Taxa de retenção no básico no nível mais baixo da década

 

As taxas de retenção, atingiram em 2019 o valor mais baixo da década, no ensino básico, mantendo a “tendência descendente dos últimos anos”. É no 2.º ano de escolaridade que se observam as taxas mais elevadas de retenção (4,9%), assim como, globalmente, na transição entre ciclos.

A taxa de conclusão no ensino básico, que tem vindo a crescer desde 2012-2013, alcançou em 2019 o valor mais elevado da década (94,5%), refere o relatório, sublinhando que o Alto Minho, o Cávado, o Tâmega e Sousa e o Ave foram as regiões onde se registaram as taxas mais elevadas.

 

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5 comentários

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    • gin on 21 de Dezembro de 2020 at 13:50
    • Responder

    Evidente. Zonas com taxas de abandono altíssimas. Escolaridade obrigatória até aos 18 anos e fim das retenções ia dar no quê senão isto?! Tudo desvirtuado. Numa das regiões mencionadas de onde sou natural e onde tb leciono, nem todos querem andar na escola…nem podem…nem devem!

      • maria on 21 de Dezembro de 2020 at 14:48
      • Responder

      Diz a Joaquina : ” taxas de retenção de 4,9 ?! Atão nã sabem ler o 54 ?! Aqui no #EstudoNaVenda a taxa de retenção é como os juros do BCE , taxa negativa : nã 4,9 mas sim -4,9 . Aprendam, porra! “

    • Alecrom on 21 de Dezembro de 2020 at 14:52
    • Responder

    Deve ser mentira.
    A senhora Brederode diz que andamos obcecados em chumbar/reter/travar/não passar alunos, vidrados que estamos em prepará-los unicamente para exames.
    Só ela e o secretário Costa trabalham para o desenvolvimento harmonioso dos alunos.
    O comum dos professores, corja ignorante, continua a fazer o mesmo que fazia há trinta anos.
    Ela e o Costa, nos últimos trinta anos, têm mudado imenso o discurso.
    Responsabilidades do que corre mal?
    Pois…
    da corja ignorante que não sabe o que faz.

    • Eu on 21 de Dezembro de 2020 at 19:38
    • Responder

    Pois claro, por isso, enho alunos no 8.º ano que não sabem ler…

    • Tiago on 22 de Dezembro de 2020 at 14:15
    • Responder

    Há cada vez mais alunos no ensino profissional o que é bom pois dá oportunidade aos alunos em escolher o sistema que melhor se adapta aos seus objetivos, mas convém que o ensino ministrado tenha um caris efetivamente prático, com estágios durante o período letivo. Neste tipo de ensino também é importante proteger os alunos que realmente querem aprender daqueles que perturbam o funcionamento da aula até fazerem 18 anos.
    Quanto à questão dos adolescentes não gostarem da escola, é obvio, eu também não gostava pois tinha de trabalhar e o trabalho custa e por isso a recompensa sabe bem. Mas só se conhece a recompensa anos depois.
    Quando frequento ações de formação também me custa fazer relatórios mas se não os fizer é menor a apreensão dos conteúdos ministrados.
    Não se deve esperar que os alunos acordem de manhã felizes da vida por irem para a escola, só almeja isto quem n~~ao contacta com uma sala de aula há muito tempo. Por isso é que no meu agrupamento peço sempre para ter uma turma do 3º ciclo (ensino regular) e e outra do CEF ou Pief (para além do secundário.
    Assim mantenho o conhecimento da realidade e posso opinar no agrupamento e fora dele com conhecimento da realidade, pois é muito fácil perder a noção da realidade.
    Desde há muito tempo que os professores diversificam estratégias.

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