Dilemas de um Palestrante – Alfreto Leite

Reflexões de um Mundo Brilhante

Olhas.

Na plateia, à tua frente, muita gente.

Nunca chega a ser o número desejado. Queremos sempre mais. Maior adesão. É como em muitas reuniões de pais. Nunca vão todos, poucas vezes vão os que mais precisavam de ir. Não é?

Observas.

À tua frente uns novos, outros menos novos (evitei dizer velhos, não vão os polícias do politicamente correto me multarem). Momentos da vida diferentes. Parece uma turma do sétimo ano. Não há dois alunos iguais nas suas expectativas. Como não há duas pessoas iguais nas minhas plateias.

Observas melhor.

Alguns foram para a última fila do auditório. Com quem é que os alunos aprenderam? Ou serão velhos hábitos? Não se sabe onde começa a pescadinha de rabo na boca.

Convido a virem para a frente. Dizem que sou arrogante. Não convido. Dizem que sou distraído.

Toca um telemóvel. Era importante. Toca outro. Era muito importante.

Caramba! Desliguem os telemóveis! E, já agora, reflitam: há diferenças entre “importante” e “urgente”.

Falas simples. O complicado, deseja mais.

Falas complicado. O pragmático deseja menos. Usas exemplos. O filósofo diz que são “lugares comuns”. Emocionas-te. O frio, o gelado, diz que és teatral. Vais alternando, como se estivesses inspirado pelas inteligências múltiplas…

E as inteligências múltiplas terão base científica, ou só vieram complicar o trabalho do professor?

Será que consigo “dar uma aula” para cada aluno?

Vamos seguindo, sempre com uma bússola!

Claro que desejamos ser amados.

Claro que desejamos respeito. É humano. Mas temos que seguir com a nossa bússola. Com o nosso sonho. Com a nossa consciência.

Essa bússola vem da tríade “estudo – prática – auto-avaliação”.

Quanto mais forte for nesta tríade, mais pessoas conseguirei contactar.

O professor (bom) não vai agradar a todos. Até porque o resultado do seu trabalho, mede-se a longo prazo.

Para chegarmos a todos, não vamos agradar a todos.

Qual é a sua bússola?

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Retificação à Lei n.º 116/2019, de 13 de setembro, Educação Inclusiva

Declaração de Retificação à Lei n.º 116/2019, de 13 de setembro, «Primeira alteração, por apreciação parlamentar, ao Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, que estabelece o regime jurídico da educação inclusiva»

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Pelo EDUCARE: BE, CDS, PCP, PAN: O que prometem para a Educação

 

BE, CDS, PCP, PAN: O que prometem para a Educação

Partidos que têm assento parlamentar como BE e PCP, que fazem parte da solução governativa de esquerda, e CDS-PP e PAN, distintos nas suas propostas, convergem na valorização da classe docente nos seus programas eleitorais. Há, porém, ideias que não se tocam.

 

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A Ler – Propaganda Enganosa

Propaganda enganosa

Alexandre Parafita

Assiste-se com frequência, no discurso político, a uma propaganda de cunho enganoso, da qual ninguém pede contas a ninguém. Falta uma cultura de exigência neste domínio.

Manipula-se a verdade, induz-se em erro (quiçá conscientemente), criam-se falsas expectativas, frustram-se sonhos. E ninguém é chamado à responsabilidade, ainda que a criminalização da publicidade enganosa na lei portuguesa abranja também esse tipo de propaganda (art.º 41, n.º 8, DL n.º 6/95, de 17 de janeiro).

Quando o Governo publicou a lei de 5 de fevereiro (Dec. Regulamentar n.º 2/2019), anunciando que os trabalhadores da administração pública podem pedir a pré-reforma antes da idade legal (66 anos e cinco meses), ganhou, de pronto, o aplauso de muitas centenas de cidadãos, em especial professores já sexagenários, ou perto disso, muitos deles cansados e frágeis, alguns arrastando-se penosamente num sistema educativo cáustico que escraviza mais do que estimula, e que, aceitando perder uma parte do salário, poderiam usufruir dessa medida. Mas que engodo! O Ministério das Finanças não autorizou, nem deu sinal de autorizar, um único pedido de pré-reforma, sabendo-se que mais de 200 professores já a requereram. O dirigente sindical José Abraão, que até é da área política do Governo, reconheceu que se trata de “uma medida tomada pelo Governo para não aplicar”. E o ministro Centeno, no programa “Gente que não sabe estar”, disse com todas as letras: “Não se deve prometer o que não se pode dar”.

Em que ficamos então? A lei já devia estar a ser cumprida, mas o PS, no seu programa eleitoral, vem, ainda agora, prometer a implementação “ativa” da pré-reforma. Afinal, promete o quê? Não é bonito jogar com as expectativas dos cidadãos!

Escritor e jornalista

 

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A Ler – Os professores e as eleições

Os professores e as eleições – Observador

Arnaldo Santos / Professor e Jurista

Este não é o tempo para ideologias políticas de direita ou de esquerda, ou de ficar agarrado à cor do partido político em que sempre votaram. É tempo de repor a justiça e de reconquistar o respeito.

Ler, ouvir ou ver notícias sobre os professores e o tempo de serviço que o Governo diz não ter dinheiro para pagar, nunca é demais. Particularmente para os professores e para as respetivas famílias que sentem, na pele, a falta do dinheiro pelo qual trabalharam, e a subtração do direito à mudança dos escalões para a progressão na carreira.

