Out 12 2019
Regiões em Números 2017/2018 – Educação
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Out 11 2019
558 Contratados colocados na RR6
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Out 11 2019
Cinema Sem Conflitos: “A Lenda de Stingy Jack”
Título: “A Lenda de Stingy Jack” | Autores: “Math is good studios“
O vídeo fala sobre o conto de Stingy Jack e a consequente aparição das abóboras de Jack-O-Lanter para as comemorações do dia das bruxas.
Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Out 11 2019
Reserva de Recrutamento 6
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 6.ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 14 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 15 de outubro de 2019 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Out 10 2019
Opinião de um E.E – A bandalheira, a desresponsabilização e a ineficiência da escola pública
Escreve sobre assuntos que diz entender, não sei se saberá tudo ou todas as versões da mesma história. Concordo com parte das opiniões, mas considero que em outras não vai muito além de meras suposições. Mesmo assim considero que um Encarregado de Educação tem direito a ter opinião sobre o ensino dos seus educando e deixo-vos aqui esta opinião de alguém fora do sistema e ao mesmo tempo dentro.
(Quanto à responsabilização, esse, cai sempre em cima dos mesmos.)
A bandalheira, a desresponsabilização e a ineficiência da escola pública
…
Se há coisa em que eu gostava que a tecnologia fosse intrusiva era em relação à vida escolar do meu filho. Mas nestas coisas não basta ter as ideias, não basta ter a vontade, não basta ter o poder, é preciso muito mais do que isso para derrubar a máquina instalada.
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Out 10 2019
Perguntas Frequentes (FAQ) – Educação Pré-escolar
A DGE lançou um FAQ relativas ao funcionamento, organização e desenvolvimento curricular da Educação Pré-Escolar que pode retirar algumas dúvidas. Fica o Link:
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Out 10 2019
Horários em Contratação de Escola Até 14 Outubro
Ficam aqui para análise os horários que estiveram e estão em concurso até ao dia 14 de Outubro de 2019.
Ao todo são 3.802 horários. 1.627 foram para Técnicos Especializados.
O Distrito de Lisboa teve 976 horários.
Os grupos com mais horários em concurso são os grupos 290 – Educação Moral e Religiosa Católica com 294 horários e 550 – Informática com 288 horários. Este último já com 85 horários completos em concurso.


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Out 09 2019
Alargado Até 31 Janeiro o Prazo da Observação de Aulas
Não tenho dados do número de professores que solicitaram aulas observadas para o 1.º período, mas acredito que muito dificilmente se consiga dar resposta a todos os pedidos de observação de aulas que deveriam acontecer num espaço de 4 anos e que por força da recuperação do tempo de serviço antecipa em quase 3/4 o tempo de duração de um escalão.
Fica aqui a informação do alargamento do prazo até 31 de janeiro de 2020 para se poder cumprir o que deveria ser feito até ao final do 1.º período. Não me admira que venham novamente a alargar este prazo.
A publicação, em 15 de março e em 20 de maio, dos Decretos-Leis que consideram a recuperação dos 2 anos, 9 meses e 18 dias em qualquer uma das suas modalidades, veio antecipar consideravelmente a data de progressão dos docentes.
A Nota Informativa (NI) de 7 de junho de 2019, da DGAE, contempla a adoção de medidas que permitem aos docentes, de acordo com a situação específica de cada um, a recuperação do tempo de serviço nos termos dos Decretos-Leis n.º 36/2019, de 15 de março e n.º 65/2019, de 20 de maio, sem prejuízo do cumprimento dos restantes requisitos de progressão. Deste modo, os n.ºs 4 e 5 conferem aos docentes do 2.º e do 4.º escalão, e apenas a estes, que progridem durante o ano de 2019 e até 31 de julho de 2020, que não tenham sido avaliados em 2018/2019 com aulas observadas, que cumpram este requisito no primeiro período do ano escolar de 2019/2020.
Considerando que os CFAE têm feito sentir a esta Direção-Geral algumas dificuldades no cumprimento daquele prazo devido ao elevado número de docentes dos 2º e do 4.º escalões que entregaram o requerimento até dia 30 de junho, nos termos do n.º 4 da NI, informa-se de que por despacho da Senhora Secretária de Estado Adjunta e da Educação o prazo previsto no n.º 5 da NI de 07.06.2019 é prolongado até 31 de janeiro de 2020.
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora Geral,
Susana Castanheira Lopes
Atenciosamente
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Out 09 2019
Vem Aí Um Esgotamento Nervoso – João André Costa
Um não, dois. Dois esgotamentos nervosos. O primeiro durante o estágio de ensino, aos 21 anos, não sei se por pressão dos alunos, por medo dos alunos do bairro da Musgueira, a pressão do trabalho, a planificação das aulas ao segundo, as expectativas da escola, a vida a sério num repente atirada à cara, toda de uma vez só. Já não há livros para onde fugir, já não há aulas ou professores para me proteger, agora sou eu o professor, só e órfão, a fazer malabarismo com um turbilhão de emoções, as minhas, as dos alunos, as do mundo.
E eu no meio do turbilhão sobre a linha do equador a ouvir para sempre os gritos de dois exércitos ao encontro um do outro no sítio onde estou daqui por três, dois, um e o meu corpo é enrolado para a frente e para trás num inferno de carne e sangue e morte, espadas contra espadas, lanças contra lanças, corpos indiferenciados numa centrífuga permanente e de repente acordo. Todas as noites o mesmo sonho, a ansiedade de quem não quer dormir, o medo de acordar, não quero ir trabalhar, se não dormir também não acordo, o coração a mil na casa de banho a deitar tudo cá para fora antes da primeira aula.
Quando o esgotamento chegou, tive de aprender como se põe uma mesa, ao meu ritmo, sem pressões nem medo, devagar, não está ninguém à espera, não está ninguém a ver: o garfo à esquerda, a faca, e depois a colher, à direita seguidos do guardanapo, a colher de sobremesa ao centro, por cima, a apontar para a esquerda. O médico não quis falar comigo: antidepressivos (benzodiazepinas) e comprimidos para dormir, tão pequeninos, desfazem-se na língua.
Três meses a dormir sonhos sem sonhos, tudo negro, não há libido, não há vontade, não estamos nem vivos nem mortos, andamos para a frente e pouco mais. O estágio chegou ao fim e o curso também e durante um ano não voltei a Lisboa.
Não voltei ao médico para fazer o desmame das benzodiazepinas, deixei de as tomar de um dia para o outro e durante 48 horas vivi dentro e fora do corpo, tudo ao mesmo tempo sem ter muito bem a certeza de mim mesmo.
