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Category: Rui Cardoso

Out 22 2021

Reserva de Recrutamento n.º 08

  • By Rui Cardoso
  • 22 de Outubro de 2021

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 8.ª Reserva de Recrutamento 2021/2022.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 25 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira dia 26 de outubro de 2021 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 8

Listas – Reserva de recrutamento n.º 8

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Out 22 2021

A falta de professores é um velho problema.…

  • By Rui Cardoso
  • 22 de Outubro de 2021

 

 

  • 4 comentários

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Out 21 2021

Aluna de 15 anos queixa-se de ter sido forçada a sexo oral sob ameaça de faca na Escola

  • By Rui Cardoso
  • 21 de Outubro de 2021

Se os rácios fossem adequados às reais necessidades das escolas não haveria locais não vigiados onde situações destas pudessem ocorrer. Se a autoridade da escola fosse reforçada, estas situações poderiam não acontecer. O se…


A rapariga terá sido levada pelo agressor para uma zona isolada da escola, onde foi ameaçada com uma faca e forçada a fazer sexo oral. A violação parou quando outros alunos viram o que estava a acontecer e interromperam.

Jovem forçada a sexo oral sob ameaça de faca por colega na escola 

  • 5 comentários

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Out 21 2021

O Tiago a preparar o futuro pós-ministro

  • By Rui Cardoso
  • 21 de Outubro de 2021

Tiago Brandão Rodrigues foi eleito, juntamente com o ministro francês da Educação, Juventude e Desportos, “para representar o grupo regional da UNESCO designado ‘Europa Ocidental e América do Norte'”. Comité terá um total de 28 membros.

Ministro Tiago Brandão Rodrigues integra Comité de Alto Nível da UNESCO

  • 4 comentários

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Out 21 2021

115 surtos activos nas escolas

  • By Rui Cardoso
  • 21 de Outubro de 2021

Há 115 surtos activos em estabelecimentos de educação e ensino dos sectores público e privado e 42 em lares de idosos. DGS diz que dados contrastam drasticamente com os máximos registados no início do ano.

Há 223 surtos de covid-19 activos em Portugal, mais de metade em estabelecimentos de educação

  • 2 comentários

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Out 21 2021

Os sindicatos convergem e marcam greve para 5 de novembro, mas…

  • By Rui Cardoso
  • 21 de Outubro de 2021

 

Parece que a “plataforma de sindicatos” ressuscitou.  Uma luta, de um dia apenas, efémera e sem sentido, por isso mesmo.

Outras classes profissionais estão em luta pelos direitos que julgam justos e mostram estar dispostos  a ir bem mais longe que, apenas, marcar posição, estão a cerrar fileiras.

Os professores já perderam demais para estarem a marcar posição numa luta, à partida, perdida. O que este e outros governos têm gozado com os professores não merece apenas um dia de luta, merece muito mais e não necessita de ser, necessariamente, uma greve.

Não sou muito apologista de ir para a rua, mas neste momento necessitamos de lutar na rua e dentro das escolas. Uma greve às avaliações intercalares vinha a calhar (deixem de encher pneus com greves ao sobretrabalho), marquem a greve e deixem-nos vir com as portarias. Organizem concentrações e motivem os colegas a participar. Já que alguns sindicalistas têm muito tempo livre, vão para a frente da AR e montem acampamento em vez de ir para o abrigo do rés-do-chão do ministério queixarem-se das casas de banho fechadas e façam lá uma greve de fome como o tal cozinheiro. Sejam inovadores… seja os tais radicais de outros tempos.

A luta sindical e as ações de luta têm que evoluir ou ,no mínimo, ser recicladas em outros produtos finais. A não ser que queiram voltar ao pós 25 de abril e tomar à força as escadarias da AR como fizeram os operários da construção civil.

Posto isto, se a luta não muda tenho que concordar com o Guinote, “não há luz ao fundo do túnel… desenganai-vos”

 

  • 4 comentários

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Out 20 2021

FNE avança com Pré-aviso de greve para o dia 5 de novembro

  • By Rui Cardoso
  • 20 de Outubro de 2021

 

FNE avança com Pré-aviso de greve para o dia 5 de novembro

A Federação Nacional da Educação (FNE) acabou de entregar um Pré-aviso de Greve para o dia 5 de novembro de 2021, data em que o Ministro da Educação estará na Assembleia da República a defender o seu Orçamento de Estado 2022 que, como a FNE já referiu na primeira apreciação que dele fez, “ignora a realidade e esquece os profissionais da Educação”.

Mais uma vez, e agora de uma forma ainda mais gravosa, o Orçamento de Estado esquece a educação, as escolas, os alunos e os professores. É, na prática, um orçamento que prossegue uma política de falta de investimento na Educação e que não prevê soluções para os principais problemas que afetam o sistema educativo e os seus profissionais.

Como temos vindo a defender em múltiplas oportunidades, a exemplo do Roteiro para a Legislatura que a FNE entregou ao Ministro da Educação em janeiro de 2020, consideramos imprescindível que o Orçamento de Estado para 2022 atribua à Educação os recursos financeiros adequados, no sentido de se conseguir que estes venham a representar 6% no quadro orçamental.

Mas, para além deste objetivo, a FNE considera incontornável a concretização de um efetivo diálogo social no setor da Educação, com o reconhecimento do direito à participação das organizações sindicais na determinação e acompanhamento das políticas educativas, assim como a promoção de uma escola de qualidade, com políticas de reconhecimento e valorização de todos os Profissionais da Educação – Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Superior, Investigadores, Técnicos Superiores e Especializados, Formadores, Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais – em termos de remuneração, desenvolvimento de carreiras, condições de trabalho e de bem-estar e mecanismos específicos de acesso à aposentação.

São cada vez mais urgentes medidas que tornem a carreira atrativa, tanto em apoios à mobilidade, como de combate ao envelhecimento e da promoção do rejuvenescimento de educadores e professores.

Este pré-aviso de greve serve de alerta para o Governo, e particularmente para o Ministério da Educação, que tem vindo sistematicamente a desvalorizar o diálogo social, recusando sucessivamente a apreciação das propostas apresentadas, em nome dos Trabalhadores da Educação, negando também a promoção de políticas, em contexto de negociação coletiva, capazes de responder aos grandes constrangimentos da condição docente e aos desafios educativos e transformacionais que temos pela frente.

Acresce ainda que o Ministério da Educação não apresenta propostas que correspondam a esta necessidade, como ainda recusa a apreciação das propostas que lhe são apresentadas, revelando uma indiferença inaceitável em relação a todos os estudos que apontam para a necessidade de se combater o excessivo desgaste associado à profissão docente, nomeadamente através de medidas que assumam uma clara e inequívoca distinção do conteúdo das componentes letiva e não letiva do trabalho docente e que respeitem os limites do tempo de trabalho, promovendo a indispensável conciliação do tempo de trabalho com o tempo de vida pessoal e familiar.

Por todas estas razões, a FNE avança com o Pré-Aviso a convocar uma greve nacional de Docentes em funções públicas, representados pelos seus sindicatos, a realizar entre as zero horas e as 24 horas do dia 5 de novembro de 2021.

A FNE vai ainda fazer chegar aos Grupos Parlamentares, com assento na Assembleia da República, uma Carta Aberta denunciando o esquecimento dos trabalhadores da Educação e os sucessivos pedidos de reuniões, para apresentar as suas críticas às insuficiências do Orçamento de Estado para 2022.

Já no dia 3 de novembro, dirigentes sindicais da FNE vão dirigir-se ao Ministério da Educação para entregar uma carta crítica sobre o Orçamento de Estado 2022.

