Sou professora (dos quadros)…

Sou professora (dos quadros)…

 

 

 

 

Sou professora por vocação, nem poderia ser de outra forma, pois só por vocação poderia insistir em continuar nesta profissão. Calcorreei meio país, esforcei-me por melhorar, tentei procurar alternativas…

O meu nome é XXXXXXXXXXXXXX, sou professora de Inglês / Alemão, grupo 330 e sou QZP há 17 anos. Atualmente, encontro-me num quadro de zona bem distante das minhas raízes.

As minhas raízes estão em Viseu. É Viseu que considero o meu porto seguro, é lá que tenho a minha família, os meus amigos, a minha estabilidade emocional, de que tanto preciso. No entanto, nunca pude ficar junto deles, pois fui sempre colocada longe.

Decidi, desde sempre, não desistir, lutar para conseguir melhorar esta minha situação e recentemente nasceu em mim a esperança de conseguir, finalmente, aproximar-me de minha casa. Sendo professora de Inglês, tirei a formação que me permitiu ter certificação para lecionar no grupo 120 – Inglês do 1º Ciclo.

Comecei a trabalhar com crianças de 3º e 4º ano e adorei este novo mundo! São mágicas, amo-as, pois todos os dias trazem um pouco mais de alegria à minha vida. Assim, decidi mudar de grupo para melhorar a minha vida profissional, após vinte anos de serviço.

Decidi… Sim, decidi, mas a minha decisão de nada serviu, pois afinal, ao contrário do que seria expectável, apenas abriram algumas vagas para o grupo 120, no Concurso Interno.

No entanto, como por magia surgiu o Concurso de Vinculação Extraordinária. Abriram 13 vagas para o QZP 03 (Viseu e Aveiro), às quais eu não pude concorrer. É verdade, meus caros, estas vagas são apenas para professores contratados! Porquê? Eu quero muito pertencer ao QZP 03, no grupo 120, e sou muito mais graduada do que a maioria dos professores que irão ficar com esses lugares. Não entendo porque deverei ser ultrapassada por professores com muito menos tempo de serviço do que eu, não entendo porque esperei vinte anos e agora os professores ditos precários me ultrapassam e tornam a minha situação de vida indefinidamente precária. Hoje entram treze, no próximo ano outros tantos e depois mais uma dúzia… E assim os precários terão a sua vida facilitada, trabalharão ao lado das suas casas, enquanto eu aguardo pelo dia que nunca mais chega.

  Sinto-me injustiçada, ultrapassada, enganada por este sistema de concurso! É revoltante ver que, afinal, nós os professores dos quadros não temos qualquer hipótese de melhorar as nossas vidas.

Sou apenas uma professora, para a maior parte serei apenas um número na lista, mas também sou mãe, também tenho família, também tenho direito a ver a minha vida melhorada, após tantos anos de sacrifício.

Sou apenas uma professora, mas há tantos outros na minha situação desesperantemente injusta.

A cada ano que passa e abrindo mais vagas para o concurso extraordinário, maior se tornará a precariedade no interior dos quadros. A grande maioria das vagas que abriram para o concurso extraordinário são do interesse dos professores que se encontram atualmente nos quadros. A abertura de vagas para concursos aos quais os professores dos quadros não podem concorrer subverte toda a justiça do concurso de professores e impede que os professores dos quadros (por norma mais graduados) reduzam a precariedade em que vivem.

Nós, professores dos quadros, estamos condenados a trabalhar longe de casa eternamente. As mudanças de quadro ou de grupo tornam-se apenas miragens que, infelizmente, se esfumaçam assim que nos aproximamos delas.

E os professores contratados? Os professores contratados também devem poder entrar nos quadros, mas com respeito pela lista de graduação.

Os professores dos quadros estão a ser profundamente lesados com este molde de concursos.

Sou apenas uma professora, mas espero que a minha voz se faça ouvir.

Sou apenas uma professora, mas seguramente outras vozes se irão juntar à minha, após a leitura deste texto.

Será que alguém me pode explicar porque é que a lista de graduação deixou de ser seguida nas colocações?

Para quando justiça nos concursos de professores?

 

Uma professora injustiçada

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248 comentários

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  1. Subscrevo por completo!

    Desde 2013, o início dos concursos extraordinários, que vem acontecendo esta subversão. Todo o esforço e sacrifício parece que não valeram de nada ao ver colegas muito menos graduados a ficarem no meu QZP enquanto eu continuo a 350km de distância.
    Pior é que depois, na altura de tentar aproximar na Mobilidade Interna, ainda concorrem à minha frente pois sou QA. E com a entrada de mais centenas de colegas para QZP, nunca mais conseguirei aproximar. Quem me mandou acreditar que a lógica dos concursos seria sempre que os efetivos tinham prioridade sobre os contratados e ter concorrido para efetivar mesmo para longe, para aos poucos ir aproximando? Tinha ficado quietinho, na minha zona de conforto mais uns bons anos e agora seria efetivo em QZP a dar aulas em casa, como vejo muitos.

      • António on 26 de Maio de 2017 at 18:32
      • Responder

      Somos milhares que nos encontramos nessa situação, até os novos quadros, os que entraram pela mesma porta que estes no ano passado, agora ficam prejudicados. Conheço vários que entraram para o 1º Ciclo porque não conseguiram entrar na Ed Especial e agora, como não há vagas de QZP para a Ed Especial no concurso interno lixaram-se, os menos graduados do ano passado este ano ficam melhor colocados. Este ministro é mais do mesmo, quando entrou pensei que voltasse ao concurso nacional idêntico ao da restante função pública, mas os sindicatos são quem manda, o Sr. Tiago Brandão não tem estofo para acabar com vinculações pela porta do cavalo. Quem não concorre a nível nacional não pode dizer que trabalha à 20 anos e nunca vinculou, pode é dizer que nunca vinculou onde queria, mas eu também não, há 17 anos que ando de um lado para o outro e sou dos Quadros à 15, houve gente esquisita que queria vincular, mas só em casa.
      Estes extraordinários são de uma injustiça estonteante e deveria haver forma de conseguirmos divulgar esta anormalidade a nível nacional, quando o resto da população compreender que os que agora vinculam recebem à anos subsídios de caducidade e que muitos não estão efetivos porque não quiseram, o barco vira. Quem é de quadro e entrou pela via normal de concurso, deveria ir ao sindicato fazer o que eu fiz em 2014, após o concurso e levar com a ladainha do sindicato que não pode fazer nada, entregar o cartão, agora mesmo que façam alguma coisa as vagas já estão ocupadas e o prejuízo dos QE e QZP mais antigos já é definitivo.

        • Ferreira Joaquim on 28 de Maio de 2017 at 18:53
        • Responder

        CARÍSSIMO… ANTÓNIO. O QUE DIZ É incrível-mente.!!
        ENTÃO o colega afirma “mas os sindicatos são quem manda” … Ora, os sindicatos NUNCA mandaram em NADA..:! Os ministros fazem o que querem. às vezes, coincidem com o que desejam os sindicatos e estes ficam todos contentes..:! Quer provas?? Veja:
        Os sindicatos queriam descongelar as carreiras mas…
        COMO NÃO MANDAM NADA… continuam as carreiras congeladas!
        Os sindicatos queriam aumentos de 4% mas… COMO NÃO MANDAM NADA… os salários estão na mesma!
        Os sindicatos queriam recuperação total do tempo integral de serviço mas… COMO NÃO MANDAM NADA… continua o tempo de serviço sem contar para nada…
        ORA BOLAS… Ainda diz que o MINISTRO É O SANTO e que são os SINDICATOS QUE MANDAM???

      • Professor do Quadro on 26 de Maio de 2017 at 21:03
      • Responder

      Um Professor QZP é, no fundo, um Professor Contratado de 1ª

      Isto dos QZPês é relativamente recente. Eu considero estes professores como contratados de 1ª porque em caso disto dar para torto são os primeiros a serem corridos com Horários Zero.

      Os únicos professores que pertencem na realidade ao Sistema são os Professores do Quadro (QA)

      1. A maioria dos horário 0 são QA porque não estão para fazer mais de 60km. Um qzp pode ser afecto a qualquer escola do seu QZP com apenas 8 horas, é mais difícil conseguir ser horário 0, o que até é bom dado que agora nem cortes há. Bom menos para o erário publico.

        • António on 26 de Maio de 2017 at 23:56
        • Responder

        Eu não percebo é a razão de um QZP do Porto poder concorrer para o Algarve na afetação à frente dos QE desse Quadro de Zona, então os QZP não servem para suprir as necessidades do sistema desse QZP? Qual é o motivo de poderem entrar no QZP do Algarve e na mobilidade serem colocados noutro QZP? É de loucos. Claro que nenhum QZP este ano quis concorrer a QE.

      • António on 27 de Maio de 2017 at 19:14
      • Responder

      “No que se refere à necessidade do recrutamento, a aferição desta cabe ao dirigente máximo do serviço. No entanto, a necessidade só é configurável para efeitos da abertura de concurso depois de ter sido, por esta ordem, esgotada:
      a) A possibilidade de ocupar o posto de trabalho através de trabalhador em mobilidade especial;
      b) A possibilidade de recrutar através de «outros instrumentos de mobilidade» (rectius, mobilidade interna e cedência de interesse público);
      c) E a reserva de recrutamento constituída no âmbito de anterior procedimento de recrutamento ou de concurso destinado unicamente a esse efeito.
      Trata-se de uma aplicação do artigo 22.º, n.º 1, alínea c), e n.º 3, do regime de administração financeira do Estado36, de acordo
      com o qual a autorização de despesa pública está sujeita à verificação do requisito da economia, eficiência e eficácia da despesa, isto é, «ter-se-á em vista a obtenção do máximo rendimento com o mínimo de
      dispêndio, tendo em conta a utilidade e prioridade da despesa e o acréscimo de produtividade daí decorrente».
      Sem a demonstração de que não é possível a utilização de qualquer uma das referidas vias para concretizar o recrutamento de
      trabalhador não é possível decidir validamente pela abertura de concurso.”
      in http://www.provedor-jus.pt/site/public/archive/doc/O_Recrutamento_de_Trabalhador_Publico.pdf

      O próprio Nuno Crato, antes de abrir o 1º externo-extraordinário publicou um documento em que refere que não poderia, de forma alguma, abrir um externo extraordinário sem aferir quais os docentes de quadro com interesse em mudar de lugar ou grupo, página 8 em: http://www.sec-geral.mec.pt/sites/default/files/guia_do_procedimento_concursal.pdf

      É tudo uma grande trapalhada monumental, um bando de incompetentes que anda a brincar aos concursos, com teorias que não lembram a ninguém.

        • Nuno Carrapato on 27 de Maio de 2017 at 19:27
        • Responder

        Eu bem avisei que atrás de mim viria uma GERINGONÇADA que ninguém se ia entender

        https://5dias.files.wordpress.com/2013/12/crato9.jpg

        • Cagão Rodrigues on 27 de Maio de 2017 at 19:29
        • Responder

        Tenham calma

        Eu estou aqui para olear a GERINGONÇA

        http://static.globalnoticias.pt/storage/DN/2016/dn2015_detalhe_topo/ng5631238.jpg

    • Tânia Oliveira on 26 de Maio de 2017 at 12:47
    • Responder

    Sou QA e de injustiças estou eu cheio… No do de ontem, 25 de maio, dei ordem na secretaria da minha escola para não mais me descontar a cota do sindicato (SPN). Nunca se preocuparam con as prioridades nos concursos…. Nunca me poderei aproximar de casa…. E na mobilidade tenho colegas com 5 anos de serviço que ficam onde eu adoraria…. Se fizerem todos como eu, os sindicatos saberão o que fazer…. Até lá viverei com as injustiças decorrentes deates concursos…

    • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 12:52
    • Responder

    “Sou professora por vocação, nem poderia ser de outra forma, pois só por vocação poderia insistir em continuar nesta profissão. Calcorreei meio país, esforcei-me por melhorar, tentei procurar alternativas…”

    Vamos por partes:

    1. A esmagadora maioria da «população ativa» não exerce uma profissão por “vocação”, mas sim por necessidade de assegurar o seu sustento através de um rendimento mensal (ordenado). Neste enquadramento, «ser professor» é ser um funcionário público e, logo, ter um ordenado (acima da média para licenciados) asseguradissimo ao fim de cada mês, neste caso ao dia 23 de cada mês. Ser «professor do quadro» significa também não estar sujeito a despedimento como numa qualquer empresa privada.

    2. Não é por acaso que andam cerca de 30.000 contratados a tentar entrar para os quadros nem que fiquem colocados nas «berças». Também não é por acaso que os cursos vocacionados para o ensino (são ás dezenas) e não faltam candidatos.

    3. Portanto, isto de “vocação” tem muito que se lhe diga…O emprego seguro e o dinheirinho assegurado ao dia 23 de cada mês é uma grande “vocação”.

    “Será que alguém me pode explicar porque é que a lista de graduação deixou de ser seguida nas colocações?”

    1. O recrutamento de docentes ser através uma «lista graduada a nível nacional» não faz qualquer sentido. Portugal é o único País da Europa em que isto ocorre devido ao loby sindical. O recrutamento devia obdecer a critérios de Meritocracia e não de antiguidade.

    Há um proverbio muito antigo que se aplica na perfeição ao caso…”Quem não está bem, que se mude”

      • Gustavo H.B. Almeida on 26 de Maio de 2017 at 13:00
      • Responder

      Compreendi o ponto de vista até ao ponto 3. No entanto, a seguinte “meritocracia” de que fala oferece-nos Relvas e Jobs For The Boys. Não pode existir esse sistema na Função Pública sem que haja uma forma clara e transparente de fazer a triagem dos candidatos. Assim o prevê a Constituição, felizmente.

        • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 13:04
        • Responder

        Portugal é o único País da Europa em que o recrutamento de professores ocorre por « Lista Graduada a Nível Nacional» devido ao loby sindical (FENPROF).

