Novembro 2023 archive

214 Contratados na RR14

Foram colocados 214 contratados na Reserva de Recrutamento 14, distribuídos de acordo com a tabela seguinte:

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/214-contratados-na-rr14/

Diretora de escola de Gondomar vai ser afastada por causa de tarja

A diretora do Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, em Gondomar, que foi processada pelo Ministério da Educação por permitir a exibição de uma tarja por altura das greves dos professores vai ser suspensa e vai perder o mandato, denunciou, esta quinta-feira, o Sindicato dos Professores do Norte.

Diretora de escola de Gondomar vai ser afastada por causa de tarja


Em causa, duas tarjas que permanecem na fachada do Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, em Gondomar, desde fevereiro, com duas mensagens: “Pela escola pública” e “Estamos a dar a aula mais importante das nossas vidas”.

As tarjas foram colocadas por alturas de maior visibilidade das greves dos professores e valeram à diretora do Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, Glória Sousa, a abertura de um processo disciplinar por parte do Ministério da Educação.

Segundo, denunciou esta quinta-feira o Sindicato dos Professores do Norte (SPN), Glória Sousa já foi notificada da recomendação da Inspeção-Geral da Educação, após a conclusão do inquérito. É acusada de ter violado o dever de de imparcialidade e de lealdade, previstos nas alíneas c) e g) do n.º 2, bem como nos n.ºs 5 e 9 do art.ª 73 da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, e propõe-se a sua suspensão e a perda de mandato, ou seja, que deixe de ser diretora do Agrupamento, cargo que ocupa desde 2017.

“É incompreensível, enquanto advogado. Do nosso ponto de vista, não foi cometido qualquer ilícito disciplinar. A argumentação é a de que a diretora terá tomado parte de uma causa. Esquece-se o Ministério de Educação é que antes de ser diretora é professora. Não faz qualquer sentido”, considera o advogado do SPN, João Martins.

A situação de Glória Sousa merece “total solidariedade” do coordenador do SPN, João Paulo Silva, que aponta o facto de várias escolas ainda terem tarjas colocadas nas fachadas e o facto de ser inédito um processo disciplinar deste âmbito.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/diretora-de-escola-de-gondomar-vai-ser-afastada-por-causa-de-tarja/

Shane MacGowan – RIP 1957-2023

Ainda há dois dias acompanhei pelas redes sociais a saída de Shane MacGowan do hospital onde estava internado.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/shane-macgowan-rip-1957-2023/

Estagiários ultrapassam docente de quadro

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/estagiarios-ultrapassam-docente-de-quadro/

Palavra do Ano

PALAVRA DO ANO® 2022 - PORTUGAL

Vote na sua palavra preferida

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/palavra-do-ano/

Reserva de recrutamento 2023/2024 n.º 14

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa- 14.ª Reserva de Recrutamento 2023/2024.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 04 de dezembro, até às 23:59 horas de terça-feira dia 05 de dezembro de 2023 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 14

Listas – Reserva de recrutamento n.º 14

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/reserva-de-recrutamento-2023-2024-n-o-14/

Oito anos perdidos – Carlos Ceia

A escola pública arrisca transformar-se em tragédia até 2030 por falta de planeamento estrutural e por políticas cínicas e ineficazes. Em breve, vamos precisar de uma espécie de troika para a educação

Educação: oito anos perdidos

Fechando-se o ciclo de 8 anos de governação socialista na educação, fechando-se também o ciclo maior dos últimos 27 anos, dos quais governou 20, a única coisa que não podemos aceitar é o branqueamento da responsabilidade socialista no estado actual da educação portuguesa, em particular da escola pública. Mas é isso que já está a acontecer: prevalece um discurso sem autocrítica, distribuem-se já comendas e louvores dentro da grande família socialista, e finge-se que vivemos no melhor dos mundos. As visões de fora são também trabalhadas para que a realidade vivida aqui não seja nunca citada. O Governo socialista especializou-se em visões do País como um eterno Jardim do Éden, onde apenas existem as coisas belas. Os que cá vivem têm uma visão bem diferente da utopia que construíram.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/oito-anos-perdidos-carlos-ceia/

Reserva de Recrutamento 14

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 14.ª Reserva de Recrutamento 2023/2024.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 04 de dezembro, até às 23:59 horas de terça-feira dia 05 de dezembro de 2023 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 14

