Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR2.
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Set 13 2019
Título: “Vicente um Corvo Diferente” | Autores: “João Católico“
Deus ordena, o Homem realiza. No meio do dilúvio um pequeno corvo aprisionado contra a sua vontade, recusa-se a cumprir regras que não entende!
Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Set 13 2019
Foram colocados 3.192 docentes contratados na Reserva de Recrutamento 2, de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, número de horas e duração de contrato.
989 docentes em contratos de duração anual e 2.203 de duração temporária.
Estes números foram um pouco abaixo das minhas previsões, não sei se um dos grandes motivos terá sido o facto da data limite do pedido de horários ser antes do prazo de aceitação dos candidatos colocados na RR1.

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Set 13 2019
Aconselho a leitura da nota informativa para conhecerem prazos de aceitação e apresentação.
Já é possível os aditamentos de horário a partir desta informação.
Os horários para a RR3 são pedidos até às 10 horas do dia 18 de setembro.
2. Reserva de Recrutamento (RR03)
2.1 Calendário
• Pedido de horários (AE/ENA) – Disponível das 10.00 horas de dia 16 até às 10.00 horas de
dia 18 de setembro de 2019;
• Validação (DGEstE) – Disponível até às 12.00 horas de dia 18 de setembro de 2019;
• RR 03 – 20 de setembro de 2019.
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Set 13 2019
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e listas de Colocação Administrativa – 2ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 16 de setembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 17 de setembro de 2019 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Set 13 2019
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Set 12 2019
No dia de hoje estão em concurso para o grupo 100 – Educação Pré-Escolar, 99 horários para este grupo de recrutamento com 5 horas semanais.
O pedido das 5 horas semanais para o regime de monodocência tem duas razões de existir:
1.ª Licença de amamentação;
2.ª Redução da Componente Letiva ao abrigo do artigo 79.º por o Educador ter 60 ou mais anos de idade.
É muito difícil hoje em dia que um docente do quadro possa usufruir de licença de amamentação, tendo em conta a idade média dos docentes portugueses. No entanto, ainda existem situações em que a substituição é pela licença de amamentação.
Mas atrevo-me a dizer, com toda a certeza, sem ter verificado o motivo destes 99 horários pedidos, que mais de 90% destes horários enquadram-se na segunda hipótese (Redução ao abrigo do artigo 79.º).
E isto irá crescer a cada ano de forma exponencial.
Fica aqui o quadro destes horários por distrito.

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Set 12 2019
Manifestação de Professores em 5 de outubro não é ilegal
No Dia Mundial do Professor, docentes sairão à rua para celebrar a profissão e reafirmar a necessidade da sua valorização
As organizações sindicais de docentes – ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB e SPLIU – registam muito positivamente a posição que a Comissão Nacional de Eleições (CNE) tornou pública, a propósito da Manifestação Nacional que se realizará em 5 de outubro, Dia Mundial do Professor. Havendo quem pusesse em dúvida a legalidade da realização de uma manifestação em dia de reflexão eleitoral, foi muito importante que a CNE, com a posição que tornou pública, tivesse esclarecido que ilegais seriam eventuais mensagens que pudessem ser entendidas como de campanha eleitoral, designadamente de apelo ao voto em algum/ns partido(s) candidato(s) às eleições, o que não acontecerá.
Precisamente por, este ano, estarem convocadas eleições legislativas para o dia seguinte ao Dia Mundial do Professor, as organizações sindicais de docentes em Portugal tomaram algumas medidas destinadas a prevenir situações ilegais. Assim:
A faixa de abertura respeitará o tema que a UNESCO, a OIT e a IE escolheram para 2019;
As bandeiras, pancartas e faixas que tenham inscritos os anseios dos professores não serão dirigidas a nenhuma entidade ou organização;
As palavras de ordem serão genéricas e também não dirigidas a entidades, organizações ou pessoas;
No final, não haverá discursos, mas, apenas, saudações aos professores, neste dia que lhes é dedicado e que, como tal, é assinalado em todo o mundo.
