Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 6ª Reserva de Recrutamento 2016/2017
Out 14 2016
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Out 14 2016
(eu sei, mas não lhes digo)
Há muito que se fala sobre a necessidade de alteração da LBSE. Até hoje, apenas se falou, falou…
Urge a sua revisão e adaptação aos dias de hoje, à realidade dos dias de hoje, às crianças que frequentam as nossas escolas nestes tempos. Mas isso tem sido uma utopia, ninguém parece estar interessado em começar uma discussão alargada e que leve a algum lado.
Na semana passada foi discutida uma proposta unilateral de alteração. Esta semana, quem teve oportunidade de o fazer e não o fez, tomou da palavra. Mas mais do que isso… não houve.
Resta-nos assentar as expectativas em quem está verdadeiramente interessado… os professores.
Vivemos nestes tempos hodiernos, outros desafios.
Mudou o Mundo, mudou a sociedade, mudaram as crianças, mudaram os professores, mudaram as tecnologias que atualmente nos acompanham e em muitos casos nos tornam delas dependentes no dia a dia; mas a Escola e a Educação permanecem ainda hoje reféns de um passado anquilosante.
É urgente compreender esta mudança e as consequências que determinou.
É urgente, por isso, repensar o que se pretende da Escola e a sua organização.
É urgente repensar a formação e o papel dos diferentes fautores do processo educativo.
É urgente repensar que competências se pretendem que os alunos adquiram no final de cada ciclo de escolaridade.
Mas, tal como há 30 anos, estas decisões não podem, hoje, ser objeto de uma visão politicamente seguidista, decorrente de uma qualquer conjuntura política.
É importante um debate aberto a toda a sociedade portuguesa e em que os principais intervenientes no processo educativo tenham um papel ativo.
clicar na imagem
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Out 14 2016
Há de tudo como na praça… Só no 1º ciclo foram propostas 1083 estratégias ao abrigo do Programa de combate ao insucesso escolar.
Turmas +, Projeto Fénix, Escola de pais, coadjuvação, diferentes abordagens pedagógicas, estudo de ciências… estão em execução inúmeros projetos para combater o insucesso, todos eles validos. Aguardamos os relatórios finais de implementação com alguma expectativa já que há quem se queixe que os professores portugueses são muito expositivos em detrimento de lecionarem com base em projetos.
Só para o 1.º ciclo, as escolas apresentaram 1083 estratégias diferentes para combater insucesso, do estudo de ciências na serra à “escola de pais”
(clicar na imagem) in DN
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Out 13 2016
Durante esta semana muitos docentes que viram o seu pedido da Mobilidade por Doença indeferido, e recorreram dessa decisão, começaram a receber resposta do deferimento.
Fica aqui um exemplo dessa resposta.
Fica V. Exa notificada, nos termos do artigo 114.º do Código do Procedimento Administrativo que, por despacho da Senhora Secretária de Estado Adjunta da Educação, de dia 04 de Outubro de 2016, foi deferido o seu pedido de reapreciação de Mobilidade por Doença para o ano escolar de 2016/2017, ao abrigo do Despacho n.º 9004-A/2016, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 133, de 13 de julho de 2016 para o Agrupamento de Escolas/Escola não Agrupada pretendido e por si indicado no formulário do “Pedido de Mobilidade por Doença”. Deverá entrar em contacto com o referido Agrupamento de Escolas/Escola não Agrupada
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Out 13 2016
O seguinte quadro-resumo apresenta a análise do tempo de serviço perdido pelos candidatos colocados até à RR5, nos diferentes grupos de recrutamento, durante os últimos 5 anos (desde 12/13 a 16/17).
À primeira vista salta o facto de o número de candidatos que perdeu mais de 3 anos de serviço ser praticamente o dobro do número de candidatos que não perdeu nenhum dia.
Esta variação esteve mais dependente do QZP do que do tempo de serviço. A grande maioria dos candidatos que conseguiram a “proeza” de não perder um único dia de serviço encontram-se colocados no QZP 7, como mais tarde (se o tempo me permitir) demonstrarei.
