ViaCurta

Bem venho partilhar mais uma situação que considero caricata nas Contratações de Escola.
Sou do norte fui avisada às 11h desta alteração, mesmo que pretendesse estar presente na entrevista era impossível.

Date: Wed, 5 Sep 2012 10:59:51 +0100

Subject: Alteração de entrevista

From: [email protected]

Por lapso não nos apercebemos que os horários a concurso teriam que ser carregados hoje, dia 5 de Setembro. Assim, as entrevistas marcadas para o dia 6 de Setembro estão canceladas. Os candidatos seleccionados para o dia 6 poderão comparecer a entrevista até às 17h de hoje (5 de Setembro). Pelo facto pedimos as nossas desculpas.

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Algo Vai Nascer Hoje

E pode ser uma boa surpresa.

 

ADENDA: Link adicionado. 😀

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E Já a Chamaram?

Ou eliminaram a candidata por falsas declarações?

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O 1º Selecionado?

 

Já me chegaram vários mails a pedir para criar um formulário com os candidatos selecionados para os horários em concurso conforme iniciei o ano passado.

Tendo em conta a confusão que se está a instalar, nomeadamente em algumas escolas da zona de Lisboa, estou a ponderar fazer um formulário para as ofertas de escola do ano 2012/2013.

Agradeço que me digam que estrutura de formulário devo fazer ou se posso usar um idêntico ao do ano passado. Se alguém que me visita tiver capacidade técnica para através dos horários que tenho tirado tornar possível apenas acrescentar o nº do candidato selecionado ou a anulação do horários podiam dizer-me por mail para tentarmos fazer um trabalho para 2012/2013 com melhor qualidade.

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Esclarecimento da DGAE sobre o Tempo de Serviço

Com esta resposta a um email enviado pela Ana Almeida voltamos às confusões da contagem do tempo de serviço para as ofertas que abram a partir do dia 1 de Setembro de 2012, já que dúvidas não existiam sobre qual a habilitação a colocar para quem concorre como contratado ao ensino especial e como se calcula a sua graduação.

Não era mais simples colocar esta informação numa nota informativa?

De: Ana Almeida [mailto:[email protected]]
Enviada: segunda-feira, 3 de Setembro de 2012 20:13
Para: Unidade de Gestão Multicanal
Assunto: Dúvidas

Boa tarde!

Decidi enviar este e-mail porque estou com algumas dúvidas relativamente aos concursos.

1 – Nas ofertas da contratação de escola que são colocadas a concurso a partir de 1 de setembro, colocamos o tempo de serviço até 31/08/2011 ou já podemos colocar até 31/08/2012?

2 – Como se calcula a graduação para concorrer ao grupo 910? Até aqui era igual à do grupo 110 (do qual sou licenciada), ou seja, a nota que contava era a da licenciatura e o tempo de serviço era o total (o do 1.º ciclo + o da ed. especial).

Agora continua igual ou mudou?

Atenciosamente,

Ana Almeida

 

——- Mensagem encaminhada ———-
De: DSRPD E-mail
Data: 4 de setembro de 2012 16:43
Assunto: Esclarecimento Ana Almeida
Para: [email protected]

Exma. Sr.ª Professora,

De acordo com a leitura do Decreto-Lei n.º n.º 132/2012 de 27 de junho, cumpre esclarecer que:

a) o tempo de serviço para contratação de escola é contado até 31 de agosto de 2011;

b) se o pedido de oferta de escola decorrer após o dia 1 de janeiro de 2013, o tempo de serviço é contado até 31 de agosto de 2012.

Cumpre ainda informar que a nota da formação especializada só pode ser indicada para os professores de quadro. Os professores contratados devem indicar sempre a nota da formação inicial.

Com os melhores cumprimentos,

DGAE/DSRM

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Indeferimento DCE – Vinheta Médica

Com pedido de divulgação para ajudar casos similares.

 

Gostava de te pedir um favor relativamente ao meu caso em concreto.

Trata-se de não me ser autorizado o pedido de mobilidade por doença e ter de voltar à escola de provimento. Como se sabe, foi-nos comunicado por mail ao qual pedi esclarecimento e nunca obtive resposta. Depois de tomar conhecimento através das Listas de Retirados de 31 de agosto, dirigi-me à DGAE e após uma análise e comparação de outros relatórios validados de anos anteriores com o relatório apresentado este ano não se verificou diferenças pertinentes a não ser a data. Através da comunicação social foi divulgada a notícia de um docente ao qual lhe foi invalidado o relatório médico por ser colocada a vinheta do médico no relatório. Investiguei sobre este assunto, comuniquei com o meu médico que confirmou o parecer do Departamento Jurídico da Ordem dos Médicos relativo à necessidade de colocação de vinhetas em atestados médicos, dado à DREAL, “a aposição da vinheta do Serviço Nacional de Saúde, tem utilidade meramente interna para os seus serviços, não validando juridicamente qualquer acto a eles exterior.”

Conclui-se, portanto, ser desnecessária a aposição da vinheta nos atestados médicos. Esta só se torna necessária quando razões de controlo financeiro se impõem, como acontece no caso de receituário de medicamentos comparticipados.

Concreta e sinteticamente é de referir o seguinte:

– Não há legislação que fundamente a colocação da vinheta em atestado médico;

– A vinheta destina-se, somente, a permitir o controle financeiro no que respeita ao receituário de medicamentos comparticipados;

– O atestado médico, deverá ser passado no papel timbrado do médico ou, no mínimo, conter o seu nome profissional, o seu número de cédula e a sua morada profissional.

– A colocação de vinheta não confere qualquer validade ao atestado.”

Cf. http://www.drealentejo.pt/viewlegis.asp?tb=1&IDLei=60&item=2&suby=2

Bom, na DGAE aconselharam-me a fazer uma exposição por escrito à Direção dos Serviços Jurídicos e Contenciosos sobre o assunto. Deram-me o nº do Fax, já enviei, mas queria reforçar e enviar para outros contactos nomeadamente mail. mas não consigo encontrar na net. Será que me podes ajudar?

Quanto a este problema, seria bom alertar os colegas que estão na mesma situação que devem e podem reclamar para desmascarar esta tomada de decisão da DGAE sem qualquer fundamento e que põe em risco vidas de pessoas indefesas com doenças incapacitantes.

Obrigado,

A P

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Duas Boas Notícias

… que mesmo assim parecem não agradar a muita gente.

 

FNE garante vinculação extraordinária de contratados ainda em 2012

 

 

A FNE regista como positivo o resultado da reunião desta tarde com o Ministério da Educação e Ciência, depois de ter assegurado que o Ministro Nuno Crato vai avançar com um processo extraordinário de professores contratados, processo que deverá ficar concluído até 31 de dezembro de 2012.

A decisão saiu da reunião desta tarde com Nuno Crato onde ficou determinado que essa vinculação irá respeitar as posições de carreira dos professores que já pertencem aos quadros.

No final do encontro, o secretário-geral da FNE, em declarações aos jornalistas adiantava que “O ministério compromete-se com a vinculação extraordinária de docentes que têm estado contratados e que forem necessários para o sistema educativo, na resposta a orientações gerais e globais que existem e que essa vinculação extraordinária terá de obedecer a um processo de negociação com as organizações sindicais, quer quanto à determinação de metodologia, quer dos critérios e do calendário”.
Em breve será aberto um processo negocial para definir o número de docentes que vão ser vinculados, como é que eles vão ser vinculados e que critérios serão estabelecidos. A FNE vai participar, desde o início, nestas negociações.
Para além deste ganho, a FNE consegui ainda a garantia do MEC de que não há, não houve e não vai ser produzida legislação relativa à mobilidade especial dos professores. Um compromisso do ministério, depois de recentemente terem vindo a público notícias que davam conta da preparação de um diploma que previa a mobilidade especial dos docentes.