O segundo esgotamento aconteceu depois da morte do meu avô. Outra vez os antidepressivos e os comprimidos para dormir, a falta de libido e de tudo, um morto-vivo a não dizer coisa com coisa, a querer chegar ao fim do ano. Mas se desta vez não tive de aprender a pôr a mesa, em vez de três tive seis meses de loucura cósmica e o desmame à minha espera no fim. Já não tinha a mesma força.
Desde o segundo esgotamento já passaram 17 anos. De então para cá aprendi a ler os sinais de como está na altura de parar e ninguém é feito de ferro: as gengivas inchadas, os sintomas de gripe, mas sem gripe, o corpo dorido, uma constipação repentina. E como a vida se encarrega de nos afogar num tanque de compromissos e obrigações, começo a cancelar e a pontapear compromissos e obrigações à esquerda e à direita, doa a quem doer. E paro.
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Out 09 2019
Período Probatório – Listas
Nota Informativa de 08.10.2019 – Publicação das listas dos docentes dispensados e não dispensados do Período Probatório
Lista dos docentes dispensados do Período Probatório – 2019/2020
Lista dos docentes que realizam o Período Probatório – 2019/2020
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Out 08 2019
Só para avisar…
Quando se lê “por prazer”, não há limite de tempo nem hora marcada.
Mais uma medida que enche o olho de quem quer passar responsabilidades e se revela oca a quem tem de a aplicar sem causar efeito…
Vá-se lá saber quantos olharão para o livro e pensarão na hora do recreio…
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Out 08 2019
Divulgação: Recrutamento de Professores do EPE e 1.º Ciclo, Escola Bambino, S. Tomé e Prícipe
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Out 08 2019
Regulamentação da modalidade de ensino a distância
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Out 07 2019
O alargamento à componente base da Prestação Social para a Inclusão (PSI) às crianças e jovens
Foi publicado a 6 de setembro o Decreto-lei n.º 136/2019, que alarga o acesso à componente base da Prestação Social para a Inclusão (PSI) às crianças e jovens com deficiência e com uma incapacidade igual ou superior a 60%, com efeitos desde o dia 1 de outubro.
Este alargamento consiste na atribuição de um montante fixo, correspondente a 50% do valor de referência da componente base, cerca de 136 euros, independentemente dos recursos económicos de que a família disponha.
Esta prestação social passa, assim, a apoiar a pessoa com deficiência ao longo de todo o seu percurso de vida, reforçando a sua proteção social, em particular quando a deficiência é congénita ou adquirida numa fase precoce da vida que possa prejudicar a respetiva formação, os percursos educativos e/ou profissionais e a inerente constituição de direitos sociais de natureza contributiva.
O que é a PSI?
É uma Prestação Social para a Inclusão e foi criada em 2017, para ajudar quem ainda está em idade ativa e teve a infelicidade de ter uma incapacidade. É uma forma de compensar a pessoa pelas dificuldades acrescidas e o correspondente corte de rendimentos. Nestes últimos dois anos, a PSI foi atribuída a mais de 96.000 pessoas.
Entrou em vigor no dia 1 de Outubro a Prestação Social para a Inclusão (PSI) a ser paga às crianças e jovens até aos 18 anos com uma deficiência ou grau de incapacidade igual ou superior a 60%. e corresponde a 50% do valor de referência da componente base, independentemente dos recursos económicos de que a família disponha. O montante atribuído tem uma majoração de 35% no caso de famílias monoparentais.
Mais informações disponíveis no site da Segurança Social:
http://www.seg-social.pt/prestacao-social-para-a-inclusao
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Out 07 2019
169 Docentes Aposentados em Novembro de 2019
Com a lista de aposentados com efeitos ao mês de Novembro de 2019 já se contam 1.262 docentes aposentados ao longo do ano 2019 nas escolas públicas do ME no continente.
As previsões para 2019 era que se aposentassem 995 docentes. Já são mais 267 docentes aposentados até novembro do que as previsões feitas.

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Out 07 2019
História, Culturas e Democracia, Nova disciplina opcional no 12.° ano
Os alunos do 12.º ano poderão ter uma nova disciplina no próximo ano letivo que aborda a história contemporânea e pretende que os estudantes consigam interpretar o presente e agir de forma critica e reflexiva.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/10/ae_hcd_12.o.pdf”]
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Out 07 2019
Greve, a partir de 14 de outubro, às horas extraordinárias
Por uma semana de 35 horas reais…
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/10/Pre-aviso_de_greve_ao_sobretrabalho_14-18out2019.pdf”]
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Out 07 2019
João Costa não foi eleito. Quem será o novo Secretário de Estado?
João Costa, até agora Secretário de Estado da Educação, não foi eleito por nenhum circulo eleitoral.
Será que teremos novidades, no que a caras diz respeito?
António Costa já afirmou que as politicas de Educação são para ter continuidade nesta legislatura, mas, queiramos ou não, se João Costa não for nomeado Secretário de Estado, o seu cunho pessoal não vai ter seguimento.
Aguardemos para ver se Flexibilizaremos de uma forma ou de outra.
