Out 02 2020
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Out 02 2020
Este artigo é um complemento aos números ontem aqui avançados, de forma a tentar perceber a situação caótica de alguns grupos de recrutamento nos QZP’s 7 e 10. Para isso, analisamos o último candidato contratado com horário completo nesse QZP (excluído aqueles que entraram ao abrigo do DL 29/2001), considerando como opositores todos os que estão na lista de não colocados cujo número de ordem seja superior.
De uma forma simples, retiramos das listas de não colocados aqueles que garantidamente não concorreram para o QZP 7 e 10 para horários completos.
E os números dão-nos uma visão mais concreta da falta de professores nestes dois QZP’s:
Os “paliativos” que se têm usado não são suficientes (alguns aumentam até o problema), uma vez que normalmente representam uma sobrecarga para os restantes professores da escola ou uma abertura para profissionais não docentes que dificilmente contribuirá para uma melhoria da qualidade de ensino.
Esta é uma questão estrutural que poderá ser atenuada se houver um aumento da atratividade da carreira e uma diminuição da precariedade. É urgente criar uma equipa multidisciplinar que analise este problema de frente e se comprometa com soluções justas, claras e duradouras.
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Out 02 2020
Este órgão tem de ser repensado de forma a devolver a real democracia às escolas…
…
Voltando ao regime de autonomia, administração e gestão das escolas, cumpre-me aqui informar que, tal como previsto para o ensino superior, também as escolas secundárias e os agrupamentos de escolas passaram a ter um conselho geral – que desempenharia as funções da administração, substituindo em muito, pelo menos teoricamente, a administração central. Seria (e é) composto por um número relativo de professores e pessoal não docente eleitos, encarregados de educação auto-designados, membros designados pela autarquia e membros designados por organizações da comunidade local. As escolas secundárias também elegem alunos para o CG. O seu presidente é eleito pelos seus membros (num máximo de 21) não sendo obrigatório que seja escolhido um professor.
As competências do CG são essencialmente de eleição e supervisão do diretor (nome já de si de má memória e muito mal escolhido) podendo demiti-lo, e de supervisão geral do(s) estabelecimento(s) de educação e ensino.
Teoricamente muito bem! Lembro-me de ter estudado esta partição de poderes – administração/gestão, a primeira para a comunidade educativa, a segunda para o diretor – quando fiz a minha primeira Pós-graduação em Administração Escolar na Universidade de Aveiro em inícios de 90. Influências da governação das escolas nos países da Europa do Norte.
A aplicação veio quase vinte anos mais tarde. Mas, tal como a Professora aponta para a relação de autêntica manipulação do CG pelos Reitores, o mesmo – ou pior – acontece no geral das escolas e agrupamentos: Os diretores “mandam” nos CG, manipulam-nos para a sua eleição ou continuidade no cargo, os membros do dito CG estão completamente desinteressados das suas funções e competências e as reuniões são praticamente reduzidas a carradas de informações dadas pelos diretores. [Fico a saber que, infelizmente, os Conselhos Pedagógicos – órgão da máxima importância nos regimes jurídicos anteriores – limitam-se agora também a ouvir infindáveis informações dos diretores… ]
Quem disse, quem pensou, quem acreditou que este povo, amarfanhado na sua maioria pela ignorância rural e eclesiástica e pela desinstrução instituída ao longo de séculos, estaria já pronto para responder aos desafios da democracia representativa, da cidadania ativa, da intervenção dinâmica nas instituições?
Que me desculpem, mas vão ter de passar décadas antes que isso aconteça. E, por favor, não me venham com exemplos esporádicos, que esses, embora muito apreciáveis, não contam para a generalidade de um país que se quer moderno e interventivo.
Graça Sampaio, in picosderoseirabrava
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Out 02 2020
Título: “Sarah” | Autores: “ChiaoYing Chen“
Uma menina misteriosa coleta garrafas de vidro do oceano. A cada garrafa que coleta, ela as pendura sob um mirante no final de um cais. No entanto, neste dia em particular, outra garrafa cai do céu no oceano, com uma nota brilhante.