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Imbróglios

Gostaria de saber se soube de casos semelhantes: A minha mulher, professora de EVT, ficou com horário 0 e por isso concorreu. Tem o verbete provisório onde constam todos os dados de forma correta. Acontece que no dia 31 aparece na lista dos professores retirados do concurso. Motivo – regresso à escola de provimento. Mas na segunda feira quando se apresentou na escola receberam-na com surpresa. Não tinham sido eles a retirá-la do concurso nem tinham horário para ela. Disseram que iam tentar perceber o que tinha acontecido e que depois a contactavam. Ela está em casa a espera desse contacto que nunca mais chega.

Hoje teve acesso ao verbete definitivo que confirma que ela foi retirada do concurso tendo regressado à escola de provimento.

A questão que se coloca é a seguinte: Para todos os efeitos ela está colocada nessa escola e independentemente de terem horas ou não o seu lugar é ali. Ou será que não?

atenciosamente

 

Alguém a retirou, eu não fui! Se calhar foi o informático da DGAE.

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Bons Exemplos por Darque

E cada vez mais se sente a diferença de tratamento das escolas do Norte para as escolas do Sul.

 

Ex.mos Senhores/as candidatos/as

Em anexo encontram o link em que podem aceder às listas dos 5 concursos de oferta de escola em curso neste agrupamento para o grupo 910.

Podem contactar se necessário a escola pelos meios indicados na candidatura ou respondendo a este mail.

 

Informação aos candidatos dos concursos de oferta de escola 910 (5 concursos)

Nº 6, 7, 8, 9 e 10

Publicam-se as listas ordenadas (com base nos dados fornecidos pela DGAE para exportação) dos candidatos dos 5 concursos de oferta de escola do grupo 910 neste agrupamento (Educação especial).

A lista inclui os dados a considerar para avaliação curricular (2ª fase) de 100 candidatos (20 grupos de 5), fruto da necessidade de prever que nos 1º grupos possa haver recusas de horário. Foram assim verificadas 500 candidaturas das cerca de 5000 submetidas.

A lista foi sujeita a verificações no sentido de a comparar com a lista disponível (definitiva) do concurso nacional e destaca-se que, em 100 candidatos analisados em cada lista, em média uns 20, tinham dados de graduação erróneos (ou tempo de serviço a mais ou confusão entre classificação profissional e graduação, na sua maioria) ou falta de dados relativos a habilitação profissional.

Nos termos da acta do júri já antes aqui publicada foram incluídos campos na folha de cálculo, que serve de base ao documento, que evidenciam vários aspectos dos dados dos candidatos.

Os 5 primeiros candidatos foram já notificados de que este processo se operou e já foram produzidas selecções entre o 1º grupo de 5 de cada horário com excepção do 10 (sem repetir candidatos seleccionados entre horários).

Tentou-se o contacto com candidatos para verificar dados mas constatou-se que alguns não indicam telefone e, em alguns casos, os endereços electrónicos devolvem as mensagens enviadas.

A lista, além da publicitação no site, vai ser remetida por mail para todos os candidatos que podem verificar os seus dados e reclamar dos elementos que lhes digam respeito e dos que respeitam aos restantes candidatos.

Podem contactar a escola pelos meios indicados na aplicação de candidatura.

Salienta-se a importância de verificarem os casos em que são referidos como não seleccionáveis. Na fase de selecção isso resulta em que não sejam indicados na aplicação (se for possível) ou referenciados como excluídos ou, mesmo que tenham de ser seleccionados por automatismos informáticos, não possam comprovar dados ou ser contratados neste concurso.

Aos candidatos que tenham prestado falsas declarações e que aceitem horários nessas condições serão neste agrupamento aplicadas as normas do regime geral, com comunicação às autoridades judiciais e administrativas competentes.

A selecção será efectuada, na sequência destas listas conforme se forem verificando não aceitações.

Dado que os 5 primeiros candidatos se repetem em cada horário e só podem aceitar um horário por escola só são seleccionados para um cada.

Não é ainda claro como se avançará para o segundo grupo de 5 nesta situação (caso os 1º seleccionados dos 5 horários não aceitem). No horário 10 não foi possível operar selecção porque a 1ª pessoa da lista preencheu a graduação errada e os restantes 4 foram seleccionados para os horários anteriores. Foi pedido esclarecimento à DGAE sobre esta questão que se aguarda para poder prosseguir.

 

Darque, 4 de Setembro de 2012

Luis Sottomaior Braga

Director do Agrupamento

 

 

Enquanto isso pelo SUL, na Apelação, hoje de manhã.

 

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Reunião FNE/MEC

Apenas esta informação no site da TSF. Logo que exista mais desenvolvimentos coloco-os neste post.

Docentes contratados: Ministério vai abrir processo de vinculação extraordinário

 

 

O Ministério da Educação vai avançar com um processo de vinculação extraordinário de professores contratados. A garantia foi dada num encontro com a FNE.

 

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Hoje no Opinião Pública

Com a presença de Paulo Guinote, pelas 17:10, na SIC Notícias.

Pode ser que hoje nem o Cavaco Silva nem o Paulo Bento saiam à rua. 😀

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Denúncias do Grupo 550

E-mail chegado com pedido de divulgação.

 

Boa tarde. Venho por este meio informar da seguinte situação que está a ocorrer EM TODAS AS LISTAS DO 550 – INFORMÁTICA publicadas, pelos AE Escolas Não Agrupadas nos seus sites:

 

As listas do Grupo 550 – Informática extraídas da plataforma NÃO ESTÃO ORDENADAS conforme a legislação e as Escolas estão a assumir que estas listas são listas “finais” de seriação e daí partem para as entrevistas aos primeiros candidatos das listas.

Candidatos dos grupos 110 – 1º ciclo, 300 – Port., 320 – Francês, 510 – FQ , 600 – Artes Visuais, 620 – Ed. Física estão no topo das listas, sem terem habilitação para lecionar na Informática, à frente dos candidatos com cursos de Informática Ensino (profissionalizados no grupo de recrutamento a que se destina a oferta).

Isto acontece porque nas listas extraídas da plataforma os candidatos vêm ordenados pela graduação e as escolas não “trabalham” as listas de forma a seriar os candidatos conforme a legislação em vigor (primeiros os profissionalizados no grupo de recrutamento a que se destina a oferta e só depois os outros com habilitação própria).

Para colmatar esta situação BASTAVA A DGAE, lançar uma Nota Informativa alertando as Direcções das Escolas, para o facto de terem de seriar os candidatos de acordo com a legislação, referindo explicitamente que as listas que são extraídas da plataforma electrónica não são listas finais de seriação.

Os casos são imensos – TODAS as listas do grupo 550 publicadas nos sites das escolas estão erradas.

 

Aqui ficam uns exemplos.

Se puder publicar no blog de Arlindo esta notícia era excelente, para que todos fiquem a conhecer o que se está a passar.

Obrigada

Vera Dias

 

 

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Casos Reais

… que só podem ser resolvidas com o pagamento das deslocações para o exercício de funções dentro de um agrupamento, mas que mesmo assim será fácil de resolver nos locais onde não exista esse transporte.

 

Caso enviado pela APEVT

 

Começam a surgir-nos situações “desabafos” e preocupações muito complexas.

Uma colega, a chorar, fez-nos chegar um depoimento ao qual não podemos ser estranhos.

Reside a pouco mais de 50 Km da Escola onde exerce funções docentes. Esta colega de EVT, grupo 240 (um dos mais afetados), não tem transporte próprio, pelo que utiliza transportes públicos (comboio e/ou autocarro) para se deslocar, como até 31 de agosto sempre fizera.

Hoje tomou conhecimento do serviço docente que lhe foi atribuído. Sendo que tinha “horário zero” e foi “respescada“, atribuíram-lhe serviço em 11 Escolas do 1º CEB no Agrupamento, Mega, onde está. Algumas dessas escolas distam 8 a 10 Kms umas das outras.

Como vai resolver a situação? A escola providencia transporte? Imaginem encaixar 11 escolas, 2 horas em cada escola, num horário. Sendo que entre cada bloco de 2 horas há um “furo” para andar a saltar de “uma escola para outra“. Cabe às escolas providenciar as deslocações? O que vou fazer? Meto uma licença sem vencimento? – Estas foram questão que quem denunciou a situação nos colocou…

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As Ineficiências do Sistema

Hoje no Jornal Público.

