Depois da Mobilidade Especial e do Regime de Requalificação surge um novo nome para um fim idêntico, Valorização Profissional.
Clicar na imagem para aceder à Lei n.º 25/2017, de 30 de Maio.
Mai 30 2017
Depois da Mobilidade Especial e do Regime de Requalificação surge um novo nome para um fim idêntico, Valorização Profissional.
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Mai 29 2017
Nos anos que levo pelas escolas já vi crianças com necessidade de muitas coisas. A que mais vezes vi, foi a necessidade de higiene, por mais incrível que possa parecer. Mas sempre que algum professor se apercebe que a necessidade se deve a falta de alimentação, fome, tenho a certeza, ouso dizer, que essa necessidade é imediatamente colmatada. Muitas das vezes às custas dos próprios docentes. Na escola a única fome que deve existir é de conhecimentos e crescimento pessoal.
Por isso não entendo… “acabar com fome nas escolas”? Se a fome existe não é na escola, apenas lá vai para ser “morta”.
Em relação às medidas, se bem organizadas, acabavam com as necessidades que vêm de casa… e que devem ser combatidas, também, fora da escola.
Algumas das medidas são:
• pequeno-almoço para todos nas escolas;
• gratuitidade das refeições em período de férias escolares;
• garantir a qualidade e quantidade da comida nas cantinas.Pobreza infantil: BE quer ouvir crianças, reforçar abono e acabar com fome nas escolas
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Mai 29 2017
… financeiro, claro.
O acordo para a descentralização na área da Educação entre o Governo e a Associação Nacional de Municípios pode estar em risco. O aumento de competências das autarquias não prevê um maior orçamento e por isso a Associação diz mesmo que só aceita o plano se o executivo aumentar o financiamento.
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Mai 29 2017
No total existem 2.864 docentes que pretendem a mudança do seu grupo de provimento e já foi analisado aqui o fluxo de candidaturas por grupo de provimento.
1.127 docentes pretendem a mudança para o grupo 910 – Educação Especial 1, 385 para o grupo 260 – Educação Física e 283 para o grupo 230 – Matemática e Ciências.
Este quadro apresenta o número de candidatos em 1ª e 2ª prioridades (QA/QE e QZP respectivamente) o número de docentes que pretendem a mudança de grupo (3ª prioridade) e o saldo de vagas positivas e negativa a concurso no concurso interno.
Tento mostrar aqui em que grupos de recrutamento será mais fácil haver mudança de grupo de provimento. Assinalei a verde os grupos de recrutamento que considero mais prováveis que pelo menos metade dos docentes em concurso consigam essa mudança.
Para quem é contratado e olha para o grupo da Educação Especial como uma escapatória para uma colocação deve começar a olhar para estes dados e perceber que mais meio milhar de docentes dos quadros vão passar a ocupar lugar no grupo 910. Já para não falar em 204 docentes que vão vincular pela Norma Travão mais 526 pela Vinculação Extraordinária.
Em 1 de Setembro de 2017 vão existir no mínimo menos 1.000 lugares neste grupo para professores contratados.
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Mai 29 2017
Sindicatos independentes de professores admitem recorrer à greve
ASPL, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SIPE, SIPPEB e SPLIU, seis estruturas sindicais independentes representativas de educadores e professores solicitaram uma reunião de urgência ao ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.
“Os Sindicatos Independentes esperam reunir com o Sr. Ministro a curtíssimo prazo para obterem as necessárias respostas, esclarecimentos e compromissos em relação aos assuntos em apreço, sob pena de terem de ponderar outras formas de luta, entre as quais, o recurso à greve”, explicam os sindicatos em comunicado enviado às redações.
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Mai 29 2017
Projeto “Mentes Sorridentes” está a ser avaliado pelo centro de neurodesenvolvimento do Hospital Beatriz Angêlo e os resultados são animadores
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Mai 29 2017
Os projectos Fénix e Turma Mais são projectos que visam a promoção do sucesso educativo dos alunos e muito em voga este ano com a implementação de 2915 medidas no âmbito do Programa Nacional de Promoção de Sucesso Escolar.