As organizações sindicais de docentes sublinham que os professores são profissionais respeitadores de todas as normas por que se rege o Estado de direito democrático, ainda que, muitas vezes, os seus direitos sejam postos em causa, por governos que desrespeitam essas mesmas normas.
Assim, o apelo que as organizações sindicais fazem aos Professores e Educadores é que, mais uma vez, participem em elevado número na Manifestação Nacional que se realizará em Lisboa no próximo dia 5 de outubro e, dessa forma expressiva, a transformem num ato de celebração de uma das mais nobres profissões – Professor – e de reafirmação das suas justas reivindicações. Apesar de todas as dificuldades por que a profissão passa, Professor é e será sempre uma profissão de futuro!
Lisboa, 12 de setembro de 2019
As organizações sindicais de docentes
ASPL – FENPROF – FNE – PRÓ-ORDEM – SEPLEU
SINAPE – SINDEP – SIPE – SIPPEB – SPLIU
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Set 12 2019
E mais mal ainda que o discurso da reportagem, dando a entender que as escolas são as responsáveis por esta má gestão da atribuição dos manuais escolares, é importante que se perceba que a aplicação sobre a reutilização dos manuais escolares está perfeitamente inadequada e não dá a devida resposta aos dados que se insere (quer para atribuição de manuais novos, quer dos reutilizados).
E garantidamente, amanhã, último dia para a abertura do ano letivo milhares de manuais ainda estarão por atribuir.
E muitos dos problemas detetados na aplicação foram reportados no início de agosto, sem que até hoje houvesse resolução definitiva.

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Set 12 2019
Rui Gualdino Cardoso
No mês passado, assistiu-se a um súbito interesse pelas condições em que viviam duas gémeas na Amadora. Viviam em condições deploráveis e nunca tinham frequentado a escola. Já contam com 10 anos e nunca tinham tido tanta atenção de tanta gente ao mesmo tempo.
Muitos se mostraram indignados, muitos perguntaram porque só agora, com 10 anos, foram retiradas da miséria e de uma família que não punha o seu bem-estar e futuro à frente de tudo o resto.
Todos sabemos o que os estudos dizem, se nasces “pobre” dificilmente deixarás de ser “pobre”. Uma criança que nasce no seio de uma família desfavorecida não tem as mesmas oportunidades que as que nascem em famílias ditas normais. Este caso é um extremo. Os progenitores levaram ao extremo as suas convicções de que o que estas crianças não necessitavam de mais do que aquilo que eles tinham tido. Não é impossível recuperar o tempo perdido, mas o sistema não está preparado para acudir a estes casos.
Estas crianças não são caso único, há muitas mais. Não se sabe ao certo quantas, porque isso também não interessa para as estatísticas.
Não é invulgar aparecerem nas escolas primeiras matrículas de crianças com 7 ou 8 anos, é claro que não se publicita tal coisa, mas acontece. O sistema não tem meios de fazer cumprir a lei. A obrigatoriedade de frequência escolar desde os 6 anos pode não ser cumprida, sem dificuldades. Infelizmente, em Portugal, as entidades que deviam acompanhar estas situações estão desprovidas de recursos humanos e outros para tal tarefa, resta-lhes atuar quando o mal está feito.
Ainda não conseguimos proteger todas as crianças que residem no nosso país. Os casos que de vez em quando vêm à luz do dia são uma ínfima parte de todos os que entram nos gabinetes da CPCJ e tribunais. A nossa justiça é lenta, o sistema é burocrático e perde-se muito tempo entre o conhecimento à ação. E até a falta de proteção das profissionais que se esforçam para dar um futuro a estas crianças, já que os progenitores não o fazem, pode influenciar a rapidez ou desfecho de alguns casos.
A escola tem um papel relevante na identificação, denuncia e desfecho destes casos, mas qualquer um tem.