Listas – Reserva de recrutamento n.º 14

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/reserva-de-recrutamento-14-6/

À Atenção de Quem Faz 66 Anos Até Agosto de 2024

Idade da reforma sobe para 66 anos e sete meses em 2025

 

Idade da reforma calculada a partir de dados, ainda provisórios, divulgados pelo INE. Esperança de vida aos 65 aumentou para 19,75 anos.

idade da reforma deverá subir para os 66 anos e sete meses em 2025, um aumento de três meses face ao valor que será praticado em 2024, segundo os cálculos com base nos dados, ainda provisórios, esta quarta-feira divulgados pelo INE.

Com base nestes dados é possível calcular que em 2025 a idade de acesso à reforma será aos 66 anos e sete meses.

Em 2023, tinha-se registado um recuo de três meses por comparação com a idade fixada para 2022, algo inédito desde que a idade da reforma passou a estar associada à esperança média de vida.

Tanto a redução de 2023 como a manutenção da idade para 2024 estão associadas ao recuo na esperança média de vida devido à mortalidade associada à pandemia de covid-19 e a sua incidência junto da população mais idosa.

O valor provisório da esperança de vida aos 65 anos, apurado anualmente pelo INE, é divulgado em novembro servindo de referência para efeitos de determinação da idade normal de acesso à pensão de velhice, sendo que o que agora foi conhecido não incorpora ainda as estimativas revistas de população residente decorrentes dos resultados definitivos dos Censos 2021.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/a-atencao-de-quem-faz-66-anos-ate-agosto-de-2024/

Hora da Leitura – O Bolo que teimava em não crescer

O Bolo que teimava em não crescer

Trata-se uma história, visando a faixa etária dos 10-12 anos, que visa sensibilizar os mais novos para a problemática da solidão e para a importância da interação humana, sendo ‘o bolo que nunca cresce’ uma metáfora das dificuldades por que passamos na vida e com que lidamos, com mais ou menos resiliência, sozinhos ou apoiados.

Autoria:
Conto – Dulce de Souza Gonçalves / professora, escritora
Ilustrações – Patrícia Magalhães / artista plástica

Encomendas: dulce_sg@hotmail.com
Valor 15 euro (edição de autor)

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/hora-da-leitura-o-bolo-que-teimava-em-nao-crescer/

Novo regime de habilitação profissional para a docência na educação pré- -escolar e nos ensinos básico e secundário:

 

𝐃𝐞𝐜𝐫𝐞𝐭𝐨-𝐋𝐞𝐢 𝐧.º 𝟏𝟏𝟐/𝟐𝟎𝟐𝟑, 𝐝𝐞 𝟐𝟗 𝐝𝐞 𝐧𝐨𝐯𝐞𝐦𝐛𝐫𝐨

Altera o regime jurídico da habilitação profissional para a docência na educação pré-
-escolar e nos ensinos básico e secundária

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/novo-regime-de-habilitacao-profissional-para-a-docencia-na-educacao-pre-escolar-e-nos-ensinos-basico-e-secundario/

Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio – Reposicionamento na carreira docente 2023 – Reclamação

 

Encontra-se disponível de 29 de novembro e até às 18h (Portugal Continental) de 6 de dezembro na plataforma SIGRHE>Reposicionamento 2023, a fase da reclamação do reposicionamento na carreira docente, nos termos definidos pela Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/portaria-n-o-119-2018-de-4-de-maio-reposicionamento-na-carreira-docente-2023-reclamacao/

Mas Votou Contra, Certo?

Mas a culpa é do Passos.

 

Pedro Nuno concorda “com o espírito” da proposta do PSD para os professores, Livre vai abster-se na votação final do Orçamento

 

 

No texto da declaração de voto, entregue aos jornalistas, o deputado do PS e candidato à liderança explica porque votou contra as propostas de alteração para recuperar o tempo de serviço dos professores. “Sendo matéria orçamental, estou sujeito à disciplina de voto”, começa por explicar. “E entendo que o modo de reposição da contagem do tempo de serviço deve ser definido em negociação e concertação com as organizações representativas dos professores, que não devem ser desconsideradas”, continua.

Ainda assim, Pedro Nuno critica o “esforço inacabado” que o governo acabou por não levar até ao fim neste setor. E diz que concorda “genericamente” com “espírito da proposta de alteração” do PSD.