No entanto deixo no ar a questão colocada no título do artigo, será mais adequada a constituição de projectos que retirem alunos da sala de aula para “ninhos” ou poderá ser mais vantajoso mudar a constituição de turmas para criação de turmas de nível?
É também possível neste momento fazer-se aqui um balanço das medidas que estão este ano a ser implementadas nas escolas?
Número de adesões tem vindo a aumentar e a metodológica pedagógica que arrancou em 2008, no primeiro ciclo do básico, está já a ser testada também no secundário.
Na prática, é simples. Cada turma tem, além do professor titular, um professor de apoio, o chamado professor Fénix. Sempre e logo que um determinado grupo de alunos evidencia dificuldades acrescidas na aprendizagem de uma dada matéria, esses alunos são “puxados” para um espaço exterior à sala de aula — o ninho — onde, até um máximo de seis horas por semana, o professor titular lhes garante um ensino mais personalizado. “Cria-se aqui um ambiente de calma e tranquilidade em que os alunos se sentem à vontade e não ficam envergonhados perante o que os outros possam pensar quando dizem ‘Professor, não percebi’, porque está dentro de um grupo que tem as mesmas dificuldades”, explica Moreira.
Escola Básica de Esgueira, em Aveiro, reduziu a zero as retenções que em 2013/14 afectavam 13,5% dos alunos do 2.º ano de escolaridade. O segredo? Criar “ninhos” de alunos para atacar logo quando surgem as primeiras dificuldades de aprendizagem.
Na prática, o que mudou? “Cada turma tem dois professores, o titular e um de apoio. Quando o professor titular se apercebe que há alunos que evidenciam dificuldades num determinado conteúdo, chama-os para o “ninho”, onde, numa sala diferente e até um máximo de seis horas por semana, estes alunos são ajudados a ultrapassar as respectivas dificuldades. Enquanto isso, o professor de apoio fica com o resto da turma dá continuidade aos trabalhos com os restantes alunos, ajudando-os a aprofundar as matérias dadas.”
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Mai 28 2017
O próximo quadro coloca os docentes QA/QE que concorrem em 1ª prioridade no concurso interno no QZP de onde é a sua escola de provimento.
No total existem 17.637 docentes QA/QE a concorrer para mudar de agrupamento, 319 destes docentes são docentes QA/QE das Regiões Autónomas.
O quadro seguinte faz a distribuição dos docentes QZP pelo seu QZP de provimento. (2ª Prioridade)
No total existem 13.221 docentes QZP a concorrer, 345 deles provêm das Regiões Autónomas.
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Mai 28 2017
Em breve estava uma grande marcha de indignação marcada.
Proposta do governo para a descentralização já em 2018. Parque escolar fica de fora
Competências que até agora a maioria das câmaras municipais só detinham a nível do pré-escolar e do 1.º ciclo – como a propriedade física das escolas, a tutela do pessoal não docente e a responsabilidade pela Ação Social Escolar, refeições, pequenas e grandes obras nos estabelecimentos, segurança e até a contratação de serviços como a água e eletricidade – vão ser integralmente entregues aos municípios, abrangendo agora todos os ciclos do ensino básico e do secundário. É o que prevê a proposta do governo para a descentralização de competências na área da Educação, documento que o governo entregou à Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e ao qual o DN teve acesso.
De acordo com o projeto legislativo, que prevê a implementação destas medidas a partir do ano letivo de 2018-19, apenas a tutela dos professores e de parte das escolas – algumas escolas agrárias mas sobretudo as secundárias atualmente pertencentes à Parque Escolar – ficam fora da lista de recursos físicos e humanos a entregar às autarquias. Isto, apesar de o diploma pouco adiantar sobre o modelo e os montantes desta enorme operação de descentralização.
Já existe um grupo de autarquias com boa parte das competências que o governo quer generalizar. O primeiro, cerca de uma centena, são câmaras que em 2009 assinaram contratos de delegação de competências com o Ministério da Educação, à época liderado por Maria de Lurdes Rodrigues. O segundo grupo diz respeito a um conjunto de 14 concelhos que, em 2015, integraram um projeto-piloto do anterior governo, assinando contratos interadministrativos com a Educação e a Administração Interna.