 

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Out 20 2021

Greve do Pessoal Docente a 5 de novembro – SINAPE

  • By Rui Cardoso
  • 20 de Outubro de 2021

 

 

 

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Out 20 2021

Morreram dois alunos em 3 dias nas escolas portuguesas

  • By Rui Cardoso
  • 20 de Outubro de 2021

 

Não é um problema que tenha preocupado muito a comunidade educativa, não acontece com frequência, logo, não é discutido. O ME, por sua vez, mantém o habitual silêncio. Fosse num campo de futebol e já estaria legislada uma qualquer solução de “ataque” para minimizar os casos.

Há muito que se fala de equipar as escolas com profissionais devidamente formados em primeiros socorros e na utilização de desfibrilador cardíaco, mas, em vez disso, ocupa-se o pessoal não docente com umas formações básicas sem se quer se avaliar a capacidade emocional dos mesmos para tal tarefa.

O resultado tem estado à vista. Quando acontece algum acidente ou situação mais grave chama-se o INEM e espera-se que o aluno ou adulto resista até à sua chegada (pelo meio entra-se em pânico).

Dois jovens morreram, esta semana, em escolas portuguesas, e ainda hoje é quarta-feira…

 

 

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Out 20 2021

A comunidade escolar de Espinho entristeceu com esta perda

  • By Rui Cardoso
  • 20 de Outubro de 2021

 

Os nossos sinceros sentimentos à família, amigos e a toda a restante comunidade educativa da EB 2,3 Sá Couto, em Espinho.

Quando se perde um aluno, perde-se um pedaço de nós…

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Out 20 2021

Nova negociação sobre aumentos na função pública

  • By Rui Cardoso
  • 20 de Outubro de 2021

 

Será que desta vez vem a proposta de aumentos de 1,5% para vencimentos inferiores a 1.000€ e 0,9% para vencimentos superiores a 1.000€?

Nunca se sabe…

 

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Out 20 2021

OE 2022 da Educação, o que nos está reservado? (Já estava apresentado antes da apresentação do OE)

  • By Rui Cardoso
  • 20 de Outubro de 2021

Na escola pública, vai ser concretizado o Plano de Recuperação das Aprendizagens, que prevê um investimento de 900 M€ em dois anos letivos para o reforço de recursos humanos (mais professores e técnicos especializados, através do reforço de créditos horários e do alargamento dos programas de tutoria), a sua formação contínua, a aposta em novos recursos digitais e o apetrechamento das escolas, a par de uma maior autonomia na organização do calendário escolar, na adaptação do currículo e na gestão flexível das turmas para fins pedagógicos.

    • OE 2022 EDUCAÇÃO
    1. Recuperar as Aprendizagens
      Em resposta aos desafios criados pelos efeitos da Pandemia da Covid-19, o ano de 2022 será pautado pelo investimento na recuperação e melhoria das aprendizagens dos alunos, através do Plano 21|23 Escola+, iniciado em setembro de 2021, que dedica mais de 900 M€ ao reforço dos meios ao dispor das escolas para o desenvolvimento de medidas para a consolidação de aprendizagens, assentes numa autonomia sem precedentes conferida às escolas.
    2. Investir no bem-estar social e emocional dos alunos
      O apoio aos alunos de contextos socioeconómicos mais vulneráveis será reforçado, num trabalho de articulação com a comunidade, através do apoio tutorial específico, da expansão do programa TEIP, da formação para o desenvolvimento de competências sociais e emocionais, do Plano Nacional das Artes e da continuidade dos Planos de Desenvolvimento Pessoal, Social e Comunitário, que permitiram reforçar o número de técnicos especializados (psicólogos, assistentes sociais, mediadores, artistas) nas escolas.
    3. Desenvolver as competências digitais e as ciências experimentais
      Dando sequência aos investimentos do programa Escola Digital, iniciados no ano transato, as comunidades educativas verão reforçados os meios para a integração transversal das tecnologias no currículo, através da melhoria da qualidade da internet ao serviço das escolas e da instalação de equipamentos nas salas de aula e de Laboratórios para a Educação Digital, com recursos especializados para projetos nas áreas digitais, de robótica, de computação experimental, entre outros, com vista ao desenvolvimento de competências digitais. Em 2022, será alargada a Rede de Clubes Ciência Viva na Escola, em articulação com outros programas de reforço do ensino experimental e das competências nas áreas STEAM.
    4. Modernizar o ensino profissional
      Apoiar o desenvolvimento económico e a criação de emprego especializado, através do início da instalação, em 2022, de centros tecnológicos especializados do ensino profissional, para a formação e certificação de qualificações e competências em áreas emergentes tecnológicas, nomeadamente na indústria, transição climática, informática e digital, respondendo de forma mais adequada às necessidades dos territórios e das empresas.
    5. Promover a prática desportiva e hábitos de vida saudável
      Em 2022, prosseguem os programas de apoio à retoma da atividade das associações e clubes desportivos, fortemente afetada pela pandemia da Covid 19, iniciando-se também uma ação abrangente de promoção da atividade física e desportiva, através do alargamento do Desporto Escolar à comunidade, do incentivo à prática de atividade física em contexto laboral e do aumento do conhecimento dos cidadãos sobre os benefícios da prática regular de atividade física.

     

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    Out 20 2021

    Como estão a ser organizadas as reuniões intercalares por aí?

    • By Rui Cardoso
    • 20 de Outubro de 2021

     

    “Arrisquei experimentar reuniões intercalares por ano de escolaridade, para além de reduzir 26 reuniões a 5 reuniões, este funcionamento vai permitir uma maior colaboração entre todos os professores de cada ano de escolaridade para a planificação do trabalho na disciplina de oferta complementar da escola que incide em projetos colaborativos nos temas da cidadania e desenvolvimento.
    Se funcionar bem será para continuar.
    Para além disso estas reuniões estão no horário de trabalho colaborativo que é o mesmo para todos os professores.”

     

    Já agora, serão presenciais ou à distância?

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    Out 20 2021

    Bullying nas escolas: há menos agressões físicas mas mais ameaças

    • By Rui Cardoso
    • 20 de Outubro de 2021

    Os dados são revelados pela Polícia de Segurança Pública no Dia Mundial de Combate ao Bullying.

    A PSP explica que redução do número de casos dentro dos recintos escolares parece revelar que a comunidade reage mais rapidamente, havendo menos situações de agressão física entre os estudantes.

    Até dia 29, a polícia vai estar em várias escolas do 1º, 2º e 3º ciclos em operações de sensibilização destinadas aos jovens entre os 6 e os 15 anos.

    Bullying nas escolas: há menos agressões físicas mas mais ameaças

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    Out 20 2021

    Estudar compensa cada vez menos

    • By Rui Cardoso
    • 20 de Outubro de 2021

    E ando eu a dizer aos garotos que têm de estudar para ter uma vida melhor…

    Estudo da Gulbenkian conclui que cada ano a mais de estudos sobe o salário dos jovens em 4,8%, metade do que se verificava para os nascidos nos anos 40. E alerta para “efeito cicatriz” da pandemia.

    Estudar mais ainda compensa para os jovens de hoje, mas impacto nos salários é cada vez menor

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    Out 19 2021

    Sugestão de Leitura – A escola pública e o desenvolvimento desportivo: da concetualização à operacionalização: o caso do Agrupamento de Escolas de Vagos

    • By Rui Cardoso
    • 19 de Outubro de 2021

    Decorreu no dia 18, na EB de Vagos, a apresentação do livro A ESCOLA PÚBLICA E O DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO, da autoria de Paulo Branco e Hugo Martinho.

