Foram colocados 214 contratados na Reserva de Recrutamento 14, distribuídos de acordo com a tabela seguinte:
Nov 30 2023
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Nov 30 2023
A diretora do Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, em Gondomar, que foi processada pelo Ministério da Educação por permitir a exibição de uma tarja por altura das greves dos professores vai ser suspensa e vai perder o mandato, denunciou, esta quinta-feira, o Sindicato dos Professores do Norte.
Em causa, duas tarjas que permanecem na fachada do Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, em Gondomar, desde fevereiro, com duas mensagens: “Pela escola pública” e “Estamos a dar a aula mais importante das nossas vidas”.
As tarjas foram colocadas por alturas de maior visibilidade das greves dos professores e valeram à diretora do Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, Glória Sousa, a abertura de um processo disciplinar por parte do Ministério da Educação.
Segundo, denunciou esta quinta-feira o Sindicato dos Professores do Norte (SPN), Glória Sousa já foi notificada da recomendação da Inspeção-Geral da Educação, após a conclusão do inquérito. É acusada de ter violado o dever de de imparcialidade e de lealdade, previstos nas alíneas c) e g) do n.º 2, bem como nos n.ºs 5 e 9 do art.ª 73 da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, e propõe-se a sua suspensão e a perda de mandato, ou seja, que deixe de ser diretora do Agrupamento, cargo que ocupa desde 2017.
“É incompreensível, enquanto advogado. Do nosso ponto de vista, não foi cometido qualquer ilícito disciplinar. A argumentação é a de que a diretora terá tomado parte de uma causa. Esquece-se o Ministério de Educação é que antes de ser diretora é professora. Não faz qualquer sentido”, considera o advogado do SPN, João Martins.
A situação de Glória Sousa merece “total solidariedade” do coordenador do SPN, João Paulo Silva, que aponta o facto de várias escolas ainda terem tarjas colocadas nas fachadas e o facto de ser inédito um processo disciplinar deste âmbito.
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Nov 30 2023
Ainda há dois dias acompanhei pelas redes sociais a saída de Shane MacGowan do hospital onde estava internado.
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Nov 30 2023
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa- 14.ª Reserva de Recrutamento 2023/2024.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 04 de dezembro, até às 23:59 horas de terça-feira dia 05 de dezembro de 2023 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato
Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 14
Listas – Reserva de recrutamento n.º 14
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Nov 30 2023
A escola pública arrisca transformar-se em tragédia até 2030 por falta de planeamento estrutural e por políticas cínicas e ineficazes. Em breve, vamos precisar de uma espécie de troika para a educação
Fechando-se o ciclo de 8 anos de governação socialista na educação, fechando-se também o ciclo maior dos últimos 27 anos, dos quais governou 20, a única coisa que não podemos aceitar é o branqueamento da responsabilidade socialista no estado actual da educação portuguesa, em particular da escola pública. Mas é isso que já está a acontecer: prevalece um discurso sem autocrítica, distribuem-se já comendas e louvores dentro da grande família socialista, e finge-se que vivemos no melhor dos mundos. As visões de fora são também trabalhadas para que a realidade vivida aqui não seja nunca citada. O Governo socialista especializou-se em visões do País como um eterno Jardim do Éden, onde apenas existem as coisas belas. Os que cá vivem têm uma visão bem diferente da utopia que construíram.
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Nov 30 2023
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 14.ª Reserva de Recrutamento 2023/2024.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 04 de dezembro, até às 23:59 horas de terça-feira dia 05 de dezembro de 2023 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato
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Nov 29 2023
Idade da reforma calculada a partir de dados, ainda provisórios, divulgados pelo INE. Esperança de vida aos 65 aumentou para 19,75 anos.

idade da reforma deverá subir para os 66 anos e sete meses em 2025, um aumento de três meses face ao valor que será praticado em 2024, segundo os cálculos com base nos dados, ainda provisórios, esta quarta-feira divulgados pelo INE.
Com base nestes dados é possível calcular que em 2025 a idade de acesso à reforma será aos 66 anos e sete meses.
Em 2023, tinha-se registado um recuo de três meses por comparação com a idade fixada para 2022, algo inédito desde que a idade da reforma passou a estar associada à esperança média de vida.
Tanto a redução de 2023 como a manutenção da idade para 2024 estão associadas ao recuo na esperança média de vida devido à mortalidade associada à pandemia de covid-19 e a sua incidência junto da população mais idosa.
O valor provisório da esperança de vida aos 65 anos, apurado anualmente pelo INE, é divulgado em novembro servindo de referência para efeitos de determinação da idade normal de acesso à pensão de velhice, sendo que o que agora foi conhecido não incorpora ainda as estimativas revistas de população residente decorrentes dos resultados definitivos dos Censos 2021.
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Nov 29 2023
O Bolo que teimava em não crescer
Trata-se uma história, visando a faixa etária dos 10-12 anos, que visa sensibilizar os mais novos para a problemática da solidão e para a importância da interação humana, sendo ‘o bolo que nunca cresce’ uma metáfora das dificuldades por que passamos na vida e com que lidamos, com mais ou menos resiliência, sozinhos ou apoiados.
Autoria:
Conto – Dulce de Souza Gonçalves / professora, escritora
Ilustrações – Patrícia Magalhães / artista plástica
Encomendas: [email protected]
Valor 15 euro (edição de autor)

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Nov 29 2023
Altera o regime jurídico da habilitação profissional para a docência na educação pré-
-escolar e nos ensinos básico e secundária
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Nov 29 2023
Encontra-se disponível de 29 de novembro e até às 18h (Portugal Continental) de 6 de dezembro na plataforma SIGRHE>Reposicionamento 2023, a fase da reclamação do reposicionamento na carreira docente, nos termos definidos pela Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio.
