Seguro escolar passa a integrar a ida para a escola em bicicleta.

 

O Tiago Brandão Rodrigues, anunciou que a ida para a escola de bicicleta vai passar a estar abrangida pelo seguro escolar.

Mas atenção. Não é para todos. Os professores , AO e AT não estão abrangidos pelo seguro escolar, logo não poderão servir de exemplo aos alunos. Terão de ir a pé ou de carro partilhado. (já se está a fazer umas planificações de partilha).

Também estão a ser construídos estacionamentos para bicicletas em todas as escolas e vão ser contratados mais AO para vigiar as mesmas.

PS: Os alunos com menos experiência terão que ter bicicletas “com rodinhas”.

Fora isso é uma medida de valor…

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Oficio Circular – Progressão na Carreira/Recuperação de Tempo de Serviço/ADD – Açores

 

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Cinema Sem Conflitos: “Post”

Título:  “Post” | Autores: “Andrew Scott

Um solitário robô de correio se depara com uma infeliz verdade e precisa tomar uma decisão.

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

 

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A Mobilização da Avaliação Anterior nas Progressões 2019

Com a opção do faseamento da recuperação do tempo de serviço muitos docentes puderam optar pela Mobilização da avaliação anterior, não podendo esta avaliação voltar a bonificar ou isentar de quotas. No fundo o que esta mobilização permite é, tal como em 2018, ter um BOM administrativo.

Fica aqui um exemplo desse preenchimento.

 

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Mais Aposentados Até Setembro de 2019 Que em Todo o Ano 2018

Com a publicação de hoje da lista de aposentados da CGA já se pode concluir que até Setembro de 2019 existem mais docentes aposentados que durante todo o ano de 2018. Até mesmo as previsões do Ministério das Finanças que apontava para a existência de 995 docentes aposentados ao longo do ano está quase alcançada no mês de setembro.

No próximo mês já será ultrapassado o milhar de docentes da CGA aposentados, algo que não acontecia desde 2015. Se as previsões do Ministério das Finanças andar em baixa, tal como até aqui, então até 2023 é quase certo que entre 10 a 15 mil professores agora em funções estarão aposentados.

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PROCEDIMENTO CONCURSAL ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (AECS) 2019/2020 – ÉVORA

Procedimento concursal para contrataç​ão por tempo determinado, de técnicos para desenvolvimento das Atividades de Enriquecimento Curricular ano letivo de 2019/2020.​

Formulário de Audiência Prévia.pdf

Formulários de Candidatura:

FORMULÁRIO CANDIDATURA – ATIVIDADE FÍSICA E DESPORTIVA.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – BRINCAR, APRENDER E CRESCER (BAC).pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – COORDENAÇÃO ÁREAS ATIVIDADE FÍSICA.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – COORDENAÇÃO ÁREAS SOCIOCULTURAIS.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – DANÇAS DO MUNDO.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – DANÇAS URBANAS.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – EXPRESSÃO DRAMÁTICA.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – EXPRESSÃO PLÁSTICA.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – JOGOS MATEMÁTICOS.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – MÚSICA.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – YOGA.pdf

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Governo procrastina prazo de resposta a “Questionário de Satisfação” dos Funcionários Públicos

Iniciado no dia de ontem com anuncio de prazo de preenchimento até dia 30 de setembro e anuncio dos resultados antes das eleições legislativas, o prazo, para preenchimento do “questionário de Satisfação” dos Funcionários Públicos, é alterado poucas horas depois do seu inicio. Porque será? Não dava jeito? Deram-se conta que os resultados podiam influenciar, de alguma forma, os resultados das eleições ou que não seria bom que tais resultados fossem anunciados em período de campanha?

O novo prazo de resposta ao questionário sobre os Fatores motivacionais dos trabalhadores da Administração Pública Central é fixado de 15 de outubro a 15 de novembro.

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Sente-se motivado? Gostou de ser aumentado?…

 

A DGAEP lançou a 2.ª edição do questionário de “satisfação do Funcionário Público”.

Entre outras questões procuram saber se  o descongelamento progressivo das carreiras é motivador” e  “hoje mais motivado no trabalho do que há cinco anos atrás”.

É de valor este questionário. De pois de uma legislatura onde nunca antes se tinha visto tantas greves e manifestações de Funcionários Públicos, terem coragem para dar este e querer lançar os resultados pouco antes das eleições.

Têm até 30 de setembro para responder. Deem-lhes com a vossa opinião. Mostrem o quanto estão motivados e felizes com os vossos aumentos às prestações… desculpem não tivemos aumentos, tivemos progressões às prestações.

 

 

Reconhecendo o impacto da motivação/satisfação dos trabalhadores ao nível da produtividade e qualidade do trabalho realizado, do relacionamento interpessoal, interno e externo, dos ambientes de trabalho, da melhoria do desempenho dos serviços, a DGAEP, decorridos 4 anos desde o último questionário sobre esta temática, lança a 2ª edição do mesmo.

A informação a recolher irá permitir efetuar análises comparativas, aferir o grau de satisfação organizacional, bem como identificar os fatores motivacionais mais relevantes para os trabalhadores da administração pública central.

E porque a colaboração dos trabalhadores e dirigentes se afigura imprescindível para a concretização deste projeto, agradecemos o preenchimento do questionário em questão, acessível através do link: http://survey.dgaep.gov.pt/lime/index.php?r=survey/index&sid=446728&lang=pt.