     

    Podem as Escolas desenvolver apenas políticas próprias, integradas no respetivo sistema (educativo), ou prosseguir políticas mais abrangentes, com interfaces com outros sistemas? Bastará à Escola seguir as diretrizes da tutela nas questões da Educação Física e do Desporto Escolar? Ou podem (e/ou devem?) ter uma política desportiva própria? Ou não devem ter nenhuma, realizando apenas “ações educativas” avulsas e desligadas? Quais os objetivos de uma política desportiva? Será que a Escola deve contribuir para o sistema desportivo local? E para o sistema desportivo nacional? Ou não deve ter qualquer interesse, ou ação, por serem realidades diferentes? Ou ser apenas reativo e colaborar quando solicitado? Ou ser pró-ativo e ser “motor” de desenvolvimento? Como interagir com os clubes locais? Ignorando-os? Estabelecendo interações? Em que áreas, de que formas e com que objetivos? E com as famílias: deve ignorá-las? Ou deve exercer uma ação pedagógica e de sensibilização? E os alunos: deverão merecer atenção igual? Ou haverá grupos-alvo prioritários? Quais? Como gerir os fatores de desenvolvimento desportivo? Com que recursos?Estas foram algumas das questões que suscitaram a reflexão dos autores e, mais do que isso, balizaram a sua intervenção no Agrupamento de Escolas de Vagos.

    • 1 comentário

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    Out 19 2021

    (sem título)

    • By Rui Cardoso
    • 19 de Outubro de 2021

     

    O BE e o PCP apresentaram as suas propostas para viabilizar o OE 2022. Uma delas poderá ter algum interesse para os professores.

    Eles querem pôr fim à penalização para as reformas antecipadas para trabalhadores com mais de 60 anos que tenham, ao mesmo tempo, 40 anos ou mais de desconto.  Isto abriria algumas portas para a saída e renovação.
    Mas duvido…

    • 26 comentários

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    Out 19 2021

    Umas horas de luta contra a ADD – Luís S. Braga

    • By Rui Cardoso
    • 19 de Outubro de 2021

     

    Hoje é dia de tentar explicar à Comissão de Educação do Parlamento os agravos que sofremos com a ADD.
    Centrado no ângulo da opacidade e falta de transparência.

    Muita gente acha que esta minha mania das petições e de querer “por o sistema a funcionar” não vale a pena.

    Ser democrata implica achar que os processos democráticos cansam, mas valem a pena.

    Ver que o Conselho de Escolas ou o Ministério não respondem aos pedidos para darem parecer ou ler os pareceres das associações de diretores já fez valer a pena.

    Vê-los a fugir com o rabo à seringa ou ver representantes dos diretores a responder com notas informativas e portarias a problemas de direitos fundamentais não deixa de ser encantador.

    Pensar como resmungaram contra mim ao escrever os pareceres (que vale a pena ler para perceber que a ADD é um sistema podre) faz-me sorrir.

    Pode a petição não matar, mas mói. E se moessemos mais, talvez não fizessem tanta farinha connosco.

     

    • 7 comentários

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    Out 18 2021

    Comunidade educativa de Condeixa-a-Nova está mais pobre

    • By Rui Cardoso
    • 18 de Outubro de 2021

     

    Os nossos sinceros sentimentos à família e a toda a comunidade educativa de Condeixa-a-Nova por esta perda tão precoce.

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    Out 18 2021

    Despacho de autorização de projetos-piloto de partilha de turmas, no âmbito do ensino profissional

    • By Rui Cardoso
    • 18 de Outubro de 2021

    Publicado hoje o Despacho do Secretário de Estado Adjunto e da Educação que autoriza a realização de projetos-piloto de partilha de turmas, no âmbito do ensino profissional, nos estabelecimentos de ensino de nível não superior.

    Despacho n.º 10085/2021

    É autorizada a realização de projetos-piloto de partilha de turmas, no âmbito do ensino profissional, nos estabelecimentos de ensino de nível não superior, doravante designados por escolas, em regime de experiência pedagógica, destinados à promoção da diversificação da oferta educativa e formativa nos territórios de baixa densidade, de modo a permitir dar resposta aos interesses dos alunos e às necessidades da economia e do mercado de trabalho dessas regiões, promover a qualidade das aprendizagens e o sucesso escolar.
    • 1 comentário

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    Out 18 2021

    A importância do professor? A importância das crianças -João André Costa

    • By Rui Cardoso
    • 18 de Outubro de 2021

    .

    É Sexta-feira à tarde, já me fiz doente de tanto trabalho e pouco sono e ainda agora estive ao telefone com Hounslow na tentativa de arranjar uma escola que acolha um antigo aluno, agora no 11° e amanhã sem-abrigo, ele e a família por inteiro, vítimas dos cortes nos apoios sociais, os “benefit caps“.
    Sem poderem pagar a renda, tiveram de mudar de casa e de vida de um dia para o outro, o miúdo está sinalizado como aluno de risco “derivado” (foi a polícia que utilizou esta palavra, não eu) de ligações a gangues e nenhuma escola e nenhum professor quer um aluno “derivado”.
    Sem resposta, ainda estou à espera e ao telefone.
    E ai de quem me venha dizer em como “esta malta estava a pedi-las” ou “esta malta só vive à custa dos outros“ em comentários tão redutores como mesquinhos, apenas sedentos do mal do próximo porque sim, porque se estivermos todos mal então estamos todos bem.
    É o que acontece quando não se conhece o aluno, o seu nome e passado, a vida e onde a vida leva tantos alunos, tantos passados, tantas crianças.
    A ignorância, irmã das ditaduras militares, é o nosso eterno cavalo de batalha e enquanto a ignorância reinar, um motivo para votar: por isso a importância do professor.
    Porque se aqui estamos, é para indagar, perguntar e questionar e eternamente viver nesta idade dos porquês, porque sim, porque me apetece, porque tem de ser e todos os ídolos trazem os pés a chumbar de barro.
    Não é por nossa causa. Não somos nós. Nós não somos importantes. Importantes são as crianças. Se aqui estamos, a elas o devemos. Não o esqueçamos, porque as nossas acções, o nosso dia-a-dia, nem por sombras deve ser pensado no sentido da auto perpetuação, porque perpétuos deixámos de o ser no dia em que decidimos crescer.
    As crianças sim, são perpétuas, e correm para nós em vagas que se atropelam, umas por cima das outras, umas ao invés das outras, à procura de um “je ne sais quoi” de amor, um pouco de atenção, um minuto de saliva e a hora de um abraço.
    E não tolero a cobardia de professores e escolas eternamente dependentes de resultados e ao mesmo tempo incapazes de perguntar porquê ou apontar o dedo às instâncias superiores. Como se ao professor coubesse obedecer. Como se o professor já não pudesse ajudar, acolher, cuidar. Egoísmo? Medo.
    E quem somos nós entretanto se estas palavras daqui a nada já contam cem anos e de nós pouco resta para além da memória de uma aliança de ouro e uma data, sinal em como amámos e fomos amados?
    Histórias da vida, dão para rir e chorar, aprender e esquecer, contar e cantar, dão mas não recebem, são fontes, jorram, sempre para jusante até se perderem num qualquer mar em tudo maior que o seu.
    Escrever? Escreve-se por amor à palavra, não porque por tal se tenha proveito, mas para que outros o tenham no nosso lugar. Não se escreve, dá-se, a troco de nada.
    Escrevemos para ensinar, e para repetir a única mensagem susceptível de ser repetida: façam o favor de ser felizes, porque nós, os fenecidos, não felizes, já nem sequer somos, quanto mais tolos.
    Por tal, deixem a cobardia em casa, de pouco vos servirá uma vez na capela dos ossos, e ensinem pelo simples prazer de ensinar, porque são as palavras, e não os corpos, que ecoam nos séculos: “Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos”.
    Nunca lá entrei, na dita capela, basta-me a mensagem e a insignificância à qual nos reduz. Penitenciem-se portanto, mas desta feita não pelo perdão divino (que não existe, nem nunca existiu) mas pela certeza de nunca mais sobreporem a vossa vontade à vontade dos outros, das crianças.