 

Com referência no artigo ao ocorrido neste post.

 

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Prémio da Descaração

Escuso-me a transcrever o resto do mail porque já devem saber de onde isto vem.

 

…

O primeiro subcritério é o da continuidade pedagógica no Agrupamento e apenas um candidato o irá cumprir: o colega que lecionou no ano letivo de 2011/12.

Espero ter clarificado as dúvidas e pessoalmente lamento que o Agrupamento tenha de utilizar este processo.

Com os melhores cumprimentos

 

Diretor do Agrupamento de Escolas de A…

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Diligências Sobre a Ausência de Listas

Que demonstra a total anarquia das escolas.

 

Queria dar-lhe conhecimento de 2 situações sobre a não publicitação de listas ordenadas nos sites dos agrupamentos.

Liguei para o AE de Camarate – D. Nuno Álvares Pereira porque em informação que constava da aplicação já teria a lista ordenada e não a encontrava no site. Perguntei pelas listas ordenadas e disseram-me que já tinham mas que não as iam colocar no site. Disse que tinham que colocar porque estava previsto na lei. E os minutos seguintes, breves porque não há boa educação que aguente mais que isso, foram simplesmente eu a dizer que tinham que divulgar e eles a dizer que não tinham nada que divulgar. Disseram-me ainda que iam chamar os 5 melhores classificados ao que eu perguntei como é que eu saberia quais eram mas a resposta não passou do mesmo, um brusco “não somos obrigados a publicar e se quiser contacte a DGRHE” como quem diz: “quero, posso e mando”.

Tentei contactar a DGAE durante o dia mas foi impossível.

Depois liguei para o AE de Apelação e disse que tinha a convocatória mas queria ver as listas ordenadas e não as encontrava no site. Disseram-me que não as iam colocar no site porque não tinham “professor informático” mas que havia um professor que estava a tratar “disto dos concursos” e que me daria toda a informação necessária. Pedi que ao menos me enviassem a lista ordenada por mail. Tentaram passar a chamada para eu falar com esse professor, ele não atendeu, e a mesma senhora disse-me que esse professor estava numa reunião e para tentar dali a pouco. Isto foi por volta do meio dia. Depois das 14 h tentei ligar várias vezes mas nunca atenderam o telefone.

A próposito deste assunto, e uma vez que os contactos com as escolas e DGAE não tinham qualquer resultado, ainda contactei o Ministério, remetaram-me para o SIREP (?) que não faziam ideia do que eu estava a falar, por sua vez remeteram-me para a DREL, onde depois de várias tentativas consegui finalmente ser atendida. No entanto não demonstraram qualquer interesse pelo assunto e disseram-me que teria que fazer uma exposição e enviar por mail. O que até já fiz mas quase com a certeza que mais depressa serão seleccionados os candidatos nas referidas escolas do que eu obterei resposta àquele mail.

A lei é clara:
Artigo 39º, n.º 8, do DL 132/2012:
“Os candidatos são primeiro ordenados de acordo com o critério da alínea a), sendo a lista divulgada na página electrónica do agrupamento de escolas ou escola não agrupada. ”

Mas pelos vistos os Directores destas escolas acham que estão acima da lei.

Cumprimentos e continuação de bom trabalho,

AC

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Para Amanhã

FNE e o MEC reúnem para analisar resultados do concurso de professores e processo extraordinário de vinculação

 

No seguimento do pedido de reunião, com caráter de urgência, efetuado na passado dia 30 de agosto, uma delegação da FNE, liderada pelo Secretário Geral, João Dias da Silva, reúne amanhã com o ministro Nuno Crato. A reunião vai realizar-se no edifício do Ministério da Educação e Ciência, na Av. 5 de Outubro, 107, pelas 14h30.
O encontro tem como objetivo refletir com o MEC sobre os resultados do concurso de colocação de professores, nomeadamente, quanto às respostas educativas que ele vai permitir no próximo ano letivo e o grau de precariedade que a ele está associado.
A vinculação extraordinária de professores é outro dos temas deste encontro. A FNE já fez saber que vai exigir ao MEC a vinculação de 12 mil professores com mais de 10 anos de serviço.

Por outro lado, têm surgido ultimamente, de forma reiterada, nos meios de comunicação social, notícias sobre a eventual existência de um projeto de diploma que visaria regular a mobilidade especial dos docentes. É entendimento da FNE que não se justifica a existência de um diploma que regule esta matéria especificamente para os docentes, tendo em conta a legislação já existente para a Administração Pública, onde aqueles se enquadram.

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Ilusão do Dia

…em que quase todos os professores ganharam esperança no emprego.

 

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À Procura de Confirmação

… neste mail que me chegou.

Caso haja desenvolvimento desta informação farei novo post com informação oficial.

 

fui colocada a 31 de agosto num horário incompleto, no entanto, já tinha concorrido às ofertas de escola TEIP que foram surgindo. Ao ler o Dec lei 132… e após ter tirado dúvidas tanto com alguns colegas meus como no seu blog entendi que poderia aceitar este horário de 31 de agosto mas que se conseguisse ficar num horário completo numa TEIP poderia denunciar o primeiro contrato. Decidi telefonar para o CAT e após quase 2 horas de espera lá me atenderam e a resposta foi que não posso denunciar o contrato.  A senhora muito simpática leu-me um despacho 108… que resumindo dizia que tinha de aceitar o primeiro horário, podia arranjar um horário numa escola TEIP mas que não denunciava, tinha que enviar um email para [email protected] com o nº de candidato, a escola onde fiquei contratada a 31 de agosto e a escola onde fiquei posteriormente que depois tudo se resolvia internamente entre a dgae e as escolas. Estou mais confusa ainda não sei o que fazer… arlindo já ouviu falar nesta situação??????

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Por Vialonga Não Confiam No Correio Eletrónico

CONVOCATÓRIA

3ªfeira dia 4 de setembro de 2012

11.45 horas

 

Contratação de escola-reserva de recrutamento

Seleção de docentes

 

Dando cumprimento à letra ii) do ponto 6, alínea b) do artigo 39 do Decreto-lei nº132/2012, convoco V. Exa. Para entrevista/avaliação curricular (fazendo prova documental), conforme consta na plataforma de contratação de docentes, com ponderação de 50%, para:

– 3º feira dia 4 de setembro de 2012, pelas 11.45 horas, na sede do Agrupamento de escolas de Vialonga, na rua Gago Coutinho 2626-508 Vialonga.

Caso receba mais que uma convocatória, é válida a primeira.

A direção

Maria Armandina Soares

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Acusem-se

Porque quero saber quem foi o primeiro a ocupar estes horários visto que estavam disponíveis para todos aceitarem!

 

 

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Copiões :)

 

 

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Uma Consulta Prévia

colocada aqui:

 

No âmbito do concurso de Mobilidade Interna, concorri a DACL e a DAR. Na ICL2, fui retirada do concurso de DACL por “atribuição da componente letiva”. Deveria ter sido reordenada na 2.ª prioridade da Mobilidade Interna, aquando da publicação da lista definitiva de admissão/ordenação. Ora tal não aconteceu e não fui colocada em nenhuma escola mais próxima da minha residência. Havendo horários completos a concurso nas escolas com os códigos X, Y e Z, para cujos concelhos concorri, gostaria de saber por que razão não fui colocada em nenhuma delas?

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Palhaçada na DREC

Que obriga os docentes colocados pelas necessidades transitórias a apresentar-se no primeiro dia útil de Setembro,

 

…alegando o nº1 do artigo 17º do Decreto Lei 132/2012.

Batemos no fundo da incompetência das Direções Regionais.

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O MEC É Tão Generoso

Duplicando colocações.

E há quem fale mal dele. 😀

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O MEC É Tão Generoso

Que está a oferecer aceitação de horários a todos os professores que concorreram às Ofertas de Escola e onde já há candidato selecionado.

 

 

Podem reportar os casos na caixa de comentários.

