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Tema Para Hoje

Sindicatos e Ministério da Educação voltam a reunir por causa da prova de acesso

 

 

Os sindicatos de professores voltam esta sexta-feira ao Ministério da Educação para uma ronda negocial, dedicada em particular à prova de acesso à carreira docente para os professores contratados, já contestada pelas principais federações sindicais do sector.

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19 comentários

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    • FarinhaDoMesmoSaco on 26 de Julho de 2013 at 11:28
    • Responder

    Espero que não façam um acordo do género: passa de 14 para 13,5 valores… o MEC costuma dar sempre umas migalhas.


  1. Mas confirmam-se as reuniões? Os colegas têm estado a dizer que foram adiadas.

    • jota on 26 de Julho de 2013 at 11:36
    • Responder

    Bom dia Arlindo

    A minha questão é outra.
    Criou uma página para permutas, mas afinal quando é que se pode tentar fazer permutas?
    No site da dgae não está nada.
    Neste momento estou à espera que a escola me diga se tem ou não horário para mim.
    No caso de ter, posso tentar a permuta?
    Obrigado


    1. A permuta só é possível para os docentes que ficaram colocados nas listas de colocação que saíram esta semana. Quem não ficou colocado não pode permutar.

        • jota on 26 de Julho de 2013 at 11:55
        • Responder

        Obrigado Arlindo.
        Não percebo porquê… mas eles é que sabem!
        Assim também dificilmente existirá permuta…


  2. “Curiosamente, admite dispensar da prova os que, com 1 ou 2 anos de serviço, colocados em anterior e até, em não poucos casos, ilegal “oferta de escola”, venham a obter colocação no primeiro período do próximo ano letivo, mas não abdica de perseguir os que, por exemplo, com 20 anos de serviço, ficarem desempregados nesse primeiro período”.

      • FarinhaDoMesmoSaco on 26 de Julho de 2013 at 12:27
      • Responder

      A ser verdade, é mais uma atrocidade de todo o tamanho.


  3. Mas depois de fazer a prova passamos a docentes de carreira? Ou continuamos na camioneta dos contratados?? É que chamar à prova “de acesso à carreira docente” quase parece provocação e é, sem dúvida publicidade enganosa.

      • Ana Guedes on 26 de Julho de 2013 at 12:41
      • Responder

      Sem dúvida, Antero! É enganoso! Prova de acesso à profissão e não à carreira. Enfim…,

    • Paula Mesquita on 26 de Julho de 2013 at 12:00
    • Responder

    Esta prova é o testemunho vivo e atual da cumplicidade entre os partidos do arco da governação (PS, PSD e CDS). As ideias que engendram ocultamente da sociedade são exatamente as mesmas.
    Continuem a votar neste partidos para nos governar. O objetivo deles é privatizar a Educação em Portugal e colocar os portugueses a pagar os estudos.

    Não se iludam! O que está a acontecer com a Saúde irá acontecer com a Educação.

    • Maria Santos on 26 de Julho de 2013 at 13:06
    • Responder

    Devem ser coerentes e reafirmar os princípios por se bateram, acerca desta prova, na anterior negociação com um dos governos socialistas. Nada mudou nesta matéria.

    • joao on 26 de Julho de 2013 at 13:21
    • Responder

    Mas sinceramente estão preocupados com uma prova quando nem sequer vai haver pelo andar da carruagem quaisquer contratados? Sinto vergonha pela nossa classe, a haver qualquer prova devia começar pelo QI a quem nos governa, depois a todos os assessores e tachos de cargos publicos e somente apos realizariam as provas todos, todos os docentes, efetivos e contratados. Ninguem quer começar um novo sindicato, serio, reivindicativo, contestario e inflexivel na defesa da educação!?

      • Maria Santos on 26 de Julho de 2013 at 13:30
      • Responder

      Vamos para a frente com esse novo Sindicato, sério, reivindicativo, contestário e inflexivel na defesa da educação. Não pode é ser um Sindicato de patrões, à espera de terem tempo para os seus negócios, à pála das dispensas . Isso já existe.

      • ginbras on 26 de Julho de 2013 at 22:34
      • Responder

      já ouviram falar na anvpc?

    • Karkov on 26 de Julho de 2013 at 15:55
    • Responder

    Em primeiro lugar penso que esta prova de acesso vem descredibilizar todas as universidades/ faculdades/ institutos do nosso país. E estranho ainda não ter havido uma reação por parte destes/ destas. Em segundo lugar e como é normal nos nossos sindicatos, não vão defender os contratados. Se fosse para os quadros já havia uma greve geral marcada, como é para os contratados…
    Custa-me ter andado a estudar cinco anos, ter pago as propinas, ter feito um estágio pedagógico com aulas assistidas com orientadores e metedólogos e agora virem – me dizer que tenho que fazer um exame, porque não sabem se estou preparado para dar aulas.
    Se é para fazer um exame, então todos neste país têm que fazer exame, sejam eles de quadro, contratados, ministros, secretários de estado, etc.
    Se a formação que tiveram na universidade deles serve, para mim também tem que servir.
    É uma vergonha o que se passa! Todos os anos há alterações de leis (e quem ganha com isto são as sociedades de advogados…), nunca sabemos onde vamos trabalhar e se vamos, tratam-nos “abaixo de cão” e depois ainda nos descredibilizam desta forma.
    Se os sindicatos não nos souberem defender, considero que todos os contratados se devem desindicalizar.
    E sim, deve-se criar um sindicato justo, independente e que nos saiba defender verdadeiramente.

      • FarinhaDoMesmoSaco on 26 de Julho de 2013 at 16:55
      • Responder

      Nem mais!!!

    • tecas on 26 de Julho de 2013 at 17:55
    • Responder

    Colegas,

    já viram que nunca temos sossego?! Não nos basta passar o mês de férias na agonia de não sabermos se temos colocação, surge agora mais esta da prova de “conhecimentos”! Será que os ministros da educação são selecionados pelo grau de maldade que possam incutir aos professores contratados?
    E que tal tomarem medidas para motivar os docentes, para nos fazerem ter uma réstia de esperança no futuro e nos dirigentes políticos?!

    • Carlos on 27 de Julho de 2013 at 2:13
    • Responder

    Resposta ao Antero: concordo plenamente com o seu comentário, porém as provas não são só para contratados (é preciso ter isso em conta) talvez nas reuniões com os sindicatos sejamos nós contratados a moeda para troca (se calhar é essa a ideia).

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