Category: Rui Cardoso

A Parque Escolar nunca aqui chegou

 

Pais boicotam aulas em escola de Barcelos. “Pinga em todo o lado”

Os pais dos alunos da EB1/JI de Fraião, em Tamel S. Veríssimo, em Barcelos, distrito de Braga, promoveram hoje um boicote às aulas, em protesto contra uma escola em que “pinga em todo o lado”.

 

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24% das vagas dos cursos de Ensino Básico não tiveram candidatos

Nada que já não seja habitual.

A profissão não revela interesse nos jovens. Os maus tratos que a classe tem sofrido nas ultimas duas décadas, a falta de expetativas de carreira e… tanto mais são a explicação.

Não me venham com falta de vocação e tentar o Sol com a peneira.

Professores procuram-se: 24% das vagas ficaram por preencher

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Alteração das medidas excecionais e temporárias relativas à pandemia da doença COVID-19

 

Decreto-Lei n.º 78-A/2021

 

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Concurso de Docentes – Casa Pia

“CONCURSO DOCENTES 220, 300, 420 E 520 (TERMO CERTO); 230 E 330 (RESERVA DE RECRUTAMENTO); 350 (TERMO INCERTO)”

Foi publicado no site da Casa Pia de Lisboa, http://www.casapia.pt
o procedimento concursal em apreço. O período candidaturas decorre a partir de amanhã até ao próximo dia 4.

 

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Uso de máscara obrigatório e sujeito a multa nos estabelecimentos de educação


Além dos transportes públicos, lares, hospitais, salas de espectáculos e eventos e grandes superfícies, o uso de máscara vai continuar a ser obrigatório e sujeito a multa nos estabelecimentos de educação (salvo nos recreios) e em todos os estabelecimentos e serviços de saúde, o que abrange assim centros de saúde e farmácias, onde tinha permanecido a dúvida na quinta-feira quando o primeiro-ministro anunciou que as máscaras continuariam obrigatórias nos hospitais. 

 

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É mau atirar números ao ar, sem explicação – Santana Castilho

 

É mau atirar números ao ar, sem explicação

Numa recente entrevista concedida à Lusa, o ministro da Educação referiu-se a um “aumento brutal”, de mais de 30%, da despesa anual média por aluno, nos últimos seis anos: 4700 euros em 2015, versus 6200, agora. Quase simultaneamente, a OCDE atribuía a Portugal, no seu clássico Education at a Glance, um custo por aluno, em 2018, da ordem dos 8512 euros, cujo valor mais elevado se explica pela utilização da taxa de paridade de poder de compra.

Não sei se o ministro tentou justificar a suborçamentação da despesa com pessoal, de que a Unidade Técnica de Apoio Orçamental implicitamente o acusou. Sei é que, gabando o custo de 6200 euros por aluno nas escolas públicas, ressuscitou uma guerra ideológica adormecida e desnecessária. Com efeito, a divulgação deste valor, sem contextualização nem explicações, logo motivou a natural comparação dos custos por aluno nos ensinos privado e público e a retoma da questão, tudo menos linear, da liberdade de escolha das escolas.

A Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo veio, imediatamente, pedir o aumento do valor pago pelo Estado, por turma, em contratos de associação (estudantes que frequentam o privado por falta de oferta no público), fixado em cerca de 3700 euros/aluno, com o argumento, compreensível, de que aquele valor se mantém inalterado desde 2015, enquanto o custo dos alunos da rede pública subiu 30%. E o CDS aproveitou a onda e retomou a defesa do cheque-ensino. Estas posições merecem apreciação.

Para que a comparação faça sentido, é importante perceber a estrutura dos respectivos custos, isto é, aquilo que o Estado paga e aquilo de que o privado não se ocupa. O custo que o ministro atirou ao ar, levianamente porque não explicado, foi obtido dividindo o orçamento total da Educação pelo número de alunos. Mas nesse orçamento estão incluídas as despesas com um considerável número de professores pertencentes aos quadros do ME, mas que prestam serviço noutras instituições, com o descongelamento das carreiras, concretizado em 2018, com a Acção Social Escolar, designadamente milhares de refeições gratuitas, com as unidades de ensino estruturado, que se ocupam do ensino dos alunos cegos, surdos, autistas e demais necessidades educativas especiais, com as AEC, com manuais e computadores gratuitos, com o funcionamento dos serviços centrais e regionais do ME e com o financiamento de parte do próprio ensino particular (contratos de associação e de patrocínio e contratos com instituições particulares de solidariedade social).

Compreende-se agora por que o valor parece tão alto? E isto para não falar na queda demográfica (menos 160.000 alunos entre os anos lectivos de 2015/16 e 2019/20), que também o ajuda a explicar. E isto para não falar que, em percentagem do PIB, entre 2015 e 2020, o crescimento não é de 30%, mas de 17%. E isto para não falar que, no ano imediatamente anterior à pandemia, 2019, o esforço com a Educação foi 3,5% do PIB, o mais baixo desde 1987. Tudo, “detalhes”, que um ministro responsável deveria ter referido, antes de atirar números ao ar.