O congelamento das carreiras teve estas duas implicações: não houve aumentos e não houve progressões que, naturalmente, implicam aumentos. Já falámos de justiça num artigo anterior. Dissemos, na devida altura, que era um conceito objetivo: dar a cada um aquilo que é seu, e o que é que é seu e de cada um, é aquilo que cada um merece, e merece na medida em que dá, e deve dar de acordo com as suas capacidades. Este é o conceito objetivo de justiça. Sendo este conceito objetivo, completo, não dá margem para o conceito subjetivo da meia justiça.

Não existe meia justiça. Devolver dois anos, nove meses e dezoito dias de tempo de serviço aos professores é utilizar um expediente inexistente: a meia justiça. A fundamentação deste conceito, inexistente, segue aquela máxima: mais vale qualquer coisa na mão do que coisa nenhuma a voar, para calar a boca aos cidadãos que não estão habituados a fazer valer a justiça e os seus direitos, até ao fim. Tiques de outros tempos em que o lema era “comer e calar”. Outros tempos que alguns insistem em não esquecer. Nós somos o resultado da nossa história.

Fazer valer os direitos até ao fim. Esta frase é forte, pelo menos em Portugal. Até costuma utilizar-se outra: apurar responsabilidades até às últimas consequências, doa a quem doer. Parece que estamos numa brincadeira e, de vez em quando, vem alguém que diz: acabou-se a brincadeira. Por isso é que ninguém leva nada a sério… Ensina-se no Direito Administrativo, que é aquele ramo do Direito que regula as relações jurídicas entre a Administração Pública e os cidadãos, que para travar os administrados de fazer valer os seus direitos até ao fim, leia-se recuperar o tempo de serviço, basta que a Administração Pública utilize o argumento do interesse público, do bem comum, ou que se coloca em risco o equilíbrio das contas públicas, para qualquer Tribunal Administrativo dar por terminada a ação, ao abrigo da separação de poderes, não dando provimento às intenções dos administrados. Se isto não é xica espertice é o quê? Infelizmente é o que temos… O Estado coloca as contas públicas em causa, diariamente, com negócios ruinosos, e não há ninguém que se importe com o interesse público?

No próximo dia 6 de outubro vamos a votos. Que razões podem ter os professores para ir a votos? Existem cerca de 146.830 professores em Portugal (dados da Pordata para 2018). Muitos destes professores ainda têm os dois progenitores vivos, têm maridos, mulheres, irmãos, filhos, tios, primos, netos, afilhados, (etc…) e têm amigos. Se quiserem façam como o outro: é fazer as contas. Se cada professor exercer o poder de influência que tem, e se todos votarem nos partidos (que todos sabem quais são) que dizem que a recuperação integral do tempo de serviço dos professores é um imperativo nacional de justiça e de respeito, faz mossa ou não? Este não é o tempo para ideologias políticas de direita, de centro ou de esquerda, ou de ficar agarrado à cor do partido político em que sempre votaram, como se fosse o clube de futebol ou uma religião. É tempo de causas, é tempo de repor a justiça e de reconquistar o respeito.

P.S. Não sou sócio, adepto, filiado, simpatizante de nenhum partido político.

 

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A Ler – Talvez Isto Explique Alguma Coisa Sobre As Políticas “Educativas” Do Governo

Talvez Isto Explique Alguma Coisa Sobre As Políticas “Educativas” Do Governo | O Meu Quintal

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País Real: Escolas de remendos

Foi uma festa de arromba que levou a grande maioria das escolas a degradarem-se por falta de dinheiro para obras.

País Real: Escolas de remendos

 

Chuva nas salas, tetos a cair aos pedaços e telhados de amianto. Tem sido esta a realidade para muitos alunos em escolas degradas do Norte do país.

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Os abusos continuam com os horários dos professores de apoio…

 

Chegou-nos por email um horário um pouco estranho de um docente de apoio educativo a prestar serviço no 1.º Ciclo.

É deveras evidente que os intervalos deste docente são um pouco diferentes dos outros docentes sejam eles titulares de turma  ou professores de apoio de um outro Agrupamento de escola onde não se olhe apenas para o “umbiguismo”. Parece que ser Professor de apoio é ser Professor de segunda…

Fica para que analisem e digam de vossa justiça se encontram algo de estranho ou não…

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Se fossem só as rendas…

 

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Para lá da fumaça – Santana Castilho

Para lá da fumaça

Daqui a quatro dias, todos poderemos votar (sem que nos possamos candidatar) para eleger alguns que, maioritariamente, nem sequer conhecemos. Chamamos a esta liturgia, de certa menoridade política, eleições legislativas. Neste cenário, demasiados protagonistas comportam-se como as antigas máquinas do tempo do vinil: tocam a música escolhida por quem tiver a moedinha. Exemplo? A repercussão que teve, em plena campanha eleitoral, a iniciativa de António Guterres.

Se aos dezasseis anos uma jovem portuguesa deixasse de ir às aulas, ainda que para defender uma causa tão nobre como a que Greta Thunberg defende, que diríamos dos seus pais e das autoridades? Se uma jovem diagnosticada com síndrome de Asperger fosse submetida à exposição e à pressão emocional a que Greta Thunberg está continuadamente sujeita, que pensaríamos do dever social de protegermos os menores, sobretudo antecipando o efeito que o fim da fama (que obviamente acontecerá) provocará no seu conturbado equilíbrio psicológico? Por iniciativa própria ou usada por outros, é inegável que Greta Thunberg teve o mérito de mobilizar o mundo, como outros não conseguiram. Mas porque a sua causa é boa, devemos ficar infantilmente embasbacados ante a sua retórica totalitária e o seu discurso populista? Que pensar dos políticos que a aplaudiram, depois de terem sido insultados por ela?