 

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O Mundo Louco das OE

… das entrevistas por telefone e da falta de respeito para com os professores.

 

candidato a oferta de escola, grupo 110 no Agrupamento de escolas XXX.

Hoje dia 3 de setembro, pelas 13:06 recebi uma chamada (92578XXXX) da escola a que estava a concorrer, de uma pessoa(mulher) que não se identificou dizendo que me queria fazer umas perguntas pois eu estava nos 5 primeiros da lista de ordenação da escola deles…

Fui apanhado de surpresa e incrédulo pois vinha do IEFP, no qual estava desde as 6 da manhã, aceitei responder…

A colega nitidamente à procura do erro, perguntou-me qual a minha graduação, pois não batia certo com o da aplicação. respondi que era verdade pois a escola em causa não tinha indicado até quando era esse tempo de serviço, ao contrário de outras, como tal coloquei com o tempo de serviço de 31-08-2012. A mesma respondeu, então está excluído… indignado com a satisfação da colega retorqui que fui induzido a erro, ao qual prontamente a colega disse que não sendo por aí também me iria excluir pois eu não tinha enviado o c.v. para o mail da escola…incrédulo desliguei o telemóvel para não ser mal educado e dizer o que me passava pela cabeça.

Mais tarde pelas 15h resolvi ligar para a escola, pois na página do agrupamento não há qualquer indicação para enviar o c.v. Atendido pelo diretor XXXXX, confirmou-me que estavam com o problema informático e não tinham conseguido pedir o C.V. aos candidatos seleccionados. Ao qual perguntei então como poderia eu adivinhar?

Está mais que provado que estas ofertas de escola, estão viciadas. Mas o que poderei fazer para denunciar esta situação??

sem mais

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Desta Vez por Resende

… a publicação das listas com os dados pessoais dos candidatos.

 

Perdoem-me, mas nem o link para essa listas coloco.

 

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Tempo de Serviço – Habilitação Própria

Porque não é caso único e finalmente devem ter detetado o erro que já tinha anunciado aqui.

 

Venho assim denunciar mais uma incompetência por parte dos responsáveis pela aplicação informática: desde sexta feira ao fim da tarde (aquando da saída das listas) que a aplicação está com um erro de programação que quando se trata da habilitação própria esta não deixa inserir o tempo de serviço que possuímos, sugere-nos que coloquemos o número de dias compreendido entre termos feito 18 anos e terminado a licenciatura. Deve ser um erro de programação, o que é certo é que desde 6ª feira não se consegue concorrer a ofertas com a habilitação própria.

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Números Finais de Colocações em 31 de Agosto

Depois de ter feito este pedido para ajudarem-me na organização dos ficheiros em Excel sobre as listas de colocações de 31 de Agosto informo que já recebi todas as listas e agradeço a todos os que me ajudaram.

Com estes dados já é possível apresentar números finais corretos.

Ficam aqui os quadros dos números da mobilidade por grupo disciplinar e horas de atribuição da componente letiva, os números da contratação inicial por grupo de recrutamento e horas de componente letiva e os números das renovação de colocação.

Neste links ficam os documentos em pdf de todos os colocados em mobilidade, em contratação inicial e em renovação.

 

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Uma Apelação Descarada

CONTRATAÇÃO DE ESCOLA-RESERVA DE RECRUTAMENTO

SELEÇÃO DE DOCENTES

Grupo de recrutamento: 910

ANO LETIVO – 2012/2013

 

Dando cumprimento ao ponto i) do ponto 6, alínea b) do Artigo 39 do Decreto-lei nº 132/2012, convoco V. Exa. para uma entrevista com o objetivo de se proceder à avaliação dos subcritérios conforme consta na plataforma de contratação docente – Reserva de recrutamento – com ponderação de 50 %.

 

A entrevista terá lugar:

3ª Feira, dia 04 de setembro de 2012, pelas 9.00 horas, na sede do Agrupamento de Escolas de Apelação, Rua das Escolas, 2680-321 Apelação.

 

Relembramos que os subcritérios para o nosso Agrupamento são:

 

1.     Continuidade Pedagógica no Agrupamento de Escolas de Apelação

2.     Perfil adequado para o Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas de Apelação

 

Observação: O nosso Projeto Educativo privilegia a continuidade pedagógica.

 

Com os melhores cumprimentos,

Félix Bolaños

Agrupamento de Escolas de Apelação  Telefone: 21 948 75 20

Email: [email protected]

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Listas em Excel para Arranjar

Tenho neste momento as listas da mobilidade interna, contratação inicial e renovações convertidas para excel.

A conversão dos documentos em pdf para excel ainda não permite fazer o tratamento dos dados usando os filtros porque tudo foi convertido, inclusive a numeração de páginas dos PDF. Seria desnecessário andar a fazer este trabalho se a própria DGAE disponibilizasse estas listas também neste formato.

Assim pedia que me ajudassem a trabalhar estes 3 documentos para começar a fazer o tratamento de dados para o ano 2012/2013.

Ainda vou converter as listas de ordenação definitivas para tentar fazer o trabalho que a Tânia Figueiredo começou o ano passado com o grupo 220, colocando todos os candidatos com cores diferentes conforme colocados em renovação, contratação inicial, reserva de recrutamento ou Ofertas de escola.

Assim a vossa ajuda é fundamental para este trabalho.

LISTA DE MOBILIDADE INTERNA

LISTA DE CONTRATAÇÃO INICIAL

LISTA DE RENOVAÇÕES

NOTA: Cada um dos ficheiros tem as instruções a vermelho para o arranjo destas listas. Se quiserem organizar-se para arranjar parte de uma lista podem escrever na caixa de comentários o que se disponibilizam a fazer de forma a evitar duplicação de trabalho.

Quando prontas agradecia que me enviassem para o seguinte mail.

OBRIGADO, depois retribuo a ajuda.

 

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Não é a Primeira Vez

…que alguém despacha ao Domingo.

 

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Mais Motivos Para Recurso Hierárquico

… desta vez relacionados com as renovações de colocação.

Se alguns exemplos são evidentes para se ganhar o recurso hierárquico outros não o serão tanto. De qualquer forma alerto para a verificação rigorosa das listas de forma a confirmar eventuais colocações de docentes em mobilidade nos lugares que poderiam ser para renovação.

Ainda hoje publicarei todas as listas em excel para serem corrigidas e acertadas de forma a apoiar os eventuais recursos hierárquicos que serão possíveis de fazer até ao próximo dia 7 de Setembro.

 

Exemplo 1

Sou uma professora contratada, do grupo 910 que obtive renovação no ano passado e este ano voltei a pedir renovação juntamente com outra colega da escola do meu grupo. O diretor da escola diz que nos pediu e, à semelhança do ano anterior, disse-me que se viesse alguém do quadro não ficaria como é lógico. Agora com a saída das listas, a minha colega foi renovada e eu não. O que me espanta é que a vaga foi ocupada por outra pessoa contratada e não por alguém de quadro. A minha questão é se houve alguma alteração na lei da renovação para que isto acontecesse…

Exemplo 2

Eu sempre vi o meu contrato ser renovado desde 2009. eles queriam me renovar o contrato novamente, mas tivemos informação que a efetiva da escola iria regressar à base…

Sei agora que a colega se manteve em Gaia e nas listas de colocação de mobilidade e de contratação não aparece ninguém colocado e eu não obtive a renovação…

Será que posso reclamar? Se sim, como?

Muito obrigada

Exemplo 3

Na escola onde lecionei (durante 6 anos) foram reconduzidos 3 professores com graduação inferior à minha. A escola alega que o critério utilizado foi a nota da avaliação. Acontece que um dos professores reconduzidos tinha uma nota igual à minha. A minha questão é a seguinte: a escola tem autonomia para selecionar “quem quiser” ou existem dispositivos legais que obriguem a selecionar de acordo com critérios estabelecidos tais como lista de graduação ou avaliação de desempenho? Onde é que me posso informar sobre isso sabendo que o sindicato local é “muito próximo” da minha ex escola.