Por outro lado, a retoma do discurso sobre a liberdade de escolha das escolas é uma subtileza para iludir o princípio da responsabilidade pública no que toca ao ensino. Porque, constitucionalmente, a escola pública é uma obrigação do Estado, enquanto a privada é uma liberdade dos particulares. O direito à Educação, que o Estado deve proteger, não cabe na lógica económica da simples prestação de serviços. A liberdade de escolha que o cheque-ensino proporcionaria não pode ser dissociada de variáveis que ultrapassam a questão ideológica e perverteriam de imediato o seu fundamento. Com efeito, 80% dos estabelecimentos de ensino privado situam-se nas grandes cidades e no litoral, nos concelhos com os maiores índices de desenvolvimento. Onde ficaria a liberdade de escolha fora dessas zonas?

O que ficou dito não contraria as apreciações, que considero justas, feitas a propósito da queda dos resultados do ensino público. O diagnóstico do IAVE, de Janeiro deste ano, concluiu que metade dos alunos dos 3.º, 6.º e 9.º anos patenteavam dificuldades elementares a leitura, matemática e ciências e o TIMSS do ano passado confrontou-nos com a primeira regressão num percurso de melhorias desde 1995

Público

 

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Educação 4.0 – José Afonso Baptista

Educação 4.0

A paz e a harmonia não fazem mudar o mundo, nem a comodidade e o bem-estar, nem a barriga cheia a horas certas. O que nos ameaça é a fome e a miséria, é o incêndio incontrolável, são as cheias devastadoras, os desastres naturais ou provocados pelo erro humano. Dois anos de Covid 19 obrigam a mudanças mais profundas do que dois séculos de morna passividade e conforto, milhares ou milhões de mortos num ano, conforme a geografia, põem a nu a fragilidade e a incapacidade do ser humano para encontrar a tempo as respostas para o imprevisto. 

A pandemia trouxe o caos, fechou as pessoas em casa, encerrou as escolas, pôs a nu a incapacidade de resposta dos serviços públicos essenciais, mas mostrou o que há muito vínhamos clamando e José Pacheco relembrou há dias no Semanário i (10.09.2021): não se podem educar bem as crianças e jovens do séc. XXI com professores formados no século XX e programas e rituais do séc. XIX. Os nativos digitais, acrescento, têm o direito de viver no seu tempo e de adquirir as competências que os integrem na sociedade em que vivem e os preparem para os desempenhos profissionais que os esperam.
Vivemos em pleno na 4ª Revolução Industrial. Depois do vapor, da eletricidade e dos computadores, a Revolução 4.0 assenta na convergência da inteligência artificial (AI) com as tecnologias digitais (TD). Educar fora deste quadro e sem estes meios não é educar, é preparar para a pobreza, a mediocridade e a dependência. Milhões de crianças em todo o mundo estão impedidas do acesso a uma Educação 4.0, mesmo nos países mais ricos, como os EUA ou o UK. Em Portugal, muitos milhares de crianças viveram o sonho de uma promessa por cumprir e viram aprofundar-se o fosso que as separa dos seus pares mais afortunados. O discurso oficial sobre “inclusão”, plasmado na lei e gritado aos quatro ventos nas campanhas eleitorais, e o canto da sereia do “sucesso de todos”, replicando o slogan americano do “no child left behind”, – “nenhuma criança ficará para trás” -, é o discurso dos vendilhões do templo que cobre de ridículo quem ainda se atreve a proferi-lo na praça pública.
A Covid 19 destapou a ferida, mostrou o caminho e existem hoje os meios para dar a todas as crianças os instrumentos para as aprendizagens do seu tempo. A Educação Disruptiva, impulsionada pela Economia Disruptiva, rompe com os modelos pedagógicos do passado, que respondiam às necessidades e meios que não são os de hoje. Como diz o provérbio, águas paradas não movem moinhos e muito menos águas passadas, não sei qual a versão mais adequada. As crianças do computador e do smartfone sofreram um confinamento muito mais amigável, puderam continuar ligadas aos colegas e amigos e sobretudo puderam continuar as aprendizagens por vezes com redobrada concentração e aplicação. Do outro lado da barreira, ficaram as crianças que sofreram um total isolamento, que perderam todo o tipo de orientação e acompanhamento, que desanimaram e desistiram da escola. Foram condenadas ao abandono e ao insucesso.
Não proclamo o fim da escola, o espaço por excelência da comunidade educadora, mas reclamo uma escola renovada com todos os meios e condições para o sucesso obrigatório de todos. Como está na lei, que o legislador não cumpre. Como não cumpre a autonomia que poderia levar cada escola a encontrar o caminho para cada criança. As grandes reformas, concebidas de cima para baixo, impondo soluções uniformes e iguais para situações e crianças tão diferentes, falharam os seus objetivos. As boas soluções têm de ser adequadas a cada local e a cada criança real. Com os meios e dispositivos de hoje. O computador é o “manual obrigatório”. Pessoal, não partilhado. As crianças abandonadas são as que mais precisam e merecem.
Analfabeto, hoje, é quem não sabe utilizar o computador ou o smartfone. Há muitas crianças desprovidas. Pior: há ainda muitos professores que perderam o comboio porque o governo nunca lhes deu a mão. A educação continua o parente pobre.

