Daniel on 24 de Julho de 2013 at 1:29
    • Responder

    Leiam a disposição transitória (artigo 4.º) do ECD.

      • Hugo on 24 de Julho de 2013 at 13:51
      • Responder

      Boa tarde, podia enviar-me, se faz favor, um link ou doc. onde possa consultar a norma de que fala? Obrigado

    • Matilde Figueiredo on 24 de Julho de 2013 at 2:14
    • Responder

    Isto é vergonhoso! Uma prova destas não comprova a competência do professor. Então ponham também os profs do quadro a fazer esta prova, pois se houver incompetentes, também os há do quadro. E como sei que há! Lidei com tantos 30 e tal anos e esses foram os mais beneficiados em todos os aspetos, progressão na carreira,em que só faziam um relatório para subir de escalão e os Presidentes do C.Diretivo mais uma comissão de avaliação que era formada por profs, davam parecer favorável e lá passavam ao escalão seguinte. Alguns mereciam mas outros eram uns incompetentes e faltavam muito. Eu se afirmo isto é com todo o conhecimento, pois tudo isso me passou «pelas mãos» anos e anos. Agora professores contratados alguns com quase 20 anos de serviço, que não têm qualquer hipótese de entrar na carreira, com tanta experiência, alguns com mais qualidade que docentes do quadro com igual ou menor tempo de serviço, serem sujeitos a esta prova,é frustrante, revoltante! Lutem, não deixem que esta lei seja aplicada.Atenção Sindicatos! Chefe de Serviços de Administração Escolar Aposentada mas que continua atenta a estas injustiças. FORÇA…..

      • Maria on 24 de Julho de 2013 at 11:08
      • Responder

      Matilde, que feio! Se lhe passou “pelas mãos”, a senhora está obrigada ao sigilo profissional, coisa que não está a cumprir. Deve ter familiares nesta circunstância, correto?

      • lupa on 24 de Julho de 2013 at 22:02
      • Responder

      Cara Matilde. Talvez nos lembre das famosas passagens administrativas, votações de nota com braço no ar … a famosa secretaria de uma universidade que ardeu… mas este pessoal já saiu, muitos no topo de carreira…
      Fale-nos das equivalências, da universidade aberta por correspondência e depois das ESE…

      Se lhe passou pelas mãos gente competente, não foi graças ao Sistema mas à garra e ao carácter de cada um.

      E como poderia assim não ser? Tínhamos meia dúzia de Universidades e de repente, em 15 anos, ficámos com mais de 120 mil professores – mas que bom que foi o Sistema.

      Agora teremos aPROVA… the show must go on

  13. Matilde vai gozar a reforma pá.

    • Barril de Brent on 24 de Julho de 2013 at 8:36
    • Responder

    Bom dia
    Alguem me explica o que eles querem com o ponto 8 do Artigo 8º?

    • maria on 24 de Julho de 2013 at 10:13
    • Responder

    Esta prova deveria de ser para todos os docentes e ministros. É uma vergonha! Depois do curso tirado, anos de estudo, propinas pagas, recebes como recompensa um pontapé no traseiro. Que mais irá acontecer?

    • Ana Guedes on 24 de Julho de 2013 at 10:37
    • Responder

    Isto não pode ficar assim! Os sindicatos têm que fazer alguma coisa!
    Mas faz algum sentido esta prova? Pessoas com um curso superior, estágio feito, anos de experiência, agora submeterem-se a uma prova da treta que poderá determinar a colocação (ou não)?
    Quando pensamos que já nada mais nos poderá acontecer, eis que aparecem mais umas “boas notícias”!

    • Mafalda Luna on 24 de Julho de 2013 at 10:38
    • Responder

    Independentemente de se sercontratado ou do quadro, alguém terá pensado no desperdício de dinheiro e recursos que implica uma palhaçada destas?! Presumo que este ministro tenha algum “contrato” com a GAVE, pois é obcecado por exames. Por mim deveria ser ele a sujeitar-se a um exame mas de caráter psiquiátrico…Vamos unir-nos e não “separar para reinar” como os nossos governantes nos têm ensinado. Continuo a achar que há muita gente neste país com sérios recalcamentos em relação aos seus próprios professores. E isto dura há anos!!

