Será que o Presidente da Repúbica e o Primeiro Ministro já sabem? Ou o nosso colega anda a passar fome para nada?
Será que os nossos governantes vão ficar preocupados? Sinceramente não me parece!
Enquanto um colega está a passar fome, outros estão-se nas tintas para a luta. Nem uma grevezinha fizeram.
E os sindicatos? Que andam a fazer? A brincar às greves!
Um com greves a partir do meio dia. Outro com greves com serviços minimos. Andamos a brincar ou quê?!!
Que raio de sindicatos temos nós que não têm um advogado para nos defender dos serviços minimos e nos incentive a desobedecer e a lutar com todas as armas!! Que raio de democracia temos nó?!
E mais, há greve de fome , há manifestações, vão a bruxelas, e depois nas escolas fazemos festas, visitas de estudo, fazemos tudo como se tudo estivesse bem. Sim senhor, que cambada de papistas. Afinal que nos trama não é só os Costas, somos nós próprios , ou sejam são as colegas mais papistas que o papa que querem ficar bem na fotografia e lixam -nos a todas.
Concordo em absoluto e aproveito para me declarar indisponível para novas manifs, acampamentos, vigílias e “convívios” do mesmo tipo. Já dei para esse peditório e começo a pensar que o Professor Santana Castilho tem 100% de razão: os sindicatos representam-nos mal e o STOP afinal, só queria era um lugar à mesa.
Por mim, tudo o que é serviço “extra” é para não acontecer. Visitas, reuniões, audições de processos, trabalho burocrático, etc. Por mim, não acontece.
A Luta já está perdida, não só porque os sindicatos nos representaram pessimamente – a Fenprof contenta-se com migalhas e quase pede desculpas ao ministro pelos “transtornos”, e o S.T.O.P., o tal que vinha trazer uma lufada de ar fresco ao sindicalismo, com o tal departamento jurídico de eleição mas que nem soube combater os serviços mínimos, já ganhou o prémio para a maior desilusão dos últimos tempos – mas também por nossas culpas. Greves a serviço extraordinário, não-letivas, a tudo o que não estivesse nos horários , não foram feitas: continuam aulas de apoio, visitas de estudo, clubes e associações, atividades de Bibliotecas, “Monstrinhas” e companhia, tudo como se não estivéssemos em luta. As escolas estão abertas e a funcionar normalmente, apesar da pseudo-luta. Assim, é inútil.
Muitos que estão nos órgãos dos sindicatos apenas lá estão para “mamar”.
Por isso dão o aval, ainda que implícito ou por silêncio às tropelias que o ministério tem feito desde o tempo da Milú Aberrante.
Foi porque aceitaram determinadas situações, que beneficiaram quem estava em escalões médios ou elevados há 18 anos atrás, como é o caso dos que dirigiam os sindicatos há época e muitos que ainda lá andam agora, que os professores que estão nos escalões mais baixos (abaixo do 5.º) estão tramados e vão acabar na miséria.
A então chamada “geração rasca” dos anos 90, que, na verdade, era a geração mais bem preparada e que teve de suar as estopinhas para ir para a universidade, ou que os pais e eles próprios tiveram de dar o litro para irem estudar para a privada porque não havia as vagas que há hoje no público, é esta geração que agora será nada e acabará na miséria.
As reformas que existirão daqui a 20 anos serão menores do que o salário mínimo. E isto, claro está, se existirem reformas.
Ou então, só terão direito a reforma se levarem penalização enorme e viverem na miséria, ou se reformarem aos 80 anos.
Na prática não haverá reforma nenhuma e morrer-se-á em serviço.
É isto o que os pulhas andaram a fazer. Afinal a “geração rasca” é isso sim “geração à rasca” e traída.
Os pulhas dos políticos que havia e há arrastar-nos-ão para isso.
E ainda têm a lata de virem cantar vitórias e sucessos, numa sociedade onde a miséria dos licenciados e mestrados será uma constante.
Ainda se arrogam no direito de dizer que ser professor é ganhar muito. Cambada de mentirosos e nojentos.
Quem não vê que abra os olhos. Alguém no sue juízo perfeito quer ser professor?
Só se estiver doido!
Ó rapaz, quem ia para as privadas eram os que não tinham notas para entrar nas públicas. Eram os burros, que saíam de lá com médias altas e depois passavam à frente dos outros das públicas, na graduação.
Ou seja, os burros nas privadas ficavam espertos!
Isto foi, e é, o salve-se quem puder.
8 comentários
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Será que o Presidente da Repúbica e o Primeiro Ministro já sabem? Ou o nosso colega anda a passar fome para nada?