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Listas Provisórias AEC – Vila Nova de Gaia

Procº nº 14/2019 AEC 2019/2020

 

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Selos Nacionais de Qualidade eTwinning 2019

Selos Nacionais de Qualidade eTwinning 2019

 

A Direção-Geral da Educação (DGE) e o Serviço Nacional de Apoio eTwinning têm a honra de divulgar a lista dos projetos reconhecidos com Selo Nacional de Qualidade (SNQ) eTwinning 2019.

Das 631 candidaturas submetidas, foram distinguidas 540 com SNQ, o que corresponde a aumentos de 48,5% e 63,6%, respetivamente, quando comparado com os números alcançados em 2018.

Estes resultados vêm reforçar não só a quantidade cada vez mais expressiva de docentes envolvidos em projetos colaborativos, como também a qualidade crescente dos projetos eTwinning desenvolvidos nos estabelecimentos de ensino em Portugal.

Brevemente, será divulgada a lista dos docentes e projetos reconhecidos com Prémio Nacional, nas 12 categorias a concurso.

Parabéns a todos os vencedores!

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A Ler com Atenção – 4ª Feira

4ª Feira | O Meu Quintal

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A Realpolitik e o nepotismo favorecem o populismo – Santana Castilho

A Realpolitik e o nepotismo favorecem o populismo

1. Um grupo de cidadãos pediu que se tomem medidas para impedir eventos neo-nazis no território português, designadamente uma conferência nacionalista promovida por organizações de extrema-direita, programada para 10 de Agosto, em Lisboa. Segundo o Expresso, é Mário Machado (cujo envolvimento no homicídio do malogrado Alcindo Monteiro e noutros crimes de discriminação racial não pode ser esquecido) o mentor da iniciativa, para a qual terá convidado Paul Golding, igualmente condenado no Reino Unido pelo crime de ódio racial. Segundo a Constituição da República Portuguesa (artº 46º, nº 4) não devem ser consentidas “organizações racistas ou que perfilhem a ideologia fascista”.

A Tragédia de El Paso (20 pessoas desabridamente abatidas a tiro por um jovem de 21 anos), eventualmente justificada por um manifesto de supremacia rácica que a polícia texana encontrou, convoca-nos à reflexão. Intitulado “A Verdade Inconveniente”, o manifesto proclama a necessidade de os texanos se livrarem dos hispânicos para proteger o modo de vida dos americanos, colhe inspiração no discurso de ódio de Brenton Tarrant (o monstro que assassinou 51 muçulmanos na Nova Zelândia) e é indissociável da retórica xenófoba e anti-imigratória de Trump, que há bem pouco apodou os mexicanos de violadores e criminosos, apesar de as taxas de criminalidade dos imigrantes serem bem inferiores às taxas de criminalidade dos americanos.

2. Leis quadradamente estúpidas infernizam continuadamente a vida dos cidadãos, que delas não se podem desobrigar. Mas agora que a desdita lhe tocou, a Realpolitikpresta-se ao deplorável exercício de pôr o Governo a querer tornar turvamente interpretável o que é cristalinamente claro, apesar de estúpido. A lei dos impedimentos, que ora questiona, trata do mesmo modo coisas bem diferentes e parece concebida por gente insana. Vem de 1996 e foi apresentada e defendida na AR por António Costa, então secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares. É edificante rever os argumentos que usou e cotejá-los com aqueles a que hoje recorre. Já lá estava, naturalmente, a alínea que o levou a pedir um parecer à PGR, isto é, o regime de sanções que hoje questiona, para ir em impune ilegalidade até às eleições: demissão dos titulares dos cargos políticos (Pedro Nuno Santos, Francisca Van Dunem e Artur José Neves) e nulidade dos contratos feitos. Esta prerrogativa interpretativa do que é mandatório, que os detentores de cargos políticos se auto-atribuem, é própria de castas, amarrota o Estado e corrompe a democracia.

3. Por muito que António Costa o negue, o nepotismo do Governo e do PS é um facto. Muito longe de esgotar a longa teia, sem precedentes na Europa, recordemos os seus nós mais notórios: José António Vieira da Silva, ministro do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social, é pai de Mariana Vieira da Silva, ministra da Presidência e da Modernização Administrativa; Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna, é marido de Ana Paula Vitorino, ministra do Mar; Catarina Gamboa, mulher do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nunes Santos, é chefe de gabinete de Duarte Cordeiro, secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Parlamentares; Francisca van Dunem, ministra da Justiça, é mulher de Eduardo Paz Ferreira, presidente da Comissão de Renegociação da Concessão do Terminal de Sines; António Mendes, secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, é irmão de Ana Catarina Mendes, secretária-geral adjunta do PS, por sua vez cunhada de Patrícia Melo e Castro, adjunta de António Costa; João Gomes Cravinho, ministro da Defesa, é filho do ex-ministro João Cravinho; Waldemar Oliveira Martins, ex-secretário de Estado das Infraestruturas, é filho do ex-triplo ministro Guilherme Oliveira Martins; Ana Isabel Marrana, ex-mulher do ministro do Meio Ambiente e Transição Energética, foi chefe de gabinete da ex-secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Célia Maria Gomes de Oliveira Ramos; Rosa Zorrinho, ex-secretária de Estado da Saúde, é mulher do eurodeputado socialista, Carlos Zorrinho;

4. Se, aqui chegados, o leitor perguntar o que relaciona os três pontos anteriormente abordados, por favor, volte a ler o título. Infelizmente, às vezes, os circos pegam fogo.