          • Nuno Barata on 26 de Maio de 2017 at 14:48

          Se assim não fosse o recrutamento de professores seria feito por graxa, amizades e clientelismos. Sei do que falo. Lista graduada sempre!!!!!!!

          • Ferreira Joaquim on 28 de Maio de 2017 at 18:57

          ISSO É MENTIRA!!! Já vejo que de outros países de EUROPA tem de conhecimento um ZERO PATATERO… !

          • Ferreira Joaquim on 28 de Maio de 2017 at 19:00

          Que pretende com o absurdo que escreveu??? +retende dizer que somos o único país democrata em que a escolha dos professores se faz por graduação dos candidatos???
          E que nos outros países da Europa se faz a escolha pela cor dos olhos, pelo partido, pelo clube de futebol ou pela religião… ABSURDO… IGNORÂNCIA! E conheço como funciona noutros países da Europa., sabe?? Informe-se, antes de escrever asneiras ou falsidades! A não ser que esteja na qualidade de cómico….! mas sabe que aqui há gente preocupada e a comédia não é bem-vinda nesta situação em que se joga a vida das pessoas!

        • Actual on 26 de Maio de 2017 at 13:17
        • Responder

        A triagem é avaliação feita pelos alunos. Só os alunos podem avaliar correctamente um professor! É como um médico só os pacientes podem opinar sobre se o médico é realmente um bom profissional!

          • gin on 26 de Maio de 2017 at 15:51

          Os alunos? Os meus não gostam de mim nem a pacotes e se me fossem avaliar não teria dúvidas que me prejudicariam. Sabe porquê? Porque comigo eles não brincam nem fazem o que querem..eles tentam mas não conseguem. Estão mortinhos por me ver pelas costas. E mesmo que isso fosse possível garanto-lhe que a maior parte dos colegas deixavas de dar negativas e os alunos já seriam todos uns queridinhos educados e estudiosos…que maravilhosas turmas eu tenho..ok meninos não se esqueçam disso!
          Devia de ser como já se usou nos açores…o diretor assiste a 4 aulas de todos os docentes sem aviso prévio! Piava logo fino!

          • Actual on 26 de Maio de 2017 at 21:10

          Está equivocada ser firme não é ser mau, respeitar o aluno como pessoa que é e suas ânsias não é ser bonzinho. Os alunos só respeitam e gostam de professores firmes que saibam ensinar mas que tenham o lado humano!

          • Ferreira Joaquim on 28 de Maio de 2017 at 19:07

          Mas, se os alunos preferem a “coboyada”… pobre professor que fosse avaliado pelos alunos. Acha que eu, como aluno, que não entendo nada de matemática, vou avaliar bem o professor.??? Nem pense! Quem quer a culpa do fracasso? EU??? Não… Ou a caso com o professor ou terá de morrer solteira..:! Assumir o fracasso do próprio? Quem o faz??? Bom… aí uns 2%, não ??? Pois, na mesma turma, com o mesmo professor, tendo todos partido sem saber a matéria, por que será que 19 alunos têm notas acima de 15 valores no exame nacional e os restantes 8 têm notas inferiores a 10??? Ora bem. OITO ALUNOS REPROVARIAM o professor, se o pudessem avaliar! E o professor seria BESTA e BESTIAL ao mesmo tempo. Dependendo da receita (estudar, estudar, estudar,…) ter sido seguida pelos pacientes (leia-se, alunos!!). Ora, se os alunos preferiram ir com as claques apoiar o clube do coração… ir aos concertos dos seus ídolos, não aprendem e a culpa é do PROFESSOR… Não me faça rir!!

          • Ferreira Joaquim on 28 de Maio de 2017 at 19:02

          Engana-se!!! Só o médico pode avaliar o outro médico… Treinadores de bancada sem conhecimento de regras… é uma vergonha!!

      • Fernando Franco on 26 de Maio de 2017 at 15:05
      • Responder

      Esta é uma análise completamente descabida e de quem não faz a mínima ideia da profissão e do Portugal atual ou é pessoa de má fé. Neste país a graxa e a cunha é uma praga. Veja-se quem ocupa os lugares de gestão…90% são incompetentes, ocupando os cargos apenas porque fazem parte da máquina politica.
      Os professores não ganham coisíssima nenhuma acima da média de qualquer licenciado. Veja as pessoas licenciadas no privado com 20 anos de serviço quanto ganham comparados com um professor e veja-se por exemplos aqueles que estão a 500 kms da sua residência e da sua família durante 30 anos e ter que pagar renda de casa. Sejamos honestos e justos. Serem ultrapassados por pessoas com graduação mais baixa é anti-democrático.

        • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 15:08
        • Responder

        Em Portugal há LICENCIADOS a ganhar 600 EUROS

        Compare com a VOCAÇÃO (digo, os SALÁRIOS) dos Professores da dita ESCOLA PUBLICA

        http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/10/salarios_2014_v2.jpg

          • Fernando Franco on 26 de Maio de 2017 at 15:40

          Leia o que escrevi. O que está aqui em causa é o numero de anos de serviço. Diga qual o licenciado com mias de 20 anos de serviço que ganha 600 euros. Conheço muitos licenciados com um ano de serviço que ganham mais que eu e que têm viatura da empresa e outras regalias. Mas não falamos da crise e da exploração atual. Falamos de pessoas com 20 anos ou mais de serviço. A tabela que apresentou não contém os impostos a que estão sujeitos esses salários.
          No fim do mês o que um trabalhador leva para casa não é o que consta nessa tabela.

          • A on 26 de Maio de 2017 at 17:54

          É engraçado que o colega não reclama porque os outros ganham pouco, reclama porque nós ganhamos pouco mas mais do que os que pouco ganham. Já que nos comparou com os sistemas de colocação meritocraticos (não existindo nenhum verdadeiramente meritocratico em país nenhum do mundo), compare o nosso salário com os dos outros países europeu, não compare só o que lhe interessa, compare tudo.

          • Ferreira Joaquim on 28 de Maio de 2017 at 19:10

          AhAhAhAH… Disse, “compare o nosso salário com os dos outros países europeu”… Pois bem… Vou dar-lhe uma ajudinha… A RESPOSTA ESTÁ AQUI…
          http://ferreirablog.blogs.sapo.pt/27718.html

          • PauloM on 27 de Maio de 2017 at 0:03

          Se ganham 600€, já ganham mais do q eu! Sou professor de Informática a 15 anos e recebo 1100€. Como sou um preveligiado, tenho que fazer todos os dias 280Km, para dar um beijo de boa noite às minhas duas filhas. E fazendo as continhas… tenho de descontar ao meu rico ordenado 320€ de gasóleo , 100€ para portagens mais uns trocos para fingir que almoço e claro rezar para não ter nenhum azar com o carrito e pagar apenas as revisões de 2 em 2meses. Enfim já dizia o outro façam as contas…

          • Rui Silva on 27 de Maio de 2017 at 0:05

          Colega Paulo não ligue a provocações. Temos que estar unidos

          • Ferreira Joaquim on 28 de Maio de 2017 at 19:13

          Não, colega… não é um “preveligiado”… Quando MUITO, use o corrector da aplicação “informática” (já que é docente há mais de 15 anos!) e será um privilegiado… ok?? PRIVILEGIADO…! PARA A PRÓXIMA, JÁ PODERÁ DIZER QUE É UM PRIVILEGIADO… porque a ORTOGRAFIA DA PALAVRA NÃO FOI ALTERADA!

          • PauloM on 28 de Maio de 2017 at 19:38

          Obrigado Joaquim pela correcção. Estou sempre disposto a aprender…
          Como já estava deitado, utilizei o telemóvel para escrever o post e tendo em conta que a missiva já ia longa, não tive paciência para a corrigir.
          Ainda assim estranho que a única observação que fez foi relativamente à forma e não ao conteúdo do meu post.
          Aproveito também para informar o Joaquim, que não se deve escrever em maiúsculas, porque vai ser interpretado como sinal que está a gritar com a pessoa para quem está a enviar o post.
          E acredito que não queira passar a imagem de um pessoa arrogante e mal educada.
          cumprimentos

    1. O colega não tem vocação e quer um sistema meritocratico?! Ainda bem que refere que:A esmagadora maioria da «população ativa» não exerce uma profissão por “vocação”. A maioria não somos todos e certamente não o é a colega que escreveu este artigo.
      Meritocracia, faz tempo que não me ria tanto, já agora, em que países é que o concurso de professores é feito pela meritocracia??? A meritocracia é falada por vários governos, mas em parte alguma do mundo é aplicada nos moldes que o colega fala, apenas em Singapura e na Finlândia foi aplicado o modelo meritocratico para a escolha de autoridades (não de professores), mas conjugado com outros modelos. Há muita gente que precisa muito da cunha para conseguir um lugar, dá vontade de dizer: Colega “vocação”, vai trabalhar com o Relvas

      • Vocação on 27 de Maio de 2017 at 0:27
      • Responder

      Isto sim, é VOCAÇÃO.

        • Vocação on 27 de Maio de 2017 at 0:30
        • Responder

        Eu só gosto de pimbalhada, a Maria Leal é minha prima em 2º grau e nem ela gosta mim. Sou um pobre coitado, tenham pena de mim,

      • mario silva on 27 de Maio de 2017 at 23:45
      • Responder

      Até ao ponto 3, aplica-se a todo e qualquer ser humano (e não exclusiva dos profs): ter o dinheirinho assegurado no final do mês é a vocação principal . A seguir é só ingenuidade de quem parece que nunca viveu em Portugal e não conhece a cultura tuga no que respeita a contratação laboral (seja no público ou no privado)…

      • Ferreira Joaquim on 28 de Maio de 2017 at 18:56
      • Responder

      COMO??? Acha que pelo “dinheirinho assegurado ao dia 23 de cada mês é uma grande “vocação”” é uma boa razão?? É que SÓ RECEBER O dinheirinho ao dia 23 quando os outros recebem no dia 3, 4 ou 5 de cada mês… ORA BOLAS!!!

    • Gustavo H.B. Almeida on 26 de Maio de 2017 at 12:53
    • Responder

    Olá a todos, gostaria de perguntar: porque é que os concursos de mudança de QZP não se fazem antes da vinculação extraordinária de professores contratados? Primeiro reorganizar aqueles que estão vinculados às suas preferências, e após contas feitas e casa arrumada, abrir vagas para vinculação de contratados. Ou não é assim que é feito? Obrigado desde já pelas respostas, e as minhas desculpas se esta dúvida for de um “principiante”, que o sou.

      • Mais um Quadro Injustiçado on 26 de Maio de 2017 at 13:18
      • Responder

      Boa sugestão.

      • Paula Lourenço on 26 de Maio de 2017 at 15:20
      • Responder

      Apesar de ser principiante conseguiu chegar a uma conclusão que infelizmente muita gente ainda não conseguiu ver… Esta deveria ser a logica

      • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 22:20
      • Responder

      Gustavo Almeida! É exatamente assim que devia ser feito, mas não é…
      Antes de 2013 era dessa forma que se colocava colegas nos quadros.
      Como principiante viu perfeitamente que esse molde de concurso seria mais justo.

      • António on 26 de Maio de 2017 at 23:53
      • Responder

      Gustavo, se cumprissem a lei, não poderiam abrir uma única vaga para vinculação, sem que as vagas fossem primeiro disponibilizadas em concurso interno, os sindicatos sabem disto, mas, outros valores se alevantam.

    • Paula Lourenço on 26 de Maio de 2017 at 12:56
    • Responder

    Estou exatamente na mesma situação. Sempre fui arrisquei ir para longe porque achava que entrando no quadro teria uma situação mais estável mas fico extremamente triste quando vejo que não me consigo aproximar da minha residência que neste momento está a 300km porque não abrem vagas e afinal para as pessoas menos graduadas existem essas vagas. E pior nestes anos todos ainda não me deixaram estar mais de 2 anos numa escola e vejo os colegas contratados mais tempo numa escola do que eu. Lembrem se que temos família e que eles não podem andar sempre a saltar como nos. Antes de falarem da precariedade dos professores contratados lembrem se dos professores do quadro. É uma questão de justiça!

      • joão on 26 de Maio de 2017 at 14:25
      • Responder

      mesmo estando longe veja se não tem mais vantagens em relação aos contratados, se ter ido para os quadros não viu melhoras nenhumas, porque não ficou como contratada?

        • Paula Lourenço on 26 de Maio de 2017 at 14:43
        • Responder

        Diga me quais são as vantagens? Salto de escola todos os anos, o ordenado é o mesmo e não me dou ao luxo de escolher só as escolas que me dão jeito e se não fico colocada ganho o subsídio e estou em casa. Eu escolho as escolas e se não houver vagas colocam me onde querem meu qzp gigantesco.arrisquei a vinculação por achar que seria uma situação mais estável mas entretanto td mudou

          • joão on 26 de Maio de 2017 at 15:12

          e acha que um contratado se quiser ficar com horário anual completo se dá ao luxo de escolher as escolas que lhe dão jeito.Mobilidades, no dia 1 de setembro sabe que tem trabalho,um contratado não tem direito a nenhum tipo de mobilidade e no dia 1 de setembro não sabe onde fica e se fica. compreendo o seu desabafo , sendo do quadro é mau ser contratado é pior.

          • Paula Lourenço on 26 de Maio de 2017 at 15:24

          Conheço mtos contratados e sei que é assim que concorrem… Se não ficarem colocados recebem o subsídio e ficam em casa o que na maioria das vezes corresponde a poupar dinheiro….

          • A on 26 de Maio de 2017 at 18:01

          Conheço vários colegas contratados que concorrem para horários incompletos para ficarem perto de casa, e ficam, eu, QE, ando todos os dias a fazer kms por essas estradas fora porque não abriram vagas em QE, para poderem efetivar mais uns milhares pela porta do cavalo.

          • desiludida20 on 26 de Maio de 2017 at 22:17

          Por que razão não fez o mesmo! Continuava contratado! É melhor ser contratado… Estou cansada de todos os estes discursos! Que classe!….

          • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 22:25

          Que classe sem CLASSE nenhuma

          • António on 26 de Maio de 2017 at 23:50

          Não é melhor ser contratado, mas dizerem que são contratados à 500 anos e não estão efetivos, é bom que se diga que é porque não quiseram ou não haveria QE e QZP menos graduados que as colegas,

      1. João, porque quem efetivou antes da anormalidade dos concursos externos-extraordinários, que estão a ser julgados em tribunal desde 2014, efetivou com normas claras identicas a toda a função pública. O nosso anterior ministro, o mais incompetente que passou pela educação inventou esta anormalidade para calar os sindicatos e o atual, que não tem força nenhuma para travar esta ilegalidade deixa a coisa andar para ver se ganha uns votozitos. O tiro vai sair pela culatra, pelo que aqui vejo há mais professores de quadro prejudicados que professores contratados beneficiados. Os contratos do ano anterior são alguns dos prejudicados deste ano. Aguardo pela eleição, eu é que não voto em nenhum dos da geringonça, até estou a pensar votar em branco.

          • Ferreira Joaquim on 28 de Maio de 2017 at 19:16

          BOA… APOIADO!!!
          http://ferreirablog.blogs.sapo.pt/22566.html

    • Do Contra on 26 de Maio de 2017 at 12:58
    • Responder

    Parei no “sou professora por vocação”… Ó pá, já não há pachorra para este tipo de discurso! Cresçam…

      • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 13:07
      • Responder

      O emprego seguro e o dinheirinho assegurado ao dia 23 de cada mês é uma grande “vocação”.

      1. E o subsidio por caducidade? Os milhares que entraram nas vinculações extraordinárias andaram a receber subsídios e agora concorrem como se não houvesse caducidade de contrato, devolvam o dinheiro pá, a mim dava-me jeito não ter estado sem subsídios de férias e natal enquanto V. Exas. recebiam os subsídios de uma caducidade que dá direito a entrada direta nos quadros.

    • Actual on 26 de Maio de 2017 at 13:09
    • Responder

    Chega a ser revoltante estarem constantemente a justificar que têm mais direitos que os professores contratados devido ao tempo de serviço, como se este critério fosse o que comprova a capacidade para estar nesta profissão cada vez mais exigente. Vê-se com cada um que é de bradar aos céus. Acumularam tempo de serviço, feitos doidos em detrimento da qualidade de ensino pois dificilmente consegue-se ter a mesma energia com tantas horas de aulas só se for debitar matéria e ir embora. Ser professor é mais do que isso é todo um processo de gestão de emoções, conhecimentos, de tempo, etc… para que haja efectiva aprendizagem. O que se vê é sim professores cada vez mais cansados, esgotados e não é seguramente devido à idade porque devido a ter iniciado tarde, há quem tenha 50 anos e com pouco anos de Ensino, 2, 3 anos e têm energia e a maturidade uma mais valia- enquanto que aqueles que acumularam muito tempo de serviço e esses deviam ocupar outros postos de trabalho ou para aposentação. Devia haver uma mudança na ordenação de candidatos onde o tempo de serviço tivesse uma ponderação de 40% e nota de curso 60 %. Talvez assim houvesse uma oportunidade para aqueles que se encontram no final das listas e assim o sistema Educativo atraía “sangue novo” para as Escolas e no fim da linha quem ganha com isso são os alunos.

      • Paula Lourenço on 26 de Maio de 2017 at 13:29
      • Responder

      Concordo plenamente consigo qd diz que não é o tempo de serviço que conta mas sim a vocação… Mas só há professores contratados com vocação? Os professores do quadro não têm vocação?É que é muito fácil dar aulas à porta de casa e nunca se ter sacrificado com o objectivo de um dia ter uma melhor qualidade de vida. Digo lhe mais se não tivéssemos vocação não tinhamos vencido estas lutas dos concursos todos anos…para finalizar fique sabendo que se aprende muito mais num ano no ativo do que nos 4 ou 5 do curso. Mas há mt boa gente que acha que por sair com boa nota sabe dar aulas e dp na prática vê se o que acontece… Se fala tanto de vocação como dá tanta importância à nota?

        • Actual on 26 de Maio de 2017 at 13:51
        • Responder

        ahahah…uma prof que não defende notas essa é a ironia das ironias. Por princípio a nota de fim de curso espelha o esforço, empenho e a aquisição de conhecimentos logo o mérito dos alunos, é claro que a nota em si, é um tanto redutora visto que há todo um conhecimento transdisciplinar que um profissional de Ensino deve ter mas isso são os alunos a avaliar dentro de sala de aula e os resultados obtidos dos alunos mas essa “vocação” não é adquirida pelo tempo de serviço mas é uma aptidão inata que poucos têm e se o ensino aceitasse só professores com vocação não haveria professores suficientes. Os que têm real vocação são raros são a Elite do Ensino e muitos destes estão a dar explicações em centros privados pois nem todos então colocados devido ao processo actual de concursos. E quanto à outra questão se querem dar aulas perto de casa porque concorrem para tão longe? Será porque não têm outro trabalho e podem assim acumular tempo de serviço?

          • Paula Lourenço on 26 de Maio de 2017 at 14:26

          Ah ah ah vê se mesmo que deve ter tirado o curso numa dessas escolas onde compra a nota e agora acha que é com isso que sabe dar aulas… E se não se arrisca a ir para longe é porque não tem mesmo vocação porque se tivesse gostava de dar aulas aqui ou na China e sacrificada a sua vida pessoal pela profissional mas está visto que não é o caso… Fala mesmo com falta de conhecimento…. Será que os professores com o vocação estão todos em centros de explicações? E se estão longe é porque arriscaram e agora não abrem vagas nos sítios para onde querem ir e guardam nas na gaveta para os contratados…

          • Actual on 26 de Maio de 2017 at 21:16

          blá blá blá wiskas saquetas…

          • Paula Lourenço on 26 de Maio de 2017 at 21:27

          Quem não sabe falar mais vale estar caladinho

          • Fernando Franco on 26 de Maio de 2017 at 15:19

          Que idade tem?? Então a Sra. não sabe o histórico dos concursos e as várias reformas que ocorreram na educação??? Podia dar vários exemplos mas parece-me não ter capacidade para entender. Média no privado é só pedir a que quiser. Se fosse eu a mandar metade já tinha fechado. Tantos Relvas e primos deste que abundam por aí.

          • Actual on 26 de Maio de 2017 at 21:20

          Os candidatos oriundos do privado deviam ficar atrás dos candidatos que terminaram seus estudos no público. Estão as Universidades a formar professores profissionalizados e alguns com bolsa de estudos e depois este são ultrapassados por candidatos do privado que apenas têm licenciatura e cuja nota é geralmente inflacionada.

        • joão on 26 de Maio de 2017 at 14:27
        • Responder

        você deve ser daquelas que deve de ficar com as notas, em vez de dar aos alunos, pelo seu comentário..

          • Paula Lourenço on 26 de Maio de 2017 at 14:35

          Não fico com notas nenhumas mt pelo contrário… Nem estou a entender esse comentário…. Esta um pouco descontextualizado

          • joão on 26 de Maio de 2017 at 15:17

          está a dizer que as pessoas que saíram da universidade com boas notas foram compradas, tem que entender que também existem pessoas mais inteligentes do que outras, que se esforçaram para tirarem a melhor nota possível, fique sabendo que nem tudo se compra, nunca vi ninguém comprar sabedoria…o seu comentário é que bem com insinuações.

          • Fernando Franco on 26 de Maio de 2017 at 15:21

          Com este comentário já vi que não é professora nem tem um curso via ensino. Impossível.

          • joão on 26 de Maio de 2017 at 15:40

          tem que me dizer esse impossível, o meu deve ser como o seu.

          • Paula Lourenço on 26 de Maio de 2017 at 15:41

          Está aqui para destabilizar…. Sem comentários

          • joão on 26 de Maio de 2017 at 15:44

          pois, já percebi, eu como nunca andei nos privados, deve ser onde tu andas, para ficares sempre ao lado de casa…

        • Ferreira Joaquim on 28 de Maio de 2017 at 19:17
        • Responder

        O PROBLEMA deste senhor é COMO VAI MEDIR A VOCAÇÃO…P Pela cor dos sapatos»???

      • Manuel Terrível on 26 de Maio de 2017 at 13:45
      • Responder

      Estás a delirar!!!!

        • Actual on 26 de Maio de 2017 at 13:57
        • Responder

        AÏ que medo se mudam as regras! olha lá o delírio não se deve ter nada por garantido

          • Manuel Terrível on 26 de Maio de 2017 at 16:40

          Já não interessa, quase quase na reforma. E tu? Olha lá se mudam as regras…

      • Fernando Franco on 26 de Maio de 2017 at 15:13
      • Responder

      Sabia que há por aí muitas privadas que os alunos nem sequer vão ás aulas e tiram media de 18 e 19???? Sabia que á muito ignorante com médias de excelência. Vá tirar o curso numa universidade de excelência e veja as médias e compare.

        • Actual on 26 de Maio de 2017 at 21:25
        • Responder

        Sabia que há também muitos profs com tempo de serviço inflacionado por ter amigos bem posicionados em IPSS, Escolas privadas ou por terem sido ex-directores de escolas privadas?

      1. Há é do verbo haver
        Tem que escrever com H!!”

      • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 22:28
      • Responder

      Alguém aqui disse que tem mais direitos que os contratados? Defendo um concurso único, ao qual todos tenham acesso, com respeito pela graduação profissional, sejam Contratados, QA ou QZP.

        • António on 26 de Maio de 2017 at 23:46
        • Responder

        E seriamos o único país da UE, se não do mundo a fazer um concurso em que situações jurídicas diferentes são tratadas como iguais. É ilegal e até é despesista. As vagas são desde sempre, em todas as profissões, ocupadas pelas pessoas com vinculo, por normas de boa gestão de dinheiros públicos. Ninguém tem que ter vergonha por ser do quadro, pelo amor de Deus, quem não está vinculado e é mais graduado, foi porque não quis vincular. A minha vaga poderia ter sido ocupada por alguém mais graduado de contrato se não fosse no fim do mundo, mas para aqui ninguém quer vir. Estes concursos são ilegais e imorais,

      • Ferreira Joaquim on 28 de Maio de 2017 at 19:19
      • Responder

      Meu caro… FALA TANTO DE VOCAÇÃO… que só penso já em formas de a MEDIR… vamos… ajude a solucionar o PROBLEMA QUE ACABA DE CRIAR:
      COMO VAI MEDIR A VOCAÇÃO.. .Pela cor dos sapatos»???

      • Ferreira Joaquim on 28 de Maio de 2017 at 19:22
      • Responder

      MAIS… FALA DE VOCAÇÃO E DEPOIS… PROPÕE QUE SEJA CRIADO UM SISTEMA DE ORDENAÇÃO baseado na NOTA e no TEMPO DE SERVIÇO??? E CITO: “devia haver uma mudança na ordenação de candidatos onde o tempo de serviço tivesse uma ponderação de 40% e nota de curso 60 %. “…
      Afinal, em que ficamos? Então propõe que seja o tempo de serviço e a nota de curso??? É isso que mede a vocação??? Então a vocação mede-se pelo tempo e pela “sabedoria”???

    • Mais um Quadro Injustiçado on 26 de Maio de 2017 at 13:15
    • Responder

    Também partilho dessa opinião. Os sindicatos gostam de embandeirar as vinculações com consciência que estão a penalizar os colegas dos quadros. Temos que conquistar poder negocial para esta cousa com ou sem os sindicatos.

    1. Concordo inteiramente, eu acho que todos os professores de quadro deveriam entregar o cartão ao sindicato em forma de protesto. Claro que muita gente não o faz por comodismo, vergonha, etc. Os sindicalistas estão sentados no sindicato, sem aulas, a organizar a manifestação anual em Lisboa e estão-se lixando para os problemas dos QE e QZP, não precisam da nossa quota para terem o sindicato aberto, o orçamento de estado paga-lhes as despesas, as nossas cotas são dinheiro extra que entra no cofre dos sindicatos, Eu sai e com o dinheiro que eu e a minha esposa poupamos todos os meses já comprámos umas coisinhas engraçadas para casa e para nós. Saiam dos sindicatos, sem uma ordem a coisa não funciona.

      • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 22:35
      • Responder

      Mais um Quadro Injustiçado! Não devemos ficar de braços cruzados. Certo?

    • Manuel Terrível on 26 de Maio de 2017 at 13:43
    • Responder

    As vagas não chegam para todos. Os colegas vinculam agora e daqui a pouco tempo estão com as malas à porta. E o argumento do “dinheirinho certo ao fim do mês” é falacioso porque não tarda sai legislação que põe oredem na casa, ficam os mais graduados os outros… Quanto à nota do curso, credo… os inteligentes saíram todos nos últimos anos. Quanto a mim, que também sou inteligente, tenho 30 anos de serviço, sou Qzp desde 98 (e sempre concorri a nível nacional) e já ninguém me apanha. Concorro a duas escolas, se ficar colocado ótimo, se não ficar ótimo na mesma. Colegas QZP e do QA, mobilizemo-nos, se não formos nós a tentar alterar isto, ninguém o fará por nós. A cereja no topo do bolo é o reposicionamento dos colegas que entraram a partir de 2013 no escalão correspondente ao seu tempo de serviço. Essa soube-a ontem. Os parvos que estão congelados há uma série de anos vão ficar a ver navios.

      • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 13:47
      • Responder

      O emprego seguro e o dinheirinho assegurado ao dia 23 de cada mês é uma grande “vocação”.

      Descongelamento da Carreira = vocação

      Salário ao dia 23 de cada mês = vocação

      (…)

        • Actual on 26 de Maio de 2017 at 13:59
        • Responder

        Generalizar acaba sempre por provocar injustiças, há muitos professores que merecem isto e muito mais!