“Entendo que existe um esforço inacabado na resposta a questões de justiça e de cumprimento dos compromissos do Estado perante os professores, as suas respetivas carreiras e legítimas expectativas”, diz, sublinhando que Portugal enfrenta hoje uma grave crise de falta de professores, e apontando parte da culpa aos “desincentivos gerados durante a governação PSD entre 2011 e 2015”.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/mas-votou-contra-certo/

A mentira tem perna curta

Que mentira: a de não se poder dar os 6 anos aos professores, sem dar aos outros funcionários públicos.
Depois de uma campanha com a narrativa de que 70% de 10 anos (funcionários públicos) seria igual a 70% de 4 anos (professores), foi lançada a narrativa de que era impossível dar a todos os funcionários públicos o que os professores reivindicavam. Isto já depois de ser dado aos enfermeiros  e aos técnicos especializados da saúde uma recuperação de remunerações com retroativos.

Nesta última semana de novembro houve também a redução do tempo de carreira dos técnicos superiores de 14 escalões para 11 (também se pode reduzir os escalões para 9 e assim dar-se 4 anos aos professores,  mas subindo todos um escalão), com ganhos de cerca de 270€  e ontem os médicos conseguiram um aumento de 400€.

Caiu a máscara ao governo em relação às narrativas, que se tornaram mentiras. O que se passa é um desprezo por esta profissão, indicando que os Costas precisam de sofá no psicólogo, para saber o motivo deste ódio a uma profissão. Este ódio prejudica o país.

Já agora lembrar outra narrativa que ou se fazia o IP3 ou se dava o aumento aos professores. Hoje nenhuma está concretizada, o IP3 já tem alguns troços feitos e os professores um acelerador de carreira de um ano para alguns, pois para os professores há sempre restrições orçamentais. Somos únicos no
sentido negativo.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/a-mentira-tem-perna-curta/

Pais criam petição exigindo professores para todos os alunos

Movimento cívico Pais Em Luta Pela Educação acusa o Governo de não estar a cumprir a Constituição ao negar a garantia do direito à igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar para todos os estudantes.

Pais criam petição exigindo professores para todos os alunos

O PELPE responsabiliza o Estado pelo não-cumprimento da Constituição e relembra que, segundo o documento, cabe ao Governo “assegurar o Ensino Básico universal, obrigatório e gratuito, bem como garantir a educação permanente e eliminar o analfabetismo”, entre outros deveres.

“Isto não pode continuar. Não pode haver tanta falta de professores e tantos alunos prejudicados na sua aprendizagem. A petição vem no sentido de apelarmos aos governantes para que façam cumprir a lei. E a lei é clara em relação aos direitos dos alunos. O que está a acontecer é um prejuízo e uma discriminação muito grande“, explica ao DN Luís Gomes, um dos autores da petição.

O documento elaborado pelo PELPE relembra o número de alunos sem professor a uma ou mais disciplinas, principalmente em Lisboa e no Algarve, desde o início do ano letivo, que arrancou com “mais de 100 mil alunos sem professores”. E foi precisamente em setembro, no início das aulas, que nasceu o PELPE, com a criação de um grupo de WhatsApp, por parte de Luís Gomes.

O grupo “cresceu de tal forma” que, conta, foi necessário “criar grupos de trabalho”, um dos quais responsável pela elaboração da petição.

A acrescer à elevada adesão de pais e encarregados de educação “preocupados pela falta de professores” está o receio de que “a solução para o problema da falta de docentes se arraste e, até, que piore”. “Tenho uma filha mais velha que já sofreu com a falta de professores no Algarve. A minha filha mais nova, de 2 anos, poderá passar pelo mesmo problema, e é um problema que me preocupa muito enquanto pai”, explica.