(Ao clicar na imagem terão acesso ao estudo mais detalhado)
Mas para se perceber melhor a análise feita, há alguns dados que têm de ter em consideração:
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Out 13 2016
A partir do próximo dia 20, os funcionários públicos começam a receber o salário de Outubro sem qualquer corte. Contudo, terão um ordenado muito inferior ao que recebiam em 2010. A perda é, no mínimo, de 10%.
Apesar da reposição total dos salários este mês, os funcionários públicos vão continuar a receber um ordenado líquido muito inferior ao que recebiam em 2010 e só aumentos acima dos 13% em 2017 poderiam colocar os salários de Outubro no mesmo patamar dos praticados há seis anos.
(clicar na imagem) in Público
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Out 13 2016
É o que os “números” permitem, cada um tira as ilações que acha pertinentes para os interesses que tem.
Em causa está uma estudo, “Será a repetição de ano benéfica para os alunos?” Que tenta responder ao seguinte; tendo Portugal uma taxa elevada de retenção quando comparada com outros países, qual o seu impacto na aprendizagem dos alunos nacionais? Que função desempenha a retenção? Pode ou não contribuir para a melhoria de resultados escolares? Que estratégias alternativas existem?
Mas como todos sabemos as crianças não são números. E se as retenções existem é porque ainda nenhum “estudioso” assumiu que as mesmas devem deixar de ser permitidas… (há quem diga que já o fazem na surdina). Ou como alternativa, atacar as causas, fora e dentro da escola, Mas isso não deve interessar, não se fazem “números” com isso…
Investigadores compararam quem passou e chumbou entre alunos do 4.º ano com dificuldades de aprendizagem iguais. Ser rapaz, estrangeiro e até viver em certas regiões prejudica
Entre alunos semelhantes, quer no nível socioeconómico quer no desempenho académico, alguns têm maiores probabilidades de ser chumbados devido a fatores – como ser do género masculino ou estrangeiro – que nada têm a ver com pedagogia. Esta é uma das controversas conclusões do estudo: “Será a Repetição de Ano Benéfica para os Alunos”, de Luís Castela Nunes, (da Nova School of Business and Economics), Ana Balcão Reis e Carmo Sobral.
(clicar na imagem) in DN
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Out 13 2016
O Orçamento será hoje aprovado em Conselho de Ministros e amanhã entregue na AR. A pergunta tem a sua razão de ser. É mesmo necessário mais dinheiro para a educação? É que este ano (2016) o orçamento para a educação foi mais reduzido que no transato e, aparentemente, todo está a correr sobre rodas…
So what? Cinco ideias a reter e uma conclusão
Primeira: no orçamento da Educação, conta mais a qualidade do que a quantidade. Ou seja, é mais importante investir em boas políticas (as que têm maior retorno para as aprendizagens) do que aumentar transversalmente o volume do financiamento à Educação – não é porque há mais dinheiro que ele será bem aplicado e fará a diferença.
Segunda: não existe uma relação causa-efeito entre o financiamento e as aprendizagens. O dinheiro que se investe na Educação conta, mas não serve de garantia de bons desempenhos, pelo que não basta aumentar o financiamento para aumentar os resultados escolares. Voltamos ao mesmo: o que faz a diferença é onde o financiamento é alocado.
Terceira: o financiamento à Educação em 2015 é, em volume, praticamente idêntico ao de 2005, mas muito diferente na estrutura – hoje, as despesas com o pessoal (nomeadamente professores) representa uma percentagem menor do total do financiamento. Resta perceber se a tendência é para manter nos próximos anos.
Quarta: os anos de 2009 e 2010 foram os recordistas absolutos em termos de financiamento público na Educação. No entanto, esse acréscimo orçamental esteve mais relacionado com questões conjunturais (despesas com o pessoal) e programas pontuais (Parque Escolar, computadores Magalhães) do que com apostas estruturais e estratégicas para a melhoria das aprendizagens.
