Nick Cave & The Bad Seeds – ‘Girl In Amber’ (Official Video)
Out 06 2016
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/10/a-musica-em-estreia-do-blog-8/
Out 06 2016
Determina o artigo 18º do diploma dos concursos que quem não aceita uma colocação é penalizado apenas no próprio ano lectivo, não podendo celebrar novo contrato com o Ministério da Educação nesse ano.
Deveres de aceitação e apresentação
O não cumprimento dos deveres de aceitação e apresentação é considerado, para todos os efeitos legais, como não aceitação da colocação e determina a:
a) Anulação da colocação obtida;
b) Instauração de processo disciplinar aos docentes de carreira com vista à demissão ou despedimento;
c) Impossibilidade de os docentes não integrados na carreira serem colocados em exercício de funções docentes nesse ano, através dos procedimentos concursais regulados no presente diploma.
O que pergunto é se acham que a penalização apenas no próprio ano é suficiente, ou se acham que ela deve ser mais penalizadora para quem recusa uma colocação?
O que acontece actualmente é que muitos docentes que não sabendo a sua situação profissional em 1 de Setembro de cada ano arriscam concorrer à espera de saber se conseguem ser colocados, mas sabendo que se forem colocados e tiverem uma situação profissional estável para o ano seguinte (quer seja no ensino particular e cooperativo ou noutra área que não o ensino) pouca diferença lhes faz que essa penalização seja apenas pelo ano em curso.
O que acontece nestes casos é que a penalização pouca diferença faz.
Será que não deveria ser mudada esta mentalidade e penalizar por mais do que um ano uma não aceitação de uma colocação?
Se a penalização regressasse ao que existia antigamente (no próprio ano e no seguinte) não havia mais cuidado no concurso?
O que acham?
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/10/o-que-acham-da-penalizacao-actual-para-quem-nao-aceita-uma-colocacao/
Out 06 2016
Nos últimos anos tem vindo sempre a subir o número de colocações de contratados na Reserva de Recrutamento 5.
Para verem as colocações por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas clicar em cada um dos links de baixo.
Em 2015
Em 2014
Em 2013
Em 2012
No total foram colocados 446 docentes contratados na reserva de recrutamento 5.
136 docentes em horários anuais e 310 em horários temporários. Dos 136 docentes que conseguiram horário anual apenas 61 conseguiram-no para um horário completo.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/10/historico-da-reserva-de-recrutamento-5/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/10/nota-informativa-permutas-2a-fase-mobilidade-interna-20162017/
Out 06 2016
Não foi com surpresa, nem dos proponentes, que a proposta de alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo foi chumbada, hoje, na Assembleia da República.
Com os votos contra do PS, BE, PCP e PEV e com a abstenção do PSD a proposta ficou-se por isso mesmo, uma proposta.
O PSD, embora concorde com uma revisão à LBSE, prefere aguardar pelas conclusões de um grupo de trabalho do CNE que, estará a realizar um amplo debate com vários agentes do setor da educação. (não foi revelado quem é que está a debater, os professores não foram chamados a esse debate, mais uma vez). O PS, o BE, o PCP e o PEV, além de discordarem profundamente com alguns dos pontos propostos para alteração, tais como, o papel do Estado no acesso à educação, na escola pública e no ensino privado e a organização dos ciclos escolares, também preferem aguardar pelas conclusões do tal debate a cargo do CNE.
Ainda não é tempo (houve quem dissesse) de discutir este assunto, com resultados de estudos ou não ainda não oportuno falar de uma alteração de fundo à LBSE. Talvez não seja. Mas é necessário começar.
Resta-nos aguardar pelo CNE para sabermos se surgirão mais propostas…
NOTA: O nosso Tiago não esteve presente, mas também não tinha que estar. Houve referência a carros sem condutor, trafico de órgãos e outros… foi um fartote…
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/10/proposta-do-cds-de-alteracao-lbse-chumbada/
Out 06 2016
Em 2015/16, os salários dos professores aumentaram em 24 países ou regiões, enquanto permaneceram mais ou menos no mesmo nível em 16. Ao longo dos últimos sete anos, em termos reais, os salários mínimos obrigatórios aumentaram ou mantiveram-se estáveis na maioria dos países europeus, embora ainda abaixo dos níveis de 2009 em alguns deles.
A remuneração é um elemento-chave que transforma o ato de ensinar uma profissão atractiva. Este relatório fornece uma visão comparativa sobre os vencimentos legais mínimos e máximos para os professores e directores de escola em escolas públicas pré-primário, primário e secundário em 40 países ou regiões europeias. Também examina as mudanças em vencimentos base ao longo do último ano e a evolução do poder de compra desde 2009.
O relatório também olha para salários reais, progressão salarial e subsídios disponíveis em cada país, incluindo folhas de dados nacionais com informações detalhadas sobre todas estas questões.
Fica aqui o documento para análise (versão EN)
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/10/relatorio-eurydice-sobre-os-vencimentos-dos-professores-em-portuga-e-na-europa/
Out 06 2016
Um texto mais correto sobre os vencimentos dos professores, em Portugal e na Europa…
Relatório sobre a situação salarial dos professores na Europa mostra que em 2015/2016 houve um aumento dos vencimentos na maior parte dos países, Portugal incluído.
Fruto do congelamento de carreiras, que se prolonga há 11 anos, os salários actuais dos professores portugueses do ensino não superior estão mais perto do vencimento mínimo do que do máximo praticado nesta profissão, o que faz com que Portugal esteja em minoria nos 29 países europeus que forneceram esta informação à rede Eurydice, revela um relatório sobre a situação salarial dos docentes na Europa divulgado nesta quarta-feira.
Em Portugal, a progressão na carreira é ditada pelos anos de serviço e, portanto, ligada à idade dos docentes. Apesar de a maioria dos docentes portugueses ter mais de 40 anos e de muitos deles terem já ultrapassado os 50, o que o retrato sintetizado pela rede Eurydice vem confirmar é que a maioria continua aquém do meio da carreira para efeitos de vencimento.
Os dados compilados por esta rede europeia de informação sobre a educação dão conta de que o salário médio actual dos professores portugueses do ensino básico e secundário oscila entre 28.697 e 31.805 euros, enquanto o vencimento mínimo é de 21.980 e o máximo de 42.337 euros. Para além de Portugal, os países onde se regista esta proximidade entre o vencimento actual e o salário mínimo para a docência são a França, Croácia, Chipre, Hungria, Malta e Suécia.
(clicar na imagem) in Público by Clara Viana
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/10/salario-medio-actual-dos-professores-esta-mais-perto-do-minimo-previsto-para-a-profissao/