O objetivo do PELPE é “atingir as 7500 assinaturas para que a questão seja debatida pelo próximo Governo e se encontrem soluções efetivas”. As medidas, explanadas na petição não se centram apenas em soluções a longo prazo, mas também mudanças a curto prazo. “Devem ser completados horários incompletos de professores com aulas de recuperação das apren- dizagens, criar programas ocupacionais para os períodos sem aulas, bem como reforçar a vigilância, flexibilizar – em termos de burocracia – a colocação de professores, desde que qualificados a nível científico-pedagógico, pagar subsídios de deslocação e alojamento para professores nos mesmos moldes de outras classes profissionais, nomeadamente políticos, médicos e oficiais de justiça, envolver os Conselhos-Gerais das escolas e câmaras municipais com o objetivo de proporcionar alojamento acessível para os professores, criar outras políticas de incentivo urgente para que professores de outras zonas do país aceitem deslocar-se, e criar outras políticas de incentivo urgente, para que professores que abandonaram a profissão, a reintegrem”, pode ler-se na petição.

Estas medidas, explica Luís Gomes, permitiriam colmatar, desde já, as situações mais graves e evitar mais prejuízo aos alunos, principalmente aos que serão sujeitos a exame nacional. “A questão dos exames é altamente discriminatória, não há cumprimento da lei. Os alunos nesta situação não conseguem competir com os pares, sejam do público ou do privado, e muitos não têm condições para pagar explicações”, sublinha. Luís Gomes quer medidas imediatas para os alunos que vão fazer exames, que podem até passar por “uma comparticipação que lhes permita ter aulas extra pagas, garantidas pelos Estado”.

Ao próximo Governo, o PELPE pede a “elaboração de turmas e horários mais cedo, permitindo a colocação atempada de professores, considerando o mês de julho para o efeito, a criação de um sistema de quotas para que alunos prejudicados, em disciplinas sem professores, possam ser avaliados e concorrer em pé de igualdade com os pares, o reforço da contratação de técnicos especializados (terapeutas, psicólogos, assistentes sociais, professores da educação especial…) para apoiar os alunos prejudicados com a falta de professores, o aumento do investimento na educação, destinando pelo menos 6% do Orçamento de Estado em 2024, de acordo com padrões internacionais”. Medidas que, refere Luís Gomes, convergem todas na valorização da carreira doce para “atrair jovens para a profissão, mas também recuperar docentes que abandonaram o ensino”.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/pais-criam-peticao-exigindo-professores-para-todos-os-alunos/

Agora Foi a Vez dos Médicos

E depois de quase todas as classes terem visto alguns aumentos salariais avultados só ficaram mesmo os professores de fora.

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/agora-foi-a-vez-dos-medicos/

É Só Mais um

Que obriga o Ministério Público a usar 60 inspetores e peritos da Polícia Judiciária, um representante da Ordem dos Médicos, cinco especialistas do Núcleo de Assessoria Técnica da Procuradoria-Geral da República, cinco magistrados do Ministério Público e dois Juízes de Instrução Criminal.

Ao todo são 73 pessoas evolvidas na investigação.

Começo a achar que os gastos na investigação já são bem superiores aos “delitos” cometidos.

 

Ex-secretário de Estado do Desporto visado em investigação apresenta-se na PJ

 

A Polícia Judiciária (PJ) realiza, esta terça-feira, nove buscas domiciliárias e não domiciliárias, em Lisboa e Viseu, designadamente, a instalações de uma empresa, ao Instituto Português do Desporto e da Juventude, à Cruz Vermelha Portuguesa, ao Centro Hospitalar Tondela-Viseu e ao Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.

João Paulo Rebelo, antigo secretário de Estado do Desporto, é um dos visados no caso, apesar de ainda não ter sido constituído arguido, de acordo com o Observador. O ex-governante estava em Espanha, mas apresentou-se na tarde desta terça-feira nas instalações da PJ, em Lisboa, segundo asseverou o próprio à Renascença.

Numa informação publicada no ‘site’ do Ministério Público (MP), refere-se que as diligências “visam a obtenção de prova relacionada com factos suscetíveis de constituir crimes de participação económica em negócio e de abuso de poderes, por titular de cargo político, bem como de usurpação de funções”.

Em causa estará um contrato público, de 2019, por ajuste direto, ao abrigo do “Projeto PRID – Programa de Reabilitação de Infraestruturas Desportivas”, para aquisição de serviços de engenharia, com pessoa sem habilitação legal para a prática de atos decorrentes daquela profissão, e, noutra parte, em suspeitas de favorecimento de contratação pública respeitante a análises de testes de Covid-19.