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Nov 29 2023
Mas a culpa é do Passos.

No texto da declaração de voto, entregue aos jornalistas, o deputado do PS e candidato à liderança explica porque votou contra as propostas de alteração para recuperar o tempo de serviço dos professores. “Sendo matéria orçamental, estou sujeito à disciplina de voto”, começa por explicar. “E entendo que o modo de reposição da contagem do tempo de serviço deve ser definido em negociação e concertação com as organizações representativas dos professores, que não devem ser desconsideradas”, continua.
Ainda assim, Pedro Nuno critica o “esforço inacabado” que o governo acabou por não levar até ao fim neste setor. E diz que concorda “genericamente” com “espírito da proposta de alteração” do PSD.
“Entendo que existe um esforço inacabado na resposta a questões de justiça e de cumprimento dos compromissos do Estado perante os professores, as suas respetivas carreiras e legítimas expectativas”, diz, sublinhando que Portugal enfrenta hoje uma grave crise de falta de professores, e apontando parte da culpa aos “desincentivos gerados durante a governação PSD entre 2011 e 2015”.
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Nov 29 2023
Que mentira: a de não se poder dar os 6 anos aos professores, sem dar aos outros funcionários públicos.
Depois de uma campanha com a narrativa de que 70% de 10 anos (funcionários públicos) seria igual a 70% de 4 anos (professores), foi lançada a narrativa de que era impossível dar a todos os funcionários públicos o que os professores reivindicavam. Isto já depois de ser dado aos enfermeiros e aos técnicos especializados da saúde uma recuperação de remunerações com retroativos.
Nesta última semana de novembro houve também a redução do tempo de carreira dos técnicos superiores de 14 escalões para 11 (também se pode reduzir os escalões para 9 e assim dar-se 4 anos aos professores, mas subindo todos um escalão), com ganhos de cerca de 270€ e ontem os médicos conseguiram um aumento de 400€.
Caiu a máscara ao governo em relação às narrativas, que se tornaram mentiras. O que se passa é um desprezo por esta profissão, indicando que os Costas precisam de sofá no psicólogo, para saber o motivo deste ódio a uma profissão. Este ódio prejudica o país.
Já agora lembrar outra narrativa que ou se fazia o IP3 ou se dava o aumento aos professores. Hoje nenhuma está concretizada, o IP3 já tem alguns troços feitos e os professores um acelerador de carreira de um ano para alguns, pois para os professores há sempre restrições orçamentais. Somos únicos no
sentido negativo.
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Nov 29 2023
Movimento cívico Pais Em Luta Pela Educação acusa o Governo de não estar a cumprir a Constituição ao negar a garantia do direito à igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar para todos os estudantes.
O PELPE responsabiliza o Estado pelo não-cumprimento da Constituição e relembra que, segundo o documento, cabe ao Governo “assegurar o Ensino Básico universal, obrigatório e gratuito, bem como garantir a educação permanente e eliminar o analfabetismo”, entre outros deveres.
“Isto não pode continuar. Não pode haver tanta falta de professores e tantos alunos prejudicados na sua aprendizagem. A petição vem no sentido de apelarmos aos governantes para que façam cumprir a lei. E a lei é clara em relação aos direitos dos alunos. O que está a acontecer é um prejuízo e uma discriminação muito grande“, explica ao DN Luís Gomes, um dos autores da petição.
O documento elaborado pelo PELPE relembra o número de alunos sem professor a uma ou mais disciplinas, principalmente em Lisboa e no Algarve, desde o início do ano letivo, que arrancou com “mais de 100 mil alunos sem professores”. E foi precisamente em setembro, no início das aulas, que nasceu o PELPE, com a criação de um grupo de WhatsApp, por parte de Luís Gomes.
O grupo “cresceu de tal forma” que, conta, foi necessário “criar grupos de trabalho”, um dos quais responsável pela elaboração da petição.
A acrescer à elevada adesão de pais e encarregados de educação “preocupados pela falta de professores” está o receio de que “a solução para o problema da falta de docentes se arraste e, até, que piore”. “Tenho uma filha mais velha que já sofreu com a falta de professores no Algarve. A minha filha mais nova, de 2 anos, poderá passar pelo mesmo problema, e é um problema que me preocupa muito enquanto pai”, explica.
O objetivo do PELPE é “atingir as 7500 assinaturas para que a questão seja debatida pelo próximo Governo e se encontrem soluções efetivas”. As medidas, explanadas na petição não se centram apenas em soluções a longo prazo, mas também mudanças a curto prazo. “Devem ser completados horários incompletos de professores com aulas de recuperação das apren- dizagens, criar programas ocupacionais para os períodos sem aulas, bem como reforçar a vigilância, flexibilizar – em termos de burocracia – a colocação de professores, desde que qualificados a nível científico-pedagógico, pagar subsídios de deslocação e alojamento para professores nos mesmos moldes de outras classes profissionais, nomeadamente políticos, médicos e oficiais de justiça, envolver os Conselhos-Gerais das escolas e câmaras municipais com o objetivo de proporcionar alojamento acessível para os professores, criar outras políticas de incentivo urgente para que professores de outras zonas do país aceitem deslocar-se, e criar outras políticas de incentivo urgente, para que professores que abandonaram a profissão, a reintegrem”, pode ler-se na petição.
Estas medidas, explica Luís Gomes, permitiriam colmatar, desde já, as situações mais graves e evitar mais prejuízo aos alunos, principalmente aos que serão sujeitos a exame nacional. “A questão dos exames é altamente discriminatória, não há cumprimento da lei. Os alunos nesta situação não conseguem competir com os pares, sejam do público ou do privado, e muitos não têm condições para pagar explicações”, sublinha. Luís Gomes quer medidas imediatas para os alunos que vão fazer exames, que podem até passar por “uma comparticipação que lhes permita ter aulas extra pagas, garantidas pelos Estado”.