In “Público” de 7.8.19

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Lista de colocação do concurso de Afetação da R.A. Madeira 2019/20

 

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Propostas dos Partidos para a recuperação do Tempo de Serviço Docente

 

Começam a ser conhecidas as propostas que os partidos vão defender para execução durante a próxima legislatura e até seguintes. Em relação ao restante tempo de serviço docente congelado para além dos 2 anos, 9 meses e 18 dias, alguns partidos já revelaram as suas intenções. Vamos revê-las:

PS: Não há qualquer menção sobre a recuperação além dos 2,9,18. (não se esperava nada mais do que isto)

PSD: Recuperação do restante tempo de serviço, faseando-o em 6 ou mais anos.

BE: Recuperação de 3 anos, 8 meses e 24 dias até 2023 e o restante até 2026.

PCP: Apenas defende a “contagem total” do tempo de serviço congelado, sem entrar em mais pormenores.

CDS: Ainda não revelou o que defende neste campo.

PAN: Ainda não revelou qualquer medida a defender na área da Educação.

ALINÇA: Não defende nada em relação a esta questão.

LIVRE: Defende a contagem integral do tempo de serviço passado.

RIR: Ainda não revelou qualquer medida a defender na área da Educação.

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Pelo DN – Dez anos depois do Magalhães, faltam computadores e internet nas escolas

Dez anos depois do Magalhães, faltam computadores e internet nas escolas

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Linhas orientadoras do programa «Segunda Oportunidade»

 

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O quadro branco, e interactivo, da escola – João André Costa

 

O quadro branco, e interactivo, da escola

A escola, enquanto instituição, terá tantas ou mais dificuldades em adaptar-se à complexidade das sociedades em constante evolução na medida em que lhe cortarem os recursos, o financiamento, a renovação de quadros, a progressão dos professores e demais funcionários na carreira.

É tão simples quanto isso. A escola, a escola pública, entenda-se, só existirá enquanto for promovida e cuidada por quem a dirige. Tal não tem sido a realidade ao longo das últimas décadas num país onde os contratos de associação têm sobejamente favorecido escolas privadas cujas ligações com sucessivos governos são, no mínimo, preocupantes. Ainda para mais quando tais relações levam dirigentes a encher banheiras de ouro, para espanto geral.

Sejamos claros, sem escola pública só nos restam duas alternativas: o ensino privado, reservado e limitado a certas bolsas, ou assinar de cruz, como se estivéssemos de volta à Idade Média. Assim sendo, é nossa responsabilidade lutar pela dignificação da mesma sob pena de um retrocesso civilizacional onde as vítimas da ignorância não serão outros que não os nossos próprios filhos.

Como professores temos quadros brancos nas salas de aula. Brancos e interactivos, com projector e tudo. Mas, para os podermos usar, é preciso que os projectores funcionem em primeiro lugar. Inaugurados com pompa e circunstância no tempo dos governos de José Sócrates, hoje são muitos os projectores cujas lâmpadas fundidas estão por substituir. A título de exemplo, cada lâmpada dura 10.000 horas e custa 300 euros.

Felizmente ainda há quadros brancos. Não obstante, são os professores a comprar as canetas. Mas como as mesmas são caras quanto baste, há sempre os quadros pretos e o giz requisitado de antemão à senhora auxiliar. Se não for requisitado de antemão, nem giz há, só a imaginação.

Como professores, dedicamos não menos de 12 horas por dia, de segunda a sexta-feira, sábados e domingos de manhã incluídos, e este tempo de escrita durante as férias para que os nossos alunos, e com os nossos alunos as suas famílias, possam almejar por um futuro melhor.

Como professores fornecemos os materiais aos alunos, desde canetas a lápis, passando por afias e cadernos sem esquecer as fotocópias e a tinta para as impressoras da escola. E não, não temos anfiteatros, palcos, roupa, maquilhagem e adereços para poder ensinar História e Geografia. E sim, os recursos de Matemática somos nós quem os faz no nosso tempo, depois da escola e do trabalho, ao invés de nos dedicarmos às nossas famílias.

E sim, os materiais de desenho, as experiências de Biologia e Química, são todos preparados enquanto vamos às compras entre esquadros, corações de vaca e pernas de rã para dissecar juntamente com as compras da semana.

Porque os professores também têm direito a comer.

E, por falar em comer, como professores, para motivar os nossos alunos, temos, primeiramente, de lhes dar de comer, a eles, aos irmãos e aos pais, pais esses tantas vezes desempregados e sem condições de habitação. Só depois de satisfeitas todas estas necessidades básicas podemos pensar em motivar as crianças que, apesar de tudo, da fome, da pobreza, dos conflitos familiares, continuam a vir à escola. Continue reading

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Divulgação – Contratação de Professor(a) de Educação Moral e Religiosa – Escola Profissional Magestil

 

Professor(a) de Educação Moral e Religiosa – 27 horas anuais

Ensino Profissional – Ensino Secundário – entrada imediata

Escola Profissional Magestil

Avenida Almirante Gago Coutinho, nº 95, 1700-028 Lisboa

Envio de cv para [email protected] 

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Pedido de horários para contratação de escola

 

Encontra-se disponível a aplicação eletrónica que permite o recrutamento de docentes para lecionação do Ensino Artístico Especializado da Música e da Dança, Técnicos Especiais e Técnicos Especializados.