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Mai 27 2017
… e estão apresentados por grupo de recrutamento na coluna laranja (clicar no quadro para ver melhor).
Na tabela pode-se também perceber que 166 candidatos são opositores no mesmo grupo de recrutamento aos 2 concursos (pintados a vermelho). Estes candidatos poderão ser opositores também a outros grupos, mas não tive tempo para fazer essa análise.
Há ainda 153 candidatos que reunindo condições da Norma Travão, para um determinado grupo de recrutamento, não são opositores na vinculação extraordinária nesse mesmo grupo.
Veremos o que acontece ao nível da extinção de vagas, mas isto de haver vários concursos em simultâneo, com os mesmos candidatos, nunca me pareceu boa ideia.
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Mai 27 2017
… que aos poucos a transferência será total.
De acordo com o projeto de decreto-lei a que a agência Lusa teve acesso, a proposta do Governo prevê que “os municípios procedem ao recrutamento e seleção do pessoal não docente, incluindo assistentes operacionais, assistentes administrativos e técnicos de educação especial, a afetar aos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas da rede escolar pública do Ministério da Educação”.
O projeto de decreto-lei prevê igualmente que estes três grupos de profissionais, quando tenham vínculo ao Ministério da Educação (ME), o vejam transferido para as autarquias, “que assumem a competência da respetiva gestão”, mas respeitando direitos adquiridos, mantendo “o direito ao vínculo, à carreira, à categoria e níveis remuneratórios detidos à data da entrada em vigor” do diploma, com aplicação prevista nas escolas para o ano letivo de 2018-2019.
A proposta do Governo prevê ainda que os contratos interadministrativos assinados pelo anterior Governo com 15 municípios para um projeto-piloto de transferência de competências na área da Educação caduquem quando o novo diploma de descentralização de competências entrar em vigor, “salvo no que respeita às matérias delegadas que não sejam objeto de transferência nos termos do presente decreto-lei”, refere-se.
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Mai 26 2017
Sou professora por vocação, nem poderia ser de outra forma, pois só por vocação poderia insistir em continuar nesta profissão. Calcorreei meio país, esforcei-me por melhorar, tentei procurar alternativas…
O meu nome é XXXXXXXXXXXXXX, sou professora de Inglês / Alemão, grupo 330 e sou QZP há 17 anos. Atualmente, encontro-me num quadro de zona bem distante das minhas raízes.
As minhas raízes estão em Viseu. É Viseu que considero o meu porto seguro, é lá que tenho a minha família, os meus amigos, a minha estabilidade emocional, de que tanto preciso. No entanto, nunca pude ficar junto deles, pois fui sempre colocada longe.
Decidi, desde sempre, não desistir, lutar para conseguir melhorar esta minha situação e recentemente nasceu em mim a esperança de conseguir, finalmente, aproximar-me de minha casa. Sendo professora de Inglês, tirei a formação que me permitiu ter certificação para lecionar no grupo 120 – Inglês do 1º Ciclo.
Comecei a trabalhar com crianças de 3º e 4º ano e adorei este novo mundo! São mágicas, amo-as, pois todos os dias trazem um pouco mais de alegria à minha vida. Assim, decidi mudar de grupo para melhorar a minha vida profissional, após vinte anos de serviço.
Decidi… Sim, decidi, mas a minha decisão de nada serviu, pois afinal, ao contrário do que seria expectável, apenas abriram algumas vagas para o grupo 120, no Concurso Interno.
No entanto, como por magia surgiu o Concurso de Vinculação Extraordinária. Abriram 13 vagas para o QZP 03 (Viseu e Aveiro), às quais eu não pude concorrer. É verdade, meus caros, estas vagas são apenas para professores contratados! Porquê? Eu quero muito pertencer ao QZP 03, no grupo 120, e sou muito mais graduada do que a maioria dos professores que irão ficar com esses lugares. Não entendo porque deverei ser ultrapassada por professores com muito menos tempo de serviço do que eu, não entendo porque esperei vinte anos e agora os professores ditos precários me ultrapassam e tornam a minha situação de vida indefinidamente precária. Hoje entram treze, no próximo ano outros tantos e depois mais uma dúzia… E assim os precários terão a sua vida facilitada, trabalharão ao lado das suas casas, enquanto eu aguardo pelo dia que nunca mais chega.