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Out 07 2019
Que politicas pretendem implementar, os agora eleitos, para a Educação
PS
- Concretizar a universalização do ensino pré-escolar
- Avaliar o modelo de administração e gestão das escolas e adequá-lo ao novo quadro que resultou do processo de descentralização e aos progressos feitos em matéria de autonomia e flexibilização curricular
- Promover a existência de associações representativas de estudantes e de pais e encarregados de educação, através de princípios democráticos, em todas as escolas e agrupamentos
- Dotar as escolas de meios técnicos que contribuam para uma maior eficiência da sua gestão interna, recorrendo a bolsas de técnicos no quadro da descentralização
- Permitir que as escolas decidam o número de alunos por turma, mediante um sistema de gestão da rede
- Proporcionar condições para uma maior estabilidade e rejuvenescimento do corpo docente, em especial nas escolas integradas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária
- Elaborar um diagnóstico de necessidades docentes de curto e médio prazo (5 a 10 anos) e um plano de recrutamento que tenha em conta as mudanças em curso e as tendências da evolução na estrutura etária da sociedade e, em particular, o envelhecimento da classe docente
- Criar incentivos à aposta na carreira docente e ao desenvolvimento de funções docentes em áreas do país onde a oferta de profissionais é escassa
- Aumentar a conectividade e acesso das escolas à Internet e dotá-las de recursos que promovam a integração transversal das tecnologias nas diferentes áreas curriculares
PSD
- Determinar que a organização das turmas, os critérios de distribuição dos alunos e a sua dimensão é da exclusiva responsabilidade dos órgãos pedagógicos da escola
- Estabelecer que os horários dos docentes é feita com base na organização dos ciclos, considerando a dimensão média de turma de 22 alunos
- Abrir novos cursos (ensino básico, secundário regular e profissional) passa a ser condicionado à aprovação de um estudo de viabilidade apresentado pela escola
- Fazer a colocação dos docentes o mais cedo possível, de preferência antes de terminado o ano lectivo anterior
- Possibilitar a recondução dos docentes, contratados ou do quadro, sempre que exista mútuo acordo entre a Direção da Escola e o docente
- Criar novo enquadramento regulamentar para a aplicação de receitas próprias e incentivos à angariação de financiamentos públicos e privados
- Criar três Academias (Norte, Centro e Sul) orientadas em exclusivo para a formação de futuros diretores, subdiretores, adjuntos e coordenadores de estabelecimento, de agrupamentos de escolas
- Eliminar as atuais provas de aferição no 2º, 5º e 8º anos de escolaridade; Introduzir provas de aferição no final do 4º ano
- Reconhecer o tempo total de serviço prestado até 2018 e negociar com as organizações sindicais o modo de o consagrar na progressão na carreira
BE
- Inclusão das creches (0-3 anos) no sistema educativo, garantindo a gratuitidade
- Abertura de um processo de reforma curricular e revisão de programas
- Rever a organização dos ciclos e do calendário escolar
- Introduzir a gratuitidade dos manuais escolares e desmaterialização complementar dos mesmos
- Reforçar a ação social escolar e materiais pedagógicos adaptados e diferenciados para alunos com necessidades educativas especiais
- Valorizar o ensino profissional com garantia de ensino unificado até 9.º ano
- Alargar o ensino articulado e as respostas públicas de ensino artístico
- Reforçar as respostas de educação inclusiva nas escolas, com contratação direta de terapeutas e técnicos e técnicas especializados
- Rever o modelo de Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC), Componentes de Apoio à Família (CAF) e Atividades de Animação de Apoio à Família (AAF)
- Garantir a gestão pública das cantinas escolares
- Rever a portaria de rácios e recuperação da especificidade funcional do pessoal não docente
- Reverter a municipalização e novo modelo de descentralização com base na autonomia das escolas
- Recuper um modelo de gestão democrático e acabar com os mega-agrupamentos
- Criar um Programa Especial de Rejuvenescimento do Corpo Docente
- Criar, na escola pública, cursos pós-laborais dirigidos aos adultos que pretendam melhorar a sua escolaridade
- Contabilizar durante a legislatura mais três anos, 8oito meses e 24 dias, do tempo de serviço dos professores, além dos dois anos, nove meses e 18 dias já considerados, concluindo-se a contagem integral nos três anos seguintes
CDS
- Universalizar a educação pré-escolar para todas as crianças que completem os cinco anos de idade
- Criar um regime de contratualização com o sector social e privado, para que nenhuma família fique privada de poder colocar os seus filhos em creches
- Rever o calendário escolar
- Actualizar os currículos e os ciclos de estudo
- Apostar na liberdade de educação e na autonomia das escolas
- Criar para cada escola uma quota de entrada para os alunos com Ação Social Escolar
- Dar liberdade às escolas para planear e executar projetos educativos definidos localmente
- Introduzir exames nos momentos de fim de ciclo
- Manter a defesa dos actuais colégios com contratos de associação
- Rever a carreira dos professores, nomeadamente estabelecendo que uma progressão na carreira implicará provas públicas a prestar em instituições de ensino superior públicas
- Rever os programas de formação de professores, acompanhado por peritos internacionais
CDU
- Universalizar a oferta pública e a consequente adequação da rede escolar
- Expandir o sistema público de educação pré-escolar, articulado com a rede escolar do 1.º ciclo, garantindo a universalidade da frequência a partir dos 3 anos
- implementar um modelo democrático de gestão das escolas e agrupamentos que observe os princípios da elegibilidade, colegialidade e participação
- Alargar a gratuitidade já consagrada aos manuais escolares às fichas de trabalho a toda a escolaridade obrigatória
- Acabar com os exames nos 9.º, 11.º e 12.º anos e rever o actual regime de provas de aferição nos 2.º, 5.º e 8.º anos
- Contabilizar todo o tempo de serviço congelado aos professores
- Rever o actual regime de formação de professores, nas suas vertentes inicial, contínua e especializada
- Repor carreiras específicas para os trabalhadores de apoio educativo e a dotar as escolas de auxiliares de acção educativa, técnicos especializados e outros trabalhadores da educação
- Reforçar as respostas públicas de ensino artístico especializado
PAN
- Desenvolver um plano de fornecimento de alimentos biológicos às cantinas públicas do pré-escolar, 1º ciclo e 2º ciclo
- Apoiar modelos de inovação educacional (não confessionais) até 100% dos gastos equivalentes por aluno no ensino público
- Implementar práticas de relaxamento, mindfulness, filosofia para crianças, educação emocional e a aprendizagem através da natureza
- Avaliar os 33 anos de Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP)
- Reconhecer o estatuto de profissão de desgaste rápido para os docentes
- Propor a negociação do prazo e do modo de recuperação do tempo de serviço congelado dos docentes com vista à sua recuperação integral
- Criar obrigatoriedade de frequentar acções de formação em suporte básico de vida, incluindo o uso de desfibrilhadores
- Garantir a universalidade da educação pré-escolar gratuita a partir dos 3 anos de idade
- Aumentar o número de assistentes operacionais em função das necessidades das escolas
- Instituir que no final de cada ciclo se realizará uma actividade onde cada estudante finalista tenha como objectivo plantar dez árvores autóctones
Livre
- Garantir a efetiva gratuitidade no sistema de ensino público
- Garantir a escola pública como uma opção viável desde os 4 meses
- Fazer a contagem integral do tempo de serviço passado e revendo o estatuto da profissão, o modelo de avaliação e o modelo de concurso
- Dignificar os professores, reforçando e facilitando a formação dos profissionais da educação, proporcionando gratuitamente as diversas modalidades de formação
- Rejuvenescer os quadros dos professores, investindo numa formação inicial que garanta um contacto efectivo e continuado com o trabalho escolar
- Valorizar todo o pessoal não docente, identificando a sua carreira como específica e regulando a sua avaliação em termos que reconheçam o seu trabalho como também pedagógico
- Abolir os critérios artificiais de transição/retenção e os exames em toda a escolaridade obrigatória, incluindo os exames finais do 12º ano
- Retirar a Disciplina de Educação Moral e Religiosa do currículo
Iniciativa Liberal
- Dar estabilidade aos programas e ao corpo docente
- Dar muito mais autonomia às escolas para definir modelos de ensino alternativos, horários diferenciados, materiais de ensino próprios
- Promover a liberdade de escolha dos estabelecimentos de ensino, quer por questões geográficas, pelo seu cariz público ou privado
- Dissociar totalmente as escolhas realizadas durante o ensino secundário do condicionamento de acesso a cursos no ensino superior
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Out 07 2019
“Voto útil contra o PS” – Maurício Brito
O Maurício só não referiu, que nenhum dos líderes partidários, ousou fazer referência à Educação nos seus discursos de “vitória” ou derrota. Vamos ter mais quatro anos de luta…
“Voto útil contra o PS”
Do mal o menos. Foi assim que Maurício Brito, 49 anos, professor da disciplina de Educação Física no Agrupamento de Escolas de Ponte de Lima, encarou o resultado eleitoral de ontem à noite, que deu uma maioria relativa ao Partido Socialista.