A escola, tal como as restantes instituições, está presa a processos burocráticos que o sistema não agiliza, deixando estas crianças entregues a si mesmas. Sendo suposto que a escola seja a segunda casa de todas as crianças, para estas é a primeira. É nela que encontram a estabilidade, o interesse, o carinho e o aconchego para o resto do dia. Mas enquanto o “sistema” se recusar a olhar para estas crianças e não mostrar mão dura para quem as descura, não haverá escola ou outra instituição que as consiga proteger. Para que isso aconteça, é necessária uma mudança de paradigma, o bem-estar, os direitos das crianças e os deveres dos progenitores/encarregados de educação deve ser posto acima dos direitos dos prevaricadores, sejam eles quem forem.
O Estado deve tomar o lugar que lhe compete, o de protetor de todas as crianças e não de continuar a abrir os olhos quando o mal está feito e, acredite-se ou não, dificilmente se vai desfazer. Os recursos humanos e financeiros têm de ser disponibilizados. A proteção de quem se envolve nestes casos deve ser assegurada, a mão da justiça tem de ser dura e em vez de andarem por aí a dar entrevistas e a fazer papel de coitadinhos, tem de ser responsabilizados, rápida e eficazmente.
Acabem com as hipocrisias e protejam as gerações do futuro de práticas do antigamente. A escola vai continuar a fazer o seu papel de protetora destas crianças, mas não o pode fazer sozinha.
Rui Gualdino Cardoso, colaborador do Blog DeAr Lindo
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Set 12 2019
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Set 12 2019
Perguntou a minha sobrinha, agora que o 1.º ano se aproxima e, de repente, a angústia nos seus grandes olhos negros era a minha, a nossa angústia nos nossos grandes olhos negros, dias antes e muitos anos atrás, antes do nosso primeiro dia de aulas.
Porque é que eu tenho de ir à escola? A resposta é impossível para quem ainda tem seis anos. Tão impossível como o porquê de termos de aprender matemática. Não, o porquê da matemática é ainda mais impossível, só lá cheguei depois de fazer 30 anos.
Porque é que tens de ir à escola? Para fazer amigos, comecemos pelo mais fácil, pelas coisas boas, para brincar e correr, jogar e saltar, mas também partilhar e ajudar que a amizade não é só brincadeira, é também estar para os outros.
Vais para a escola para crescer, para conheceres alunos e professores de outras origens, de outras terras e outros países, com modos de pensar e agir diferentes dos teus, mas concordantes, porque no princípio e no fim somos todos iguais.
Entretanto, é preciso ler e escrever, aprender a contar, tomar o gosto aos livros e esquecer o telemóvel, o telemóvel não, desculpa, o “kudu”, como lhe chamas desde sempre, mesmo se o sempre não é assim há tanto tempo.
E aprender a viajar entre o português, as ciências, a geografia, o desporto, a arte, a música e descobrir um mundo belo e cheio de cor, um mundo ainda a tempo de ser salvo e onde podes ter um futuro.
Um futuro pelo qual vais ter de lutar. E para lutar precisas, primeiro de tudo, de conhecimento. Por isso é que tens de ir à escola. Para aprender como se ganha uma bandeira e a liberdade é vermelha, sim, como o Benfica, isso já sabes, mas é preciso mais, é preciso aprender sobre Abril e saber de cor os nomes de quantos morreram para que hoje possas ir à escola — e o porquê de antes não ser assim.
Quando esse dia chegar já seremos velhinhos, ou para lá caminharemos. Mas ainda lá estaremos, a outra rede, aquela que nunca viste por debaixo da tua, a rede pronta para te segurar sempre que for preciso.
Até lá, vive a escola, os amigos, o primeiro beijo, as férias, o Verão, os novos cadernos, os professores, o recreio, as visitas de estudo, as viagens, a escola tão curta, são só 12 anos, vive-os intensamente, não voltam atrás, não se repetem, passam num instante, como os nossos e, no entanto, ficam para sempre.
