FNE – “Ministério da Educação Tem de Dar Respostas às Expetativas”

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO TEM DE DAR RESPOSTA ÀS EXPETATIVAS

 

 

 

O Secretariado Nacional da FNE, reunido extraordinariamente em Lisboa no dia 5 de maio de 2017, e na sequência da moção do Plenário de Sindicatos da FNE realizado em 18 de abril passado, delibera:

  1. Manifestar ao Ministério da Educação a necessidade de, o mais brevemente possível, iniciar a negociação do Despacho de Organização do ano letivo de 2017/2018, aliás como previa a ata de conclusão do processo negocial relativo ao Despacho que regulamentou o presente ano letivo, não aceitando desta forma que o Ministério se furte à sua responsabilidade de promover essa negociação, uma vez que não é aceitável que para o novo ano nada mude de substancial em termos de condições de trabalho adequadas;
  2. Definir como orientação para a referida negociação que o novo despacho deve determinar orientações concretas que possibilitem alterações substanciais na organização do trabalho dos docentes portugueses, num sentido que reconheça a especial complexidade das funções que lhes estão atribuídas e das condições favoráveis que lhes devem ser asseguradas para o seu desempenho, nomeadamente em termos de organização do tempo de trabalho, dimensão e conteúdo das componentes letiva e não letiva e de trabalho individual, exercício das funções de direção de turma, número de alunos/níveis/turmas atribuídos;
  3. Estabelecer como essencial que o regime de descongelamento da carreira docente, a ocorrer necessariamente a partir de 1 de janeiro de 2018, embora num enquadramento genérico definido pelo Governo para a Administração Pública, se realize no âmbito do Ministério da Educação, e não se limite a um levantamento de situações, para além de que um tal procedimento garanta a sua efetiva concretização para todos, considerando todo o tempo de serviço congelado;
  4. Determinar como imprescindível um regime especial de aposentação para os docentes, para além de medidas de compensação do desgaste específico que a profissão docente implica;
  5. Considerar inadiável que sejam adotadas medidas que promovam a integração nos quadros dos docentes que, em regime de precariedade, têm vindo a garantir o funcionamento do sistema educativo, e que continuam a ser essenciais para a promoção de uma escola de qualidade e inclusiva;
  6. Reconhecer a necessidade do estabelecimento de um processo negocial que vise a redefinição da designada Portaria de rácios que permita a rápida realização de concursos para atribuição às escolas de reforços em termos de Trabalhadores Não Docentes, de modo que a sua colocação esteja garantida a partir do início do próximo ano letivo;
  7. Considerar essencial que sobre estas matérias sejam determinados os respetivos processos de audição e negociação tão urgentemente quanto possível, para o que se considera incontornável que seja definido um compromisso de agenda de negociação a curto prazo;
  8. Promover reuniões sindicais com os Educadores e Professores, em todo o País, através dos seus Sindicatos membros, entre 8 e 22 de maio, garantindo a divulgação da informação respeitante a esta intervenção junto do ME e das respostas que dela decorrerem;
  9. Tendo em conta os vários fortes motivos de insatisfação dos Educadores e Professores, os Sindicatos da FNE estão disponíveis para a promoção de iniciativas de contestação e luta, a realizar ainda no presente ano letivo, se não houver resposta do Governo ou se esta se revelar insuficiente.

 

 

Lisboa, 5 de maio de 2017

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Ofício da FENPROF Entregue ao ME

 

 

Professores em luta!

 

A FENPROF entregou no Ministério da Educação (5/05/2017) um pedido de reunião ao Ministro, a realizar com caráter de urgência, na qual pretende obter respostas concretas e inequívocas sobre um conjunto de aspetos relacionados com carreiras, aposentação, horários de trabalho, combate à precariedade e gestão das escolas (ver carta entregue no ME).

São questões há muito apresentadas ao ME, a última vez em 5 de abril, em reunião realizada com o próprio Ministro; foram igualmente apresentadas ao Primeiro-Ministro em 18 de abril.

Entende a FENPROF que esta reunião com o Ministro da Educação deverá ter lugar antes de 26 de maio e que, até 26 de maio, todas as questões colocadas no ofício hoje entregue no ME deverão ser devidamente esclarecidas.

Entretanto, até essa data, a FENPROF promeverá as seguintes ações:

17 de maioDia Nacional de Luta dos Professores, compreendendo:

  • 11:30 horas – Concentração de Professores, junto ao ME, para entrega de milhares de postais exigindo a aprovação de um regime excecional de aposentação.
  • 14:30 horas – presença nas galerias da Assembleia da República para acompanhar o debate sobre a Petição “Respeitar os docentes, melhorar as suas condições de trabalho e valorizar o seu estatuto de carreira”, entregue pela FENPROF, com mais de 20.000 assinaturas, e que aborda aspetos como as carreiras, a aposentação e os horários de trabalho.
  • Nas escolas: data limite para a aprovação de Moções a enviar aos grupos parlamentares, exigindo a resolução dos problemas; início do debate sobre as lutas a desenvolver em junho, caso o ME não responda às questões suscitadas, estando em cima da mesa a possibilidade de realização de Manifestação Nacional em 17 de junho e/ou de Greve(s) a partir de 19 de junho.

22 de maio (14:30h) – Entrega de Pré-Aviso de Greve para 7 de junho e dias seguintes, coincidente com o período de avaliações, para os docentes das escolas públicas de ensino artístico especializado, em defesa da abertura de um processo de vinculação extraordinária, a decorrer ainda no presente ano letivo.

– 26 de maio – Prazo para o ME responder às questões colocadas pela FENPROF, com a realização de reunião em que participe o Ministro da Educação.

