Que não chegam para justificar o que foi e continuará a ser feito.
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Set 15 2014
Que não chegam para justificar o que foi e continuará a ser feito.
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24 comentários
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Fizeram o erro e não o admitem
Arlindo, e colegas, é possível recorrer para o tribunal constitucional?
– Além de num concurso público não serem tornadas públicas as variáveis, também há o erro de uma formula de cálculo!
Leiam este excerto com atenção:
“Na graduação dos docentes desta bolsa, foi utilizada uma ponderação direta dos
valores dos fatores originais: por um lado a graduação profissional declarada pelos
candidatos que contribui com 50% do seu valor para a classificação final e, por outro,
a ponderação curricular (que contribui também com 50% do seu valor) obtida através
da resposta aos subcritérios definidos pelas escolas e com a ponderação atribuída a
cada um deles nos termos do artigo 39º.”
Foi utilizada uma ponderação direta??? Portanto, eles admitem que dividiram cada coisa por 2 e já está! Será que ainda não perceberam a parte de não ser possível ponderar valores absolutos decorrentes da graduação com percentagens??? Um qualquer miúdo era capaz de ver o absurdo de tudo isto.
Mas ainda bem que me esclareceram porque a fundamentação que amanhã vou entregar à DGAE vai ficar ainda mais interessante.
Se assim é, porque raio fazem 50% de cada componente? Porque nao somam tudo e quem tiver maior valor é selccionado, O PORQUÊ da ponderação de 50%.
QUE ESTUPIDEZ QUE ATÉ IRRITA.
O que importa passar para a comunicação social e pais: “Professores colocados muito mais rapidamente” e acrescento eu “Não interessa como…” e de fato, infelizmente somos os únicos lesados e pelo que ouço na comunicação social, parece que ninguém consegue perceber ao certo o que está a passar e depois vem o Crato dizer que “caso hajam erros, se existirem, irão ser corrigidos” como se pudessem não haver…
Continuam se admitir o erro…eu tal como muitos estou em casa desempregada enquanto outros com metade do meu tempo de serviço são os primeiros da lista…é revoltante…
Ilegalidade 1
Os critérios utilizados não corresponde ao que os conselhos pedagógicos aprovaram (sim é a estes que o regime de atribui esse competência).
Ilegalidade 2
Ninguém confirmou os dados inseridos pelos candidatos.
Sim, os professores assim chegam rapidamente às escolas, mas por sorteio.
“regime de autonomia e gestão”
Esta escola adotou 15 subcritérios …
http://esb3-ddiniscoimbra.ccems.pt/docsEscola/Subavaliacao.pdf
erro?! nahh o prof Marcelo diz que há apenas um pormenor confuso…
Que fosse aquela fórmula… uma das questões principais são as respostas ERRADAS que alteram a ordem nas listas… DA-SE é difícil de entender!!!???
UM EXEMPLO DE COM AS RESPOSTAS ERRADAS DÃO ISTO:
HÉLIA MARGARIDA GASPAR LOPES VENTURA
TS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL EM 31.08.2013 – 0 DIAS
GRADUAÇÃO – 22.319/2= 11.159
SUBCRITÉRIOS – 100PONTOS / 2 = 50PONTOS
TOTAL = 61.160
http://aeericeira.net/home/Documentos/BCELIST00057553.pdf PODEM VERIFICAR É A Nº1 NO 910 E NA CI A 2427!!! A colega respondeu no TS a que GRUPO. É do 110/230/910!!!
Ele há cada uma! Quando pensamos que já nada nos surpreende com este ministério lá aparece mais uma surpresa…amarga, claro.
«Eu de contas não sei nada, facto. Mas sei de lógica. E a minha lógica é tão óbvia que não preciso de fórmulas (ou seja lá que nome se dá à coisa) para constatar a impossibilidade de um resultado justo na ordenação dos candidatos à Bolsa de Contratação de Escola.
Não me parece que tenha sido erro, parece-me sim que a dita fórmula tem muito de intencional. Não quero acreditar que o nosso ministro matemático não soubesse no que a fórmula ia dar ou que nem se desse ao trabalho de verificar o trabalhinho dos seus assessores. Será?
O próximo grande mistério reside no resultado final da maldita lista de ordenação. Ou de mistério não tem nada de tão certeiro que é.
Já muito se falou, já houve de tudo, desde lamentos a insultos, teorias e conspirações. De nada serve. Sabemo-lo.
De nada serve quando a pessoa que está do lado de lá, com todo o poder que tem, não tem o poder da humildade.
Também é verdade que já me questionei acerca do grau de inteligência emocional desse senhor ou da sua capacidade de empatia para com as pessoas. Talvez simplesmente não o consiga fazer, este colocar-se na pele do outro de forma a entender tudo: o sentimento de injustiça, de pena, de sofrimento pelo qual passa a classe profissional que o senhor escolheu representar.