diário as beiras | 29-09-2021

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Em Espanha encontram-se soluções onde em Portugal se encontram problemas

 O eterno problema do nosso país, focam-se nos problemas e não na procura de soluções. Povo triste e conformado…
400 alunos de escolas públicas e subsidiadas localizadas em bairros desfavorecidos espanhóis tiveram oito semanas de tutoria online depois do horário escolar. Os resultados desta experiência realizada pelo think-tank EsadeEcPol mostram uma subida de 30% do número de alunos com positiva a matemática e melhorias nas notas em 17%. A probabilidade destes alunos repetirem um ano diminuiu em 75%. O impacto do projeto Tutorias para a Equidade lê-se no El País.

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Ofertas de emprego (escola) na RAM disponíveis

Na RAM a falta de professores também já se faz sentir…

Oferta de emprego400 – História – 1 vaga
Oferta de emprego410 – Filosofia – 1 vaga – substituição temporária
Oferta de emprego330 – Inglês – 1 vaga
Oferta de emprego150 – Expressão Musical e Dramática/áreas artísticas – 2 vagas – Substituição temporária
Oferta de emprego420 – Geografia – 1 vaga
Oferta de emprego – Instituto para a Qualificação – Escola Profissional Dr. Francisco Fernandes550 – Informática – 1 vaga
Oferta de emprego320 – Francês – 1 vaga (Substituição temporária); 400 – História – 1 vaga; 410 – Filosofia – 1 vaga
Oferta de emprego330 – Inglês – 1 vaga – substituição temporária
Oferta de emprego410 – Filosofia – 1 vaga – substituição temporária
Oferta de emprego150 – Expressão Musical e Dramática/Áreas Artísticas – 1 vaga
Oferta de emprego420 – Geografia – 1 vaga – substituição temporária
Oferta de emprego420 – Geografia – 1 vaga
Oferta de emprego400 – História – 1 vaga
Oferta de emprego410 – Filosofia – 1 vaga
Oferta de emprego550 – Informática – 1 vaga
Oferta de emprego550 – Informática – 1 vaga
Oferta de emprego420 – Geografia – 1 vaga
Oferta de emprego550 – Informática – 1 vaga – 420 – Geografia – 1 vaga
Oferta de emprego550 – Informática – 18 vagas
Oferta de emprego360 – Língua Gestual Portuguesa – 2 vagas; 430 – Economia e Contabilidade – 1 vaga; 900 – Teatro – 1 vaga
Oferta de emprego420 – Geografia – 1 vaga
Oferta de emprego290 – Educação Moral e Religiosa – 6 vagas

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Lista de colocação – Substituições temporárias – RAM 28/09

 

Lista de colocação – Substituições temporárias

 

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De recomendação a proibição vai um longo caminho…

 

Escola em Vila Franca de Xira proíbe alunos de levarem almoços de casa. Ministério da Educação diz que é uma “recomendação”

Uma escola secundária no concelho de Vila Franca de Xira está a impedir que os estudantes consumam no recinto escolar os almoços que levarem de casa. A diretora da Escola Secundária Alves Redol confirma que os alunos estão proibidos de almoçar na escola as refeições que prepararem em casa, porque não há equipamentos para os aquecer, nem condições que permitam fazê-lo à conta da pandemia de Covid-19.

Em declarações ao Observador, a diretora do estabelecimento, Isabel Veiga, diz ter imposto esta medida na sequência de um email recebido a 9 de setembro pela Direção Geral de Estabelecimentos Escolares (DGEstE), que afirma que “continua a não ser indicado o uso de microondas ou outros equipamentos para reaquecer refeições provenientes do domicílio, tendo presente o tipo de manuseamento que implica o seu uso; nem o consumo das mesmas em espaço escolar, atendendo à falta de condições para o efeito”.

Sobre este tópico, o documento em causa aconselha ainda: “Recomenda-se a sensibilização dos alunos e famílias para o consumo da refeição disponibilizada nos refeitórios escolares”. Foi esta a informação que Isabel Veiga encaminhou para os diretores de turma da escola, que se encarregaram depois de espalhar a mensagem para os encarregados de educação. Mas, no email que enviou, assegurava que “os alunos apenas não devem trazer a refeição (almoço) para a escola” e que “podem trazer e consumir os seus lanches, como sempre fizeram”.

A proibição imposta nesta escola de Vila Franca de Xira (e em todas do mesmo agrupamento) não está a ser seguida noutros estabelecimentos escolares, que fazem uma interpretação diferente das indicações que receberam da DGEstE. Por exemplo, no Agrupamento de Escolas Frei Gonçalo Azevedo, que é liderada pelo vice-presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (Andaep), David Sousa, os alunos só não podem aquecer na escola a comida que trouxerem de casa para evitar a partilha de equipamentos como o microondas.