– 29 e 30 de maio – Reuniões das direções dos Sindicatos de Professores para analisar as respostas do ME e a opção dos professores para prosseguir a luta.

– 31 de maio – Reunião do Secretariado Nacional da FENPROF para decisão sobre as formas de luta a desenvolver no mês de junho.

Ao longo do mês de maio, os docentes contratados irão dirigir Requerimentos ao Ministério da Educação, no sentido de serem abertos novos processos de vinculação extraordinária, uma vez que não se encontram abrangidos pelo PREVPAP.

Caso o ME, no despacho de Organização do Ano Letivo 2017/2018, não reintegre os intervalos na componente letiva dos docentes do 1º Ciclo do Ensino Básico, a FENPROF entregará um Pré-Aviso de Greve, para o próximo ano letivo, de 30 minutos diários, de forma a que estes professores vejam regularizado o seu horário.

O Secretariado Nacional da FENPROF
5/05/2017

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LIVRO LIVRE – CONVITE

A apresentação do projeto Livro Livre terá lugar no Museu do Aljube, terça-feira, 9 de Maio de 2017, às 18h.

Contamos com a sua presença, sobretudo se é professor de Português e/ou de História. Contudo a temática abrange também a educação para a cidadania.


Trata-se de um projeto educativo dirigido a crianças e jovens, a partir do 4º ano de escolaridade, o qual convoca o jovem leitor a participar numa atividade criativa, como co-autor do livro.
Desafia-o a resgatar as memórias de quem viveu este período e registar estas experiências. Através de breves enquadramentos históricos, ilustrações sugestivas e propostas de atividade diversificadas, este livro constrói um espaço para a reflexão sobre o significado do 25 de Abril.
Centrando-se no legado do 25 de Abril de 1974, o LIVRO LIVRE promove o diálogo intergeracional, a identidade local, a preservação ou resgate da memória e a coautoria, através da sua implementação alargada na comunidade escolar. 



Saiba mais sobre o livro aqui: http://lupadesign.pt/?p=40428
 
Agradecemos confirmações para: [email protected] (+351 914 063 390)
 

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FONTE

Secaram-se teus olhos

de um tempo antigo

O passado nada mais é que um nome

O que vejo hoje,

Mãe,

tuas mãos docemente poisadas sobre o colo

Teu rosto

Teu rosto estelar

fitando ternamente

minha face

e dizendo

Vem sentar-te aqui

Como quem puxa

o fio de teia

para sempre preso

a meu coração

Então, reparo

de mulher

mingo-me de novo menina

Aninho-me em teu colo

O mundo ao nosso redor suspenso

em teu peito

como se tudo retomasse seu início

outra vez

E apetece-me chorar

por ter a pura felicidade

espelhada no teu rosto

vibrando fortemente

dentro de mim

 

http://trigger.photoshelter.com/image/I0000xX1fykcm8i4

 

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Aceitam-se apostas… no 1º Ciclo

 

Ainda o SE anda num périplo pelas escolas a projetar a sua visão de escola e já se levantam as vozes de quem está atento.

Então a matriz do 1º ciclo vai mudar, vai voltar ao que era. Esperamos para ver.

Uma coisa parece certa, a componente letiva volta às 25 horas com os intervalos incluídos. As expressões passam a ser ministradas durante 5 horas semanais, isto também seria novidade se não estivéssemos à espera. Pelo menos é a interpretação que se faz da projeção… Mas como ficará o horário semanal das crianças? O Duílio já avançou com a opinião de uma colega que “defende” o aumento do período para almoço. Teremos que esperar pelo DOAL para saber ou outras vozes nos vão elucidar sobre o assunto?

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Menos de dois meses para avaliar precários – Política – Correio da Manhã

Jovens vivem ligados à net e muitos deixam a escola antes de tempo

Visão | Qual a idade ideal para entrar para a Escola Primária?

Reforçar o ensino do português no Luxemburgo – PÚBLICO

Pela primeira vez em oito anos, as aulas em Camarate já não são em contentores – PÚBLICO

Golfe “aumenta os níveis de concentração” e “desperta o interesse pela escola”

Ciência Viva – Satélites do tamanho de latas feitos por alunos do secundário voam nos Açores

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O(s) Último(s) dos Moicanos

Afinal, Já Está Decidido | O Meu Quintal

Isaltinismo | O Meu Quintal

 

PS: O significado da expressão «o último dos moicanos»

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Sugestão de Leitura – Poesia na Escola, Estratégias Motivacionais

Hoje,  6 de maio de 2017, pelas 18h30 na Fnac do Centro Comercial Vasco da Gama (Lisboa) será lançado o livro Poesia na Escola Estratégias Motivacionais de Regina Vale Pires. No dia 20 de maio pelas 17 horas no Orfeão de Santa Maria da Feira será efetuada uma sessão de apresentação, assim como, no dia 28 de maio pelas 15 horas no Café Bar S. Gonçalo em Amarante.

 

Sinopse

Entendemos que é fundamental que a escola promova a educação holística dos seus alunos, tornando-se necessário criar oportunidades e situações de aprendizagem conducentes ao seu desenvolvimento cognitivo, afetivo e social. Para isso, recorremos à poesia como estratégia e à poesia enquanto conteúdo de aprendizagem que implica a criança na construção de aprendizagens significativas. De igual modo, procuramos promover momentos de introspeção, de isolamento – ontos – para em seguida, nos darmos a conhecer ao mundo – cosmo – através de valores, ideais e pretensões – axiologia – com vista a uma integração ativa, consciente, afetiva e efetiva na sociedade – social.

Neste livro, preocupamo-nos em perceber e discutir as conceções teóricas sobre o domínio da poesia e, alicerçada nesta pesquisa, desenvolvermos estratégias para que a poesia seja vivida nas escolas, de forma ativa, pedagógica, lúdica, dinâmica e a(e)fetiva.