      • Maria on 24 de Julho de 2013 at 11:13
      • Responder

      É “o” GAVE (Gabinete de Avaliação Educacional), Mafalda. E por falar em recalcamentos, há por aqui muitos colegas recalcados. Fartam-se de falar dos professores dos quadros mas querem pertencer aos quadros, não é? Pois, bem me parecia.

  14. E quem tiver nota superior a 19 na referida avaliação??? Entra diretamente para o quadro????

    • Ex-professora (estava em QZP) on 24 de Julho de 2013 at 11:14
    • Responder

    Colegas, contratados ou não porque a precariedade chegou ao Ensino Público em Portugal, se tiverem juventude, física e/ou espiritual, algum talento para alguma atividade diferente de ensinar, capacidade de adaptação, etc. está na hora de deixar esta profissão e se calhar este país. Os governantes portugueses, a mando da União Europeia, vão passar a maior parte dos alunos para escolas privadas, ou seja, vão ser os pais a sustentar e educação dos filhos e a maior parte dos professores que existem na Escola Pública irão ser conduzidos para a reforma, se tiverem idade para isso, ou para o desemprego. Haverá escassas vagas para se ensinar numa escola pública, das poucas escolas que restarem abertas, a realizar um trabalho de muitas horas, de muito esforço e cansaço e por um máximo de 1000 euros. Será tipo trabalho chinês. Por isso, antes que sejam empurrados para fora do Ensino, saiam pelos vossos próprios meios enquanto têm força para lutar, juventude e se calhar alguma poupança de lado. Eu já saí há quase dois anos e só me arrependo de não ter saído há mais tempo. Há mais sol do outro lado do mundo!

      • Maria on 24 de Julho de 2013 at 14:16
      • Responder

      Muito bom, colega. O que expressou é exatamente o que eu também pressinto, cada vez mais, que irá acontecer no que se refere à escola pública (aliás, basta raciocinar um pouco para se perceber isso). E então agora que o governo tem garantida a legislatura completa, vão ter tempo de sobra para fazer os estragos todos, que serão para ficar. Com o que para aí vem, não há-de haver quadro, nem nada, que nos valha. Será a proletarização completa de tão outrora nobre profissão. Tal como a colega, que já o fez, também eu sou do quadro e pondero seriamente deixar a profissão.

  15. Esta é a maneira que o crato arranja para diminuir o número de professores desempregados… tristeza este país…

    É a prova de fogo dos sindicatos no apoio aos professores contratados.

    Reparem nesta injustiça, eu conheço colegas de quadro com 10 anos de serviço e colegas contratados com 15 anos…

    Acho que uma ordem é cada vez mais necessária para salvar alguns, poucos mas alguns…

    Outros, como eu, é melhor pensar em mudar de vida, de país…

    • MeritoCRATIA on 24 de Julho de 2013 at 11:44
    • Responder

    Por enquanto são os contratados. Se se lembrarem, mais dia menos dia, são os do quadro. Portanto, os sindicatos que vejam bem se querem queimar os contratados, ou se querem cortar o mal logo pela raíz, fechando o caminho a qualquer prova futura, para contratados e aos de QE/QZP.
    J+a para não falar que isto é passar um atestado de incompetência às universidades, onde os Cratos e os outros ministros dão aulas. Eles é que devem saber se o ensino superior é assim tão mau que seja necessário provas adicionais… Não sou eu qque digo, são eles….

    • MariaG2 on 24 de Julho de 2013 at 12:55
    • Responder

    Meritocratia,

    Não podia estar mais de acordo!

    • João Machado on 24 de Julho de 2013 at 14:25
    • Responder

    O melhor é começar a fazer malas… este pais está bom é para os políticos. Eles é que se safam… fazem o que lhes bem apetece.
    Quando temos nos cargos políticos amigos dos amigos e entra o amigo tal porque é do partida tal e amigo de tal, até mete dó…. (todos sabem como estão eles lá, sem provas de nada). Nem vale a pena.

    • maria on 24 de Julho de 2013 at 14:39
    • Responder

    penso que não será bem assim….talvez comece a existir uma prova á semelhança do que já existe com outros profissionais,agora….,É ABSURDO aplicar-se..a profs que serviram com AMOR o sistema anos e anos …se ,estes,,não estão no quadro, a culpa foi do sistema….mas,,se ,esta se concretizar,fujam,
    lamento e acrescento:
    -nunca existiu tanta falta de respeito para quem efectivamente trabalha.
    querem distrair-vos.