 

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Cursos que conferem habilitação própria para o Grupo 550- Informática

Dada a falta de professores de informática, deixa-se aqui este documento.

 

CURSOS QUE CONFEREM HABILITAÇÃO PRÓPRIA PARA A DOCÊNCIA
Grupo de Recrutamento 550 – Informática

 

 

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Estudo Diagnóstico das Aprendizagens, Volume II – O papel do contexto no desempenho dos alunos

 

Estudo Diagnóstico das Aprendizagens, Volume II – O papel do contexto no desempenho dos alunos

 

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A importância dos professores mesmo à distância está provada, mas não reconhecida…

“Nada substitui o papel do professor e o que este estudo nos mostra é que, mesmo em contexto de ensino à distância, a presença do professor em interação direta com os alunos é muito melhor para as aprendizagens“, sublinhou o secretário de Estado e Adjunto da Educação na sessão de apresentação do relatório.

Segundo os resultados do estudo de diagnóstico, os alunos que tiveram aulas síncronas ‘online’ conseguiram melhores desempenhos nas três áreas avaliadas.

“Isto volta a reforçar o reconhecimento que todos temos de ter do papel que os professores desempenham e não endeusarmos máquinas que nunca vão substituir o papel dos professores”, defendeu João Costa.

Diagnóstico das aprendizagens confirma importância dos professores mesmo à distância

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Provas de aferição e exames, como “dantes”…

 

“A não ser que tenhamos outra vez – esperemos que não e tudo indica que não – alguma excecionalidade, o caminho é o da retoma da normalidade também a respeito da avaliação externa”, afirmou João Costa, à margem da apresentação dos resultados de três estudos realizados pelo Instituto de Avaliação Educativa (IAVE).

 

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Pela equidade e justiça. 4 de outubro há Greve de Professores e Educadores

 

 

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A escola ao deus-dará? – João André Costa

 

Na escola, cujo nome omitimos por questões de confidencialidade, estava tudo bem e esteve sempre tudo bem. Até não estar. Até porque a professora de Inglês já vinha a fungar desde as férias. A fungar, mas também a tossir. Os testes rápidos, no entanto, não deixavam margem para dúvidas: negativo, e por conseguinte uma constipação apenas. Até deixar de o ser. Depois foi o professor de Educação Visual a ficar doente. À 5ª de manhã toda a gente faz o teste rápido e como era 5ª e era de manhã o teste deu obviamente negativo mas como o professor insistia em dizer que não se sentia bem, toca de fazer outro teste em casa à noitinha e o teste positivo por conseguinte e por conseguinte já vamos em dois professores em casa. Depois foi o contínuo da escola, o faz-tudo que arranja tudo e tudo arranja a testar positivo e a ficar doente e em poucos dias já vamos em três. Ironia das ironias, quem a seguir ficou doente foi a Directora que nunca lá esteve durante o primeiro ano da pandemia sob o pretexto de ter um pretexto, um familiar doente, ao que parece mas nunca confirmado. Ninguém sabe ao certo, mesmo se todos sabem. Mas como a Directora é a Directora e só quem está por cima é que tem direito a ter medo das duas uma, ou o resto do mundo está cheio de corajosos ou então não temos outro remédio. Outro remédio senão continuar. E continuámos. Ainda aqui estamos. E ai de quem disser alguma coisa, mesmo se todos dizem todos os dias na escola a trabalhar, com ou sem pandemia ao longo dos 18 meses mais longos desta vida. Mas continuemos, a sangria não se fica por aqui e temo estar ainda por continuar e de facto continua ou não estivesse a professora de Ciências agora em casa, professora essa que por acaso não quis ser vacinada e o marido, por acaso, com uma insuficiência renal, só por acaso e eu já não sei o que pensar sobre o que esta gente pensa, ou talvez não haja nada para pensar e se calhar somos nós que somos muito exigentes. Ou preocupados. Ou conscientes. Mas agora é tarde e aqui vai mais uma para casa com o coração nas mãos. De caminho, e no espaço de duas semanas, já são cinco os professores doentes, não, minto, seis, o professor de Informática foi ontem para casa e agora diz que também testou positivo, ele e dois alunos com quem esteve e a pergunta que toda a gente faz é por que carga de água não ficou mais ninguém doente, a escola já é conhecida como a “escola do coronavírus” e entre mais miúdos e pessoal auxiliar supostamente doentes, ou assim lhes dizem entre desculpas esfarrapadas para não vir, a escola já está a metade, tal e qual como nos tempos da pandemia. Mas ainda estamos na pandemia. Por isso é que está toda a gente doente. A única diferença é a ausência de hospitalizações e óbitos e na ausência de hospitalizações e óbitos as autoridades de saúde não lhes dizem nada, continuem a fazer testes rápidos que a escola é para continuar aberta e quanto ao uso de máscara é convosco e a escola ao deus-dará, daqui a pouco sem alunos nem professores mas ainda e sempre aberta, qual aldeia gaulesa, ainda e sempre resistente ao invasor. Porque sim. Porque a imunidade de grupo, a almejada imunidade de grupo tão apregoada pelo governo de sua majestade nos primeiros tempos da pandemia parece ser, lá está, ainda o objectivo final. Até porque na corrida das vacinações o Reino Unido acabou por ficar um pouco para trás, agora com 70% da população vacinada e a precisar de um empurrão extra. Por conseguinte, deixe-se o vírus à solta. Livre. Sem rédeas. Mas a que preço? Na escola ainda ninguém está gravemente doente e ainda bem. Mas do susto já ninguém os livra.