      1. O colega “Vocação” deve ter tirado o curso num vocacional, estou enganado, é dai que vem o nome? Nunca vai ter futuro como professor, desista já que a coisa não é claramente para si, há falta de “vocação” e inveja em excesso nessa cabeça, descanse que os seus colegas de quadro, quando precisar de tirar o resto do curso, ajudam-nos certamente a compreender o que é a vocação (Vocação é uma competência que estimula as pessoas para a prática de atividades que estão associadas aos seus desejos de seguir determinado caminho) e direitos (descongelamento da carreira, salário ao 23º dia de cada mês, subsídio de férias e de natal, componente letiva reduzida aos 50 anos). Agora é que a inveja começa a crescer, e nem coloquei todos os nossos direitos, he ,he.

          • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 21:09

          É pá….. e chamas a isso VOCAÇÃO!

          Os setores e as setoras tem cá uma lata…..

          Só pensam é em regalias e chamam-lhe VOCAÇÃO….ou BOA-ACÇÃO….

          • A on 26 de Maio de 2017 at 22:00

          Regalias e direitos são coisas diferentes, regalia era ter um carro da empresa para me poder deslocar ao serviço da escola em vez de levar o meu para todo o lado, como acontece nos centros de formação, câmaras, etc, regalia era poder telefonar a dizer que chego uma hora atrasado sem levar falta. Está muito mal informado(a), fala apenas com inveja e rancor do que desconhece. Tenha cuidado e não morda a língua, pode ter um choque anafilático.

    • Legislador on 26 de Maio de 2017 at 14:18
    • Responder

    Viva o Concurso de Vinculação Extraordinária!
    Viva o fim da precariedade para cerca de três milhares de professores(para já)! Viva a estabilização do corpo docente nas escolas!
    Vivam todos os colegas que finalmente, alguns, ao fim de mais de 20 anos, deixam para trás uma vida de incertezas, uma vida em suspenso durante o mês de Agosto, anos sem conseguir trabalhar!
    Viva o Ministro da Educação que teve finalmente coragem política para acabar com esta situação caricata e altamente injusta que era a contratação de pessoas “ad eternum”, fazendo com que o próprio estado fosse contra os mais imperiosos e fidedignos princípios da nossa Constituição.

    Abaixo todos aqueles colegas que sempre que a alguém ao seu lado lhe é feita justiça, sentem-se eles injustiçados e começam logo a achar que vem aí alguém que lhes vai tirar pão da boca.
    Abaixo todos os colegas que nunca foram solidários com esta luta mais que justa de todos os contratados com mais de 3 anos ao serviço do ministério da Educação.
    Abaixo os colegas que foram capazes de ter estômago para vigiar e corrigir as provas dos seu próprios colegas, desempenhando sem qualquer pejo esta função de carrascos dos próprios colegas.
    Abaixo todos os colegas que acordaram apenas agora para a sua luta por melhores condições de trabalho e melhores colocações, e acordaram agora despertos apenas pelo sentimento de “inveja” de que alguém que eles consideravam inferior será em breve um igual.
    Abaixo os colegas que desde sempre nunca fizeram uma greve a reivindicar melhores condições para a profissão, pois eram “efetivos” e entendiam ser, por isso, de uma casta superior e que nada jamais poderia vir a pôr em risco o seu lugar, os problemas eram dos contratados a eles nada os afetava.
    Abaixo os colegas que, por vergonha, se sentiram na obrigação de fazer greve, mas que no dia seguinte iam a secretaria meter um artº102.

    Metam a mão à consciência e vejam bem que:
    Em 20 anos de tão imaculada, tão sagrada efetivação, quantas vezes se dignaram de lutar por uma carreira melhor?
    Quantas greves furaram?
    Quantas vezes olharam para o lado ou assobiaram para o alto quando era preciso lutar mas tudo lhes parecia tão seguro, tão eterno, tão adquirido????!!!!
    Tenham dó!!!
    Querem Lutar? Lutem! Querem reivindicar? Reivindiquem.
    Mas por Favor não despejem a vossa frustração, nem culpem pela vossa inércia social e humana algo que em nada está relacionado com o vosso tão prolongado mal estar.

      • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 14:54
      • Responder

      Viva a VOCAÇÃO

      Ser Professor = VOCAÇÃO

      Ser Professor = empreguinho certo + ordenado (acima da média dos licenciados) ao dia 23 + inexistência de despedimentos como no sector privado + 22 horinhas de aulinhas por semana (na pior das hipoteses….

      Ide catar piolhos

      Quem vos sustenta são os que trabalham no Sector Privado em que não existe dia certo para receber ordenado….onde existem despedimentos….onde se trabalham 40 horas…..onde há licenciados a ganhar 600 euros…..

      Não me venham com a VOCAÇÃO……chamem-lhe antes DINHEIRO….

      já agora quanto ganham os professores na Escola Pública ….a tal da VOCAÇÃO……

      http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/10/salarios_2014_v2.jpg

        • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 14:55
        • Responder

        http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/10/salarios_2014_v2.jpg

          • Legislador on 26 de Maio de 2017 at 15:00

          Caro amigo Vocação parece-me você ser mais um recalcado… mas com a diferença que é do setor privado. Faça-se à vida, mas não cobiçe o que é dos outros! Lute por melhores condições na sua profissão, por melhores ordenados, mas deixe em paz quem nada lhe deve! Àlias, para a frustração ser tão grande ao ponto de vir para um blog de professores aliviar a sua frustração, presumo que em algum momento da sua vida deve ter tido a ânsia de também você ser professor!! Agora vá lá reclamar com o seu patrão e desampare-me a loja, pois isto aqui não lhe diz respeito! Fique bem

          • aurelio bogalho on 26 de Maio de 2017 at 15:08

          Oh vocação, parece o título de uma canção. Porque não dizes que os professores não são precisos para nada. Ou ainda melhor , que os funcionários públicos deviam morrer todos. Ou ainda que os portugueses deviam desaparecer da face da terra. Como vês, podes dizer muita coisa.
          Porreiro pá, és o maior. Eu já não, porque publico com o meu nome.

          • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 15:38

          Há 30.000 cheios de VOCAÇÃO à espera que a porta se abra…..

          Há mais uns MILHARES cheios de VOCAÇÃO a frequentarem Cursos Superiores para o Ensino……..

          Neste País a MALTA nasceu com VOCAÇÃO para a carreira de PROFESSOR da ESCOLA PÚBLICA

          • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 15:46

          A VOCAÇÃO
          http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/01/vencimentos-2016-2.png

          • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 22:05

          Peço desculpa por todas as idiotices que andei aqui a escrever, tenho uma vida ridícula e falta do que fazer. Ainda vivo na casa da minha mãe apesar de ter 45 anos e o raio da mulher gosta mais dos bichanos do que de mim, todos os dias me pergunta quando é que largo o computador.

        • Legislador on 26 de Maio de 2017 at 14:59
        • Responder

        Vocação parece-me você ser mais um recalcado… mas com a diferença que é do setor privado. Faça-se à vida, mas não cobiçe o que é dos outros! Lute por melhores condições na sua profissão, por melhores ordenados, mas deixe em paz quem nada lhe deve! Àlias, para a frustração ser tão grande ao ponto de vir para um blog de professores aliviar a sua frustração, presumo que em algum momento da sua vida deve ter tido a ânsia de também você ser professor!! Agora vá lá reclamar com o seu patrão e desampare-me a loja, pois isto aqui não lhe diz respeito!

          • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 15:05

          Também deves ser daqueles com muita VOCAÇÃO

    1. E já devolveram os subsídios por caducidade que receberam ano após ano? É que quando se aceita a caducidade e se é indemnizado, não se pode dizer que trabalho há 20 anos sem caducidade.
      O problema não é a entrada de professores para os quadros, é a forma, a desregulação, qual o motivo de haverem dois concursos externos este ano? Qual o motivo de não se cumprirem as normas da função pública, nomeadamente no referente à vinculação em funções públicas, em que tem que haver um concurso internos com todas as vagas antes da abertura de qualquer concurso externo? Qual o motivo dos docentes de QE não poderem concorrer para o QZP do concurso extraordinário mas poderem concorrer para os QZP do extreno? Há vagas de 1ª e de 2ª? Qual o motivo da maioria dos docentes que se encontaram a concorrer ao extraordinário do grupo 910 deste ano terem apenas 1 ou dois anos de especialização? Então deram 20 anos aulas e português, nunca deram Ed Especial, o MEC abre vaga em QZP para português e o colega ocupa uma vaga de Ed Especial, o docente de Ed Especial menos graduado, mas mais experiente no grupo pode ficar de fora, mas o outro safou-se. Tudo é justo.

        • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 22:49
        • Responder

        Sim!!!! Alguém me explique o porquê… Porque não há um concurso único???? Não entendo.

          • António on 26 de Maio de 2017 at 23:33

          Porque estamos a tentar criar concursos diferentes dos que existem em todo o mundo e na maioria das grandes empresas, interno seguindo de externo, pronto, está feito o concurso. Nem precisam de inventar nada porque é o que está legislado à décadas aqui, em Espanha, na Alemanha, nos USA, em todo o lado. O dever do estado é verificar se não há recursos humanos para ocupar vagas das instituições públicas, entidades públicas, etc, de entre os quadros que estão à sua tutela antes de vincular mais pessoal, é esse o motivo porque o ministro das finanças aprova os diplomas de concurso, neste caso, mal, mas a prova da ilegalidade destes concursos vai ser provada e amplamente publicada, até estou a pensar fazer mestrado sobre o caso.

          • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:54

          Assim espero! 😉

      • Actual on 26 de Maio de 2017 at 21:33
      • Responder

      É como a solidariedade para com aqueles colegas que foram obrigados a realizar a PACC porque tinham menos 5 anos de TS, uns eram obrigados e os outros profs VIP foram dispensados e não se viu estes últimos a insurgirem-se a favor dos “penalizados” ficaram a assobiar pró lado.

      • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 22:45
      • Responder

      Legislador! Não sei para quem escreve… Eu nunca tive nada seguro, nem facilitado. E sempre lutei por uma carreira melhor. Além disso, acho muito bem que vinculem todos os professores desde que seja respeitada a lista de graduação. Não vejo professores de primeira e de segunda. Enquanto não descobrir uma forma mais justa de ordenar professores, creio que a graduação profissional deve estar acima de Contratados, QZP ou QA.

        • António on 26 de Maio de 2017 at 23:41
        • Responder

        Errado, ser QE e QZP não é o mesmo que ser contrato, nem aqui nem na China. Em nenhum país a entrada para os quadros da função pública é feita em situação de igualdade, porque a situação jurídica não é igual. A colega Professora Injustiçada não tem que ter vergonha de ser do quadro, quem é mais graduado e não é efetivo foi porque não quis efetivar, ou teria a sua vaga. O MEC, a FENPROF e a FNE até podem inventar estas anormalidades todas para passarem contratos à frente dos quadros, mas é ilegal e a colega está cheia de razão. Temos que chatear o Presidente o Provedor da Justiça, o 1º Ministro, o Ministro, os secretários de estado. Vamos à guerra. A coisa já está em tribunal faz dois anos e meio, aguardemos mais um tempo, pode ser que em breve tenhamos noticias. Não contamos com a FENPROF nem com a FNE, mas cada vez mais a falta que fazem é nenhuma, só servem para legitimar as ilegalidades do governo.

          • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 23:45

          Que se passa?

          Eu nunca vi isto tão agitado.

          Está tudo muito nervoso contra os desgraçados dos contratados.

          • António on 26 de Maio de 2017 at 23:59

          Ninguém está contra os contratados, estamos contra a forma como estão a ser colocados, não há explicação para haver dois concurso externos no mesmo ano, nem motivo para reservarem vagas só para os contratos, impedindo a mudança de quadro dos Quadros de Zona e de Escola.

          • Do Contra on 27 de Maio de 2017 at 0:03

          Até parece que és de Vila Nova da Baronia… vê se te acalmas.

          • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:58

          Concordo, o meu texto será melhorado e remetido para todos os referidos. António! Não cruzarei os braços! Espero que haja mais pessoas a agir.

          • António on 27 de Maio de 2017 at 0:00

          Já há, há algum tempo, mas em Portugal há muitos “Vocações” e a coisa demora.

          • Professora Injustiçada on 27 de Maio de 2017 at 0:03

          Aguardo e irei “chatear” as pessoas referidas. 😉

    • Setorinha on 26 de Maio de 2017 at 15:00
    • Responder

    Sou de Santa Maria da Feira e dou aulas numa TEIP do Porto…. que grande injustiça….

    Sou daquelas que dão umas palmadinhas nas costas dos “quidos”….dos “doces”….(digo, dos alunos)

    Sou uma SETORINHA QZP cheia de VOCAÇÃO e completamente injustiçada.

      • sofprof on 26 de Maio de 2017 at 15:13
      • Responder

      Exatamente! Muitas colegas que coçam e coçaram as costas dos diretores das TEIP, andaram anos reconduzidos e acabaram por vincular, ultrapassando vergonhosamente os colegas que agora apedrejam!

        • storinha on 26 de Maio de 2017 at 15:35
        • Responder

        As cunhas nas TEIP continuam relativamente aos FORMADORES (formadores de restauração, etc.) ….e a outros TÉCNICOS como por exemplo Gestores de Conflitos…Psicólogos….Assistentes Sociais….

        É o amiguismo….o compadrio…..a cunha …ás diretorinhas

    • sofprof on 26 de Maio de 2017 at 15:08
    • Responder

    Compreendo o ponto de vista e a situação da colega. Não me agradou especialmente a referência aos ” professores ditos precários”, ou seja os contratados. Como deve imaginar, nem todos somos bafejados pela sorte! Alguns de nós, “professores ditos precários”, também trilhamos muito caminho e sacrificamos todos os anos a nossa vida familiar. Eu sou contratada há 21 anos, ainda não será desta que vincularei! Falta de vagas. Terei que esperar até que… A colega está-se a queixar, mas optou por vincular longe de casa. Esses ditos ” professores precários” , não lhe estão a “roubar” nada! Não é porque é dos “quadros” que está acima da lei. Este concurso é para contratados e haverá mais, até que deixe de haver professores com imensos anos de serviço a contrato. Vá até ao alto dum monte e dê um berro, e, depois regresse à realidade. A vida é assim. As leis favorecem uns, desfavorecem outros… Temos que aprender a viver com isso, mas antes de mais, temos que ter respeito uns pelos outros e não nos estilhaçarmos. Somos todos professores! Anoja-me particularmente os colegas do quadro acharem que têm direitos porque atingiram o Olímpo, mas o pior é querer vedar o mesmo aos restantes professores. Sinto-me envergonhada com este artigo de opinião. O Arlindo posta tanta coisa que não deve ter consciência de que todos o professores lêem o seu blogue! Até ao dia, em que já não me reconhecerei nele e farei “delete”.

      • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 22:53
      • Responder

      Não me acho mais nem menos por ser do quadro, apenas acho que deve ser seguida a lista de graduação na colocação de PROFESSORES (indiferente se Contratados, QA ou QZP).

        • António on 27 de Maio de 2017 at 0:06
        • Responder

        Só que juridicamente a colega não é o mesmo que os colegas contratados, não é nem mais nem menos, é diferente. É por isso que os contratos recebem subsídios de caducidade, até quando estão apenas 12 dias desempregados no inícios de setembro e lhes contam o tempo para concurso, algo surreal, a mim e a si não nos podem pagar esse subsídio mesmo que fiquemos em horário zero e pertencemos aos quadros da função pública, por isso está legislado que podemos concorrer a todas as vagas existentes em concurso próprio, antes do concurso externo e ponto final.

          • Professora Injustiçada on 27 de Maio de 2017 at 0:09

          António! Tenho que lhe dar razão. 😉

    • Jorge Pereira on 26 de Maio de 2017 at 15:37
    • Responder

    Compreendo e partilho, em parte, as suas preocupações.
    Sou professor do quadro de agrupamento. Há anos que ando a tentar mudar de grupo disciplinar. Tudo em vão. Não sei por que razão, os concursos atiram para a 3ª prioridade estes docentes, impossibilitando a sua mudança de grupo. Muitos professores com menos anos de serviço passam-me à frente pela simples razão de quererem mudar de quadro de escola/agrupamento ou QZP. Não vejo razão nenhuma para os professores efetivos que pretendem mudar de grupo disciplinar ficarem atrás de todos os outros.
    Além disso, há ainda essa outra injustiça de que fala. Os professores contratados entram para os quadros em vagas específicas às quais os restantes professores estão impedidos de concorrer!
    Por mim, haveria uma única prioridade para os professores do quadro de escola/agrupamento e QZP. Todos eles concorriam em pé de igualdade e à frente dos professores contratados que estão a concorrer no concurso externo. Isto não significa que eu não veja com bons olhos que os colegas contratados possam efetivar. Bem pelo contrário, acho da mais elementar justiça! Mas essa efetivação não pode acontecer à custa dos restantes.
    Quanto aos critérios do concurso, julgo que a avaliação de desempenho (desde que feita com justiça) também deveria ser contabilizada, para além da nota profissional e dos anos de serviço.

    1. Ou duas uma, não sabe como avaliação é feita ou então está a puxar a brasa à sua sardinha. Avaliação de desempenho é uma falácia pois é o próprio avaliado a avaliar-se. Nem quero imaginar se isso contasse para concursos. Além disso quem administra o SIGRHE criou uma funcionalidade que leva a erro, na medida que quem concorre às ofertas de Escola a funcionalidade questiona: «Na última avaliação obteve Bom?» Sim ou Não , se o candidato não foi avaliado só tem estas duas hipóteses para responder e só pode responder « NÃO » mas quando o director seleciona o candidato e vê isto, julga que ele foi avaliado e não obteve «Bom» fica com uma ideia errada sobre o professor! Devia existir uma 3ª opção: Não avaliado .

      • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 22:57
      • Responder

      Jorge Pereira! Concordo consigo, no entanto acho que se deveria seguir a lista de graduação não discriminando Contratados, QZP ou QA. Os mais graduados primeiro! Parece-me o critério mais justo…

    • Concurso para todos! on 26 de Maio de 2017 at 15:40
    • Responder

    concurso para todos é que era! Se há vagas porque não permitir que os docentes do quadro possam a elas concorrer garantindo, no entanto, a entrada de um “X” número de contratados????? Eu também pertenço a um qzp distante e provavelmente não terei hipótese de mudar para o qzp que pretendo dado estar na 2ª prioridade do interno. Porém, na VE existem vagas para o qzp que pretendo. Isto faz algum sentido? E o pior é que o 1º Ministro já disse que vai abrir mais vagas. Mas qual é o problema de permitir que os do quadro possam concorrer desde que entrem também contratados????

    1. A própria lei que regulamenta a entrada para os quadros na função pública não permite este tipo de concursos extraordinários, exige que antes de um concurso externo de vinculação ocorra um concurso interno. Claro que apenas 150 professores contestámos esta situação em tribunal e agora teremos que esperar, porque os sindicatos apesar de nos darem razão, estão-se nas tintas, FENPROF, FNE e SPLIU concordaram que é injusto, mas não querem fazer nada, não é uma PAC só para contratados, e pensar que estive 15 anos a descontar para esta gente e que ajudei a pagar a contestação que agora fazem a favor dos contratados, contra os quadros. Vendem-nos a ideia que a entrada dos contratos só pode ser feita desta forma, como se os idiotas que agora são QE e QZP, que entraram antes de 2013 nunca tivessem sido contratados e não tivessem concorrido nunca a nenhum concurso.

        • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:03
        • Responder

        Colegas! Temos que mudar esta injustiça, é gritante. Eu acho que deve haver um concurso único ao qual todos podem ter acesso. A colocação deve efetuar-se seguindo a lista de graduação.

          • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 23:07

          Eu estou farto de reivindicações.

          As stores e stores só querem é concursos, aumentos, redução do horário de trabalho, progressões na carreira….

          Afinal a malta anda nisto por VOCAÇÃO ou por outras motivações??????

    • Diretora de TEIP on 26 de Maio de 2017 at 15:53
    • Responder

    Sou Diretorinha de uma Escola Pública TEIP mas não fico atrás em “vocação”

    A minha vocação enquanto Diretora (sim porque isso de ser professora dá uma trabalheira e chatices) é NÃO DAR AULAS, receber SUPLEMENTO REMUNERATÓRIO (de 750 Euritos por mês) e colocar uns amigos aqui na escola (pelo menos a psicologa e outras terapeutas….)…..

        • Virgulino Lampião Cangaceiro on 26 de Maio de 2017 at 16:26
        • Responder

        A verdadeira classe dos ditos professores em todo o seu explendor… que tristes…

          • Diretora de TEIP on 26 de Maio de 2017 at 21:13

          Ó Virgulino Lampião! ….O que está a dar é Ser Director(a)….

          Eu só vou à Escola 3 dias por semana,,,uso o telemóvel da escola….meto lá uns amigalhaços….

          Maravilhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…….

          • Diretora de TEIP on 26 de Maio de 2017 at 22:33

          Sinto muito por ter escrito uma data de anormalidades devido à minha enorme inveja. Gostava de conseguir ganhar essa fortuna que os Srs. Professores ganham, mas como sou lerdo e não gosto de estudar, venho para aqui colocar printscreens de coisas que procuro na internet. A minha mãe, com quem ainda vivo, já me disse que perco demasiado tempo a invejar os outros e pouco a fazer pela vida, sou um triste sem futuro e que vou passar o resto da minha vida a escrever inutilidades porque a Sra. Professora que escreveu o artigo deste blog tem toda a razão, mas a inveja é maior do que eu e não o consigo admitir, até porque não tenho capacidade para compreender algumas das palavras escritas no artigo. Para mim um mundo perfeito era um em que todos ganhássemos 600 euros e vivêssemos com as nossas mães até à velhice. Sou um triste.

          • Virgulino Lampião Cangaceiro on 26 de Maio de 2017 at 22:39

          Ó Senhora Diretora TEIP ainda bem que a PAF se foi embora porque parece que os Suplementos Remuneratórios eram para extinguir.

          Eu só digo anormalidades e chamei “classe” a uma espécie de ajuntamento

          Peço desculpa por qualquer coisinha

          • BIS on 26 de Maio de 2017 at 23:36

          AHAHAHAHAHAH Muito obrigada por este momento de humor! Parabéns, estava a precisar de umas boas gargalhadas!

          • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:52

          Lol! Obrigada por me fazer rir…

        • Doutorado Ciências da Educação on 26 de Maio de 2017 at 16:27
        • Responder

        Eu doutorei-me este ano em Gestão Escolar e também quero um TACHO como Director…..

        Ordenado de Professor + 750 Euros (mensais) é uma maravilha. Por acaso desconhecia que os Suplementos Remuneratórios eram estes da Tabela.

        Preciso é de me dar bem com os elementos do Conselho Geral e dar-lhes Bons Horários que a coisa está assegurada.

          • Presidente Conselho Geral on 26 de Maio de 2017 at 16:34

          Eu só reconduzo Directores que me forneçam um Horário à maneira, ou seja, daqueles horários que todos nós sabemos como são.

          Agora estamos na época das reconduções, mas daqui a 4 anitos podes candidatar-te… se isto entretanto não mudar.

          A FENPROF quer acabar com isto….é uma chatice

        • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 22:30
        • Responder

        A mim chega-me o suplemento de Subdiretor.

        400 euros + vencimento de professor = Vocação/Perfil de gestão

    • Farta e cansada on 26 de Maio de 2017 at 16:50
    • Responder

    Estou completamente de acordo com o texto que a colega escreveu. Também estou cansada de injustiças – sou QZP, leciono há 24 anos e já passei os 50 anos. Para além das injustiças que referiu acrescentava ainda a falta de respeito que o Ministerio da Educação, os diretores das escolas e os alunos têm para com os professores. Um dos príncípios fundamentais para que se consiga viver em sociedade é o respeito pelo outro, no entanto, nas escolas não é isso que se ensina aos alunos, ou seja, os professores são insultados, ameaçados, ” gozados”, e nada acontece aos alunos que, no dia seguinte, estão na nossa aula felizes e contentes e nem um pedido de desculpa lhes é exigido. Assim, como é que um professor pode combater a indisciplina quando verificam que eles próprios não são respeitados? Os diretores não estão para se aborrecerem com estes assuntos e a única preocupação é evitar que esses comportamentos sejam conhecidos fora da escola!

      • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 16:55
      • Responder

      Se a colega está a falar de falta de educação, de respeito e de valores por parte dos alunos é porque não tem VOCAÇÃO.

      Ser Professor da Escola Pública implica VOCAÇÃO.

        • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 22:37
        • Responder

        Mais uma vez peço desculpa à colega pela minha falta de educação, sou um lerdo, um trol da internet. Neste momento estou todo babado a partilhar uma taça de cereais com a gata da minha mãe, com a qual ainda vivo e que passa o dia a dizer-me para largar o computador. Peço desculpa pela rudez mas sempre que a Tareca que arranha perco a cabeça e não paro de escrever anormalidades na internet. Sou um invejoso incorrigível. Sou um triste.

          • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:07

          Vocação! Agradeço que me faça rir a estas horas da noite e perante um cenário tão negro… Embora não goste do meu texto por eu referir que tenho vocação, eu gosto dos seus. 😉

          • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 23:19

          Cenário Negro!…. deve ser devido ao adiantado da hora

          • Presidente Conselho Geral on 26 de Maio de 2017 at 23:43

          Caro colega Vocação

          Vamos lá deixar de chatear a malta que está com os nervos à flor da pele.

          Se a colega diz que estamos perante um cenário negro é porque estamos.

          • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:49

          Obrigada, Presidente do Conselho Geral! 😉

          • Presidente Conselho Geral on 26 de Maio de 2017 at 23:51

          Não tem que agradecer colega.

          Eu estou aqui é para isso mesmo. De vez enquando temos que colocar ordem na casa

      • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:11
      • Responder

      Estou solidária! Trabalho com crianças, podem ser irrequietos, brincam, não são exemplares, não me revejo nessa sua queixa (neste momento), mas entendo o que refere…

    • Alice Souto on 26 de Maio de 2017 at 16:50
    • Responder

    A colega que escreveu este texto tem toda a razão.

    Os 30000 contratados que andam a tentar entrar nos quadros e, em especial, estes 3000 que agora vão entrar pela Vinculação Extraordinária para os quadros vão ocupar os nossos lugares.

    Os contratados deviam ir para as vagas que sobrassem depois de todos os do quadro concorrem.

    Eu sou QZP e encontro-me a cerca de 200 Km de casa.

      • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:15
      • Responder

      Seria justo se houvesse um concurso único e se seguisse a lista de graduação. Não se trata, a meu ver de os contratados ocuparem os lugares dos quadros. Pode haver contratados mais graduados e na minha opinião a graduação deveria ser o critério para colocar Professores QZP, QA ou Contratados.

      1. Sim, mas vamos fazer o mesmo em toda a função pública, um vez que a lei geral aplica-se a todos. Acontece que a lei geral não é essa, muitos professores de quadro sacrificaram-se para vincularem pois a expectativa de carreira levava a que os quadros nos primeiros anos ficassem longe de casa e agora, em vez de mantermos o aplicado a toda a função pública, inventámos um concurso novo, a vinculação extraordinária, com regras estapafúrdias e ilegais. Acho que se a opção fosse que todos concorremos em pé de igualdade, só se todos formos obrigados, quando vamos a concurso, a concorrer às vagas nacionais.

          • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 23:30

          Eu desde sempre defendi uma «lista graduada única a nível europeu»

          Não podem, nem devem existir distinções entre professores.

          As designações QA, QZP e Contratado devem ser extintas porque levam a divisões na classe.

          • Vocação on 27 de Maio de 2017 at 0:11

          Mudei de opinião, os quadros devem concorrer, como manda a lei, a todas as vagas a concurso à frente dos contratos. É assim em todo o mundo e todo o mundo sabe que o que o governo fez foi uma anormalidade. As vagas a concurso para os contratos ficam exactamente as mesmas, pelo que não há nenhum motivo para terem criado concurso de vinculação só para os contratos. É estúpido.