Quinta: no ensino não superior, o ajustamento financeiro dos anos da troika (2011-2014) foi desenhado mais em modo de emergência do que numa lógica estratégica. Mas foi muito inferior ao que se estabeleceu na vox populi e no debate político – cerca de 600 milhões de euros. No entanto, forçou os limites do sistema educativo e, em particular, dos professores e auxiliares, sobre quem recaiu a maior fatia do corte orçamental.
Conclusão? Da próxima vez que escutar o anúncio de um aumento do financiamento na Educação, acompanhado de um slogan de valorização da Escola Pública, desconfie. Há investimentos que são estratégicos e fazem a diferença – nos professores e em tudo o que envolve as aprendizagens em sala de aula. E há investimentos que, embora inflacionem os orçamentos, não produzem efeitos duradouros nem melhorias estruturais no sistema educativo. Os primeiros são melhores do que os segundos. Mas os segundos são muito mais frequentes do que os primeiros. Afinal, é mais fácil investir em betão do que em pessoas.
Alexandre Homem Cristo
(Clicar na imagem) In Observador
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Out 12 2016
Anualmente, a FFMS dedica o mês de Outubro à educação e apresenta estudos que foram feitos com financiamento da mesma. Este ano não é excepção e serão apresentados trabalhos no âmbito do projecto aQeduto, uma parceria com o Conselho Nacional de Educação (CNE), que se tem debruçado sobre dados dos estudos da OCDE sobre educação.
Nesta quarta-feira, o primeiro dia do ciclo promovido pela FFMS, o tema foi a Organização da Rede Escolar e foram apresentados estudos de caso da autoria de Teresa Seabra e Maria Manuel Vieira, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa; e de Leonor Torres, da Universidade do Minho.
Teresa Seabra e Maria Manuel Vieira debruçaram-se sobre os resultados dos alunos de 4.º e 6.º anos nas provas de aferição em 2009/2010, na região de Lisboa, para perceber o efeito da escola nos resultados obtidos e concluíram que a escola pode fazer a diferença. As investigadoras olharam com mais atenção para os resultados dos alunos do 1.º e do 2.º ciclo de quatro agrupamentos e concluíram que os alunos que tinham melhores notas eram de uma escola onde os estudantes provinham de meios mais desfavorecidos.
Porquê? Porque a escola fazia um “apoio persistente e continuado com todos os alunos que precisassem de reforço e não deixou nenhum aluno para trás”, explica Teresa Seabra. Logo, não é só o meio socioeconómico de onde o aluno provém que faz a diferença, mas a escola e o que esta faz pelos seus jovens.
O segredo está no acompanhamento, mas também na dimensão da escola, continua Teresa Seabra, durante um almoço promovido pela FFMS com a comunicação social. Neste estudo, o agrupamento com melhores resultados tinha 1500 alunos e o outro, com resultados menos bons, tinha 4000.
Também Leonor Torres, da Universidade do Minho, reflectiu sobre algumas dificuldades na gestão da rede escolar e nas implicações que têm os mega-agrupamentos no sucesso dos alunos.
Embora haja um aspecto positivo dos mega-agrupamentos que é a sequencialidade – ou seja, um aluno entra no pré-escolar e prossegue até ao secundário num mesmo agrupamento de escolas –, outros aspectos são negativos, diz a investigadora do Minho: por exemplo, a falta de autonomia das escolas que fazem parte da mesma unidade orgânica,que “perdem poder de decisão” pois tudo está concentrado na escola sede, explica Leonor Torres. “A escola faz mais coisas diferentes quando não é agrupada, quando tem uma dinâmica muito próxima dos alunos”, defende.
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Out 12 2016
Dirigentes Escolares aplaudem redefinição de currículos – País – RTP Notícias
Educação – João Costa:”Não há nada mais fácil do que reprovar maus alunos e ser professor de bons”
Governo contrata 300 funcionários para as escolas
Estudos revelam que os mega-agrupamentos podem afectar a aprendizagem – PÚBLICO
Aos seis anos os alunos têm mais tempo de aulas do que aos 18 – PÚBLICO
Algumas reflexões sobre o horário escolar » Educare – O Portal de Educação
Crianças passam 32 dias de férias sem os pais » Educare – O Portal de Educação
Educação – Mais de mil ideias contra o insucesso escolar
Chumbar no 4.º ano pouco interfere com desempenho dos alunos > TVI24
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Out 12 2016
Há sempre uma esperança que algo mude para melhor e o facto de se pretender ter uma independência conceptual para esta mudança é um bom sinal.