“Já estava a contar mais ou menos com isto. Desagradar-me-ia se o PS atingisse a maioria absoluta”, afirmou, assumindo que optou pelo “voto útil contra o PS”.
Diz-se convicto que foi essa a opção da maioria dos professores, face ao descontentamento com o congelamento das carreiras e a todas as polémicas e lutas da classe na legislatura que agora termina.
“Estou plenamente convencido que grande parte não votou no PS e procurou alternativas. Somos 140 mil e muitos professores, temos as nossas famílias e é minha convicção que o PS perdeu aqui inequivocamente muitos votos”, comentou.
“Nós contribuímos para que o PS não atingisse a tão desejada e trabalhada maioria absoluta. Estamos a falar de uma classe que vota e acredito que teve um efeito direto no resultado eleitoral”, acrescentou.
Face à reeleição dos socialistas, Maurício Brito comenta: “Não auguro nada de bom para os professores nos próximos quatro anos”.
“A municipalização está aí com toda a força e neste momento já se ouvem vozes a falar de uma nova reestruturação das carreiras. E tudo indica que essa será a nossa próxima luta”, preconiza o docente, adiantando que “o que se espera nos próximos anos será mais desinformação, mais meias-verdades e mais falácias de forma a conseguir, dizendo que é o melhor para o ensino, cortar na despesa”.
“Se com o congelamento do tempo de serviço perdemos mais de 40 mil euros em média cada professor, não sei quanto será com uma nova reestruturação. Mas a lógica será essa: economicista”, concluiu Maurício Brito.
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Out 05 2019
Aposentações de professores disparam este ano
Notícia do Jornal de Notícias com alguns dados do blog.
Aposentações de professores disparam este ano

Desde 2016 que não se aposentavam tantos professores. Na anterior legislatura, com o acentuar dos cortes que agravaram o fator de sustentabilidade, os pedidos dispararam, explica Mário Nogueira. De acordo com dados da Direção-Geral de Estatísticas da Educação, em 2018, havia 1271 docentes com menos de 30 anos a dar aulas – no início do século eram quase 30 mil. Já com mais de 60 anos são quase 13 mil a dar aulas.
Para Mário Nogueira, as medidas em vigor, que permitem a aposentação antecipada e a reforma aos 60 anos com 40 de serviço, não passam de “faz de conta”. “Os milhares” de docentes que terão pedido a negociação da antecipação não receberam qualquer resposta e são muito poucos os que fazem 40 anos de serviço no ano em que completam 60 anos.
Horários por preencher
A reivindicação de um regime especial de aposentação para os professores é uma das principais batalhas dos sindicatos para a próxima legislatura. Os líderes da Fenprof, Federação Nacional da Educação (FNE) e Sindicato Independente dos Professores e Educadores (SIPE) consideram a medida essencial para provocar o rejuvenescimento da classe.
“Na maioria das salas de professores, os mais novos têm cerca de 45 anos”, frisa Júlia Azevedo, presidente do SIPE. João Dias da Silva, líder da FNE, considera o rejuvenescimento “essencial” e “incontornável” na próxima legislatura.
A falta de professores é a principal consequência do envelhecimento, já que também provocado pela desvalorização da classe e das condições de trabalho. Daqui a seis anos, garantem, vai começar a sentir-se de forma mais evidente mas, este ano, já há horários por preencher desde o arranque das aulas. Informática, Geografia e Inglês são os grupos de recrutamento mais carentes, sendo que dos 123 horários que continuam vagos a Informática, 50 são completos, segundo as contas de Arlindo Ferreira, do blogue De Ar Lindo, especialista em estatísticas da Educação.
Os três dirigentes concordam com a criação de um subsídio para apoiar as despesas com alojamento. “Ninguém se candidata quando sabe que irá ficar 15 ou mais anos no 1.º escalão”, frisa Júlia Azevedo. A valorização da carreira, a melhoria das condições de trabalho, a recuperação do tempo de serviço e o regresso de alguns dos 12 mil que desapareceram dos concursos, nos últimos anos, frisa Nogueira, são medidas essenciais para evitar a rutura.
Maior disparidade salarial entre países europeus
Na Europa, Portugal tem a maior diferença salarial (116%) entre um professor do 3.º Ciclo no início e no fim da carreira docente, revelou na sexta-feira um relatório da rede Eurydice, relativo a 2017-2018. A Lituânia apresenta a menor diferença entre salários (7%). No relatório é sublinhado o facto de o acesso ao topo da carreira ter sido descongelado em 2018, o que levou a um aumento de 9% nos salários de topo. A rede Eurydice salienta que o salário de um professor do 2.º Ciclo do Secundário que inicia a sua carreira é baixo, em Portugal, e a progressão é lenta – 35 anos até chegar ao topo -, sendo que a maior subida de salário é concedida após mais de 15 anos de ensino.
Portugal está ainda entre os 11 países da rede – ao lado da Bulgária, Grécia, França, Letónia, Polónia, Roménia, Eslovénia, Reino Unido, Montenegro e Turquia -onde o salário base dos professores do pré-escolar, do ensino básico e do secundário é igual e as qualificações para ingressar na carreira genericamente semelhantes.
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Out 05 2019
Cinco anos para publicar um relatório. Há um “apagão” no gabinete de Centeno
Cinco anos para publicar um relatório. Há um “apagão” no gabinete de Centeno – Renascença
04 out, 2019 – 17:45 • Sandra Afonso
Começa a ganhar altura a pilha de estudos, relatórios e números que o Ministério das Finanças ainda não divulgou.
São vários os relatórios guardados ou com publicação muito adiada pelo Ministério das Finanças, que chega a demorar cinco anos para publicar um documento.
O caso mais recente foi divulgado pelo jornal “Público” e confirmado pelo gabinete do ministro, que já recebeu há um mês o relatório interno do fisco sobre a “operação stop” destinada a cobrar dívidas e penhorar carros à beira da estrada. No entanto, decidiram não divulgar para já as conclusões, por ainda estarem a “avaliar o documento”.
