Portuguese Finance Minister Fernando Medina attends the conference on the proposal of the Republic of the State Budget for 2024 (OE2024) held in the Hall of the Ministry of Finance in Lisbon, Portugal, 10 October 2023. JOSE SENA GOULAO/LUSA
Primeiro-ministro chegou a dizer que descongelar carreiras a todos os funcionários elevaria a despesa pública em 1,3 mil milhões de euros, tanto quando custa o plano de alívio de IRS para 6 milhões de famílias já em 2024.
Quando estava a desenhar a proposta de Orçamento do Estado para 2024 (OE 2024), apresentada esta terça-feira, dentro do governo houve poucas ou nenhumas dúvidas em escolher uma de duas medidas.
Segundo a mesma fonte, ganhou facilmente a opção orçamental que visa melhorar o rendimento disponível porque abrange seis milhões de trabalhadores ou famílias em Portugal, grupo onde até estão incluídos também as várias dezenas de milhares de professores e, na verdade, os outros funcionários públicos.
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Quem tem dois dedos de testa, não vai atrás das grandes parangonas de DN’s e quejandos, pois percebe facilmente que o que ganha na baixa de IRS, perde nas subidas dos impostos indiretos e do recorde de carga fiscal que se espera, pelo que essa “baixa” não passa de mais uma falácia pois o governo não está a “dar nada”, a não ser a propaganda do costume. Mas obviamente convém ajudar quem NÃO tem 2 dedos de testa, e para isso é preciso desmontar em linguagem simples a narrativa do governo de que “só pudemos baixar o IRS, porque não cedemos aos professores”.
Há uns tempos atrás era gastar nos professores ou refazer o IP3, agora é devolver o IRS ou gastar nos professores.
Realmente os profs. têm as costas largas…
Claro o país sempre foi assim meio hipócrita. Não podem devolver 6,5 anos aos professores, para poderem pagar 4 mil milhões ao Novo Banco, 3,5 mil milhões à TAP, 1,5 mil milhões anuais às PPP’s rodoviárias, alimentarem fundações parasitas, empresas públicas, salafrários entre dezenas de outras tantas ervas.
Os professores devem, de imediato, convencer os seus familiares e amigos para não votarem PS nas próximas eleições. O voto será uma arma decisiva. É muito lamentável o populismo e a demagogia do atual governo que tenta por a generalidade dos portugueses contra os professores.
Não sou professor, mas penso que a melhor forma de responder ao primeiro ministro, ministros das finanças e educação, em como a alguns deputados do PS, seria fazer um levantamento cuidado e bem fundamentado das carreiras da administração pública a quem foi dado todo o tempo de serviço congelado. Este trabalho serviria também para demonstrar quais as carreiras cuja estrutura foi respeitada. Por exemplo, todas as carreiras técnicas e técnicas superiores da administração pública foram respeitadas e contados todos os pontos para efeitos de progressão foram tidos em conta.
Este trabalho de sistematização, traduzido na elaboração de uma grelha, seria fundamental para a opinião pública, valeria mais do que todas as entrevistas e declarações que se ouvem na comunicação social. É tempo de clarificar com dados concretos e objetivos o que se passa.
10 comentários
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Quem tem dois dedos de testa, não vai atrás das grandes parangonas de DN’s e quejandos, pois percebe facilmente que o que ganha na baixa de IRS, perde nas subidas dos impostos indiretos e do recorde de carga fiscal que se espera, pelo que essa “baixa” não passa de mais uma falácia pois o governo não está a “dar nada”, a não ser a propaganda do costume. Mas obviamente convém ajudar quem NÃO tem 2 dedos de testa, e para isso é preciso desmontar em linguagem simples a narrativa do governo de que “só pudemos baixar o IRS, porque não cedemos aos professores”.
Há uns tempos atrás era gastar nos professores ou refazer o IP3, agora é devolver o IRS ou gastar nos professores.
Realmente os profs. têm as costas largas…
Claro o país sempre foi assim meio hipócrita. Não podem devolver 6,5 anos aos professores, para poderem pagar 4 mil milhões ao Novo Banco, 3,5 mil milhões à TAP, 1,5 mil milhões anuais às PPP’s rodoviárias, alimentarem fundações parasitas, empresas públicas, salafrários entre dezenas de outras tantas ervas.
Pode ser que em breve não tenham professores para pagar IRS, IP3 ….ou qualquer outra coisa que se lembrem !
Isso é o que o governo quer que “passe”. O Arlindo está a fazer-lhe um favor.
Em bom vernáculo, o que é que o @u tem a ver com as calças?
Os professores devem, de imediato, convencer os seus familiares e amigos para não votarem PS nas próximas eleições. O voto será uma arma decisiva. É muito lamentável o populismo e a demagogia do atual governo que tenta por a generalidade dos portugueses contra os professores.
Não sou professor, mas penso que a melhor forma de responder ao primeiro ministro, ministros das finanças e educação, em como a alguns deputados do PS, seria fazer um levantamento cuidado e bem fundamentado das carreiras da administração pública a quem foi dado todo o tempo de serviço congelado. Este trabalho serviria também para demonstrar quais as carreiras cuja estrutura foi respeitada. Por exemplo, todas as carreiras técnicas e técnicas superiores da administração pública foram respeitadas e contados todos os pontos para efeitos de progressão foram tidos em conta.
Este trabalho de sistematização, traduzido na elaboração de uma grelha, seria fundamental para a opinião pública, valeria mais do que todas as entrevistas e declarações que se ouvem na comunicação social. É tempo de clarificar com dados concretos e objetivos o que se passa.
100% de acordo. Trabalho para os sindicatos. Não o fazem porque estão VENDIDOS ao poder.
O Governo e o seu ódio visceral aos professores.
Viva a Corrupção que é preciso alimentar!