A poesia como dimensão motivacional, como um mundo de oportunidades para descobrir, uma nova forma de ver, fazer, aprender, ser e estar conducente à educação holística da criança.

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O Albúm em Estreia do Blog

Lovely Creatures: The Best of Nick Cave & The Bad Seeds 1984-2014

 

 

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271 Contratados Colocados na Reserva de Recrutamento 29

Foram colocados 271 docentes contratados na Reserva de Recrutamento 29 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

 

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É Oficial a Tolerância de Ponto

No despacho n.º 3772/2017, publicado hoje.

 

 

1 – É concedida tolerância de ponto aos trabalhadores que exercem funções públicas nos serviços da administração direta do Estado, sejam eles centrais ou desconcentrados, e nos institutos públicos no próximo dia 12 de maio de 2017.

2 – Excetuam-se do disposto no número anterior os serviços e organismos que, por razões de interesse público, devam manter-se em funcionamento naquele período, em termos a definir pelo membro do Governo competente.

3 – Sem prejuízo da continuidade e da qualidade do serviço a prestar, os dirigentes máximos dos serviços e organismos referidos no número anterior devem promover a equivalente dispensa do dever de assiduidade dos respetivos trabalhadores, em dia a fixar oportunamente.

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Reserva de Recrutamento 29

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 29ª Reserva de Recrutamento 2016/2017

Aplicação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 8 de maio, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 9 de maio de 2017 (hora de Portugal continental).

 

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato.

Nota informativa

Listas

A próxima reserva de recrutamento, devido à tolerância de ponto de dia 12, é adiada para o dia 15 de Maio.

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Avé Maria…

Juro: o meu coração caiu-me aos pés.

Eu tinha lido a legislação de fio a pavio, consultado os blogues, deambulado por entre os corredores cibernáuticos da DGAE. Não me enganara ao submeter a candidatura.

Mas agora, com letrinhas bem explícitas, lá estava: “invalidada”.

Percorri os dados com a minuciosa lupa da clarividente dúvida: nada me parecia incorreto.

Corri num ápice ao gabinete da excelentíssima senhora diretora, aguardei pacientemente que a porta permanentemente cerrada abrisse e procurei esclarecimentos.

– Não sei qual é o espanto, tu tens horário incompleto, não reúnes condições para vincular. Tens de corrigir isso.

Tentei contra argumentar, a legislação, as letrinhas douradas na portaria 129, mas ela revelou-se inflexível, que visse isso com a chefe da secretaria que tinha mais que fazer.

Saí porta fora com um nó apertado na garganta. A excelentíssima senhora diretora sentada na sua poltrona, alheia de canseiras e aborrecimentos, aguardando o beija-mão das eleições que se avizinham, e eu ali especada, o coração caído aos pés, com dezassete anos de aulas a palpitarem-me no peito, o bilhete para o último comboio na mão e o aviso súbito de cancelamento.

Estarrecida, corri para o computador, imprimi a dita portaria e foi munida de armas que arremeti contra a secretaria.

Sem desviar os olhos do portátil, o abutrezinho burocrático abanou logo a cabeça na minha direção:

– Olhe, professora, só faço o que me mandam.

– Mas, repare, diz aqui: “à exceção do ano escolar 2016/2017”.

Estiquei bem o dedinho nervoso a apontar as letrinhas douradas, caramba, a minha vida presa numa linha, por que razão tenho eu de passar por isto?

E na minha cabeça, a bombear-me o sangue nos miolos, o pensamento avassalador de toda esta injustiça de quem não quer saber.

Não basta o governo fazer da precariedade dos outros a sua bandeira, continuar a olhar para nós, professores, como uma classe marginal, ainda tenho de gramar esta neblina de desesperança que a minha própria escola me estende.

Desprezando a minha angústia e desalento, rematou o discurso com um “fale com a senhora diretora”.

E, então, estamos nisto, a diretora de porta outra vez fechada, as horas a contar, e eu pedindo por socorro ao deus da DGAE que, lá por detrás das teclas do seu computador, teima em ignorar a desesperança dos pequeninos.

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As Invalidações Com Nome de Agrupamento

Vai ficar neste artigo as escolas que invalidaram candidaturas à Vinculação Extraordinária por desconhecerem a portaria 129-A/2017.

Peço desculpa, mas não vou ter qualquer piedade pelas informações que me chegarem.

 

Preencho os requisitos mas a escola não validou porque este ano estou colocada num horário incompleto

A portaria 129 refere que o horário incompleto não é impeditivo de ser opositora

 

Agrupamento de Escolas de Airães, Felgueiras

 

 

Outras escolas com procedimento semelhante

 

Agrupamento Padre Vítor Melícias, Torres Vedras

Agrupamento de Escolas Gil Vicente, Lisboa

Agrupamento de Escolas de São João da Pesqueira

Agrupamento de Escolas Aquilino Ribeiro Oeiras Lisboa

Escola Secundária da Trofa

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MARTIM DE FREITAS (Coimbra)

Agrupamento de Escolas Nuno Gonçalves

 

Lista em actualização.

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O Powerpoint da Autonomia e Flebibilidade

…diz algo interessante sobre as matrizes curriculares.

 

 

 

A apresentação feita pelo Secretário de Estado, João Costa,  em Coimbra no passado dia 2 de Maio sobre O Projeto Autonomia e Flexibilidade pode ser vista aqui.

Parece que finalmente os intervalos no 1º ciclo voltam a estar considerados como fazendo parte das 25 horas semanais dos alunos.