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Set 11 2019
Será que custa muito explicar que os vencimentos, que todos os anos expõe neste estudo, são calculados numa moeda que não o euro…
Um professor em início de carreira aufere 21.252€ brutos, depois dos descontos para o IRS, SS ou CGA e ADSE ronda os 15.000€ líquidos. E também seria bom esclarecer que os docentes recebem todos pela mesma tabela, sejam de que ciclo forem (a única coisa que coincide com a realidade neste quadro).
Venham lá agora com as teorias de engenharia financeira do costume falar de formulas e etc. Estes dados são “pura incompetência”…
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Set 11 2019
O executivo garante que os trabalhadores da administração pública têm direito a faltar com vista ao acompanhamento no primeiro dia do ano letivo, até três horas por cada menor de 12 anos.
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Set 10 2019
Encontra-se aberto o Procedimento Concursal com vista à constituição de uma bolsa anual de docentes para o exercício de funções docentes no Projeto Centros de Aprendizagem e Formação Escolar (Projeto C.A.F.E.), Timor-Leste, em 2020.
A aplicação para a formalização da candidatura está disponível das 10:00h do dia 11 de setembro de 2019 até às 18:00h do dia 20 de setembro de 2019 (hora de Portugal Continental).
Consulte o aviso de abertura e respetivos anexos, bem como outra documentação disponibilizada.
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Set 10 2019
O problema acentuou-se na última década, sublinha a OCDE, na edição deste ano do relatório Education at a Glance
clicar na imagem para ler o relatório Education at a Glance 2019
Não é uma absoluta novidade, mas o relatório anual sobre educação da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE), Education at a Glance, que é apresentado esta terça-feira, dá novos indicadores para perceber a dimensão do envelhecimento da classe docente. Apenas 1% dos professores tem menos de 30 anos. Há uma década, eram 16%.
O problema do envelhecimento acentuou-se na última década, com as medidas de austeridade sobre novas contratações na função pública e os efeitos da diminuição do número de alunos, a reduzirem ao mínimo a entrada de professores jovens. Se, em 2005, 16% da força de trabalho no sector tinha menos de 30 anos, actualmente só um 1% dos professores está nessa faixa etária.
De acordo com o Education at a Glance, Portugal tem mesmo a mais baixa percentagem de docentes com menos de 30 anos – a par da Itália. “A força de trabalho docente de Portugal tem envelhecido na última década e está entre os mais velhos de todos os países da OCDE”, sublinha aquele organismo internacional na ficha de análise dedicada a Portugal, que acompanha o relatório.
Em sentido contrário, nos últimos dez anos aumentou em 13 pontos percentuais a proporção de professores com 50 anos ou mais. Actualmente, 41% dos professores estão nesta faixa etária. Em 2005, eram 22%.
Há sete países com uma proporção de professores maiores de 50 anos superior à nacional, como a Áustria, a Alemanha, a Grécia e os países do Báltico. Em média, na OCDE, 36%. Todos os dados apresentados são relativos a 2017.
Outro indicador usado pela OCDE para avaliar o envelhecimento dos professores é a proporção de docentes em cada um dos grupos etários da população geral. Portugal apresenta uma das maiores diferenças entre a percentagem que os professores representam no grupo etário dos 25 aos 34 anos (0,6%) e o seu “peso” na população com 50 a 59 anos (3%). Grécia, Itália e Lituânia têm comportamentos semelhantes. Em países como Canadá, França, Alemanha ou Noruega, a proporção de professores nos dois grupos etários é similar.
O envelhecimento dos professores é uma das explicações para outro dos aspectos relevados pela OCDE no que toca às condições da docência – e que já tinha sido sublinhado por aquele organismo no Education at a Glance do ano passado. Os professores portugueses ganham mais do que os restantes trabalhadores que têm formação superior.
A OCDE oferece novos indicadores para entender o fenómeno, que é acentuado nas camadas mais jovens. Os professores com idades entre os 45 e 54 anos têm salários médios reais ligeiramente inferiores aos de outros trabalhadores com formação superior – perdem entre 2 a 7%. Já os professores mais jovens (na faixa etária entre os 25 e os 34 anos), que como o próprio relatório nota são poucos, ganham mais entre 45 e 48% do que os colegas de outras áreas com qualificações semelhantes.