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Out 02 2020
O direito a brincar, reconhecido na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, deve continuar a ser um direito nas escolas portuguesas. Quem o assegura é Tiago Brandão Rodrigues, Ministro da Educação: “As crianças têm de continuar a brincar e têm de ter os instrumentos para continuar a brincar tanto no primeiro, segundo e até terceiro ciclos” para “ludicamente aprenderem”. Sobre crianças que ficam fechadas toda a manhã ou tarde sem poderem sair das salas de aula e ir ao recreio, o Ministro responde com a apologia das “soluções criativas” que muitas escolas conseguiram encontrar adaptando os recreios para permitir o convívio. “Temos de encontrar estratégias para que o isolamento social não exista”, afirmou o Ministro da Educação no programa da VISÃO de entrevistas aos principais protagonistas políticos.
“Infraestruturalmente as escolas não foram pensadas para um momento Covid”, sublinhou. “O ensino tem de continuar a acontecer com os condicionalismo que temos. Não temos a escola sonhada, nem a escola ideal, mas a escola possível.”
“Não me quero impor ao papel das direções das escolas. Não podemos dizer na segunda, quartas e sexta que as escolas têm autonomia e responsabilidade, e nas, terças, quintas e sábados dizer que a autonomia é só algo que está nos normativos legais e o Ministro da Educação tem de dizer o que fazer. Nunca a autonomia foi tão importante como num momento como este. As escolas têm feito um trabalho muito meritório”, disse o Ministro.
Sobre os 12 surtos que existem agora nas escolas portuguesas, com 78 casos positivos, como foi anteontem revelado pela DGS, Tiago Brandão Rodrigues não se deixa impressionar. “Temos 1, 4 milhões de pessoas nas nossas escolas e 78 casos nos últimos dias. Não estou a minimizar nem a diminuir a importância destes números, mas o certo é que se olharmos para o sistema de ensino como se fosse uma região do País, o número de casos positivos nas escolas é o mais baixo do País, mesmo mais baixo do que o que acontece nos Açores e a Madeira, onde há poucos casos.” As razões para estes baixos números são explicadas pelos protocolos instituídos nas escolas. “Partimos em vantagem nas nossas escolas, porque ao termos as bolhas e os circuitos e sabermos quem convive com quem é muito mais fácil detetarmos e isolarmos profilaticamente um conjunto de pessoas do que acontece na sociedade.”
Interrogado sobre a falta de professores e ao arranque do ano letivo com turmas sem vários docentes, Tiago Brandão Rodrigues diz que “a substituição dos professores é um sistema muito oleado”. “Conseguimos substituir os professores com relativa celeridade. Todas as semanas correm reservas de recrutamento que substituem os professores que eventualmente estejam num sistema de proteção por baixa médica ou que pertençam aos grupos de risco”, explica. “Sabemos que as necessidades que temos de professores e a oferta disponível são uma luva e uma mão que não encaixam perfeitamente”, admite porém.
Acerca de um caso concreto, na Escola Rainha Dona Amélia, em Lisboa, onde algumas turmas arrancaram o ano com falta de professores em seis disciplinas, o Ministro é perentório: mais do que falta de diligência, houve “negligência”. “A diretora da escola foi negligente na substituição [dos professores] e não pediu aquilo a que tinha direito. E os serviços do Ministério da Educação contactaram a diretora para entender o que tinha acontecido. As pessoas erram, nós entendemos, mas a escola não fez o trabalho que devia ter feito”, afirma.
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Out 02 2020
Beneficiários esperam mais de cinco meses para reaver o dinheiro das consultas do regime livre. Em 2021, a ADSE exige 56,1 milhões ao Estado para pagar despesas com aposentado isentos de contribuir.
No próximo ano, a ADSE compromete-se a resolver os atrasos no reembolso do dinheiro adiantado pelos beneficiários que recorrem a médicos sem convenção com o sistema de protecção na doença da função pública. O conselho directivo assegura que, em 2021, os reembolsos do regime livre serão pagos em menos de 60 dias após o envio das facturas, respondendo a uma das principais queixas dos beneficiários que, em média, têm de esperar pelo menos cinco meses para reaver o dinheiro.
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Out 01 2020
O próximo quadro mostra os dados preocupantes para o futuro sobre o número de docentes que aguardam colocação para 2020/2021, após a reserva de recrutamento 4.
Nas listas de não colocados existem apenas 36,3% de docentes que aguardam colocação em todos os grupos de recrutamento. Menos do que havia em 2019 na reserva de recrutamento 10.
Apenas os grupos de recrutamento 100 – Educação Pré-Escolar e 260 – Educação Física têm mais candidatos em lista de espera do que aqueles que foram colocados.