Consulte a nota informativa.

SIGRHE

Nota informativa

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Listas Provisórias de candidatos – Casa Pia de Lisboa

Informa-se que a lista provisória ordenada de candidatos admitidos e a lista provisória de candidatos excluídos do concurso anual com vista ao suprimento das necessidades de contratação de pessoal docente, da Casa Pia de Lisboa, I.P., para o ano escolar de 2019/2020, se encontram publicitadas no site da CPL, a partir de hoje, dia 2 de Agosto de 2019.
Mais se informa que, dos elementos constantes das listas provisórias, cabe reclamação, a apresentar no prazo de 5 dias úteis a contar do dia imediato ao da publicitação das listas. As eventuais reclamações deverão ser formuladas por escrito, através da utilização do impresso de reclamação (disponível por download neste site), devendo ser entregues na Secretaria dos Serviços Centrais da Casa Pia de Lisboa, na Av. do Restelo, n.º 1, 1449-008 Lisboa, no referido prazo.
disponível para download:

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Manifestação de Preferências para Ensino Português no Estrangeiro

PROFESSOR 2019 – Procedimento concursal para constituição de reserva de recrutamento para pessoal docente da Educação Pré-escolar, do 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário da rede de ensino português no estrangeiro, para o cargo de Professor, aberto pelo Aviso n.º 17774/2018, de 3 de dezembro de 2018.

Período de Manifestação de Preferências
Informam-se os interessados que, no âmbito do n.º 1 e 2 do capítulo XV do Aviso n.º 17774/2018, de 3 de dezembro de 2018, o prazo para manifestação de preferências é de cinco (5) dias úteis e decorre entre as 00h00m do dia 5 de agosto de 2019 e as 24h00m do dia 9 de agosto de 2019.

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Promessas de 2018, só em setembro… outras nem em setembro!

Os Psicólogos chegarão em setembro, mas os AO nem se imagina quando estarão colocados nas escolas. Os concursos continuam a decorrer…

Novos psicólogos prometidos para as escolas em 2018 só vão ser colocados em setembro

O Governo pretendia reforçar em 100 o número de psicólogos nas escolas no ano letivo que terminou (2018/2019). A medida iria aumentar para 300 o número de psicólogos que são financiados com verbas comunitárias. Mas este novo contingente de profissionais, que prestam apoiam psicológico e psicopedagógico, assim como orientação escolar e profissional, só vai chegar às escolas a partir de setembro, no início do novo ano letivo.

 

 

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Nos Açores a falta de Professores é um facto…

 

Para aqueles que defendem que as listas de contratados ficam cheias de candidatos interessados num lugar de colocação, digo:

Tenham juízo!

Será que não entendem que ninguém, hoje em dia, está disposto a deixar um emprego onde se aufere 600 ou 700 euros todos os meses, para trabalhar um ou dois meses a ganhar 1100€. Ainda por cima com as despesas inerentes a deslocações e habitação. Tenham juízo. Os professores das listas de não colocação, aqueles que ficam a fazer número até ao fim do ano, concorrem por descargo de consciência. Muitos até são colocados, mas não trocam o certo pelo incerto.

A idade dos sonhos tem uma altura na vida e os candidatos a professores de hoje já ultrapassaram essa idade.

Mais tarde ou mais cedo vamos assistir ao descalabre que aconteceu na década de 80 e princípios da de 90, por outras razões, mas a mesma falta de docentes. Depois, assistiremos ao que aconteceu na altura, qualquer um vendia umas aulas… até alguns acabadinhos de sair do “Liceu”.

 

Sindicato diz que há alunos sem aulas nos Açores por falta de professores substitutos

O Sindicato Democrático dos Professores dos Açores (SDPA) reivindicou a integração de mais docentes nos quadros das escolas açorianas, alegando que muitos alunos têm ficado sem aulas por falta de professores substitutos.

“Após a primeira colocação de docentes, que se provisiona no final de agosto, vai haver listas que ficam sem qualquer docente disponível para uma substituição ou mesmo para suprimir uma necessidade permanente das escolas”, adiantou, em declarações aos jornalistas, o presidente do SDPA, Ricardo Baptista, à margem de uma reunião com o secretário regional da Educação e Cultura dos Açores, Avelino Meneses, em Angra do Heroísmo.

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Contratação de Técnicos para AEC – Ilhavo

 

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Cinema Sem Conflitos: “Quinta-Feira 12 – CARRINHA TRAGICA”

Título:  “Quinta-Feira 12 – Carrinha Trágica” | Autores: “Carlos Marques

Este vídeo é uma viagem metafórica que relembra a juventude de João e Rodolfo. Uma identidade misteriosa (retratada neste caso como o diabo) segue-os e, finalmente, os obriga a um final trágico e enigmático.

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PROJETO DE LISTA ORDENADA DE GRADUAÇÃO DOS CANDIDATOS À OFERTA DE EMPREGO PARA CONTRATAÇÃO – AÇORES

 

Concurso Pessoal Docente 2019/2020 – Listas Ordenadas

 

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Entende a DGAE que a Bonificação de 6 Meses São 180 Dias

Com a aplicação das progressões de 2019 percebi que a DGAE considera que uma bonificação de 6 meses por obtenção de uma avaliação de Muito Bom são exatamente 180 dias.