          • Professora Injustiça on 27 de Maio de 2017 at 8:05

          Sabe… é inteligentemente isultuoso com todos os colegas. Sou a favor a lista de graduação, sim. Na minhs terra diz-se que só os “burros” não mudam de opinião. No entanto, não me choca nada, tal como tenho vindo a dizer, uma lista de graduação única.

          • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:46

          Siga-se a lei geral. 😉

    • Farta e cansada on 26 de Maio de 2017 at 17:17
    • Responder

    Sr. Vocação!

    Ter vocação é gostar de ser insultada, de ser ameaçada, de ser agredida…… O senhor não deve ter noção do que está a dizer!!!!!!
    Coitados dos pobres de espírito!
    E será que sabe o significado da palavra ” vocação”?!
    Os seus argumentos deixam muito a desejar, mais valia estar quieto e caladinho.

      • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 22:39
      • Responder

      Peço desculpa à colega pela minha falta de educação, sou um lerdo, um trol da internet. Neste momento estou todo babado a partilhar uma taça de cereais com a gata da minha mãe, com a qual ainda vivo e que passa o dia a dizer-me para largar o computador. Peço desculpa pela rudez mas sempre que a Tareca que arranha perco a cabeça e não paro de escrever anormalidades na internet. Sou um invejoso incorrigível. Sou um triste.

  2. Mas que é isto!!!!!!!!!!!!!!!!……

    QZPês contra CONTRATADOS

    Diretores contra Professores

    Professores contra Diretores

    Contratados contra Professores do Quadro

    Todos queremos ir ao POTE….mas tem que ser com Muito Respeito pela Antiguidade e pela Hierarquia.

    1º) Os Senhores Diretores

    2º) Presidente do Conselho Geral

    3º) Restante malta do Conselho Geral

    4º) Professores do Quadro (QA)

    5º) Professores do Quadro de Zona Pedagógica (QZP)

    6º) Reles contratados

    (…)

    1. A hierarquia está errada, estude um pouco mais, pode ser que chegue lá um dia, não me diga que está colocado numa escola e não sabe que o Conselho Geral está acima do diretor, seu reles…

      1. A hierarquia em função da vocação parece-me ser esta

        Temos que passar a dar um Suplemento Remuneratório ao Presidente do Conselho Geral

    • Hélder on 26 de Maio de 2017 at 17:49
    • Responder

    Até que enfim alguém que sem medo de críticas (ou melhor sem medo não, ou teria colocado o nome) refere o descontentamento dos efetivos com este concursos extraordinários e com o trabalho dos sindicatos e do ministério/governo. E os que entrarem agora também depressa se vão aperceber da instabilidade dos próprios quadros.

      • António on 26 de Maio de 2017 at 22:47
      • Responder

      Concordo Hélder, principalmente os que entraram nos últimos três anos e querem mudar de grupo ou de QZP, são só mais quatro anos de espera se a coisa não correr bem, quase nada. Esta idiotice da vinculação extraordinária foi a forma que o Crato tece para colocar os professores dos colégios nos quadros do MEC sem que os quadros se metessem pela frente e ocupassem as melhores vagas, como acontece em toda a função pública e sempre aconteceu no concurso de professores. O nosso ministro Tiago Brandão, contra todas as expectativas, manteve este concurso ilegal e imoral, devia ter vergonha.

        • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:17
        • Responder

        Não tenho grande medo, pois acho que aquilo que escrevo é da mais elementar justiça, no entanto o meu nome pouco importa. Sou apenas a voz de alguns que se calam. 😉

    • Maria Ferreira on 26 de Maio de 2017 at 18:34
    • Responder

    Querida Amiga

    E eu que estou como contratada há 22 anos, percorrendo quilómetros e quilómetros, levando bofetada atrás de bofetada!!! Essa dos QZPs ou QAs terem mais tempo de serviço até dá vontade de rir!!!
    Temos pena!!!
    Faz-te à vida ou melhor fizesses-te à vida!!!

      • Verónica on 26 de Maio de 2017 at 22:18
      • Responder

      Tu não te fizeste (provavelmente até trabalhaste em algum dos milhares de colégios privados) e agora simplesmente entras pela porta do cavalo com este extraordinário inventado pela geringonça e utilizas esse tempo para ultrapassar os restantes.

      1. Concordo Verónica, 22 anos e não é efetiva? Não concorreu para todas as vagas disponíveis, logo não queria ser efetiva, queria era estar em casa. Não se preocupe que o PS, CDU e BE estão do seu lado, pena é que os quadros a concurso são 5 vezes mais do que os contratos a concurso. O Tiago e o Brandão precisam de levar um susto nestas eleições. Se a coisa resulta a 3, a 4 deve ser ainda melhor.

          • Maria Ferreira on 27 de Maio de 2017 at 17:27

          Sobre o que escreveu,
          direi apenas: as palmadinhas nas costas são para alguns (e não me lembro de terem ocorrido vinculações para os “não amigos”, aqueles que não reconduzidos.

          Espere devo estar enganada. As minhas descculpas.

        • Maria Ferreira on 27 de Maio de 2017 at 17:24
        • Responder

        Já sei… vou desistir da VE, CI e as outras..
        e deixar que a senhora (repare não a trato por tu) se chegue para perto de casa… eu não mereço (diria: estou além dos desejos do mero ser humano).

        e não estive em colégios e afins… palmilhei muitos km´s, desde as RA ao norte e ao sul (não esquecendo o centro).

      • António on 26 de Maio de 2017 at 22:50
      • Responder

      E já agora, quantos subsídios de caducidade já arrecadou? Com 22 anos não é efetiva? Será que não quer dizer que preferiu não ser efetiva e que não concorreu para todas as escolas em que houve vaga para efetivar? A realidade e a história contada nas noticias e nos jornais são coisas muito diferentes. Não digo que num grupo ou noutro não tenha sido impossível efetivar, mas não creio que seja o seu caso.

        • Maria Ferreira on 27 de Maio de 2017 at 17:30
        • Responder

        Será… veja as entradas nos quadros dos diversos GR e mudará, certamente de opinião, digo eu.
        Acrescento: regalias imensas.
        Pode ver aqui: – “https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/regalia”

      • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:19
      • Responder

      Deve ter lido mal… Grande parte dos QZPs e QAs são mais graduados. Quanto aos Contratados mais graduados? Devem passar-me à frente!

    • Nádia Garcia on 26 de Maio de 2017 at 18:52
    • Responder

    Só digo uma coisa aos professores dos quadros que estão descontentes: desvinculem-se e voltem a concorrer como contratados se é tão bom ser contratado. E mais, estes contratados têm muitos anos de serviço e pasme-me!rTambem têm família e contas para pagar! E não podem pedir destacamentos por isso ou por aquilo. Haja paciência! 320 vagas não lhe chegam.

      • Contratada a entrar no quadro on 26 de Maio de 2017 at 19:11
      • Responder

      Exatamente Nádia. Sempre a tratar os contratados como se não fossem prova iguais. Vamos finalmente vincular as duas no 120 e com toda a justiça. A colega é efetiva e quer trocar de grupo de recrutamento e nós queremos entrar ao fim de 16 ou 20 anos e se calhar com mais graduação q ela pois já temos 30 de graduação

      • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 19:17
      • Responder

      O concurso devia ser único e seguir lista de graduação. Para mim é a única forma de haver justiça. Não

        • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 19:20
        • Responder

        Não importa se QA, QZP ou Contratado… na minha opinião a graduação é que conta.

          • Verónica on 26 de Maio de 2017 at 22:19

          Lol, graduação essa feita com tempo de serviço sabe-se lá onde.

          • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:28

          ???? Tempo de serviço é tempo de serviço. Diga-me qual o critério que lhe parece justo? Eu ainda não descobri um critério mais justo, mas poderá haver…

        • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:24
        • Responder

        Contratada e Nádia! Eu tratei os contratados como se não fossem iguais? Se somos iguais (considero que somos), não entendo porque concorremos a concursos diferentes. Defendo um concurso único, com vagas para todos e respeito pela lista de graduação. Contratados, QAs e QZPs devem ser colocados de acordo com essa lista. Não vejo em que ponto do meu texto referi que que os contratados não são iguais…

          • Contratada a entrar no quadro on 27 de Maio de 2017 at 0:05

          Profa injustiçada, os nossos comentários não eram para si mas sim para a autora do post inicial e o Sr António aqui a dizer q digo idiotices. Para ele não afirmar q contratados há 20 anos não efetiva pq não querem. Expliquei lhe q no 330 isso não é verdade e q basta ver a lista de graduação. Profa injustiçada mesmo no 120 viu bem q a graduação de mts no concurso interno é bem inferior à de mts contratados na vinculação extraordinária e externo como eu com 30 de graduação. Viu os da Madeira c 23 ou 24 mesmo à sua frente certamente. Dentro do seu próprio concurso

          • Professora Injustiçada on 27 de Maio de 2017 at 0:15

          Sou a autora do post! lol – Nunca tratei ninguém como não sendo igual. Acho que todos devem ter acesso a todas as vagas, mas respeitando a graduação. No entanto, pelos vistos a lei prevê que os professores dos quadros devem ter acesso às vagas antes de passarem para contratados. É justo? Não sei. Agora o concurso extraordinário é profundamente injusto.

          • Contratada a entrar no quadro on 27 de Maio de 2017 at 0:23

          Profa injustiçada, no caso do 120 o meu número de ordem na vinculação e no externo é o mesmo!!!! Sei q a partir de determinado número começa a haver pois entram os contratos de associação, os das regiões autonomas etc mas no caso dos 20 primeiros ou assim o número de ordem é o mesmo na vinculação extraordinária e no externo. Por isso eu entraria se as vagas estivessem num concurso ou no outro. Tanto me fazia. Não estou a prejudicar ninguém e estou a entrar pela graduação pois estou nos 10 primeiros dos 2 concursos. E sim a lista graduação é o único critério justo. Mesmo entre QA e QZP. Nunca entendi a prioridade dos QA e QZP. Uma estupidez. Quadros de segunda e de primeira?

          • Professora Injustiçada on 27 de Maio de 2017 at 0:29

          Concordo! Mas não pode ser o número 10… Será o número 208, certo? (aproximadamente) Se a lista devia ser única, nós (dos quadros) tb devíamos contar. 😉 Creio que entraria mesmo se houvesse concurso único, sim. Portanto a sua entrada seria segura mesmo num concurso único. Tudo de bom

          • Contratada a entrar no quadro on 27 de Maio de 2017 at 0:35

          Sim claro. Nos 10 primeiros contratados portanto 200 e pouco.Igualmente minha querida. E como lhe disse sei q vai ficar numa das 320 vagas do interno no QZP 3 para poder voltar para Viseu. Vou torcer por si. ALL THE BEST SWEETY

          • António on 27 de Maio de 2017 at 0:19

          Ou seja, havia vagas na Madeira e nos Açores. Concorreu para essas vagas? De Lisboa ou Porto até aos Açores levam-se 2h30 mim, é mais rápido que Porto Évora. Concorreu? Se não concorreu não é efetiva porque não quis. Não há ninguém com menos de 20 anos de serviço efetivo no 330, nem em QZP do Alentejo? Verifique bem, tenho dito.

          • Contratada a entrar no quadro on 27 de Maio de 2017 at 0:46

          Olhe António é a última vez q lhe respondo e eu nunca ofendi nem ofenderei os do quadro. Apenas defendi os contratados de alguns comentários o q é bem diferente. Já lhe disse q há 16 anos no 330 sempre concorreu a nível nacional pra efetivar e nunca entrei. Quer acreditar acredite…senao…acha q me importa…os do 330 conhecem a realidade deste grupo

          • António on 27 de Maio de 2017 at 0:15

          Realmente não o são, em nenhum país do mundo, não sei qual o motivo de se andarem a desculpar. Não estão a chamar nomes feios a ninguém, um contratado é uma pessoa com uma situação jurídica diferente de um quadro, em qualquer empresa. Na EDP é assim, na MEO assim é, nos hospitais é assim, na Coca-cola. Não faz sentido algum, nem juridicamente nem economicamente um concurso único em que os quadros podem ficar excedentários, até porque os que agora entram para o quadro podem vir a ser despedidos e os quadros que entraram antes de 2008 não.

      • António on 26 de Maio de 2017 at 22:57
      • Responder

      A Nádia não compreende que o problema não é a vinculação de professores, isso é conversa de FENPROF e FNE, o problema é o modelo utilizado, que cria injustiça até para os que entraram no ano passado. Tenho uma colega que entrou no 1º ciclo no extraordinário do ano passado, a primeira opção era entrar para a Ed Especial, este ano os que vão concorrer em contrato, apesar de no ano anterior (e neste) estarem posicionados abaixo dela, vão entrar na Ed Especial e ela não pode mudar de grupo, porque as vagas são reservadas, ilegalmente, só para os contratos. A norma é haver interno e após este interno um externo com as mesmas vagas que surgiram para o interno, para permitir a mobilidade dentro do quadro, até porque é uma norma de boa gestão de dinheiros públicos, tudo isto ficou comprometido com o aparecimento dos externos-extraordinários.

    • Contratada a entrar no quadro on 26 de Maio de 2017 at 18:58
    • Responder

    Sempre a tratar os contratados como lixo por causa de 13 vagas!
    Não referiu foi as 324 vagas q o 120 tem a concurso SÓ para os do quadro no concurso interno. Certamente concorreu a essas 324 vagas e só há 198 prova a concurso interno no 120. Por isso consegue trocar de quadro para o 120 sim. Deixe os contratados em paz. Quem lhes dera a eles o seu lugar e não passar o verão sem saberem se vao ter emprego… tanto circo por 13 vagas quando tem 324 vagas só para os do quadro no concurso interno. Fazem o mesmo trabalho mas acham q os contratados são menos profs. Já agora reparou na graduação da lista dos prova do concurso interno do 120 e os contratados da lista da vinculação extraordinária???? Tal como eu, muitos contratados tem muito mais graduação q os do quadro….efetivaram em bom tempo. Mas isso não lhe interessa falar claro…. Quem me dera concorrer só por graduação pois como contratada tenho mais tempo serviço q mts do quadro.