As 18.255 candidaturas que aguardam colocação representam 12.327 docentes, pois existem docentes a concorrer a mais de 1 grupo de recrutamento.
Aquilo que deveria acontecer apenas em Dezembro já se faz sentir no primeiro dia de outubro.

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Out 01 2020
Nas escolas aplicamos medidas ao centímetro, porque até já há quem queira levar a tribunal diretores, professores e funcionários. A caminho da escola é isto e ninguém fala em levar a empresa de transportes seja para onde for… Regras… nós cumprimos.

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Out 01 2020
Nas previsões que fiz para as reservas futuras apontei um número de 1000 colocações na Reserva de Recrutamento 4. No entanto, hoje foram colocados 1754 docentes, número muito acima daquilo que tem sido habitual nos últimos anos para esta altura.
Já existem listas de não colocados quase a esgotar-se e durante o mês de Outubro algumas delas vão ficar sem candidatos.
Existe algum plano para ultrapassar este problema? Em breve será notícia de primeira página de jornais a insatisfação dos pais por terem os filhos sem aulas desde o início do ano.
Sobre este problema já venho a alertar desde 2014 ou 2015, mas parece que até hoje ainda não se pensou a sério nisto.
Logo que possível farei a contabilização do número de professores nas listas de não colocados comparativamente com anos anteriores para ver a dimensão do problema em 2020/2021.
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Out 01 2020
Os computadores estão atrasados, mas da internet 4G já nem se fala…
Em 2018, segundo o estudo divulgado, apenas 32% dos estudantes portugueses frequentavam estabelecimentos de ensino onde velocidade da internet poderia ser considerada “suficiente”, muito abaixo da média da OCDE que então se situava em 67,5%.
Estes resultados constam do relatório “Políticas Eficazes, Escolas de Sucesso”, feito com base em inquéritos realizados em 2018, durante os últimos testes do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) da OCDE.
Em Portugal, apenas 15% dos computadores existentes nas escolas eram portáteis, um valor novamente abaixo da média de 40% registada entre os países membros da OCDE.
Sobre a existência de plataformas de ensino online eficazes, apenas 35% dos diretores de escolas portuguesas responderam afirmativamente, numa altura em que mais de metade dos diretores da OCDE diziam já ter esse equipamento
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Out 01 2020
Como já tinha referido neste artigo no início de setembro, começarão a aparecer várias ofertas de escola relativas a turmas que se encontram sem professor.
Muitas dessas ofertas dizem respeito a horários completos e anuais que poderiam já ter professor atribuído se os AE pudessem disponibilizá-las na plataforma assim que se perceba que ninguém ficou colocado no horário. Se ninguém ficou colocado isso significa que ninguém concorreu para essa escola… para quê esperar mais duas semanas?
Este quadro apresenta as ofertas de escola (acima de 7h)… é uma fotografia das 15h do dia de hoje. Veremos nos próximos dias este número a aumentar.
Claro que o distrito de Lisboa e o grupo de Informática se destacam…
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Out 01 2020
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Out 01 2020
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 4.ª Reserva de Recrutamento 2020/2021.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de sexta-feira, dia 2 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 6 de outubro de 2020 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Out 01 2020
Título: “Police” | Autores: “Ed Smith“
Um policial idoso, sofrendo de estresse pós-traumático, tem um flashback de sua vida na polícia. O filme é baseado na vida do pai do diretor e tem como objetivo fazer um retrato do sofrimento interno.
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Out 01 2020
As municipalizações e outras que tais dão nisto…
Os professores das atividades extracurriculares (AEC) em Tondela sentem-se injustiçados por o município ter transferido a gestão para uma instituição de solidariedade social. Dizem que estão a perder rendimentos e queixam-se de não terem sido devidamente esclarecidos. Na tarde desta quarta-feira, cerca de 15 docentes concentraram-se frente à Câmara para obterem respostas. Afirmam que a situação ainda é “mais precária” da que já têm por ainda não estarem integrados.
Daniel Fernandes fez as contas e diz que, por exemplo, quem antes recebia 500 euros, agora, com o novo protocolo e com os valores que lhes foram apresentados, aquilo que levam para casa será “menos que 400 euros”. Já outro colega, que há 14 anos anda de contrato em contrato, fala numa perda anual de dois mil euros. Tudo porque o valor da hora até aumentou três cêntimos, mas os professores sustentam que deixou de ser pago, como até então era feito, o subsídio de natal, de férias e a indemnização pelo fim de contrato ao fim de nove anos.