Ora bem, o Decreto-Regulamentar n.º 26/2012, diz no artigo 23.º

2 — A atribuição da menção de Muito Bom num ciclo avaliativo determina a bonificação de seis meses na progressão na carreira docente, a gozar no escalão seguinte.

 

Se a data de progressão normal a um escalão ocorrer a 29/12/20XX o correto é antecipar em 6 meses exatos essa mudança de escalão para 29/06/20XX e não para 2/07/20XX. No entanto a aplicação de progressões usa esta fórmula para esta bonificação.

Se fosse entendimento que a bonificação da avaliação de Muito Bom apenas bonificava 180 dias de serviço para progressão ao novo escalão, então deveria ser exatamente isso o que deveria estar expresso no Decreto-Regulamentar, tal como é para os docentes contratados poderem serem avaliados.

Artigo 5.º
Periodicidade e requisito temporal

5 — O ciclo de avaliação dos docentes em regime de contrato a termo tem como limite mínimo 180 dias de serviço lectivo efectivamente prestado.

 
Por isso discordarei de todas as situações em que o simulador erre por este motivo.

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ME trava direito de trabalhar a tempo parcial

Os direitos existem só quando dá jeito…

Ministério trava direito de professores do quadro a trabalhar a tempo parcial

Mudança de regime de trabalho implica redução de salário, mas há vários professores que têm pedido para ficar a tempo parcial. Uma docente que está agora de baixa devido a burnout viu os seus pedidos recusados por três vezes. Provedoria da Justiça afirma que recusas não têm fundamento.

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1 Hora de Crédito Para os Coordenadores de Cidadania

Já se estava à espera da atribuição de um pequeno crédito aos coordenadores de cidadania e que esse crédito fosse simbólico.

Chegou agora a confirmação que o crédito a atribuir aos coordenadores de cidadania é de 1 hora.

 

 

Cumpre informar V. Exa de que, por despacho conjunto de Sua Excelência o Secretário de Estado da Educação e de Sua Excelência a Secretária Adjunta e da Educação, exarados, respetivamente, em 23.07.2019 e 26.07.2019, foi autorizado o reforço de uma hora letiva semanal do crédito horário de todos os Agrupamentos de Escolas/Escolas não Agrupadas para utilização exclusiva no exercício do cargo de coordenador da Estratégia de Educação para a Cidadania de Escola, sem prejuízo de outras horas a mobilizar pelos diretores com origem no crédito horário e/ou na componente não letiva dos docentes.

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Atividades de Enriquecimento Curricular – Ano Letivo 2019/2020

 

Encontra-se disponível, a partir do dia 1 de agosto de 2019, a aplicação para contratação de técnicos que assegurem o desenvolvimento de atividades de enriquecimento curricular.

 

SIGRHE – AECs

 

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Para Quem Não Mudou ao 3.º Por Falta de Aulas Observadas no 2.º Escalão

E depois há aqueles que por terem tido aulas observadas em 2018/2019 para o cumprimento do requisito para mudança ao 3.º escalão se acham no direito de usar esta mesma observação de aulas para a menção de Excelente no acesso ao 4.º escalão, em virtude da recuperação dos 2A9M18D.

 

Procedimentos a adotar para ADD de docentes reposicionados no 2.º escalão, indevidamente não avaliados em 2018-2019

 

Exmo.(a) Sr.(a) Diretor(a)

Foi reportada a esta Direção-Geral a situação de docentes reposicionados no 2.º escalão da carreira docente que não cumpriram o requisito da avaliação externa da dimensão científica e pedagógica (observação de aulas), o qual é obrigatório para os docentes do 2.º escalão da carreira docente, por terem visto indeferido o seu requerimento ou por, segundo orientações superiores, não o terem apresentado.

Esta situação ditou a impossibilidade de cumprimento do requisito de avaliação do desempenho dos referidos docentes durante o ano escolar 2018-2019, nos termos e condições previstos no Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21 de fevereiro, impeditiva da sua progressão em tempo útil.

Assim, e para que estes docentes não sejam prejudicados na sua progressão na carreira, por motivos que não lhes podem ser imputados, informa-se:

  1. Que a avaliação do desempenho destes docentes decorra durante o ano escolar 2019-2020, como supranumerária face aos percentis definidos para cada AE/ENA, nos termos previstos no n.º 1 do artigo 3.º do Despacho n.º 12567/2012, de 26 de setembro, fazendo repercutir, retroativamente, os efeitos do referido processo de avaliação ao dia em que, no presente ano escolar (2018-2019), asecção de avaliação do desempenho docente do conselho pedagógico (SADD) atribuir as classificações finais, após analisar e harmonizar as propostas dos avaliadores;
  2. Caso a avaliação do desempenho resulte na menção qualitativa mínima deBom, deverá ser considerada como data de progressão o dia subsequente àquele em que aSAAD de cada AE/ENA atribuir a classificação final, em 2018-2019, após analisar e harmonizar as propostas dos avaliadores, com efeitos remuneratórios ao primeiro dia do mês seguinte.