 

 

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Indicação Errada de Vaga Não Recuperável

Todas as vezes que existe um concurso interno deparo-me com situações de vagas não recuperáveis que as escolas indicam na sua aplicação de validação das candidaturas. Em 2015 a DGAE deu esta resposta depois de insistir várias vezes neste assunto. Em 2013 aqui e em 2015 aqui.

A imagem seguinte mostra um erro que muitas escolas cometem e que depois impedem uma abertura de vagas se o docente for colocado noutro quadro (seja QA ou QZP)

 

 

A resposta desta escola na questão 9 diz que a vaga do docente não é recuperada caso esse docente seja colocado noutro quadro.

Tendo em conta que este caso não é de um docente colocado pelos concursos extraordinários de 2013 e 2014 a sua vaga tem de ser recuperada e a resposta desta escola é que a vaga não é recuperada.

Apenas nos casos dos docentes colocados pelos concursos extraordinários de 2013 e de 2014 é que as vagas não são recuperáveis, bem como nos casos de docentes que passaram a ocupar lugar de quadro em virtude de um recurso hierárquico. O que não foi este o caso.

Chamo a atenção para a resposta 9 das escolas para que chamem a atenção do erro cometido pela escola.

Pois se forem declaradas erradamente muitas vagas não recuperadas, menos movimentações vão existir e a culpa neste caso não é da DGAE, mas sim das escolas.

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Inválidas as Escolas Que Continuam a Invalidar Quem Cumpre os Requisitos para a VE

Já me chegaram inúmeros relatos de inúmeros agrupamentos que estão a invalidar candidaturas à Vinculação Extraordinária de docentes que cumprem os requisitos previstos para esse concurso:

  • Terem 4380 dias de serviço em 31/08/2016 (independentemente de ser antes ou após a profissionalização;
  • Ter 5 contratos nos últimos 6 anos.

 

Não existe necessidade do docente estar colocado este ano em horário completo e anual, nem é condição que o docente este ano esteja colocado.

Apenas para a abertura de vaga foi condição que esses docentes estivessem colocados em horário anual e completo.

Esses estudos foram todos feitos aqui no blogue ao longo da negociação do diploma de concursos.

Podem deixar na caixa de comentários o nome dos agrupamentos que estão a invalidar estas candidaturas que depois elaboro lista dessas escolas num artigo.

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Ecrãs tácteis podem provocar atrasos na fala das crianças

Jura!?

Nada que já não se tivesse notado…

Handheld screen time linked with speech delays in young children | EurekAlert! Science News

 

“Mais inteligentes”?! Também Amélia, leva lá a bicicleta. Esta gente escreve coisas, mas, não sei onde vão buscar as coisas que escrevem:

(…) Nascidos após 2010, os indivíduos da geração Alpha destacam-se pela relação intrínseca com a tecnologia. Estimulados por todo o tipo de dispositivos smart desde que nascem, estas crianças são capazes de interagir com tablets e smartphones ainda antes de saberem andar — ninguém os ensina, é simplesmente intuitivo. Não encaram dispositivos tecnológicos como ferramentas, integrando-os sim na sua vida de forma tão natural que já nem sequer pode ser considerada como uma extensão dos próprios — como constatámos com a geração Z —, mas sim como parte de si.

Sequentemente, podemos prever que serão mais adaptáveis, independentes e considerados mais inteligentes e empreendedores do que as gerações anteriores, com forte apetência para criar marcas e empresas desde muito cedo — talvez desde crianças — tendo em consideração a informação e as ferramentas que têm disponíveis. Paralelamente, serão mais auto-suficientes, tendencialmente mais instruídos e preparados para maiores desafios.

Estas caraterísticas terão simultaneamente influência na educação, revolucionando o paradigma tanto nas escolas como em casa. Com educação online desde bebés, desenvolverão uma maneira particular de aprender e o ensino escolar será menos didático e mais tecnológico e personalizado. Por outro lado, a relação entre pais e filhos tornar-se-á menos hierárquica e mais baseada em troca, com os pais com maior abertura para aprenderem com os filhos e adaptarem-se à sua realidade.  [Nota minha: que “chouriçada” é esta!?] (…)”

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Será desta? O Governo quer informações com vista ao descongelamento…

 

As instituições e organismos públicos têm até dia 15 de maio para prestar informações sobre os seus trabalhadores. Como se pode verificar no Despacho Conjunto abaixo. Nem tudo está perdido, ainda há esperança…

 

Despacho Conjunto – Descongelamento de Carreiras

Ao abrigo do n.º 1 do artigo 14.º e do n.º 1 do artigo 18.º, ambos do Decreto-Lei n.º 251-A/2015, de 17 de dezembro, que aprova a Lei Orgânica do XXI Governo Constitucional, determina-se o seguinte:

1 – Todos os organismos, serviços e entidades integrados no setor das administrações públicas (administração central, local e segurança social), no setor público empresarial (setor empresarial do Estado e setor empresarial local), bem como as fundações públicas, as entidades intermunicipais (áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais) e quaisquer outras entidades incluídas no âmbito de aplicação do artigo 19.º da Lei do Orçamento do Estado para 2017, com exceção do subsetor regional, devem remeter toda a informação relevante para efeitos de valorização remuneratória, designadamente através de promoções e progressões, relativa aos seus trabalhadores, com vista ao cálculo do impacto orçamental no âmbito do processo de elaboração da proposta de lei do orçamento do Estado para 2018.

2 – A data de referência para a prestação da informação constante do ponto anterior é 31 de dezembro de 2016 e o prazo para o seu envio é até 15 de maio de 2017, com exceção das entidades da administração local, cujo prazo é até 31 de maio de 2017.