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    Out 18 2021

    Pré-escolar para todos

    • By Rui Cardoso
    • 18 de Outubro de 2021

    Ao permitirmos que todas as crianças acedam ao pré-escolar, mesmo que a coberto da sua obrigatoriedade, estejamos a permitir que a escola se rejuvenesça com o pré-escolar em vez de nele se intrometer

    Pré-escolar para todos

     Alargar a escolaridade básica até aos 3 anos é uma medida sensata, considerando as necessidades das crianças. Mas não devia ser interpretada como uma parâmetro de esquerda ou de direita. E não devia representar “só” uma proposta a um plano enquadrado na Estratégia Nacional de Combate à Pobreza. Por mais que, em Portugal, muitos jardins de infância custem mais que a maioria das universidades privadas. Por mais que o compromisso de dar oportunidades educativas a um filho represente um dos mais significativos obstáculos ao desejo dos casais terem mais filhos e esse encargo não possa ser assumido por muitas famílias. E por mais que haja mais de 18500 crianças em idade de frequentar o pré-escolar que estão fora dos estabelecimentos de educação a ele dedicado. A universalidade da educação infantil não pode não ter outros objectivos que não sejam pedagógicos. Doutra forma, uma medida que se impunha há muitos anos, corre o risco de nascer torta. Inquinada por acordos com incidência parlamentar circunstanciais. E muito pouco pautada por medidas que resultem dum entendimento de fundo acerca daquilo que se espera para as crianças e para a escola.

     

     

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    Out 17 2021

    A nova escola digital – Paulo Serra

    • By Rui Cardoso
    • 17 de Outubro de 2021

    OLYMPUS DIGITAL CAMERA

    Eu sou um burro digital. Não no bom sentido de ser um holograma do animal mas de no inquérito da competência digital ter tido 30 e tal pontos. Desde 88 que não largo os computadores. Gastei fortunas… não sei..uma autêntica fnac de computadores…testei quase todos os programas da revista netsurf. Fui coordenador do nonio sec XXl ainda passavam carroças aqui na rua. Ontem vi uma colega da minha idade aflita a fazer TPC para ser competente digital: conteúdo para uma aplicação streaming. Estava eu quase a dar a ter pena dela quando tive um pensamento negro corroborado pela leitura do texto estatístico sobre o extraordinário número de rubricas a realizar e o tempo que se gasta a fazer por grupo de alunos, turmas, anos, etc etc necessidades particulares /especiais relacionado com as famosas rubricas e q a avaliação formativa obriga. Diz que são milhares de anotações e trabalho permanente.. E eu pensei que uma coisa está ligada à outra: com os preços da gasolina incomportáveis, e não havendo outra maneira de passar o tempo, vamos ter o que resta do fds a produzir materiais didáticos. Como são em stream teremos que montar o escritório 24h na cozinha para ir fazendo a sopa em simultâneo. No fundo uma espécie de era esclavagista não industrial, mas digital. Afinal, ó colegas, entre o comer e o WC o digital era o que faltava.

     

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    Out 17 2021

    A falsa quietude de um comprimido…

    • By Rui Cardoso
    • 17 de Outubro de 2021

    Depression

     

    Em Junho de 2020 foi amplamente divulgado, por praticamente toda a Comunicação Social, que Portugal era o quinto país da OCDE que mais medicamentos ansiolíticos e antidepressivos consumia…

     Segundo os dados apresentados nessa altura, bem ilustrativos desse consumo, de Janeiro a Março de 2020 ter-se-iam vendido mais de cinco milhões de embalagens de fármacos das categorias ansiolíticos, hipnóticos, sedativos e antidepressivos (dados do INFARMED, citados na Comunicação Social)…

     Ainda que, frequentemente, se assista à patologização, por vezes excessiva e abusiva, de determinadas reacções e comportamentos, nem sempre elegíveis como manifestações de efectivos transtornos depressivos, de ansiedade ou do humor, também não será prudente ignorar ou escamotear o número astronómico daqueles psicofármacos adquiridos pelos portugueses, num tão curto espaço de tempo…

     E se, por um lado, parece existir uma certa banalização e vulgarização do consumo de alguns psicofármacos no nosso país, por outro, também parece plausível que a pandemia não possa explicar tudo, nem servir como principal justificação para esse tipo de dependência…

     Partindo dos dados anteriores, talvez se possam tecer algumas considerações e fazer algumas inferências sobre a Classe Docente e o consumo dos referidos medicamentos:

     Apesar de não estarem disponíveis estudos de âmbito nacional sobre a caracterização do consumo de antidepressivos e de ansiolíticos por parte da Classe Docente, parece aceitável considerar que um número significativo de profissionais de Educação, em particular os professores, possa ser consumidor habitual e regular dessas categorias de psicotrópicos…

     A principal justificação para a existência dessa expectativa assenta naturalmente no Burnout Docente, sobejamente analisado, reconhecido em inúmeros estudos e conhecido de todos…

    A esse propósito, refiro apenas esta conclusão de um estudo realizado a nível europeu, citado pelo Jornal Expresso, em 24 de Março de 2021: “Professores em Portugal são os que revelam maior stress na Europa”…

     Por outras palavras, parece provável que o esgotamento físico, mental e emocional que afecta parte considerável da Classe Docente possa contribuir fortemente para a existência de um consumo acentuado de medicamentos antidepressivos e ansiolíticos nesse grupo profissional, apesar de não existirem estudos disponíveis de abrangência nacional que abordem especificamente essa temática e que comprovem a hipótese anterior…

     Apesar disso, existe um estudo de âmbito nacional, tornado público pela FENPROF em Outubro de 2018 (Inquérito Nacional sobre as Condições de Vida e Trabalho na Educação em Portugal), que, entre outros, aborda o consumo de algumas substâncias psicoactivas por parte dos professores, sem especificamente aludir a medicamentos das categorias antidepressivos e ansiolíticos…

     Os resultados desse Inquérito permitiram concluir que 18,7% dos professores tinha pelo menos um consumo preocupante (entre álcool, drogas e medicamentos) e que, nessa vertente, a maior preocupação dos docentes se prendia com o consumo excessivo de medicamentos…

     Ainda que nesse Inquérito não tenham sido identificados os medicamentos que mais contribuíam para suscitar a referida preocupação, inevitavelmente, entre eles, estarão expectavelmente os psicofármacos, onde se incluem antidepressivos e ansiolíticos…

     Xanax, Lorenin, Zoloft, Prozac ou Victan, quantos professores estarão (demasiadamente) familiarizados com estes “palavrões”?

     Quantos professores consumirão de forma regular e habitual tais medicamentos ou outros afins? Dos cinco milhões de embalagens, quantas terão sido adquiridas por professores?

     Quantos professores estarão dependentes de um comprimido para dormir?

    E não falo apenas dos que têm acompanhamento médico e que tomam medicação antidepressiva e ansiolítica prescrita por essa via, falo também dos que consomem tais medicamentos por via do “atalho” da auto-medicação…

     De uma forma ou de outra, consumir esse tipo de fármacos até pode atenuar alguns sintomas e proporcionar uma momentânea sensação de bem-estar, mas não debela as causas ou a origem do problema e por isso não o elimina… Na melhor das hipóteses, fica-se “anestesiado”, “adormecido” ou “dopado” e quando, porventura, se “acorda” o problema lá continuará, por resolver… E nessas circunstâncias, o mais comum é entrar-se numa espécie de “círculo vicioso”, do qual é difícil sair…

     Em cada escola, já sabemos, os problemas são sempre muitos, de natureza variada e nunca acabam… Por outro lado, também sabemos que, quase sempre, é muito mais fácil, imediato e cómodo engolir comprimidos do que conseguir dizer Não ou lutar por mudar alguma coisa… Mas é também enganar-se a si próprio…

     Quando reiteradamente se aceita tudo, se forjam “sorrisos amarelos” e se reprimem reacções, temos, muitas vezes, meio caminho andado para a auto-comiseração, para a frustração e para o consumo, meramente paliativo, de determinadas substâncias, legais ou ilegais…

     Melhor do que levar os desaforos para casa, ter a coragem de dizer Não ou de dar alguns “audíveis murros na mesa”, talvez seja muito mais terapêutico e catártico do que “enfardar” medicação e poderá, efectivamente, ajudar a eliminar alguns problemas…

