Aulas vão arrancar na próxima semana com manifestações e protestos por todo o País. Caso o Governo não ceda, os sindicatos ameaçam fazer greves às avaliações finais.
“Não vale a pena esperar paz ou estabilidade para o 3º período”
Por estes dias, com as férias escolares, as escolas de todo o País estarão praticamente vazias, mas no seu interior prepara-se o arranque do terceiro período ou a continuação do segundo semestre – dependendo do método de ensino adotado – e as previsões não são positivas. É que a luta dos professores vai mesmo continuar.




7 comentários
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Não queremos paz! Queremos justiça!
A LUTA continua e continuará até sermos respeitados!!!!
Mais nada!!
Força!!
Não pararemos NUNCA!!
Vejam o que aconteceu com a greve dos Oficiais de Justiça: “O protesto foi considerado ilegal pelo Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República e por isso passível de ocasionar sanções disciplinares, mas a forte adesão com que contou torna muito difícil ao Ministério da Justiça enveredar por este caminho. Teria de levantar milhares de processos disciplinares. ” e continuando “Por outro lado, um tribunal de primeira instância decidiu que a tutela não pode descontar um dia inteiro de salário, ou mesmo meio dia, a funcionários que continuam a trabalhar e que apenas se negam a desempenhar determinados actos concretos.” fim de citações. Ou seja, as entidades habituais apressaram-se a considerar a greve como greve self-service e a declará-la ilegal; a tutela apressou-se a homologar o parecer, mas os oficiais de justiça borrifaram-se no parecer e nas ameaças de processos disciplinares e mantiveram a greve e a tutela meteu o rabinho entre as pernas pois caso contrário teria de meter processos a milhares de funcionários e entretanto os tribunais paravam de vez. Isto não vos parece semelhante a nada? E aquela do tribunal julgar em tempo recorde a licitude do ato grevista, enquanto nós continuamos à espera duma decisão sobre os serviços mínimos, também não?
Isso seria o que ia acontecer se TODOS interpusessem processos no tribunal por conta de serem ultrapassados por colegas com menos tempo de serviço.
Se todos os sindicalizados recorressem aos seus sindicatos para interpor individualmente processos judiciais contra as ultrapassagens, e recorressem a privados (caso não tivessem sindicalizados), ou se unissem e pagassem a advogados para interporem esses processos, os tribunais entupiam e alguma coisa teria de mudar em relação a esta situação.
Assim, deixam-se ultrapassar e vilipendiar por mais uma nojeira perpetrada por este governo!
Acho que o que o comentador “Question” queria dizer, era que se ignorássemos os serviços mínimos e mantivéssemos a greve total, não havia maneira de o ME despachar 120 000 processos disciplinares a professores, dentro desta década…
Não digo o contrário.
Apenas acho que além disso deveríamos interpor processos em tribunal acerca das ultrapassagens. Isso bloquearia os tribunais obrigando a que uma medida legislativo fosse adotada para resolver de uma vez por todas este problema.
Nunca há paz quando não há justiça. Se parece que há paz, é porque está podre. Um dia rebenta…