É perturbador ver o ódio na cara de uma jovem de dezasseis anos, enquanto o mundo, ávido de circo e sedento de emoções, fica embevecido com as divagações comuns com que ela trata o problema mais complexo e global que nos assola, como se os grandes emissores de CO2 se comovessem com os seus apelos.

Não quero subestimar o problema climático para que tantas instituições científicas nos vêm alertando. Mas tão-pouco posso ignorar a intoxicação das nossas cabeças com soluções que ignoram a sua complexidade. Não quero subestimar a iniciativa meritória da ONU. Mas tão-pouco posso ignorar a displicência com que parece olhar para a tensão entre a Arábia Saudita e o Irão que, essa sim, se explodir, provocará um “aquecimento” fatal, antes que a Greta volte à escola.

Depois disto veio Tancos. E na campanha ficarão por debater, para lá da fumaça, tantos temas decisivos para o nosso viver próximo, entre outros: a dívida pública e a dívida dos privados; o domínio estrangeiro sobre os nossos sectores estratégicos; a política externa, num quadro em que as relações internacionais são cada vez mais relações económicas e Portugal é um país economicamente dependente do exterior; as relações com a comunidade de língua portuguesa; o impacto da organização do trabalho na vida familiar e desta no aumento da indisciplina na escola e da violência (física e psicológica) no relacionamento entre os jovens; o despovoamento e a desertificação do interior; o equilíbrio entre o turismo de massas e o direito de vivermos com tranquilidade na nossa terra.

A análise dos programas eleitorais e o decurso da campanha que os promove mostra que a Educação não é tema que preocupe prioritariamente os partidos políticos. Mais do que a pobreza e inadequação de muitas propostas, é preocupante sabermos que o vencedor fará delas doutrina, sem qualquer sentido de urgência para resolver os problemas do sistema de ensino. Porque os políticos continuam a não entender que o que se passa é um problema deles e não dos professores já que, por mais variáveis que a Escola possa controlar, boa parte do que nela acontece é corolário das condições sociais e emocionais em que os seus alunos vivem. Com efeito, seria imperioso que os políticos entendessem a natureza holística da educação dos jovens, juntando ao currículo académico apoios sociais, médicos e psicológicos, para que a Educação se tornasse o factor mais poderoso de promoção da qualidade de vida de cada ser. Mas os problemas têm passado de governo em governo sem que o maior, qual seja o separar o interesse da criança, enquanto indivíduo, do interesse e das solicitações da sociedade, enquanto forma de organização colectiva, seja considerado resolutamente e financiado adequadamente.

Com este pano de fundo, precisávamos de um ministro que olhasse a Educação de cima a baixo. Provavelmente engoliremos, calados, um que vai olhar o chefe de baixo para cima.

In “Público” de 2.10.19

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Casa de ferreiro, espeto de pau: O burnout nos terapeutas

Casa de ferreiro, espeto de pau: O burnout nos terapeutas – Saúde e Medicina – SAPO Lifestyle

É comum haver esta ideia de impermeabilidade nos profissionais que “combatem” determinada situação no desempenho da sua profissão. Por exemplo, os médicos não adoecerem ou conseguirem estar quase sempre saudáveis, policias não cometerem nenhum crime ou os bombeiros nunca terem nenhum fogo em sua casa, os professores de Educação Física nunca se cansam, etc.

E no caso dos psicólogos serem impermeáveis às questões da saúde mental. Não sofrerem de stresse ou ansiedade, depressão ou outro sofrimento psicológico. E igualmente para os outros terapeutas.

Ninguém está imune ou é impermeável a tal. As pessoas podem ter um maior conhecimento em determinadas áreas, mas precisam de ter um conjunto de cuidados em relação à sua própria “higiene mental” para conseguirem estar em melhores condições no desempenho da sua profissão, e no enfrentar das inúmeras situações causadoras de desgaste.

Burnout, a fadiga mental

Esta sensação de fadiga mental ou exaustão emocional é aquilo que alguns autores, nomeadamente Maslach definiu como Burnout. Ou seja, este é definido como o fim de uma situação crónica de stresse verificada a longo prazo e é uma condição representada por três dimensões: fadiga mental ou exaustão emocional, sentimentos e percepções negativas sobre as pessoas com que trabalhamos e despersonalização ou diminuição da sensação de realização pessoal.

O esgotamento é considerado por muitos como uma dificuldade ao nível da saúde mental relacionada com o trabalho e é frequentemente correlacionado com ansiedade e depressão. Não somente o esgotamento pode ser pessoalmente angustiante, mas também pode se manifestar em muitas condições de saúde física e mental.

Por exemplo, fadiga, exaustão e somatização, e também está ligado ao evitamento social, incapacidade de regular a expressão de emoções, absentismo, moral reduzida e sensação reduzida de eficiência e desempenho.

Como referi anteriormente os psicólogos e profissionais de saúde mental e outros técnicos que trabalham com população acometida por uma condição de saúde mental também são sujeitos a uma série de problemas de saúde relacionados ao trabalho, incluindo fadiga da compaixão, traumatização secundária, etc. O Burnout, em si, tem sido associado com depressão, tanto no campo da psicologia e dentro de outras profissões. Também tem sido demonstrado mediar a relação entre o stresse e depressão em médicos que relatam sentimentos mais baixos de segurança e aumento da exaustão emocional.