“Não temos uma justificação, mas com este protocolo com a empresa, o município vai poupar 30 mil euros”, sublinha, ainda, Daniela Fernandes.
Já Isabel Lopes lamenta que as regras do jogo tenham sido dadas a conhecer, já quando se encontravam a trabalhar. “Esta foi uma notícia que recebemos quando já estávamos a trabalhar há duas semanas. Contas feitas, vamos ter um corte em cerca de 20 por cento”, desabafa. Na opinião da professora, cabe agora à autarquia negociar com a IPSS que ficou com a gestão da atividades extracurriculares. A colega Catarina Almeida sente que foi enganada pela autarquia de Tondela.
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Set 30 2020
Um conselho vale o que vale, cada um é livre de aceitar segui-lo ou não, mas o que acontece a quem o seguir?
A Saúde 24 aconselha a permanência em casa durante um período de três dias, mas quem justifica essas faltas?
Como estão a proceder os agrupamentos? Quem passa o atestado médico? A Saúde 24 assegura a informação ao médico de família e o “doente” vai buscar o atestado à Unidade de Saúde Familiar, ou é o “doente” com “sintomas gripais” que tem que marcar uma consulta?
Há procedimentos que ficaram com a “solução” a meio…
Como estão a proceder nos vossos Agrupamentos? Deixem os vossos comentários…
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Set 30 2020
Exmo.(a) Senhor(a) Diretor(a)/Presidente da CAP
Informo V.ª Exa. de que está disponível até às 18h do dia 06 de outubro, na plataforma SIGRHE, no separador SITUAÇÃO PROFISSIONAL, um formulário eletrónico para recolha dos dados relativos aos requisitos cumulativos para a dispensa do período probatório, de acordo com a Nota Informativa e as Perguntas Frequentes em anexo.
Assim, caso no AE/ENA de V.ª Ex.ª estejam colocados docentes que ingressaram na carreira em resultado das listas de colocação no concurso externo e no concurso de mobilidade interna de 2020/2021, publicadas em agosto de 2020, deverá V.ª Ex.ª aceder à plataforma SIGRHE e selecionar o separador PERÍODO PROBATÓRIO:
Com os melhores cumprimentos,
O Subdiretor-Geral da Administração Escolar
César Israel Paulo
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Set 30 2020
Nada que não se estivesse à espera, mas ainda são só promessas…
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Set 30 2020
A comunicação social noticiou no últimos dias que a maioria dos professores tem idade superior a 50 anos e que haverá falta de docentes durante o presente ano letivo.
Estes dois problemas estão completamente ligados entre si. Por um lado é necessário rejuvenescer a classe docente, por outro lado, se permitirem um aposentação mais cedo haverá problemas na sua substituição, em algumas disciplinas.
A solução é fácil? Não. É possível resolver o problema? Sim.
A questão toda está no “Como?”. A resposta é de uma simplicidade admirável: Tornar a profissão docente mais atrativa.
No curto prazo é necessário fazer regressar ao concurso os muitos professores profissionalizados que enveredaram por outras profissões durante a crise anterior. Modificar os intervalos de horários, subindo para umas 12h semanais o horário mais pequeno. Abrir todas as vagas possíveis no quadro definitivo.
A longo prazo será necessário trabalhar com as Universidades para reabrir os cursos específicos para a docência. Reabilitar a imagem dos professores (talvez a parte mais difícil depois de anos a fazerem o contrário). Repensar o concurso nacional e o tamanho dos QZPs.
Obviamente que será necessário algum dinheiro para realizar estas propostas, mas se não se fizer nada vamos regressar ao tempo dos anos 80 e ter pessoas a lecionar sem formação própria para o efeito.
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Set 30 2020
Não é de admirar. Já todos estávamos à espera, afinal de contas o ensino presencial está de regresso e veio para ficar (dê por onde der).
Não me entendam mal, eu sou a favor que a emissão continue. Pode ser que alguns dos alunos que cumprem ou terão de cumprir quarentena aproveitem (pelo menos os interessados ou com pais responsáveis). Sempre pode ser que evitemos de construir uns quantos planos de recuperação de aprendizagens por via das quarentenas que por aí proliferam.