Ao próximo Governo, o PELPE pede a “elaboração de turmas e horários mais cedo, permitindo a colocação atempada de professores, considerando o mês de julho para o efeito, a criação de um sistema de quotas para que alunos prejudicados, em disciplinas sem professores, possam ser avaliados e concorrer em pé de igualdade com os pares, o reforço da contratação de técnicos especializados (terapeutas, psicólogos, assistentes sociais, professores da educação especial…) para apoiar os alunos prejudicados com a falta de professores, o aumento do investimento na educação, destinando pelo menos 6% do Orçamento de Estado em 2024, de acordo com padrões internacionais”. Medidas que, refere Luís Gomes, convergem todas na valorização da carreira doce para “atrair jovens para a profissão, mas também recuperar docentes que abandonaram o ensino”.
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Nov 28 2023
E depois de quase todas as classes terem visto alguns aumentos salariais avultados só ficaram mesmo os professores de fora.

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Nov 28 2023
Que obriga o Ministério Público a usar 60 inspetores e peritos da Polícia Judiciária, um representante da Ordem dos Médicos, cinco especialistas do Núcleo de Assessoria Técnica da Procuradoria-Geral da República, cinco magistrados do Ministério Público e dois Juízes de Instrução Criminal.
Ao todo são 73 pessoas evolvidas na investigação.
Começo a achar que os gastos na investigação já são bem superiores aos “delitos” cometidos.

A Polícia Judiciária (PJ) realiza, esta terça-feira, nove buscas domiciliárias e não domiciliárias, em Lisboa e Viseu, designadamente, a instalações de uma empresa, ao Instituto Português do Desporto e da Juventude, à Cruz Vermelha Portuguesa, ao Centro Hospitalar Tondela-Viseu e ao Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.
João Paulo Rebelo, antigo secretário de Estado do Desporto, é um dos visados no caso, apesar de ainda não ter sido constituído arguido, de acordo com o Observador. O ex-governante estava em Espanha, mas apresentou-se na tarde desta terça-feira nas instalações da PJ, em Lisboa, segundo asseverou o próprio à Renascença.
Numa informação publicada no ‘site’ do Ministério Público (MP), refere-se que as diligências “visam a obtenção de prova relacionada com factos suscetíveis de constituir crimes de participação económica em negócio e de abuso de poderes, por titular de cargo político, bem como de usurpação de funções”.
Em causa estará um contrato público, de 2019, por ajuste direto, ao abrigo do “Projeto PRID – Programa de Reabilitação de Infraestruturas Desportivas”, para aquisição de serviços de engenharia, com pessoa sem habilitação legal para a prática de atos decorrentes daquela profissão, e, noutra parte, em suspeitas de favorecimento de contratação pública respeitante a análises de testes de Covid-19.
Nas diligências encontram-se 60 inspetores e peritos da Polícia Judiciária, um representante da Ordem dos Médicos, cinco especialistas do Núcleo de Assessoria Técnica da Procuradoria-Geral da República, cinco magistrados do Ministério Público e dois Juízes de Instrução Criminal.
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Nov 28 2023
Entre o dia 26 e 29 de novembro de 2023 existem 416 horários em concurso na Contratação de Escola.
As maiores necessidades são para os mesmos sítios do costume e para os grupos de recrutamento do costume.
Por isso nada de novo.

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Nov 28 2023
Sei que quem decide trocar a sala de aula por uma lugar no ME, seja em que funções for, está sujeito a uma determinada etiqueta que em momento algum pode falar mal da instituição ME. No caso de um@ Diretor@ essa regra não pode, nem deve existir porque não é ao serviço do ME que está em funções, mas sim ao serviço de uma comunidade que o/a elegeu (onde não tem assento qualquer órgão do Ministério da Educação).
A aproximar o 50 anos de abril esta acusação de violação dos deveres de imparcialidade e lealdade merece repúdio e a minha solidariedade para com esta Diretora.

A diretora do Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, em Gondomar, Glória Sousa, processada pelo Ministério da Educação pela exibição de uma tarja polémica, foi acusada de violação dos deveres de imparcialidade e lealdade, revelou à Lusa a própria.
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Nov 28 2023
Mas a votação é tão entediante que não consigo acompanhar todas as votações em forma de fila de agenda.
O PSD desafiou hoje a bancada do PS a “esquecer o cartão partidário” e aprovar a recuperação faseada do tempo de serviço dos professores, tendo o secretário de Estado da Educação acusado os sociais-democratas de incoerência sobre este tema.
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Nov 28 2023
– docente no 3º ano do 6º escalão, com 55 anos. Recuperação imediata dos 6 anos = passa para o 1º ano do 8º escalão. Terá 63 anos quando entra no 1º ano do 10º escalão.
Em ambos os casos usufruirá do 10º escalão durante muito pouco tempo.
Qual deveria ser a reivindicação? Ser colocado no escalão correspondente ao tempo de serviço. No exemplo dado, o docente com 30 anos de serviço seria colocado no 1º ano do 9º escalão. Aliás, um sindicato disponibilizou um simulador no site que se baseia no tempo de serviço e qual o escalão em que deveria estar com esse tempo. No entanto, a politica partidária impediu a exigência desta reivindicação e optou pela recuperação gradual, com o argumento de não hostilizar a população, e portanto, mantém uma perda financeira colossal. E mesmo que esta reivindicação fosse satisfeita, teria havido uma perda irreversível de milhares euros causada pela suspensão durante vários anos. Ou seja, a verdadeira justiça seria a colocação no escalão correspondente ao tempo de serviço e receber todo o dinheiro retirado durante os anos da troika (corte 3,5% salário base + subsidio férias e natal + taxa adicional).