No caso dos terapeutas que trabalham com crianças, jovens e adultos autistas, não obstante a sua preparação técnica e profissional de forma continuada para implementar o seu trabalho, estão sujeitos a um conjunto de situações potencialmente causadoras de burnout.

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Técnicos da Educação sabem da integração no quadro ao protestarem pela demora

Técnicos da Educação sabem da integração no quadro ao protestarem pela demora – País – RTP Notícias

01 Out, 2019, 14:17 | País

Alguns técnicos especializados do Ministério da Educação em situação de precariedade começaram a receber hoje notificação de que a sua integração na Função Pública foi homologada, momentos antes de protestarem no Porto pela demora do processo, disse fonte sindical.

Os técnicos especializados, como psicólogos ou terapeutas ocupacionais, queixavam-se de que ainda não terem visto homologados os processos de regularização do seu vínculo, passados que foram já dois anos sobre a data da sua inscrição no PREVPAP – Programa de Regularização Extraordinária de Vínculos Precários na Administração.

Afirmavam também que, em maio, a secretária de Estado da Educação tinha assumido o compromisso de que até ao fim da legislatura todos os processos seriam homologados.

Sublinhando que nem todos os 1.336 técnicos que recorreram ao PREPAV viram já os seus processos homologados, a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS), promotora do protesto no Porto, assinalou a coincidência de algumas homologações terem sido comunicadas precisamente neste dia, concluindo que “a luta vale a pena”.

Presente na iniciativa, o líder da CGTP-IN, Arménio Carlos, disse à agência Lusa que a homologação não chega, pedindo celeridade na conclusão do processo.

Pediu mesmo “uma espécie de Simplex” para estes trabalhadores, que se concentraram junto à Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares/Norte].

“Não há necessidade de nenhuma reavaliação (dos processos PREPAV), apenas de simplificar os processos e tornar na prática, concretizável aquilo que as CAB (Comissões de Avaliação Bipartida) já reconheceram, que é reconhecer que estas técnicas desenvolvem uma atividade profissional permanente e, o como tal, devem estar no quadro”, afirmou.

Na sua avaliação, a demora nos processos tem “razões políticas” que, defendeu, “têm de ser postas de parte para dar lugar às opções do ponto de vista das necessidades especiais das crianças”.

Confrontado pela Lusa com as críticas sindicais, o Ministério da Educação respondeu que, “no âmbito do PREVPAP, a quase totalidade dos requerimentos foram deliberados favoravelmente”, acrescentando que os trabalhadores com processo já homologado “serão notificados no decurso dos próximos dias, com a abertura dos concursos a decorrer de seguida”.

O Ministério da Educação dizer saber que a CAB Educação “encontra-se a trabalhar no sentido de enviar, o mais rapidamente possível, os restantes processos para homologação, os quais serão despachados pelo ministro da Educação com a celeridade máxima, como até aqui”.

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Ainda Mal o Ano Começou e Já Faltam 50 Professores de Informática

… para horários completos.

Estamos em início de outubro e a aplicação para as contratações de escola já começam a ter horários para os quais não houve candidatos ou então que existiram duas não aceitações nas Reservas de Recrutamento.

No quadro seguinte estão assinalados a verde os horários que deviam ter saído em Reserva de Recrutamento e que passaram agora para contratação de escola. O grupo com mais evidência de falta de professores é o grupo 550 – Informática que tem em concurso até dia 4 de outubro 50 horários completos, dos 123 que estão agora em concurso.

Já venho a alertar há bastante tempo que o grupo 420 – Geografia também anda deserto de candidatos e dos 74 horários em concurso, 64 já passaram das reservas de recrutamento à contratação de escola.

Os distritos com mais ausência de candidatos aos concursos de professores são Lisboa, Setúbal e Faro. Curiosamente as zonas onde todos os anos entram mais professores no quadro.

Estou muito certo que algumas escolas deste país vão passar um martírio ao longo de todo ano para conseguirem um professor para algumas disciplinas.

Ficam estes quadros para análise, não apenas dos professores, mas de quem tem poder para alterar tudo isto.

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São raros os professores…

Reforma sem cortes para quem tem 60 anos e 40 de descontos

s trabalhadores do privado e os funcionários públicos podem reformar-se, a partir de hoje, aos 60 anos sem o corte de 14,7% do fator de sustentabilidade desde que tenham, nessa idade, pelo menos 40 anos de contribuições.

Em causa está uma norma do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019) que prevê o fim do fator de sustentabilidade para os novos pensionistas da Segurança Social que reúnam a condição de, aos 60 anos, atingirem 40 anos de carreira enquanto durar essa idade.

Esta medida entrou em vigor em janeiro, porém nessa altura abrangia apenas quem tinha pelo menos 63 anos de idade, passando hoje a abranger as pessoas com 60 anos.

Outra das novidades, além da descida do limite de idade, é que o regime passa a abranger a partir de hoje os funcionários públicos cujas reformas são pagas pela Caixa Geral de Aposentações (CGA). Até agora, o regime só estava disponível para os trabalhadores que descontam para a Segurança Social.

Na CGA, as novas regras aplicam-se aos pedidos de reforma pendentes, segundo o diploma.

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Recrutamento de Professor de Português para Hudson, Massachusetts, EUA

As Escolas Públicas de Hudson estão à procura de um(a) professor(a) de Português dinâmico(a) e que inspire os alunos a aprender Português. O candidato deve ter um nível avançado de Português, conhecimento das culturas do mundo Português, e domínio de metodologias de instrução de língua estrangeira.