Muito obrigado.

Exemplo 4

Na escola onde leccionei no ano passado éramos 5 professoras contratadas.Na lista nacional de graduação eu era a terceira dessas cinco. No fim do ano lectivo foi-me diagnosticada doença oncológica, tive necessidade de meter atestado durante o último mês.
Este ano, como só havia quatro horários, foram reconduzidas a 1ª, 2ª, 4ª e 5ª. Fiquei portanto de fora!
Há alguma base legal para reclamar isto?
Obrigada pela atenção.

Exemplo 5

da Escola disseram-me que para renovação havia horário até mim, num total de 6- eu estava lá há 3 anos. E havia. Só que não sei como é que eles fizeram aquilo que eu não renovei e ficou uma colega- mais graduada. As outras renovaram. Uma vez, em conversa informal, disseram-me que é o concurso que trata do assunto. Eles seguem a lista graduada como critério para a renovação e eu seria a tal 6ª. O que achas que pode ter acontecido, uma vez que a colega que lá ficou é contratada..?  Pq eu disse que sim na pergunta da renovação e eles disseram que sim na pergunta da renovação. Como é que pode ser?

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Blogosfera – A Educação do Meu Umbigo

Um Fenómeno Único – A Blogosfera Real

 

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Aceitação e Apresentação

Deixo aqui o link para a nota informativa da publicação das listas onde constam os prazos que também já tinha feito referência para a aceitação da colocação e a apresentação na escola de colocação.

NOTA: Lembrem-se que uma não aceitação penaliza os docentes para a contratação inicial e reserva de recrutamento do próximo ano letivo. Mas se quiserem dar-se ao luxo de não querer  trabalhar na escola onde ficaram colocados é preferível seguir o procedimento da aceitação e apresentação para depois denunciar o contrato dentro do período experimental e assim reduzem a penalização apenas para este ano letivo.

 

4. Das listas agora publicitadas, homologadas por despacho de 31 de agosto de 2012 do Diretor-Geral da Administração Escolar, cabe recurso hierárquico nos termos dos n.ºs 4 do artigo 31.º e n.º 2 do artigo 35.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, no prazo de cinco (5) dias úteis, contados a partir do dia 3 de setembro de 2012.

5. Uma versão atualizada do verbete de cada candidato, a disponibilizar na página da DGAE na internet no dia 3 de setembro de 2012, na área Docentes>Concursos>Concurso de Docentes>2012>Serviços>Verbete do candidato 2012, inclui todos os elementos constantes nas listas definitivas.

6. Os candidatos agora colocados (QA/QE, QZP e Contratados) devem aceitar a colocação na aplicação informática do SIGRHE, no prazo de 48 horas, correspondentes aos dois primeiros dias úteis seguintes à publicitação da lista de colocação, de acordo com o n.º 2 do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de Junho.

7. Estes candidatos devem apresentar-se no prazo de setenta e duas horas após a respetiva colocação.

8. Nos casos em que a apresentação por motivo de férias, maternidade, doença ou outro motivo previsto na lei não puder ser presencial, deve o candidato colocado, no 1.º dia útil do mês de setembro, por si ou por interposta pessoa, comunicar o facto ao agrupamento de escolas ou escola não agrupada com apresentação, no prazo de cinco dias úteis, do respetivo documento comprovativo.

9. Nos termos do n.º 4 do artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, os docentes de carreira integrados na reserva de recrutamento sem serviço atribuído devem apresentar–se no 1.º dia útil do mês de setembro no último agrupamento de escolas ou escola não agrupada onde exerceram funções para aguardar nova colocação.

 

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Mobilidade Interna 1ª e 2ª prioridade​s

Chegaram-me hoje imensas referências a docentes que concorreram a ambas as prioridades e foram retirados das listas sem que fosse verificada alguma escola para as opções da 2ª prioridade (Ex-DAR).

Em algumas situações as escolas retiraram os docentes da 1ª prioridade descobrindo afinal que nem tinham componente letiva e automaticamente a aplicação retirou-os da 2ª prioridade.

Tudo isto é estranho e é bem possível fazer recurso hierárquico destas situações com ganhos evidentes de causa.

Aguardem pela aplicação que estará aberta a partir de segunda-feira e por cinco dias úteis para fazer esse recurso.

4. Das listas agora publicitadas, homologadas por despacho de 31 de agosto de 2012 do Diretor-Geral da Administração Escolar, cabe recurso hierárquico nos termos dos n.ºs 4 do artigo 31.º e n.º 2 do artigo 35.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, no prazo de cinco (5) dias úteis, contados a partir do dia 3 de setembro de 2012.

Exemplo 1

Gostaria que falasse deste erro que ocorre quando existem docentes do mesmo grupo e da mesma escola nas 1ª e 2ª prioridades da mobilidade interna. O que está na 1ª prioridade está posicionado à frente e por isso é colocado antes porque não tem componente letiva. A seguir o que está na 2ª prioridade (mobilidade interna por opção!) é colocado e o programa jà não volta ao outro docente, sendo colocado um DACL de outra escola ou um contratado. Não faz sentido pois não? Mas aconteceu, porque não pensaram nisto. Não sei quantos casos mas seria bom divulgar esta situação.

Obrigada.

Exemplo 2

preciso de ajuda: fui retirada de dacl pelo fato da escola ter componente letiva, mas concorri na 2 prioridade, contudo nao apareço na lista de ordenação. a 14 de agosto a minha diretora chamou-me a dizer que afinal tinha me retirado de concurso mas afinal não tinha horário para mim, e que ja tinha tentado por mail, telefone e fax entrar em contato com a dgrhe, a fim de solicitar ajuda mas ninguém lhe tinha ainda respondido.

Exemplo 3

Fui candidata ao presente concurso de professores, pelo grupo 620 (Educação Física), em situação de DACL e DAR. No período de 9 a 14 de Agosto, fui informada pela escola de que me tinha sido atribuida componente letiva, pelo que seria retirada do concurso de DACL. Nesse momento referi que me mantinha em concurso para DAR, tal como constava no verbete.

Ao consultar as colocações, apercebo-me de que consto apenas da lista de candidatos retirados do concurso, por atribuição de componente letiva na ICL2. Desconhecendo se seria este o processo e se não teria sido colocada em destacamento, por ausência de horário na zona que pretendo, efetuei uma análise das lista. Deteto então que 4 candidatos com graduação inferior à minha, foram colocados em 4 escolas para as quais concorri. Eram candidatos apenas a DAR, tal como eu.

Obviamente pretendo iniciar um recurso, a fim de resolver a questão. Gostaria de saber a vossa opinião e se já foram contatados por casos idênticos. Desconheço se o erro terá sido da escola ou do próprio ministério.

Fui informada que existe mais um colega retirado do concurso, na minha escola e do mesmo grupo, sendo que no caso dele, apenas concorria a DACL. Sei ainda de mais uma escola, na zona da Póvoa, onde se está a passar o mesmo, noutro grupo disciplinar, tendo sido 3 pessoas retiradas do concurso, sem no entanto terem componente letiva na escola.

 

Agradeço antecipadamente a vossa atenção e disponibilidade

Exemplo 4

sendo QA, candidatei-me à 1ª e 2ª prioridades. A escola retirou-me da 1ª e agora nas listas desapareci na segunda.

Envio em anexo documento mais detalhado. Ficaria agradecida se pudesse analisar a situação. Penso que há mais pessoas na mesma situação.

Cumprimentos

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Permutas – Ferramenta

Já sabem que a partir de hoje têm dez dias para conseguir uma permuta.

Neste momento já existem 92 pedidos de permutas recentes. Existem 2 permutas identificadas com test que não são válidas e foram apenas criadas para teste da aplicação.

 


Para quem ainda não sabe neste blog foi criado um novo espaço para a permuta de docentes. Esta ferramenta serve todos os que pretendam permutar de uma escola para outra, lembro que pela primeira vez os docentes contratados podem fazer a permuta das colocações de 31 de Agosto desde que o horário seja completo e dispõe apenas de 10 dias para o fazer.
Os docentes dos quadros podem desde já inserir o seu pedido de permuta e aguardar que alguém se encontre numa situação inversa e que pretenda também permutar.

