Para existir uma verdadeira recuperação de tempo de serviço…

Não podem existir travões. As cotas têm que ser extinguidas. Se não a recuperação não vai concretizar-se de forma justa.

Fica o recado para quem promete sem explicações de como tenciona concretizar.

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13 comentários

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    • sapinhoVerde on 10 de Outubro de 2023 at 8:52
    • Responder

    Em primeiro lugar, a abolição das quotas.
    Depois, a reposição dos congelados no escalão, nomeadamente por causa das vagas de acesso ao 5 e 7 escalão.
    Desde 2005 que o salário mínimo nacional aumentou praticamente o dobro, então porque não ajustar os escalões ???? Obviamente que não seja para o dobro, mas uma equidade.
    Não é o PM diz que deve de existir justiça e equilíbrio/equidade????
    E por falar em equidade, que tal pensar em ajudas de custo???? Deslocações e habitação????
    Pois Dr Costa não toco a música do 6.6.23, mas toco a música da justiça e equidade.
    Quer se queira ou não …. estudar 9 anos ( bacharelato licenciatura mestrado e 2 profissionalizacoes em serviço) penso que receber1,5 x SMN é uma desconsideração.

    • Tempos on 10 de Outubro de 2023 at 9:04
    • Responder

    Isto só lá vai se fizermos como os médicos que param urgências.

    • A luta continua on 10 de Outubro de 2023 at 9:19
    • Responder

    Os diretores deviam envolver-se nisto e abdicar do cargo! Fechar escolas ou mantê-las abertas mas sem estrutura!

    • Rui M M Silva on 10 de Outubro de 2023 at 11:35
    • Responder

    Petição: O retardador para os acelerados.
    https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT117243

    O principal aspeto negativo da Avaliação de Desempenho Docente (ADD) é os professores “acelerados” recuperarem tempo de serviço.
    Assim, proponho que seja retirado o tempo de serviço presenteado aos professores com menções de Excelente e Muito Bom e que esse tempo seja aplicado a todos. Sugiro que deixe de haver ligação entre a ADD e a progressão na carreira. A progressão na carreira deve estar ligada, exclusivamente, ao tempo de serviço e formação.
    A ADD é uma utopia. É uma infantilidade. É uma inutilidade. É dúbia e perversa. É impossível de se realizar, pois o desempenho de um professor não é mensurável. É, quiçá, inconstitucional, pois é oculta (os resultados não são públicos) e tem uma componente externa, logo a ordenação/vagas não devia ser circunscrita a uma escola.
    O modelo antigo era muito melhor. Progredia-se com o tempo de serviço e formação. Progrediam os “bons” e os “maus”. Era amigável. Agora, pode progredir o “mau” e o “bom” não. É preciso extingui-la. Expôs as vaidades e nepotismos.

      • Gardner on 11 de Outubro de 2023 at 7:49
      • Responder

      Retirar aos outros é que resolve a situação?
      Queremos é abolir as vagas de acesso aos 5 e 7 escalões… ou não? Além da recuperação do tempo de serviço, obviamente.
      Estão a ver isto tudo ao contrário?

    • Rui M M Silva on 10 de Outubro de 2023 at 11:36
    • Responder

    A “luta” pelo fim das vagas de acesso ao 5º e 7º escalões e pelo fim das quotas é fabulosa, pois seriamos todos avaliados com Excelente – o sistema iria funcionar numa tentativa de atribuição dessa classificação – e iriamos todos recuperar 1 ano de serviço em cada ciclo avaliativo.
    Outra ideia defendida é que eliminando as vagas, a classificação de mérito seria atribuída a quem merece, não ficando sujeita à necessidade de artificialmente se produzir avaliações de mérito. E quem merece?
    Claro que o fim da ligação da ADD à progressão na carreira poderá não ser do interesse de todos, mas se há injustiça para quem perde tempo de serviço no acesso ao 5º e 7º escalões, também há injustiça para quem ganha tempo de serviço com a ADD.
    Toda esta “luta” parte de uma premissa errada: ADD é justa/possível. Facilmente se prova que a ADD é um logro e que ninguém consegue apresentar um modelo objetivo/imparcial, pois o nosso trabalho não se mede.
    Analisando uma pequena amostra de uma ADD:
    – 65% dos professores foram classificados com 10 na avaliação externa; especulo que muitos avaliadores atribuem essa nota por norma e para não serem importunados (sorte/azar);
    – não houve nenhum Excelente e só uma percentagem mínima dos docentes com observação de aulas é que obteve MB (o sistema não funcionou na tentativa de atribuição dessa classificação, mas, certamente, funcionará noutras escolas ou funcionará, mas não haverá quotas para todos). Outros mereciam!
    – a nota mínima para quota é 9,90* (mas em muitas escolas, nem um 10 chega para quota);
    *No caso dos alunos, a classificação é arredondada às unidades (Ex: um 12,4 e 12,5 podem criar diferenças de um valor), mas a nossa avaliação é à centésima! Paradoxal!
    – um avaliador interno atribui 8,4 ao item “desempenho de cargos/diretor de turma”. Como fez esta avaliação sem não tem turmas em comum com o avaliado? Perguntou aos EE, aos alunos, à direção?
    – como se distingue a avaliação dos docentes com tempos semanais para a realizarem, por exemplo, atividades dos que não têm?
    – o que distingue um 9,5 de um 9,6, ou outra nota qualquer, em qualquer item da avaliação, se a subjetividade é colossal? O nepotismo, as amizades?
    Proponho um estudo para saber a percentagem e a frequência com que as menções de mérito são atribuídas aos membros das direções.
    Em relação à ADD ser inútil, propus à equipa de distribuição de serviço docente da minha escola que fossem atribuídos aos professores com menção superior a Bom e aos professores avaliadores as turmas e as direções de turma com pior aproveitamento e comportamento. Para que esta sugestão fosse exequível, solicitei, via email, a esses professores que comunicassem a sua avaliação à equipa. Aguardemos!
    Alguém propôs que fosse atribuído, anualmente, um valor monetário (pequeno, senão…) aos professores avaliados com menção de mérito. Apesar de considerar a ADD uma fantasia, a proposta é mais “pacificadora”, contrária à atual que premeia esses professores para sempre.