      • Contratada a entrar no quadro on 26 de Maio de 2017 at 19:07
      • Responder

      Corrijo… só há 198 PROFESSORES (não prova, erro digitação) no concurso interno para 324 vagas por isso vai poder trocar do quadro do 330 para o 120 sim. Não precisa preocupar se com as míseras 13 vagas dos contratados de q fala. Mas se quiser da me o seu lugar de quadro e eu dou lhe uma dessas 13 q vou agora ocupar justamente depois de 16 anos de ensino a percorrer o país

        • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:30
        • Responder

        Contratada! Se fosse possível faria essa troca de bom grado. Dar-lhe-ia o meu lugar do 330 em troca da vaga do 120. Vamos pedir ao Ministério?

      • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 19:14
      • Responder

      Creio que em nada discordo da colega, acho que todos deviam ter acesso a todas as vagas. Os contratados às do Concurso Interno e os dos Quadros às do Concurso Externo. Na minha opinião devia haver um concurso único, no qual se seguiria rigorosamente a lista de graduação. Se é contratado ou não pouco importaria, só importaria a graduação. Sou defensora da lista de graduação, ou seja, se é mais graduado deve ter prioridade na escolha.

        • Contratada a entrar no quadro on 26 de Maio de 2017 at 19:17
        • Responder

        Exatamente. Estaria efetiva há muito se assim fosse. Obg colega pelo discernimento. Somos todos professores, sejamos contratados, QA ou QZP. Fazemos exatamente o mesmo trabalho

          • desalinhada on 26 de Maio de 2017 at 22:30

          Não sei se fazemos o mesmo trabalho! E ainda que o fizéssemos, ganhamos muito menos ….. mas nem vale a pena entrar por aí!

          • Pedro on 26 de Maio de 2017 at 22:31

          Não sei se se deu conta mas o primeiro escalão do quadro é igual no vencimento à contratação

          • António on 27 de Maio de 2017 at 0:22

          Claro que não sabem, a cassete é sempre a mesma, há colegas contratados que não querem vincular, querem vincular nas vagas especiais ao pé de casa, mas nas outras não, ou já não haveria ninguém com a graduação de 30 anos de serviço nas listas, e há.

        • Joana on 26 de Maio de 2017 at 22:30
        • Responder

        Treta, se é tão bem graduada porque não vinculou antes? Queria!!!

          • António on 26 de Maio de 2017 at 23:06

          Concordo Joana, os contratos mais graduados que não entraram antes foi porque não quiseram, são vitimas do sistema (do seu próprio sistema de concurso só para casa, claro).

          • Contratada a entrar no quadro on 26 de Maio de 2017 at 23:14

          Antes de fazer afirmações dessas documente-se. No grupo 330 não há vagas para efetivar desde q acabei o curso há 16 anos. Apenas meia dúzia de 4 em 4 anos. Aliás no último concurso entraram DUAS colegas c 58 e 60 anos veja lá. Concorrendo há 16 anos a nível nacional e nunca havendo vagas. Finalmente vou conseguir pq mudei de grupo para o inglês do 1 ciclo depois de fazer o complemento exigido e mais uma pós-graduação específica em ensino de inglês no 1 ciclo por vontade própria pois bastava o complemento. Por isso não invente q os contratados c 20 anos de ensino não efetiva pá não querem. Tristeza. Tenho 30 de graduação. E há 16 anos a concorrer a nível nacional pra efetivar no 330 e nada. Acredita agora???????

          • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:35

          Verdade! Não houve vagas. Quer a minha do 330? Fico com a sua do 120? I wish… If only…

          • Contratada a entrar no quadro on 26 de Maio de 2017 at 23:49

          Claro q é verdade colega. Nós no 330 não há vagas de quadro há duas décadas. Ou meia dúzia literalmente para tapar olhos q nem permitem aos quadros trocar entre si. Agora estes Srs nem sabem do q falam ao dizer q os contratados há 20 anos não efetiva pq não querem. Depende dos grupos! Profa injustiçada tenha calma q vai conseguir um quadro de escola mais pertinho de casa e no são 3. Só há 198 profs na lista do concurso interno pra 324 vagas. Tenho certeza q vai conseguir. Dp vem cá dizer me. E eu vou ficar no QZP 3 mas sou da ponta norte não de Viseu. Boa sorte pra si…pq eu sim contratada há 16 anos e em breve QZP defenderei os contratados até morrer pois sei bem o a sofri e q me custou bem caro nos problemas familiares. Com está me despeço pois raramente comento chats na net. Acabem c isso. Sem união nunca chegaremos a lado nenhum colegas. E sim lista única por graduação é o único critério justo mas nenhum iluminado percebe isso

          • F on 29 de Maio de 2017 at 12:33

          Colega, há colegas com o mesmo tempo de serviço desse grupo 330 que estão efetivos. Tiveram foi que ir para as Ilhas! Por isso não diga que concorreu a nível nacional, pois que eu saiba as ilhas ainda são território nacional!

          • Professora injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:33

          ???? treta ???? Como assim? Fala para mim? 😉 Boa sorte, se precisar dela! 🙂 Trocaria a minha vaga de bom grado com a colega contratada a entrar no quadro. 😉

      • António on 26 de Maio de 2017 at 23:04
      • Responder

      A colega acaba de dizer uma idiotice, então se tem mais tempo de serviço que os docentes de quadro como é que justifica que num concurso regulado e com uma ordem estipulada para a entrada de quadro não ser ainda professora de quadro?!?!?! Não entrou porque não queria entrar longe de casa, é legitimo, mas pare(m) de fazer o papel de vitimas, estão a entrar ilegalmente nos quadros. Esperemos que ainda este ano saia a decisão de tribunal que prova o que aqui afirmo.

        • Contratada a entrar no quadro on 26 de Maio de 2017 at 23:20
        • Responder

        Antes de me voltar a chamar idiota leia a resposta q lhe dei abaixo. Reputo c evidências concretas do meu caso no grupo 330 e depois volte a ler o seu comentário e reflita sobre quem é o idiota afinal. Boa noite. Não falo de cor

          • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 23:24

          Desculpem!….. Andam para aqui a falar de grupos….110, 330, 440…. Expliquem-me lá o que significa isto.

          Eu só conheço os números das carreiras de Lisboa.

          • Contratada a entrar no quadro on 26 de Maio de 2017 at 23:30

          Ok. Agora sim está explicado quem é o idiota. Um pseudoprofessor q nem conhecê os grupos de recrutamento quanto mais regras de concurso. Q displicência valha me Deus….a falta de tudo e ainda diz q digo idiotices

          • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:39

          A sério? Tem piada, mas não se esqueça que os ânimos estão exaltados!!! 😉

        • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:37
        • Responder

        Sim. É injusto para todos os que têm mais tempo de serviço. Espero que saia essa decisão. 😉 Mas, não tem havido grandes vagas no 330…

      • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 22:28
      • Responder

      Ainda querem mais regalias?

      Não vos chega a vocação?

        • António on 27 de Maio de 2017 at 0:33
        • Responder

        Concordo com a greve e vou fazer todas as greves da FENPROF, mas só quando repuserem a normalidade dos concurso , primeiro o Interno e depois o Externo, sem coisas extraordinárias.

      • António on 26 de Maio de 2017 at 23:10
      • Responder

      Recuso-me a participar em qualquer atividade sindical, não resolveram o problema dos concursos extraordinários de entradas pela porta do cavalo, espero que tenham a mesma participação da última vez, foram 1500 pessoas não foi? Até os sindicalistas faltaram, he, he. Quando é que os secretários gerais da FNE e FENPROF largam o poleiro? Na altura da reforma? Ainda falta muito.

    • Marta on 26 de Maio de 2017 at 22:29
    • Responder

    Eu sou professora contratada e não concordo nada com estes extraordinários. Se há um concurso externo definido é para cumprir e não inventar vinculações extraordinárias cujas regras serão sempre injustas tanto para contratados, como para efetivos. Geringonçadas.

      • Eduardo on 26 de Maio de 2017 at 22:36
      • Responder

      Pois e as vagas ou abrem nas escolas ou não abrem e não existem. Não se percebe isso de meter milhares em qzp porque isso é precarizar para sempre a classe.

      • Professora Injustiçada on 26 de Maio de 2017 at 23:41
      • Responder

      Concordo! 😉 Lista de graduação e siga. Era tão simples…

    • Vocação on 26 de Maio de 2017 at 23:14
    • Responder

    Colegas

    Temos que ir para a luta.

    Queremos um CONC-URSO de Colocação de Professores a Nível Europeu.

    Queremos um Aumento Salarial no mínimo de 5% em 2018

    Queremos o Descongelamento Já porque estamos cheios de frio

    Queremos Escolas com Ar Condicionado

    Queremos uma redução do Horário de Trabalho

    Queremos que haja uma clara distinção entre professores QA, QZP e Contratados (não queremos a promiscuidade que tem existido)

    Queremos o fim da Geringonça

    • Vocação on 27 de Maio de 2017 at 0:13
    • Responder

    Isto aqui no BLOG está do Pior. Está tudo a malhar nos desgraçados dos Contratados.

    Tudo muito agitado.

    Tudo muito nervoso.

    Uns dizem que são QÁs, outros dizem QZPês….Tudo a malhar forte e feio nos contratados, ou seja, todos a malhar nos que ganham menos e trabalham mais.

    É caso para perguntar: – o que se passa aqui????????

    É preciso impor ordem.

      • Vocação on 27 de Maio de 2017 at 0:28
      • Responder

      Quer dizer, eu também já disse uma série de coisas que não são verdade, até porque não sei sobre o que estou a teclar, mas teclo e teclo e não saio da mesma tecla.

    • Mestreshámuitos on 27 de Maio de 2017 at 0:40
    • Responder

    Cada um com a sua…colega injustiçada que sabe sempre o ordenado que vai ter, pois tem trabalho assegurado a cada ano letivo…Imagine esses 17 anos como professora a aceitar migalhas de horários no público e a completar com trabalhos no privado ou em outras áreas, para poder sustentar casa, família e contas. Anos de trabalho que para o estado contaram apenas dias, mesmo dando, por vezes, mais de 50 horas de aulas por semana! O sistema anda errado há muitos anos, Espero que a colega tenha toda a sorte do mundo, mas não acredite que alguém com menos graduação ( como disse ) lhe anda a roubar o lugar. Todos aqueles que têm colocação, desde contratados a QAs têm-na por SORTE! Somente isto, Não por mérito, não por sacrifício, porque isso todos fazemos, mas apenas por sorte, Todos somos um número no sistema, por dias que contabilizaram ou não de serviço, por mais isto ou aquilo. Se eu não consigo ainda vincular, não posso pensar que seja porque há QAs que deveriam já estar na reforma, ou porque alguém que terminou o curso depois de mim era melhor que eu, foi porque o número que tinha calhou na vaga. Em Portugal é apenas isto, Boa SORTE a todos, para os projetos profissionais que anseiam.

    • Maria Brito on 27 de Maio de 2017 at 0:51
    • Responder

    Bem vinda ao clube!
    Foi interposta uma providência cautelar à cerca de 4 anos!!!, que se arrasta… e nada!

      • António on 27 de Maio de 2017 at 8:07
      • Responder

      É verdade, o presidente da República já teve conhecimento do atraso da decisão em julgado e nada. A coisa está a demorar demasiado tempo.

    • Célia on 27 de Maio de 2017 at 1:29
    • Responder

    Graduação = mais justiça

    • Virgulino Lampião Cangaceiro on 27 de Maio de 2017 at 1:48
    • Responder

    Cada vez percebo menos disto.

    Esta postagem provocou um temporal/cagaçal aqui no Blog.

    Quem ler este conjunto de comentários fica com a ideia de que os culpados são os professores contratados.

    Tenho pena dos jovens professores contratados (actualmente, cerca de 30.000 desgraçados) andam ano após ano a tapar buracos aqui e ali e ainda são insultados pelos próprios colegas mais graduados (os QUEQUES ou QÁs e QZPês ou o raio que os parta).

      • Vocação on 27 de Maio de 2017 at 1:52
      • Responder

      Amigo Virgulino Lampião Cangaceiro

      É verdade!… Os desgraçados que ganham uma porcaria e trabalham mais horas são os culpados porque não tem VOCAÇÃO e andam a ocupar lugares dos QUEQUES.

        • Professora Injustiçada on 27 de Maio de 2017 at 8:19
        • Responder

        Ai os contratados trabalham mais horas? Deixe-me rir

    1. Meu caro, um contrato é isso mesmo, tapar buracos, só tapa buracos quem quer. Todos os contratados do mundo tapam buracos, quando deixam de ser contratados passam a tapar uns buracos um bocadinho maiores, só que com os concursos de vinculação extraordinária já ninguém tem segurança no trabalho porque deixou de haver regulação e boa gestão das colocações nos concursos, criaram um frankenstein legislativo, com normas ilegais, sem nenhuma lógica associada. Será o primeiro ano em que não vou votar PS, que se lixem, já lixaram tudo outra vez, os 3 que entram que votem neles se lhes apetecer, mas parece-me mais que vão votar nos vermelhinhos do PCP e no BE, os verdadeiros ministros da educação.

      • Virgulino Lampião Cangaceiro on 27 de Maio de 2017 at 17:48
      • Responder

      Lamento mas este comentário não é da minha autoria…Parece que o Disqus está contaminado…

    • Dora Fernandes on 27 de Maio de 2017 at 7:17
    • Responder

    ” What goes around comes around”…merece tudo o que lhe está a acontecer! Pessoa que fala com o desprezo que fala em relação aos ” precários contratados”…eu sou sim contratada há 16 anos!!…são opções…a colega ficou no quadro porque arriscou , se tomou essa decisão sabia que poderia ficar longe por mais tempo…assuma a sua escolha e não queira agora com isso “arrastar” os outros consigo…porque eu estou sim no grupo 120, sou contratada, sou precária, é verdade, mas tenho a mesma experiência que a colega que é dos quadros, porque razão deveria ter menos oportunidades que a colega? You make me sick! …

      • Professora Injustiçada on 27 de Maio de 2017 at 8:16
      • Responder

      Cara colega! Não insulto ninguém, nem desprezo contratados. Não sei onde no meu texto lê tal coisa. Eu defendo que deve haver um concurso único com uma lista única, seguindo-se a graduação. Gostava que me esclarecesse como é que tal molde de concurso seria injusto? E eu, porque razão devo ter menos oportunidades do que a colega?