Candidatos sem visto de trabalho nos EUA têm obrigatoriamente de cumprir os seguintes requisitos:

– domínio da língua inglesa que lhes permita ter uma conversação com facilidade

– estar de momento a trabalhar a tempo inteiro com alunos entre os 9 e os 18 anos

– ter um mínimo de dois anos de experiência a trabalhar a tempo inteiro com alunos entre os 5 e os 18 anos

Candidatos interessados devem-se candidatar no website SchoolSpring.com:

Nota: Esta vaga está aberta a professores que NÃO tèm visto de trabalho nos EUA.

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Que Bicho te Mordeu? Espicaçar a curiosidade das crianças está à distância de um clique

Que Bicho te Mordeu? Espicaçar a curiosidade das crianças está à distância de um clique

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Plataforma do Reposicionamento dá erro involuntário ou voluntário?

 

Algo de estranho se passará com a plataforma do reposicionamento dos 2,9,18.

Um professor que, supostamente, teria subido a 01/06/2019 por ter o tempo de permanência no atual escalão e ainda lhe sobrar tempo desta tranche para o próximo. não sobe na data prevista. Sobe a 19/07/2019.

Será que a plataforma tem alguma forma mal introduzida? ou, mais uma vez os professores vão ser prejudicados?

Isto está-me a parecer estranho demais para ser uma coincidência…

Verifiquem bem aquilo com que concordam.

Trocando isto por miúdos, a reposição não está a retroagir a 1/06/2019, mas à data do final do processo de ADD.

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Professor/a de Língua Portuguesa para Timor-Leste

 

Professor/a de Língua Portuguesa para Timor-Leste

A Coutinho, Neto & Orey no âmbito da sua atividade de recrutamento encontra-se a desenvolver um processo de seleção para o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. (Camões, I.P.)

Prazo limite de candidatura: 13/10/2019

I – Enquadramento da ação

O Projeto PRO-Português, a implementar na República Democrática de Timor-Leste (RDTL), tem como objetivo global “contribuir para a consolidação do sistema educativo de Timor-Leste, através do apoio ao setor da formação profissional e contínua do pessoal docente do sistema educativo do Ensino Não Superior” e, como objetivos específicos, “i) constituir uma Bolsa de Formadores Nacionais, a nível de Posto Administrativo, e consolidar as suas competências técnico-científicas, didático-pedagógicas e linguístico-comunicativas para ministrarem Cursos de Língua Portuguesa (Níveis A2, B1 e B2); ii) reforçar as competências linguístico-comunicativas em Língua Portuguesa de docentes de todos os níveis de ensino (Educação Pré-Escolar, Ensino Básico e Secundário) do sistema educativo do Ensino Não Superior de Timor-Leste”.

 

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Quem está satisfeito? Que professor está satisfeito?

 

Acreditando no estudo que foi lançado a semana passada, a maioria dos professores encontram-se satisfeitos com o seu trabalho, mas 1/3 mudaria de profissão.

O estar satisfeito com o seu trabalho não quer dizer que estejam satisfeitos com a sua situação profissional. Para que isso aconteça, muito terá que mudar nos próximos tempos, muita injustiça terá de ser desfeita.

Como estão os professores a pensar lutar contra essas injustiças? Manifestando-se, na rua, nas redes sociais, nas escolas… Como estarão a pensar demonstrar essa insatisfação? Ficando em casa no sofá?

Eu sei que muitos professores não estão de acordo com as orientações dos sindicatos e as suas ações num passado próximo, Eles deveriam ter sido mais aguerridos, mais fortes, mais representativos da classe, mas quem elege as cabeças dos sindicatos também são os professores e se fugirmos aos sindicatos só estamos a ser compassivos com a nossa insatisfação no que a eles respeita.

Não querem apoiar as ações dos sindicatos. Não apoiem. arranjem maneira de os substituir como representantes dos professores. Não é possível? Eu também sei.

Não estão de acordo com as cabeças da manifestação? Não querem pegar em bandeirinhas? Não querem vestir as cores dos sindicatos?

Vistam-se de negro. Esperem pelo fim da “caravana” e sigam-na apoiando a vossa insatisfação a todos os níveis. Mas façam-no, não esperem que os outros lutem por vocês ou pelo que vocês querem. Vão, mas vão por vocês como individuo, como profissional, como professores… vão defender os vossos direitos.

Rui Emanuel

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Horários em Contratação de Escola no Mês de Setembro

Ao longo do mês de setembro de 2019 estiveram em concurso na aplicação SIGHRE para contratação de escola 2.069 horários, sendo que 1.020 foram para grupos de recrutamento e 1.049 para Técnicos Especializados.

Apenas os grupos de recrutamento 360, 400, 540 e 550 já tiveram ofertas acima das 8 horas, todos os horários dos restantes grupos foram inferiores a 8 horas.

O grupo com mais pedidos de horas foi o 100 – Educação Pré-escolar com 167 horários, seguindo-se o grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica com 158 horários.

O Distrito com mais horários em concurso foi Lisboa onde já foram pedidos 426 horários, seguindo-se o Porto com 317 horários.

Ficam aqui os dois quadros do mês de setembro para melhor análise.

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Apoiem a Petição contra as ULTRAPASSAGENS, submetida no PE

Aqui há uns tempos publiquei aqui no blog uma petição submetida no Parlamento Europeu sobre as Ultrapassagens, Surpreende-me que não tenha ainda os milhares de apoiantes que foram ultrapassados, tanto pelos colegas que entraram depois de 2011 como os que estão a ser ultrapassados com o reposicionamento na carreira ao abrigo dos 2,9,18.