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Set 30 2020
O Medo
Começou um ano lectivo marcado pelo sacrifício de boa parte das necessidades de crescimento de crianças e jovens à decantada segurança sanitária. Os alunos regressados à escola tiveram certamente dificuldade em reconhecer os rostos dos colegas e dos professores, parcialmente tapados por máscaras sanitárias. A comunicação verbal, elemento essencial em aula, sairá fortemente limitada pelas máscaras, dificultando as aprendizagens. A quase supressão dos recreios, as limitações de todo o tipo de convívio e de contacto físico, as restrições ao uso das casas de banho, bares e refeitórios, não contribuirão para o bem-estar dos alunos.
A perturbação angustiante da nossa vida social e das nossas emoções, causada pelo cemitério de números e dados estatísticos sobre a covid-19, pobremente contextualizados e explicados, em que se transformaram os noticiários televisivos, terá consequências de caráter permanente.
Uma informação séria relacionaria sempre o aumento do número de infectados com o incremento do número de testes aplicados. Com efeito, a duplicação desse número não quer dizer, necessariamente, que tenha aumentado a disseminação do vírus. Uma informação séria daria mais importância à evolução do número de mortos e internados que ao número de infectados. Com efeito, se este número aumenta e aqueles diminuem, uma leitura possível é que o vírus esteja a perder perigosidade. Uma informação séria alarmaria menos e relativizaria mais. Por exemplo, poderia recordar-nos dados fornecidos por Graça Freitas (30.1.19), sobre a epidemia de gripe de então: taxa de incidência de 89,3 casos por 100 mil habitantes, quando hoje 20 por 100 mil nos atiram para o índex de país perigoso; 12.380 óbitos no mês de Janeiro; 23 pessoas internadas em cuidados intensivos numa só semana.
Muita informação do mesmo tipo, despejada continuamente sobre as pessoas, acaba desempenhando o papel de trolls perniciosos, apostados em moldar as nossas emoções e fomentar o medo, para nos dispor a aceitar regras, sem lhes questionar a validade.
As zaragatoas nas ventas de quem não tem sintomas, procurando um coronavírus em cada esquina, trouxeram aos trabalhadores com piores salários (restaurantes e zonas turísticas) desemprego e layoff e às empresas com crónicas fragilidades financeiras (a maioria) uma espiral de falências. Já em finais de Abril, os números divulgados pelo Banco de Portugal eram assustadores e ainda a procissão ia no adro. O medo transformou os lares dos velhos em prisões e condenou-os a penas que não podem entender. O medo encerrou os parques infantis ao ar livre, castrando imbecilmente as crianças do direito de brincarem. As múltiplas proibições e obrigações, redefinidas hora-a-hora por catadupas de informações inúteis, incoerentes e contraditórias, são impostas pelas novas brigadas dos costumes sanitários, que despejam álcool-gel na inteligência dos cidadãos, enquanto o vírus comtempla o esplendor da desumanização que os humanos criaram e o pivot da pátria é expulso da comissão de honra de Luí Filipe Vieira.
Poucos parecem reflectir sobre o preocupante modo de governar pelo medo, a pretexto da segurança sanitária, aceitando as constantes restrições à liberdade, decididas sem respeito pela legalidade constitucional, num apagar sistemático das interacções sociais fundadoras do relacionamento humano.
O medo é um fenómeno psicológico caracterizado pela tomada de consciência de que estamos expostos a um perigo, seja ele real ou imaginário. Quem não se lembra do papão e do escuro, ameaças da nossa infância, ou dos espectros recentes dos vários fins do mundo, dos choques apocalípticos dos meteoros com a terra, do terrível bug informático, que sorveria toda a organização da nossa sociedade no virar do milénio, ou dos sucessivos anúncios da iminente terceira guerra mundial?
Só a inteligência e a análise serena dos factos nos pode ajudar a distinguir o medo legítimo e razoável do medo despropositado e exagerado, originado por coisas que acabam por nunca acontecer. O medo favorece a ascensão dos piores, corrói a lucidez e é terreno fértil para demonizar os que não vão na onda da histeria colectiva. A continuarmos assim, não me surpreenderá que eu ainda viva para lutar contra vacinações obrigatórias, impostas a sociedades sem vontade própria e alimentadas por sistemas de ensino meramente utilitários.