    • Teresa on 10 de Outubro de 2023 at 11:36
    • Responder

    A maioria dos diretores estão como os políticos. Boa vida, cargo social e uma boa reforma.
    Os diretores deveriam ser eleitos por todo o pessoal docente e nunca pelo Conselho Geral. Há padrinhos e afilhados em todo o lado

    • Rui M M Silva on 10 de Outubro de 2023 at 11:36
    • Responder

    Uma história da ADD e do acelerador (salvo erro de interpretação) de dois professores que estavam no 4º escalão em 2018.
    O avaliado com Excelente ou Muito Bom nesse ciclo passou para o 5º escalão e recuperou um ou meio ano de tempo de serviço. No 5º escalão, poderá ter tido menção de mérito e recuperado mais tempo de serviço, pois nem sempre funciona a doutrina da tentativa de atribuição dessa classificação a quem precisa de vaga. Já no 6º escalão, foi novamente avaliado com Muito Bom ou Excelente, certamente por ser um professor que merecia. Neste caso, o sistema funcionou. Irá recuperar um ou meio ano no 7º escalão. Para premiar as Excelências, o acelerador irá laureá-las com um ano de tempo de serviço. Especulo que no 8º e 9º escalão estes professores obtenham a menção de mérito, pois são docentes distintos.
    O outro professor não obteve menção de mérito no 4º escalão. Aguardou vaga nas listas perdendo quase um ano do tempo de serviço do último faseamento e quase outro por não estar um ano completo. No ciclo avaliativo do 5º escalão não obteve menção de mérito e no sexto, conjecturo, também não irá ter. Certamente não merece! O acelerador irá isentá-lo de vaga no acesso ao 7ºescalão.
    Como dizia o Outro: “ É fazer as contas”

    • lurdes on 10 de Outubro de 2023 at 12:48
    • Responder

    as quotas ja foram extintas para quem dá aulas antes de 2005

      • Errado on 10 de Outubro de 2023 at 17:11
      • Responder

      Olhe que não

      • Carlos Bico on 10 de Outubro de 2023 at 22:53
      • Responder

      Que grande tiro no pé…… Onde foi retirar essa informação? O que diz está completamente errado.

    • BO on 10 de Outubro de 2023 at 16:47
    • Responder

    Não adianta atacarmo-nos uns aos outros.
    Os professores estão em ponto de rebuçado e são capazes de, tal como os médicos, fechar serviços.
    Neste momento, se a plataforma quiser, é só definir estrategicamente encerramentos e nem é preciso utilizar um dia inteiro de greve. Nem se eternizará. O cartão vermelho é de toda a sociedade relativamente a estas politicas de humilhação da classe média. Não faltam apoiantes de todas as áreas.
    É uma questão de sobrevivência! Dos professores, quando chegarem à reforma. Dos sindicatos, para de uma vez por todas descolarem da fama de conivência política que até aqui sustentaram.
    A prepotência tem de acabar e o diálogo tem de ser iniciado com verdade por parte destes políticos.
    Os professores, os médicos, as forças de segurança, o sector social … têm razão! A classe média tem razão e é preciso governar para ela e não à custa dela.
    Há dinheiro! Não se pode deixar colapsar as bases do Estado de Direito sob o risco dele desaparecer 50 anos depois da revolução dos cravos.

      • José on 10 de Outubro de 2023 at 16:58
      • Responder

      E não adianta adoptar uma forma de governar do género distribuidor de esmolas. Não é a usar palavras ocas e propaganda fofa de: ” ai agora vamos dar umas palmadinhas mas costas aos que sustentaram isto tudo na pandemia”. É dignificar a sério a classe média e não a tratar como se fossem migrantes e RSIs a quem se dá uma esmolinha para parar de chorar. Sem classe média dignificada não há país!

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