Depois queixam-se que os sindicatos é que não fazem nada. Será possível apoiar a Petição da colega Rute Sobral?

Fica o link e dados da petição, basta registar e apoiar. Não é difícil.

1.° Efetuar o registo na plataforma.

2.° Confirmar o registo no e-mail.

3.° Iniciar sessão com os dados do registo.

4.° Procurar a petição n.° 0235 do ano 2019.

5.° Apoiar a petição.

Número da petição: 0235/2019
Titulo: Petição n.º 0235/2019, apresentada por Rute Sobral, de nacionalidade portuguesa, sobre uma alegada discriminação dos professores em Portugal
Síntese da petição: A peticionária queixa-se de que as recentes alterações à legislação portuguesa criam discriminação entre professores, em especial no que diz respeito à progressão na carreira e à remuneração. Argumenta que esta situação permite, por exemplo, que professores com anos de experiência semelhantes ou mesmo menos anos de experiência sejam promovidos a melhores posições do que professores com mais anos de carreira, baseando-se apenas no tempo de acesso à profissão.
Nome: Rute Sobral
Data de admissibilidade:
Número de apoiantes: 259

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RA Açores já agoniza com falta de professores

 

 

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A Minha Posição na Lista com a RR4

Encontra-se atualizada a página “A Minha Posição na Lista” com os dados da Reserva de Recrutamento 4.

 

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Lista Colorida – RR4

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR4.

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845 Contratados Colocados na RR4

Na Reserva de Recrutamento 4 foram colocados 845 docentes contratados de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

 

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Cinema Sem Conflitos: “Vicente um Corvo Diferente”

https://vimeo.com/157625716

Título:  “Ignite” | Autores: “ccad“

Depois de ser rejeitado por seu rebanho, um jovem ‘Cheetal’ encontra-se o alvo de um predador temível. Deve aprender a aceitar a si mesmo e suas diferenças para sobreviver.

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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4186 assinaturas em 48h na Petição “Regime Especial Aposentação Educadores de Infância e Professores do 1º CEB”

 

Em menos de 48 horas a petição “Regime Especial Aposentação Educadores de Infância e Professores do 1º CEB” atingiu as 4000 assinaturas para ser submetida à Assembleia da República.

É um tema controverso entre a classe docente, a reivindicação dos Educadores de Infância e Professores do 1º CEB, de um regime especial de aposentação. Esta petição já não é a primeira a ser submetida e, embora, todos os grupos parlamentares se tenham mostrado solidários com a ideia, nenhum apresentou uma proposta para que se legislasse.

Esta petição, surge num momento em que, pela terceira vez, o primeiro ministro se mostra sensível a este tema, tendo referido que estes docentes que é necessário compensar os docentes em regime de monodocência pela sua carga horária ao longo da carreira.

Os docentes dos outros ciclos, também merecem ser compensados. A profissão docente é comprovadamente de desgaste rápido e se outras, como os militares e policias, já têm um regime especial porque é que os professores não o devem ter? (sendo que os militares até podem passar à reserva, que é como uma art.º 79 para os professores, mas na totalidade e sem necessitarem de comparecer ao serviço)

Esta petição surgiu contemplando os  Educadores de Infância e Professores do 1º CEB, mas estou certo que se surgir alguma a contemplar os professores dos outros ciclos ou a totalidade, terá o mesmo resultado, um massivo apoio da parte dos professores. Basta que alguém tome a iniciativa de dar a cara por ela.

Em relação às duvidas expressas nos comentários das redes sociais sobre esta Petição e carga horária destes docentes, assim como a aplicação do art.º 79 aos mesmos, deixo aqui um estudo sobre as “CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS DOCENTES DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR (EPE) E DO PRIMEIRO CICLO (1.ºC) DO ENSINO BÁSICO EM RELAÇÃO ÀS DOS RESTANTES SETORES DE ENSINO “.

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/01/estudo_CONDIÇÕES-TRABALHO.pdf”]

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Reserva de recrutamento n.º 4

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e listas de Colocação Administrativa – 4.ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 30 de setembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 1 de outubro de 2019 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Monitor da Educação e da Formação de 2019 salienta envelhecimento de professores como um problema em Portuga

“Os professores estão satisfeitos com o seu trabalho, porém, subsistem desafios tais como o envelhecimento da população docente, a elevada proporção de pessoal não permanente e as lacunas na integração e no desenvolvimento profissional contínuo”

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/09/volume-2-2019-education-and-training-monitor-country-analysis.pdf”]

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O intervalo dos professores do 1º ciclo em Apoio Educativo ou em Coadjuvação é componente letiva

Quem não lê corre o risco de ter que acreditar em tudo que os outros lhe dizem.

Ainda há alguns diretores que não leram o “Esclarecimento relativo às de intervalo no 1.º CEB” e continuam a insistir na recusa de incluir os intervalos na componente letiva  dos professores de apoio. Esta situação tem sido recorrente ao longo dos anos, já depois do dito esclarecimento, por parte da DGEstE, em 2017.

Os professores consentem que este abuso continue e não reivindicam o que é seu por direito. Os diretores, com fracos hábitos de leitura, vão gerindo a pouca leitura destes esclarecimentos, por parte dos professores e a “coisa” vai-se perpetuando.

Por sua vez, os professores que até têm uma ideia destes esclarecimentos, não se conseguem impor perante tanta gente de fraca leitura e vão na onda para não arranjar problemas.