Já existem alguns registos na base de dados que ainda são insuficientes mas que já são um sinal de algum interesse manifestado por esta nova ferramenta.

 

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Blogosfera – Visto da Provincia

Pela importância do Texto de Luís Braga trancrevo-o na integra

Escolher os melhores…. Viva a autonomia!!!!

 

Este texto se , apesar da sua extensão, for lido vai agravar o número das pessoas que não gostam de mim. Muitos colegas directores de escola se vão sentir ofendidos (especialmente os que virem os seus critérios aqui criticados). Os que tiverem poder de encaixe para isso podem escrever-me e dizer o que tiverem a dizer. Responderei e talvez não leve a coisa tanto para brincadeira como aqui.  Acho que maioria esmagadora dos meus colegas directores são pessoas com valores éticos, esforçadas, mal pagas para o trabalho que executam.  Doi-me ver a injustiça com que o nosso trabalho ´e julgado mas quem me conheça sabe que sou pouco corporativo e mesmo quando isso me causa dissabores e contrariedades não me dispenso de ser critico. Infelizmente nesta questão dos concursos de ofertas de escola  sou da minoria residual que acha que se foi longe demais na tentativa (por sinal toscamente implementada) de ter as escolas a “escolher os professores”.

Seja como for, na resposta a criticas que possam vir, não vou dizer a hipocrisia, de que não tinha intenção.
Tinha, sim senhor: a intenção de tentar abrir a consciência de alguns para ver se, com esta humilde tentativa, começam a ver que, se os critérios que inventam lhes forem aplicados, talvez percebam as injustiças que andam a fazer. A nova lei de contratação de docentes em oferta de escola pretendia corrigi-las nas intenções mas falhou nos processos (coisa muito comum em Portugal, grandes legisladores de regimes industriais mas péssimos em porcas e parafusos….)
Quem regurgitou a nova legislação das ofertas de escolas também pode ficar ofendido. Espero que não muito porque representa o meu patrão: quem assinou o decreto-lei foi o Ministro da Educação. O tal DL, que fala de 50% de qualquer coisa, somado a 50% de outra, que não se sabe bem o que é, numa escala que cada um define, e que introduz o conceito de “tranches” de candidatos (até então conhecia directamente as de vitela, que consumia com gáudio, e dolorosamente as da Troika) mas, às tantas, o infeliz estrangeirismo até pode estar bem, sendo os contratados carne para canhão do sistema de ensino.
Sendo um homem que tanto fez pela Matemática acho que o ministro não viu todas as implicações matemáticas destes artigos da oferta de escola. Creio que se vir, com atenção, vai perceber que a culpa dos problemas não é só das escolas, como declarou à imprensa, quando se viu questionado.
Mas, na verdade, não creio que venha a ter problemas por escrever isto. Afinal, temos um ministro que muito gostava, e praticava, a liberdade de dar saraivadas ao eduquês, convenientemente parodiado e eu vou tentar dar algumas….
Pena que a abstenção administrativa, que grassa sobre isto nas altas esferas dos concursos no MEC, sob a sua égide, tenha dado azo a que o eduquês magoasse tanta gente, com mérito muita dela, sob a forma de critérios de concurso…. Como aquele ignóbil espectáculo de ajuntamento de centenas de docentes à porta de uma escola de Lisboa, esta sexta-feira.
E sempre se estranha que um liberal acabe a proteger, ainda que por abstenção, mecanismos de selecção em concursos públicos com laivos monopolistas e anti-concorrenciais.
A importância de nos lembrarmos e calçarmos os sapatos dos outros
Finalmente, alguns contratados, menos adeptos do ridendo castigat mores, podem sentir-se ofendidos pelo tom, que tenta ser jocoso, do texto. A esses digo que não os queria ofender, de forma nenhuma, mesmo que a tentativa de mordacidade do texto o possa dar a entender. Ainda me lembro do turismo pedagógico dos mini-concursos e ainda sinto as suas dores de ambulantes escolares. Em suma, ainda me lembro do que é ser professor contratado e acho que, com as diferenças de geração, ainda consigo calçar os seus sapatos e pôr-me no lugar desse “outro”, o que é a base de qualquer atitude ética. E, agora, com a mobilidade, ainda vou acabar por ser um contratado com o nome pomposo de “professor de carreira”.
Então decidi fazer este exercício. Sou professor do grupo 200 (Português e Estudos sociais) com uma graduação na casa dos 27 valores: como seriam para mim as coisas se tivesse de concorrer com os critérios de oferta de escola dos horários do meu grupo que por estes dias saíram para candidatura?
15 Horários vistos com algum detalhe
Pedi a um amigo para verificar, e na data em que escrevo (30/08), constatei que havia 15 horários do meu grupo. Eram, salvo erro, horários das escolas 121617, 145452, 145488, 152213, 170719, 170800, 170859, 171669, 171682, 171773, 171839 e 171888. Poupo-vos à longa enumeração dos nomes mas, com os códigos, quem quiser verificar chega lá.
            A seguir, apresento alguns desses critérios e comentários sobre eles. E junto um espaço para a forma como os sofreria e analisaria se fosse candidato. Tento brincar, mas o caso é triste e sério.
Ninguém selecciona médicos ou juízes com conceitos bárbaros destes.
            Agora espero sinceramente que este assunto (que é da escola, de quem tem interesse pelo futuro educativo do país e da sociedade) não fique limitado aos contratados. Se algum professor do quadro ler isto que estou a escrever, e seja ou não deste grupo, que lhe parece se lhe aplicarem tais conceitos no próximo concurso? Se acha mal, porque fica calado sobre isto? Ou só vai querer saber do caso, quando a sua própria casa estiver a arder?
            E os directores, que tais conceitos expeliram, estariam disponíveis para ser seleccionados, como docentes, desta forma? E ainda se lembram de quando eram contratados? Teriam hipóteses de ter assim para si próprios uma selecção justa, objectiva e que preencha todos os requisitos administrativos, legais e constitucionais?
            E os professores dos Conselhos pedagógicos que tais aberrações eduquesas aprovaram que têm a dizer em sua defesa?
Como nota lateral destaco que nos critérios que analiso não consta curiosamente um, patentemente ilegal, mas muito comum nas AEC (morar a uma certa distancia mínima da Escola). Sobre essa pérola gostava só de lembrar que, aí por 1940, o regime salazarista obrigava os professores primários a, sob pena de processo disciplinar, residir a menos de 5 kms da escola. A estupidez manga-de-alpaca nunca muda, e a genética é uma coisa tramada, e um tio-avô meu teve nesse tempo problemas por residir em Viana e dar aulasem Afife. Ia de comboio e era pontualíssimo mas incomodou alguém que o quis tramar. Muito senhor do seu nariz, ganhou a contestação. A Constituição consagra hoje a liberdade de circulação e de escolha de domicilio mas, nesta linha revivalista, até já nem me espantaria que alguém se lembre de reintroduzir a permissão prévia ao casamento dos professores que o Salazar também criou e fazer disso critério de concurso….
Analise de critérios concretos – um menos mau…
Numa escola, que vamos designar por 1, para Entrevista de Avaliação de Competências, a valer 50% de metade da classificação da selecção, surge o critério Conhecimento dos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária
            Pouco objectivo. Como se mede o conhecimento referido? Conhecimento de quê? Da Geografia? Da Sociologia? Da História (tratando-se de um horário de História….)E como se graduam os diferentes “conhecimentos” dos vários candidatos que vão ser entrevistados? (TEIP’s há perto de 100) Se fosse eu a concorrer, 5 anos de director de um TEIP e 1 ano a leccionar e como director de turma deveriam dar para o máximo da pontuação. Mas onde está garantido que isso não era considerado equivalente a 1 ano do docente que já está na escola e que conhece aquela em particular (ou que alguém acha que conhece ou que alguém que ele conhece acha que conhece)?