 

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Especialista apela à revalorização do desporto escolar

O professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana Carlos Neto defende à Lusa que “o desporto escolar tem de ser revalorizado dentro da escola”, para o relacionar com os clubes, e alçar a importância do “corpo em movimento”.

Especialista apela à revalorização do desporto escolar

Essa revalorização deve acontecer “da creche ao secundário”, defende o antigo presidente da Faculdade de Motricidade Humana (FMH), e vir associada a uma nova importância “das capacidades motoras e atividades físicas na escola”, levando também a um projeto de desporto escolar “mais consistente”, com mais financiamento e recursos.

Carlos Neto falou à Lusa a propósito do Dia Europeu do Desporto na Escola, que se assinala esta sexta-feira, no âmbito da Semana Europeia do Desporto, pouco depois do arranque do primeiro ano letivo do Programa Estratégico do Desporto Escolar 2021-2025.

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Professores a fornecer patins a alunos?

 

Concurso de escola em Alenquer exige a professor patins para dar aulas

O Agrupamento de Escolas Damião de Goes, em Alenquer, abriu concurso para contratar um professor no qual é exigido que forneça patins. “Deve ser portador de patins para os alunos”, referem os critérios do concurso, na plataforma do Ministério da Educação.

Fornecer os patins é condição para os candidatos entrarem nas primeira e segunda prioridades do concurso. “É inqualificável”, reage Vítor Godinho, da Fenprof: “Configura uma situação de concurso feito à medida, numa zona com tradição no hóquei em patins.” A direção do agrupamento não respondeu às questões do CM

 

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Diretores preocupados com risco de transmissão nas escolas a partir de 1 de outubro

O presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira, admite que os diretores irão “continuar a sugerir” o uso das máscaras nos recreios das escolas, apesar de deixar de ser uma regra obrigatória a partir de 1 de outubro. Já o vice-presidente da associação nacional de diretores (ANDAEP), David Sousa, está especialmente preocupado que o risco de transmissão aumente nas escolas que têm alunos do 5.º ao 12.º, ou seja, com menos de 12 anos e não vacinados.

Diretores vão continuar a “sugerir” uso de máscaras nos recreios

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Lista de colocação – Substituições temporárias

Lista de colocação RAM

 

 

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Estudantes portugueses em greve climática

 

Estudantes portugueses em greve climática com agenda alargada

O movimento ambientalista Fridays for Future convocou para esta sexta-feira uma nova greve climática estudantil com agenda alargada a outros problemas sociais, com mais de 1.500 ações em vários pontos do mundo, incluindo protestos em 14 localidades portuguesas.

Albufeira, Aveiro, Braga, Caldas da Rainha, Coimbra, Faro, Funchal, Guimarães, Lisboa, Mafra, Porto, Santarém, Sines e Viseu são as localidades portuguesas para as quais estão marcadas manifestações que reclamam “planos concretos” contra a crise climática, que o movimento equipara a “outras crises socioeconómicas como o racismo, o sexismo, a discriminação de deficientes e desigualdade de classe” e que relaciona com os problemas ambientais.

Em Lisboa, a concentração está marcada para as 10:00 no jardim Amália Rodrigues, no cimo do Parque Eduardo VII, e desfilará até ao Arco do Cego, enquanto no Porto os manifestantes se reúnem às 15:00 numa marcha entre a Praça da República e os Aliados.

 

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Listas Provisórias para a eleição do Conselho das Escolas

 

Nos termos do n.º 1, do artigo 15.º do Regulamento Eleitoral, anexo ao Decreto-Regulamentar n.º 5/2013, de 29 de agosto, procede-se à publicitação das listas admitidas provisoriamente ao ato eleitoral do Conselho das Escolas. 

QZP 01_Lista A

QZP 01_Lista B

QZP 02_Lista A

QZP 03_Lista A

QZP 04_Lista A

QZP 04_Lista B

QZP 05_Lista A

QZP 06_Lista A

QZP 07_Lista A

QZP 07_Lista B

QZP 08_Lista A

QZP 09_Lista A

QZP 10_Lista A

 

 

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A situação de saúde do corpo docente português

Um quarto dos professores (24,6%) dizem sentir-se “clinicamente vulneráveis ” na abertura do ano letivo; menos de metade (43,5%) dizem-se “saudáveis” e só 21,9% assumem não pertencer a um grupo de risco. A consulta promovida pela Federação Nacional de Educação (FNE), às condições no arranque das aulas, concluiu que as maiores preocupações dos docentes são a “saúde mental e o bem-estar” (27%) e o “excesso de trabalho” (23,5%).