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Mobilidade Estatutária 2017-2018

Exm.º(ª) Senhor(a)

Representante de Entidade Proponente

Divulga-se infra a calendarização das várias fases do processo de mobilidade estatutária do pessoal docente para o ano escolar 2017/2018, que decorrerá obrigatoriamente através de aplicação eletrónica a disponibilizar no portal da DGAE, de acordo com os prazos indicados.

 

 

FASES PRAZOS
. Formulação do pedido de mobilidade pela entidade proponente de 03 de maio a 19 de maio
. Aceitação do pedido de mobilidade pelo docente de 03 de maio a 22 de maio
. Validação do pedido de mobilidade pela escola de provimento/colocação do docente de 03 de maio  a 23 de maio

 

 

Salienta-se que os prazos que, agora, se divulgam terão que ser rigorosamente observados sob pena de não poderem ser consideradas propostas de mobilidade estatutária rececionadas de modo diferente do previsto.

Pede-se, também, a especial atenção de V. Exa. para a necessidade de eventuais atualizações de dados da Entidade que dirige, bem como os prazos da submissão da(s) proposta(s) de mobilidade estatutária de docentes, nos termos previstos nos artigos 67.º a 71.º do Estatuto da Carreira Docente dos Educadores de Infância e dos Professores do Ensino Básico e Secundário:entre 03 de maio e 19 de maio, impreterivelmente.

Antes da formalização das propostas de mobilidade, deverão as entidades proponentes averiguar qual o enquadramento normativo aplicável às respetivas propostas, no âmbito dos artigos 67.º ou 68.º do ECD, uma vez que os dados inseridos na aplicação eletrónica relativos às propostas são da responsabilidade das entidades proponentes.

O número de deferimentos de propostas de mobilidade está condicionado ao contingente fixado por Despacho Interno da Senhora Secretária de Estado Adjunta e da Educação.

As decisões referentes às propostas de mobilidade estatutária serão notificadas às entidades proponentes, aos docentes e às respetivas unidades orgânicas de colocação através de notificação eletrónica automática, nos termos previstos na alínea c) do n.º 1 do artigo 112.º do CPA.

Com os melhores cumprimentos,

Maria Luísa Oliveira

Diretora-Geral da Administração Escolar

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500 propostas sobre o perfil do aluno

 

No JN de hoje A Flexibilização Curricular já não tem tanto destaque… mas vai percorrendo o seu caminho…

 

 

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CEF sem concurso para financiamento

Estamos no terceiro período e ainda não abriu o concurso para financiamento dos cursos CEF. Há atrasos que “perduram no tempo”…

 

 

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Aperfeiçoamento da Candidatura – 4 a 8 de Maio

Aperfeiçoamento das Candidaturas – Concurso Externo/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso de Integração Extraordinário

 

Aplicação disponível entre o dia 4 de maio e as 18:00 horas de 8 de maio de 2017 (hora de Portugal continental).

 

SIGRHE

Manual de instruções

Nota informativa

 

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A proposta de alteração do Decreto-Lei n.º 75/2008

 

Podem verificar as propostas de alteração do Decreto-Lei n.º75/2008 destacadas a negrito.

 

 

 

 

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Blogoesfera – Purga

Purga | O Meu Quintal

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PSP e MEO vão oferecer pulseiras localizadoras para crianças

Por aqui no Pplware Kids.

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A Voz de Trás-os-Montes – Aferir a brincar

(….)

(Clicar na imagem para aceder ao artigo)

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Concordo Em Absoluto

E quando era pai, professor e presidente de uma Associação de País numa das escolas do meu Agrupamento e do meu filho sempre recusei fazer parte de qualquer órgão electivo no próprio agrupamento, tanto como professor como pai. Apenas para que os papeis nunca se confundissem.

No entanto não deixei de recusar cargo no Conselho Municipal de Educação, enquanto pai, porque a sua função ia num campo diferente da tomada de decisões interna do agrupamento.

 

 

Pais que são professores devem ficar fora dos conselhos gerais das escolas, diz PSD

 

 

Proposta define novas regras para eleição de quem integra o órgão máximo dos agrupamentos escolares e é votada na sexta-feira, no Parlamento.

 

 

Os pais e encarregados de educação que sejam professores ou funcionários no mesmo agrupamento de escolas frequentado pelos filhos não devem ter lugar nos respectivos conselhos gerais. A proposta é do PSD e faz parte de uma conjunto de regras para a escolha dos representantes das famílias no órgão máximo das escolas básicas e secundárias que aquele partido incluiu num projecto de lei que é votado na sexta-feira, no Parlamento.

O PSD entende que é necessário “clarificar” a forma como são escolhidos os representantes dos encarregados de educação nos conselhos gerais das escolas. “O movimento associativo dos pais teve um crescimento e um amadurecimento muito grande nos últimos anos, que agora permite avançar para um aprofundamento”, justifica o deputado Amadeu Albergaria.

Esta proposta surge poucos dias depois de o PÚBLICO ter noticiado que há problemas na forma como os encarregados de educação estão a ser designados em vários conselhos gerais — e que podem pôr em causa a validade dos actos realizados por estes órgãos, entre os quais figuram as eleições dos directores escolares.

A proposta do PSD estabelece que as associações de pais se devem reunir previamente para apresentar a proposta dos nomes dos pais que serão seus representantes dos encarregados de educação no conselho geral, num encontro marcado especificamente para o efeito. Estes representantes são eleitos em assembleias de encarregados de educação. Os membros eleitos devem ainda integrar representantes de todos os ciclos de ensino ministrados no agrupamento. O projecto de lei do PSD refere também que a acta da assembleia terá que mencionar os nomes dos representantes eleitos e suplentes e ser entregue ao presidente do conselho geral, devendo ser arquivada em dossier próprio do órgão (um dos problemas que têm sido detectados é a não existência de actas da eleição dos representantes dos pais).