Antes da troika e da reestruturação da carreira, os docentes entravam no 10º escalão, em média, com 55 anos.
Conclusão: toda aquela população docente acima dos 45 anos terá uma perda financeira brutal definitiva, que se repercutirá estrondosamente no valor da pensão de reforma.
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Nov 28 2023
É que não há qualquer vontade política de resolver os seus problemas.
Governo antecipa valorização da carreira geral de técnico superior, sem perda de pontos de avaliação. Medida vai custar 16,5 milhões de euros no próximo ano.

As três estruturas sindicais representativas dos trabalhadores da administração pública – Fesap, STE e Frente Comum – saíram ontem satisfeitas da reunião com a secretária de Estado da Administração Pública, Inês Ramires, sobre a revisão da carreira geral de técnico superior. O Governo avança com a redução das posições remuneratórias para que os trabalhadores consigam atingir mais cedo o topo da carreira, e sem que percam pontos de avaliação. E antecipa em um ano a passagem dos trabalhadores na primeira posição da tabela para o novo valor de entrada na carreira, medida que estava prevista apenas para 2025.
As posições remuneratórias passam das atuais 14 para 11, “o que vai resultar em aumentos salariais diretos para cerca de 40 mil trabalhadores, já em 2024”, garante o gabinete da Ministra da Presidência, em comunicado. Esta alteração, conjugada com o novo sistema de avaliação do desempenho (SIADAP), vai permitir a um trabalhador com um desempenho de “excelente”, atingir o nível máximo em 27 anos em vez de 40, sublinha o Governo.
Além disso, explica a nota à imprensa, “a carreira passa a ter uma nova posição de entrada, deixando de existir a atual primeira posição, que corresponde a um salário base de 1122,84 euros. Desta forma, os cerca de 1250 técnicos superiores nesta posição passarão automaticamente para a nova posição de entrada, no valor de 1385,99 euros, em 2024”. Apenas estes trabalhadores, que passam para a nova primeira posição da carreira e vão beneficiar de uma subida salarial de 263,15 euros já em 2024 vão perder pontos de avaliação.
Estas alterações vão abranger também as “carreiras especiais de técnico superior especialista em orçamento e finanças públicas do Ministério das Finanças e de técnico superior especialista em estatística do Instituto Nacional de Estatística”, que de 14 passam a 12 posições remuneratórias, explica ainda o Governo.
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Nov 27 2023
Têm chegado algumas notificações a docentes que foram a junta médica e viram a sua colocação anulada tendo que alegar em recurso a sua condição de doença.
Não deixa de ser absurdo que o docente tenha de fazer pronúncia escrita de uma decisão dada por um médico e anulada por uma junta médica.

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Nov 27 2023

Os professores querem uma “revisão urgente” às alterações feitas pelo ministério da Educação (ME) às regras que definem a colocação de docentes por doença, por considerarem que deixam de fora quem tinha direito a mudar de escola.
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Nov 27 2023
O que atrasa as aprendizagens são a indisciplina, as turmas numerosas e de multinível e a falta de recursos humanos de apoio aos alunos necessitados. Desde sempre. Antes, durante e após a pandemia.

Sou professor há quase duas décadas, com experiência na educação em diversos contextos, IPSS, Ensino Privado e Ensino Público. Neste artigo quero abordar um tema de primeira importância para o futuro do nosso país: a educação pública. Mais especificamente, quero abordar a responsabilidade que o PSD, enquanto o maior partido da oposição, tem para com a educação pública em Portugal.
Recuando ao ano de 2005, muitos consideram esse período como o início do declínio da escola pública enquanto meio eficaz de ascensão social. Quase 18 anos se passaram desde então, e podemos afirmar, com confiança, que enfrentamos desafios significativos. Esses desafios são o resultado das políticas adotadas ao longo das últimas décadas, políticas que negligenciaram a qualidade da educação e, em vez disso, promoveram a função assistencial das escolas.
Hoje, não importa tanto se os professores são competentes académica e pedagogicamente. Como é exemplo disso o novo diploma que rege o acesso à profissão. Mesmo contra as críticas de todo o sector, o governo avançou. Bem sei que há falta de professores, mas também sabemos todos que não é este o caminho a seguir.
A falta de professores qualificados, os baixos salários, a falta de perspetiva de progressão na carreira e uma cultura de desvalorização da profissão têm contribuído para uma crise sistémica na educação pública, tornando-se cada vez mais difícil atrair e reter bons professores, bem como encorajar jovens talentosos a escolherem o ensino como profissão.
Por esse motivo, é responsabilidade do PSD, como o maior partido da oposição, abordar esses problemas de frente e propor soluções concretas. Isso começa por dignificar a profissão de professor. Foi isso que foi feito quando se deu conta da intenção de reconhecer o tempo de serviço efetivamente trabalhado para a progressão na carreira ou subsidiar os professores deslocados. Mas das medidas urgentes para a educação, essas são as únicas aceitáveis. As outras, caros leitores, são um sinal fortíssimo de que o PSD continua a pensar a educação com os pés.
Criar um modelo de aferição sistemática da aprendizagem dos alunos, para monitorizar, acompanhar e divulgar publicamente a evolução do plano de recuperação das aprendizagens? Mas alguém acredita que passados estes anos o principal problema é a recuperação das aprendizagens pós-pandemia? Quem é professor sabe bem que o que atrasa as aprendizagens são a indisciplina, as turmas numerosas e de multinível e a falta de recursos humanos de apoio aos alunos necessitados. Coisa que acontece desde sempre, antes, durante e após a pandemia.