Um quarto dos professores dizem-se “clinicamente vulneráveis” no arranque do ano letivo

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Reserva de recrutamento n.º 04

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 4.ª Reserva de Recrutamento 2021/2022.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 27 de setembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 28 de setembro de 2021 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 4

Listas – Reserva de recrutamento n.º

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Faltam professores em 80% dos agrupamentos escolares de Lisboa

 

Problema tem vindo a agravar-se. Informática, Geografia, Física e Inglês são as disciplinas com mais horários por preencher. Lisboa, Setúbal e Faro os distritos mais afetados

Educação. Faltam professores em 80% dos agrupamentos escolares de Lisboa

 

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Directores de escolas alertam para agravamento de falta de docentes a partir de Janeiro

Directores de escolas alertam para agravamento de falta de docentes a partir de Janeiro

A falta de professores nas escolas irá agravar-se no início do próximo ano com a reforma de docentes que, neste momento, têm turmas atribuídas, alertou o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE). Segundo uma estimativa da Federação Nacional de Professores (Fenprof), há actualmente cerca de 100 mil alunos sem todos os professores atribuídos, mas os directores escolares dizem que a situação “vai piorar já em Janeiro”. 
“Os professores que se vão reformar no próximo ano têm neste momento turmas atribuídas mas, quando chegar o momento de se irem embora, os alunos ficarão sem professor e as escolas terão de encontrar substitutos”, explicou à Lusa Manuel Pereira. 

Este ano, já se reformaram quase 1.600 docentes e os sindicatos estimam que irão ser mais de dois mil até ao final de Dezembro. No próximo ano a situação será semelhante, já que os professores no activo são uma classe cada vez mais envelhecida.

A maioria tem mais de 50 anos e é nas escolas públicas no norte e centro do país que a média de idades é mais alta, segundo dados da Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), que mostram que a percentagem de docentes com pelo menos 50 anos duplicou na última década.

É no pré-escolar público que se encontram os educadores mais velhos, com uma idade média de 54 anos.

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Onde estão os dados de Covid-19 nas escolas do ano letivo passado?

 

No dia em que António Costa anuncia o afrouxar das medidas sanitárias nas escolas, impõe-se uma pergunta. Onde estão divulgados os dados de monotorização do impacto Covid-19 nos estabelecimentos de educação ou ensino recolhidos pela Dgeste?

Foi disponibilizada pela Dgeste, em outubro passado, uma plataforma onde os AE/ENA efetuavam o registo de cada novo caso e os respetivos contactos de risco. Os dados registados no ano letivo passado continuam fechados a 7 chaves em algum ficheiro da Dgeste, quando os dados referentes a este ano letivo já estão a ser registados.

Será que não é relevante divulgar esses dados para conhecimento da comunidade escolar e geral? Ou é só uma “coisa” burocrática para ocupar o tempo e encher chouriços? (se é a segunda, acabem lá com isso)

O registo de turmas em confinamento que transitaram do regime presencial para á distância, também foi realizado, mas nada se sabe disso também. Quantas turmas estiveram nessa condição? Quantas repetiram essa condição?

Nada, nada é divulgado. (é segredo…)

 

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Máscaras vão deixar de ser obrigatórias nos recreios das escolas

Máscaras vão deixar de ser obrigatórias nos recreios das escolas

DGS irá atualizar dentro de dias normas para escolas.

O uso de máscaras nos recreios das escolas deixa de ser obrigatório e a Direção-Geral da Saúde vai atualizar as normas do isolamento profilático nos estabelecimentos de ensino, anunciou esta quinta-feira o primeiro-ministro.

“Quanto ao ano letivo, o Conselho de Ministros tomou a decisão de clarificar que o uso de máscara não é obrigatório nos espaços exteriores das escolas, designadamente nos recreios”, disse António Costa, na conferência de imprensa da reunião do Conselho de Ministros desta quinta-feira, na qual o Governo aprovou a passagem à terceira fase de desconfinamento e as medidas associadas no âmbito da pandemia de covid-19.

 

O primeiro-ministro avançou também que a Direção-Geral da Saúde vai atualizar, nos próximos dias, as normas sobre o confinamento, que vão permitir “responder a problemas que ainda têm subsistido” em relação “ao isolamento de pessoas que estão vacinadas e tendo em conta o risco efetivo da transmissão da doença entre população escolar”.

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Lista de colocação – Contratação inicial 23 /09/2021

Lista de colocação – Contratação inicial

 

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A incompetência da DGS na abertura do ano lectivo


Isto de sermos os campeões da vacinação, afinal, (ainda) serve de pouco: somos os mais lentos a ajustar as normas sanitárias para garantir que as escolas podem realmente funcionar.