Sinto-me injustiçada, ultrapassada, enganada por este sistema de concurso! É revoltante ver que, afinal, nós os professores dos quadros não temos qualquer hipótese de melhorar as nossas vidas.
Sou apenas uma professora, para a maior parte serei apenas um número na lista, mas também sou mãe, também tenho família, também tenho direito a ver a minha vida melhorada, após tantos anos de sacrifício.
Sou apenas uma professora, mas há tantos outros na minha situação desesperantemente injusta.
A cada ano que passa e abrindo mais vagas para o concurso extraordinário, maior se tornará a precariedade no interior dos quadros. A grande maioria das vagas que abriram para o concurso extraordinário são do interesse dos professores que se encontram atualmente nos quadros. A abertura de vagas para concursos aos quais os professores dos quadros não podem concorrer subverte toda a justiça do concurso de professores e impede que os professores dos quadros (por norma mais graduados) reduzam a precariedade em que vivem.
Nós, professores dos quadros, estamos condenados a trabalhar longe de casa eternamente. As mudanças de quadro ou de grupo tornam-se apenas miragens que, infelizmente, se esfumaçam assim que nos aproximamos delas.
E os professores contratados? Os professores contratados também devem poder entrar nos quadros, mas com respeito pela lista de graduação.
Os professores dos quadros estão a ser profundamente lesados com este molde de concursos.
Sou apenas uma professora, mas espero que a minha voz se faça ouvir.
Sou apenas uma professora, mas seguramente outras vozes se irão juntar à minha, após a leitura deste texto.
Será que alguém me pode explicar porque é que a lista de graduação deixou de ser seguida nas colocações?
Para quando justiça nos concursos de professores?
Uma professora injustiçada
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Mai 26 2017
A Reserva de Recrutamento 33 será no dia 2 de Junho.
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Mai 26 2017
No espaço reservado ao médico no Relatório Médico da Mobilidade Por Doença existem 3 perguntas onde o Médico deve assinalar (sob orientação do docente) os vários SIM e NÃO.
Se na primeira e na terceira questão não há dúvidas no que assinalar, já na questão 2 chegam-me várias dúvidas.
Este ano surge um segundo não que apenas se aplica aos docentes QZP que pretendam efectuar o pedido de Mobilidade Por Doença para 2017/2018 para a mesma escola de colocação por concurso no ano lectivo 2016/2017. E porquê este Não? Porque cessam todas as mobilidades com a existência de um concurso interno e o docente QZP ainda não sabe qual a sua escola de colocação em 1 de Setembro de 2017.
Se o docente QZP foi colocado em Mobilidade Por Doença em 2016/2017 e pretende pedir novamente Mobilidade Por Doença para 2017/2018 para a mesma escola de 2016/2017 deve colocar SIM, pois essa colocação não foi obtida por concurso, mas sim por Mobilidade Por Doença. A única dúvida que pode existir é que em 2016/2017 os docentes foram colocados quer por Mobilidade Interna quer por Mobilidade Por Doença e no caso de ambas as colocações terem sido para a mesma escola como se deve colocar a “cruz” se no SIM ou no segundo NÃO. Se alguém tiver essa resposta da DGAE indique na caixa de comentários.
À partida todos aqueles que colocarem o primeiro NÃO ficarão com os pedidos indeferidos por estarem a declarar não necessitarem de deslocação para agrupamento diverso daquele que estão colocados.
A única dúvida que tenho e seria bom que a DGAE esclarecesse é se o docente obtiver colocação no concurso interno para a escola que indicará entre o dia 2 e 8 de Junho na candidatura à MPD se pode vir a anular este pedido, ou se o pedido é anulado automaticamente pela DGAE por deixar de haver necessidade de deslocação para agrupamento diverso daquele em que se encontra colocado/provido.
