“Queremos que professores que têm sido sucessivamente contratados tenham vínculo permanente com o ministério. Levantámos a questão do concurso externo extraordinário, e achamos que há duas boas razões para que ele possa ocorrer. Por um lado com a existência da norma-travão, o concurso externo anual passou a ser uma necessidade. Com a criação do novo grupo de recrutamento de inglês no 1.º ciclo, achamos muito importante que no próximo ano já haja a criação de lugares de quadro de agrupamento e de escola para este novo grupo”, defendeu João Dias da Silva.





6 comentários
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Concurso externo extraordinário para vincular mais malta do privado, que este ano ainda não tinha o tempo mínimo no publico para poder concorrer, mas para o ano já deve ter porque pelos vistos para vincular no ensino público basta um ano de tempo de serviço nos últimos três anos não é? Não abram os olhos não…
Tem toda a razão!
Devia ser interno extraordinário, com vinculação semi-automática de externos!
Já está previsto um concurso interno intercalar a que todos poderão concorrer. E sendo assim, para quê outro concurso?
Penso ser unânime a ideia de que #e%&a é esta? Outro externo-extra??? 2012 – Externo-extra 600 vagas antes do interno (ouve metade das vagas no interno em relacão ao extra) e a seguir ao interno um… externo (mas dos normais), 2013 – 1957 vagas no externo-extra – mudança de grupo e de quadro de zona dentro do mesmo grupo – zero (0). A imbecilidade tem um limite, durante mais quanto tempo vão os professores de quadro continuar a consentir estas ultrapassagens ilegais? Só faltaz a FENPROF ficar bem caladinha e fazer o frete à FNE e ao MEC.
A FNE deveria preocupar-se em negociar as vagas para o concurso intercalar de 2015 de modo a que todos (quadro e contratados) possam concorrer para aquelas que se considerem efectivamente reais. Reivindicar outro externo extraordinário é dar carta branca à ilegalidade que este MEC tem levado a cabo com a abertura de vagas apenas para os contratados levando à exclusão do pessoal do quadro que, desta forma, continuará longe de casa ou com horário-zero. Sindicatos assim, não obrigado! Já basta o MEC!