      • José on 24 de Julho de 2013 at 15:03
      • Responder

      “á” não, à sim

      • Maria on 24 de Julho de 2013 at 22:49
      • Responder

      Maria, desculpe, mas isso de servir o sistema “com amor” tem muito que se lhe diga… Muitos servem este sistema porque não eram suficientemente bons nas profissões de origem e viram no ensino uma oportunidade. Em má hora, diga-se. Quanto ao serem contratados: são mesmo muito poucos os que não estão no quadro por culpa do “sistema”, os que têm pouco tempo de serviço. A maioria dos que tem mais de 15 anos de serviço não está porque não quis deixar o lar…

      1. Maria: Não tem de certeza consciência do que está a dizer…
        Contratado desde 1996. Grupo 410.
        Território de docência: Norte a Sul e Açores!

          • Maria on 25 de Julho de 2013 at 0:01

          Desculpe António, fiz uma ressalva na qual não se inclui. Espero que tudo corra bem para si.

    • Paula matos on 24 de Julho de 2013 at 15:32
    • Responder

    Em Espanha, Alemanha e França esta prova existe desde sempre!! Tal vomo cá com os advogados que têm de fazer um exame para ter acesso à profissão. Nos docentes como agora a oferta é muita…é preciso seriar…são tempos de mudança! E a UE está a pressionar…como é lógico….não pensem que é por vontade política nacional.

    1. No caso espanhol há prova mas serve para entrar no quadro… não para ser “candidato a professor”…

  16. Arranjaram finalmente trabalho para os horários zero! Corrigir as ditas provas…

      • Maria on 24 de Julho de 2013 at 22:50
      • Responder

      Não se preocupe Isa, eles vão ter trabalho como, aliás, têm tido até aqui.

    1. Respeitinho Isa os colegas em horário 0 merecem-no.

      1. Merecem respeito os horários zero e todos os outros… (mas é preciso que se façam respeit

          • Isa on 25 de Julho de 2013 at 11:15

          Vamos ficar aqui sossegados com o nosso projecto da salada de fruta ou das danças tradicionais, à espera que ninguém repare que não temos horário. Depois para o ano logo se vê. Hão de ir mais uns quantos contratados para a rua- problema o deles. É preciso é lugares para os do quadro. Exijam respeito!! Quanto mais se baixarem…

    • Paula on 24 de Julho de 2013 at 18:40
    • Responder

    Os miseráveis dos políticos que temos arranjam sempre maneira para distorcer a realidade.

    É sabido que colegas professores dariam ao país mais, em termos de profissionalismo, a cavar batatas do que no ensino.
    O problema não está nos professores que frequentam cursos em instituições de ensino superior que não têm qualidade nenhuma. A resolução deste busílis está a montante da questão: na formação e na facilidade com que se obtém um diploma nas instituições privadas de ensino superior; para tal basta ter as propinas em dia. Se houvesse uma inspeção séria da qualidade destas instituições de ensino superior, não se estaria a falar em prova de conhecimentos.
    Este governo é exímio em atirar as culpas para cima de outrem. É compreensível toda esta confusão: quem nunca teve uma formação exigente (que é o caso dos miseráveis políticos que nos calharam na rifa) encontra sempre uma solução que recaia nos outros.

    Onde estão os sindicatos para defenderem os professores contratados. São um bando de inúteis. Utilizam os contratados como moeda de troca; enriquecem à custa das quotas dos contratados e nunca defendem os seus direitos.
    Reclamamos um sindicalismo altruísta e mutualista, que reconheça direitos e não exija somente deveres.

    Viva a horda e corja de políticos que temos. Roubam-nos, ofendem a nossa dignidade, deixam-nos na miséria e continuam no poder. São mesmo bons!

    • Manena on 24 de Julho de 2013 at 20:28
    • Responder

    Eu quero ver é se – nós professores contratados- temos a união necessária para não aparecer nessas provas. Quero ver como é que ficava o MEC.