            30% iria para o Perfil Profissional. O que é isso? Existe uma definição objectiva? (por acaso existe e está na lei mas é isso que vai ser avaliado numa curta entrevista? Não será ambição a mais?)
Talvez, eu, se concorresse, tivesse a pontuação toda. Estou barrigudo mas o perfil do rosto ainda deve escapar. Se a coisa fosse levada a sério (e o perfil fosse o definido legalmente) acho honestamente que teria boa pontuação. Mas qual dos modelos de perfil será usado? Deduz-se do critério? É que, para usar o legal, falta muita informação.
E, finalmente, o 3º critério a Apreciação Global que vale 4 valores. Critério misterioso que, na verdade, entra naquela categoria que na Biologia acaba bem representada pelo ornitorrinco …. Um critério sem critério. Um “diversos”subjectivo que engloba (daí ser global) o que não se conseguiu tornar definido em estilo mais criterioso…. Se o meu mau feitio (agravado pela leitura destes critérios) aparecesse na entrevista acho que ficava a 0….
O critério do monopólio…. Liberalismo do mercado de trabalho mas com calminha…
            Se o primeiro grupo de critérios da escola 1 era dos menos maus vejamos agora do piorzinho que topei. Entrevista na mesma (esta obsessão com entrevistas merecia todo um texto de análise). Critério único: “Continuidade pedagógica”. Em termos simples, fica quem está. Critério manifestamente ilegal (disse-o no ano passado o Provedor de Justiça, não sou eu que digo).
A continuidade pedagógica atrai muita gente, especialmente os que arranjaram um galho, mesmo que não tenha sido por mérito, e é um mito eduquês (e não eduquês) muito popular.
Mas essa ideia de senso comum, baseada no dogma bem português da continuidade e estabilidade (que nos trouxe ao lindo estado em que estamos), retira competitividade ao concurso (que neste caso não e´ de quadro) ao assegurar que quem esteja continua, sem outro motivo que não ter estado.
A consideração, este ano, da graduação criou uma dificuldade a quem pensa assim mas, como todos os pensadores dogmáticos, insistem, ainda que isso obrigue ao triste espectáculo que ainda agora se assistiu à porta de uma escola que me fez lembrar uma cena de filme neo-realista (os trabalhadores alinhados e em magote `a espera da escolha pelo patrão para a jorna).
Um concurso tem de ser algo aberto, em que todos possam concorrer em igualdade com a dignidade do seu mérito intrínseco (a continuidade do passado não é um elemento de mérito intrínseco dos candidatos, e´ um fenómeno conjuntural e, neste caso, se foi gerado no passado por critérios fracos destes, bem arbitrário). Ter estado, pode ter valor mas não pode significar vitória automática, porque isso suspende a evolução. A continuidade aceita-se num quadro de ideias bacocas de aristocracia e com a mania do consuetudinario.
Ao criar duas categorias de candidatos “os nossos” e os “de fora”, um liberal diria que se cria uma vantagem competitiva ilegítima, ou se preferirem, um entrave à concorrência.
Impossível num concurso publico, ao gerar parcialidade embutida no processo. Além disso, e este fenómeno vai ocorrer noutros casos, para quê entrevistar alguém (e gastar tanto dinheiro) para avaliar as suas competências, se basta saber onde esteve colocado no ano anterior para aplicar o critério de escolha?
E, finalmente, porque é a continuidade tão importante, se o mundo muda e temos de aproveitar as “oportunidades” que as crises de mudança nos criam? Não será a continuidade pedagógica uma “lamechice” (lembram-se?) pouco liberal e fechada à competitividade (na verdade, em termos económicos, cria um monopólio daquele posto de trabalho transitório que, mesmo alguém com mérito, mas de “de fora”, nem consegue arranhar).
E quem defende a “continuidade”confunde continuidade com estagnação e confunde-se com o significado jurídico de “renovar contrato”. As renovações do concurso nacional, baseado num critério objectivo, já encerram injustiça quanto mais estas, feitas assim. E já agora que continuidade para os docentes QZP mandados para mobilidade e para os que ficaram em horário zero…..?
Neste critério, fosse como fosse, tinha 0 e de nada vale toda a formação de 17 anos de carreira, cursos, experiência ou até 6 anos de experiência numa escola TEIP com populações em risco de abandono escolar (ou todo o currículo restante). Um professor formado há 2 anos (que empatasse comigo no critério seguinte) conseguia, aqui, para o total final, 6 valores, que somados a 50% da sua graduação lhe davam, se tivesse a mesma nota de curso que eu, 9 valores para o mesmo total final. Ele ficava com 15 e eu com 14. Esta demonstração pelo absurdo mostra como o argumento da continuidade pedagógica viola a própria Constituição. Ou será que alguém acha que 17 anos de experiência valem menos que 2? Podem valer o mesmo, até, mas menos? (Matemática e rigor e ficamos nisto).
            A continuidade é um critério camaleão
            Numa outra escola o critério foi redigido de outra forma “Conhecimento e participação em projectos efectivados no Agrupamento no ano lectivo 2011/2012.” Vale tal conhecimento 70% de metade da classificação total do concurso. Se fosse eu a concorrer tinha 0. Projectos nunca me faltaram na vida. Não tive foi a subida honra de estar “no” agrupamento, entidade tão divinizada na sua capacidade de criar qualidades intrínsecas de mérito, que acaba designado pelo artigo definido…. “o”, the special one or the only one…. 17 anos de vida e experiência valiam lá 0…..por que não foi lá e no ano santo de 2011/12.
Nessa escola, 20 % da nota final vai para o Conhecimento e experiência pedagógica com alunos em contexto sociolinguístico desfavorável. O que é contexto sociolinguístico desfavorável? Não se explica. Um professor que, como eu, tenha dificuldades em dizer o “L” pode invocar essa experiência? Não se perceber o critério de forma unívoca torna-o equivoco e, por isso, violador das normas de concurso. Mas talvez a natureza dúbia da redacção seja só um sintoma do contexto sociolinguístico desfavorável.
A concorrer a isto estava lixado…. Mas podia ser que os meus 6 anos de trabalho com comunidades bilingues me ajudassem a arranjar uns pontinhos para isto não ser tão escandaloso. Só me questiono é se, do conselho pedagógico dessa escola, terei condições de obter uma definição única para tão original conceito.
            O 3º critério seria ter participado em projectos no âmbito da multiculturalidade. Como se calcula uma percentagem disso? O que é multiculturalidade para quem escreveu estes critérios? E sei que a pergunta tem muito de retórica. Mas como se mede e valoriza a multiculturalidade (em tempo de experiência? Em natureza da experiência? E como (não) se diz aos candidatos o que devem destacar das suas experiências de forma mais concreta? Por exemplo, para um candidato que tenha tido namoradas estrangeiras, vai valer alguma coisa? (é uma experiência num projecto de multiculturalidade, afinal). Ter nascido ou vivido no estrangeiro também é (e a nossa vida é um projecto, certo?).
No meu caso tenho uma irmã, que muito me orgulha, nascida e criada no Brasil, até os 16 anos, e cujo final de adolescência e juventude acompanhei (isso conta como experiência? como não dizem, deve contar). Talvez me valesse a minha querida irmã, para ter uns pontitos ….
E a continuidade encapota-se ….
Por exemplo, num critério aparentemente objectivo como “ter leccionado a disciplina nos últimos três anos”, que vale metade de um concurso na 4ª escola. Na pratica a exigência de um mínimo de experiência. Não suscitaria muitas dúvidas nem comentários. Mas, e quem tiver leccionado a disciplina 10 anos, menos no último? Passou-se alguma coisa com o conteúdo da disciplina nos últimos 3 anos que os torne tão especiais?   Tinha 0 por ter sido director nos últimos 3 anos e, por isso, não leccionar. Mas os restantes anos anteriores não valem nada?
Outras redacções de continuidade encapotadas: Conhecimento do contexto do Agrupamento -Projeto educativo TEIP – Regulamento interno – Projetos próprios;  Projetos/ações/atividades desenvolvidas neste TEIP ou 3- Contributos para a concretização do projeto educativo do agrupamento no ano letivo 2012/13.