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Começa Com 6

… e muito em breve os tentáculos vão alastrar-se.

 

Ministério autoriza seis escolas a inovar para pôr fim aos chumbos

 

 

Além da prometida flexibilização curricular que irá avançar num conjunto de escolas a partir de setembro, há seis agrupamentos que já receberam este ano letivo carta branca do Ministério da Educação para irem mais longe e testar novos modelos de organização escolar e de ensino com o objetivo de acabar com os chumbos. Trata-se dos agrupamentos de Freixo (Ponte de Lima), Cristelo (Paredes), Marinha Grande Poente (Leiria), Fernando Casimiro Pereira da Silva (Rio Maior), Vila Nova da Barquinha (Santarém) e Boa Água (Sesimbra).

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Sobre os Impressos Cobrados em Matrículas nas Escolas Públicas

Fica aqui esta resposta do Ministério da Educação a um pedido de esclarecimento da CNIPE.

 

 

Exm.º Sr. Presidente da Direção da Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação,

 

Tendo presente o exposto por V.ª Ex.ª na mensagem infra, independentemente das nossas diligências a desencadear junto do estabelecimento de ensino visado, os estabelecimentos de ensino são remetidos para o cumprimento  do estabelecido no Decreto-Lei nº 176/2012 de 2 de Agosto,  que regula o regime de matrícula e de frequência no âmbito da escolaridade obrigatória, dispõe no seu artigo 3º que:

1 — No âmbito da escolaridade obrigatória o ensino é universal e gratuito.

2 — A gratuitidade da escolaridade obrigatória traduz–se na oferta de ensino público com inexistência de propinas e na isenção total de taxas e emolumentos relacionados com a matrícula, inscrição, frequência escolar e certificação, dispondo ainda os alunos de apoios no âmbito da ação social escolar, caso sejam cumpridos os prazos determinados.(…)

 

Com os melhores cumprimentos,

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Portaria 150/2017 (Regularização dos Vínculos Precários)

Foi publicada hoje a portaria que deixa de fora os professores na regularização dos vínculos precários.

 

Portaria que estabelece os procedimentos da avaliação de situações a submeter ao programa de regularização extraordinária dos vínculos precários na Administração Pública e no setor empresarial do Estado

 

 

 

3 — A presente portaria não abrange:

a) Carreiras em relação às quais exista legislação reguladora da integração extraordinária de pessoal que exerça funções correspondentes a necessidades permanentes dos órgãos ou serviços;

b) Situações de exercício de funções que, por força de legislação específica, só são tituladas por vínculos de duração limitada.

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Como As Falsas Notícias Provocam Arrepios

Desde ontem que  tenho recebido inúmeros alertas para uma notícia onde se diz que no dia 12 de Maio não vai haver tolerância de ponto nas escolas.

Obviamente que é uma notícia falsa e para isso basta ver em que consiste o conteúdo do site…

 

 

 

 

 

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Opinião – Santana Castilho – A imbecilidade das provas para crianças de sete anos

 

O Plano Nacional de Reformas e o Programa de Estabilidade, dois instrumentos que em nada destoam da ortodoxia financeira do anterior Governo, santificaram a Geringonça aos olhos dos mercados. A oportunista tolerância de ponto do próximo dia 12 vai conferir-lhe uma oportuna bênção da Igreja. E não são apenas um PSD sem imaginação e um PCP e Bloco dependentes da minoria maioritária que Costa engendrou, a partir da rejeição quase universal de Passos Coelho, que garantem a aparente paz política reinante. Essa paz é resultado, também, da placidez subalterna de vários sectores profissionais, mansos agora porque os senhores feudais mudaram. A Educação é disto paradigma destacado.
A 19 de Abril, em Coimbra, o ministro da Educação disse que a redução do número de alunos por turma ia abranger 200 mil estudantes. O ministro mentiu, porque a redução se aplica apenas aos anos iniciais de ciclo das escolas TEIP. Nesses anos, não chegam a 70 mil os alunos matriculados. Se não procurasse iludir incautos, teria dito que a medida se aplica apenas a 70 mil de um universo existente de quase um milhão e 200 mil alunos.
Começaram ontem e prolongar-se-ão até 9 de Maio as provas nacionais, obrigatórias, para os alunos do 2º ano do ensino básico, relativas às denominadas Expressões Artísticas e Físico-Motoras. É sabido, público e notório, que muitas escolas de 1º ciclo jamais ofereceram aos seus alunos ensino nas áreas agora submetidas a provas. Essas escolas nem sequer possuíam os materiais necessários para as organizar. Pediram-nos emprestados ou receberam-nos depois de acções de emergência, de aquisição, por parte das respectivas câmaras ou juntas de freguesia.
O secretário de Estado da Educação sugeriu que as provas foram decididas por “impressões” colhidas em conversas com professores e em visitas que realizou e disse que servem para “tirar uma fotografia ao sistema” e para perceber “se um aluno teve ou não condições para realizar as tarefas“. Sucede que a Lei 31/2002 aprovou um sistema de avaliação, contínuo, estável e sistemático, compreendendo a autoavaliação e a avaliação externa das escolas que, entre outros objectivos, tem o de produzir “uma informação qualificada de apoio à tomada de decisão”. Acontece que o Despacho nº 13342/2016 reforçou as disposições daquela lei e estabeleceu, por remissão, que a avaliação em análise devia “contribuir para a regulação da educação, dotando os responsáveis pelas políticas educativas e pela administração das escolas de informação pertinente”. Ocorre que o ministério tem um sofisticado sistema de informação (MISI) que visa “facultar aos organismos centrais a informação necessária para a prossecução das suas atribuições”. Tudo visto, verifica-se que estão disponíveis milhares de páginas produzidas pelas escolas e pela IGEC, que dizem o que o secretário de Estado vai concluir.
O secretário de Estado da Educação garantiu que “a partir de agora vamos ter dados sistemáticos sobre o que existe”. Mas as provas não serão objecto de qualquer registo documental. Nem escrito, porque são práticas, nem áudio ou vídeo porque, imagino eu, seria logisticamente impraticável. Apenas teremos as classificações que, no acto, dois professores atribuirão aos examinados.
Obtendo o pleno pós-moderno para esta rematada imbecilidade, os enunciados destas provas do século XXI foram previamente divulgados para garantir, disse o secretário de Estado da Educação, a equidade.
Provas para crianças do 4º ano, de 9 anos, que só existiam em dois países da Europa, foram condenadas no tempo de Nuno Crato e eu pertenci ao grupo. Mas provas para crianças do 2º ano, de 7 anos, inexistentes em toda a Europa, ainda por cima com uma exposição pessoal que pode ser vexatória, parecem pacíficas em maré da Geringonça. Mas eu não estou no grupo.
In “Público” de 3.5.17