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Mai 26 2017
Tiago Brandão Rodrigues convocou organizações sindicais para reuniões a seis de junho mas estas querem mais garantias
O Ministério da Educação (ME) chamou as organizações sindicais para reuniões negociais, no dia seis de junho, mas estas avisam que a convocatória não basta para travar as ações de luta que estão em cima de mesa, nomeadamente as greves, exigindo garantias reais do ministro de que há margem para mexer em temas como as carreiras, a vinculação de mais professores contratados, os horários de trabalho e a idade da reforma.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que tinha dado um prazo, até ao dia de hoje, para reunir com o ministro Tiago brandão Rodrigues, tem prevista uma tomada de posição oficial. Mas ao DN, Mário Nogueira, secretário-geral desta organização sindical, avança desde já que os professores não aceitarão “ficar na expectativa” até dia seis de junho: “No dia 1 de junho temos reunião do nosso secretariado nacional e se até lá não tivermos reunido com o Ministério, o que estará em cima da mesa serão as medidas a tomar face à ausência de respostas”, avisou, precisando: “A discussão será para decidir se avançamos para a greve ou para uma manifestação nacional”
João Dias da Silva, da Federação Nacional de Educação (FNE), também recusa afastar desde já o recurso a medidas de luta. Mas admite esperar para ver o que o Ministério da Educação tem para propor: “Temos reunião se secretariado nacional proximamente. A Greve é sempre uma hipótese importante”, avisa. “A reunião do dia 6 de junho será uma importante pedra de toque para avaliarmos qual é a disponibilidade do Ministério para resolver as questões que respeitam a docentes e não docentes”.
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Mai 25 2017
O quadro seguinte refere-se ao QZP de colocação dos candidatos ao Concurso de Vinculação Extraordinária (VE). Como se previa os QZP’s 1 e 7 são aqueles de onde provém a esmagadora maioria dos candidatos, o que indicia que serão também os mais desejados.
Quero chamar a atenção para a coluna laranja – candidatos sem escola de colocação.
Apesar de não ser coincidente a 100%, é sabido que os candidatos bem colocados na lista de ordenação e sem escola de colocação nesta fase, provavelmente lecionam em colégios privados ou escolas com contratos de associação.
Tenho tido conhecimento de alguns candidatos nesta situação, que não reunindo as condições necessárias para concorrerem à VE (falo especificamente dos 5 contratos nos últimos 6 anos), viram a sua candidatura validada e surgem na lista de ordenação provisória porque as escolas de validação simplesmente não verificaram se as colocações nos últimos 6 anos se fizeram em escolas públicas.
Apesar de moralmente reprovável, até posso esforçar-me por perceber esta atitude desesperada de candidatos que têm muito mais a ganhar do que a perder, mas a leviandade das escolas que fazem a validação é que me deixa verdadeiramente preocupado.
Contudo, não querendo com isto fazer nenhuma caça às bruxas, espero que todos analisem a sua lista de ordenação e que aproveitem o período de reclamações (30 de maio) para denunciarem todas as situações que conheçam ou de que se apercebam entretanto. Terão de o fazer por mail para a DGAE ([email protected]).
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Mai 25 2017
Há ditos e desditos sobre este assunto.
A secretária de Estado parece ter garantido ao Jornal Público que não haveria a extinção de vaga no concurso extraordinário, caso o docente entrasse em ambos os concursos, depois de anteriormente ter dito que sim.
O aviso de abertura diz que extingue e Mário Nogueira refere ontem no Fórum da TSF isso mesmo, ao minuto 27:20.
Neste momento não garanto o que possa vir a acontecer com as vagas da Vinculação Extraordinária onde também fiquem colocados os docentes da “norma-travão”.
Se acredito em informações da Secretária de Estado aos jornais ou no aviso de abertura dos concursos.
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Mai 25 2017
… os filhos nunca podem ser bons exemplos.
A escola primária do Facho, em Vila do Conde, esteve fechada a cadeado na manhã desta quarta-feira. Os pais queixam-se de um aluno de 9 anos que agride funcionários e alunos.