Não sei. Mas sei. E não sabendo acabo por saber. Não importa quem este senhor é. Importam as pessoas que lutam ano após ano por um emprego e que, tal como a formiga, foram acumulando e amealhando experiência ao longo de décadas na esperança de um dia serem finalmente recompensadas e ter direito ao seu lugar na escola.
Esta lista esquece-se de todos aqueles que a serviram no passado. Não digo que os mais novos não merecem um lugar. É claro que sim. Mas devemos ser justos e coerentes.
Não me parece que algo se possa fazer quanto a este circo. Não temos homem para reconhecer os seus erros. Temos um homenzinho com o ego do tamanho de um balão. Rebenta? Claro que rebenta! Mas pode demorar. »
E temos, um que seja, sindicato que nos defenda, e entenda este ERRO!?
Claro que não. Há pouco mais de um ano todos se mobilizaram e fizeram greve aos conselhos de turma de avaliação…mas o assunto pouco ou nada tinha a ver, pelo mesmo no presente imediato, com os professores contratados que, no entanto, foram muitos a apoiar os colegas na sua luta. As coisas chegaram a este ponto porque nada de « radical» foi feito pelos sindicatos ao longo deste último ano lectivo. Agora é tarde.
Quais foram os motivos da greve? Lembra-se?
BLÁ, BLÁ, BLÁ, BLÁ!!!. O pior cego não é aquele que não vê, é aquele que não quer ver!. Com este modo de contratar professores estamos tramados se não entrarmos na contratação inicial, estamos perante uma autêntica roleta russa. Ando nisto há 22 anos e nunca vi nada minimamente parecido.
Pois, como eu: « …Ou de mistério não tem nada de tão certeiro que é »…nada é por acaso.
Enquanto as escolas não forem geridas como empresas e por provados, isto não vai a lado nenhum. Não sou professor e compreendo que haja injustiças, porque penso que deveria haver uma lista única e só quando chegasse ao fim da lista é que devia haver ofertas de escolas. Todos os professores deveriam desvincular-se dos sindicatos porque eles são os maiores culpados do que vos está a acontecer. Boa sorte a todos.
Caro amigo… os problemas começaram a surgir no momento em que o governo desejou privatizar o ensino (com as entidades locais). Se deixassem os concursos como estavam, centralizados no ministério, não começariam estes problemas. É claro que os professores queixam-se sempre mas agora, começam a ter demasiada razão para o fazer…
Privatizar não é entregar as entidades locais. Isso é mudar o responsável publico. Já agora pergunto e se não houvesse lista nenhuma? Nas outras profissões não existe listas as pessoas têm que andar a procura de trabalho. Porque razão os professores são diferentes? Deixo para refletir.
Nesse caso as regras seriam claras. De qualquer modo não são os professores que são diferentes, quando trabalham no setor privado é exatamente assim que funciona. A diferença está no facto de serem candidatos a um emprego na função pública. No funcionalismo público os chamados concursos públicos têm de ser transparentes e como o nome indica, públicos. Ou seja, as listas tem de ser publicitadas. É assim para os professores, juízes, médicos, etc. Não é uma questão de profissão. O estado não é bem uma empresa, não tem os mesmos fins que uma empresa tem. Mas, mesmo que fosse comparável, não pertence ao governo que a gere, é tanto do 1º ministro como é minha ou sua. Da mesma forma que um gestor tem de dar contas aos acionistas se contrata, se despede, como gere ou deixa de gerir, assim o governo tem de dar contas aos cidadãos portugueses do que se passa no estado. Tudo tem de ser publicitado, as contratações, as exonerações, os salários, as funções. Porque, por exemplo, o caro comentador tem o direito a saber. O estado português, também é seu. Aconselho a leitura do Diário da República, da Constituição da República, uma revisão sobre noções básicas dos fundamentos de um estado democrático, assim como alguma reflexão sobre o que distingue o nosso regime de uma monarquia absoluta. Nem falo em regimes totalitários pois no Estado Novo o entendimento do que é estado já era o mesmo … os concursos públicos existem em todos os países…. mesmo os ditadores não acabam com eles.
Já agora, não votamos todos? E votamos para quê? Para encontrar um governo que ” faça a gestão” do nosso estado. (para usar uma metáfora errada mas que parece ser do seu agrado). Se não soubesse como é que a sua empresa contrata os trabalhadores, quantos contrata, quanto lhes paga, como poderia avaliar a gestão feita? Os acionistas escolhem um gestor sem nenhum tipo de informação? Claro que não….
Excelente aplicação para saberem as vossas posições na BCE http://bce.cidadeweb.net/
A ser verdade que os professores que concorreram a vários agrupamentos não sabiam que subcritérios correspondiam a cada um… Como é que resolveram quando tiveram que responder, por exemplo, “quantos anos tem de experiência no grupo de recrutamento a que concorre?” Sem mentir, porque não sabiam, se calhar puseram o melhor…que ficou válido para todos…
Hum…. disparate o que acabei de dizer… esqueçam…