    1. Apoiado

      • lupa on 24 de Julho de 2013 at 22:13
      • Responder

      Conhece o dilema do prisioneiro? a teoria de jogos explica.nos que perderá quem apostar numa estratégia voluntarista. Basicamente estamos fddos sem sindicatos ou organizações superiores. E os sindicatos agora estão de férias…

      • Maria on 24 de Julho de 2013 at 22:53
      • Responder

      Manena, o MEC tem gente que chegue, os professores contratados é que ficariam a perder, pode ter a certeza.

    • ginbras on 24 de Julho de 2013 at 22:51
    • Responder

    se a classe fosse unida..qd a prova avançasse.. ninguém a faria..assinavam e deixavam o resto do enunciado em branco.

  17. pois, pois ninguém quer mas depois vai tudo a correr para ter xalente

  18. como no concurso para prof. titulares da Milú, ninguém concordava, mas tudo concorreu e queria ser titular

    • Maria on 25 de Julho de 2013 at 0:03
    • Responder

    Hahahah! Falou muito bem! 🙂 Vai tudo fazer a prova e o mais que o patrão pedir!

      • Ex-professora (estava em QZP) on 25 de Julho de 2013 at 9:45
      • Responder

      Aí está! Enquanto as pessoas não estabelecerem um limite para o que ultrapassa o aceitável, o Ministério vai continuar a tratar os professores como operários fabris. E esta prova, ridícula por natureza, por apenas servir para filtrar o acesso ao concurso que permite o contrato por um ano, é uma forma, entre outras, para desmotivar as pessoas desta profissão. Todavia, parece que o Ministério e a Troika podem inventar o que quiserem que as pessoas até trabalham em condições desumanas, por valer mais isso do que procurar algo melhor noutro lado. Onde está a criatividade e o respeito próprio dos professores?

        • Maria on 25 de Julho de 2013 at 10:44
        • Responder

        Colega, concordo com a sua opinião na generalidade. Trabalhamos cada vez mais, em condições cada vez piores, e temos acatado tudo.
        Só há um pequeno, determinante, problema na sua argumentação: somos muitos, demasiados, a querer ensinar, e a partir daí das duas uma: ou as pessoas se convencem que para trabalharem para o MEC têm que seguir as regras do jogo, ou então têm que procurar fazer carreira noutra coisa qualquer, porque já não estão em posição de escolher e regatear.
        Esse é que é o grande problema, porque se fossemos pouquinhos, o patrão seria o primeiro a aliciar-nos oferecendo boas condições…
        Registo aqui que sinto uma profunda admiração pela atitude que tomou: não estava bem, saiu. Isso não é para qualquer um! 🙂

  19. CONTRA a Prova de Ingresso:

    – é ilegal, pois viola o princípio de equidade;

    – depois de vários anos a dar aulas é que se faz uma prova de ingresso?!

    – a Lei refere que “a habilitação profissional é obtida através de um curso de formação inicial de professores, ministrado em escolas superiores ou em universidades, e organizado segundo os perfis de qualificação para a docência.
    Estes cursos qualificam, profissionalmente, para o grupo de docência / de recrutamento no qual foi realizado o estágio/prática pedagógica (…).
    A qualificação profissional também pode ser adquirida por diplomados possuidores de habilitação científica para a docência da respetiva área mediante a realização da profissionalização.” e não de provas, exames, testes, … à posteriori!

    • Ana Maria on 25 de Julho de 2013 at 16:23
    • Responder

    Verdade ou não que os Nossos Alunos em Concursos Internacionais obtêm Ótimos resultados?…Será que o Mérito é Só deles?…Para quê pôr em causa os professores?…E todos os outros ‘funcionários públicos’- advogados, juízes, gestores, médicos, enfermeiros, operacionais,…também vão fazer Exames?
    Mais uma justificação para porem pessoas no desemprego sem direito a nada!

    • cláudia sousa on 26 de Julho de 2013 at 13:59
    • Responder

    assusta só de ler que alguns dos professores (quer contratados, quer do quadro) considerem sequer a hipótese de algum dia realizar a prova. Por isso continuam a inventar modos ‘simpáticos’ de colocar mais professores no desemprego.
    TODOS JUNTOS deveríamos era exigir provas de acesso à carreira de politico. Farta de estes palhaços todos que se sentam na assembleia da republica vivam de ideias só para aniquilar a classe de professores.

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