Nas diligências encontram-se 60 inspetores e peritos da Polícia Judiciária, um representante da Ordem dos Médicos, cinco especialistas do Núcleo de Assessoria Técnica da Procuradoria-Geral da República, cinco magistrados do Ministério Público e dois Juízes de Instrução Criminal.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/e-so-mais-um/

416 Horários em Concurso Numa Semana de 4 Dias

Entre o dia 26 e 29 de novembro de 2023 existem 416 horários em concurso na Contratação de Escola.

As maiores necessidades são para os mesmos sítios do costume e para os grupos de recrutamento do costume.

Por isso nada de novo.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/416-horarios-em-concurso-numa-semana-de-4-dias/

A Minha Solidariedade Para com a Colega

Sei que quem decide trocar a sala de aula por uma lugar no ME, seja em que funções for, está sujeito a uma determinada etiqueta que em momento algum pode falar mal da instituição ME. No caso de um@ Diretor@ essa regra não pode, nem deve existir porque não é ao serviço do ME que está em funções, mas sim ao serviço de uma comunidade que o/a elegeu (onde não tem assento qualquer órgão do Ministério da Educação).

A aproximar o 50 anos de abril esta acusação de violação dos deveres de imparcialidade e lealdade merece repúdio e a minha solidariedade para com esta Diretora.

 

Ministério acusa diretora de escola em Gondomar de violar lealdade com tarja polémica

 

 

A diretora do Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, em Gondomar, Glória Sousa, processada pelo Ministério da Educação pela exibição de uma tarja polémica, foi acusada de violação dos deveres de imparcialidade e lealdade, revelou à Lusa a própria.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/a-minha-solidariedade-para-com-a-colega/

A Esta Hora Já Deve Ter Sido Chumbada a Proposta do PSD

Mas a votação é tão entediante que não consigo acompanhar todas as votações em forma de fila de agenda.

 

 

Governo e PSD trocam acusações sobre tempo de serviço dos professores

 

 

O PSD desafiou hoje a bancada do PS a “esquecer o cartão partidário” e aprovar a recuperação faseada do tempo de serviço dos professores, tendo o secretário de Estado da Educação acusado os sociais-democratas de incoerência sobre este tema.

No quarto dia da apreciação na especialidade do Orçamento do Estado para 2024 (OE2024), o PSD levou ao debate a sua proposta — que estará em votação esta tarde na Comissão de Orçamento e Finanças (COF) – para recuperar os seis anos, seis meses e 23 dias de tempo de serviço dos professores a partir de 2024 à razão de 20% ao ano.

“É preciso pacificar a escola. Façamo-lo hoje. Assumam o papel de deputados da República, esqueçam por alguns minutos o cartão partidário e aprovem esta medida que é mais do que justa. Se não o fizerem hoje, o PSD fá-lo-á sozinho a partir de 10 de março de 2024”, afirmou a deputada do PSD Sónia Ramos, num desafio direto aos deputados do PS.

A resposta veio da bancada do governo, pela voz do secretário de Estado da Educação, António Leite, que começou por referir que os executivos do PS herdaram uma carreira congelada dos professores, que depois descongelaram e devolveram parte do tempo de serviço.

O governante foi elencando as medidas que foram sendo adotadas para responder a este setor, questionando que foi, no mesmo período, a atuação do PSD sobre o tempo de serviço dos professores.

“Será que o PSD pode dizer que teve uma linha de resposta coerente? Infelizmente não. Primeiro congelou, depois prometeu e fez um acordo com os outros partidos que ia descongelar, mas afinal não. Afinal não era para valer”, criticou.

António Leite criticou que, como se está perto das eleições legislativas antecipadas, o PSD promete que vai contar o tempo de serviço dos professores, mas acusa o partido de não saber quanto custa.

A intervenção do secretário de Estado levou o deputado do PSD, Hugo Carneiro, a fazer uma interpelação à mesa para que ficasse registado em ata que “quem congelou o tempo de serviço dos professores foi o Governo de José Sócrates”.

Esta troca de argumentos levou a deputada do BE Joana Mortágua a fazer uma pergunta ao secretário de Estado: “Quanto custa recuperar o tempo de serviço dos professores?”.