      • António on 27 de Maio de 2017 at 8:19
      • Responder

      Aqui está um bom post para postar e demonstrar a realidade da coisa no referente aos que vão vincular no externo-extraordinário, os contratos mais graduados, ou os que tiveram a sorte de serem reconduzidos. Diz a Dora: “sou sim contratada há 16 anos!!…são opções…a colega ficou no quadro porque arriscou , se tomou essa decisão sabia que poderia ficar longe por mais tempo”. Ou seja, é contratada porque quer e ponto final. Grande Dora, ainda bem que temos gente como a colega a dar-nos estas verdades bilingues que esclarecem o caso em 2 segundos. Os concursos extraordinários, pelo que a colega Dora diz, e bem, são uma vergonha. As Doras deste país deveriam entrar num externo regular, após a colocação dos docentes de quadro no concurso e ponto final.

        • Professora Injustiçada on 27 de Maio de 2017 at 8:22
        • Responder

        Colega António! Sinto-me tão insultada… Eu gostava muito que esta colega me respondesse. Achs que será capaz de o fazer?

      • Vocação on 27 de Maio de 2017 at 12:09
      • Responder

      Cara colega Dora Fernandes

      Tentei ao longo dos meus comentários mostrar a esta cambada de TÓTÓS que andam a dividir uma classe já de si extremamente fragilizada. Infelizmente não perceberam.

      Julgam que por serem do quadro (QA ou QZP) são alguma coisa na vidinha, mas (TADINHOS) não passam de uns ZECOS.

      Malharam forte e feio nos colegas CONTRATADOS como se não fossem também professores.

      E quer esta gentalha melhores condições profissionais?

      Tenham juizo.

  3. Como conclusão deste debate, o caos, vai nascer uma nova carreira docente que se vai reger por aquilo que já todos encontramos nos nossos contratos, seremos todos e apenas CONTRATADOS. Se por um lado a nossa colega tem a sua razão porque isto subverte toda a estrutura onde assenta a carreira docente, os contratados também têm a lei do seu lado. Embora ela faça parte da lei geral do trabalho, em muitos casos, principalmente no privado, ela não funciona da forma correta como no público. Para além disso, vai contra princípios fundamentais de uma sociedade justa que luta sempre pela equidade e tenta prevalecer sempre o espírito de sacrifício e esforço dos seus cidadãos na obtenção dos seus direitos.

    • Zeh dos Plásquitos on 27 de Maio de 2017 at 17:59
    • Responder

    Ena o que aqui vai… (parecem as lavadeiras da minha aldeia) … sabem sou moço de aldeia (não sou QUEQUE, MENINO BEM ou assim).

    Sou contratado, se bem que me lembro no meu grupo (desde ano 2002) entraram 16 ou dezassete colegas (eu não quis… era cliente assíduo da 2ª pagina da Lista de Graduação).

    E como sou da “aldeia”, repare-se nisto, vou aguardar uma vaga aqui na terrinha.

    Assim digo:

    – Colegas contratados, dos diversos GR, vamos todos desistir desta “bagunça” e deixar os colegas, que com todo o seu mérito, merecem estar em casa (QA, QE, QZP e os Alpinistas). Nós, os eternos “caracóis”, não podemos ter um vislumbre de algo, nem um “pikinino que seja”.

    Desculpem, ainda, mas deixo o seguinte:
    -Os médicos, esses trabalham em conjunto;
    -Os enfermeiros, esses trabalham em conjunto;
    -Os advogados, esses trabalham em conjunto;
    -O pessoal dos aeroportos, esses trabalham em conjunto
    E tantos outros que trabalham em conjunto.

    Ah, desculpem, esqueci os professores. Esses é cada um por si, deixam-se ser gozados, divididos por quem quer reinar. Sugiro que continuemos a fazer a vontade a quem mexe os cordelinhos… sim somos os bobos da corte.

    Enfim, não abram os olhos não.

    • Magali on 27 de Maio de 2017 at 19:49
    • Responder

    A reter, na minha opinião:
    – Os professores efetivos estão descontentes com a VE (com esta mas poderia ser qualquer outra) e com razão porque de facto torna-se impossível qualquer mobilidade no caso de QA com mais 3000 qzps (e dado que têm que existir para isso um horário completo e quem pode nas escolas atrasa isso para colocar contratados mais manipuláveis em meados de setembro… o que prejudica até a própria lista de Contratação Inicial) e os QZP estão descontentes e com razão porque vêm que muitos têm mais graduação (sabe-se lá porquê não vincularam antes… (ou até se sabe, amarelice (colégios), preguiça…)
    – Os professores contratados que ficaram à beira dos requisitos da VE estão descontentes e com razão porque foram ultrapassados na própria lista de graduação, os professores contratados que tinham expectativas na Norma Travão concorrendo ao país todos estão descontentes e com razão porque é o enigma o que sucederá em setembro com tantas entradas de alguns que consideram não terem feito grande esforço para vincular. E que nem eram uma “ameaça” nas listas porque as suas escolhas eram sempre muito limitadas.

    – Esta colega “injustiçada” mostra que desconhece algumas coisas básicas que aqueles que costumam concorrer:
    – graduação não é sinónimo total de justiça (ainda que poucos desejem BCEs) ou a ser feito como na proposta que enuncia nos comentários seria facilmente ultrapassada por um professor que saiu depois de 30 anos num colégio privado e que não deu um único dias de aulas na escola pública. (ou não pensou nisso ou estará a pensar que pode ser positivo ficar em horário zero mas a receber?!)
    – tenho dúvidas na acepção de justiça que refere na mudança de grupo porque como se percebe o grau de facilidade com que se vincula num determinado grupo não é igual.

    – O que poderia ter sido feito no caso dos QA seria dar a possibilidade de passar automaticamente para QZP a que pertence a escola e caso existisse vaga em VE permitir a mudança de qzp, deixando o outro para quem entra agora (mas alguns continuariam a não querer trocar algo seguro por algo que pode ser melhor mas não é seguro). Poderia ser dada a possibilidade de mobilidade caso existisse horário completo até à data marcada para início das aulas e não 31 de agosto (devido à situação que referi antes). Foi dada a possibilidade de escolher primeiro as escolas aos QA (1ª prioridade no interno) e a meu ver muito bem. Daí a quererem igual ou melhor prioridade na Mobilidade já não acho pois isso seria ter o melhor dos 2 mundos. A graduação não é resposta para tudo, nem no caso das contratações, nem no caso dos quadros porque isto não é uma ditadura dos mais velhos e a graduação espelha isso desde logo.

    • concursosdedocentes on 27 de Maio de 2017 at 20:12
    • Responder

    A mesma situação…

    No ano letivo de 2002/2003 vinculei no atual Qzp 02 (Bragança, Vila Real e Douro Sul) e desde essa altura tenho procurado mudar para o Qzp 03 (Aveiro, Entre Douro e Vouga e Viseu), mas não tenho conseguido…. Estamos a falar de um período de quinze anos…Relembramos que os princípios dos sucessivos concursos têm sido: primeiro os docentes do quadro (Concurso interno) e depois docentes do Concurso externo, respeitando-se em cada situação a graduação. Tenho verificado que nos últimos anos (desde 2013) têm sido abertas vagas para o Qzp da minha área de residência (Qzp 03), às quais não tenho tido acesso, pois são destinadas/ocupadas por docentes dos concursos externo e externo extraordinário, os quais apresentam muito menos tempo de serviço e muito menos graduação. Estamos a falar da gestão de vagas de quadro- necessidades permanentes…
    Afinal, de que valeu o meu esforço enquanto estudante para terminar o curso em tempo oportuno e com a melhor média possível. Um colega de curso entrou na universidade no mesmo ano do que eu (levou a vida académica, sempre, sem preocupação…), tendo terminado o curso dois anos depois de mim. Atualmente, ele está no Qzp que lhe interessa (Qzp 03) e eu com melhor média, com mais anos de serviço, com mais graduação estou, ainda, no Qzp 02. Isto é uma injustiça monstruosa! Podemos falar de (des)motivação dos Professores!!…
    Neste processo, para não haver injustiças, dar-se-ia a possibilidade dos docentes já do quadro (QZP’s e QA/QE) e mais graduados concorrerem às vagas de QZP que têm vindo a ser apresentadas para os concursos externo e externo extraordinário. Os lugares que esses docentes do quadro libertariam nos seus Qzps, seriam ocupados por docentes dos concursos externo e externo extraordinário, estando, assim, salvaguardado o mesmo número de novas vinculações. Respeitavam-se princípios, desde sempre, consagrados e justos, nomeadamente: graduação; primeiro docentes do concurso interno e depois do concurso externo…

    Ninguém Ouve, ninguém percebe OU ninguém quer perceber o que está acontecer…
    O QUE PODEMOS FAZER? Um abaixo-assinado… Exposição desta injustiça …
    Trocar emails…

      • Professora Injustiçada on 28 de Maio de 2017 at 0:49
      • Responder

      Colega, estou consigo. Estou pronta para o que der e vier. Vamos unir-nos? No8estamos a ser justos, não estamos a ofender ninguém ou a inferiorizar. Queremos apenas que se faça justiça. Como fazemos?

    • mario silva on 27 de Maio de 2017 at 23:49
    • Responder

    e os muitos horários-zero que começaram a aparecer nos últimos anos e estão a aumentar e vão continuar a aumentar em vários distritos do país? Essa malta toda, com dezenas de anos de serviço que também andaram a penar na juventude com a casa às costas e agora na meia-idade têm de ir para longe para terem um horário?

    1. só anda com a casa ás costas quem quer

        • João da Ega on 28 de Maio de 2017 at 10:36
        • Responder

        Anda com a casa às costas quem quer trabalhar e quem quer tempo de serviço.

  4. Não se esqueçam de um aspeto importante. O que vai acontecer quando mudar a cor política? 1º Mudaram-nos todos para contratados. 2º Intentaram o primeiro despedimento coletivo. 3º O que acham que vai acontecer?

  5. A todos os que discordam da autora deste texto, relembro apenas o n.º 4 do artigo 6.º da LEI DE VÍNCULOS, CARREIRAS E REMUNERAÇÕES DOS TRABALHADORES QUE EXERCEM FUNÇÕES PÚBLICAS

    “4 – O recrutamento para constituição de relações jurídicas de emprego público por tempo indeterminado nas modalidades previstas no n.º 1 do artigo 9.º inicia-se sempre de entre trabalhadores com relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado previamente estabelecida.”

      • Contratado a Vincular on 28 de Maio de 2017 at 12:34
      • Responder

      As leis não interessam para nada. Importante é a vontade politica dos políticos.

      Viva o Ministro.

      Viva o Ministério. Faça-se Justiça a quem tem mais anos do que aqueles que o julgam ter.

      Nós os contratados andamos nisto vai muito tempo, chegou a nossa hora e quando estivermos no quadro vamos ver quem é que tem mais tempo de serviço. Aí é que vamos ver.

    • Ferreira Joaquim on 28 de Maio de 2017 at 18:49
    • Responder

    SE A JUSTIÇA NÃO FOSSE CEGA, A BALANÇA ESTARIA EQUILIBRADA…!”

    • Ana Rocha on 28 de Maio de 2017 at 21:42
    • Responder

    Sou professora à 37 anos. Percorri o País de Norte a Sul, pois nesse tempo éramos obrigados a concorrer a nível nacional e a um só grupo. Não me vou alongar na descrição da minha vida de saltimbanco.
    Pertenço ao Q.E. à 30 anos……….o meu grupo disciplinar foi extinto. Agora vem a questão. Para assegurar a minha posição, decidi este ano concorrer para mudar de grupo. Fiquei petrificada! Só podia concorrer na 3ª Prioridade! Porquê?? Só pode ser brincadeira……….fiquei sem palavras.

    • Ana Rocha on 28 de Maio de 2017 at 22:49
    • Responder

    Sou professora à 37 anos. Percorri o País de Norte a Sul, pois nesse tempo éramos obrigados a concorrer a nível nacional e a um só grupo. Não me vou alongar na descrição da minha vida de saltimbanco.
    Pertenço ao Q.E. à 30 anos……….o meu grupo disciplinar foi extinto. Agora vem a questão. Para assegurar a minha posição, decidi este ano concorrer para mudar de grupo. Fiquei petrificada! Só podia concorrer na 3ª Prioridade! Porquê?? Só pode ser brincadeira……….fiquei sem palavras.

    1. “há 30 anos”. Este português está mesmo pela rua da amargura. Assim nem 3ª devia concorrer.

    • Rui Gonçalves on 29 de Maio de 2017 at 21:38
    • Responder

    Sem questionar a injustiça que aqui se denuncia, fico abismado com a qualidade dos textos que aqui se agregam como comentários… Como professor, sinto- me sobremaneira constrangido com o despudor e ignorância com que as pessoas escrevem… linhas e linhas cheias de erros! A falta de brio no trabalho descoloca-me… o problema não é ficar colocado longe… é ficar colocado, para mal da escola pública. (“preveligiado”, “à dois anos”…. vocês ensinam o quê?)

    • José Bernardo on 16 de Agosto de 2017 at 17:41
    • Responder

    …é como diz: quem não tem lobbie não mama nada neste país. pois se até os candidatos a ministro de educação não os mais capazes, os mais competentes…os mais sérios!

    • Alfredo Oliveira on 7 de Outubro de 2017 at 20:38
    • Responder

    Boa sorte.

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