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Out 12 2016
Para ver o número de colocações por grupo de recrutamento, duração do horário e número de horas clicar nos links de baixo.
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Out 12 2016
Existe uma diretiva europeia, que em breve deverá entrar em vigor no nosso país, que restringirá ainda mais a divulgação de dados pessoais dos alunos a todos os níveis. (por exemplo: as pautas poderão deixar de existir)
Mas por agora, tenta-se manter a “ordem” na net. A CNPD emitiu uma Deliberação sobre disponibilização de dados pessoais de alunos no sítio da Internet dos estabelecimentos de educação e ensino. O objetivo é estabelecer critérios rigorosos para acautelar a divulgação de dados das crianças, designadamente a sua privacidade e proteção de dados pessoais.
Se havia necessidade disto? Havia. Há uma prática generalizada de disponibilização de dados pessoais nos sítios da Internet das escolas, em incumprimento de obrigações legais e com clara afetação dos direitos, liberdades e garantias dos titulares dos dados, em particular dos aluno, mas não só. É comum encontrar atas de reuniões e trabalhos realizados por professores em formação continua “pela net fora” e sem sua autorização…
Deixo aqui a Deliberação N.º 1495/2016 .
Uma noticia explicativa in Público By Mariana Oliveira
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Out 12 2016
… esperemos poder dizer: “Ainda bem. Já era tempo…”
Eis uma medida que há muito os professores desejavam. Esperemos que revejam, muito bem revisto o currículo de Matemática e no 1º ciclo, finalmente, revejam o de Estudo do Meio e de Expressões…
A ideia é definir, nos currículos dos 1.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade, aquilo que é essencial aos alunos. O Governo quer melhor gestão do tempo e do trabalho nas escolas. O 10.º ano também será abrangido, mas mais adiante…
O Ministério da Educação pretende aplicar, já a partir do próximo ano letivo, “currículos essenciais” das diferentes disciplinas nos 1.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade. A ideia, resumida ao DN pelo secretário de Estado da Educação, João Costa, é focar, nos programas, “aquilo que é essencial que os alunos aprendam para depois permitir uma melhor gestão do tempo e do trabalho” nas escolas.
O governante confirmou ainda ter pedido às associações de várias áreas disciplinares, com as quais esteve ontem reunido, que apresentem à tutela “um desenho” daquele que consideram o currículo essencial de cada uma das suas áreas. As primeiras propostas deverão chegar ao Ministério já no início de 2017.
(clicar na imagem) in DN by Pedro Sousa Tavares
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Out 11 2016

Conferência a realizar pela Fundação Francisco Manuel dos Santos
12 OUTUBRO 2016
Discussão em torno da escola e da rede escolar. Quais as consequências práticas dos “mega agrupamentos”? Que alternativas existem? Será a aprendizagem afectada por estas opções? Que oportunidades e desafios surgem com a municipalização da educação? Análises da experiência com a perspectiva das escolas, dos professores e estudos.
Com Tracey Burns (OCDE), Teresa Seabra (CIES-IUL), Maria Manuel Vieira (ICS-ULisboa), Leonor Torres (IE-UMinho), Manuel António Pereira (Ass. Nac. Dirigentes Escolares) e João Jaime (Director Escola Secundária de Camões).
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Out 11 2016
Lista de candidatos admitidos e excluídos ao processo de seleção de 6 técnicos sectoriais para Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Senegal, conforme manifestação de interesse publicada na página do Camões,IP.