Outro estudo ainda por conhecer é a análise à fiscalidade sobre a energia, autorizado pelos ministros das Finanças, da Economia e do Ambiente. O grupo de trabalho foi criado em março de 2018, com a tarefa de identificar em quatro meses os incentivos fiscais prejudiciais ao ambiente, propor a sua eliminação progressiva e a revitalização da taxa de carbono.
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Out 05 2019
E os Sub-40 São Uma Espécie em Vias de Extinção em Breve
Estes professores sub-30 são uma raridade. O que os move?
Em dia de manifestação de professores, três jovens docentes com menos de 30 anos partilham o que os motiva, preocupa e o que esperam do futuro. Reconhecem que a entrada na profissão é um desafio, mas há esperança.

Ainda não são 10h30 quando Manuel Pereira, representante da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE) e director do Agrupamento de Escolas de Cinfães, atende o telefone. É hora do intervalo e, por isso, está na sala de professores. Perguntamos se conhece docentes com menos de 30 anos. A resposta é taxativa: não. Mas mesmo assim lança a pergunta ao grupo de docentes que está na sala. Do outro lado, percebe-se que ninguém se acusa. “Só vejo cabelos brancos e pintados”, brinca.
Este não é um caso isolado. O que todas as entidades contactadas pelo PÚBLICO referem é que estes jovens que estão a entrar na profissão são uma raridade. Encontrá-los, dizem, é como achar uma agulha no palheiro. E as estatísticas confirmam-no: na mais recente edição do relatório Education at a Glance, de 2019, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) estimava que só 1% dos professores portugueses tem menos de 30 anos. Por cá, o Perfil do Docente 2017/2018 também sinaliza o fenómeno e mostra que é no 3.º ciclo e ensino secundário que há menos docentes com menos de 30 anos.
A tendência não é recente, mas tem vindo a agravar-se nos últimos anos — em 2005, 16% dos docentes tinham menos de 30 anos. E não é apenas Portugal que se vê a braços com o problema. Prova disso é que o rejuvenescimento da classe e a valorização da profissão foi o tema escolhido pela Internacional da Educação — estrutura que reúne as organizações sindicais de professores de todo o mundo — para marcar o Dia Mundial do Professor, que se assinala este sábado.
Em Lisboa, a manifestação dos professores, marcada para as 14h30, também vai estar subordinada a esse tema. O protesto realiza-se anualmente e sempre na mesma data, mas este ano assume contornos distintos por coincidir com o dia de reflexão para as eleições legislativas. Por isso mesmo, a Comissão Nacional de Eleições já avisou que vai estar atenta ao protesto onde a propaganda eleitoral é estritamente proibida.
Joana Cabral, de 24 anos, é professora de Geografia no Agrupamento de Escolas Afonso de Albuquerque, na Guarda. Confessa que, por estar no início da carreira, a maioria das preocupações dos colegas não a afectam directamente, mas mesmo assim vai à manifestação. “Daqui a uns anos posso ser eu.” Mas por enquanto os sinais até são positivos. As condições da profissão “estão a melhorar”. E o envelhecimento da classe e consequente falta de professores até pode ser uma oportunidade para os mais novos. “Há mais trabalho”, garante. “Antes, era impensável haver lugares para novos professores.”
A opinião de Joana é partilhada pelos outros jovens professores ouvidos pelo PÚBLICO. Por exemplo, João Terroso, 28 anos, docente de Matemática na Escola Básica Luís de Camões, em Lisboa, acredita que o envelhecimento da classe traz “a possibilidade de alcançar estabilidade”. Mas avisa: “A carreira está a ficar cada vez mais desinteressante. É preciso investir muito.”
“O Ministério na Educação, nos próximos anos, tem de abrir mais vagas para os quadros ficarem mais estáveis”, aponta Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas. “Por isso é que esses professores podem ser ‘beneficiados’. É uma esperança que podem ter.”
Faltam docentes?
Apesar das possibilidades de evolução que se afiguram no futuro, os jovens que hoje entram na profissão ainda têm alguns desafios pela frente. “Os professores mais novos que começam agora a trabalhar estão sujeitos a uma mobilidade enorme”, resume João Dias da Silva, secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE). “Os primeiros anos são feitos fora de casa, sem nenhum apoio” e é por isso que a estrutura sindical defende uma “compensação em sede fiscal pelas deslocações”.
Filinto Lima também concorda que os professores devem beneficiar de apoios à sua deslocação. “Neste momento a falta de professores tem a ver com uma circunstância conjuntural”, explica o dirigente. É nas zonas onde as rendas são mais caras, como em Lisboa e no Algarve, que se sente mais dificuldades na contratação de docentes.
E “este não é o primeiro ano em que isso acontece”, diz o responsável da FNE. “No ano passado, durante o primeiro período houve extremas dificuldades em várias situações para conseguir professores, este ano estamos a repetir a mesma situação. Isto porque os horários são pequenos e a remuneração é diminuta” e, por isso, aceitá-los não compensa.
Ana Ferreira, 28 anos, é professora de História e Geografia no Agrupamento de Escolas Dr. Costa Matos, em Vila Nova de Gaia. E apesar de considerar que ainda não passou por muitos estabelecimentos de ensino, já conta com cinco escolas no currículo. A dada altura ficou colocada em Loulé, no Algarve — apesar de morar em Espinho, em Aveiro —, mas não aceitou a oferta porque não conseguir encontrar casas cuja renda conseguisse suportar.
“Os professores contratados de hoje rejeitam as colocações porque não têm estabilidade financeira para suportar os custos. Isso é uma desmotivação”, nota Ana Ferreira.
A professora Joana Cabral passou o ano lectivo anterior com um horário parcial, em Almada. “Não foi muito fácil. É um meio muito diferente e estava a pagar para trabalhar.” Este ano, teve sorte — ensina a “dez minutos de casa”, na Guarda. Mas para o próximo não se sabe. “É incerto. Sou professora contratada”, nota resignada. Mesmo assim, não se assusta com a possibilidade de sair. “Eu sou muito jovem para me prender a um lugar e deixar de fazer a minha vida.”
“Ser professor é um desafio enorme”
Ana Ferreira assume que “ser professor é um desafio enorme”. Além da instabilidade associada à incerteza das deslocações há outros factores que contribuem para esse desafio. Por exemplo, “a falta de reconhecimento”, a necessidade de cativar os alunos e a imposição da presença e autoridade na sala de aula.
Mas a “vocação” acaba por sobrepor-se a tudo isso. João Terroso, o professor de Matemática que deixou o emprego estável num colégio privado para tentar a sorte no ensino público diz que “sempre quis ser professor”. “Já me imaginei a fazer outra coisa, mas foi sempre o bichinho do ensino que ficou.”