Alteração do modelo de colocação de docentes, de modo a permitir ter em consideração os fatores, residência e avaliação? Avaliação? Por acaso sabe o PSD como funciona a avaliação nas escolas? Fazer depender a colocação da avaliação é degradar o já ruinoso sistema.
Onde ficou o incentivo à formação académica? Onde ficou a revisão do modelo de gestão, que tanta autocracia tem trazido às escolas? Onde ficou a eliminação das quotas? Onde ficou a mobilidade por doença? Onde ficou a estratégia para recuperar os mais de 20 mil professores que abandonaram a profissão? Onde ficou a proposta de aumentos salariais, sabendo que o valor remuneratório de entrada deveria estar, aos dias de hoje, em pelo menos mais 300€?
Onde ficou a revisão do Decreto-Lei referente à inclusão? Onde ficou a revisão dos currículos que são hoje miseráveis?
O tempo é curto e quis apenas elucidar-vos sobre o desfasamento das nossas propostas, relativamente àquilo que são as prioridades reais, aferidas através de inquérito a mais de 11 mil professores.
O PSD deve liderar a luta por uma educação de qualidade em Portugal, apoiando os professores e a sociedade civil na busca de soluções que promovam o conhecimento, o desenvolvimento intelectual e a equidade na educação pública. A revolta dos professores é uma chamada de atenção para todos nós e é hora de nos unirmos em prol de uma educação de qualidade, custe o que custar.
Portanto, insto o PSD a assumir a responsabilidade que lhe cabe como o maior partido de oposição a liderar o caminho para uma educação pública que prepare os nossos jovens para um futuro melhor e mais promissor. O futuro de Portugal depende disso, e é um desafio que não podemos ignorar.
Deixo por isso duas perguntas para que possamos todos refletir:
Se sim, então que saia da bolha em que vive e ouça os professores, aqueles que todos os dias estão nas escolas e contactam com a realidade e não apenas com a estatística.
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Nov 27 2023
Depois de mais de 25% das vagas terem ficado desertas na vinculação de professores, eis que o mesmo problema se alastra aos médicos, e num concurso para pouco mais de 2 mil vagas ficaram por preencher 419 lugares.
Ainda ninguém percebeu que é o salário que tem influência neste problema?
Especialidades de Medicina Geral e Familiar e de Medicina Interna são as que acumulam mais vagas em branco.

Mais de 400 vagas ficaram por preencher no concurso para a escolha de especialidades, denunciou este sábado o Sindicato Independente dos Médicos (SIM), um resultado que considerou ser uma “hecatombe” para o Serviço Nacional de Saúde.
“As escolhas para as especialidades terminaram e, dos 2330 candidatos, houve 501 que decidiram não escolher qualquer vaga, tendo sobrado 419 vagas”, adiantou o SIM em comunicado.
De acordo com o sindicato liderado por Roque da Cunha, em 2021 tinham ficado por preencher 51 vagas para o internato médico, um número que aumentou para as 161 em 2022.
“A previsível e anunciada hecatombe aconteceu”, salientou o SIM, um dos dois sindicatos envolvidos nas negociações com o Governo para a valorização da carreira e das tabelas salariais dos médicos que decorrem há vários meses, com dezenas de reuniões a terminarem sem acordo.
De acordo com os dados divulgados pelo SIM, as vagas não escolhidas pelos novos médicos representam 18,2% do total de lugares colocados a concurso e, em algumas especialidades, atingem “números nunca vistos”.
O sindicato apontou os exemplos da Medicina Geral e Familiar e da Medicina Interna, que, em conjunto, ficaram com 309 vagas em branco; seguidas pelas especialidades de Patologia Clínica e de Saúde Pública.
O SIM salienta ainda que, olhando para as regiões, Lisboa e Vale do Tejo “liderou”, com 178 vagas por preencher.
“Por aqui se vê a atractividade que tem o trabalho no Serviço Nacional de Saúde, numa altura em que todos os recursos humanos médicos deveriam ser aproveitados”, lamentou a estrutura sindical.
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Nov 27 2023
As políticas inspiradas nuns rapazes de Chicago triunfaram em toda a linha, e o capitalismo democrático tornou-se incapaz de redistribuir melhor e remunerar bem o emprego. Martin Wolf, do Financial Times, resume o desespero: “Estamos numa batalha para convencer as pessoas de que a democracia é o melhor sistema”. O regime está ameaçado a partir do seu interior e do topo. Olhe-se para as eminências instaladas e para os pequenos tiranetes: crescem em número, sentem-se impunes e julgam-se invisíveis. Não se culpe os extremos nem a rua pela corrosão.
Pensar o futuro no país que desistiu do professor, com o contributo dos professores
A Educação está no centro do turbilhão, e a escola faz escola. Pensar o seu futuro exige recuar à natureza das coisas e às causas da falta estrutural de professores e do aumento brutal das desigualdades educativas: cortes na percentagem do Produto Interno Bruto para a Educação (PIB-Ed); cheque-ensino ou políticas afins, com o Orçamento do Estado (OE) a financiar fracassadas empresas privadas da Educação; carreira de dirigentes escolares organizada em associações de classe e desligada do ensino real; sobreposição dos encarregados de educação nas decisões científicas e pedagógicas do professor; avaliação do professor baseada nos resultados dos alunos em exames – e remunerações em função disso – e com uma insana burocracia de prestação de contas; eliminação das reprovações, sem respostas não administrativas para os alunos “que não queriam aprender”; e racionamento curricular nos saberes humanísticos e artísticos, com quebra na qualidade das aprendizagens.