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Out 11 2016
Há um clima de tensão entre o Governo e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL). No início deste ano letivo, mais de 90% dos alunos do 1.º ano do ensino básico receberam de forma gratuita os manuais escolares. No Orçamento de Estado para 2017 a medida vai ser alargada a todos os alunos do 2.º ano do básico, o que deverá aumentar ainda mais as divergências entre editoras e Governo. Em entrevista ao “Público” esta terça-feira, Alexandra Leitão, secretária de Estado adjunta e da Educação, diz que o “interesse das editoras não é o das famílias”,
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Out 11 2016
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Out 11 2016
Aviso de Abertura de Concurso de Contratação de Escola Grupo de Recrutamento 110
Torna-se público a abertura de um procedimento concursal destinado à seleção de um docente portador de habilitação profissional no Grupo de Recrutamento 110, com especialização em Educação Especial, num horário semanal de 25 horas letivas semanais, para o ano letivo 2016/2017 na Escola Portuguesa de Díli.
(clicar na imagem) AVISO CONCURSAL N.º 11/2016
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Out 10 2016
O próximo quadro apresenta o número de candidatos à contratação que estão por colocar após a publicação das listas da Reserva de Recrutamento 5, comparativamente com a mesma reserva de recrutamento de 2015.
Encontra-se assinalado com fundo laranja os grupos de recrutamento que em 2016 têm mais candidatos por colocar do que em 2015.
Neste momento existem 13.794 docentes por colocar das 20.540 candidaturas.
Na próxima reserva de recrutamento apenas podem ser colocados os candidatos que se encontram na listas de não colocados, pois, a partir do dia 20 de Outubro já podem entrar na reserva de recrutamento os candidatos colocados em horário temporário na RR2 que efectivamente terminam o seu contrato e optem pelo regresso às listas.
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Out 10 2016
O Ministério da Educação quer travar o ‘chumbo’ dos alunos e facilitar as passagens de anos escolares, acusam alguns professores e diretores de escolas.
Para isso está a aplicar medidas e a dar orientações oficiosas às escolas – semelhantes às que foram transmitidas durante o governo de José Sócrates – para que a retenção dos alunos seja o último dos recursos e que seja considerada “excecional”. Orientação que é aplicada, principalmente, nos anos escolares intermédios (2.º, 3.º, 5.º, 7.º e 8.º anos de escolaridade)
Resultado: há escolas onde os alunos transitam de ano escolar com sete notas negativas, como é o caso do agrupamento Poeta Joaquim Serra, no Montijo, já noticiado pelo “Público”. A passagem de ano escolar de alunos com mais de três notas negativas acontecia no ano letivo de 2008/2009, durante a tutela de Maria de Lurdes Rodrigues, quando foram noticiados vários casos de alunos que passaram de ano com nove notas negativas.
E agora o discurso repete-se. “O que é dito às escolas é que deve ser aumentado o sucesso escolar, a regra deve ser a transição nos anos escolares intermédios e só nos anos terminais (4.º, 6.º e 9.º anos) deve ser feita uma avaliação mais rigorosa”, garante ao i Paulo Guinote, especialista em Educação e professor do 2.º ciclo do Ensino Básico.
Segundo o professor, estas orientações foram transmitidas através de telefonemas e de reuniões de preparação para o ano letivo onde, inclusivamente, é “lembrado que a retenção dos alunos tem custos para o país e que o aluno não ganha nada com isso”.
Estas são orientações que, segundo Paulo Guinote, contrastam com as que foram dadas durante a tutela de Nuno Crato. O ex-ministro da Educação tinha como palavras de ordem a “exigência” e “rigor” e seguia a máxima “queremos que os alunos passem, mas passem sabendo”. E, durante a última tutela, garante Guinote, “a pressão desapareceu” porque as “escolas estavam mais à vontade para avaliarem” os alunos.
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Out 10 2016
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Out 10 2016
Workshop DANÇA COM NÚMEROS (gratuito) para professores e outros interessados, integrado na apresentação do solo “O homem que só pensava em números”.
Olhares e Reflexões sobre o Holocausto:
Histórias e Memórias de Refugiados
O Seminário vai decorrer nos dias 4 e 5 de novembro de 2016 no Auditório Dr. Santos Rocha – Museu/Biblioteca Municipal da Figueira da Foz.