In Público de 30.9.20
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Set 30 2020
Título: “Play People” | Autores: “Nadia Goldman“
Esta é uma história de amor difícil. O filme mostra uma pessoa intrigada dentro de si. Um dia ele descobre alguém com seu Amor, mas não é um simples adultério – o amante tem a mesma cara do herói …
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Set 30 2020
Os alunos portugueses foram os únicos da OCDE que têm vindo a melhorar significativamente os seus desempenhos a Leitura, Matemática e Ciências, segundo uma análise que compara o desempenho académico de jovens de 15 anos desde 2010.
Esta é uma das conclusões da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) com base nos resultados que os alunos de 15 anos têm nos testes PISA (Programme for International Student Assessment), desde 2010.
Na última década, os gastos médios por aluno nos países da OCDE aumentaram mais de 15% mas este investimento não se traduziu em grandes melhorias de desempenhos escolares, revela o relatório divulgado esta terça-feira.
A única exceção é Portugal. O país destaca-se por ser o único país da OCDE que conseguiu que os seus alunos “melhorassem significativamente” os seus conhecimentos ao longo dos anos a Leitura, Matemática e Ciências.
Os resultados foram divulgados esta terça-feira na publicação “Effective Policies, Successful Schools” (Políticas Efectivas, Escolas de Sucesso), que constitui o quinto e último volume de série PISA 2018, que agrega dados de 79 países e economias.
Nesta comparação entre o dinheiro investido e os resultados académicos, o secretário-geral da OCDE, Angek Gurría, chama também a atenção para o caso de sucesso registado em quatro províncias da China: Pequim, Xangai, Jiansgsu e Zheijiang.
Os alunos chineses obtiveram melhores resultados a Matemática e Ciências, quando comparados com os restantes alunos dos outros 78 sistemas de ensino analisados.
Além disso, numa análise comparativa entre estudantes de diferentes meios sócio-económicos, os chineses mais carenciados conseguiram ter melhores resultados do que o aluno médio da OCDE. O grupo de 10% de alunos desfavorecidos chineses estão ao mesmo nível de desempenho que o grupo dos 10% de alunos favorecidos de alguns países da OCDE.
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Set 30 2020
Os alunos portugueses não andam ao molho, mas também não andam separados e sem qualquer contato com os colegas de turma. São as tais “bolhas”. No recreio os alunos brincam e sociabilizam com os colegas de turma por uma questão de controle no caso de contágio. As regras assim o definem. As escolas tudo fazem para que assim seja e não se tornem fontes de surtos para a sociedade. (O que se passa fora dos portões da escola já são outros quinhentos…)
Mas, há sempre quem tente denegrir, da pior forma, a imagem das escolas… para isso já temos os políticos, não necessitamos de “idiotas”.
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Set 29 2020
Enquanto decisor de questões tão simples, mas ao mesmo tempo complexas quanto esta, não é fácil decidir o trabalho que deve ser feito de forma presencial e o trabalho que deve ser feito à distância.
Não tomo decisões radicais dizendo que tudo deve ser feito à distância ou de forma presencial. Devo avaliar aquilo que realmente pode ser feito de uma forma ou de outra.
Em primeiro lugar defendo sempre que tudo deve ser feito de forma presencial, frente a frente, cara a cara e olhos nos olhos. No entanto, há situações que podem e devem ser passadas para a distância.
No início do ano tomei a decisão de deixar à consideração de cada departamento ou grupo disciplinar decidir a forma de reuniões entre pares. Decidi que ficaria na decisão de cada coordenador de departamento ou grupo disciplinar optar pela melhor forma de reunião. Dei apenas as seguintes regras: Onde houvesse professores novos que as reuniões fossem presenciais para que cada um pudesse se conhecer de forma pessoal. Seria estranho que professores novos na escola não se conhecessem pessoalmente e isto já aconteceu durante o terceiro período onde professores novos colocados nunca chegaram a conhecer pessoalmente os restantes professores da escola até final do ano letivo e ainda hoje são apenas uma figura de avatar numa plataforma virtual. Também optei por influenciar as reuniões à distância onde o número de elementos permitisse o distanciamento entre todos. Calhou relativamente bem, porque neste caso as reuniões à distância calharam precisamente nos departamentos onde não existiu nenhum docente novo na escola.
