Aguarda notificação do Ministério Público para saber se vai a tribunal ou se o caso é arquivado.
Professor constituído arguido por organizar marcha fora de horas
Um professor de Setúbal, que organizou uma marcha de protesto contra as políticas de Educação do Governo, está a contas com a Justiça. Incorre num crime de desobediência qualificada por estar envolvido na realização de uma manifestação fora de horas.
O docente foi constituído arguido com base numa lei de 1974, que estipula as horas e dias em que se pode realizar cortejos e desfiles.




24 comentários
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Começa a parecer que vai ser necessário um novo 25 de abril!!
(“quem adormece em democracia acorda em ditadura”)
O desvirtuamento de uma lei feita para um período específico da História.
Esta lei foi criada para uma época em que as greves eram diárias, nos mais diversos sectores e a toda a hora. Quando vivíamos o chamado “Verão quente”, quando todo o processo revolucionário estava em marcha e era preciso assegurar que os serviços básicos do Estado e das empresas conseguiriam funcionar com um mínimo de eficácia.
A aplicação desta lei hoje em dia, apesar da contestação que se vive, é um exagero e um desvirtuamento da própria lei.
Cheira demasiado a fascismo. Não sei de de esquerda, se de direita. Mas é à custa destas atitudes que muitos acabam por dar votos em gente ainda menos democrática do que aqueles que hoje estão com o “s” sentado no poleiro.
Quem nos tem “governado” é a esquerda e a extrema esquerda…
Não fales mal de Salazar.
Ele era um santo, ao pé dos bandidos atuais.
Deves até ficar 10 minutos em sentido, em sua honra.
Mas alguém falou em Salazar?! Só tu.
Atrasado!
Tal como já muitos disseram, a continuação destas políticas remuneratórias, avaliativas e de escalonamentos da pseudo-carreira dos professores vai fazer com que todos os que entraram a partir de 2003 / 2004 acabem com uma reforma de miséria.
Muitos acabarão, comparativamente, com menos do que aquilo que começaram por receber no início da sua carreira.
Serão velhos, doentes e não terão direito a nada.
Acabarão na miséria, com uma reforma menor do que o ordenado mínimo e sem o nenhum reconhecimento do trabalho feito durante toda uma vida.
Não serão nada nem ninguém. Apenas farrapos humanos, espoliados e enganados por políticos medíocres, ladrões e mentirosos.
Não se pense que os do outro lado farão diferente. Não aparentam querer fazê-lo.
Os mais radicais / liberais / cheguistas ainda são piores.
Qual a solução para isto? Nem o PR o sabe. Daí não demitir este governo facínora e aldrabão. Sabe que a alternativa não será melhor. Será apenas diferente, já que o extremismo liberal, cheguista ou bloquista tornará mais rápido o processo de degradação. Talvez até fosse melhor, embora com consequências imprevisíveis e nefastas.
Precisamos sim, de um verdadeiro centro político. Não de extremos.
Um centro sem corruptos e mentirosos, com políticos que construam em vez de destruir e que não aproveitem os meios do Estado e outros para enganar as pessoas, incluindo os próprios funcionários públicos.
Este prefere o diabo! Continua a querer provar as vergastasdas contínuas do Costa. Tá bem, tá!
Fica com o “S” a mais, talvez te faça falta, na vergastada.
Tu não sabes.
Ele pode antes querer umas chibatadas do Costa. Ele deve gostar muito do Costa.
Tu deves preferir o Ventura, por detrás!
Há dezenas de anos que essa Lei não é aplicada e que há manifestações e comícios durante a semana, antes das 19h30, pelo que não se compreende como foram desenterrar o DL n.º 406/74!!!!!
Perseguição, claro!
Se não fossem professores não o fariam.
Se ele fosse Lelo, Black, lider LGBT, ou membro duma dessas minorias ruidosas que para aí andam, não era sequer incomodado… Como é professor … FOGO NELE!
O melhor amigo dos radicalismos tipo Chega é este governo.
Não é à toa que o PS tinha a maior percentagem de políticos do antigo regime recauchutados.
Eu não votei, nem vou botar nesta esquerdalha mafiosa…
Nem mais!
Espero que os sindicatos digam que não à proposta de desunião do ministério, em apenas querer que quem estava na carreira antes de junho de 2005 possam passar para os 5.º e 7.ºs escalões sem vagas.
Todos, mas mesmo todos devem prosseguir sem vagas para qualquer escalão!!!!
Não há nenhuma carreira na função pública ou no privado em que existam vagas para aceder a escalões remuneratórios. Ou há para todos ou não há para ninguém. Aliás, o que acontece é que há para todos em todo o lado. Dependerá, claro, do tempo de serviço.
