Há a dizer que a prova que o IAVE colocou no site não corresponde à que foi apresentada hoje de manhã.
Na primeira pergunta da parte 2 estava omisso o termo 1º Ciclo, tal como demonstrado já neste artigo e nos comentários deixados aqui.
Se o IAVE considera esta a prova real então deve anular a que foi feita hoje de manhã e que se demita o responsável pela incompetência na produção das provas originais.





4 comentários
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Isto é revoltante!
São incompetentes edepois tentam esconder a incompetência.
Do que se pode apanhar pelo facebook em relação à prova de Português nível 1:
– Na escola Martim de Freitas em Coimbra foi concedida meia hora de tolerância com a justificação de que o exame era extenso demais para o tempo estipulado inicialmente e em nenhum momento foi dito aos candidatos que a prova tinha lacunas na já referida questão, sendo que ninguém ficou na sala no período de tolerância para refazer a questão.
– Na escola Joaquim Gomes Ferreira Alves, em Gaia, avisaram que havia mais 30 min para a realização da prova de Português nível 1 e apenas a 10 minutos deste tempo extra terminar é que informaram da “omissão” na questão 1 da parte II.
– Na escola Inês de Castro em Vila Nova de Gaia não houve a tolerância de 30 minutos, nem qualquer indicação do erro já referido.
– Na escola de Monserrate em Viana do Castelo deu mais 30 minutos de tolerância perto do final da hora prevista, mas não disseram porquê.
– Na escola Alves Martins em Viseu não deram tolerância, nem avisaram do erro na questão.
– Na escola D Maria II em Braga deram o tempo de tolerância mas não explicaram o motivo nem avisaram do erro.
– Na escola Garcia da Orta deram a tolerância mas não referiram o erro.
– Na escola D. Pedro V em Lisboa deram a tolerância dos 30 minutos mas não avisaram do erro.
– Na escola de Vila Franca das Naves em Trancoso não foram avisados de nada.
– Na escola Rainha Dona Leonor não tiveram tolerância nem foram avisados do erro.
– Na escola Francisco Sanches em Braga não deram tolerância nem avisaram do erro.
– Em Castelo Branco e Évora (não sei em que escolas…) deram a tolerância mas não avisaram do erro e os candidatos saíram sem saber de nada….
E se não avisaram do erro, que justificação deram para o prolongamento da prova? Este procedimento não é anedótico, não é para ser levado de animo leve, não é para deixar passar. Isto é um erro grosseiro, que assume proporções de crime, mormente considerando que daqui depende o futuro de muita gente! Para já não falar do grau decduficukdade da prova… Muito gostava eu de ver um inspetor da educação, da área de português, a resolver esta prova!