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Out 05 2019
A Minha Posição na Lista com a RR5
Encontra-se atualizada a página “A Minha Posição na Lista” com as colocações da Reserva de Recrutamento 5.
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Out 05 2019
Ser professor é… construir castelos.
Ser professor é…
Construir castelos.
Não só castelos mágicos, belos e grandiosos.
Mas castelos fortes, com bases firmes.
Capazes de resistir ao tempo, às tempestades…
Às guerras e aos conflitos.
É ser capaz de enxergar longe.
Ver além do que se possa imaginar.
É sentir e esperar sempre…
Que tudo embora não seja perfeito.
Transforma-se em coisas belas,
Significantes e edificantes.
Ser professor é acalentar sonhos.
Realizar desejos, mostrar caminhos.
Partilhar alegrias…
Conviver com as tristezas.
Transformar planos em realidade.
É ver nas entrelinhas.
Buscar o que está lá no fundo guardado…
Trancado, acanhado e transformá-lo…
Em grandes conquistas e realizações.
O professor semeia e constrói um mundo…
De magia, beleza, sonhos e conhecimento.
Conceição Chaves
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Out 04 2019
Listas Provisórias CAFE Timor Leste 2019/20
Publicam-se as listas provisórias dos candidatos admitidos e excluídos ao Procedimento Concursal com vista à constituição de uma bolsa anual de docentes para o exercício de funções no Projeto Centros de Aprendizagem e Formação Escolar em Timor-Leste, em 2020.
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Out 04 2019
Cada eleitor faz uma cruz mas os votos não valem todos o mesmo
Cada eleitor faz uma cruz mas os votos não valem todos o mesmo – ECO
Com certeza já ouviu dizer que os votos nas eleições não têm todos o mesmo valor. A explicação está no método usado para apurar resultados e no facto de o país estar dividido em círculos eleitorais.
No dia 6 de outubro quando for votar está a ajudar a escolher os 230 deputados do Parlamento para os próximos quatro anos. Quem conseguir reunir mais deputados, forma Governo.
Para isso, no dia das eleições basta ir até à sua mesa de voto, receber o boletim e pôr a cruz no quadrado do partido que considera merecedor do seu voto.
Será assim para um eleitor em Portalegre e será também assim para um eleitor em Lisboa. Ou seja, cada eleitor tem direito a um voto. Mas na hora de os contar e de os transformar em mandatos de deputados a história é outra. E por dois motivos: o método utilizado para apurar mandatos favorece os maiores partidos e o território nacional está dividido em círculos eleitorais, muitos de pequena dimensão.
Vamos por partes. Os círculos eleitorais, que funcionam como uma espécie de distritos para as eleições, refletem a população recenseada em cada um deles. E para cada ato eleitoral é criado um mapa que revela quantos eleitores estão registados em cada um desses círculos e quantos deputados vão ser eleitos por cada círculo. Este é o mapa publicado a 12 de agosto pela Comissão Nacional de Eleições para as legislativas que acontecem nas próximas semanas.
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Out 04 2019
600 Contratados Colocados na RR5
Na Reserva de Recrutamento 5 foram colocados 600 docentes contratados de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração de contrato e número de horas.

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Out 04 2019
Cinema Sem Conflitos: “Little Bravado”
Título: “Little Bravado” | Autores: “Nicholas Oh”
Em uma tarde ensolarada, um jovem novato nerd encontra um cartaz instruindo-o a salvar uma princesa de uma torre. Ele então acredita que ele só se tornará um verdadeiro cavaleiro quando conseguir salvar uma princesa. Ele começa sua busca entrando na torre e subindo um lance de escadas.
Ao chegar ao topo da torre, ele descobre a Princesa apenas para perceber que ela não se incomoda com a presença dele enquanto está ocupada desfrutando de seus jogos de console de vídeo.
Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Out 04 2019
Reserva de Recrutamento 5
Reserva de recrutamento n.º 5
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 5.ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 7 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 8 de outubro de 2019 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Out 04 2019
De que se queixam os Professores? – Carlos Santos
2005. A quietude de um abafado final de tarde acompanhada pelo melodioso respirar das folhas das árvores ondulantes que ronronavam felizes às mãos do vento outonal, foi interrompida pelo anúncio da iminência do início de uma reunião sindical. No meio do ensurdecedor palavrear habitual em sala pejada de professores, lá me acantonei a um canto no meu mutismo, disposto a escutar. Sem surpresa, ninguém viu passar a estranha brisa arrepiante que se veio sentar entre nós, bem no meio da sala.
Sem se esmerar em desmesurada delicadeza para entreter o paladar, uma dirigente sindical atirou logo a bomba com estrondo para calar toda a gente – alertava para a chegada de um furacão cozinhado pela tutela para arrasar com o ensino e a vida das escolas, condimentado com professores que seriam cozidos em lume brando. Julgo que, naquele momento, não houve quem não tivesse considerado aquilo como um inverosímil e descabido alarmismo sindical, pois vivíamos dias de alguma paz laboral e não havia sequer sinal visível de tempestade no horizonte. As suas palavras caíram como chuva na água, afogadas entre os risos e o desinteresse de quem preferiu aproveitar o tempo para pôr a conversa em dia numa cavaqueira animada… até que a reunião lá acabou inevitavelmente por chegar ao fim e cada um, vencido pela fadiga, regressou indiferente para a sua vida deixando ficar para trás esquecido tudo aquilo que ali fora dito. Afinal, quem poderia imaginar que estaríamos ali perante o anúncio do início do fim dos dias tal como conhecêramos. Que parvoíce!
Mas, na verdade, a parvoíce não demorou muito a se tornar numa coisa séria. E assim foi. Contra todas as expectativas, cumpridas duas voltas do planeta azul ao astro-rei, no longínquo ano de 2007, diante do anúncio da chegada de um vendaval que não deixaria pedra sobre pedra, apanhados desprevenidos e desamparados, os professores não conseguiam entender como fora possível estarem numa situação aflitiva sem que os tivessem avisado. E eu também não era exceção, pois o que se avizinhava ultrapassava de longe a mais rocambolesca ficção.
Não creio que seja necessário lembrar que, de lá até aqui, a criatividade governativa para aniquilar a vida das escolas e dos professores, nunca mais teve um fim. Sumariamente fomos vendo perderem-se quase todos os direitos conquistados ao longo de tantos anos de luta por uma carreira e profissão dignas. O que perdemos foi mais do que alguém no seu perfeito juízo, naquele momento, poderia imaginar. Listar tudo, tornou-se tão impossível como doloroso.