Pensar o futuro no país que desistiu do professor, com o contributo dos professores
A exclusão do professor apoiou-se no quarto poder; e se esse pilar não se escandalizou, também se definiu. O silêncio de analistas e comentadores só foi interrompido para criticar com veemência os naturais excessos em tantos e tão numerosos protestos. Aliás, não se nega o óbvio: há professores pouco educados, como nas restantes funções e profissões, com a deseducação a integrar os crimes de falsificação de documentos, dolo, tráfico de influência ou peculato. Mas as análises e opiniões nunca se centraram no essencial: desinstalar o quadro radical vigente.
Pensar o futuro no país que desistiu do professor, com o contributo dos professores
Por outro lado, em Educação acerta-se quando se afirma que daqui por vinte anos veremos os resultados. Só que essa clareza manifesta tem desvantagens. Livra os governos, e o poder político, do julgamento em tempo útil e só os desespera em duas situações: quando não há professores para os alunos todos ou há eleições.
Pensar o futuro no país que desistiu do professor, com o contributo dos professores
Em suma, a Educação promoveu as novas armas das democracias: divisão e separação. Foram duas décadas a consolidar o ambiente distópico da desconfiança, da desigualdade, do sofrimento e da autocracia. O momento é moralmente crítico. Crescem os extremismos e temem-se dias ainda mais tristes. A libertação exige o regresso ao equilíbrio, à esperança e à não desistência. Crie-se um novo organograma e um clima saudável. Há soluções sustentáveis. Estude-se o que aqui se propôs antes das últimas legislativas e recomece-se.
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Nov 27 2023
Resolução do Conselho de Ministros que autoriza a realização da despesa com a aquisição de serviços de conectividade para os alunos e docentes dos ensinos básico e secundário
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Nov 26 2023
O maior problema desta vaga de emigração não se prende apenas com o PLNM, mas sim com a falta de apoio que estes alunos têm para acompanhar as restantes disciplinas do currículo.
Que adianta um aluno que não domina a língua portuguesa estar a ouvir uma aula de história, sem que tenha algum tipo de acompanhamento nessa aula?
Curiosamente na “minha” escola existe a mesma percentagem de alunos estrangeiros (12%) de 23 nacionalidades diferentes. Mas como não existem grupos de 10 alunos para formar um nível de proficiência linguística nem uma hora de crédito é atribuída para dar a resposta ao PLNM, quanto mais a outro tipo de apoios que estes alunos necessitam.
Universo de alunos estrangeiros já chega aos 12% de toda a população estudantil. Maioria continua a ser de países de língua oficial portuguesa, mas em todos os casos existem desafios à integração.
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Nov 26 2023
Para o “consulado político” que nos tem (des)governado, vai para duas décadas, de inequívoco e nefasto maus tratos para com os educadores e professores portugueses, o nosso mais absoluto repúdio. A classe docente e a docência foram transformadas pelo regime no odioso execrável a abater; com particular ênfase e assertividade pelo frentismo de esquerda. É facto, é factual, é factualidade histórica.
O “mainstream” de tendência-moda principal e dominante, enquanto corrente cultural e ideológica, politicamente falando e comunicante da opinião pública, foi o lugar-comum de ataque significante e soez ao professorado, sem tréguas, generalizado, atentatório do bom nome e “assassino” do juízo de valor e carácter acerca dos professores, pela acefalia colectiva massificada e desinformada. Cujos resultados, consequências e efeito “creator” estão à vista, bem patentes, mas sem a assumpção de culpas e de remissão pelo poder político. Em falta, está a total ausência de mérito, de honra e dos valores humanistas na política actual em Portugal no que aos professores diz respeito.
Na votação na especialidade, OE 2024, a maioria absoluta do Partido Socialista (PS) no Parlamento, no período de avocações e votações, chumbou o tempo de serviço da carreira especial dos professores e educadores de Portugal, numa (re)confirmação do tempo trabalhado e roubado, impróprio de um Estado de Direito, respeitador da legalidade, e não a imposição unilateral de “um Estado fora da lei”. (https://cnnportugal.iol.pt, Agência Lusa, 2023-11-24)
Temos verificado com estupefacção, o estranho sentimento de “orfandade” votante de algum professorado, “masoquista” no afagar da dor, incomodado com a saída de cena política de António Costa, do seu governo (continuador e na mesma senda de anteriores executivos), que tantas e tantas malfeitorias têm feito aos professores. Consideramos digno de “estudo de caso”, de “avaliação, explicação e validação psiquiátrica”, dada a nossa-minha evidente limitação em compreender tal, tamanha e inusitada “patologia” e “mediocritas” analítica, e sem “amor sui”. Respeitamos.
Para futura memória histórica, fica o contributo do textuário que se segue; do pântano de António Guterres, à bancarrota de José Sócrates e ao caos-crise de António Costa, todos se demitiram e fugiram às suas responsabilidades, com fuga pra frente e culpando terceiros, na tentativa enganadora e (in)justificada das suas políticas falhadas, da sua não “magnum politicus consilium opus/opera” – a(s) grande(s) obra(s) política(s). O denominador-comum dá pelo nome de Partido Socialista (PS).
“(…) O Homem é, naturalmente, um animal político (…). (Aristóteles, Política)
Não, não entendemos as investidas, a constância e o recalcitrar do Governo e Ministério da Educação (ME), “non stop”, contra o aguilhão da razão, justiça e verdade que assiste aos professores e educadores portugueses. Mais e ainda mais, os professores têm pleno direito a reivindicar-conquistar todo o tempo de serviço ilegalmente em falta e a ser aumentados e recompensados pelos 30% de perda de poder de compra, apenas nos últimos 14 anos, desde 2009. E o empobrecimento continua, com uma inflacção prevista para 2024 de 3,6% e um aumento salarial de apenas 3%. Não pode ser, não pode continuar, é intolerável, chega.