Esta quinta-feira, os pais exaltaram-se e houve ainda alguns insultos trocados, tendo sido necessária a intervenção da GNR. A mãe da criança, Natália, disse à CMTV que o filho é hiperativo e que os pais das outras crianças perseguem o João Pedro.
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Mai 25 2017
Faz sentido que o Governo deixe de fora mais de metade dos professores que cumprem os critérios para a entrada nos quadros? As especificidades da educação exigem um elevado número de precários?
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Mai 25 2017
Dos dos 431 docentes em concurso na primeira prioridade do concurso externo existem 319 deles que também concorrem ao concurso da vinculação extraordinária.
No total existem 3019 vagas para o concurso da vinculação extraordinária e de acordo com as declarações da Secretária de Estado de Março, os docentes que obtenham colocação nos dois concursos anulam a vaga do concurso externo extraordinário.
No entanto, como ontem já foi novamente referido não vai haver anulação de vagas do Concurso Extraordinário caso exista esse duplicação de colocações.
Porque se houvesse anulação de vagas o número de vinculados no concurso extraordinário poderia descer para as 2.700 vinculações.
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Mai 25 2017
O próximo quadro apresenta a idade a 25/05/2017 de todos os candidatos ordenados na lista de admissão provisória do concurso de vinculação extraordinária de 2017.
A eliminação da precariedade com este concurso apenas incide para docentes com 36 ou mais anos de idade e a moda deste quadro situa-se nos 42 anos de idade.
Encontra-se assinalado a verde as modas por grupo de recrutamento.
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Mai 25 2017
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Mai 25 2017
Os próximos dados mostram o número de docentes do quadro em “fuga” por agrupamento de escolas.
A análise é feita apenas aos docentes QA/QE.
A escola com mais candidaturas em concurso é a escola de código 161238 – Agrupamento de Escolas de Arganil, com 99 candidaturas em concurso, no concurso interno.
Os motivos desta fuga podem ser vários, mas não deixa de ser curioso verificarem onde se encontra a vossa escola nesta lista. Para acederem à totalidade da lista cliquem na imagem seguinte.
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Mai 25 2017
O próximo quadro mostra o fluxo das candidaturas ao concurso interno por grupo de provimento.
Pela análise do quadro o que se verifica é que são os docentes dos quadros do grupo 110 – Primeiro Ciclo que mais pretendem a mudança para outro grupo de recrutamento. E é para o grupo 910 – Educação Especial 1 que isso acontece, onde 531 docentes do quadro do grupo 110 pretende a mudança. Segue-se depois a pretensa mudança para o grupo 260 – Educação Física (369 docentes) e 230 – Matemática e Ciências da Natureza (266 docentes)
Outra análise que se faz é que perto de 30% das candidaturas ao grupo 910 – Educação Especial 1 são de docentes provenientes de outros grupos de recrutamentos (986 docentes) e que pretendem a vinculação na Educação Especial.
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Mai 25 2017
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Mai 24 2017
E compreende-se a razão.
Muitos dos que beneficiam da 1ª prioridade só estão nessa prioridade porque já beneficiaram da quota de emprego para portador de deficiência em concursos anteriores e por esse motivo obtiveram os contratos sucessivos.
E esta situação não é nova, porque já em 2015 isso aconteceu.
Mas é sempre discutível a não aplicação da quota de emprego neste concurso externo. Eu concordo que não se aplique, mas pode haver opinião diferente.
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Mai 24 2017
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Mai 24 2017
Os prazos da Mobilidade Estatutária ainda não terminaram? Parece que não. Solicita-se às instituições interessadas que, com a maior brevidade possível, respondam a este email (as que o receberam) para que o processo possa continuar dentro dos prazos.