Com os melhores cumprimentos,

A Diretora-Geral da Administração Escolar

Susana Castanheira Lopes

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Aplicação da Progressão-2019 “abriu”…

 

Exmo.(a) Sr.(a) Diretor(a)/Presidente de CAP

 

Informa-se V.Ex.ª de que desde as 21h de hoje, dia 31 de julho, que a aplicação da Progressão-2019 se encontra disponível para os Srs. Diretores. Ela ficará permanentemente disponível, encerrando apenas na primeira semana de cada mês para extração de dados a fornecer ao IGeFE e para a inserção dos docentes reposicionados definitivamente.

Assim, a aplicação ficará aberta até às 18:00 h do último dia útil de cada mês, para atualização da informação respeitante à progressão dos docentes.

Estruturalmente, a aplicação mantém o primeiro módulo, já existente nos meses anteriores, onde é apresentada uma proposta de data de progressão do docente sem a recuperação do tempo em qualquer das modalidades.

A este módulo foi acrescentado um segundo onde, de acordo com a informação inserida pelo Sr. Diretor, é apresentada, consoante a opção do docente, a data de progressão após a aplicação do DL n.º 36/2019, de 15 de março, ou do DL n.º 65/2019, de 20 de maio.

Considerando, ainda, que a progressão dos docentes está condicionada pelo cumprimento dos requisitos cumulativos previstos no artigo 37.º do ECD e que a recuperação do tempo, de forma faseada ou não, pode implicar uma antecipação significativa da data da progressão, revela-se de extrema importância a leitura da legislação, bem como das Notas Informativas e das Perguntas Frequentes sobre Avaliação do Desempenho, Progressão na Carreira, Reposicionamento e Portaria n.º 29/2018, de 23 de janeiro e Recuperação do Tempo que têm sido divulgadas no site da DGAE nos últimos meses, assim como o Despacho n.º 6851-A/2019, de 31 de julho.

De modo a auxiliar o seu preenchimento, enviamos em anexo o manual da aplicação que pretende auxiliar tecnicamente a inserção de dados na aplicação.

 

Desejamos um bom trabalho.

 

Com os melhores cumprimentos,

 

A Diretora-Geral da Administração Escolar

 

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Despacho n.º 6851-A/2019 – Alteração ao Despacho da Formação Contínua de Docentes

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/08/Despacho-n.º-6851-A-2019.pdf”]

 

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Propostas do PSD para a Educação

O PSD propõe, nas diversas áreas da Educação o seguinte:

l O primeiro objetivo é o de formar pessoas, através da dimensão emancipatória da
liberdade e da autonomia, da civilidade e da disciplina, dos valores e atitudes característicos
das sociedades abertas à diversidade social e cultural, como sejam o respeito,
a tolerância e a solidariedade perante a diferença.
l Pessoas que dominando o conhecimento conseguem mobilizá-lo através das diferentes
maneiras de pensar, da capacidade de questionamento do adquirido e do
desenvolvimento de uma cultura crítica suscetível de potenciar a inovação, a creação
cultural e o desenvolvimento pleno da pessoa humana.
l Uma cidadania fundada sobre a ética da responsabilidade e construída sobre a consciência
e o conhecimento dos seus direitos e deveres para com os outros cidadãos e destes para com a sociedade. Formar para uma cidadania ativa e participativa nos
diferentes contextos da ação coletiva: do local ao nacional, do europeu ao universal.
l Para além de formar pessoas e cidadãos pretende-se formar profissionais capacitados
para integrar a vida adulta, aproveitar ou criar a suas próprias oportunidades,
contribuir para a criação de riqueza através das suas qualificações.

l Igualdade de oportunidades de aprendizagem. A todos os alunos é garantido o
acesso ao conhecimento e ao curriculum que deverá ser comum, incentivando a flexibilidade
pedagógica e não a curricular.
l Um curriculum centrado no conhecimento consolidado, quer seja o de base científica
quer cultural.
l Centrar o processo de ensino e aprendizagem na capacidade de pensar e questionar,
pela mobilização do conhecimento para a resolução de problemas e para lidar
com a incerteza e o desconhecido.
l Garantir a todos os alunos as mesmas oportunidades de sucesso educativo ao longo
de todo o percurso escolar, desde a infância às formações superiores, recorrendo
à ação social escolar e ao princípio da equidade como orientador dos critérios de
apoio.

l O PSD está disponível para reabrir o debate em torno de uma nova Lei de Bases da
Educação, em sede de uma comissão parlamentar, constituída em exclusivo para
esse efeito, que possa reunir o maior consenso entre as forças políticas representadas
no Parlamento.

l Planeamento da rede passa da periodicidade anual para trienal. Em casos devidamente
justificados esse planeamento poderá ser revisto sempre que se registe uma
alteração significativa das condições previstas. Eliminação progressiva das turmas
mistas com mais de dois anos de escolaridade;
l A organização das turmas, os critérios de distribuição dos alunos e a sua dimensão
é da exclusiva responsabilidade dos órgãos pedagógicos da escola, podendo formar
turmas de dimensão variável em função das características dos alunos;
l A afetação dos horários dos docentes é feita com base na organização dos ciclos,
considerando a dimensão média de turma de 22 alunos;
l A abertura de novos cursos (ensino básico, secundário regular e profissional) é condicionada
à aprovação de um estudo de viabilidade apresentado pela escola aos serviços
do Ministério da Educação;
l Os créditos horários para o desenvolvimento de projetos e desempenho de funções
de supervisão, assessoria e coordenação, serão calculados em função da dimensão
e número de estabelecimentos do agrupamento, dos recursos disponíveis e da progressão
dos resultados escolares, mas de gestão exclusiva da direção do agrupamento
de escolas;
l Pretende-se ainda que a colocação dos docentes seja feita e terminada o mais cedo
possível, de preferência antes de terminado o ano letivo anterior;
l Possibilidade alargada de recondução dos docentes, contratados ou do quadro,
sempre que exista mútuo acordo entre a Direção da Escola e o docente;
l Novo enquadramento regulamentar para a aplicação de receitas próprias e incentivos
à angariação de financiamentos públicos e privados.

