Parece que a Flexibilização Curricular Entra Mesmo em Todas as Escolas em 2018/2019

Parece que a Flexibilização Curricular entra mesmo em todas as escolas em 2018/2019 e que a informação deixada neste artigo não é uma notícia correta. No entanto, espero por informação oficial para confirmar o desmentido à notícia do i

 

 

 

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5 comentários

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    • Ana on 21 de Novembro de 2017 at 20:44
    • Responder

    Os diretores já vieram dizer que não está a funcionar. Vai ser aplicada para quê?

      • Prof on 21 de Novembro de 2017 at 21:01
      • Responder

      Sabes como é colega, todo o governante quer deixar prova de vida. O outro eram as metas curriculares, estes são as aprendizagens essenciais… se estivessem quietinhos ganhávamos todos.

    • eu on 21 de Novembro de 2017 at 20:59
    • Responder

    Não tenho nada de positivo da experiência na minha escola… reuniões, grelhas, planificações, aulas perdidas (sim mesmo) e espremido uma mão cheia de nada. Até digo mais, ao flexibilizar à força roubaramm o tempo e, sobretudo a vontade, de quem sem chavões, já abordava conteúdos que eram transdisciplinares em parceria com outras disciplinas. Vejam lá nas finlândias e suécias se ainda continuam nestes moldes, ou não estaremos nós novamente a ir a reboque de coisas antiquadas. Também pergunto, face aos bons resultados que os nossos alunos estavam/estão a ter, se havia necessidade de andar aqui a ressuscitar algo que já existiu mas com outros nomes, Área Escola e Área de Projecto.

    • maria gomes on 21 de Novembro de 2017 at 22:55
    • Responder

    De facto, a flexibilização curricular não é uma mais valia para os alunos, os quais se têm mostrado muito céticos em relação à avaliação e à exigência extra de trabalhos, para não falar dos Encs. de Educação que também questionam este novo modelo curricular.
    Para os professores significa cada vez mais trabalho, sobretudo para os que são diretores de turma, a quem cabe a árdua tarefa de marcar reuniões com os colegas, elaborar e discutir grelhas, calendarizar atividades. Enfim, é um cansaço extremo, que nos deixa exaustos e completamente desmotivados.
    E o que dizer da avaliação na disciplina denominada “Educação para a cidadania e desenvolvimento pessoal” que faz parte deste novo modelo? É um violenta preocupação para quem tem que atribuir uma nota quantitativa, sobretudo porque esta nova disciplina entra para a média final dos alunos. Alguém estava preparado para isto? Como se pode ser objetivo na avaliação desta nova disciplina? Creio que todos estamos a navegar por águas desconhecidas e poderemos ter surpresas bem desagradáveis por parte dos pais, que vão contestar a nota dos seus educandos.
    Chega de tantas mudanças. Estamos cansados!

    • antonio on 21 de Novembro de 2017 at 23:41
    • Responder

    na minha escola esta a funcionar até bem mas é necessário muitas horas e muito trabalho e isso sera difícil para os professores que ganham uma merda e querem trabalho quase de graça; um país com ideias dos países mais desenvolvidos mas querem pagar aos profissionais vencimentos de países de mundo em desenvolvido.

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