     Em vez de alguém se culpabilizar por se sentir angustiado, ansioso ou exausto, talvez seja mais eficaz e vantajoso começar por estabelecer limites (inultrapassáveis) entre aquilo que é Trabalho e aquilo que é Família, Lazer ou Pessoal… Cumprir escrupulosamente o horário de trabalho é diferente de ultrapassar constantemente esse horário, de não “desligar” ou de abdicar da separação entre as várias esferas da vida…

    Desculpas ou pretextos para continuar a incorrer no anterior, cada um poderá encontrar os que quiser, sendo certo que o resultado mais óbvio disso será deixar-se anular, silenciar ou maltratar…

    O volume de trabalho incontrolável, sobretudo motivado pelas insanas tarefas burocráticas e administrativas que, na maior parte das vezes, não têm relação directa com a leccionação, só cessará quando se começarem a ouvir muitos Não…

     No actual contexto de trabalho em escolas, não há nenhum profissional, seja quem for, que possa considerar-se como insubstituível, convirá talvez ter consciência disso…

    Quando alguém morre ou adoece, física e/ou mentalmente, o “período de luto” em relação à perda, quer seja permanente ou transitória, costuma ser curto; rapidamente se esquece esse alguém; e outro tomará o seu lugar, seguindo-se sempre na perspectiva do “the show must go on”…

     Escusamos de acalentar ilusões: as escolas transformaram-se em “máquinas trituradoras de pessoas”, sobrando aos próprios eles próprios, no zelo pela sua saúde mental e física. E o resto são “lágrimas de crocodilo” e efémeras homenagens …

    Por difícil que seja aceitar, não há (infalíveis e imortais) “Super-Mulheres” ou “Super-Homens”, a não ser na ficção…

     Sem dramas desnecessários, e pelas palavras de Caetano Veloso (Vaca Profana), fica-nos esta “consolação”: “De perto, ninguém é normal”…

    Mesmo que o conceito de “normalidade” se apresente, muitas vezes, como subjectivo, duvidoso e questionável…

      

    (Matilde)

     

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    Out 16 2021

    Função Pública com menos 11% de poder de compra

    • By Rui Cardoso
    • 16 de Outubro de 2021

    Função Pública com menos 11% de poder de compra

    Aumento salarial de 0,9% em 2022 está longe de compensar mais de uma década de congelamento, só interrompida em 2020
    Entre 2010 — o primeiro ano de congelamento da tabela remuneratória — e 2022 — considerando já o aumento de 0,9% nesse ano —, os salários da Função Pública acumulam uma degradação do poder de compra de 11% (ver gráfico), indicam os cálculos do Expresso. Isto considerando apenas o impacto da inflação e sem levar em conta os cortes a que esteve sujeita nos anos da troika.
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    Out 16 2021

    Escolas num caos

    • By Rui Cardoso
    • 16 de Outubro de 2021

    Fizemos um raio-x ao ensino: há escolas que recomendam o uso de máscara em miúdos com menos de 10 anos. Há estabelecimentos que proíbem os brinquedos de casa e continuam a faltar professores.

    Máscaras nas crianças, proibição de levar brinquedos, falta de professores. Escolas num caos

    Sempre que chega à porta do infantário e deixa o filho André, que nem 2 anos tem, num berreiro, Andreia Gama fica inconsolável. Nunca entrou na escola, não conhece a sala, nem pode acalmar-lhe o choro. E não entende o motivo de as regras não serem iguais em todos os critérios de ensino. Dos três filhos (os outros têm 13 e 7 anos), só a escola do mais novo, por exemplo, faz visitas de estudo. “Nada é coerente. As crianças vão ver uma peça de teatro para bebês e depois os pais não podem entrar do infantário. Entrego o meu filho como uma mercadoria a uma cara diferente, de máscara. Ele resiste a largar o meu colo… Isto todos os dias custa muito”, desabafa esta mãe, de Setúbal.

    “Uma criança muito pequena ativa o sistema de alerta sempre que está em locais estranhos e na presença de pessoas que não conhece, e são os pais que têm de fazer, caso, a entrega à educadora. Se ficar muito tempo em estado de alarme, sem uma figura de referência, isso dificulta o desenvolvimento emocional, cognitivo e imunitário da criança”, explica à SÁBADOa psicóloga Laura Sanches. Na semana passada, o grupo parlamentar do PAN levou à Assembleia da República uma iniciativa para que o Governo “diligencie junto da Direção-Geral da Saúde com vista à revisão com caráter de urgência” das atuais normas que “impedem a presença de pais e/ou mães junto das crianças, nos momentos de transição para os contextos educativos”. Para o PAN, estando Portugal numa fase de desconfinamento situado na zona verde da matriz de risco, “não se compreende a manutenção da restrição por parte da DGS”. A continuidade desta medida “causa enorme angústia nos pais/mães bem como sofrimento emocional às crianças, principalmente quando estas entram pela primeira vez num equipamento educativo onde não foram ainda associações de segurança e vinculação com as novas figuras de referência”.

     

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    Out 15 2021

    ORÇAMENTO DE ESTADO: Governo continua a não ver os problemas reais das escolas – S.TO.P

    • By Rui Cardoso
    • 15 de Outubro de 2021

    ORÇAMENTO DE ESTADO: Governo continua a não ver os problemas reais das escolas

    Os graves problemas das escolas verificados no início deste ano letivo (muitos dos quais arrastam-se…), para o governo parecem continuar dignos da realidade virtual como se pode constatar pela sua proposta de Orçamento de Estado (O.E.).
    Neste O.E. continuamos a ter um investimento na Educação substancialmente inferior a 4% do PIB, o que contrasta com os 6% do PIB recomendado por organizações internacionais para a área da Educação.
    O governo desvaloriza totalmente as dezenas de milhar de alunos que em meados de outubro continuam sem ter professor a uma ou mais disciplinas (o que questiona o direito constitucional de igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar), bem como as profundas injustiças que afetam muitos milhares de Profissionais da Educação (docentes e não docentes) nomeadamente um modelo de avaliação injusto e artificial com quotas, precariedade, falta de subsídio de alojamento/transporte e passagem da CGA para a SS, gestão escolar não democrática, envelhecimento, roubo de tempo de serviço e ultrapassagens na progressão da carreira docente, turmas enormes, excesso de trabalho burocrático, salários de miséria do pessoal não docente, etc. Ou seja, todos os graves problemas, não justificam qualquer referência, qualquer investimento extra para a área da Educação neste O.E.
    É URGENTE A UNIÃO ENTRE QUEM TRABALHA NAS ESCOLAS
    Será que os Profissionais de Educação vão permitir esta situação continuando divididos?

    Este ano letivo iniciou-se com várias formas de lutas dinamizadas por vários sindicatos/federações na área da Educação. No entanto, mesmo com as várias tentativas do S.TO.P., estas ações não foram coordenadas/unidas. Apesar da retórica de unidade, infelizmente apenas o S.TO.P. efetivamente tentou juntar forças com outras organizações sindicais. Mais uma vez, em finais de julho de 2021, apelámos à união entre sindicatos, federações e centrais sindicais em defesa de quem trabalha nas escolas. Em setembro manifestámos ao SIPE e à FENPROF a nossa solidariedade com as suas iniciativas de 4 de outubro e de 5 de outubro (sendo o único sindicato com esta postura). Pelo superior interesse da classe, o S.TO.P. continuará a pugnar pelo não sectarismo e a lutar pela unidade em defesa de quem trabalha nas escolas. Podem continuar a contar connosco: JUNTOS SOMOS + FORTES

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    Out 15 2021

    Reserva de recrutamento n.º 07

    • By Rui Cardoso
    • 15 de Outubro de 2021

    Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 7.ª Reserva de Recrutamento 2021/2022.

    Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 18 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira dia 19 de outubro de 2021 (hora de Portugal continental).