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Sai um PPIP

Diário da República n.º 85/2017, Série II de 2017-05-03

  • Data de Publicação:2017-05-03
  • Tipo de Diploma:Despacho
  • Número:3721/2017
  • Emissor:Educação – Gabinete do Secretário de Estado da Educação
  • Páginas:8324 – 8325
  • Parte:C – Governo e Administração direta e indireta do Estado

 

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Em 10 anos 40.000 novos “escravos” de uma ideia de vinculação

 

Segundo este ensaio de Alexandre Homem de Cristo, nos próximos dez anos as vagas possíveis de “quadro” poderão ser superiores a 10.000. Uma visão “animadora” para quem tem a esperança de algum dia ser professor do quadro. Resta-nos saber em que condições isso pode vir a acontecer. Será que a municipalização em curso não terá nada a dizer? Será que a aposta na precariedade docente em relação a outros funcionários públicos continuará? Em que carreira serão esses “novos” docentes integrados? Há muitas questões por responder…  Mas isso serão outras lutas e pelo que tenho visto, ouvido e lido, ninguém está disposto a ir à luta por condições de trabalho. Têm a esperança que um lugar de quadro ou ao lado de casa tudo possa resolver. Enganam-se!!! Neste campo é o tudo ou nada, se assim não for continuarão escravos da incerteza, mas contentes e infelizes por serem Quadro de qualquer coisa.

 

So what? Cinco ideias a reter sobre o número de professores nas escolas

Primeiro: a redução do número de professores nos últimos anos, em particular sob o Programa de Assistência Económica e Financeira, foi muito elevada e não tem paralelo na administração pública. Em pouco mais de 10 anos, as escolas perderam 40 mil professores, forçando-as à adaptação a uma nova realidade de gestão de recursos e de organização interna. O que nem sempre se conseguiu alcançar em tempo útil, prejudicando as condições de trabalho dos professores e o ambiente nas escolas.

Segundo: a demografia conta, mas a redução do número de professores foi, antes de tudo, uma opção política de redimensionamento da administração pública da Educação. As contas são simples de fazer: a diminuição do número de professores superou (e muito) a diminuição de alunos, pelo que não é possível justificar uma coisa com a outra. O debate é, portanto, se essa opção política fez ou não sentido. Os dados comparados, a partir de rácios alunos/professor, sugerem que sim, mas não são suficientemente fiáveis para avaliações definitivas.

Terceiro: apesar da contestação de que foi alvo, a redução do número de professores no sistema educativo consolidou-se. Em queda há mais de 10 anos, com particular incidência nos anos da troika, os últimos anos foram de consolidação (e não de inversão da tendência) dessa redução de quadros da Educação. Ou seja, face à tendência actual de contratação e às políticas educativas em curso, a opção política não passa por regressar ao passado (i.e., recuperar os 40 mil postos de trabalho que desapareceram), mas sim por consolidar a redução que se aplicou, estabilizando-a.

Quarto: uma das consequências da menor contratação e redução dos quadros na Educação foi o crescente envelhecimento da classe docente. A situação actual é particularmente aguda, com cerca de um terço de professores em vias de se reformar no espaço de 10 anos. É uma realidade que se sentirá sobretudo ao nível do 2.º ciclo, do 3.º ciclo e do ensino secundário, com ênfase nas disciplinas principais (nomeadamente português).

Cinco: vai ser necessário vincular muitos novos professores aos quadros, para compensar as saídas de professores para a reforma – um número que, em 10 anos, pode ascender aos 40 mil professores. A situação é extremamente previsível e, no entanto, não parece existir uma estratégia para assegurar uma adequada substituição – em número e em qualidade da formação – dos professores que saírem do sistema educativo.

 

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A Consolidação da Permuta Deverá Ser Possível

E logicamente que é assim que deve ser. pois já neste artigo tinha dito que a não Consolidação da Permuta ía Contra o Princípio de Confiança no Estado e como tal poderia ser declarado Inconstitucional.

Resta agora que esta portaria venha a ser negociada com os sindicatos e publicada em Diário da República..

 

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Projeto de Portaria – Permutas

 

A Secretária de Estado Adjunta e da Educação enviou aos sindicatos o projeto de portaria que regulará as permutas entre docentes, A negociação está agendada para a próxima semana.

