Currículo: identificação de aprendizagens essenciais
Pois, esta semana, segundo o cronograma, o documento está em revisão final pela DGE.
Jan 17 2017
Pois, esta semana, segundo o cronograma, o documento está em revisão final pela DGE.
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2 comentários
除了膜拜,别无它言!
Pelo quadro das possíveis vagas para a vinculação extraordinária de professores podemos verificar o “tratamento” que têm dado aos grupos das disciplinas artísticas/tecnológicas e de cariz prático. Já para não falar de outras disciplinas artísticas que nem sequer têm grupo de recrutamento. Temos um ensino básico e secundário sufocado com disciplinas teóricas. Não admira que os alunos não gostem da escola e as percentagens de insucesso sejam tão elevadas, pois estes são bombardeados com muita informação mas depois não sabem o que fazer com tanta informação e não é isso que lhes garante preparação para o mundo do trabalho nem competências para a escola da vida. Na realidade, se pensarmos um pouco, eles se quiserem muita teoria e informação têm uma web ao seu dispor (e, na web, não é isso que lhes desperta interesse) – será fácil concluir o motivo pelo qual não gostam da escola e a consideram uma enorme “seca”. Os alunos precisam de motivação para que deixem de considerar a escola uma “seca”. As disciplinas artísticas/tecnológicas desempenham um papel fundamental para conseguir essa motivação e têm uma enorme importância na formação dos alunos.
Disciplinas praticamente dizimadas pelo Sr. Crato (algumas delas já só existem em oferta formativa, em poucas escolas, e com uma carga semanal de apenas 45 minutos):
240 – Educação Visual e Tecnológica – 1 vaga;
250 – Educação Musical – 4 vagas;
530 – Educação Tecnológica – 0 vagas; (praticamente dizimada) (a única disciplina do ensino básico que assenta na metodologia de projeto é agora de oferta formativa);
600 – Artes Visuais – 13 vagas;
610 – Música – 0 vagas (nem sequer consta na lista)
Perante isto, que futuro nos espera? Estamos a formar alunos ou a formatar robôs desamparados e sem rumo?