Será que os nossos governantes vão ficar preocupados? Sinceramente não me parece!
Enquanto um colega está a passar fome, outros estão-se nas tintas para a luta. Nem uma grevezinha fizeram.
E os sindicatos? Que andam a fazer? A brincar às greves!
Um com greves a partir do meio dia. Outro com greves com serviços minimos. Andamos a brincar ou quê?!!
Que raio de sindicatos temos nós que não têm um advogado para nos defender dos serviços minimos e nos incentive a desobedecer e a lutar com todas as armas!! Que raio de democracia temos nó?!
E mais, há greve de fome , há manifestações, vão a bruxelas, e depois nas escolas fazemos festas, visitas de estudo, fazemos tudo como se tudo estivesse bem. Sim senhor, que cambada de papistas. Afinal que nos trama não é só os Costas, somos nós próprios , ou sejam são as colegas mais papistas que o papa que querem ficar bem na fotografia e lixam -nos a todas.
Concordo em absoluto e aproveito para me declarar indisponível para novas manifs, acampamentos, vigílias e “convívios” do mesmo tipo. Já dei para esse peditório e começo a pensar que o Professor Santana Castilho tem 100% de razão: os sindicatos representam-nos mal e o STOP afinal, só queria era um lugar à mesa.
Por mim, tudo o que é serviço “extra” é para não acontecer. Visitas, reuniões, audições de processos, trabalho burocrático, etc. Por mim, não acontece.
Correcto. Os professores parece que não querem ver. Passeios e outras brincadeiras. Parece que está tudo bem. Enfim!!
Fazes muito bem e deves continuar; mártires nunca chegaram ao céu.
A Luta já está perdida, não só porque os sindicatos nos representaram pessimamente – a Fenprof contenta-se com migalhas e quase pede desculpas ao ministro pelos “transtornos”, e o S.T.O.P., o tal que vinha trazer uma lufada de ar fresco ao sindicalismo, com o tal departamento jurídico de eleição mas que nem soube combater os serviços mínimos, já ganhou o prémio para a maior desilusão dos últimos tempos – mas também por nossas culpas. Greves a serviço extraordinário, não-letivas, a tudo o que não estivesse nos horários , não foram feitas: continuam aulas de apoio, visitas de estudo, clubes e associações, atividades de Bibliotecas, “Monstrinhas” e companhia, tudo como se não estivéssemos em luta. As escolas estão abertas e a funcionar normalmente, apesar da pseudo-luta. Assim, é inútil.
Muitos que estão nos órgãos dos sindicatos apenas lá estão para “mamar”.
Por isso dão o aval, ainda que implícito ou por silêncio às tropelias que o ministério tem feito desde o tempo da Milú Aberrante.
Foi porque aceitaram determinadas situações, que beneficiaram quem estava em escalões médios ou elevados há 18 anos atrás, como é o caso dos que dirigiam os sindicatos há época e muitos que ainda lá andam agora, que os professores que estão nos escalões mais baixos (abaixo do 5.º) estão tramados e vão acabar na miséria.
A então chamada “geração rasca” dos anos 90, que, na verdade, era a geração mais bem preparada e que teve de suar as estopinhas para ir para a universidade, ou que os pais e eles próprios tiveram de dar o litro para irem estudar para a privada porque não havia as vagas que há hoje no público, é esta geração que agora será nada e acabará na miséria.
As reformas que existirão daqui a 20 anos serão menores do que o salário mínimo. E isto, claro está, se existirem reformas.
Ou então, só terão direito a reforma se levarem penalização enorme e viverem na miséria, ou se reformarem aos 80 anos.
Na prática não haverá reforma nenhuma e morrer-se-á em serviço.
É isto o que os pulhas andaram a fazer. Afinal a “geração rasca” é isso sim “geração à rasca” e traída.
Os pulhas dos políticos que havia e há arrastar-nos-ão para isso.
E ainda têm a lata de virem cantar vitórias e sucessos, numa sociedade onde a miséria dos licenciados e mestrados será uma constante.
Ainda se arrogam no direito de dizer que ser professor é ganhar muito. Cambada de mentirosos e nojentos.
Quem não vê que abra os olhos. Alguém no sue juízo perfeito quer ser professor?
Só se estiver doido!
Ó rapaz, quem ia para as privadas eram os que não tinham notas para entrar nas públicas. Eram os burros, que saíam de lá com médias altas e depois passavam à frente dos outros das públicas, na graduação.
Ou seja, os burros nas privadas ficavam espertos!
Isto foi, e é, o salve-se quem puder.