No caso das reuniões com os encarregados de educação, quando a maioria das escola optou por as anular ou passar para a distância, sempre optei para que todas fossem feitas de forma presencial, respeitando todas as regras de distanciamento. Neste caso a opção também foi feita por perceber que caso a opção fosse para passar para reuniões à distância nem metade dos pais compareciam e neste caso prefiro ter pais informados sobre um ano completamente diferente dos anteriores.
Há decisões que precisam de ser tomadas em função da realidade de cada uma das escolas e tomar decisões que podem não ser iguais à generalidade das escolas compete a quem tem de decidir escolhe-las. E isso garanto que não é fácil, nem consensual.
Perceber o que é importante ser presencial e à distância é uma opção que deve ser gerida caso a caso, em função de cada realidade e com muita ponderação. Mas quem toma decisões destas não se deve nunca ficar numa redoma isolado do risco das decisões que toma. No meu caso apenas estive presente em 28 reuniões de pais, quando alguns achavam demasiado arriscado a decisão de se fazer estas reuniões de forma presencial. Não sou Trump, nem Bolsonaro, mas há riscos ou atitudes que se devem tomar para menorizar situações de risco futuras.
Quantos às coisas inúteis que se fazem nas escolas aconselho vivamente que se passem todas para a distância, até porque em muitos casos se tornam mais produtivas desta forma. Mas há sempre coisas que devem ser feitas de forma presencial, quanto mais não seja para conhecer um professor novo que chega à escola e transmitir os valores de uma escola cara a cara. E se alguma vez perdermos estes pequenos gestos iremos perder de vez o sentido da responsabilidade que devemos ter para a educação da nossa sociedade.
Poderia não fazer este artigo, mas se não o fizesse iria por deixar de dizer aquilo que sinto sobre este assunto.
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Set 29 2020
Uma distribuição mais equilibrada dos recursos materiais entre escolas desfavorecidas e favorecidas ou, existindo diferença, é a favor das primeiras; uma menor diferença de recursos educacionais entre alunos favorecidos e desfavorecidos; um maior e melhor acesso às novas tecnologias e à internet e a existência de programas de promoção de um uso correto e responsável das mesmas; frequência do pré-escolar por dois ou mais anos; um menor número de retenções; mais professores qualificados; menos alunos por turma; um número adequado de pessoal não docente; horários letivos equilibrados, nem horas a mais nem horas a menos (o ideal é entre 24 a 27 horas por semana. Menos de 20 e mais de 39 são nocivas); existência de espaços na escola para os estudantes fazerem os seus trabalhos de casa, com funcionários que os ajudem e supervisionem nessa tarefa; disponibilização de atividades extracurriculares culturais, desportivas ou musicais; programas de tutoria para os alunos; comunicação assídua com os pais e um maior envolvimento destes na comunidade escolar. Em traços gerais, estes são os pontos fortes de um bom sistema de educação.
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Set 29 2020
É o tal problema dos rácios… 1 para 21, mas esquecem-se de ter como critério o horário das escolas…
Portugal surge depois do Japão e Marrocos como o terceiro país onde os diretores mais sentem a carência de profissionais.
s diretores das escolas portuguesas são dos que mais sentem a falta de recursos humanos e consideram que isso influencia negativamente o desempenho escolar dos alunos, segundo um estudo da OCDE que coloca o país em terceiro lugar.
Logo a seguir ao Japão e a Marrocos surge Portugal como o país onde os diretores mais lamentaram a falta de recursos humanos, revela o inquérito divulgado esta terça-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), realizado em 2018, durante a realização dos testes PISA (Programe for Internacional Student Assessment).
Além dos testes PISA feitos por estudantes de 15 anos, a OCDE realizou inquéritos a alunos e diretores e um dos temas abordados foi precisamente a perceção sobre a falta de professores e restantes funcionários assim como as suas qualificações.
Quando se analisa todos os funcionários – professores, assistentes técnicos e operacionais – Portugal surge depois do Japão e Marrocos como o terceiro país onde os diretores mais sentem a carência de profissionais.
Já os diretores da Bulgária, Montenegro e Polónia são os que menos relatam este problema, segundo o estudo Effective Policies, Successful Schools (Políticas Efetivas, Escolas de Sucesso), que analisa dados de 79 países e economias.
Alguns diretores sentem que o maior problema é a falta de professores enquanto outros se queixam da falta de funcionários. Em Portugal, os diretores apontam mais o dedo à escassez de assistentes técnicos e operacionais, considerando que prejudica o ensino.