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Set 10 2019
Abertura de procedimento concursal simplificado local destinado ao recrutamento local de docente do ensino português no estrangeiro para o 1º Ciclo do Ensino Básico, língua alemã, horário a prover, em substituição, BRN15.
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Set 09 2019
As organizações sindicais de docentes – ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB e SPLIU – reuniram esta segunda-feira e anunciaram as formas luta para este ano letivo assim como as respetivas razões.
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Set 09 2019
E a esta hora já estão em concurso 115 horários conforme a seguinte distribuição por grupo de recrutamento e número de horas.

Algo que seria uma boa prática para as escolas seria colocar a mancha horária dos horários inferiores a 8 horas de forma a que apenas os docentes com disponibilidade para aceitarem esse horário concorressem. E existe um espaço próprio para essa informação adicional. A minha prática foi e será sempre colocar a distribuição do horário em concurso para evitar telefonemas a perguntar em que dias e horas é esse horário minúsculo. E não custa nada fazer isso.

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Set 09 2019
Porque desaparece da alínea f) como exclusão desta garantia os acidentes que ocorram em trajeto com veículos ou velocípedes sem motor, que transportem o aluno ou sejam por este conduzidos;
Alteração ao Regulamento do Seguro Escolar aprovado pela Portaria n.º 413/99, de 8 de junho
Artigo 2.º
Alteração ao Regulamento do Seguro Escolar
O artigo 25.º do Regulamento do Seguro Escolar aprovado pela Portaria n.º 413/99, de 8 de junho, passa a ter a seguinte redação:
«Artigo 25.º
Exclusão de garantia
…
f) Os acidentes que ocorram em trajeto com veículos ou velocípedes com motor, que transportem o aluno ou sejam por este conduzidos;
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Set 09 2019
O Camões, I.P. informa que decorre entre 10 e 16 de setembro de 2019 o período para apresentação de candidaturas para o cargo de Leitor na Universidade de Kinshasa, na República Democrática do Congo.
As candidaturas deverão ser remetidas por comunicação eletrónica para o endereço [email protected]
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Set 08 2019
Amanhã começarão as aulas em muitas escolas e será um dia de reencontros, de sorrisos e de desejar um bom ano letivo para todos.
Mas não é dessa evidência – que está iluminada no grande palco à vista de todos – que me disponho a falar. Importam-me os bastidores que só “alguns” conhecem, “poucos” se interessam e de que “ninguém” fala. Um lugar oculto onde não há reencontros, mas despedidas; não há regressos, mas partidas; não há alegria, mas angústia.
Embora amanhã o centro das atenções seja o recomeço envolto numa maravilhosa paz podre, é hoje que tudo realmente acontece; é hoje que muitos daqueles que escolheram ser professores se veem obrigados a se despedirem dos cônjuges, dos filhos, dos familiares e dos amigos, deixando ficar para trás uma cidade, uma casa, uma família e toda uma vida.
Um último olhar na despedida reveste-se numa súplica impossível – um momento infinito de espera em que todos os relógios param, os corações deixam de bater e o ar se torna demasiado denso para se respirar, unicamente à espera de ouvir algo que ainda os impeça de partir. Aguardando por uma mão que os puxe e leve a fugir dali para um lugar inventado onde ninguém os possa encontrar.
Mas neste duelo injusto entre o que se quer e o que se pode, vence sempre a crueza da realidade, a única possível, impossível de obviar.
E assim, à medida que a viagem começa a afastar a imagem daqueles olhares de incompreensão que imobilizaram a lágrima até ao último instante e se vai perdendo num ponto no vazio até se tornar apenas numa recordação à qual se agarram, abate-se sobre eles um pungente sentimento que ainda não houve dicionário que encontrasse vocábulo para classificar, nem equação matemática que conseguisse quantificar. Aquele meio de transporte transforma-se num sarcófago onde choram essa dor que não conseguem combater.
