Solicitam medidas contra a violência na Escola e reforço da Paz e Segurança
Luís Miguel Sottomaior Braga Baptista
2023.10.02
7703
Em apreciação
2023.10.04
2023.10.18
Out 23 2023
Solicitam medidas contra a violência na Escola e reforço da Paz e Segurança
Luís Miguel Sottomaior Braga Baptista
2023.10.02
7703
Em apreciação
2023.10.04
2023.10.18
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/10/peticao-contra-a-violencia-na-escola-e-reforco-da-paz-e-seguranca-em-apreciacao/
12 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Todos os “delinquentes alunos” que transgredissem as normas ficam sem os abonos e são excluídos da Escola transferidos para outra mesmo longe da área da residência! Estas eram as medidas adequadas. Só voltavam a receber os abonos se fizessem trabalho comunitário e ao serem excluídos da Escola ou menos era um exemplo para os outros …
Ora, nem mais.
Carmo, concordo com o seu comentário,
Mas o problema não está na Lei pois tudo o que refere já está estipulado na Lei.
O problema é outro, o problema está na aplicação da Lei.
A cultura vigente é sempre fechar os olhos ás situações.
Isto vem tanto da parte das DREs quanto das Direções das Escolas quanto dos próprios professores.
A aplicação da Lei não parece ser do interesse das chefias.
Se por mero acaso algum professor tiver um problema a culpa é do professor que não se sabe impor.
Nunca dos alunos ou dos EE.
Na maior parte das escolas, quando um professor marca uma Falta Disciplinar, é logo desencorajado a fazê-lo, olhado de soslaio e considerado incompetente,
Por muita razão que tenha.
O mesmo acontece quando dá muitos níveis negativos,
Então se o professor for mais activo e resolver fazer queixa na Policia, então é que sofre pressões da parte dos colegas e da Direção.
Da parte dos colegas se não criticarem o professor agredido, nunca estão disponíveis para servirem de testemunha.
Falo por experiência própria que numa situação em que fui ameaçado e insultado, tive de agir de mote próprio e sem o apoio de ninguém.
Mulherio. Muitas professoras e poucos professores.
Enquanto o putexx não for posto em ordem, não há nada a fazer.
As escolas estão cheias de delinquentes, filhos do putexx português.
Não gosto de putexx, mas gosto de sardaniscas coleantes. Acho que está escrito nas estrelas que nos vamos encontrar. intimamente, minha travessa Crotaphytidae…
Este é o Alfredo cuzeiro.
Solução infalíveis para acabar com a violência escolar:
– Regresso das Escolas Técnicas.
– Escolas segregadas por sexo.
– Fim da escolaridade obrigatória – só estuda quem quer e ninguém anda obrigado.
– Penas severas para bandidagem de qualquer idade.
– Polícia nas escolas sempre que necessário e em permanência.
– Fim da enorme injustiça social que segrega os professores homens! Cotas para professores homens – 50-50%. Mais professores homens = menos violência.
Não têm nada que agradecer!
Esqueceu-se do mais importante: ACABAR definitivamente com a submissão do Ministério da Educação ao socio-construtivismo Gramschiano do ISCTE. ACABAR definitivamente com os rituais pagãos de adoração ao psicopata terrorista Estalinista Paulo Freire, também conhecidas como “acções de deformação”. As professoras são absolutamente incapazes de contestar qualquer tipo de abuso que sofram. Nem sabem identificar um abuso. Nasceram para obedecer… Se as mandarem ingerir fezes de macaco, elas perguntarão logo se lhes dão um subsídio para a colher e a taça.
Com este tipo de comentário com tal desconsideração às mulheres professoras deves ser algum panasca frustrado. Assume-te e acredita que assim libertas essa raiva e podes ser mais feliz e até participas nas prides lgbt tanto na moda.
Ele não gosta do putexx.
Apenas a pura verdade. Homens e mulheres são diferentes, por muito que isso contrarie a Ideologia de Género, o politicamente correcto e a cartilha woke, que vocês papam sofregamente, como papam tudo o que vos mandam papar. Com uma certa submissão biologicamente determinada.
De um modo geral, as mulheres são doces e acolhedoras e não têm a autoridade natural dos homens, Nem por sombras são inferiores, apenas somos diferentes e temos papéis diferentes.
Claro que há Damas de Ferro, como a Tatcher, como há homens mais meigos e sensíveis.
Alguma vez se perguntou porque é que há muito mais professoras do que professores? Porque esta é uma profissão FEMININA, eminentemente feminina!!! Não significa que os homens professores sejam apanascados (para usar o seu jargão) mas que têm de facto algumas características do arquétipo feminino. Eu assumo-o. Como o assumem psicólogos e psiquiatras, por exemplo, que por não terem ido para engenheiros não desatam a frequentar o “Finalmente”.
Já se perguntou porque é que numa profissão esmagadoramente feminina, os cargos de direcção são esmagadoramente masculinos?
Deixe lá o politicamente correcto e interrogue-se com honestidade. Insultar é fácil. Pensar é difícil.
(E que falta de imaginação, essa réplica homofóbica do “recalcamento gay”, mais batida que um baralho de cartas. Já reparou que os criadores são massivamente homens? Artistas, cozinheiros, inventores, escritores, é quase tudo malta com tintins!!! E algumas lésbicas…).