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Carta ao Ministro Sobre a Prova de Acesso

Esta carta foi-me enviada por uma leitora do Blog para ser enviada ao Ministro da Educação.

 

Colegas,

 
Uma sugestão: adaptem esta carta e enviem-na para o Ministro da Educação gabinete.ministro@mec.gov.pt –  e para os vários parlamentares – http://www.parlamento.pt/Paginas/Correio.aspx e divulguem p os restantes colegas contratados se mexerem.
 

Votos de férias mais ou menos tranquilas…

 

DG

 

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34 comentários

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    • Apoiovirtual on 26 de Julho de 2013 at 17:56
    • Responder

    Essa Prova não faz sentido para quem tem dez ou mais anos de serviço e faz para quem tem menos tempo?!!!

    Neste sentido só tenho lido absurdos…


  1. A prova não tem sentido e ponto final. Se não serve a uns também não serve a outros. É inacreditável o que está a acontecer.

    • Eduardo on 26 de Julho de 2013 at 19:07
    • Responder

    concordo genericamente com o conteúdo da carta, mas o ponto D não posso de todo concordar… anos de serviço não é garante de qualidade, eu tenho menos de 5 e não me considero inferior. concordo mais com a Ana, a prova nestes moldes não tem sentido, se não serve a uns não serve a outros, ponto!

    • ferpin on 26 de Julho de 2013 at 19:13
    • Responder

    Fazer uma prova escrita para tentar detectar quem não tem “jeito” para dar aulas nem merece mais do que: “imbecilidade”.

    • Legislador on 26 de Julho de 2013 at 19:33
    • Responder

    “….realizando mestrados e doutoramentos que de nada lhes serviram a nível profissional…”

    Estes argumentos que verifico, quando se choram que já são Mestres e outras coisas, enfim, podiam (alguns) estar “caladinhos” … enfim

    • Assistente Técnico on 26 de Julho de 2013 at 19:36
    • Responder

    Para que serve “O Período Probatório ” e/ou Período Experimental ? Que consta no contrato e no código de Trabalho ?

    • Maria on 26 de Julho de 2013 at 19:45
    • Responder

    A admissão a várias profissões e cargos, tanto no público como no privado, em Portugal como no estrangeiro, depende da prestação de provas escritas e entrevistas públicas. Alegarem que uma prova não pode ser um mecanismo de seleção credível não nos eleva nem nos dignifica, porque isso é o que se faz em todo o lado…

      • FarinhaDoMesmoSaco on 26 de Julho de 2013 at 22:59
      • Responder

      A Maria até pode dominar a 100% as matérias que leciona mas isso não faz de si uma boa professora. Não me alongo mais.

      • Ana Costa on 26 de Julho de 2013 at 23:03
      • Responder

      Maria, a admissão à profissão é feita em alguns casos com uma prova de acesso. Mas para os que acedem. Não para os que já exercem há 5, 10, 15 anos. Essa é a falácia desta proposta – seria o mesmo que quererem agora que médicos e enfermeiros com vários anos de serviço fizessem uma prova teórica que os pudesse impedir de trabalhar (atenção porque a ideia não é fazer uma prova cujo resultado seja contemplado na graduação dos professores – estamos a falar de uma prova de admissão ON/OFF).
      Ah! Mas os professores contratados não estão na carreira docente?… Não estão só e porque o estado não cumpre a lei geral do trabalho, caso contrário com 3 anos de serviço, estaríamos efetivos.
      Último apontamento: prova para acesso à carreira quando sabemos que na próxima década ninguém efetivará?!? Só podem estar a gozar com o pessoal, certo?

      • Maria on 26 de Julho de 2013 at 23:18
      • Responder

      Pode não fazer de mim uma boa professora, concordo consigo Farinha, mas se esses forem os requisitos para aceder, e partindo do princípio que eu quero continuar a trabalhar, não vejo que reste alternativa, ou resta?
      Se tivesse que me sujeitar a fazê-la para continuar a trabalhar fá-la-ia, não tinha outro remédio! A não ser trabalhar por conta própria, e aí ninguém me poderia obrigar a fazer coisa nenhuma, mas isso era se fosse eu a mandar em mim própria, coisa que não se aplica.
      Não devo estar a expressar-me com clareza suficiente porque pensam que estou aqui a atacar os colegas, mas já o disse aqui e repito: se tivesse que a fazer agora, ou se tivesse que a ter feito no passado, tê-la-ia feito. Dizer isto não é atacar ninguém, ou é?
      Entre isso e ficar desempregada a escolha era muito fácil, mas eu sempre fui para todo o lado, por isso… Cada um sabe de si.