Na véspera do dia em que se acendem os holofotes, armados de coragem pelo meio da penumbra rompida por uma melancólica luminária de saudade silenciosa que ilumina o seu caminho, é quando e como começa o ano letivo para tantos professores.
Mas amanhã é o dia, já se sabe…
Amanhã os tabloides colocarão debaixo das luzes da ribalta os políticos que estarão numa escola a celebrar a abertura de mais um ano letivo espargindo um discurso fraudulento com cheiro a naftalina do que considerarão ser o melhor começo de sempre.
Amanhã muitos pais, transbordantes de satisfação, irão levar os seus filhos à escola.
Amanhã muitos serão os felizes papás que terão o prazer de acompanhar a sua prole no primeiro dia de aulas estando ao seu lado.
Amanhã, ao final da tarde, muitos serão os pais que irão saborear com deleite o relato do primeiro dia de escola partilhado pelos seus filhos.
Amanhã ao entardecer muitos serão os maridos ou esposas que irão conversar sobre o seu dia.
Há amanhãs assim, mas não para aqueles que estão a sentir o sabor agridoce de ter emprego demasiado longe de casa, deixando-os na dúvida se estão a cumprir o sonho de uma vida ou o castigo de ficar anos afastados do seu mundo.
Amanhã, de coração estilhaçado, esses não irão certamente levar os seus filhos à escola, nem os acompanhar no seu primeiro dia de aulas, nem privar com eles o fim do dia, nem a companhia do cônjuge.
Esses, aos olhos de uma comunidade que os esqueceu, evidentemente não serão notícia, não serão pais nem maridos ou esposas, pois os professores desceram à escala de uma «coisa» sem família nem vida própria.
«Coisas» que sofrem a dor de terem de se sujeitar a ter as suas famílias destroçadas, vidas separadas, sonhos adiados, corações amargurados.
Filhos que, quando não podem ser acrescentados à infausta mala de viagem, ficam condenados a crescerem à distância. Cônjuges afogados em saudade e o desejo de que a semana termine logo, que o período acabe rápido, que o ano passe depressa, numa vida que se vai gastando atrás de uma estabilidade que parece nunca mais chegar, transformando professores em pessoas envelhecidas e vencidas por uma existência que lhes vai sendo roubada em vida. Esta é a verdadeira essência da existência desses professores que amanhã não estarão debaixo dos holofotes do mediatismo conjurado pela hipocrisia de um povo umbiguista.
Um evento de alegria para muitos irá ser o momento mais pesaroso do ano para quem se vê obrigado a deixar a sua vida para trás, atrás de um ganha-pão – que depois de deduzidas as despesas, muitas vezes nem ao salário mínimo chega – e do sonho de “ensinar” que se começa a tornar num pesadelo.
No curso que tiraram para desempenhar esta profissão ensinaram-lhes quase tudo, mas ninguém os preparou para este sentimento de perda.
Não existia um manual de instruções para ensinar como explicar a um filho o motivo da mãe/pai o abandonar.
Ninguém lhe indicou que palavras usar para dizer ao cônjuge para ser paciente e esperar, afiançando-lhe que o amor não irá acabar.
Para este mar de sentimentos e solidões – que é mais do que podem suportar – não há cursos, manuais, ensinamentos, nem nada no mundo que os pudesse ter preparado.
Como se pode, então, exigir tanto de um ser humano que foi amputado da sua estabilidade emocional?
Onde está a tão apregoada qualidade de vida para todos?
Como pode a classe política em campanha eleitoral publicitar o direito à família e incentivos à natalidade se a estes profissionais tudo isso lhes é negado?
Não me parece que alguém saiba da ânsia destes professores para que o trabalho seja tal e os alunos tão absorventes que, vencidos pela fadiga, não tenham tempo para pensarem nem se aperceberem do sentimento de perda que levaram na maleta de viagem.