-Congelaram as carreiras, reposicionando os professores em escalões mais abaixo com redução salarial, roubando-nos, além de 8 mil milhões de euros que nunca mais iremos ver – usados para pagar a salvação dos bancos e corrupção – também 6 anos e meio na progressão da carreira, em que estivemos a trabalhar, ficaram por ser contabilizados;
-Passaram a idade da reforma de 36 anos de serviço para os 67 anos de idade (66 e 5 meses atualmente) num incremento de quase 10 anos (aumento ainda maior no caso da monodocência);
-Empurraram trabalho letivo para a componente não-letiva, com sobrecarga de horas e de burocracia obrigando os professores a trabalhar mais do que o previsto no seu horário legal e empurrando uma quantidade insuportável de trabalho para dentro das suas casas e das vidas pessoais;
-A criação dos mega-agrupamentos propiciou o encerramento de milhares de escolas, desumanizando-as e fazendo aparecer os «horários-zero» que criaram instabilidade na vida dos professores e das escolas;
-Aumentaram do nº real de alunos por turma;
-Terminaram com a redução de horas letivas aos 40 e aos 45 anos de idade, devido ao desgaste profissional, ao abrigo do art.º 79;
-Aprovaram a municipalização do ensino com o iminente perigo de perda de direitos e de independência dos professores;
-Acabaram com a gestão democrática nas escolas eliminando praticamente a representatividade dos professores nos órgãos de decisão;
-Reduziram o nº de vagas a concurso, menosprezando os professores nas regras e na data de concorrer (muitas vezes em período de férias);
-Aumentaram as áreas de Zona Pedagógica separando muitas famílias;
-Criaram concursos cada vez mais injustos e demasiado espaçados no tempo, num país onde os criminosos são enviados para casa com pulseira eletrónica e os professores são condenados a cumprir penas de 4 anos longe das suas famílias;
-Acabaram com o par pedagógico em EVT e o desdobramento das turmas nas ciências, prejudicando a qualidade das aprendizagens e enviando milhares de docentes para o desemprego ou para a instabilidade profissional e pessoal;
-Retiraram a autoridade aos professores que se tornaram no elo mais fraco dentro das escolas;
-Orquestraram campanhas, altamente mediatizadas, para descredibilizar e humilhar a classe, virando a opinião pública contra os professores… e muito mais…
Mas desenganem-se se pensam que ficaram por aqui, pois há mais crueldade em apresto. Quem tem escutado as declarações dos loquazes líderes partidários e atentado às agendas ocultas dos partidos, encontra, na sua essência, propostas muito preocupantes:
-diminuição do número de professores, causando mais despedimentos;
-passagem, também, dos professores para a tutela das autarquias, tornando-nos meros funcionários camarários sujeitos a vínculos precários e não renováveis, sujeitos a todo o sistema de corrompimento, amiguismos, bufos e partidarite que invadirá as escolas e retirará independência, estabilidade e poder reivindicativo aos profissionais do ensino;
-desfiguração do Estatuto da Carreira Docente com a criação de apenas 3 ou 4 escalões promovendo, assim, baixos salários e a criação de mais obstáculos à progressão, evitando que os professores possam, sequer, almejar chegar ao topo da carreira;
-eliminação do estatuto de carreira especial, indexando-a à carreira geral da função pública;
-criação de mecanismos de avaliação sumária com constante prestação de provas, com o intuito, não de avaliar e criar rotinas de partilha e melhoria de conhecimentos e procedimentos pedagógicos, mas de penalizar os professores para que se sintam subjugados, intimidados e diminuídos, alimentando o propósito de dificultar ao máximo a progressão na carreira.
Já está na forja o golpe final a ser colocado nas entranhas das escolas, para aniquilar a profissão e a carreira dos professores e os silenciar de vez, criando um verdadeiro clima de terror, tornando-os submissos e ainda pior assalariados.
É incontornável não nos perguntarmos como permitimos que tudo isto acontecesse.
Como foi possível que um enorme grupo profissional não conseguisse reunir a força suficiente para travar este ataque?
Custa ter de ouvir e admitir uma verdade sem direito a adoçante, mas todos nós temos a nossa cota parte de culpa por tudo o que nos aconteceu.
De facto, não é preciso grande esforço para reconhecer que entre colegas nunca existiu a solidariedade profissional que se vê noutras classes profissionais. Entre quadros e contratados, QA e QZP, novos e velhos, entre grupos disciplinares, entre os diversos níveis de ensino, entre direções e os restantes colegas, sempre houve motivos para nos dividirmos propiciando que os governos pudessem reinar sobre uma amálgama de gente que se tornou numa presa fácil.
E no meio de estéreis disputas entre demasiados sindicatos, também não foram acautelados da melhor forma os interesses da classe e a tutela agradeceu.
Em todo o caso, a nossa culpa ainda consegue ir mais além. A ser fiável a recente sondagem do ComRegras feita no seio da classe, a qual revela que as intenções de voto pouco diferem do panorama nacional, fica exposta uma realidade desconcertante aos olhos de qualquer observador externo – algo de incongruente impossível de explicar. Os professores que, desde há anos, se lamentam pela falta de consideração dos governos que lhes aumentaram em muito a idade para a aposentação, os sobrecarregaram de trabalho e burocracia, pioraram em muito a estabilidade e a sua qualidade de vida, desconsideraram o seu tempo de serviço e atiraram sucessivamente o nome da profissão para a lama na praça pública desrespeitando e desprestigiando a classe, são os mesmos que agora demonstram a vontade de continuar nesta senda e voltar a dar o machado para as mãos dos seus carrascos.
O que pensar, então, de pessoas que se queixam de maus-tratos às mãos de alguém, mas que teimam em não sair do seu jugo?
Tomei a liberdade de supor que, ou há professores muito satisfeitos com o modo como tem evoluído a situação profissional da classe – os quais ainda não tive o prazer de conhecer – ou, então, há aqui algum género de sadomasoquismo digno de análise pericial.
De qualquer modo, há coisas que se podem resolver antes de se ter de partir para greves, manifestações, abaixo-assinados, pedidos de demissão de ministros e que permitem evitar que inevitavelmente se tenha de voltar a cair no habitual queixume. E uma dessas coisas acontece de 4 em 4 anos – chama-se «o poder do voto».
Toda esta situação delirante me leva a deduzir que os professores estão longe de serem vítimas da classe política que tão mal nos tem tratado. Antes pelo contrário, são cúmplices, pois são os docentes quem também os tem elegido ou, então, se deixado ficar pela inoperante abstenção. E faço notar que, aqueles professores que optam pela abstenção, escusam depois de se lamentar da sua sorte, uma vez que, ao se absterem, deixam-se ficar na mesma situação da qual contestam, ou deixam que outros façam a escolha por si (o que, olhando para tanta gente que vai votar sem saber sequer o nome dos partidos, dos políticos e muito menos os seus programas eleitorais, deixando-se persuadir por uma bandeirinha, chapéu, beijinho ou abraço, não me parece ser uma opção muito fiável). Já se sabe que a força de quem pretende chegar ao poder, foi sempre obtida com base no dogma da ignorância do povo facilmente manipulável.