De: [email protected] <DGRHE.MECdgrhe.min-edu.pt@dgae.mec.pt>
Enviado: 23 de maio de 2017 15:40
Assunto: Mobilidade EstatutáriaExmos. Senhores,
Tendo a V. entidade beneficiado da colocação de docentes em regime de mobilidade estatutária no ano letivo 2016-2017, para que seja possível uma avaliação de uma eventual renovação da situação de mobilidade, o Ministério da Educação solicita o envio de resposta às seguintes questões:
1. Qual a atividade desenvolvida por cada um dos docentes afetos à V. entidade durante o ano letivo 2016-2017 (máx. 2 páginas com descrição do horário semanal típico e afetação do horário às diferentes funções desempenhadas)?
2. Quais os resultados obtidos pela ação específica de cada um dos docentes afetos à atividade?
3. Em que medida as funções desempenhadas requerem a afetação de um docente, tendo em conta o conteúdo funcional da profissão docente, conforme previsto no art.º 35.º do Estatuto da Carreira Docente?
4. O que justifica que os encargos com a contratação do docente não possam ser suportados pelo orçamento da entidade requerente?
Pretende-se com este inquérito a obtenção de dados para que se possa fazer uma apreciação de cada um dos requerimentos.
As respostas devem ser enviadas no prazo de 10 dias úteis para mobilidadeestatutaria2017@
dgae.mec.pt .
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora-Geral da Administração Escolar
Maria Luísa Oliveira
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Mai 24 2017
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Mai 24 2017
E tal como em anos anteriores não é possível eliminar preferências.
Aplicação eletrónica disponível entre o dia 24 de maio e as 18:00 horas de dia 30 de maio de 2017 (hora de Portugal continental), para efetuar a reclamação das candidaturas ao Concurso Interno, Concurso Externo/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso de Integração Extraordinário.
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Mai 24 2017
…os dados são os do blog, pois o Ministério da Educação não os forneceu.
Listas provisórias divulgadas nesta terça-feira mostram que o número de candidatos é o dobro do das vagas abertas.
António Costa garantiu nesta terça-feira no Parlamento que vai haver um novo processo de vinculação extraordinária de professores contratados. “No final de Maio, quando se concluir a avaliação das necessidades, vai haver novo processo de vinculação dos professores”, disse, em resposta à líder do BE, Catarina Martins.
Em resposta ao PÚBLICO, o gabinete de António Costa esclareceu que ainda não há data para este novo concurso e que o final de Maio, referido pelo primeiro-ministro, é a altura de conclusão do procedimento de vinculação extraordinária que está em curso. “Só depois serão avaliadas as necessidades”, especificou a mesma fonte.
As listas provisórias de colocação do concurso de vinculação extraordinária que está em curso foram publicadas nesta terça-feira: há 6321 candidatos para 3019 vagas. Ou seja, os professores que reúnem as condições estipuladas pelo Ministério da Educação (ME) para entrarem no quadro são o dobro dos lugares que a tutela disponibilizou. As contas são de Arlindo Ferreira, autor do blogue DeAR Lindo, especializado em estatísticas da Educação. O ministério não forneceu dados.
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Mai 24 2017
“Trabalhador precário não é trabalhador que contribua positivamente para a produtividade da empresa,” defendeu António Costa, em resposta à deputada bloquista Catarina Martins.
O primeiro-ministro negou que os professores estejam excluídos do processo de regularização da situação de trabalhadores precários na Função Pública e anunciou que no final deste mês será lançado um novo processo de integração dos docentes nos quadros.
Respondendo a questões da deputada do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, durante o debate quinzenal desta terça-feira, 23 de Maio, António Costa defendeu que o processo específico adoptado aos professores permitiu vincular 3.019 destes profissionais.
“No final de Maio, quando se concluir a avaliação das necessidades, vai haver novo processo de vinculação dos professores. Temos de mudar a estabilidade do corpo docente, não há nenhuma razão verdadeira para que esta seja a única classe profissional que viva permanentemente na incerteza,” defendeu o chefe do Executivo.
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Mai 23 2017
São 33.722 candidaturas que se encontram validadas nas listas provisórias de ordenação ao concurso interno de 2017.
Fica aqui a distribuição por grupo de recrutamento, o tipo de candidato e o local de provimento destas candidaturas.
283 candidatos são provenientes da Região Autónoma dos Açores e 534 da Região Autónoma da Madeira.
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