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Out 09 2016
São 40 os educadores e professores que se aposentam em Portugal Continental, nas listagens do Ministério da Educação, em Novembro de 2016.
Fica o quadro geral de 2016 onde falta apenas a listagem referente a Dezembro para se fechar o ano de 2016 que tem o menor número de aposentações nos anos em análise.
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Out 08 2016
Explicação mais ou menos pormenorizada sobre a vida de um professor do 1° ciclo, para pais e outros profissionais a quem possa interessar:
Um professor do 1° ciclo é um docente generalista, ou seja, lecciona várias disciplinas. Essas disciplinas estão discriminadas na Lei e são o Português, a Matemática, o Estudo do Meio, as Expressões artísticas, a Expressão físico motora, o Apoio ao Estudo e a Oferta Complementar ( educação para a cidadania, por exemplo…). A Lei prevê ainda expressamente a duração semanal de cada uma destas disciplinas, a saber, 7 horas para as duas primeiras, 3 para cada uma das duas seguintes e mais uma hora e meia para a penúltima e uma para a última, como tempos mínimos que eu, professora do 1° ciclo, sou obrigada a leccionar.
Tudo isto consta discriminadamente do horário que os professores “primários” recebem no início do ano lectivo.
Entretanto, com o ano iniciado, vem a colega de Religião e Moral e diz-nos que vai levar os meninos cujos pais declararam querer a frequência daquela disciplina, no horário que decidiu e que por acaso coincide com a hora a que dou português. E no dia seguinte vem uma jovem esguia dizer que às terças, à hora em que dou Estudo do Meio, os meus alunos terão aula de ginástica com ela, portanto tenho que avisar que venham equipados e entrega-me uma grelha para avaliar, mais um horário e mais uns papéis que entretanto vejo vermelhos, porque quero saber quem decidiu tal coisa. Que é assim, que é um projecto da câmara em que a direcção inscreveu as escolas, porque os meninos precisam muito e a ginástica faz parte do horário, pelo que ela dá uma hora e eu darei a outra, ao que percebi sob orientação dela… E lá vai, deixando-me os papéis na mão.
Entretanto há-de vir a natação curricular, no horário que a câmara decidir, e já sei que duas vezes por semana ficarei sem o intervalo da manhã ou sem um pedaço do intervalo do almoço. Porque a direcção inscreveu as escolas no projecto. Porque os meninos precisam muito e nadar faz muito bem.
Virá mais tarde o ciclismo, no horário da aula de matemática. Foi a junta que decidiu. Porque é um projecto extraordinário e estas crianças precisam muito.
Se eu for professora do 3° ou 4° ano, tenho ainda o inglês curricular que é dado por uma colega de inglês, duas horas por semana. Enquanto ela dá a aula dela eu espero cá fora. Fico de guarda, pois a colega pode precisar de apoio, uma vez que os meninos são pequenos e no 1° ciclo não vigora a ordem de saída da sala quando se portam mal. De qualquer modo tenho mesmo que esperar para de seguida retomar a minha aula, portanto é mais sentinela menos sentinela.
Habitualmente, logo pela manhã, vem a assistente operacional, que é o nome moderno para contínua, com o relato ( às vezes escrito) das ocorrências com os meus alunos na aula de enriquecimento curricular do dia anterior. Transmite ainda que o professor da aec quer reunir comigo, porque os meus alunos não se conseguem aturar nas aulas dele.
Antes de ir embora, ainda avisa que tenho de advertir os meus alunos para o comportamento inadequado que têm tido no refeitório pois as senhoras que lá trabalham não os conseguem aguentar.
Há-de vir de seguida a colega da Educação Especial por causa daquele aluno que vai precisar de adequações curriculares no programa que terei de fazer com ela, mas é preciso encontrar um dia conveniente pois ela tem um horário de 1100 minutos e há tardes ou dias em que não está na escola.
Entretanto à noitinha, as notícias online advertem que o bloco de esquerda quer língua gestual nas escolas primárias.
