Amanhã Há um “Meet”

… em vários locais.

 

Não gosto do termo usado para este encontro, mas divulgo na mesma.

Espero que não existam quaisquer semelhanças com outro género de “meets”

 

 

meet

Link permanente para este artigo: http://www.arlindovsky.net/2014/09/amanha-ha-um-meet/

13 comentários

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    • Nonoines on 14 de Setembro de 2014 at 22:26
    • Responder

    A escolha do nome é muito infeliz!!! Muito, mesmo!!

    • Arnesto on 14 de Setembro de 2014 at 22:47
    • Responder

    A comunicação social e as forças de segurança irão aparecer!

    • pedro on 14 de Setembro de 2014 at 22:49
    • Responder

    Preocupem-se com a ação e não com os nomes… por favor!
    FNE, FENPROF e afins, têm nomes lindos… e ação NADA!

    • Alberto on 14 de Setembro de 2014 at 23:18
    • Responder

    ARLINDO:

    Os últimos acontecimentos são prova dos problemas que tem… como é possível neste estado ainda estar em funções?…
    Penso que chegou a hora da FNE retirar-lhe o tapete, antes que o caldo quente entorne em definitivo… Quando o caldo quente entorna pode-se queimar quem o segura…

    • coeh on 14 de Setembro de 2014 at 23:25
    • Responder

    Com a comunicação social e as forças de segurança é sucesso garantido.

    • Impaciente on 14 de Setembro de 2014 at 23:57
    • Responder

    Lá estarei na Dren na hora combinada.

    • PL on 15 de Setembro de 2014 at 10:40
    • Responder

    “O início do ano letivo também fica marcado pela contestação dos professores, que denunciam erros nas colocações nas reservas de recrutamento e na elaboração das listas nas bolsas de contratação de escola (BCE). Nas redes sociais foram divulgadas minutas para enviar ao provedor de Justiça para contestar a colocação de professores através das reservas de recrutamento – estarão a ser feitas sem respeitar as preferências manifestadas pelos candidatos e a lista de ordenação. Já quanto às BCE (para 288 escolas com contrato de autonomia e em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária), os professores denunciam que o cálculo para a ordenação dos candidatos está errado, o que leva a que docentes com menos graduação profissional estejam a passar à frente de outros com melhores notas: o Ministério da Educação está a somar um valor absoluto (graduação profissional) a um valor relativo (percentagens dos critérios de escola), sendo que cada um dos valores vale 50% na classificação final. Por exemplo, um professor com uma graduação de 30 e 60% nos critérios de escola, obtém 45 pontos (15+30); um outro com graduação inferior (20), mas com 100% nos critérios, obtém 60 pontos (10+50). A tutela já garantiu que eventuais erros serão corrigidos.”
    In:
    http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/professores_recorrem_ao_provedor_de_justica.html

    • PL on 15 de Setembro de 2014 at 10:42
    • Responder

    “Um «erro matemático» condicionou a colocação de milhares de docentes, para este ano letivo. A denúncia é da Associação Nacional de Professores Contratados (ANVPC). Em causa, de acordo com o jornal «Público», está a fórmula para ordenar os professores sem vínculo que concorreram à Bolsa de Contratação de Escola (BCE).

    A BCE vem substituir as ofertas de escola, nos estabelecimentos em Território Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP) e com autonomia, que contratavam diretamente professores em falta, depois da colocação dos docentes do quadro e da contratação inicial de professores sem vínculo. A intenção do Ministério da Educação era precisamente eliminar eventuais fatores de subjetividade na seleção de professores.

    Na BCE, a classificação de cada professor depende da média ponderada de 50 por cento da graduação profissional e 50 por cento da avaliação curricular. Mas a ANVPC afirma não ter sido exatamente assim, já que a graduação profissional acabou por ter um peso inferior ao da avaliação curricular.

    «O valor de 50 por cento dado à avaliação curricular não explica a discrepância de centenas ou mesmo milhares de lugares na lista», argumenta César Israel Paulo, ca ANVPC.

    Alguns docentes concorreram a mais de 200 escolas e em cada uma delas, o mesmo professor ocupou um lugar diferente na lista de colocação.

    «Depois de colocar muitas hipóteses», a associação está convicta de que há um «erro matemático». «O MEC terá ignorado que a graduação profissional é um valor de base 20 [numa escala de números absolutos e não uma percentagem] e somou 50% desse valor com 50% da percentagem obtida na resposta aos subcritérios relativos à avaliação curricular sem converter uma das grandezas», diz César Israel Paulo.

    A ANVPC quer agora saber as cotações associadas a cada item de resposta, em cada escola e em cada grupo de recrutamento, assim como a cotação por candidato, por escola e por grupo de recrutamento. «Só assim os professores poderão fazer comparações e avançar com um processo de recursos hierárquico coeso, justo e objetivo», adianta.”
    In:
    http://www.tvi24.iol.pt/503/sociedade/professores-escolas-colocacao-erro-educacao-tvi24/1571929-4071.html

    • PL on 15 de Setembro de 2014 at 10:47
    • Responder

    “ESCÂNDALO NACIONAL

    Ministro Nuno Crato, conhecido pelo discurso do rigor e da excelência, não é capaz de desenvolver uma simples fórmula matemática. Em consequência da sua inépcia política e técnica lançou o absoluto caos na vida de milhares de portugueses, professores e seus familiares, alunos e encarregados de educação.

    A fórmula de cálculo da classificação dos professores candidatos à Bolsa de Contratação de Escola, iniciativa deste governo, é um simples absurdo matemático e como tal atira para o fundo das listas de colocação os professores mais experientes, com as melhores notas de conclusão de curso e que já serviram o ensino e o país durante largos anos. A fórmula pretende fazer uma média aritmética entre duas grandezas, a graduação profissional e a avaliação curricular, sendo que ambas estão expressas em escalas diferentes. O Ministério da Educação não se preocupou em tornar as escalas equivalentes antes de calcular a média entre os valores o que resultou no facto de as notas de conclusão dos cursos dos docentes e a sua experiência profissional sejam desvalorizadas para 1/5 do que deveriam valer na classificação dos candidatos às BCE.

    Até ao momento nem o MEC nem a DGAE vieram a público reconhecer o seu gravíssimo erro e, portanto, segunda-feira, dia 15/9, os professores menos graduados e menos experientes começarão a apresentar-se nas escolas em consequência das suas colocações em BCE, enquanto que os mais graduados e mais experientes continuarão em casa desempregados a assistir à sua vida ser destroçada pela injustiça, ignorância e arrogância do Ministério. É atroz para todos, mas particularmente para quem dedica a sua vida ao conhecimento, confirmar que a ignorância e a incompetência reinam no nosso país.”

    In:
    https://pt-pt.facebook.com/jornalexpresso/posts/10152546531512949

    • Blandula on 15 de Setembro de 2014 at 11:24
    • Responder

    Obrigada, Pedro. Temos de nos unir para travar este caos e esta inépcia. Ficar aqui a discutir o nome do evento não vale a pena. Obrigada também ao Arlindo por publicar o evento na sua página. 🙂

    • Blandula on 15 de Setembro de 2014 at 11:25
    • Responder

    Mais. Este protesto é pacífico.

    • PL on 15 de Setembro de 2014 at 12:35
    • Responder

    O medo da DGAE!

    A (in)justificação…

    “BOLSA DE CONTRATAÇÃO DE ESCOLA – NOTA INFORMATIVA – DGAE

    http://www.dgae.mec.pt/web/14654/175

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