Mas cortar a carreira de milhares e milhares de pessoas simplesmente porque tiveram o azar de estar numa escola, em alguma parte do país, onde não há vagas para estes escalões é simplesmente uma aberração.
A proposta do ministério apenas vem tentar dividir os professores, querendo calar aqueles que têm um pouco mais de tempo de serviço, dando-lhes (ou prometendo-lhes) uma cenoura. E com isso, tramar de vez todos os outros.
Os outros, são aqueles que entraram em 2005 ou nos anos imediatamente a seguir, apanhando quase tudo dos dois congelamentos, apanhando as ultrapassagens por gente com menos tempo de serviço e habilitações, provocadas pelo Despacho 119/2018, do primeiro governo de Costa, as desvalorizações salariais, as quotas das avaliações, as burocracias infindáveis, o trabalho incessante e não remunerado fora de horas, as formações obrigatórias que têm de ser pagas pelos próprios e que têm de ser feitas a seguir ao horário de trabalho ou aos fins-de-semana, a abdicação do tempo com a família e tudo o que têm sido as loucuras dos pulhas.
Espero que haja juízo por parte dos sindicatos e não vão em conversas!!
Tal como sugiro que os Sindicatos se deixem de competições idiotas sobre quem organiza a maior manifestação, ou de apostas em greves fofinhas como a Fenprof está a preparar, diz-se que para contornar os “serviços mínimos”, mas que a ser como querem lançar não tem a mínima eficácia pratica contra o governo e só desmoraliza e desacredita, ou as “novas” iniciativas do STOP em que até agora só se ouviu falar no “apelo a uma presença maciça na manifestação do 25 de Abril”, parece que é com “manifs” que querem torcer o braço aos Costas – se fossem manifestações de 100 000 TODOS OS DIAS e em caminhos-de-ferro, pistas de aeroportos, estradas vitais, que impedissem o uso destas, e aí queria ver a policia de choque a investir contra 100 000 pessoas, algumas com treino anti-policia, até podia resultar, agora uma manif de 1 dia… Não admira que o sorriso trocista do Costa, seja cada vez mais largo. Com este tipo de “contestação”, já ganhou … Precisamos de ser mais enérgicos e menos obedientes. Ou então de uma desvinculação maciça destes sindicatos e a criação ou de outros ou de uma Ordem dos Professores. Como está, não vamos a lado nenhum
Uma Ordem não sei se serviria de alguma coisa. Mas realmente com atitudes “fofinhas” as coisas não mudam.
É só ver o ar trocista e o tom jucoso com que este governo (os outros eram parecidos) tratam os professores.
Só gozam connosco!
jocoso
Desculpem o lapso.
Uma lei comunista leninista de 1974 e que se mantém na nossa linda “democracia”…
Para mim, que não gosto de manifestações fofinhas, e de outras propostas similares, proponho que todos os professores que estão a lecionar o 12 ano atribuam a classificação de 20 valores a todos os alunos! Gostaria de saber como é que os Costas resolviam o problema da entrada para as faculdades! Seria a loucura!! Gostaria também que todos os professores que têm de “avaliar” colegas atribuam 10 em todos os parâmetros!!
A solução é subverter todo o sistema! Os sindicatos não vão resolver nada, como de costume!!
Relembro que o PSD já teve oportunidade para resolver parte do problema dos professores, mas, à última da hora, voltou atrás!! É tudo igual, ou parecido!!
A média de entrada nas faculdades contabiliza notas internas de 11º ano, 12º ano e exames nacionais.
De nada serve atribuir 20 a todos os alunos no 12º ano, é apenas uma variável entre as outras para a determinação da média.
Também de nada serve atribuir 10 a todos os profs na ADD pois a comissão da ADD de cada agrupamento procederia à aplicação de fatores de desempate.
Serviria sim e muito, ter direções a encetar formas de protesto declarando o seu apoio aos colegas rasos e, consequentemente, à escola pública.
E, vou continuar a insistir, para nós soldados rasos, greves a partir do próximo ano letivo, só ao período da manhã/tarde, de forma alternada – para evitar os serviços mínimos que aniquilam o efeito da nossa greve.
Uma semana por mês, depois duas semanas por mês, etc.
Antes de Socris
– Educação
– Respeito
– Direito à indignação
– Transmissão do conhecimento
– Distinção entre dificuldade/apoio
Após Socris
– Polarização
– Submissão
– Lambcusismo
– Molduras do conhecimento
– Medidas e contra medidas apoios e contra apoios e muletas
– Excelentes para alguns sem correspondente aplicação na pratica letiva
– Caciques internos em permanência
– Eisios saindo da toca carradas de avalistas recalcados de crayon azuli em riste recuerdos pidescos de uma escuela salazarista