    Consulte a nota informativa.

    SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

    Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 7

    Listas – Reserva de recrutamento n.º 7

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    Out 15 2021

    As vicissitudes da ADD – Rui Ferreira

    • By Rui Cardoso
    • 15 de Outubro de 2021

     

    Depois de 4 anos numa SADD é tempo de fazer o balanço desta função. 

    Era prática corrente atribuir a nota máxima de 8,9 aos avaliados do quadro, para atingirem o Muito Bom, qualquer que fosse o escalão. Esta prática prejudicava os avaliados dos 4º e 6º escalões, que iam para as listas competir com colegas de outras escolas onde se atribuíam notas de 9 ou superiores. Julgo que a razão de ser desta prática resultava, por um lado, de se procurar ser criterioso com os excelentes e, por outro lado, de «harmonizar» as notas atribuídas. De qualquer maneira estávamos a atribuir classificações qualitativas e não quantitativas, à partida, quando a notação qualitativa devia surgir somente no final aplicando as quotas. Esta metodologia prejudicou vários colegas. Consegui que esta prática deixasse de existir, começando a haver Bons com notas quantitativas superiores ou iguais a nove. 

    Outra vicissitude que havia era a intromissão do diretor/a na avaliação dos avaliadores internos, sem ser nos dos escalões 8 e 9 de sua competência exclusiva, através de uma reunião convocada, mas sem ata (!), onde o diretor/a se inteirava das propostas de avaliações de Muito Bom e Excelente, com vista a sufragar as escolhas feitas. Qualquer avaliador interno que discuta a ADD com o diretor/a está a ceder a sua competência atribuída por lei, reforçando um poder já muito concentrado e desequilibrado. Não podemos dizer que queremos alterar o poder excessivo atual dos diretores e na prática reforçá-lo, abdicando das nossas competências. 

    Outra prática consiste em desvalorizar a avaliação externa para que a escola possa ter maior controlo sobre as classificações atribuídas. Pessoalmente inscrevi na dimensão científica e pedagógica, nos itens 4, 5 e 6, a classificação que o avaliador externo atribuíra com base nas aulas assistidas, onde o avaliador interno não esteve presente. Reconheço que para estes itens o avaliador externo tem mais informação que o avaliador interno. Contudo, não posso deixar de achar estranho a proliferação de notas máximas (10), o que sociologicamente pode indicar um ato de resistência dos avaliadores externos a esta ADD. 

    Com o surgir das reclamações houve um «movimento» para se acabarem com delegações de competência por parte dos coordenadores de departamento. Esta delegação de competências permite que o avaliador interno seja da mesma área científica ou grupo disciplinar, o que me parece fundamental. Não aderi a estas práticas, exceto quando não tinha hipóteses de delegar porque, em quem podia delegar, eram também avaliados, nesse ano. Entendo que o avaliador interno deve ser da mesma área, além de que na minha escola há mais reuniões de grupo do que departamento, com o reforço argumentativo que a dimensão dos grupos é muito mais reduzida e permite um melhor acompanhamento dos avaliados. Este movimento pareceu-me ter a intenção de reduzir os participantes no processo avaliativo, ou seja, fechar o mais possível este processo a «gente de confiança». Esta suspeita foi confirmada com a redução dos coordenadores de departamento de 8 para 6, com a entrada num novo ciclo diretivo com a recondução do diretor/a. Pessoalmente pugno pelo oposto, tornar o processo avaliativo mais transparente.  

    Concluindo, a ADD sendo uma má solução legislativa, está também a ser aplicada, no âmbito de um caso específico, com algumas práticas de que me demarquei. O resultado destas captura local da ADD é todos os elementos ligados à direção terem tido classificação qualitativa de Muito Bom ou Excelente e nunca se ter procedido à seriação dos avaliados prevista na lei para os casos de empate, o que prova um controlo sobre o processo. 

     

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    Out 14 2021

    Ministério da Educação condenado a pagar custas e a repor a verdade

    • By Rui Cardoso
    • 14 de Outubro de 2021

    Chegou-nos por email…

    Um colega meteu o ME em tribunal em 2013, por causa daquela problemática em que vários profs concorriam com o tempo de serviço contabilizado até 31 de agosto do ano civil e outros por ano escolar; ele concorreu por ano civil, visto que foi uma contratação de escola em janeiro de 2013 e colocou o tempo de serviço até 31 agosto de 2012..!
    Ficou colocado.
    Avançou uma queixa de uma colega e a DGAE anulou-lhe esse contrato.
    Passaram-se 8 anos para sair sentença. Saiu a sentença em 08/02/2021… Foi-lhe reconhecido todo o tempo de serviço desse contrato, mas as custas ainda não as pagaram, ou seja, o ME foi condenado a pagar as custas (cerca de 700€) tendo já passado mais de 6 meses e ainda não pagaram. 

     

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    Out 14 2021

    Um/a ministro/a da educação oriundo do primeiro ciclo seria uma revolução

    • By Rui Cardoso
    • 14 de Outubro de 2021

    E, acreditem, ter um/a Ministro/a da Educação oriundo do 1.º Ciclo do Ensino Básico seria uma revolução, que desafiaria as mais tontas e atávicas reservas mentais contra os professrzec@s do sistema.

     

    Um/a ministro/a da educação oriundo do primeiro ciclo seria uma revolução 

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    Out 14 2021

    Vou lutar pelo direito ao esquecimento… quero que me esqueçam

    • By Rui Cardoso
    • 14 de Outubro de 2021

     

    Quero que o Ministério da finanças, todas as suas repartições e agentes externos me esqueçam durante uns anos.

    Quero que o meu Município me esqueça no que diz respeito a taxas de lixo que depois paga a uma empresa, muito mal organizada, para recolher. Que me esqueça de cobrar a taxa de reciclagem de lixo que eu separo e deposito, religiosamente no contentor correto.

    Quero que as empresas de distribuição de combustível me esqueçam de cobrar os 65% em impostos que pago cada vez que por lá passo.

    Quero que as operadoras de autoestradas me esqueçam, porque eu (e todos os portugueses) já paguei e continuo a pagar em impostos o valor das mesmas umas 10  ou mais vezes.

    Também queria que alguns mur… me esquecessem, mas isso deve ser pedir demais…

     

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    Out 14 2021

    O busílis do problema da avaliação por rubricas

    • By Rui Cardoso
    • 14 de Outubro de 2021

    Como se processa essa avaliação? A utilização de rubricas no processo de ensino-aprendizagem como instrumento de avaliação está a ser o tema forte, na atualidade educativa. Porém, de atual nada tem. Já no século passado era de uso habitual noutros países

    Escola – avaliação por rubricas! A intoxicação…

    Consideremos o caso de Frederico (nome fictício), professor da disciplina X, a qual tem uma carga letiva de três tempos semanais de 45 minutos (total semanal: 135 minutos). No presente ano letivo, período compreendido entre o dia 1 de setembro de 2020 e o dia 31 de agosto do ano 2022, trabalha com 200 alunos, distribuídos por oito turmas, com as quais desenvolve atividades escolares, no mínimo durante 180 dias úteis, ou seja, durante 36 semanas. Considerando esse número (36), no máximo terá 108 aulas (4860 minutos ou 81 horas), com cada turma. Dificilmente esse número será atingido, pois a existência de dias feriados durante o ano letivo impede tal registo. Durante essas 108 aulas, Frederico terá como principal função garantir que a totalidade dos alunos adquiram conhecimentos, desenvolvam capacidades e atitudes, as quais contribuirão para alcançar as competências previstas no Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória.

    Para desempenhar a sua função, Frederico terá de saber o que se espera que os alunos aprendam na disciplina X. Para facilitar, uniformizar e orientar essa tarefa, o Ministério da Educação definiu, para cada disciplina, as aprendizagens essenciais. Essas aprendizagens não são mais do que um grupo comum de conhecimentos a adquirir, identificados como os conteúdos de conhecimento disciplinar, indispensáveis, articulados conceptualmente, relevantes e significativos, bem como de capacidades e atitudes a desenvolver obrigatoriamente por todos os alunos.