Confesso que, contemplando o aparente agrado por parte dos professores que manifestam o desejo de promover a continuação de ações governativas contra a classe que se arrastam há bem mais do que uma década, considero curiosa a persistência dos seus lamentos nas redes sociais e em todas as escolas.
Com base na sondagem aos professores que parece pretenderem voltar a eleger os mesmos que os têm reprimido, como poderão os governos permitirem-se não ver nisso um incentivo para prosseguirem a mesma política de maus-tratos à classe docente?
Agora se percebe a atitude da classe política governativa e a sua falta de consideração e de respeito pelas populações e, em particular, pelos professores. Eles sabem que, independentemente da sua prestação, ora uns ora outros, no fim acabarão sempre por conseguir ficar no poleiro, com direito a todas as mordomias e ajudas de custo que nos são negadas a nós, professores. Assim se compreende que esteja na sua natureza fazerem promessas com cheiro a ranço, as quais nascem com um curto prazo de validade, condenadas a serem esquecidas logo depois da romaria às urnas terminar.
Bem sei que é mais fácil encher os horizontes com a novela, o futebol, uma imagem, um simples slogan ou parangonas, do que ter de percorrer este lençol de letras ou os programas dos partidos. Contudo, enquanto nestas duas semanas de mimos carnavalescos, o nobre povo corre em busca do paternalismo de falsos beijos e abraços adocicados com promessas para todos os gostos, para que não se tenha de apoquentar, os adoráveis distribuidores de rebuçados já se encarregaram de se preocupar por nós com o nosso futuro. Manter o controlo das mentes não é difícil, basta estar disposto a passar a mão pela cabeça de pessoas que, nestes dias, não se importam de serem tratadas como crianças.
2019. A quietude de um abafado final de tarde é acompanhada pelo melodioso respirar das folhas das árvores ondulantes que ronronam felizes às mãos do vento outonal. Sem surpresa, vejo-me rodeado de rostos desgastados e sem esperança, cheios de muitos «ontens» e poucos «amanhãs», os quais – uma vez mais – não veem passar a estranha brisa arrepiante que se veio sentar entre nós…
Carlos Santos
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Out 04 2019
Até o reposicionamento 2,9,18 vai ser às pinguinhas…
Para quem tinha duvidas, a Nota Informativa n.º 12 / IGEFE / DGRH / 2019, veio com o esclarecimento, o reposicionamento vai acontecer de acordo com o disposto no n.º 8 do artigo 18.º da LOE de 2018 (cf. n.º 2 do artigo 16.º, LOE 2019). Ou seja, vão receber às pinguinhas…
Neste momento, quem for reposicionado receberá 75% da reposição e só a partir de 1 de dezembro passará a auferir pela totalidade o escalão alcançado.
Esta Nota Informativa também vem trazer luz à data a que retroage o reposicionamento. Estejam atentos para que depois não se queixarem. de certas interpretações de gente que não lê as notas informativas ou não as sabe interpretar.
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Out 03 2019
PROCESSAMENTO / RECUPERAÇÃO DO TEMPO DE SERVIÇO / PESSOAL DOCENTE
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/10/NI_12_Nota-Informativa-Progressões_IGeFE_DGRH_VF_2019.pdf”]
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Out 03 2019
A Música do Blog
… em estreia mundial.
Às 22:00.
Part One
1 Spinning Song
2 Bright Horses
3 Waiting for You
4 Night Raid
5 Sun Forest
6 Galleon Ship
7 Ghosteen Speaks
8 Leviathan
Part Two
1 Ghosteen
2 Fireflies
3 Hollywood
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Out 03 2019
Cruel precariedade, a vida dos técnicos especializados da educação – Cláudia Braga
Cruel precariedade, a vida dos técnicos especializados da educação
Os técnicos e as técnicas especializados da educação estão habituados e habituadas a injustiças: desde os concursos dúbios — onde 65% das condições são subjectivas e dependem de escola para escola e de júri para júri e 35% das mesmas, que poderiam ser objectivas, são interpretadas e tornam-se subjectivas — até ao abrir e fechar de vagas e a ter que mudar de escola para escola.
Terapeutas da fala, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, intérpretes de língua gestual portuguesa, animadores culturais, assistentes sociais, psicólogos, educadores sociais, mediadores socioeducativos, entre outros: são tantos os profissionais que contribuem para a educação. Tantas formações que se requerem actualizadas, pagas pelos próprios, que se mantêm a exercer funções com vínculos precários.
Estes e estas profissionais têm dificuldades em saber o que são férias. Até ao ano lectivo 2016/2017 era a ansiedade de saber quando abririam os concursos, que tipo de portefólio iriam pedir, quantos portefólios teriam que fazer, a quantas vagas teriam que concorrer, que condições iriam impôr as escolas. A partir do ano lectivo 2017/2018 é a ansiedade sobre se os contratos serão ou não renovados, serão as candidaturas ao PREVPAP (Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública) analisadas em tempo útil, etc. Estes e estas profissionais são necessários nas escolas. São parte do sucesso escolar dos alunos e das alunas que dos seus apoios beneficiam. Ignorar as condições laborais destes e destas profissionais é ignorar o sucesso dos alunos e das alunas, o sucesso da inclusão, o sucesso da vida plena em sociedade.
…
A nota é clara: “Será autorizada a extensão dos vínculos dos contratos dos técnicos especializados que, tendo sido candidatos ao PREVPAP, não têm ainda a candidatura homologada, de modo a permanecerem nos seus postos de trabalho aquando do início do novo ano escolar, 2018/2019.” Porque não cumprem as direcções das escolas? Por que razões se diminuem e extinguem horários de técnicos e técnicas quando os alunos são os mesmos? Será o Decreto-lei nº 54/2018 de 6 de Julho a mostrar que o ideal é a contratação externa? Por que razão escolhem o colega A em deterioramento do colega B? Por que razão se substituem técnicos e técnicas por pessoal contratado por autarquias? Não querendo abusar da frase habitual, isto parece a “República das Bananas”. Ou serão os “Municípios das Bananas” a dar sinal de vida?
Há técnicas e técnicos especializados cujos contratos não sofrerão extensão contratual, mas nós não iremos parar. A prova é que, após a manifestação de 3 de Setembro, a situação das colegas de Leça foi revertida. Sabemos que temos razão. Sabemos que temos força. Somos cidadãos e cidadãs. Participamos. Fazemos a diferença. Estamos juntos até ao fim.
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