Mas o mais invulgar e único de entre as profissões, é que, apesar de todos estes sacrifícios sem nenhuma ajuda de custo, os professores não desistam em continuar a desempenhar a sua profissão com a dedicação que se conhece.
Estas são algumas das muitas regalias daqueles que a sociedade se encarregou de classificar como “os privilegiados”.
Eu gostaria de acreditar que amanhã os pais reconhecessem que diante deles poderá estar um professor que prescindiu de muito para garantir que o melhor de si será dado ao seu filho.
Seria bom que amanhã, antes mesmo de o ano letivo começar – e não apenas no final do ano – os pais vos olhassem nos olhos e tivessem a cortesia de vos dizer “Obrigado”.
Mas, mesmo que os pais não o digam, mesmo que nem os colegas vos vejam, mesmo que a sociedade não vos reconheça o esforço, nem ninguém se lembre de vós, eu, que até trouxe a algibeira cheia de palavras que não chegam para vos fazer justiça, dou-vos tudo o que sinto.
Olho e vejo tanto que ensinastes; vejo a vida que partilhastes; vejo o mundo que mostraste a tantos seres ávidos de aprender; vejo que mesmo quebrad@s em mil bocados, vazi@s de morte e chei@s de nada, privastes de tudo para dar tudo aos filhos dos outros sem exigir nada em troca.
Os vossos lábios cerrados dizem palavras sentidas ainda por inventar.
As vossas mãos vazias lembram daqueles que agora não podem tocar.
Os vossos olhos tristes revelam aqueles que deixaram de poder ver.
Que o rio para onde correm todos os riachos de desgosto se transforme no sítio onde morrerão as lágrimas do rosto, quando as vossas despedidas vos trouxerem muitos regressos a casa repletos pelos abraços que completam o vosso Retrato de Família.
Carlos Santos
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Set 08 2019
A Reserva de Recrutamento 2 será publicada no dia 13 de setembro e as colocações desta lista vão retroagir ao dia 1 de setembro.
Tal como fiz as previsões para os números da RR1 também o faço para a próxima reserva.
As minhas previsões estão assinaladas com cor diferente no quadro seguinte, por grupo de recrutamento e pela duração do horário.
Para a Reserva de Recrutamento 2 aponto que sejam colocados entre 1.069 e 1.362 docentes em horário anual e 2.686 e 3.401 docentes em horário temporário. No total poderão ser colocados entre 3.755 e 4.763 docentes.
Agora é esperar pela sexta-feira 13 para confirmar estas minhas previsões.

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Set 08 2019
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Set 07 2019
Com a publicação da Reserva de Recrutamento 1 podem entrar no quadro pela norma travão mais 107 docentes daqueles que já tinha apurado em estudo semelhante após a publicação das listas da Contratação Inicial.
Estes 705 docentes foram colocados em horários completos e anuais desde 2017/2018 até à Reserva de Recrutamento 1 de 2019/2020, em colocações que retroagiam ao dia 1 de setembro para efeitos de tempo de serviço.
Para estes dados não consigo contabilizar quem ficou em horários temporários completos e que perfizeram 365 dias de serviço.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/09/NT-RR1.pdf”]
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Set 07 2019
Caros professores, caros colegas de trabalho da administração pública. O líder do PS, António Costa e, provavelmente, o próximo primeiro ministro demonstrou, uma vez mais, no debate televisivo de ontem, toda a sua arrogância perante os professores. Assunto arrumado, disse ele! Pois aqui está uma postura de intransigência e azedume, sem dar qualquer abertura política para se negociar uma nova etapa da recuperação do tempo de serviço dos professores. Nunca considerei que este assunto fosse apenas dos professores, mas sim de todos os que prestam serviço público a todos os portugieses e que foram severamente castigados no período de intervenção financeira externa, com cortes severos nos seus salários e congelamento das suas carreiras. Está claro, para António Costa que, estando o assunto encerrado para os professores, também, encerrado está, para todos os restantes trabalhadores que prestam serviço público ao serviço do Estado Português. Ele já determinou! E assim se sonega um direito que nos pertence e que de forma arrogante diz ter posto um ponto final. É o esmagar de aspirações a uma melhor condição de vida profissional, é o potenciar do clima de descontentamento, de desmotivação, de frustração de todos os que dedicam o seu trabalho à causa pública. Cada vez mais temo o caminho que, Governo, após Governo tem trilhado sempre na desvalorização dos trabalhadores do Estado. Um caminho perigoso e que já não atrai os mais competentes, os mais capazes, os mais criativos. Os que ainda cá estão, já cansados e fartos de tanta desconsideração só esperam pelos seus últimos anos para se afastarem de vez. Mas pelo que oiço pelas escolas, hospitais, centros de saúde, e tantos outros serviços públicos, o desânimo e o desgaste é enorme. E isto mais cedo ou mais tarde tem um preço, um preço alto que todos nós pagaremos enquanto cidadãos.