Carlos Calixto
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Nov 26 2023
Na próxima terça-feira, dia 28 irá a votos a proposta para a recuperação do tempo de serviço do PSD.
Depois de chumbadas todas as outras propostas, com os votos contra do PS e IL, durante a semana passada, vai a votos a última, a do PSD.
A proposta visa a recuperação faseada do tempo de serviço roubado aos docentes, sendo que em 2024, recuperariam 20%, 478 ou 479 dias de serviço.
É claro que os deputados do PS vão votar contra, até aqueles que se dizem professores, e vai ficar claro que com eles os professores não podem contar.
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Nov 25 2023
E em direto para todos os canais.
Acredito que Bloco e PCP também coloquem esta proposta nos seus programas eleitoral, mas de pouco poderá adiantar se Pedro Nuno Santos ganhar as eleições de 10 de março..

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Nov 25 2023
Vivemos uma grave crise de valores e os jovens devem perceber o que é errado, não ficando com a impressão de que ser “Chico esperto” recompensa sempre ou que a justiça tem dois pesos e duas medidas.
Como é do conhecimento geral, Marcelo Rebelo de Sousa dissolveu o Parlamento e convocou eleições antecipadas para dia 10 de março. Atravessaremos, até lá, um período nebuloso, com muitas questões por responder e um sentimento de cansaço por parte dos portugueses, o que passa por um alheamento de muitos jovens relativamente às questões políticas.
Na verdade, será que estamos mesmo surpreendidos com aquilo que aconteceu? Há já tempos que nos iam sido dados sinais de que poderíamos chegar a esta situação, e a hora acabou por vir, a hora onde tudo paira como que estagnado, à espera de um D. Sebastião que venha resgatar o país.
Podem muitos pensar que a situação atrasará a luta por muitas causas, como é o caso da educação. Contudo, acredito que este é mais um momento revelador do papel decisivo na educação no quotidiano e que ultrapassa as questões mais exploradas publicamente, e que se prendem com a carreira e os concursos dos professores.
Acredito que a educação vai muito para além deste tema e também muito para além do trabalho que, atualmente, se faz no campo institucional. A educação começa no seio familiar, com conversas, passando por tertúlias entre amigos, livros que lemos ou programas a que assistimos, entre tantas outras fontes de conhecimento e debate de ideias. A verdade é que associamos muito a palavra “educação” à transmissão e aquisição de conhecimentos. Contudo, a criação de espírito crítico, de consciência cívica e de valores é, igualmente, preponderante, ainda que tenha vindo a ser sistematicamente colocada em segundo plano.
É muito importante que os portugueses exerçam o seu direito de voto, para que participem de forma ativa nas decisões do seu país. A taxa de abstenção entre os jovens tem sido muito elevada nos últimos anos e esta situação tem de ser combatida, sendo que a educação desempenha aqui um papel fundamental. Por isso, defendo que é essencial que as escolas se constituam como espaços de formação política, conferindo aos alunos competências no âmbito do espírito crítico, para que reflitam juntos, orientados pelos seus professores. Os jovens portugueses estão desinteressados relativamente às eleições, não só pelo desalento que vivem atualmente no seu país, pela falta de oportunidades, mas também porque não há uma força que os impele a perceber que podem, efetivamente, intervir e desempenhar um papel decisivo no rumo de Portugal.
Votar deve ser um ato consciente, com conhecimento prévio dos candidatos e das suas propostas. Não podemos, pois, simplesmente fechar a escola ao acontecimento exterior e ao que se passa no país. Ainda que haja um programa a cumprir, há que existir maleabilidade e capacidade de adaptação, estabelecendo uma ponte com a realidade e demonstrando como os temas estudados são relevantes, uma vez que quanto mais conhecimento possuirmos sobre o que nos rodeia, maior capacidade teremos de agir de modo consciente sobre o mundo à nossa volta.
Atravessamos uma grave crise de valores e os jovens devem perceber aquilo que é errado, não ficando com a perigosa impressão de que ser “Chico esperto” recompensa sempre, ou que a justiça tem dois pesos e duas medidas. Esperemos que seja feita justiça e que o exemplo seja dado, para que os nossos jovens percebam que vale a pena votar e acreditar nas instituições. Isto também é educar.
Ana Catarina Mesquita, in Observador
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Nov 25 2023
Divulgo este questionário para um estudo que pretende analisar o nível de formação dos professores sobre Inteligência Emocional.
Este questionário tem como objetivo analisar o nível de formação dos professores sobre a Inteligência Emocional.
O preenchimento do questionário é anónimo para garantir a confidencialidade das suas respostas. Solicita-se que responda com sinceridade para que os dados sejam relevantes para a investigação em curso.
Ao responder está a dar, de forma livre, o seu consentimento para participar neste estudo e a autorizar a utilização das suas respostas nesta investigação.
Ao preencher escolha a resposta que mais se ajuste à sua autoavaliação, tendo em conta que só deverá marcar uma resposta. Não existem respostas corretas ou incorretas.
São necessários 5 – 10 minutos para preencher o questionário. É muito importante que responda a todas as perguntas.
Agradecemos a sua colaboração.
Entrar aqui no quastionário.