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Set 29 2020
Plenário Sindical online
30 de setembro de 2020 – 18:00 h
| ORDEM DE TRABALHOS |
|
Inscrição obrigatória
Plataforma zoom:
Como requisito técnico necessário, terá que instalar a aplicação ZOOM
Em alternativa pode aceder à reunião online no site do Zoom.us, colocando o ID que vai receber no seu e-mail após a inscrição.
Para esclarecimentos adicionais e personalizados podem utilizar os nossos contactos que pode consultar em www.spzc.pt
| Inscreva-se aqui até às 12:00 h do dia 29 de setembro
Com a confirmação da inscrição serão enviadas credenciais e instruções para participar no Plenário |
Saudações sindicais
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Set 29 2020
O Arlindo referiu todos os números aqui no Blog.
A Zona de Lisboa e Algarve vão ser as primeiras a sentir, mas não as únicas…
Na semana passada, havia mais de três mil vagas para preencher nas escolas portuguesas. O vice-presidente da Associação Nacional de Professores, Manuel Oliveira, diz que a tendência é para piorar e que as reservas de recrutamento estão a esgotar-se. Filinto Lima, presidente da Associação de Diretores de Agrupamentos, assegura que o problema é estrutural e não se resolve a “apagar fogos”.
A contabilidade não está feita, mas serão muitos os alunos portugueses, sobretudo das regiões de Lisboa e vale do Tejo e do Algarve, que começaram as aulas com furos no horário. Filosofia, Matemática, Geografia, Inglês e Informática/TIC são as disciplinas com mais falta de docentes.
Todas as segundas-feiras chegam às escolas novos professores contratados para suprir as faltas ou substituir os colegas de atestado ou baixa médica, que entregaram a declaração por pertencerem a grupo de risco da covid-19 ou, ainda, que se reformaram.
Até agora, nas três reservas de recrutamento realizadas, já foram colocados 18 335 professores, o que corresponde a mais do dobro do ano passado pela mesma altura (em que tinham sido colocados 7204) e a mais de metade dos professores que concorreram neste ano e fazem parte das listas de contratação inicial.
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Set 29 2020
Título: “Moonday” | Autores: “Rianne Stremmelaar“
Imagens do meu diário de sonhos…
Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência em https://cinemasemconflitos.pt/

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Set 28 2020
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Set 28 2020
E muitas mais com “surtos inativos” ou casos isolados… Porque não dão as informações completas?
a conferência de imprensa de atualização de informação relativa à infeção pelo novo coronavírus em Portugal, Graça Freitas afirmou que a Direção-Geral da Saúde (DGS) foi notificada, até à data, de 12 surtos de covid-19 em escolas.
Segundo a diretora-geral da Saúde, cinco escolas com surtos estão localizadas na região Norte, uma no Centro e seis em Lisboa e Vale do Tejo.
“No total temos nestes surtos 78 pessoas implicadas com casos positivos para SARS-coV-2”, disse Graça Freitas, esclarecendo que não estão incluídos nestes números as pessoas que têm de estar em isolamento.
A diretora-geral da Saúde disse ainda que estes dados dizem apenas respeito aos surtos que foram reportados, podendo ter aparecido em várias escolas um caso isolado, que habitualmente vêm da comunidade.
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Set 28 2020
Últimos dados da DGEEC confirmam a entrada no ensino público de milhares de contratados não está a contribuir para o rejuvenescimento da carreira.
Cerca de 63% dos professores que estavam no quadro em 2018/2019, último ano para o qual há informação, tinham idades iguais ou superiores a 50 anos, segundo mostram dados da Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) a que o PÚBLICO teve acesso
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Set 28 2020
Título: “Mixed Materials” | Autores: “Anna Van Riel“
Dois jovens formados em arte estão muito determinados a se lançar no mundo da arte e ter sucesso. Mas nem tudo sai como planeado …
Felizmente, sempre há a vovó.
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Set 28 2020
No caso dos professores não há lugar a teletrabalho, porque as aulas estão a acontecer em regime presencial, mas não só. Para que tal acontecesse a entidade patronal teria que pôr ao dispor de cada docente em isolamento os meios para que tal acontecesse. Como bem sabemos as escolas não dispõe desses meios (computadores, internet portátil…).
Se algum diretor, mais zeloso, vos tentar impingir a continuidade do que aconteceu no terceiro período, recorram aos vossos sindicatos
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