A todos nós trabalhadores que sofremos na pele esta grande desconsideração material e social, tantas e tantas vezes, alvo de humilhação política e social e, não menos vezes, maltratados por comentadores nos programas televisivos só temos uma resposta a dar: não desistir de lutar pelo reconhecimento da qualidade dos serviços que prestamos à sociedade, mas sobretudo que a classe política saiba reconhecer que a qualidade, a competência, a dedicação tem um preço, um preço que se chama reconhecimento social e consequente reconhecimento material. Só assim o Estado consegue oferecer aos portugueses serviços públicos de qualidade e competir com o setor privado na captação de trabalhadores mais competentes e mais talentosos.
José Ricardo, Presidente do SPZC
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Set 07 2019
A vontade de um cidadão não se pode sobrepor à de milhares… vamos continuar.
E depois vem falar de motivação dos professores…
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Set 07 2019
… no meu ponto de vista erra ao esclarecer que os horários para a Reserva de Recrutamento 2 são pedidos até às 17 horas do dia 10 de setembro, quando ainda decorre o prazo de aceitação dos candidatos colocados ontem. Pois de seguida diz que “Os horários objeto de uma Não Aceitação ou de Não aceitação em tempo útil, não serão automaticamente recuperados para a Reserva de Recrutamento seguinte, devendo
o AE/ENA pedir um novo horário no caso da necessidade persistir.”
Neste caso uma eventual não aceitação até às 23:59 do dia 10 nunca poderá ir para a Reserva de Recrutamento 2 , mas sim para a seguinte, o que atrasará injustificadamente numa semana quem não aceitar a colocação da RR1, dentro do prazo de 2 dias úteis.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/09/20190906-rec-rr-nota-informativa-rr01-2019.pdf”]
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Set 07 2019
Para análise aqui fica o quadro com a distribuição dos contratados colocados na RR1 por grupo de recrutamento e QZP da escola de colocação.

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Set 06 2019
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Set 06 2019
Título: “Swarm” | Autores: “Ang W“
A vida de um jovem agricultor é interrompida por um ataque de gafanhotos. Eventualmente, ele aprende a lidar com as conseqüências de um desastre aceitando a verdade difícil e saltando para a idade adulta.
Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Set 06 2019
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Set 06 2019
Tinha apontado a colocação de 1.519 docentes na RR1 e foram colocados 1.416.
Fica aqui a diferença dos números que previ para a realidade desta RR1.
O grupo mais distante das minhas previsões para o lado negativo foi o grupo 300 – Português e 500 – Matemática com menos 41 e 42 colocações respetivamente e para o lado positivo os grupos 510 – Físico-Química, 520, Biologia e 620 – Educação Física, com mais 38, 32, e 28 colocações, respetivamente.
Os restantes grupos mais ou menos ficaram nas minhas previsões o que mostra alguma certeza nos números que vão ser apresentados, o que mais uma vez vez demonstra o rigor deste espaço.

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Set 06 2019
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Set 06 2019
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 1ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 9 de setembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 10 de setembro de 2019 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Set 05 2019
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