A este último responderia, se estivesse desempregado, a concorrer, “Ainda 0 mas cheio de vontade de dar contributos e como sou criativo e inovador” (e cheio de virtudes, que os defeitos tento evitar mostra-los) e talvez conseguisse a pontuação máxima. Isto, se ao explicar a fantasia inventada para o momento, estivesse inspirado….Em 2012/13 ainda ninguém fez nada portanto o critério deve implicar as competências da Maya (e olhem que eu não acho que ela preveja o futuro).
Outra forma de encapotar são os critérios que dão para tudo. Na escola 5 o Relacionamento interpessoal/ Competências de comunicação. Como se faz com que isto não seja apenas a avaliação da simpatia e de elementos externos do “relacionamento”? E sem entrar em dúvidas menos simpáticas ….
Critério 2, por aí, a valer 15%, “Competências especificas e de inovação”E o que é isto? Um professor inventor terá alguma vantagem? Critério impreciso, altamente subjectivo e objectivamente nulo de conteúdo.”Bem, sou muito inovador, é o que me dizem, mas perante a inovação de todos estes critérios (em alguns casos invencionice) creio que ia ter dificuldades em superar o tão alto critério….”
Outra forma de encapotar a continuidade dos que estão é como disse recorrer ao Conhecimento do contexto educativo do projeto TEIP do agrupamento. Critério aceitável, se se precisar o que seja o contexto, e que todos podem cumprir, mesmo os que lá não tenham estado no ano anterior (se estudarem, por exemplo). Estudava e talvez me safasse com metade da pontuação. Se tivesse tempo, e não tivesse 10 entrevistas no mesmo dia, com contextos todos diferentes para estudar (há umas 100 escolas TEIP) e, de certeza, perguntas de detalhe para me perturbar….que sou “dos de fora”.
            Estruturas e (des) favorecimentos
Na escola 6 da minha análise 15% iria para a experiência em Escolas TEIP/contextos socialmente desfavorecidos. O que é isso de um contexto socialmente desfavorecido? No senso comum toda a gente tem uma ideia mas um concurso implica rigor e isso obriga a que se diga de partida como se vai distribuir a pontuação, conforme as realidades de experiência que vão aparecer? Um professor que tenha crescido num bairro social vai ter a sua experiência considerada ou não? Acho que devia. Estamos conversados sobre experiência (acho que arranjava maneira de contestar se não tivesse a pontuação máxima). Estragava tudo, por causa disso, na capacidade de relacionamento…. Mas, agora reparo, aqui não conta….
            Outro a valer 15 % Participação em projetos estruturantes de Agrupamento. O que são projectos estruturantes do agrupamento? O conceito impreciso, vago e subjectivo inclui, por exemplo, a festa de Natal? E o Carnaval? Uma visita de estudo é um projecto estruturante? O estruturalismo paga as favas que não merece… Em estruturas fraquejo. O meu marxismo mitigado sofre de um sincretismo com o historicismo e o positivismo que se irrita com balelas destas….
            Reaparece aqui o Perfil (para trabalhar com alunos com características específicas), a valer 20%. Isto, claro, não quer dizer nada. É eduquês, como alguém diria. Todos os alunos têm características específicas e todos os professores têm perfis para algumas delas. Como não se diz quais sejam …. Dá para tudo….
Hiperactivos, ganhava os pontos todos. Parece que fui desses… Maus alunos era um problema: nunca fui. Às tantas, seria impeditivo para o perfil. Esperemos que olhem para a barriga e vejam a sua solidez de perfil. Realmente, realmente, isto está ao nível de pais que questionam o perfil de um professor que não tem filhos…. Perguntam isso ao pediatra?
E por falar em perguntas, coisa curiosa, ainda ninguém perguntou o que o candidato sabe de Historia que e´ o que vai ensinar.
E para coisas realmente cómicas …
Por exemplo: Experiência lecionação programas. Mau português, mesmo para os telegráficos caracteres que se podem por na aplicação, e o que quer dizer? Algum professor não lecciona com base em programas?
Mede-se em tempo, certo? Ou como se mede? Acho que tenho, ou será que não…. Estes critérios todos já me fazem tresler….
Outro critério“objectivo”: desenvolvimento de projectos.
Projectos de?!? Casas, arquitectura, decoração? Devem ser escolares, mas de quê? Uma visita de estudo será um projecto? Em sentido lato é. Objectivo, isto? “Projectos é o meu nome do meio….e melhores que os que fiz serão os que vou fazer (especialmente se ganhar o concurso)”, dirá qualquer candidato. Como se diz no norte vão fazer falta galochas para tanto que se vai regar.
E por falar em regar. Outrocritério engraçado Capacidade de resposta a situações / ocorrências emergentes. O que é uma situação emergente e como vão avaliar isso? Se tiver uma situação emergente durante a entrevista e a resolver, suspendendo a entrevista, e saindo para evidenciar, em local mais recatado e higiénico, a minha capacidade de resposta, vão dar-me 0 ou pontuar-me com o máximo?
Bem cómico é tambémAptidão para leccionação / funções previstas no horário a concurso. Na tropa recebi a menção de incapaz para todo o serviço militar mas apto para angariar meios de subsistência. Leccionar é o meu meio de subsistência há mais de 15 anos. Devo presumir que vou obter os 10% de máxima aptidão? Ou vou ter de ir buscar o Brigadeiro da Junta do Hospital Militar?
Percorrendo tudo isto, a conclusão é que num concurso destes, apto que estou, eu não tinha hipóteses nenhumas de chegar a ser seleccionado, pela maneira como os critérios são convenientemente direccionados (muitas vezes, ao lado, mas a coisas convenientes). Se fossem os únicos, entenda-se, estava fora sempre. Por isso, a mudança da lei este ano foi no bom sentido, mesmo mal operacionalizada .
A minha graduação profissional é pública (basta verem as listas da DGAE ex-DGRHE) mas, a leccionar desde 1995, com nota de curso bastante alta de qualificação, 3 pós-graduações no ensino superior, 4 anos a ensinar em acumulação numa das melhores escolas particulares do Norte, 4 de experiência em cursos de aprendizagem e formação profissional, coordenador de formação, formador de professores e 6 anos como director e professor de um agrupamento TEIP (com 12% de população cigana e tendo participado em projectos considerados inovadores para esse tipo de escolas), nestes 15 concursos, se fosse contratado, em nenhum teria qualquer hipótese com critérios destes e, só a graduação ser considerada, impedia que ficasse a zero.
Alguém me explica como acontece isto? Esta e outras perguntas ficam à espera de resposta. E o debate vale a pena, acreditem.
(O autor é director de um agrupamento de escolas em que se fazem concursos de oferta de escola. As listas desses concursos, deste ano e anteriores, podem ser consultadas no site www.escolasdarque.com)
Sobre este assunto existem outras entradas neste blog

 

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Aguentou

… o servidor onde está alojado este blog ao contrário do que aconteceu o ano passado.

Como esta plataforma não está alojada nas tradicionais plataformas do wordpress e do blogspot tinha algum receio que houvesse falhas no acesso a este espaço. Estava preparado, conforme disse anteriormente, para ter ao mesmo tempo 5000 visitas.

Isso deixa-me contente porque atingiu este blog números nunca conseguidos e difíceis de serem ultrapassados.

Segundo o sitemeter no dia de ontem entraram 120.420 visitantes que visualizaram 151.842 páginas. Segundo o wordpress entraram no site 138.088 visitantes. Estes dados permitiram deixar de estar atrás do cocó na fralda (coisa triste estar sempre atrás do cocó) e passar para o segundo lugar no ranking de blogs à frente da pipoca mais doce.
Parabéns também ao Ricardo pelos números conseguidos ontem que lhe permitiram chegar ao 3º lugar no ranking.



Desculpem se não responder a imensos e-mails que me chegaram ontem ou não publicar algumas coisas pedidas mas estes dois dias serão mesmo para descansar.

Obrigado a todos e agradeço a compreensão.

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