Queixem-se aos sindicatos. “Eles” não servem só para organizar greves e passeatas.

Fica aqui o esclarecimento para relembrar quem tem como hábito o esquecimento por dar jeito e por não ter o costume de ler estas “coisas”.

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Manifestação de Interesse – Docente de Língua e Cultura Portuguesas – Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau

 

Docente de Língua e Cultura Portuguesas – Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau

O Camões, I.P. informa que decorre entre as 0h00 de dia 27 de setembro e as 24H00 do dia 3 de outubro de 2019 o período para apresentação de candidaturas para o cargo de Docente de Língua e Cultura Portuguesas na Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau.

As candidaturas deverão ser remetidas por comunicação eletrónica para o endereço [email protected].

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Divulgação – XIV Encontro Nacional de Educação para a Cidadania Global

 

No dia 12 de outubro de 2019 decorrerá na ESE de Lisboa o XIV Encontro Nacional de Educação para a Cidadania Global aberto a Jovens e Adultos/as.
A temática a trabalhar neste encontro será a da Participação, Cidadania e Escola. Jovens e Adult@s em Reflexão e, pela primeira vez contará também com a possibilidade de participação de jovens estudantes. Pretende-se que seja um “laboratório” de diagnóstico dos problemas de participação e envolvimento da comunidade educativa nas Escolas e um momento de partilha de alguns caminhos que têm vindo a ser experimentados.
O encontro será promovido pela Rede ECG, em parceria com a ESE de Lisboa, o Centro de Formação de Escolas António Sérgio e com o cofinanciamento do Camões IP. O período da tarde será dedicado a 7 oficinas que serão dinamizadas pelo Comparte, Escola da Floresta, Escolas UBUNTU, Greve Climática, Movimento da Escola Moderna, Rede de Escolas Democracia Participativa e Rede Inducar, também parceiros deste encontro.

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Aviso de Abertura de Procedimento Concursal Simplificado Local – República Democrática do Congo

O Camões, I.P. informa que decorre entre 26 de setembro e 2 de outubro de 2019 o período para apresentação de candidaturas para o cargo de Leitor na Universidade de Kinshasa, na República Democrática do Congo.

As candidaturas deverão ser remetidas por comunicação eletrónica para o endereço [email protected]

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Na falta de Ass. Operacionais, usa-se Profs. das AEC

 

O caos já é tal que iam não tem cão, caça com gato.

Na falta de Assistentes Operacionais, há agrupamentos a valer-se do “horário não letivo” dos docentes que lecionam AEC para vigiar intervalos.

Um destes dias alguém vai ter que levar um balde e uma esfregona de casa…

 

 

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Regime Especial Aposentação Educadores de Infância e Professores do 1º CEB

 

Regime Especial Aposentação Educadores de Infância e Professores do 1º CEB

Para: Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da Républica, Primeiro Ministro, Grupos Parlamentares da Assembleia da República

Venho desta forma solicitar a reinstituição de um regime especial de aposentação para educadores de infância e professores do 1.º ciclo do ensino básico do ensino público em regime de monodocência.

Que seja criada uma lei que permita aos docentes em regime de monodocência o direito à aposentação aos 60 anos de idade com pelo menos 30 anos de serviço.

A profissão de docente é uma das que está reconhecida e comprovada de desgaste rápido, no entanto, os educadores de infância e os docentes do 1º CEB, são os únicos dentro da carreira docente que não têm redução da sua componente letiva.

O regime especial de aposentação era um dos direitos consagrados na constituição portuguesa, que foi retirado injustamente a este grupo de profissionais.

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Procedimento Concursal Simplificado Local – Argélia

Procedimento Concursal Simplificado Local – Argélia

O Camões, I.P. informa que decorre entre 26 de setembro e 2 de outubro de 2019 o período para apresentação de candidaturas para o cargo de Leitor na Universidade de Argel 2, Argélia.

As candidaturas deverão ser remetidas por comunicação eletrónica para o endereço [email protected]

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Consequências do envelhecimento da classe docente…

 

Não haverá um efeito Benjamin Button: notas sobre o envelhecimento da classe docente

O envelhecimento da classe docente envolve desafios imediatos, alguns menos óbvios, mas todos eles com um potencial de dano considerável.

Cândida repassa os olhos pela sala. Detém-se um pouco mais no seu flanco sombrio, debatendo-se, como se a penumbra fosse menos inclemente que o vazio que sente. Por entre as mesas rectangulares, filas sucessivas de fórmica verde esmagada, intersectam-se os cheiros do chão encerado, do medo impenitente dos alunos, à espera daquele último grupo do exame que lhes estragará a média e o futuro para sempre, e até do giz branco, não obstante o seu pó fino e áspero há muito se ter dissipado daquela e de todas as outras salas. Por fim, confidencia-me, sem hesitações:

— No final do mês, já cá não estarei.

Ainda não contrapus e ela já insiste para que reconsidere a minha conclusão. Existe outra versão bem distinta para o que chego a pensar. À beira dos sessenta anos, ela não desistiu da escola. Com as mãos apoiadas na secretária, renuncia, pelo menos, a enumerar pelos dedos. Limita-se a discorrer, a voz embargada por uma certa incompreensão: perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, autonomia e flexibilidade curricular, educação inclusiva, uma sucessão de alguns decretos e dos mais variados acrónimos. Temo ainda contrariá-la, sobretudo na substância, mas talvez seja o tempo de abdicar um pouco dos meus princípios. E com isso não me rendo ao cinismo. Apenas aceito outro ângulo possível para aquele desfecho, reduzindo-o a um número: 41%. É essa a percentagem de professores com idade superior a 50 anos, em Portugal, segundo o relatório Education at Glance, produzido pela OCDE. No extremo oposto, ressoa ainda mais o facto de apenas 1% dos professores portugueses ter menos de 30 anos.