A incompetência da DGS na abertura do ano lectivo

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31 professores de Informática disponíveis para centenas de pedidos das escolas

 

Falta de professores de Informática nas escolas: só há 31 disponíveis para centenas de pedidos

A lista da Direcção-Geral da Administração Escolar (DGAE) revela que só restam 31 professores de Informática por colocar. A escassez de professores remete, segundo o jornal “Público”, para uma lacuna que passou a ser estrutural: nos últimos anos, por falta de formação ou por estarem noutros empregos, deixou de haver docentes de Informática para assegurar as horas de aulas de que as escolas e os alunos precisam.

 

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150 mil alunos com pelo menos um professor em falta

Problema tem vindo a agravar-se. Informática, Geografia, Física e Inglês são as disciplinas com mais horários por preencher. Lisboa, Setúbal e Faro os distritos mais afetados

150 mil alunos com pelo menos um professor em falta

Ainda que não seja um problema extensível a todo o país, a falta de professores continua a agravar-se em várias regiões e disciplinas: mais de 150 mil alunos do básico e secundário têm pelo menos um professor em falta no início deste ano letivo. O levantamento — feito a partir das listas de horários por preencher — é de Davide Martins, professor de Matemática no Agrupamento de Escolas Dr. Carlos Pinto Ferreira (Vila do Conde) e colaborador do blogue especializado em educação.

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Lista de colocação – Substituições Temporárias 22/09/2021

Lista de colocação – Substituições Temporárias

 

 

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FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PROFESSORES RECLAMA JUNTO DE MINISTRA SOBRE ADSE

 

Na sequência da recente revisão das convenções da ADSE, nos últimos tempos, têm vindo a público toda uma série de notícias relativas a este subsistema de assistência na saúde dos trabalhadores da Administração Pública e seus familiares, que têm causado grave preocupação em muitos dos servidores
públicos nossos associados, os quais nos têm vindo a contactar pedindo-nos esclarecimentos e revelando o seu descontentamento pelo significativo acréscimo de despesas com que se irão confrontar. Traduzindo-se, na prática, na perda do respetivo poder de compra.
Além do mais, parte destes professores queixam-se de que ao tentarem marcar atos médicos, junto de alguns prestadores de saúde convencionados, os mesmos lhes referem telefonicamente que o ato fica agendado, mas não lhes precisam quanto ele irá custar, pois só no dia da sua realização ficarão a saber,
dependendo da modalidade e ao abrigo de que regime o mesmo será prestado.
Tais situações, além de configurarem uma total ausência de transparência, geram nas pessoas um clima de receios, de instabilidade e criam nos pacientes e suas famílias uma enorme insegurança, que urge acautelar.
A tudo isto acresce o facto de, há alguns anos atrás, ter aumentado consideravelmente o montante do desconto mensal dos trabalhadores para este subsistema de saúde, tendo tido a ADSE, no ano anterior, um acumulado de 140 milhões, aos quais acrescem poupanças de quase mil milhões de euros.
Em face do supra aduzido, a Federação Portuguesa de Professores solicitou – com caráter urgência – uma audiência, pessoal, com a Senhora Ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública de modo a poder obter os esclarecimentos que se mostrem pertinentes e representar, de viva-voz, os direitos e interesses dos professores seus associados, convictos da defesa da classe em geral.

Lisboa, 22 de setembro de 2021
P’la Direção Nacional
O Presidente
Filipe do Paulo

 

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Cartoon do dia – 6200€ por aluno…

 

 

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Professores de Educação Física de escola de Guimarães recusam-se a dar aulas

 

Professores de Educação Física de escola de Guimarães recusam-se a dar aulas

Os professores de Educação Física da Escola EB 2/3 João de Meira, em Guimarães, recusam-se a dar aulas. Os docentes acusam a Câmara Municipal de ter sido informada e de não dar resposta aos problemas existentes no pavilhão. Para estes professores, a falta condições de segurança chegou a uma “situação limite”.

Os professores de Educação Física da Escola EB 2/3 João de Meira fizeram esta segunda-feira o anúncio à comunidade escolar que não irão lecionar aulas práticas da disciplina, devido às más condições do pavilhão da escola.

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Como aprender utilizando canais educacionais do YouTube e plataformas acadêmicas?

O avanço da tecnologia faz com que cada dia mais ferramentas digitais para auxiliar alunos, professores, pesquisadores e profissionais estejam disponíveis para uso.

Além de programas, softwares e ferramentas digitais em si, existem inúmeros sites e plataformas digitais acadêmicas que possuem uma função essencial no desenvolvimento, aprendizado e comunicação científica e educacional.

Há, por exemplo, diversas plataformas que oferecem serviços acadêmicos realizados por freelancers profissionais, como por exemplo aulas, plantões de dúvidas e até o acompanhamento e a realização de trabalhos.

Um grande exemplo disso é a www.mystudybay.com.br que oferece consultas às regras da ABNT, formatações em formatos acadêmicos oferecidas por profissionais certificados e até o acompanhamento para o desenvolvimento de projetos como TCC, iniciações científicas e diversos outros.

Logo, se limitar a aprender e estudar apenas de maneiras convencionais em pleno 2021 não é o mais indicado para seu sucesso acadêmico.

Óbvio que não é para deixar os tradicionais livros e artigos de lado, mas sim para se explorar outras possibilidades e vertentes de estudo que possam funcionar melhor para você.

