Porque Quem Paga é o POCH

Arranjem também um POCH para a recuperação dos 6A6M23D, simples.

 

Plano de recuperação de aprendizagens será “prolongado para o próximo ano”

 

O ministro da Educação revelou também no Fórum TSF que, no caso da recuperação do tempo de serviço, o Governo melhorou a proposta e vai apresentá-la, na quinta-feira, aos sindicatos.

 

O ministro da Educação, João Costa, garantiu esta quarta-feira de manhã no Fórum TSF que o plano de recuperação de aprendizagens, que terminava este ano letivo, será “prolongado para o próximo ano”. Era uma das preocupações dos diretores das escolas.

“Temos um conjunto já vasto de estudos de monitorização e avaliação de impacto. Vamos agora ter os resultados do estudo de diagnóstico de aprendizagens que fizemos durante a pandemia e que se repete agora. É em função destes dados que vamos tomar as decisões para o próximo ano letivo, mas posso já antecipar que vamos dar continuidade a algumas das medidas do plano de recuperação das aprendizagens, em particular aquelas que revelaram maior eficácia”, revelou à TSF João Costa.

Quanto à falta de professores, que atualmente ainda afeta 20 mil alunos, o ministro da Educação não esconde que o assunto é preocupante, mas assume que, tendo em conta as baixas, vão haver sempre alunos nesta situação.

“Se tivermos, um dia, um professor a faltar em cada agrupamento do país, isto gera de imediato 60 mil alunos sem aulas. É um problema que nos preocupa para o futuro. Estamos também a tomar medidas para o futuro, para rever a formação inicial de professores e voltarmos a ter estágios remunerados, mas é, de facto, um problema que nos preocupa”, reconhece o ministro da Educação.

Sobre a recuperação do tempo de serviço para os professores que tiveram esse tempo congelado, o ministro da Educação afasta praticamente essa exigência tendo em conta os custos financeiros, mas adianta que a proposta do ministério foi melhorada e vai ser apresentada na quinta-feira aos sindicatos.

“A reunião técnica que houve na semana passada foi importante. Amanhã já levaremos uma alteração face à decisão que estava tomada. Todos os professores que estiveram de baixa nestes períodos serão contemplados. São passos importantes e que decorrer também desta nossa capacidade de estudo dos problemas que têm sido apresentados. Estamos a ir ao cerne de uma questão concreta que tem sido colocada, não fazendo uma alteração estrutural na carreira. Temos estado neste espírito construtivo, sabendo que não conseguimos chegar a tudo. Cada uma destas medidas constituiu um passo importante na valorização das carreiras e destes profissionais”, garantiu.

Ainda no Fórum TSF, o ministro da Educação esclareceu que nesta altura o ministério ainda não enviou para o Presidente da República as respostas que Marcelo Rebelo de Sousa deu sobre o diploma dos concursos. Os professores têm pedido, com insistência, ao Presidente que não promulgue este diploma que os obriga a entrarem este ano nos quadros por terem cumprido três anos de serviço a contrato e a serem obrigados, no próximo ano, a concorrer a escolas de todo o país para poderem ficar efetivos.

“Estamos em articulação com a Presidência para articulação das questões que são levantadas. Uma das questões que este diploma resolve é um problema antigo”, rematou João Costa.

 

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4 comentários

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    • professora on 19 de Abril de 2023 at 23:34
    • Responder

    Por que não te demites?

    • Lua e Sol on 20 de Abril de 2023 at 1:12
    • Responder

    Demissão já.

    • Marta on 20 de Abril de 2023 at 16:15
    • Responder

    Há muito que os sindicatos deviam ter deixado apenas 2, ou 3 coisas em cima da mesa para negociar: tempo de serviço para TODOS, contasse ele para a progressão ou para a reforma; fim das quotas e fim da burocracia! Ponto final! O Ministro não queria negociar, abandonavam as negociações e só voltavam a comparecer quando o ministro entendesse que estes pontos são intransponíveis. Quanto ao tempo de serviço, e porque se trata de “negociar”, então estenda-se no tempo essa recuperação e, se não forem 6 anos, que sejam 4 pata todos. Eu não me importo de perder alguma coisa, se ganharmos TODOS POR IGUAL! Porque todos trabalhámos o mesmo tempo, claro, cada um em fases diferentes da carreira, como da vida! Se eu tenho 55 anos, estava numa fase avançada da carreira do que quem tem 40 e entrou, portanto, depois de mim! mais exceções porquê e para quê? Está bom de ver: dividir para reinar e ganhar tempo para arrastar conversas “da treta” e fingir que se negoceia! Puro malabarismo, e os sindicatos foram na conversa!
    Eu não percebo a estratégia dos sindicatos!

    • claulago on 20 de Abril de 2023 at 17:54
    • Responder

    Blá,blá,blá…
    DEMISSÃO JÁ…

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