É altamente provável que na próxima semana apareçam mais pessoas ou entidades com mais projectos de actividades para decorrerem durante o meu horário porque os meninos precisam muito. Hoje acho que não vai aparecer mais nada porque é tarde e todos os que se preocupam com os meninos já devem estar a dormir.
É melhor eu ir também. Preciso muito, embora ninguém me tenha perguntado nada.Ana Rodrigues Martins
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Out 08 2016
Começam a chegar respostas que confirmam que o limite de 7 horas para o aditamento de um contrato se aplica ao total de horas aditadas, independentemente de se tratar de um ou mais aditamentos.
No meu ponto de vista um aditamento de contrato devia ser apenas permitido até ao limite do intervalo do horário de colocação, e mesmo assim em último recurso. Também não entendo como as escolas pedem um determinado número de horas no concurso e depois da colocação feita já conseguem completar um horário por pequeno que seja. Isso demonstra duas coisas: ou má planificação da necessidade ou interesse em completar horários conforme o candidato colocado.
Um aditamento acaba por ser sempre visto como forma de completamento de horário que não se deveria justificar se a necessidade fosse a concurso conforme ela existe. Uma colocação num intervalo tipo 3 em muitos casos transforma-se num horário tipo 1 ou 2 e isso acaba por ser uma ultrapassagem nas colocações que me custa muito a aceitar.
Se exijo justiça nos concursos também não posso concordar com aditamentos sem limites.
Mas isso sou eu a falar, porque quem fica colocado com 8 ou 9 horas tem sempre esperança de após a colocação ficar com horário completo. Mas não é justo que isso aconteça.
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Out 08 2016
Embora esta petição só diga respeito a dois grupos de docência, o tema é do interesse de todos… mais iniciativas como esta são necessárias.
Apreciação em Reunião Plenária da Petição n.º 66/XIII/1ª – “Pela Igualdade” – Pelo restabelecimento de um regime especial de aposentação para os docentes da Educação Pré-escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico – para o dia 26 de outubro, a partir das 15 horas. Seria muito importante a presença de um número significativo de docentes nas galerias da Assembleia da República, pelo que faço um apelo a todos os que tiverem possibilidade de comparecer que o façam e que, se possível, mobilizem outros/as colegas. Esta é uma causa de todos, o importante é que todos os que puderem comparecer mostrem, com a sua presença, a importância do assunto e o nosso descontentamento com a situação atual.
Clicar ma imagem para aceder a toda a informação
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Out 07 2016
… podem ir no bom caminho.
“Os Verdes”, Partido Comunista Português (PCP), Bloco de Esquerda (BE), CDS-PP e PS apresentaram todos projetos nesse sentido, tendo todos os projetos sido aprovados, embora com votações diferentes entre alguns.
Os textos de ecologistas, PCP e BE foram aprovados com votos contra de PSD e CDS-PP e “luz verde” das demais bancadas, ao passo que no do PS sociais-democratas e centristas abstiveram-se.
Já a resolução do CDS-PP pedindo a “promoção do sucesso escolar através de um estratégico e adequado dimensionamento de turmas” foi votado por alíneas mas no final foi também aprovado
Resultado das votações aqui
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Out 07 2016
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Out 07 2016
Informam-se os candidatos em reserva de recrutamento para o cargo de leitor que têm 5 dias úteis, contados a partir 10 de outubro de 2016 até ao dia 14 de outubro de 2016, para apresentar, via endereço eletrónico [email protected] a sua manifestação de preferências, por ordem decrescente, para o Posto vago na rede de cursos do Ensino Superior e Organismos Internacionais – 2016/2017 e 2017, aprovada por Despacho n.º 9397/2016, de 22 de julho de 2016. A comissão de serviço referente a este Posto terá início a 1 de janeiro de 2017.
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Out 07 2016
Foram colocados hoje 737 docentes contratados na reserva de recrutamento 5 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.
Como já tinha dito ontem, mantém-se a tendência no aumento de contratações em relação aos anos anteriores em idênticos períodos.
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Out 07 2016
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Out 06 2016
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