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As críticas da FENPROF às Provas de Aferição

 

Levantam-se as vozes críticas em relação às Provas de Aferição do 2º ano. A organização das provas de expressões tem-se demonstrado bastante complexa por muitas e variadas razões, o número de profissionais envolvidos, o material inexistente nas escolas e que teve que ser “emprestado” por outras, o encerramento de estabelecimentos escolares durante os dias de prova, entre muitas outras. A Fenprof até reclama o pagamento de trabalho extraordinário e os seus sindicatos vão disponibilizar minutas para os professores requererem o pagamento do trabalho realizado.

 

Provas aferidas no 1.º Ciclo começam hoje

Inicia-se hoje o período destinado no calendário escolar à realização de provas aferidas no 2.º do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Recorda-se que estas provas decorrerão entre 2 e 9 de maio (áreas das Expressões), 19 de junho (Português) e 21 de junho (Matemática).

Como tem afirmado, a FENPROF reconhece a importância de aferir o sistema educativo e, por isso, congratulou-se com o fim dos exames e a realização de provas de aferição. Contudo, olhando agora para a forma como todo o processo está a ser preparado, a ideia que fica é que acabaram os exames do 4.º ano, mas foi criada uma espécie de exames para os alunos do 2.º ano. Se esta foi a opção dos responsáveis do Ministério da Educação ou resulta de velhos vícios dos dirigentes do IAVE é o que falta saber…

A FENPROF identifica um conjunto de aspetos que critica no processo que se inicia hoje:

  • O exagero de recursos humanos, facto bem patente no número de professores implicados – aplicadores, classificadores, interlocutores e supervisores – retirando a este processo toda a naturalidade que deveria ter;
  • A utilização de materiais, equipamentos e espaços que não existem nas escolas para desenvolvimento do currículo, o que reforça o caráter artificial do processo, tendo o ME, inclusivamente, sido obrigado a apresentar alternativas com vista à realização das provas;
  • A necessidade de serem introduzidas alterações profundas no funcionamento das escolas, levando milhares de alunos não implicados nas provas a ficarem sem aulas durante 3 ou 4 dias ou, em muitos casos, a sobrelotarem as salas em que outros professores trabalham com as suas turmas;
  • Há alunos que têm de se deslocar para uma escola diferente da sua, a fim de realizarem as provas, sendo os pais obrigados a garantir a deslocação;
  • A sobrecarga, ainda maior, dos horários de trabalho de docentes implicados neste processo que são obrigadas a acompanhar a realização das provas, mantendo-se intacta toda a restante atividade prevista para aqueles dias. Nestes casos, a FENPROF considera que, aos professores, deverá ser pago como serviço extraordinário todo o que acrescer à atividade já programada. Nesse sentido, os Sindicatos da FENPROF disponibilizarão minutas aos seus associados para que requeiram, na respetiva escola, esse pagamento.

A FENPROF lamenta que uma avaliação/aferição, cujos objetivos se pretendem orientados para a qualidade do processo educativo, devendo decorrer da forma mais natural possível, se revista de uma encenação que causa perturbação nas escolas, transformada que está numa espécie de exames.

Espera a FENPROF que, o que se passar este ano, sirva, essencialmente, para o Ministério da Educação identificar os erros que estão a ser cometidos e, assumindo as suas responsabilidades, desde logo, apetreche as escolas dos recursos que lhes são devidos ao longo de todo o ano e, simultaneamente, corrija os procedimentos que estão a ser adotados.

O Secretariado Nacional da FENPROF
2/05/2017 

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Oficialmente, Só Sabem Se o Concurso Foi Validado

… quando abrir a fase do aperfeiçoamento (a partir das 10 horas do dia 4 de Maio até às 18 horas do dia 8 de Maio).

 

Até lá o estado da candidatura vai ser sempre dado como Submetido.

 

A escola de validação tem até amanhã às 18 horas para proceder à validação das candidaturas, se não quiserem esperar pelo dia 4 a única forma de saberem o estado da candidatura é perguntar a quem valida se houve algum problema com a candidatura.

 

Mas podem perfeitamente evitar ligar para a escola e aguardar pelo dia 4 de Maio.

 

 

 

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E O Milagre Acontece

Com os professores de fora.

 

Precários do Estado começam a ser avaliados em poucos dias

 

 

Portaria que dá início à primeira fase do programa de regularização dos vínculos precários na Administração Pública e Setor Empresarial do Estado já foi assinada e será publicada ainda esta semana.

 

 

 

Os precários do Estado vão começar a ser avaliados em poucos dias, a partir de 11 de maio.

O pedido é feito às comissões de avaliação, a criar em cada ministério, para que avaliem cada situação e averiguem se os trabalhadores reúnem condições para aceder à segunda fase do programa para serem integrados na Administração Pública e Setor Empresarial do Estado.

A portaria que dá início à primeira fase do programa de regularização dos vínculos precários já foi assinada e será publicada ainda esta semana.

No entanto, os serviços do ministério do trabalho têm estado a desenvolver a plataforma informática, na qual os trabalhadores poderão submeter o requerimento e obter mais informações sobre o processo online.

O diploma define concursos e prazos para a integração dos trabalhadores precários, que correspondem a necessidades permanentes no Estado.

O Governo não define número máximo de trabalhadores a integrar, mas o relatório divulgado pelo executivo sobre os precários indica 109 mil trabalhadores nesta condição.

Recorde-se que o Executivo socialista decidiu alargar o programa de regularização de precários a todas as carreiras da função pública, da administração direta e indireta do Estado, o que vai de encontro às exigências de Bloco de Esquerda e PCP. Mesmo as que têm regras próprias de vinculação serão abrangidas e só os professores ficarão de fora porque estão abrangidos por um concurso de vinculação extraordinária.

Portugal é, de resto, um dos países com mais precários na Europa. Ganham menos que aqueles que têm um contrato sem termo e representam mais de 20% do universo de trabalhadores por conta de outrem, muito acima da média europeia.

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