Pensarão alguns, esses sim com cinismo, que o envelhecimento da classe docente é um não-problema, porque a evolução demográfica também implica termos cada vez menos alunos. Portanto, num arrojo de programação tecnocrática, daqui a uns anos bastará aumentar o rácio de alunos por professor, diminuir o número de turmas, prever menos horários disponíveis por preencher, enfim, nivelar as coisas. Os arautos do pós-humanismo desdramatizarão, sugerindo que não faltará muito para os professores serem substituídos por máquinas. Esses utilizarão até à exaustão exemplos de aprendizagem auto-dirigida, como o da escola na nuvem, de Sugata Mitra, em que o papel do adulto na aprendizagem dos mais novos se reduzirá ao mero incentivo, se tanto.

A curto prazo, a programação acéfala, meramente economicista, não nos salvará, mesmo que um maior número de alunos por turma esteja longe de ser o factor mais determinante para a qualidade de ensino ou para o rendimento dos alunos. Por outro lado, o dia em que capitularemos, cedendo à desumanização total dos processos educativos, também ainda não se vislumbra. Até lá, o envelhecimento da classe docente envolve desafios imediatos, alguns menos óbvios, mas todos eles com um potencial de dano considerável.

Estudos bem recentes, como aquele coordenado por Raquel Varela, indicam como os professores portugueses estão expostos ao desgaste. Cerca de 80% dos participantes nesse estudo reconhece estar em exaustão emocional. Metade queixa-se da profissão não os realizar.

A longevidade pode ser um desígnio das sociedades, mas carreiras profissionais mais longas envolvem riscos de desgaste acrescidos, em especial na docência. Acresce que uma grande massa de professores mais desgastados e mais envelhecidos traduz-se numa classe com menor abertura à mudança. Se a maioria dos professores se encontra numa faixa etária em que a flexibilidade diminui, menor será a capacidade para incorporar os ajustamentos didácticos ou pedagógicos, sejam eles sustentados pela investigação ou a concretização de conveniências ideológicas, ao ritmo de cada governo

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11 escolas encerram por falta de funcionários

Em Gaia e no resto do país, o problema da falta de funcionários persiste. Os diretores têm que tomar medidas de forma a pressionar o ME para que situações como esta deixem de acontecer. As nossas crianças estão em perigo dentro do espaço escolar. Talvez o que aconteceu em Braga não tivesse acontecido…

 

ONZE ESCOLAS EM GAIA FECHADAS NA QUARTA-FEIRA POR FALTA DE FUNCIONÁRIOS

As 11 escolas do Agrupamento Escolar de Canelas, no concelho de Vila Nova de Gaia, vão estar fechadas na quarta-feira por falta de funcionários, adiantou hoje à Lusa o diretor do agrupamento, Artur Vieira.

“A comunicação já foi feita à Direção-Geral de Estabelecimentos Escolares (DGEsTE Norte) e à Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, e a partir de amanhã [terça-feira] começaremos a avisar os pais e a afixar avisos. Não tenho funcionários suficientes e foi marcado um plenário para discutir esta questão. É no exterior, mas a comunidade está a mobilizar-se e com os poucos funcionários no exterior não posso abrir as escolas”, descreveu o diretor.

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Greve Climática, Sindicatos de Professores entregam Pré-aviso de Greve

 

Fenprof adere à Greve Climática de sexta-feira

Pré-avisos de greve de pelo menos três sindicatos abrangem todos os estabelecimentos de ensino, desde o pré-escolar ao ensino superior.

A Federação nacional dos Professores (Fenprof) entregou um pré-aviso de greve para sexta-feira, dia da paralisação global pelo clima, informou hoje a estrutura sindical.

Professores e investigadores vão participar na Greve Climática que se realiza sexta-feira, tendo sido entregues pré-avisos de greve de pelo menos três sindicatos, incluindo a Fenprof, que abrangem todos os estabelecimentos de ensino do país, desde o pré-escolar ao ensino superior.

Depois de ter sido contactada por vários docentes que queriam aderir ao protesto mundial em defesa do planeta, a Fenprof decidiu entregar um pré-aviso “para que todas as pessoas que o desejam possam participar na manifestação” que se realiza esta sexta-feira em mais de vinte localidades portuguesas, disse à Lusa o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira.

 

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Divulgação – Workshops para professores de Ciências no 2º e 3ºCEB ou Secundário

 

No âmbito do XV Encontro Nacional de Biologia Evolutiva, uma organização da Associação Portuguesa de Biologia Evolutiva, teremos workshops para professores organizados pelo Núcleo de Educação e Divulgação em Evolução da nossa associação (NEDE-APBE). Uma vez que muitos professores seguem o seu blog, agradecíamos que, se possível, divulgasse estes workshops através dos meios que considere apropriados.

O site geral do nosso Encontro (destinado a investigadores e estudantes da área da Biologia Evolutiva) é este:
http://xv-enbe.campus.ciencias.ulisboa.pt/

A informação mais concreta sobre os workshops está aqui: http://xv-enbe.campus.ciencias.ulisboa.pt/workshops-para-professores/ e o evento no facebook aqui: https://www.facebook.com/events/644970542578915/.

 

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