Canais educativos no YouTube

O YouTube é uma das plataformas digitais mais acessadas de todo o mundo, contando com mais de 2 bilhões de usuários e cerca de 4 bilhões de vídeos executados todos os dias.

Ainda há estatísticas que mostram que a cada minuto, são vistas 300 horas de vídeos no YouTube, mundialmente.

Portanto é inegável, o YouTube é sim uma plataforma gigantesca que, atualmente, abriga diversos conteúdos. Então por que não utilizar o YouTube a seu favor para aprender coisas úteis?

Alguns canais nacionais e internacionais educativos do YouTube são:

VSauce

O primeiro canal que iremos citar é também um dos mais originais de todo o YouTube,  tendo sido criado e estabelecido em meados de 2010 pelo educador Michael Stevens.

Hoje, o bordão ‘’Hey VSauce, Michael here.’’ se tornou um dos mais populares e utilizados em toda a rede.

Em seu canal, Michael trata de maneira descontraída e lúdica de temas extremamente vastos, como por exemplo:

  • Física
  • Biologia
  • Percepção de tempo
  • Psicologia
  • Experimentos práticos
  • Matemática
  • Curiosidades

Logo, se você é uma pessoa curiosa ou apenas que busca um pouco mais de produtividade em frente a tela de seu computador, tente dar uma olhada nos conteúdos do Michael.

Kurzgesagt – In a nutshell!

Outro canal educativo sensacional presente no YouTube é o Kurzgesagt, que é um canal alemão, porém, cujos vídeos são editados todos em língua inglesa, visando a acessibilidade ao público.

O canal foi fundado por Philipp Dettmer e atualmente conta com cerca de 15 milhões de inscritos.

Atualmente é um canal tão reconhecido por seu conteúdo científico e também criação artística, que Philipp já trabalhou com diversas empresas renomadas, como:

  • Audi
  • Australian Academy of Science
  • Bill Gates Foundation

Ainda, no canal são abordados diversos temas, de maneira similar ao VSauce, tendo vídeos sobre biologia, psicologia, hábitos, evolução, degradação ambiental e educação.

Nerdologia

Quando falamos de divulgação científica de maneira lúdica, acessível e interativa no Brasil, não podemos deixar de falar do canal Nerdologia.

Idealizado pelo microbiologista Átila Iamarino, o canal se pautava inicialmente em análises científicas, físicas e biológicas de personagens e obras populares, assim como:

  • Como funciona o Omnitrix do Ben-10
  • As Individualidades de My Hero Academia
  • A Dobra de Raios de Avatar
  • A Poção do Amor de Rick And Morty

Logo, os vídeos de Átila são extremamente embasados cientificamente, porém, dialogam de maneira clara, simples, lúdica e ilustrativa com um público mais jovem, realizando um trabalho excepcional de divulgação científica e educação.

Ainda, atualmente o canal Nerdologia possui alguns segmentos:

  • Nerdologia Tech
  • Nerdologia História
  • Nerdologia Ensina

Cada um destes segmentos do canal possui suas próprias particularidades e especificidades. O Nerdologia História, por exemplo, conta com seu próprio apresentador; o historiador Felipe Figueiredo, que inclusive possui um podcast incrível chamado Xadrez Verbal.

Considerações finais

Existem diversas maneiras de se obter conhecimento na Internet, através de canais educativos, plataformas que oferecem aulas e serviços acadêmicos e utilizando de plataformas de busca de artigos científicos, como o Google Scholar.

Esta maneira de aprendizado é essencial para o seu desenvolvimento, sobretudo em um período de provas de vestibular, concursos e possibilidade de ingressar em uma universidade.

Portanto não perca tempo, se você precisa de aulas, plantões e até auxílio para desenvolver seus projetos, não deixe de conferir a MyStudybay

Se você está pensando em aprender de maneira mais lúdica e interativa, também não deixe de acessar os canais do YouTube citados aqui pois eles podem ser uma boa fonte de aprendizado.

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3 mil turmas com falta de professores

As contas são feitas pelos sindicatos e especialistas e mostram números preocupantes no arranque do ano letivo: menos 140 professores do que no ano passado, quase 700 horários por preencher e um desinvestimento (apesar de alguma evolução) numa área frequentemente pouco valorizada – a psicologia -, que faz bem mais pelos alunos do que orientá-los para o curso a seguir no futuro

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Professores acima dos 50 duplicam em dez anos

Percentagem de docentes com mais de 50 anos atinge já os 53,8% no 3º ciclo e Secundário. Há apenas 778 docentes abaixo dos 30 anos.

 

Os professores no ativo com mais de 50 anos representam já mais de metade do total, tendo a percentagem duplicado na última década, revelam novos dados da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC).

Segundo o ‘Perfil do Docente 2019/2020’, no 3º Ciclo e no Ensino Secundário, 53,8% dos que estão a lecionar já ultrapassaram esta idade, valor que em 2009/2010 se ficava pelos 23,1%.

O que pensa o ME e o governo fazer?

 

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