“Quando tivemos essa discussão em 2017 e 2018, o PS fez questão de pôr muitos milhões em cima da mesa. Até hoje desconfio que nenhuma das contas era verdadeira. Foram todas feitas para assustar o país e fazer uma chantagem relativamente aos supostos privilégios dos professores”, condenou.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/a-esta-hora-ja-deve-ter-sido-chumbada-a-proposta-do-psd/

Opinião de Mário Silva – O que devia ter sido reivindicado (mas nunca será…)

O que devia ter sido reivindicado (mas nunca será…)

 

Os sindicatos reivindicam a recuperação de 6 anos de serviço, suspensos durante o período da troika, mas isso só repõe parcialmente a perda. Recuperando o tempo de serviço de modo gradual apenas recupera uma percentagem pequena da perda financeira. Mesmo que a recuperação fosse dos 6 anos no imediato, também haveria uma perda significativa. Cálculo:– docente no 3º ano do 6º escalão, com 55 anos. Recuperação gradual de 1 ano e alguns meses durante 5 anos = terá 65 anos quando entra no 1º ano do 10º escalão.

– docente no 3º ano do 6º escalão, com 55 anos. Recuperação imediata dos 6 anos = passa para o 1º ano do 8º escalão. Terá 63 anos quando entra no 1º ano do 10º escalão.

Em ambos os casos usufruirá do 10º escalão durante muito pouco tempo.

Qual deveria ser a reivindicação? Ser colocado no escalão correspondente ao tempo de serviço. No exemplo dado, o docente com 30 anos de serviço seria colocado no 1º ano do 9º escalão. Aliás, um sindicato disponibilizou um simulador no site que se baseia no tempo de serviço e qual o escalão em que deveria estar com esse tempo. No entanto, a politica partidária impediu a exigência desta reivindicação e optou pela recuperação gradual, com o argumento de não hostilizar a população, e portanto, mantém uma perda financeira colossal. E mesmo que esta reivindicação fosse satisfeita, teria havido uma perda irreversível de milhares euros causada pela suspensão durante vários anos. Ou seja, a verdadeira justiça seria a colocação no escalão correspondente ao tempo de serviço e receber todo o dinheiro retirado durante os anos da troika (corte 3,5% salário base + subsidio férias e natal + taxa adicional).

Antes da troika e da reestruturação da carreira, os docentes entravam no 10º escalão, em média, com 55 anos.

Conclusão: toda aquela população docente acima dos 45 anos terá uma perda financeira brutal definitiva, que se repercutirá estrondosamente no valor da pensão de reforma.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/opiniao-de-mario-silva-o-que-devia-ter-sido-reivindicado-mas-nunca-sera/

Só Aos Professores e Aos Médicos…

É que não há qualquer vontade política de resolver os seus problemas.

1250 técnicos superiores da função pública aumentados em 263,15 euros em 2024

 

Governo antecipa valorização da carreira geral de técnico superior, sem perda de pontos de avaliação. Medida vai custar 16,5 milhões de euros no próximo ano.

As três estruturas sindicais representativas dos trabalhadores da administração pública – Fesap, STE e Frente Comum – saíram ontem satisfeitas da reunião com a secretária de Estado da Administração Pública, Inês Ramires, sobre a revisão da carreira geral de técnico superior. O Governo avança com a redução das posições remuneratórias para que os trabalhadores consigam atingir mais cedo o topo da carreira, e sem que percam pontos de avaliação. E antecipa em um ano a passagem dos trabalhadores na primeira posição da tabela para o novo valor de entrada na carreira, medida que estava prevista apenas para 2025.

 

As posições remuneratórias passam das atuais 14 para 11, “o que vai resultar em aumentos salariais diretos para cerca de 40 mil trabalhadores, já em 2024”, garante o gabinete da Ministra da Presidência, em comunicado. Esta alteração, conjugada com o novo sistema de avaliação do desempenho (SIADAP), vai permitir a um trabalhador com um desempenho de “excelente”, atingir o nível máximo em 27 anos em vez de 40, sublinha o Governo.
Além disso, explica a nota à imprensa, “a carreira passa a ter uma nova posição de entrada, deixando de existir a atual primeira posição, que corresponde a um salário base de 1122,84 euros. Desta forma, os cerca de 1250 técnicos superiores nesta posição passarão automaticamente para a nova posição de entrada, no valor de 1385,99 euros, em 2024”. Apenas estes trabalhadores, que passam para a nova primeira posição da carreira e vão beneficiar de uma subida salarial de 263,15 euros já em 2024 vão perder pontos de avaliação.