    Com um pouco de paciência, se contarmos o número de aprendizagens essenciais, por exemplo da disciplina X, para o ano Y de escolaridade, verificamos que o mesmo é superior a duzentos (200!). Embora seja ligeiramente superior, para facilitar raciocínios, tomemos como número para reflexão o 200 – duzentas aprendizagens essenciais. Poderíamos acrescentar que as aprendizagens essenciais são um denominador curricular comum. Porém, não esgotam o que um aluno deverá fazer ao longo do ano letivo.

    Para promover tal propósito, Frederico, tendo em consideração a heterogeneidade típica de alunos da escola pública, irá, numa abordagem multinível, adotar diferentes níveis de intervenção, nomeadamente através de medidas universais, seletivas e adicionais, as quais se deverão revelar ajustadas à aprendizagem e inclusão de todos os alunos. Relembre-se que Frederico terá apenas 81 horas para o fazer, em cada turma. Mas a sua tarefa não passa unicamente por ensinar. Complementarmente, Frederico terá de avaliar a intencionalidade e o impacto das medidas adotadas, por forma a regular ou redirecionar o processo de ensino e aprendizagem e a fornecer ao aluno, e respetivo encarregado de educação, informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens realizadas.

    Posto isto, facilmente percebemos que Frederico terá pela frente, enquanto professor, entre muitas outras, duas grandes tarefas para desenvolver durante as 81 horas que vai passar com cada turma: ensinar e avaliar.

    É consensual que a promoção de um ensino de qualidade implica fomentar aprendizagens efetivas e significativas, com conhecimentos consolidados, que são mobilizados em situações concretas, favorecendo o desenvolvimento de competências de nível elevado. Para isso é necessário tempo… Confrontado com esta premissa, Frederico, como seria de esperar, irá dedicar a maior parte do tempo à vertente ensinar. Como esta reflexão está ancorada em números, aceitamos como razoável que Frederico destine pelo menos 2/3 das 81 horas para ensinar e o restante 1/3 para avaliar. Esta divisão dependerá sempre de inúmeros fatores, pelo que deve apenas servir como uma referência. Aceitando essa divisão – a qual, reforçamos, nunca deve ser vista como uma operação exata – temos pelo menos 54 horas para ensinar e 27 horas para avaliar, em média, 25 alunos por turma. Ah! Isto num quadro perfeito, no qual os alunos não têm comportamentos de indisciplina (alguns estudos referem que 20% do tempo de aula é perdido devido a esse problema).

    Chegando até aqui e fazendo algumas contas com os números que fomos referindo atrás, percebe-se que, em números redondos, Frederico irá destinar pouco mais de uma hora para avaliar cada aluno em contexto de espaço de aula, durante o ano letivo. Sim! O número está certo: pouco mais de uma hora, num ano letivo, por aluno.

    Como se processa essa avaliação? A utilização de rubricas no processo de ensino-aprendizagem como instrumento de avaliação está a ser o tema forte, na atualidade educativa. Porém, de atual nada tem. Já no século passado era de uso habitual noutros países. Estaremos, uma vez mais, a “importar” fora de validade? De um modo muito simplista, as rubricas podem ser encaradas como um instrumento para quantificar/classificar respostas de qualidade. As rubricas de avaliação ganham espaço no processo educativo, pelo facto de tornarem possível padronizar a avaliação, levando a que esse processo seja mais preciso e confiável e permitirem que os alunos entendam melhor o seu nível de sucesso, isto é, percebam o que lhes falta (no caso de faltar algo) para realizar determinada aprendizagem. O busílis do problema surge quando o Frederico tem de materializar as rubricas. Para cada aprendizagem a avaliar será construída uma rúbrica. Essa rubrica, geralmente, terá quatro indicadores ou descritores de níveis de desempenho.

    Quando está a avaliar por rubricas, Frederico vai ter de identificar com precisão em que nível de desempenho se situa cada aluno, naquela aprendizagem. Ora, se temos 200 aprendizagens, Frederico irá ter 800 possibilidades de nível de desempenho (200×4) para as avaliar e não nos esqueçamos que avaliar implica partilhar informação com o aluno… Parece-lhe possível que Frederico consiga fazer isso em pouco mais de uma hora? Estamos convencidos de que não precisará ser professor para responder a esta questão.

    Ah! Mas o mais difícil ainda está para vir… Aquilo que referimos foi para um aluno. Como vimos inicialmente, Frederico tem 200 alunos. Só por curiosidade, multiplique 800 possibilidades de nível de desempenho por 200 alunos. Qual o número que obteve? Um surpreendente 160 000 (cento e sessenta mil). Acha possível que, no desempenho da sua função, Frederico consiga manipular com rigor 160 000 entradas/registos de desempenho? Sabemos que Frederico, como muitos, é um excelente professor, mas estamos em crer que essa excelência não será suficiente para superar com rigor tal hercúlea tarefa.

    Não temos dúvidas de que as rubricas de avaliação são um excelente instrumento. Todavia, talvez não seja este o momento mais oportuno para considerar as mesmas como a “purificação da avaliação dos alunos”. Continua-se a intoxicar o ensino, muitas vezes, com soluções que não foram testadas previamente, na nossa realidade. Não se sabe bem porquê… Ou talvez se saiba?

    NÉLSON JP BRITO

    • 8 comentários

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    Out 14 2021

    29 casos positivos na comunidade escolar de Penedono

    • By Rui Cardoso
    • 14 de Outubro de 2021


    Em Penedono, mais de 100 pessoas estão em isolamento depois de detetado um surto de covid-19 no agrupamento de escolas.

    Há já 29 casos positivos na comunidade escolar e autarquia acusa a Direção-Geral da Saúde de atrasar o encerramento do estabelecimento escolar.

    O agrupamento de escolas está a garantir o ensino à distância para os alunos em isolamento e prevê que o modelo se mantenha nas próximas semanas, até ser possível perceber as cadeias de contágio.

     

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    Out 13 2021

    Sala do futuro… de profs… Paulo Serra

    • By Rui Cardoso
    • 13 de Outubro de 2021

     

    • 1 comentário

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    Out 13 2021

    Deliberação n.º 1043/2021: novas regras para os exames finais nacionais do ensino secundário como provas de ingresso

    • By Rui Cardoso
    • 13 de Outubro de 2021

     

    Foi hoje publicada em Diário da República, a Deliberação n.º 1043/2021 de 13 de outubro, emitida pela Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, que estabelece as regras relativas à utilização dos exames finais nacionais do ensino secundário como provas de ingresso, que produz efeitos a partir da candidatura à matrícula e inscrição no ensino superior no ano letivo de 2022-2023.

    Deliberação n.º 1043/2021

     

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    Out 13 2021

    Recuperar é prioridade. Professores dizem que é pouco

    • By Rui Cardoso
    • 13 de Outubro de 2021

    Lisboa, 27/04/2020 - Decorreu hoje na TSF uma entrevista conduzida por Ricardo Alexandre a Ana Mendes Godinho, Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (Orlando Almeida / Global Imagens)

    Orçamento prevê uma dotação de 7805,7 milhões de euros para a Educação, que continua abaixo dos 4% do PIB, critica setor.