      • Nuno Gonçalves on 26 de Julho de 2013 at 23:43
      • Responder

      A colega fala muito, mas acerta pouco. É fácil defender medidas que nunca nos irão afetar diretamente. Os seus comentários sardónicos revelam o desdém que nutre pelos que, ao contrário de si, terão que realizar uma prova projetada com o pressuposto de eliminar pessoas das listagens. É esse o objetivo desta medida! Não é avaliar, atestar ou seja o que for. Ninguém pode mudar as regras do jogo a meio! Porque tenho eu que provar que sou bom no que faço, quando há pessoas nos quadros (nada contra elas!!), que têm uma graduação inferior à minha. Estão aptas porque se sujeitaram a ir para longe e eu não? Tenha cuidado com o que escreve. Há pessoas aqui que já só pensam em como vão alimentar os filhos durante o próximo ano…

        • Maria on 27 de Julho de 2013 at 1:07
        • Responder

        O senhor estará perfeitamente apto, não duvido, mas se quiser continuar a trabalhar para o mesmo patrão e a prova vier para ficar, terá que a fazer. Ou não, e procurará outro meio de subsistência.
        Acho pouco provável que alguém experiente e capaz não consiga obter a classificação mínima, mas enfim…
        Talvez o efeito pretendido seja mais dissuasor do que propriamente seletivo, e a avaliar pelo que aqui leio, provavelmente o primeiro sobrepor-se-á a tudo o resto.
        Por fim, colega, cada um faz o que quer da sua vida e assume a responsabilidade e as consequências dos seus atos.

    • 24 anos de contratada on 26 de Julho de 2013 at 22:11
    • Responder

    A Maria deve ser QA……… por acaso fez algum exame e entrevista para ser do quadro? É mais competente que os contratados??????????

      • Maria on 27 de Julho de 2013 at 1:10
      • Responder

      Não, não fiz porque não era exigida, senão teria feito.
      Só estou no quadro porque sempre arrisquei e fui para onde ninguém, há 20 anos, queria ir, coisa que muita gente nunca quis fazer e agora queixa-se que o mundo lhes está a desabar sobre a cabeça…

        • Maria on 27 de Julho de 2013 at 2:06
        • Responder

        Ai Maria …. só escreve patetices. Como fico triste com estes professores invejosos, pouco cultos e sem visão politica. Cuidado Maria porque em breve poderá entrar em horário zero … enfim, enfim.

        • Maria on 27 de Julho de 2013 at 16:43
        • Responder

        Oiça, posso garantir-lhe que, se isso acontecer, não virei aqui lamentar-me. E está redondamente enganada quanto à inveja, isso é coisa que nunca fui, não tenho razões para isso. A cultura, a visão política, enfim… É discutível… A senhora fica com a que acha que tem.

    • Zaratrusta on 26 de Julho de 2013 at 23:17
    • Responder

    Como esta Maria, há por ai muitos.

    • maria on 26 de Julho de 2013 at 23:41
    • Responder

    certamente não precisou de entrevista….mas,aconselhada a concorrer ao sitio onde existia a vaga
    nem todos foram bafejados pela sorte…azar o meu.


  2. Conhecem aquele ditado “Pimenta na boca dos outros é refresco”? É isto…

    • luís palma de jesus on 27 de Julho de 2013 at 11:19
    • Responder

    pois. Como a Maria, outros foram igualmente para todo o lado, lá andaram, e são agora contratados. no meu caso com 2 licenciaturas das antigas (5 anos cada) 1 ano de estágio e 2 pós.grad incompletos. farei 20 anos disto em 2014.
    Esta minha situação é certamente a norma para os contratados com 20 ou mais anos de ensino.
    Talvez a tese da Maria seja um “Eu QA, também quero fazer a Prova” e irá lutar pela sua tese – neste caso veremos coerência – defender a Prova quando é para os outros já causará estranheza
    luís

      • Maria on 27 de Julho de 2013 at 16:44
      • Responder

      O senhor certamente não leu os restantes posts, sempre disse que se me pedirem que a faça, faço-a.