Estas alterações vão abranger também as “carreiras especiais de técnico superior especialista em orçamento e finanças públicas do Ministério das Finanças e de técnico superior especialista em estatística do Instituto Nacional de Estatística”, que de 14 passam a 12 posições remuneratórias, explica ainda o Governo.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/so-aos-professores-e-aos-medicos/

Das Juntas Médicas da MPD

Têm chegado algumas notificações a docentes que foram a junta médica e viram a sua colocação anulada tendo que alegar em recurso a sua condição de doença.

Não deixa de ser absurdo que o docente tenha de fazer pronúncia escrita de uma decisão dada por um médico e anulada por uma junta médica.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/das-juntas-medicas-da-mpd/

Professores exigem mudanças urgentes nas regras para a mobilidade por doença

Professores exigem mudanças urgentes nas regras para a mobilidade por doença

 

 

Os professores querem uma “revisão urgente” às alterações feitas pelo ministério da Educação (ME) às regras que definem a colocação de docentes por doença, por considerarem que deixam de fora quem tinha direito a mudar de escola.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/professores-exigem-mudancas-urgentes-nas-regras-para-a-mobilidade-por-doenca/

Alberto Veronesi no Observador

Desafiando o PSD: a urgência de priorizar e resgatar a educação pública em Portugal

 

O que atrasa as aprendizagens são a indisciplina, as turmas numerosas e de multinível e a falta de recursos humanos de apoio aos alunos necessitados. Desde sempre. Antes, durante e após a pandemia.

Sou professor há quase duas décadas, com experiência na educação em diversos contextos, IPSS, Ensino Privado e Ensino Público. Neste artigo quero abordar um tema de primeira importância para o futuro do nosso país: a educação pública. Mais especificamente, quero abordar a responsabilidade que o PSD, enquanto o maior partido da oposição, tem para com a educação pública em Portugal.

 

Recuando ao ano de 2005, muitos consideram esse período como o início do declínio da escola pública enquanto meio eficaz de ascensão social. Quase 18 anos se passaram desde então, e podemos afirmar, com confiança, que enfrentamos desafios significativos. Esses desafios são o resultado das políticas adotadas ao longo das últimas décadas, políticas que negligenciaram a qualidade da educação e, em vez disso, promoveram a função assistencial das escolas.

Hoje, não importa tanto se os professores são competentes académica e pedagogicamente. Como é exemplo disso o novo diploma que rege o acesso à profissão. Mesmo contra as críticas de todo o sector, o governo avançou. Bem sei que há falta de professores, mas também sabemos todos que não é este o caminho a seguir.

A falta de professores qualificados, os baixos salários, a falta de perspetiva de progressão na carreira e uma cultura de desvalorização da profissão têm contribuído para uma crise sistémica na educação pública, tornando-se cada vez mais difícil atrair e reter bons professores, bem como encorajar jovens talentosos a escolherem o ensino como profissão.

Por esse motivo, é responsabilidade do PSD, como o maior partido da oposição, abordar esses problemas de frente e propor soluções concretas. Isso começa por dignificar a profissão de professor. Foi isso que foi feito quando se deu conta da intenção de reconhecer o tempo de serviço efetivamente trabalhado para a progressão na carreira ou subsidiar os professores deslocados. Mas das medidas urgentes para a educação, essas são as únicas aceitáveis. As outras, caros leitores, são um sinal fortíssimo de que o PSD continua a pensar a educação com os pés.

Criar um modelo de aferição sistemática da aprendizagem dos alunos, para monitorizar, acompanhar e divulgar publicamente a evolução do plano de recuperação das aprendizagens? Mas alguém acredita que passados estes anos o principal problema é a recuperação das aprendizagens pós-pandemia? Quem é professor sabe bem que o que atrasa as aprendizagens são a indisciplina, as turmas numerosas e de multinível e a falta de recursos humanos de apoio aos alunos necessitados. Coisa que acontece desde sempre, antes, durante e após a pandemia.

Alteração do modelo de colocação de docentes, de modo a permitir ter em consideração os fatores, residência e avaliação? Avaliação? Por acaso sabe o PSD como funciona a avaliação nas escolas? Fazer depender a colocação da avaliação é degradar o já ruinoso sistema.