l A instituição de três Academias (Norte, Centro e Sul) orientadas em exclusivo para a
formação de futuros diretores, subdiretores, adjuntos e coordenadores de estabelecimento,
de agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas, através de programas
certificados de estudos pós-graduados.

l Que se proceda a uma avaliação rigorosa da experiência de descentralização dos
contratos interadministrativos (Programa Aproximar), de forma a ponderar a sua
reformulação e/ou eventual disseminação para outros municípios onde a vontade
das Câmaras e dos Agrupamentos de Escolas se expresse favoravelmente à sua adoção.

l Identificação clara das componentes curriculares estabelecendo um equilíbrio entre
conhecimento, competências e aptidões técnicas.
l Envolver as empresas na definição dos conteúdos curriculares, bem como na formação
prática e na respetiva avaliação.
l Valorizar as componentes da responsabilidade social, ambiental e produtiva.

l Eliminar as atuais provas de aferição no 2º, 5º e 8º anos de escolaridade;
l Introduzir provas de aferição no final do 4º ano, podendo as classificações obtidas
ser utilizadas para ponderar a classificação final, de acordo com a opção da escola ou
agrupamento de escolas;
l Reintroduzir as provas finais do 6º ano, cujos resultados ponderam a classificação
final (30%), mas sem efeitos eliminatórios;
l Manter as provas finais do 9º ano, cujos resultados ponderam a classificação final
(30%), mas sem efeitos eliminatórios;
l Manter o atual sistema de exames no ensino secundário.
l Recuperar o sistema de testes intermédios abandonado há alguns anos em regime
de adesão voluntária por parte das escolas.

O PSD defende que é ao Estado que compete definir:
l Qual o perfil de formação inicial de professores. Esse perfil deverá ser diferenciado
em função dos diferentes níveis, da educação de infância ao ensino secundário regular
e profissional. Deverá ainda servir de orientação aos cursos de formação inicial de
educadores e professores que os habilitam.
l A distinção institucional entre quem habilita e quem profissionaliza. A habilitação
compete às instituições de ensino superior, a profissionalização compete ao Ministério
da Educação que regulará o processo a desenvolver em contexto da escola
pública e sujeita a supervisão pedagógica.
l Quais as condições de profissionalização, regulando um modelo de profissionalização
em exercício a partir do período probatório previsto no Estatuto da Carreira Docente.
l Avaliar da capacidade e competência para o exercício profissional da docência.

Avaliação e progressão na carreira
O PSD entende que o atual modelo de avaliação do desempenho docente deverá ser
melhorado com a introdução da avaliação do portfolio (planos de aula, materiais,
instrumentos de avaliação, reflexões sobre a prática pedagógica, etc.), a ser concretizado por
um júri maioritariamente externo à escola a cujo quadro o professor está vinculado.
Sem prejuízo de uma futura avaliação das condições de progressão entre os diferentes escalões,
o PSD continuará a defender o reconhecimento do tempo total de serviço prestado até 2018
e negociará com as organizações sindicais o modo de o consagrar na progressão na carreira,
sujeito às seguintes condições:
l Faseamento para um período não inferior a 6 anos;

l Disponibilidade financeira de forma a não afetar a sustentabilidade das contas públicas
e o princípio da igualdade de tratamento das diferentes carreiras especiais da
administração pública;
l Repartição do tempo apurado entre progressão, redução da componente letiva e
despenalização da reforma antecipada a partir dos 63 anos;
l A redução da componente letiva libertará os docentes para funções de supervisão e
formação, no quadro do lançamento do novo modelo de profissionalização em exercício.

Promover a mobilidade docente entre agrupamentos do mesmo concelho (para os concelhos
com mais de um agrupamento) ou entre agrupamentos de concelhos limítrofes (para os
concelhos com um só agrupamento) de forma a suprir necessidades temporárias de serviço
docente.
Maior rigor na aplicação do direito de mobilidade por doença, nomeadamente pela
identificação de alternativas de colocação em função da distância em relação ao domicílio
fiscal.

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AEC – Ano Letivo 2019/2020 – Amarante

 

AEC – Ano Letivo 2019/2020

 

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Divulgação – Professor(a) de Físico-Química – Escola Profissional Magestil

 

Professor(a) de Físico-Química horário de 200 horas anuais

2º e 3º ano Ensino Profissional – Ensino Secundário – entrada imediata

Escola Profissional Magestil

Avenida Almirante Gago Coutinho, nº 95, 1700-028 Lisboa

Envio de cv para [email protected] 

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A Aplicação “Progressão 2019” não “abriu”…

 

A 2 de julho, os Diretores recebiam um email da DGAE informando-os que até ao final do mês de julho a aplicação “Progressão 2019” estaria disponível. Tal não aconteceu (até esta hora).