    Recuperar é prioridade. Professores dizem que é pouco

     

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    Out 13 2021

    Retorno ao livro único e nacionalização das crianças de três anos? Santana Castilho

    • By Rui Cardoso
    • 13 de Outubro de 2021

     

    O homem que apoiou a criação de estruturas salazaristas de controlo do pensamento e da informação e iniciativas de supervisão moral da sociedade teve a deselegância de dizer a um deputado que não o autorizava a fazer juízos morais a seu respeito, porque o deputado não o conhecia de lado nenhum. O feudalismo deste raciocínio indigna qualquer cidadão livre e torna necessário lembrar a António Costa que toda a gente o conhece, e demasiadas vezes pelas piores razões.
    António Costa reagiu à intervenção de Coelho Lima com a arrogância de quem não tolera que o contestem. Com a irritabilidade à flor da pele, tentou mostrar que, a quem manda, não se fazem perguntas incómodas. Porque não preciso da autorização dele para o considerar empenhado em impor chavões ideológicos sem fundamentação, endereço-lhe as perguntas em título e passo aos argumentos que as sustentam.
    1. O Plano de Recuperação e Resiliência prevê gastar 73,5 milhões de euros para produzir recursos educativos digitais para todas as disciplinas do básico e secundário. Sucede que esses recursos já existem, para a maioria delas. É o que se retira da execução do Projeto-Piloto de Desmaterialização de Manuais Escolares (24 instituições, 187 turmas e 3755 alunos), coordenado pela Direção-Geral da Educação, com forte envolvimento dos grupos editoriais que, de há muito, vêm produzindo manuais e outros recursos digitais, de reconhecida qualidade. Com efeito, no quadro da monitorização do programa, designadamente na experiência que o próprio ME promoveu em nove escolas, em 2020/21, com manuais digitais já existentes, não vi reportada qualquer falta de recursos, que não a falta de meios informáticos (computadores e acesso à Net). Acresce que a Região Autónoma da Madeira já vai no terceiro ano de utilização total de manuais digitais (todos os alunos do 5º ano em 2019/20, todos os do 5º e 6º em 2020/21 e todos os do 5º, 6º e 7º anos em 2021/22) e também não identificou qualquer falta de recursos, assim como vários colégios com uso 100% digital. Qual é a ideia? Secar a edição privada e impor uma plataforma única, do Estado?
    2. O Governo anunciou a intenção de tornar obrigatória a escolaridade a partir dos três anos. Se a medida colher, estaremos a estender ao pré- escolar o seu desígnio para a escola pública: ser um simples depósito de alunos durante o tempo de trabalho dos pais. Se a medida colher, estaremos a implodir a natureza intrínseca do pré-escolar, porque o sistema cederá, definitivamente, à pressão que já se verifica para antecipar aprendizagens formais, reguladas e tipificadas. Ora o aspecto mais importante da educação pré-escolar não é a preparação das crianças para os programas de ensino que as esperam no básico. É antes um tempo e um espaço para crescerem naturalmente, brincando, adquirirem capacidades neuro-motoras e sociais, envolvendo-se em actividades sensoriais, reguladoras de emoções, tanto mais relevantes quanto cada vez é mais escasso o tempo em que interagem com a respectiva família. Essas capacidades têm um valor intrínseco, por si só e para tudo o que virão a ser as crianças, bem mais importante que qualquer intencionalidade preparatória do ensino formal.
    É desejável criar condições para que as cerca de 18 mil crianças, que estão fora do pré-escolar, o possam integrar? Obviamente que sim. Mas sem tornar isso obrigatório e com fundamento pedagógico, que não por razões assistencialistas.
    Combate-se a pobreza apoiando as famílias, mas não retirando coercivamente os filhos às famílias. Dito de outro modo: o combate à pobreza e o apoio às famílias e à natalidade são vitais e necessários. Mas o direito das crianças ao desenvolvimento próprio de cada fase do seu crescimento não pode ser subalternizado em nome desse combate e desses apoios. As famílias devem ter a última palavra sobre os cuidados que preferem (ou podem) dar aos filhos. O Estado deve criar os recursos para acolher todos os que não permanecerem no seio da família. E, neste caso, falamos de todos, que não apenas a partir dos três anos. Ou estamos a fingir que ignoramos a insuficiência da rede pública de creches, situação dramática para os pais que trabalham e não podem pagar o acolhimento dos filhos na rede privada?

    In “Público” de 13.10.21

    • 4 comentários

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    Out 12 2021

    OE ignora a realidade e esquece os profissionais da Educação – SPZC/FNE

    • By Rui Cardoso
    • 12 de Outubro de 2021

     

    OE ignora a realidade e esquece os profissionais da Educação

    O projeto de Lei do Orçamento de Estado que acaba de ser apresentado esquece os profissionais da Educação, por não prever nenhuma medida que os valorize e que contribua para aumentar a atratividade do trabalho no setor. Este Orçamento ignora a realidade que nos evidencia a necessidade incontornável de se intervir, em termos consistentes, para valorizar a remuneração, as condições de vida e de desenvolvimento da carreira, e a formação profissional.

    Em termos globais, a proposta agora apresentada prevê a afetação de 7805,7 milhões de euros ao setor dos ensinos básico e secundário, o que, sendo superior à despesa que se projeta que seja executada em 2021, continua inferior às despesas executadas em 2011 (7878,5 milhões) ou 2010 (8559,2 milhões). Desta forma, o peso da Educação anunciado para 2022 não atinge sequer os 4%, o que contraria as orientações que neste domínio, quer a OCDE, quer a UNESCO não se cansam de aconselhar, e que apontam para a necessidade de os Estados atribuírem ao setor da Educação um peso de pelo menos 6%.

    Não sendo novidade, o peso das remunerações com o pessoal atinge os 66,2%, mas é inferior ao que se prevê que seja executado em 2021. Não é com estes meios que se consegue assegurar que os docentes e não docentes atribuídos à Educação sejam em número suficiente para responderem às necessidades permanentes do sistema educativo e se vejam valorizados em termos remuneratórios e de progressão em carreira, e muito menos na concretização da conclusão da plena recuperação do tempo de serviço, que esteve congelado durante 9 anos, 4 meses e 2 dias.

    Ora, com aquela redução de meios para as remunerações, não se entende como é que se pode anunciar que, no quadro da concretização do Plano de Recuperação das Aprendizagens, se preveja o reforço de recursos humanos (mais professores e técnicos especializados, através do reforço de créditos horários e do alargamento dos programas de tutoria) e a sua formação contínua.

    Em termos de ensino superior e investigação, continua a assinalar-se que não se atinge o objetivo que se deveria ter já consolidado de um rácio de pelo menos 3%. Desta forma, e para além da insuficiência dos meios afetos às Instituições em termos das transferências que lhes devem ser garantidas, também não se avança tão fortemente quanto é necessário em termos de investigação e inovação.

    Assim sendo, a proposta de OE 2022 não prevê a erradicação da precariedade, os apoios necessários à mobilidade dos profissionais, a urgente necessidade de rejuvenescimento ou condições dignas de aposentação. Para a FNE, estes fatores reforçam a falta de atratividade do setor e são barreiras contínuas a uma Educação de Qualidade e Inclusiva, que garanta, efetivamente, oportunidades de sucesso para todos.

    Por outro lado, a pandemia da COVID-19 demonstrou que a falta de investimento na Qualidade da Educação é responsável por danos estruturais, que dificultam o confronto dos profissionais com os grandes desafios que temos pela frente. A Internacional da Educação acaba de publicar o seu relatório global sobre “A Situação dos Professores e da Profissão Docente”, concluindo que os docentes estão sobrecarregados, mal pagos e desvalorizados.

    Esta proposta de OE 2022 é mais uma oportunidade perdida para que a mudança possa ocorrer na Educação em Portugal no sentido do reconhecimento dos seus profissionais e da determinação de condições que promovam a qualidade das ofertas educativas.

     

    • 1 comentário

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    Out 12 2021

    CAFE de Timor Leste – Listas Provisórias dos candidatos admitidos e excluídos

    • By Rui Cardoso
    • 12 de Outubro de 2021

     

    Publicam-se as listas provisórias dos candidatos admitidos e excluídos ao Procedimento Concursal com vista à constituição de uma bolsa anual de docentes para o exercício de funções no Projeto Centros de Aprendizagem e Formação Escolar em Timor-Leste, em 2022

    Listas provisórias dos candidatos admitidos e excluídos.

     

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