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Nov 25 2023
O assalto está em curso…
Por assalto, entenda-se tentativa de invasão, apoderamento, domínio, tomada ou apropriação…
O (ainda) Governo parece não querer ir-se embora, sem antes provocar o maior número possível de estragos e de danos…
Parece tratar-se de uma das vertentes da chamada política de “terra queimada” e terá como principal objectivo o imoral assalto ao Poder em organismos públicos, com consequências, previsivelmente, nefastas para o interesse nacional…
Desde que o Governo foi demitido, e quando se considerava que já não era possível fazer pior, eis que se assiste, quase diariamente, à nomeação desenfreada e apressada de largas dezenas de dirigentes para organismos públicos…
Perante isso, não poderá deixar de se considerar que a justificação mais óbvia para tais nomeações será a “atribuição de prémios”, como reconhecimento por determinados favores políticos e por certas lealdades políticas…
Porque as lealdades e os favores políticos não poderão ficar sem reconhecimento e sem recompensa, adensando-se, assim, a suspeita de que estas nomeações se destinarão, primordialmente, a simpatizantes e/ou a militantes do Partido Socialista e que esse será o seu principal critério…
Ainda que estas nomeações decorram num quadro legal que as permite, do ponto de vista ético e moral, não poderão deixar de ser consideradas como absolutamente reprováveis e censuráveis, sobretudo pelas circunstâncias em que as mesmas ocorrem:
– Um Governo que está de saída aproveita, no pouco tempo que lhe resta, para, alarvemente, distribuir “lugares dourados de chefia”, vulgarmente designados por “tachos”…
A isenção e a imparcialidade não serão, com certeza, uma prioridade, o mais importante será, previsivelmente, assegurar o controle do maior número possível de organismos públicos e garantir a respectiva instrumentalização política…
Porque a “evangelização” partidária deve continuar, mesmo após a dissolução formal da Assembleia da República…
Estas nomeações assumem um carácter particularmente grave, porquanto:
– Contribuem, inegavelmente, para a descredibilização das próprias instituições, fragilizando-as por esse motivo;
– Não dignificam os próprios nomeados que, eventualmente, e de forma (in)justa, verão as suas competências postas em causa;
– Não é legítimo que a recompensa por certas lealdades políticas possa ser feita à custa do erário público, ou seja, à custa dos contribuintes portugueses…
Estaremos, muito provavelmente, perante a típica artimanha portuguesa:
– “Dinheiros públicos, vícios privados”, que é como quem diz lealdades e favores partidários e/ou pessoais a serem recompensados com dinheiros públicos…
E tudo isto envergonha muito e revolta ainda mais…
Revolta, sobretudo, o sentimento de impunidade, a desfaçatez, a ligeireza e a naturalidade com que tudo isto é feito…
Nem nos últimos dias de governação o 1º Ministro António Costa, e o Partido Socialista que o apoia, conseguem primar pela Ética e pela defesa do interesse público…
A acção governativa de António Costa, muito mais do que as suas, quase sempre ardilosas, palavras, espelha inequivocamente a enorme dificuldade que sempre teve em respeitar os seus concidadãos…
A todos os pretendentes a governantes, sugere-se uma análise detalhada do filme da governação de António Costa, em particular a escalpelização de todos os erros crassos cometidos, de forma a que não se repitam no futuro…
O actual Governo acabará por sair de cena, mas muitos organismos públicos acabarão por ficar reféns destas nomeações, cuja única justificação plausível será a de servirem o interesse do Partido Socialista, mas não o do país…
Parece óbvio que um Partido Político que põe o seu próprio interesse à frente do interesse do país não será digno de merecer a confiança dos cidadãos…
Os profissionais de Educação, em particular os Professores, estarão dispostos a pactuar com o anterior e a confiar num Partido Político que os tem desrespeitado ostensivamente?
Os profissionais de Educação, em particular os Professores, estarão dispostos a confiar num Partido Político que, em vez de os ajudar a resolver problemas, teve por hábito criar-lhes ainda mais problemas, muitas vezes, até, de forma ardilosa e perversa?
Os profissionais de Educação, em particular os Professores, estarão dispostos a confiar num Partido Político que frequentemente os tem discriminado de forma negativa?
A acção governativa de António Costa deixou muito claro que os profissionais de Educação, em particular os Professores, foram sempre vistos e tratados por si como “os preteridos do regime”…
“Os preteridos do regime” estarão dispostos a assumir e a aceitar esse estatuto, que lhes foi outorgado pelo Partido Socialista e, em particular, por António Costa?
A promiscuidade entre determinadas nomeações políticas e o desempenho de cargos de chefia na Administração Pública fragiliza, em primeiro lugar, a própria Democracia que, por este caminho, se sentirá francamente envergonhada, quando chegar o momento de festejar os seus 50 anos…
Paula Dias
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Nov 25 2023
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Nov 24 2023
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Nov 24 2023
Deputados voltam a votar propostas já chumbadas esta quinta-feira em comissão. PS mostra-se “orgulhoso” do trabalho feito. Bancadas trocam acusações de eleitoralismo.
OE2024. Oposição insiste na recuperação do tempo dos professores e na saúde
As propostas foram chumbadas na tarde desta quinta-feira pela maioria absoluta do PS, mas a oposição não desiste: na manhã desta sexta-feira, os deputados voltam a votar, em plenário, as propostas para a reposição total do tempo de serviço congelado aos professores e outras carreiras especiais da função pública, assim como o reforço dos salários e de meios humanos na saúde e até a devolução aos contribuintes do dinheiro público injectado na TAP.
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Nov 24 2023
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa- 13.ª Reserva de Recrutamento 2023/2024.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 27 de novembro, até às 23:59 horas de terça-feira dia 28 de novembro de 2023 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato
Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 13
Listas – Reserva de recrutamento n.º 13
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Nov 24 2023
Só os trabalhadores com decisões judiciais favoráveis e os que viram os pedidos aprovados antes de 26 de Outubro voltaram à CGA. Os funcionários com pedidos por validar continuam na Segurança Social.
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