Informa-se V.Ex.ª de que a aplicação Progressão-2019 vai ser disponibilizada no final do corrente mês de julho de 2019 contemplando a funcionalidade da indicação da opção dos docentes pela recuperação faseada do tempo, nos termos do DL n.º 65/2019, de 20 de maio.

Está-se a ver que isto vai levar o tempo suficiente para “agradar” ao défice do trimestre ou quem sabe do semestre.

É de lembrar que o reposicionamento 2019 dos docentes que entraram na carreira a partir de 2011 já “agrada” ao dito desde o início do ano…

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CNE – Recomendação sobre qualificação e valorização de educadores e professores dos ensinos básico e secundário

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/07/Recomendação-n.º-3-2019.pdf”]

 

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Educação em Números 2019

 

Menos 21.897 alunos face ao ano anterior, maior percentagem de alunos matriculados em relação ao ano letivo de 200/01. Menos crianças inscritas no ensino Pré- escolar. A taxa de retenção e desistência continua a cair.

Menos Docentes do EPE e 1.ºCiclo, mais do 2.º, 3.º e secundário, no Ensino Público. Número médio de alunos por docente volta a cair. 50,1% dos Docentes EPE têm idade superior a 50 anos.

Mais 62 docentes de EPE no Ensino Público. 51,4% têm idade igual ou superior a 50 anos e apenas 3,3% têm idade inferior a 30 anos, no Ensino Público e Privado, 5,5% com habilitações Literárias de Doutoramento ou Mestrado e apenas 13,8% com Bacharelato ou outras.

No 1.º Ciclo, Ensino Privado e Público, 1,1% de professores com idade igual ou inferior a 30 anos, 7,6% com habilitação académica de Doutoramento ou Mestrado e apenas 9,2% ainda com bacharelato. 20202 Docentes de Quadro e 4149 Docentes Contratados.

No 2.º Ciclo, 51,8% dos Docentes com idade superior a 50 anos e 1,4% com idade inferior a 30 anos, nos Ensinos Públicos e Privado. 10,8% com habilitação académica de Doutoramento ou Mestrado e apenas 7,3 com Bacharelato. 16169 Docentes de Quadro e 3246 Docentes Contratados.

No 3.º Ciclo e Secundário, 48% dos Docentes têm idade igual ou superior a 50 anos e 0,9% com idade inferior a 30 anos. 15,6% com habilitações Literárias de Doutoramento ou Mestrado e apenas 3,6% com Bacharelato ou outras. 50572 Docentes de Quadro e 13776 Docentes Contratados.

O número de pessoal não Docente na Escola Pública cai para 52337 indivíduos.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/07/Números-2019.pdf”]

 

 

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Emprego científico: os vergonhosos estatutos da exclusão democrática

Emprego científico: os vergonhosos estatutos da exclusão democrática | Opinião | PÚBLICO

Nuno Peixinho

“Aquele que chega ao principado com ajuda dos grandes mantém-se com mais dificuldade do que aquele que o atinge com a ajuda do povo.”

Maquiavel, in O Príncipe

Se alguém ainda se pergunta qual a verdadeira razão pela qual o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) tudo fez para impedir a mísera passagem a contrato a prazo de alguns investigadores — ao abrigo do funesto e paliativo diploma do Estímulo ao Emprego Científico —, preferindo mantê-los a todos, e para todo o sempre, como bolseiros e nada mais do que bolseiros, eu respondo: uma questão de poder!

Se alguém ainda tem dúvidas, bastará olhar para os novos Estatutos da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), de 16 de julho de 2019.

Mantém-se, como é costume, a existência de uma Assembleia de Faculdade, que elege o seu diretor, e um conselho científico que, entre mil e uma outras coisas, pratica os atos previstos na lei relativos à carreira docente e de investigação e ao recrutamento de pessoal docente e de investigação, e uma comissão científica para cada departamento que, por sua vez, elege o diretor do departamento e apresenta propostas relativas à carreira docente e de investigação e ao recrutamento de pessoal docente e de investigação. Estão todos a ver a importância do conselho científico e das comissões científicas quanto às contratações, certo!? Perceberam que quem apresenta propostas de contratação é a comissão científica e que o conselho científico apenas “pratica os atos”, certo!?

Rogo, agora, a vossa paciência para algumas linhas dos estatutos para verem quem elege e quem pode ser eleito: “A Assembleia da Faculdade é constituída por 15 membros: a) 11 docentes ou investigadores; b) três estudantes, sendo um de doutoramento; c) um trabalhador não docente e não investigador.” Logo a seguir, esclarecem: “Para os efeitos (…) consideram-se: a) docentes ou investigadores, os docentes e investigadores de carreira que exercem funções docentes e ou de investigação na faculdade […]” Perceberam a subtileza!?

Explico melhor: os investigadores contratados pela “Lei do Estímulo ao Emprego Científico” não são da carreira! Como se não bastasse terem um contrato a prazo, que em nenhuma circunstância poderá exceder os seis anos, e ganharem menos 1000 euros por mês do que os investigadores da carreira — embora realizando as mesmíssimas funções —, estão também administrativamente afastados da possibilidade de serem eleitos representantes na Assembleia, que é o órgão que nomeia o diretor. Supimpa!

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