    • 24 anos de contratada on 27 de Julho de 2013 at 17:09
    • Responder

    Esta Maria merece ser convidada para ministra da “deseducação”!!!!!!!!!!!!

    • Outra Maria :)) on 28 de Julho de 2013 at 0:37
    • Responder

    Coitada da Maria que teve de ir para longe para entrar em QA…é mau sinal! Ainda bem que se livrou da prova! 🙂

    • Inês 510 on 28 de Julho de 2013 at 10:00
    • Responder

    Maria, DEIXE DE SER HIPÓCRITA, há 20 anos tudo era bem diferente. Com 3 ou 4 anos de de serviço ká se conseguia ficar efectivo (sei do que falo, tenho familiares nessa situação!), e aproximar do local de residência. Eu há 10 anos que dou aulas, mas tenho perto de 6 de serviço, porque na maioria das vezes os horários não são completos (não sei se sabe o que isso é!),
    Mesmo indo para longe posso ficar com 12 horas o que é óptimo para quem tem que pagar casa e tudo o resto.
    Se fosse como NO SEU TEMPO eu ia para o ponto mais a norte do país mesmo sendo do sul.

      • maria on 28 de Julho de 2013 at 16:19
      • Responder

      Sabe que usar maiúsculas neste contexto é o equivalente a gritar, não sabe? O que, não me conhecendo de lado nenhum, e não a tendo eu interpelado, é falta de educação, colega.

        • Inês 510 on 29 de Julho de 2013 at 16:59
        • Responder

        Para dar resposta ás suas respostas hipócritas, fique sabendo que gritava o tempo que fosse preciso e na sua cara. Não me interpelou?? Desde que interpele os contratados também me interpela.
        Quanto há falta de educação aconselho-a a avaliar-se primeiro em vez de falar dos outros….

        E para que não tenha trabalho. não vale a pena responder, pois não gosto trocar comentários com gente “baixinha”

    • Inês 510 on 28 de Julho de 2013 at 10:04
    • Responder

    Relativamente á prova prova:

    Para que serve, o ” Estágio”, “O Período Probatório ” e/ou Período Experimental ?

    Não é só a partir de 10 anos de serviço que estamos prontos a dar aulas!!!

    • A.O. on 28 de Julho de 2013 at 22:04
    • Responder

    Mas quem é que querem enganar? O objetivo desta prova não é para testar conhecimentos e muito menos competências! O verdadeiro propósito desta prova é tapar com a vergonha milhares e milhares de contratados que engrossarão ainda mais os números do desemprego. Eliminando-lhes a possibilidade de concorrer, deixam de aparecer nas listas e assim este despedimento massiço pode passar despercebido para a comunicação social e em termos de estatísticas. Espero que os sindicatos se mexam e que todos abram os olhos, porque este ministro não anda a dormir…

      • Apoio Virtual on 29 de Julho de 2013 at 13:17
      • Responder

      Se os sindicatos fizerem o lindo serviço com este assunto como fizeram com a ADD mais valem deixar de chular o pessoal com as cotizações e fechar as portas. Deste modo, poderia ser que surgisse um único elemento que defendesse o real interesse dos professores e os unisse.

    • Patrícia on 29 de Julho de 2013 at 11:16
    • Responder

    Colegas, já assinaram a petição???

      • Fernando Matos on 29 de Julho de 2013 at 13:04
      • Responder

      A colega pode dispor o link direto? Grato. Vou seguir esta comunicação.


      1. http://peticaopublica.com/viewsignatures.aspx?pi=P2013N70418&page=1
        Assinem e passem palavra o mais possível.

          • Fernando Matos on 29 de Julho de 2013 at 17:12

          Não seria antes http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=P2013N70418 ?

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