Onde ficou o incentivo à formação académica? Onde ficou a revisão do modelo de gestão, que tanta autocracia tem trazido às escolas? Onde ficou a eliminação das quotas? Onde ficou a mobilidade por doença? Onde ficou a estratégia para recuperar os mais de 20 mil professores que abandonaram a profissão? Onde ficou a proposta de aumentos salariais, sabendo que o valor remuneratório de entrada deveria estar, aos dias de hoje, em pelo menos mais 300€?

Onde ficou a revisão do Decreto-Lei referente à inclusão? Onde ficou a revisão dos currículos que são hoje miseráveis?

O tempo é curto e quis apenas elucidar-vos sobre o desfasamento das nossas propostas, relativamente àquilo que são as prioridades reais, aferidas através de inquérito a mais de 11 mil professores.

O PSD deve liderar a luta por uma educação de qualidade em Portugal, apoiando os professores e a sociedade civil na busca de soluções que promovam o conhecimento, o desenvolvimento intelectual e a equidade na educação pública. A revolta dos professores é uma chamada de atenção para todos nós e é hora de nos unirmos em prol de uma educação de qualidade, custe o que custar.

Portanto, insto o PSD a assumir a responsabilidade que lhe cabe como o maior partido de oposição a liderar o caminho para uma educação pública que prepare os nossos jovens para um futuro melhor e mais promissor. O futuro de Portugal depende disso, e é um desafio que não podemos ignorar.

Deixo por isso duas perguntas para que possamos todos refletir:

  • O PSD reconhece a importância da educação pública e assume o compromisso de a defender e de a fortalecer?
  • O PSD acredita que a educação pública é um direito de todos os cidadãos e que é um investimento no futuro do país?

Se sim, então que saia da bolha em que vive e ouça os professores, aqueles que todos os dias estão nas escolas e contactam com a realidade e não apenas com a estatística.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/alberto-veronesi-no-observador/

Repete-se nos Médicos o Problema das Vagas por Preencher

Depois de mais de 25% das vagas terem ficado desertas na vinculação de professores, eis que o mesmo problema se alastra aos médicos, e num concurso para pouco mais de 2 mil vagas ficaram por preencher 419 lugares.

Ainda ninguém percebeu que é o salário que tem influência neste problema?

 

Mais de 400 vagas por preencher. “Vamos ter um problema sério de falta de especialistas”

 

Especialidades de Medicina Geral e Familiar e de Medicina Interna são as que acumulam mais vagas em branco.

 

Mais de 400 vagas ficaram por preencher no concurso para a escolha de especialidades, denunciou este sábado o Sindicato Independente dos Médicos (SIM), um resultado que considerou ser uma “hecatombe” para o Serviço Nacional de Saúde.

“As escolhas para as especialidades terminaram e, dos 2330 candidatos, houve 501 que decidiram não escolher qualquer vaga, tendo sobrado 419 vagas”, adiantou o SIM em comunicado.

De acordo com o sindicato liderado por Roque da Cunha, em 2021 tinham ficado por preencher 51 vagas para o internato médico, um número que aumentou para as 161 em 2022.

“A previsível e anunciada hecatombe aconteceu”, salientou o SIM, um dos dois sindicatos envolvidos nas negociações com o Governo para a valorização da carreira e das tabelas salariais dos médicos que decorrem há vários meses, com dezenas de reuniões a terminarem sem acordo.

De acordo com os dados divulgados pelo SIM, as vagas não escolhidas pelos novos médicos representam 18,2% do total de lugares colocados a concurso e, em algumas especialidades, atingem “números nunca vistos”.

O sindicato apontou os exemplos da Medicina Geral e Familiar e da Medicina Interna, que, em conjunto, ficaram com 309 vagas em branco; seguidas pelas especialidades de Patologia Clínica e de Saúde Pública.

O SIM salienta ainda que, olhando para as regiões, Lisboa e Vale do Tejo “liderou”, com 178 vagas por preencher.

“Por aqui se vê a atractividade que tem o trabalho no Serviço Nacional de Saúde, numa altura em que todos os recursos humanos médicos deveriam ser aproveitados”, lamentou a estrutura sindical.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/11/repete-se-nos-medicos-o-problema-das-vagas-por-preencher/

Load more

WP2Social Auto Publish Powered By : XYZScripts.com
Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores: