Lista colorida atualizada com colocados e retirados da RR23.
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Mar 02 2018
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 23ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 5 de março, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 6 de março de 2018 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Mar 02 2018
Marcelo promulga diploma de concursos de professores apesar de “suscitar reticências”
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou nesta quinta-feira o decreto-lei do Governo relativo aos concursos de recrutamento de professores, ressalvando as “reticências quanto à satisfação das expectativas dos docentes” que o diploma lhe suscita.
“Apesar de o presente diploma juntar matérias muito díspares e suscitar reticências quanto à satisfação das expectativas dos docentes na correcção dos problemas relacionados com a sua colocação para o ano lectivo em curso, atendendo à necessidade de garantir a entrada em vigor do regime atinente ao ensino artístico e à premência de permitir à Assembleia da República debate mais amplo e atempado sobre o regime dos concursos de vinculação extraordinária, o Presidente da República promulgou o diploma do Governo”, lê-se numa nota publicada na página da Presidência da República.
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Mar 02 2018
Desde que desceu a escadaria da AR, em dia de manifestação de docentes, para dar umas entrevistas, não mais se ouviu falar sobre este problema. Ontem, finalmente, voltou a falar. Vai questionar o governo. “São estas questões que queremos ver esclarecidas, se foi realmente esta a proposta apresentada pelo Governo e se pondera rever a sua posição”. (É só consultar o Blog DeAr Lindo que verifica se foi ou não, a proposta já foi publicada) Mas não faz o BE parte da solução governativa? Se conseguiu englobar um bom número das suas propostas na LOE de 2018, não conseguirá o mesmo em 2019? E porque é que não o fez em 2018?
Deputados do outro partido de solução governativa, também desceram a escadaria nesse dia, de muletas e tudo, mas ainda não se ouviu nada nem ninguém desse lado. Será que se esqueceram ou só parece bem quando há televisões e jornalistas a passar por perto?
Bem, pelo menos, a Joana fala e dá voz a um problema dos docentes. Ficamos, então, à espera das perguntas e das respostas que lhe darão.
Ficam as declarações da Joana Mortágua.
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Mar 02 2018
Professores | BE questiona Governo sobre contagem parcial do tempo de serviço) | PÚBLICO
Os partidos à esquerda do PS estão desagradados com o Governo por este ter ignorado uma resolução da Assembleia da República que os socialistas ajudaram a aprovar, em Dezembro, e que recomenda ao executivo que contabilize, para efeitos de progressão dos professores, “todo” o tempo de serviço prestado em que as carreiras estiveram congeladas, e que seja feita a “correspondente valorização remuneratória”.
A tutela revelou a proposta esta quarta-feira às estruturas sindicais e tanto o líder da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, como o da Federação Nacional da Educação, Dias da Silva, classificaram-na como “totalmente inaceitável”. O Governo quer que sejam contabilizados apenas dois anos e dez meses (do total de nove anos, quatro meses e dois dias) e os partidos à esquerda do PS têm estratégias diferentes para mostrar o seu desagrado e lidar com a questão.
O PS, por seu lado, não quer comentar o assunto. Quem tem este dossier é o deputado Porfírio Silva, que prefere remeter-se ao silêncio enquanto durarem as negociações.
Os Verdes, autores da recomendação ao Governo aprovada há dois meses e meio (e apenas duas semanas depois da aprovação do Orçamento do Estado para este ano), olham para esta proposta do Governo com “apreensão”. Mas não querem tomar qualquer atitude para já, confiando nas negociações entre os ministérios e os sindicatos, disse fonte do partido ao PÚBLICO.
O BE enviou esta quinta-feira uma pergunta ao Ministério da Educação. Quer saber se a proposta de recuperar os dois anos e dez meses do tempo de serviço congelado é formal e se a tutela pondera de alguma forma rever essa intenção e cumprir a recomendação do Parlamento – e espera uma resposta até à próxima reunião com os sindicatos, marcada para dia 12.
A deputada Joana Mortágua afirmou que a proposta é criticável em pelo menos dois pontos: o argumento do Governo de que se deve à “necessidade de garantir equidade” entre todas as carreiras quando afinal, na visão do BE, “acaba por criar injustiças” por “ser a 100% nas carreiras gerais e de apenas quase três anos nos docentes”; e o desrespeito pelo “compromisso político do PS” com uma recomendação do Parlamento.
O PCP prefere a negociação directa, admitiu ao PÚBLICO o líder parlamentar João Oliveira, que critica a proposta do Governo. “Não corresponde aos objectivos com que o descongelamento foi aprovado e não inclui a questão decisiva: todo o trabalho prestado tem que ser considerado para efeitos de progressão na carreira.” Jerónimo de Sousa questionou António Costa sobre o assunto no debate quinzenal mas não teve resposta directa e para já, os comunistas não vão fazer mais nada a não ser insistir nas “conversas directas” com o executivo. Foi assim que resolveram, por exemplo, o caso dos assistentes operacionais, lembra João Oliveira, que passaram conseguiram um aumento salarial de 55 euros.
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Mar 01 2018
O Blog DeAr Lindo atingiu ontem o número redondo de 60.000 seguidores na rede social Facebook.
É com grande admiração e orgulho que olho para estes números de seguidores. Com números destes a responsabilidade de toda a equipa do Blogue aumenta, tanto mais que a quase totalidade dos seguidores são professores, ou pessoas relacionadas com a educação e as escolas.
Um enorme agradecimento a todos que continuam a seguir diariamente as notícias, artigos e análises colocados aqui ao longo de 10 anos. Sim, lembrei-me agora que isto começou em Fevereiro de 2008 numa espécie de brincadeira pessoal.
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Mar 01 2018
Fica uma primeira nota sobre o documento apresentado ontem aos Sindicatos pelo ME. Na página 7 PONDERAÇÃO DE FATORES DE SUSTENTABILIDADE DA CARREIRA • NÃO FORAM APRESENTADOS FATORES DE SUSTENTABILIDADE, quase que ficamos com a ideia que serão os sindicatos gerir o Orçamento de Estado. Os valores tiveram uma subida abrupta, de 600 milhões de euros para mais de 1100 milhões…
É necessário ler as letras pequeninas, notas de rodapé e observações.
Seria interessante comparar a massa salarial dos professores com os impostos cobrados entre 2005 e 2017.
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Mar 01 2018
Para completar o acesso dos docentes ao 5.º e ao 7.º Escalão falta apenas o procedimento para ser elaborada a lista ordenada nacional dos candidatos que estando ainda no 4.º e no 6.º escalão já completaram todos os requisitos para progressão e obtiveram apenas a menção avaliatiava de Bom.
Aqueles que tiveram um Muito Bom ou Excelente passam automaticamente sem dependência de vaga.
A legislação que regulamenta este acesso foi publicada no dia 23 de Janeiro de 2018.
O Número de vagas a abrir no dia 28 de Fevereiro de 2018.
A regra que estabelece o preenchimento das 133 vagas para acesso ao 5.º escalão e das 195 de acesso ao 7.º escalão é apenas um, o tempo de serviço prestado no escalão.
1 — Os docentes posicionados no 4.º e 6.º escalões a quem tenha sido atribuída a menção qualitativa de Bom na respetiva avaliação do desempenho e que já tenham cumprido os restantes requisitos previstos nos n.os 2 e 3 do artigo 37.º do ECD, integram uma lista anual de graduação, de caráter nacional, ordenada por cada um daqueles escalões e por ordem decrescente, sendo a respetiva posição na lista definida de acordo com o tempo de serviço contabilizado em dias prestado pelo docente no escalão.
Em caso de empate no tempo de serviço serão usados fatores de desempate que são:
2 — Caso, na ordenação das listas previstas no número anterior se verifiquem situações de empate, constituirá primeiro fator de desempate para efeito da ordenação, a avaliação de desempenho imediatamente anterior à progressão, apurada quantitativamente até às milésimas, e segundo fator de desempate, caso a igualdade subsista, a idade do docente, preferindo o mais velho.
Quem não conseguir progredir ao 5.º e ao 7.º por insuficiência de vaga recebe no ano seguinte uma bonificação de 365 dias de serviço, apenas para este efeito
4 — Os docentes que não tenham obtido vaga beneficiam, para efeitos de progressão, da adição do fator de compensação 365 ao tempo de serviço em dias prestado no escalão por cada ano suplementar de permanência nesse mesmo escalão.
5 — A adição do fator de compensação ao tempo de serviço prestado no escalão produz unicamente efeitos para a ordenação na lista de graduação referida no n.º 1, não se adicionando definitivamente àquele para quaisquer outros efeitos e cessando com a obtenção de vaga para a progressão do docente ao escalão seguinte.
O Despacho publicado ontem faz as contas ao número de docentes que progridem a estes escalões:
Nos termos do n.º 4 do citado artigo do ECD, a obtenção das menções qualitativas de Excelente e Muito bom nos 4.º e 6.º escalões permite a progressão ao escalão seguinte, sem a observância do requisito relativo à existência de vagas. Nestes termos, no ano de 2018, progridem 743 docentes para o 5.º escalão e 458 docentes para o 7.º escalão, o que corresponde, respetivamente, a 73,71 % e 43,87 % do número total de professores que, naqueles escalões, reúnem os requisitos para concretizar a progressão, efetivando-se a mesma sem dependência de vaga
Estes números querem dizer que existem 1008 docentes no 4.º escalão e 1043 no 6.º e que ficam abrangidos pelas quotas 265 docentes no 4.º escalão e 585 no 5.º escalão. Se existem 133 vagas no 4.º e 195 no 6.º escalão isso quer dizer que vão ficar de fora 132 docentes no 4.º escalão e 390 no 6.º escalão, o que vai totalizar 522 docentes que vão ter de aguardar mais um ano para progredir a um destes escalões.
Em 15 de Fevereiro apontei para 669 docentes que não mudariam agora, mas os números que usei na altura (e que eram do ME) não são os mesmos de agora (e que também são do ME).
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Mar 01 2018
A Educação muda, mas nunca se transforma…
A educação em Portugal está em mudança. Está em constante mudança. Longe vão os tempos em que se ensinava a cartilha. Hoje, o mundo muda de forma tão rápida que qualquer instituição tem dificuldade em acompanhá-lo. A escola não é excepção.
A tão desejada e anunciada autonomia não passa disso mesmo, uma espécie de D. Sebastião que todos sabem morto, mas que todos esperam um dia surgir da neblina. Fala-se hoje de autonomia, como se falou outras vezes, com modelos que prometiam um salto quântico na educação. Todos eles falharam ou foram abandonados. As justificações que surgiram, apontavam sempre para a implementação de um modelo melhor, num currículo mais exigente, num maior sucesso dos alunos, numa melhor preparação para o futuro, mas acabaram sempre por ser abandonados e substituídos.
No meio de todas as mudanças levanta-se, ou deveria levantar-se, uma questão: Por que é que nenhum destes modelos traz os tão esperados e consensuais resultados que todos querem?
O poder político não se entende. Os modelos defendidos pelas ideologias políticas, que se alternam no poder, apenas convergem na percentagem de resultados positivos que almejam. Na sua alternância, vão fazendo uso de experimentalismos, mas como não permanecem em posição de decisão o tempo necessário para que a devida implementação de novos modelos se dê de forma consistente, os modelos caem por terra e são abandonados.
As mudanças que se tentaram realizar ao longo dos últimos anos foram idealizadas em gabinetes por pedagogos que de lá não saem há já algum tempo. A necessidade de um conhecimento do campo, do saber o que se passa fora dos gabinetes de decisão, o conhecimento da realidade das escolas, o conhecimento da nossa sociedade e forma de pensar, são essenciais para que se tracem modelos adequados a uma realidade nacional sem a uniformização com modelos usados por sociedades tão distintas da nossa.
A formação adequada de quem, nas escolas, vai aplicar os modelos, pensados por quem lá não está, é um imperativo. Nos últimos anos, tem-se assistido a uma campanha de formação docente que em pouco promove a inovação de práticas. Essa formação não trata dos modelos que se querem implementar, para que os aplicadores adquiram conhecimento suficiente, para que se sintam à vontade para o fazer, acabando, por passar o experimentalismo para a sala de aula, ou, simplesmente, a manutenção da prática adquirida ao longo dos tempos.
A necessidade de descer à terra antes de se subir aos céus torna-se o segredo de qualquer mudança em educação. É necessário envolver os docentes na mudança ou vota-se a mudança ao fracasso ainda antes de tentar implementá-la. E a fazê-lo, é necessário fazê-lo com cabeça, tronco e membros.
É necessário acender uma vela para não se abraçar a escuridão.
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Mar 01 2018
Na sequência da Declaração de Compromisso, de 18 de novembro passado, realizou-se ontem, a terceira reunião entre a Federação Portuguesa de Professores (da qual faz parte v.g. a PRÓ-ORDEM) e o Governo, o qual se fez representar por governantes do Ministério da Educação e do Ministério das Finanças.
Nesta terceira reunião, que deveria ter tido como escopo o modo de recuperação do tempo se serviço congelado, os membros do Governo, a exemplo do que já tinha sucedido em reunião anterior, procederam à exibição de um powerpoint (cujos gráficos não nos foram entregues) na vã tentativa de comparar aquilo que não é comparável, isto é, o ECD – Estatuto da Carreira Docente, carreira do regime especial, com as carreiras do regime geral da Administração Pública…
Pese embora a inconsistência dos gráficos e projeções que nos foram exibidos, depressa concluímos que a intenção do Governo é a de considerar apenas a recuperação de 2 anos e 10 meses, relativamente ao tempo de serviço congelado de 9 anos, 4 meses e 2 dias! Proposta de todo inaceitável para a Federação Portuguesa de Professores, pois está muito longe do espírito da declaração supra referida. Razão pela qual se pode afirmar que, de facto, “à terceira, não foi de vez!”…
Nesta reunião negocial que demorou cerca de 4 horas, o Governo não apresentou qualquer outra matéria das previstas na Declaração de Compromisso, como sejam as relativas às componentes do tempo de trabalho (letiva, de estabelecimento e individual), nem quanto ao reconhecimento do desgaste profissional e ao envelhecimento da profissão.
Na proposta sub judice, o Governo não equaciona a possibilidade de o tempo de serviço congelado, ou parte dele, poder vir a contar como bonificação para antecipação da aposentação, facto que não teria custos para o OE e abriria as portas à tão necessária renovação da profissão docente.
Na parte final da reunião, o presidente da FPP recordou que a Resolução nº1 da AR aponta para a contagem de todo o tempo de serviço e reivindicou aos membros do Governo presentes que, na próxima reunião negocial, agendada para o dia 12 de março, se dignem a apresentar uma proposta substancialmente diferente, sob pena de estarmos perante “um diálogo de surdos”.
Lisboa, 1de março de 2018
P’la Direção Nacional
O Presidente
Filipe do Paulo
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Mar 01 2018
Exmo.(a) Sr.(a) Diretor(a)/Presidente da CAP,
Informamos que se encontra disponível na plataforma SIGRHE, em Situação Profissional>Progressão na Carreira 2018>Listas, para divulgação, a lista de progressão que resultou da transposição direta dos dados de todos os docentes previamente introduzidos na plataforma eletrónica pelo AE/ENA.
Paralelamente a esta lista, e de forma meramente informativa, a DGAE disponibiliza nos casos em que se justifique, uma outra lista, na qual se identificam situações não conformes, que possam configurar erro/impossibilidade, tendo por base uma análise dos campos publicitados. No caso dessa lista existir, a mesma identifica, por docente, as situações de não conformidade com a respetiva caraterização.
Esta lista visa auxiliar os Senhores Diretores / Presidentes de CAP na elaboração das listas finais a publicitar, bem como na correção de eventuais erros/impossibilidades assinalados ou outros que venham a ser detetados, cuja elaboração é da responsabilidade sr.(a) Diretor(a)/Presidente da CAP.
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora-Geral da Administração Escolar
Maria Luísa Oliveira
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Mar 01 2018
Os Docentes e os Não Docentes já vão receber a 23 de março pelos novos posicionamentos remuneratórios. Quem devia ter subido de escalão entre 01/01/2018 até agora, já vai ver isso transmitido no recibo de vencimento.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/02/NI_4_Cabimento_Alteração_Posicionamento_Obrigatoria.pdf”]
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Mar 01 2018
De acordo com informação publicada pelo SPZN, com o base na reunião de ontem com o ME, as respostas às reclamações feitas sobre os dados do processo de recenseamento serão publicitadas nas escolas durante o dia 1 março 2018, hoje.
Deverá ser publicitada uma nota informativa sobre o modo como cada docente deverá apresentar Recurso, no caso de não haver concordância com resposta dada.
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Mar 01 2018
Em declarações à saída do encontro, o Secretário-Geral da FNE afirmou que “o Ministério da Educação e o Ministério das Finanças apresentaram nesta reunião uma perspetiva de ficção do que é a realidade, além de apresentarem uma proposta que também ela é uma ficção e não valoriza em nada o trabalho dos professores e o direito que esses mesmos professores têm quanto à contabilização do tempo de serviço que esteve congelado”. A proposta da Tutela pedia às estruturas sindicais que se cumprisse agora aquilo que se previa para os orçamentos dos 7 anos de congelamento, como se esses orçamentos tivessem sido aceites e nunca tivesse sido feito protesto por também esses orçamentos anteriores não contemplarem a recuperação do tempo congelado.
Para João Dias da Silva “este Governo não pode dizer que está a cumprir aquilo que os Governos anteriores decidiram sobre o congelamento. Portanto, esta é a primeira ficção. A segunda ficção é que o Governo considera que desde o início do processo negocial, a 17 de novembro, tem havido acordo das organizações sindicais relativamente às sucessivas matérias que constavam desse acordo. Ora, em nenhuma das matérias já finalizadas pelo Governo à negociação, houve acordo da FNE. Ainda estamos a aguardar, nomeadamente, a resposta ao pedido de negociação suplementar relativamente à questão do reposicionamento dos professores indevidamente retidos no índice 167, assim como continuamos a defender, relativamente à transição para o 5º e 7º escalão, que não pode continuar a existir esta arbitrariedade de cada Governo decidir qual é a percentagem de docentes com ‘Bom’ que podem em cada ano transitar para o 5º e 7º escalão”.
A FNE sublinha ainda que não há qualquer proposta sobre outras matérias que estavam previstas no compromisso, como a organização do tempo de trabalho dos professores, o reconhecimento do desgaste profissional e tudo o que diz respeito à valorização do trabalho dos professores; em relação a todas estas matérias, não houve mais do que uma reunião “sem qualquer conteúdo”.
Para o SG da FNE, tudo isto é a confirmação de que o Ministério tem uma visão totalmente errada e ficcional de todo o processo negocial, não correspondendo em nada ao que ficou assinado em compromisso no dia 18 de novembro de 2017.
João Dias da Silva considera “inaceitável que o Ministério venha agora dizer que tudo está a correr bem nesta negociação, que estão a cumprir tudo o que vem no compromisso, estando agora numa fase de finalização deste processo. A FNE não aceita de modo algum esta ficção”.
Considera a FNE que aquilo que o Ministério faz é apresentar um conjunto de números para justificar a insustentabilidade da proposta sindical para a recuperação do tempo de serviço, provando por números o efeito do impacto do pagamento dos descongelamentos e a forma como isso é insustentável para o Orçamento do Estado. Sobre esta situação, João Dias da Silva diz que “numa apreciação muito breve dos números apresentados, ficámos com a sensação que são números sobre os quais vale a pena discutir e ver qual a sua consistência. Mas a verdade é que quanto à sustentabilidade, o que não se pode esquecer é que estamos sobre perante uma obrigação de justiça que é garantir aos educadores e professores portugueses a recuperação de todo o tempo de serviço devido. Isto é que é de justiça! E nós demos um sinal de razoabilidade e sustentabilidade ao dizermos que essa recuperação pode decorrer até ao final da próxima legislatura. Lembramos que a Assembleia da República já decidiu no ano passado, através de uma resolução publicada já este ano, que os docentes têm direito à recuperação de todo o tempo de serviço que esteve congelado. Se a Assembleia determina esta orientação para o Governo, é inimaginável que o Governo esteja a criar mecanismos para não cumprir o que a Assembleia da República decidiu”, afirmou.
A proposta que o Ministério da Educação faz é, para o SG da FNE “a última ficção, pois considera que são comparáveis as carreiras gerais da administração pública com a carreira docente. São realidades totalmente diferentes nas dinâmicas, nos tempos de duração dos escalões, na duração das carreiras. São realidades incomparáveis. Por isso a proposta apresentada hoje pelo Ministério significaria a recuperação de apenas cerca de 2 anos do tempo de serviço. Isto é inaceitável.”
A próxima reunião ficou definida para o dia 12 de março e a FNE deixa ao Governo o desafio de nesse dia trazer para a mesa de negociação uma proposta diferente da que colocou hoje, pois esta proposta não pode constituir ponto de partida para uma negociação, nem valorização séria dos docentes portugueses.
Na próxima sexta-feira, dia 2 de março, a FNE vai avançar com o anúncio de greve para os dias 13, 14, 15 e 16 de março, greve essa que terá como consequência a mobilização de todos os docentes em redor desta preocupação e exigência. O Governo não pode fugir à sua responsabilidade de garantir a recuperação integral do tempo de serviço congelado a todos os docentes portugueses.
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Fev 28 2018
Foram fixadas, hoje, através do Despacho n.º 2145-C/2018 as vagas para a progressão ao 5.º e 7.º escalões da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensino Básico e Secundário. Quase que podíamos dispensar esta publicação porque o Arlindo já fez as contas aqui e este despacho só foi a confirmação dessas mesmas contas.
Republico o post do Arlindo e deixo o despacho onde poderão confirmar as vagas (oficialmente)…
Vagas Para Acesso ao 5.º e ao 7.º Escalão
Segundo informação de hoje, existem 133 vagas para o acesso ao 5º escalão e 195 para o 7º escalão para os docentes que apenas têm a classificação de Bom.
Tendo em conta os dados do ME de Janeiro de 2018 existiam 1.163 docentes no 4.º Escalão que reúnem as condições de tempo de serviço em 2018 para progredirem e 1.035 no 6.º Escalão nessas mesmas condições e segundo também dados de ontem, existem 1.201 docentes que progridem automaticamente por terem uma avaliação de Muito Bom ou Excelente.
Ou seja, dos 2.198 docentes que ainda estão presos nos 4.º e 6.º escalões, 1.201 progridem sem quotas e apenas 328 vão progredir através de vaga.
669 docentes vão continuar presos nestes escalões por mais um ano, pelo menos.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/02/Despacho-n.º-2145-C-2018.pdf”]
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Fev 28 2018
Só querem devolver 2 anos e 10 meses DO TEMPO SONEGADO AOS PROFESSORES! Devem estar a brincar, não?
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Fev 28 2018
Pelos dados que são públicos, são 897 os docentes que cumprem os requisitos para a Norma Travão deste ano.
Para facilitar o trabalho de algumas escolas resolvemos incluir a indicação das escolas onde se encontram esses 897 professores.
Os 10 Agrupamentos com mais candidatos são: (se clicarem na imagem terão a lista completa).
Se quiserem consultar uma versão ainda mais detalhada com os grupos onde esses candidatos reúnem condições podem clicar aqui.
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Fev 28 2018
Se há assunto que puxa pela minha linguagem mais vernácula e o meu ódio mais profundo este é, manifestamente, um deles. Vou-me coibir, por ora e por decência e respeito pelo autor e frequentadores deste blog, de o manifestar…
Neste país de ladrões finórios, interesses, clientelismos, tráfico de influências…
– vejam lá se fazem alguma reforma, verdadeiramente estrutural, na justiça??? Quando um questão meramente laboral, e supostamente simples, se arrasta nos tribunais administrativos (função pública) 5, 6, 7, 8 e mais anos o que é que pode funcionar??? E ainda querem “descentralizar”, “regionalizar”, “municipalizar”??? deve ser para exponenciar as janelas de oportunidades aos muitos chico-espertos que proliferam por este “rectângulozinho” que nem 90 mil Km2 de área tem…
– vejam lá se fazem alguma reforma, verdadeiramente estrutural, nos sistemas de fiscalização/ sindicância/ vigilância (não há lei que não preveja – mas uma coisa é a letra da lei, outra devem ser todos os muitos espíritos das leis e outra ainda é a implementação de fiscalizações efectivas e correctivas) … ah… pois… e as muitas estruturas, entidades, organismos que proliferam mas não servem, objectivamente, para nada… mas custam dinheiro… basta começar nas muitas altas autoridades principescamente pagas mas inúteis na correcção do que quer que seja… que vá para tribunal e a partir daqui “reza a história”…
Dizem eles que os países mais desenvolvidos são países regionalizados… pois olham para o que querem e que lhes serve … nos países mais desenvolvidos os mentirosos demitem-se, os falsários são afastados, os tribunais funcionam, a corrupção combate-se, a fiscalização é bem mais efectiva… nos países mais desenvolvidos não andam a ROUBAR TEMPO DE SERVIÇO aos trabalhadores, nem a mudar as regras a meio do jogo, nem a alterar-lhes “para ontem” as condições da reforma, nem a partidarizar e fragilizar a administração pública…
DEVOLVAM O QUE ROUBAM; PAGUEM O QUE DEVEM!
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Fev 27 2018
A DGAE no apuramento de vagas solicita também o NÚMERO DE DOCENTES COLOCADOS ABRANGIDOS PELO N.º 2 DO ARTIGO 42.º DO DL N.º 132/2012, DE 27 DE JUNHO, NA REDAÇÃO EM VIGOR.
Isto é, pede que cada escola indique os docentes que cumprem os 3 contratos sucessivos de acordo com a nova redação aprovada no Orçamento de Estado para 2018.
Já em Outubro de 2017 elaborei uma tabela com 897 docentes que estão nestas condições. Ainda faltam alguns que não consegui identificar, mas anunciou-se na altura que a norma travão de 2018 iria abranger cerca de 1200 docentes.
Assim, no apuramento de vagas para QZP (artigo 42.º) devem constar os candidatos indicados neste artigo.
Fica também aqui a alteração ao Decreto-Lei 132/2012 para que não restem dúvidas de qual é a redação em vigor.
Artigo 315.º
Alteração ao Decreto -Lei n.º 132/2012, de 27 de junho
Os artigos 10.º e 42.º do Decreto -Lei n.º 132/2012, de
27 de junho, na sua redação atual, passam a ter a seguinte
redação:
«Artigo 10.º
[…]
1 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
2 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
3 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
a) 1.ª prioridade — docentes que, nos termos do
artigo 42.º, se encontram no último ano do limite do
contrato ou da segunda renovação;
b) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
c) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
d) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
4 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Artigo 42.º
[…]
1 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
2 — A sucessão de contratos de trabalho a termo
resolutivo celebrados com o Ministério da Educação
na sequência de colocação obtida em horário anual
e completo, no mesmo grupo de recrutamento ou em
grupos de recrutamento diferentes, não pode exceder o
limite de três anos ou duas renovações.
3 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
4 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
5 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
6 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
7 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
8 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
9 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
10 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
11 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
12 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
13 — A verificação do limite indicado no n.º 2 determina
a abertura de vaga no grupo de recrutamento e no
quadro de zona pedagógica onde se situa o agrupamento
de escolas ou escola não agrupada em que o docente se
encontra a lecionar.
14 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
15 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
16 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . »
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Fev 27 2018
No dia 13/02 foi publicada aqui a Proposta Ficcionada para a reposição dos 9 anos, 4 meses e 2 dias… que visava a recuperação do tempo de serviço congelado. Hoje apresenta-se aqui um dos porquês do artigo 6º…
Artigo 6.º
Disposições Finais e Transitórias
(Se lhes trocassem os 9 anos, 4 meses e 2 dias pelo tempo remanescente, seja ele muito menos ou não, estou certo que muitos aceitariam a proposta)
Os dados são referentes aos intervalos expostos nos gráficos mas dão a conhecer o verdadeiro envelhecimento da classe docente. A imprensa nacional não pega muito nestes dados, parece que não há interesse em divulga-los. Mas eles existem e estão acessíveis a todos. A classe docente está envelhecida e nos últimos anos esse envelhecimento disparou.
Este é só meio problema. Os professores que entram na carreira, também, já têm uma “certa idade” e em termos etários não renovam a classe. Está-se a saltar um importante factor em todas as classes profissionais, a passagem de testemunho. Os mais velhos não têm a quem passar o conhecimento adquirido e quando os “novos” chegarem terão de aprender sozinhos, pois os mais velhos ou já não estão, ou não terão “capacidade” de realizar tal passagem.
No futuro, Portugal, vai sofrer de falta de professores e os responsáveis não estão a planejar, a longo prazo, como gerir a oferta e a demanda destes profissionais. Preferem contar trocos…
Ficam os dados Pordata…
Fontes/Entidades: DGEEC/MEd – MCTES, PORDATA
Última actualização: 2017-08-03
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Fev 27 2018
Ministério vai extinguir concurso de delegados regionais
(…)
O Ministério da Educação vai anular o polémico concurso para selecionar os delegados regionais para o Algarve, para o Alentejo e para o Centro. Quem o diz é o Ministério da Educação que, em resposta ao i, revela que “perante a impossibilidade de reunir o júri do concurso”, a tutela “entendeu que o procedimento se deveria extinguir”. A tutela não avança qualquer data específica para a abertura de um novo procedimento, dizendo apenas que será “a muito curto prazo”. O concurso em causa tinha arrancado há mais de um ano, a 2 de fevereiro de 2017, e os cerca de dez candidatos a cada uma das delegações regionais tinham realizado uma entrevista pessoal em abril, que desta forma fica sem efeito.
O i contactou alguns dos candidatos ao concurso que disseram ainda não ter recebido qualquer informação sobre a decisão de extinção do concurso. Aliás, desde abril que os candidatos estavam sem saber o desfecho e o futuro do concurso, que desde então tem tido vários avanços e recuos, sendo que os três delegados que em 2015 foram selecionados de forma irregular se mantêm no cargo.
O concurso anterior foi anulado no final de 2015, quando a ex-ministra Margarida Mano estava aos comandos da 5 de Outubro, depois de os candidatos terem pedido a anulação dos resultados por alegado favorecimento. Na altura, o presidente do júri, que era também o diretor-geral da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares, partilhava casa com o ex-chefe de gabinete do secretário de Estado que tutelava essa área. O diretor-geral acabou por se demitir.
O processo de seleção só foi retomado em fevereiro de 2016 e já provocou outra baixa: Teodoro Roque, ex-presidente do juri e subdiretor-geral da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares. A saída resultou de um confronto entre Roque e a secretária de Estado Adjunta, Alexandra Leitão, sobre a escolha dos candidatos. O i sabe que a governante queria colocar no cargo candidatos da máquina partidária do PS, decisão à qual o presidente do júri se opunha.
Novos delegados para o Norte e para Lisboa e Vale do Tejo
O Ministério da Educação revela ainda que ao mesmo tempo que vai abrir concurso para os delegados do Centro, Algarve e Alentejo, vai arrancar também, “na mesma data”, o procedimento “autónomo” para selecionar novos dirigentes para o Norte e para Lisboa e Vale do Tejo.
Isto porque a tutela não renovou os mandatos – que terminaram a 14 de fevereiro – aos atuais delegados de Lisboa e Vale do Tejo e ao do Norte, alegando falta de cumprimento da lei. Fonte oficial do ministério diz que “os interessados [os delegados em funções] não deram cumprimento ao disposto do artigo 23.º do estatuto do pessoal dirigente”. Ou seja, a tutela alega que os delegados em funções não avisaram o ministério do fim do seu mandato com uma antecedência mínima de 90 dias e não terão enviado um relatório onde constam as atividades e os resultados conseguidos durante o período em que ocuparam o cargo, de forma a serem avaliados pela tutela e pelo diretor-geral dos estabelecimentos escolares. Mas o i sabe que, na última semana, o delegado do Norte, José Mesquita, pediu a todos os serviços que reunissem com urgência a documentação das medidas que adotou enquanto delegado, para que fosse alvo de avaliação.
Afastamento delegado do Alentejo
Já no final do mês passado o Ministério exonerou o delegado regional do Alentejo, Manuel Barroso, cuja nomeação foi anulada há um ano e nove meses, tendo-se mantido no cargo de forma ilegal.
Mas não foi esta a razão para o afastamento do ex-delegado regional. De acordo com a tutela o afastamento de Manuel Barroso – que aconteceu enquanto estava em Londres de férias autorizadas pela secretária de estado Adjunta Alexandra Leitão – resultou de “motivos de natureza gestionária”.
Em causa está o atraso de dois meses na contratação de auxiliares para a Escola Secundária André de Gouveia, em Évora, que acabou por ser encerrada em protesto na semana passada por falta de condições. De acordo com os relatos dos pais e de professores, esta escola, frequentada por 600 alunos do 10.º ao 12.º ano, conta apenas com dois funcionários, havendo casas de banho fechadas. A cantina não funciona e chove dentro do pavilhão gimnodesportivo.
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Fev 27 2018
Governo continua a atrasar negociação da recuperação do tempo de serviço congelado
O Ministério da Educação acabou por confirmar, já no final da semana passada, a reunião de negociação pré-agendada para o dia 28 de fevereiro, conforme tinha sido estabelecido na reunião ocorrida no dia 24 de janeiro. Mas, quanto a conteúdo, o que o Governo anuncia querer fazer é apenas apresentar para discussão um conjunto de dados que suportam os diferentes cenários a propor. Ou seja, uma vez mais, o Governo quer deixar passar esta ronda sem apresentar em cima da mesa nenhuma proposta concreta de calendário para cumprir a obrigação de recuperar todo o tempo de serviço congelado, como estava previsto na Declaração de Compromisso de 18 de novembro, e como o determina a Resolução n-1/2018, da Assembleia da República.
Para a FNE, é imprescindível que, estando resolvido pela Assembleia da República que a recuperação tem de ser de todo o tempo de serviço congelado, e estabelecendo a Declaração de Compromisso que esta terá de se iniciar em 2019, podendo prolongar-se até ao final da próxima Legislatura, o que falta fazer é determinar a forma de concretização do que já está estabelecido. E é nestes termos que a FNE entende que um dos princípios a observar é o de que o total a recuperar deverá ser igualmente distribuído pelos anos económicos de 2019 até 2023, ou seja por cinco anos, e que, no próximo ano todo e qualquer docente registe pelo menos uma mudança de escalão, quer por via da recuperação do tempo de serviço, quer por via do desenvolvimento normal da sua carreira. Seria inadmissível que, depois de todo o tempo em que viram a sua carreira congelada, tendo de aguardar por 2019 para iniciar esse processo de recuperação, este não fosse um ano em que cada um, na prática, sentisse o efeito deste procedimento.
Assim, a discussão tem de passar a centrar-se sobre os procedimentos concretos que têm de levar faseadamente à recuperação integral do tempo de serviço congelado.
Ora, com o anúncio deste conteúdo para a reunião do próximo dia 28 de fevereiro, com a ausência total de continuidade, quer da negociação da organização do tempo de trabalho para efeitos da distribuição do conteúdo das componentes letiva e não letiva, quer da definição de condições especiais de aposentação e de rejuvenescimento do corpo docente, aliado às propostas que se mantêm inaceitáveis para o reposicionamento dos docentes indevidamente retidos no índice 167, o que se concretiza é uma situação de indefinição e de adiamento de soluções para a concretização do compromisso de 18 de novembro de 2017.
Esta ausência de evolução faz crescer a desconfiança e o descontentamento entre os professores e só pode ter por consequência a confirmação de que é inultrapassável avançar com a greve no período de 13 a 16 de março, em articulação de todas as organizações sindicais de docentes.
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Fev 27 2018
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/02/Aviso-abert-CIEP-2018-19-com-assinat.pdf”]
Mais informações aqui
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Fev 26 2018
… vai levar sempre a um apuramento de mais vagas negativas que positivas.
Porque a aplicação considera o número de alunos, a carga letiva da disciplina e faz uma divisão pelo número máximo de alunos por turma para o apuramento final.
Mas no fim existe sempre a possibilidade de fazer esse cálculo manual e alterar a proposta que surge automaticamente.
Eu como gosto mais das minhas contas, evitarei, sempre que possível, este cálculo automático.
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Fev 26 2018
Com vista à realização dos concursos previstos no n.º 1 do artigo 6.º do Decreto–Lei n.º 132/2012,
de 27 de junho, na redação em vigor, encontra-se disponível no SIGRHE, no separador “Situação
Profissional”, o módulo Concurso Nacional 2018/2019>Vagas 2018/2019, com vista à recolha de
dados para apuramento de necessidades permanentes dos Agrupamentos de Escolas e Escolas não
Agrupadas (AE/ENA).Para aceder à aplicação Apuramento de Vagas, a submissão do processo Recenseamento,
associado ao AE/ENA, deve estar concluído.A plataforma para o apuramento de vagas 2018/2019 será disponibilizada a partir do dia 26 de
fevereiro de 2018, pelo prazo de 5 dias úteis.
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Fev 25 2018
Trump diz que a única solução é armar os professores para que estes possam evitar massacres como o que ocorreu na Flórida. Aqui fica a página do diário de um professor quando essas medidas entrarem em vigor.
Já a semana passada aqui escrevi sobre o massacre na escola dos Estados Unidos da América. Fi-lo antes de Trump reagir e, por isso, achei por bem voltar a pegar no assunto agora que Trump diz que uma das medidas para impedir este tipo de situações é munir os professores de armas de fogo. Obviamente que sim. Faz todo o sentido. Tendo isso em consideração, decidi mostrar-vos um dia na vida de um desses professores:
8:30h – A caminho da escola, dei conta que não tinha trazido o material todo para dar as aulas. Esta minha cabeça está cada vez pior. Ando mesmo cansado. Lá tive de voltar para trás para ir buscar os acetatos, o esquadro e a metralhadora.
9:30h – Há um aluno novo na turma que é um refugiado sírio. Chama-se Usama e não tem lá muito bom aspecto o rapaz… Vou estar de olho bem atento que me parece daqueles que vêm para causar problemas.
10:30h – Ia marcar falta de material ao Usama, mas ele começou a ficar indignado a dizer que os pais não têm dinheiro para comprar o livro da disciplina. Nisto, mete a mão dentro da mochila e diz «Allahu Akbar» e eu saco da metralhadora e dou-lhe cinquenta tiros. Acertei quase todos e ele morreu. Fico contente com a minha pontaria, mas afinal ele tinha dito «Vou comprar quando a aula acabar.». É o que dá não aprenderem a falar a língua do nosso país como deve ser, depois geram-se mal-entendidos.
11:30h – Fiz um teste surpresa e a turma inteira ficou revoltada. Disse que se não fizessem o teste levariam falta colectiva e um tiro nas rótulas. Acalmaram logo e fizeram o teste.
13:00h – Na sala dos professores estivemos a discutir sobre quais as melhores formas para ensinar as crianças. Eu sou a favor da AK-47, mas tenho alguns colegas que preferem a M-16. Enfim, pessoas ainda presas ao antigamente que não evoluem as suas técnicas de ensino e depois se queixam que a culpa é dos alunos quando eles é que não os conseguem cativar.
14:30h – Toca o telemóvel na aula e é de uma aluna. Peço-lhe para desligar. Ela diz que não e começa a gritar comigo. Tiro-lhe o telemóvel à força e ela atira-se a mim. Felizmente, tinha a faca do Rambo comigo e consegui apaziguar logo o conflito ao espetar-lhe uma facada no baixo ventre. Meti o telemóvel no silêncio e continuámos a aula sem sobressalto.
15:30h – Os pais de um aluno vieram tirar satisfações comigo sobre o porquê do seu filho ter tido negativa no teste. Disse-lhes que tinha sido porque ele tem dificuldades de aprendizagem porque ficava-me mal dizer que é burro. Os pais gritaram, dizendo que a culpa era minha que não estimulava os alunos. Que lata! Saquei do revólver e acabei logo com a discussão com dois tiros na cabeça dos pais. Infelizmente, foi antes de eles assinarem a justificação das faltas do aluno e vou ter de o chumbar por faltas.
16:30h – Hoje foi dia de ser avaliado e tive nota máxima, especialmente devido à minha pontaria. Subi de escalão e fui aumentado em 2%, mas, mais importante, é que agora já posso fazer o upgrade de metralhadora para lança mísseis e assim, certamente, de que a qualidade do meu ensino irá melhorar.
18:30h – Com a excitação de ser a última hora, os alunos não paravam quietos e só faziam barulho, ignorando todos os meus avisos. Tive um esgotamento nervoso, saquei da metralhadora e foi tudo corrido a chumbo. A turma acabou por ficar sem nenhum aluno vivo. Por um lado, ainda bem, é da maneira que posso descansar a cabeça até Setembro.
Depois deste massacre, os governantes dirão que a única solução para evitar este tipo de situações, será armar todos os alunos com lança-chamas e granadas. Faz sentido.
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Fev 25 2018
Universo – Professores dos Agrupamento de Escolas e Escolas não Agrupadas Públicas e Privadas de Portugal.
Técnica – Os inquéritos foram enviados por correio eletrónico para todos os Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas de Portugal e partilhado por várias salas de educação nas redes sociais e pelo blogue DeAr Lindo. O trabalho de recolha ocorreu entre o dia 5 de outubro de 2017 e 18 de novembro de 2017.
Responsabilidade do inquérito: Professor Alexandre Henriques, com o apoio da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP)
Os professores optam preferencialmente por aulas práticas em detrimento das aulas cooperativas e expositivas.
Os professores consideram que na sua escola e na sua sala de aula há pouca indisciplina.
A frequência e a gravidade das ocorrências disciplinares, são proporcionalmente opostas: mais frequentes – menor gravidade; menos frequentes – maior gravidade.
Metade dos professores refere que gasta menos de 20% do tempo de aula com situações de indisciplina.
A grande maioria dos professores aponta os problemas familiares (económicos, afetivos, falta de acompanhamento parental, etc), a falta de valores morais e o desinteresse pela escola, como as principais causas para a indisciplina existente na sua escola.
As situações de indisciplina mais comuns na sala de aula são: a distração dos alunos; a interrupção com comentários desproporcionados; as brincadeiras/palhaçadas.
Os professores reagem preferencialmente a situações de indisciplina através da advertência calma, dialogando com os alunos de forma coletiva e/ou individual.
Os professores apontam como principais fatores para a redução da indisciplina escolar: uma maior responsabilização dos pais/encarregados de educação; redução do número de alunos por turma; aposta na formação parental.
Os professores são defensores da criação de gabinetes disciplinares e em cerca de metade das escolas dos inquiridos estes gabinetes já existem.
Os professores consideram que a direção da sua escola resolve as situações de indisciplina de forma proporcional à gravidade do ato.
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Fev 24 2018
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Fev 24 2018
Três escolas encerradas devido a greve em Sintra > TVI24
(…)
As escolas básicas da Portela de Sintra e de Ouressa (Mem Martins) estão esta sexta-feira encerradas devido à greve do pessoal auxiliar, destinada a reclamar mais funcionários e manutenção na D. Pedro IV (Monte Abraão), informou fonte sindical.
O objetivo desta greve é o reforço de pessoal, a alteração da portaria de rácio, que não resolveu nada, e os graves problemas de manutenção e equipamento nestas escolas, que já foram comunicados à câmara e que não são resolvidos”, explicou à agência Lusa o sindicalista João Santos.
O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas convocou para esta sexta-feira uma greve de trabalhadores não docentes das escolas básicas (EB) da Portela de Sintra, Ouressa e D. Pedro IV para protestar contra a falta de pessoal e degradação das escolas.
A escola está a funcionar com mais três elementos que puseram aqui para poder funcionar”, explicou João Santos, em relação à EB 2/3 D. Pedro IV, em Monte Abraão, estabelecimento de ensino que possui dois turnos com 600 alunos.
Segundo o sindicalista, as instalações possuem “casas de banho entupidas, vidros partidos forrados a papel, redes de proteção degradadas” e, do quadro de 24 funcionários, dois encontram-se de baixa prolongada e “cinco ou seis com limitações” de vária ordem.
O funcionamento durante a manhã foi assegurado através de “seis funcionários, com três externos à escola, que foram colocados para assegurar serviço”, mas João Santos admitiu que o estabelecimento poderá não ter condições para abrir durante a tarde.
Na EB1/JI [Jardim de Infância] da Portela de Sintra, na União de Freguesias de Sintra, o pessoal docente encontrava-se hoje de manhã no estabelecimento, mas as instalações estavam fechadas devido à greve do pessoal auxiliar, segundo fonte da escola.
De acordo com João Santos, “falta um porteiro, porque qualquer pessoa entra pela escola, uma vez que a auxiliar se está dentro das instalações não pode estar na portaria”, bem como é preciso fazer a manutenção no arvoredo e “uma intervenção no parque infantil”.
Um dia entrou um pai alcoolizado, que é violento, e estavam apenas duas auxiliares, podia ter havido um problema”, contou o sindicalista, reclamando mais pessoal para o estabelecimento do agrupamento de escolas Monte da Lua.
A EB1/JI de Ouressa, na freguesia de Algueirão-Mem Martins, também se encontra hoje fechada, devido à greve, confirmou uma fonte do agrupamento de escolas Ferreira de Castro.
“A porta de entrada tem um papel para não fechar. Se ela fechar depois não conseguem abrir, tem de ser alguém por fora”, relatou João Santos, acrescentando que também faltam auxiliares, porque “uma rescindiu e duas estão de atestado” e a contratação de uma funcionária não resolve a carência.
O sindicato remeteu à Câmara de Sintra um ofício dando conta dos problemas das três escolas, mas até agora não viu solução adequada às necessidades de cada estabelecimento.
Greve por falta de pessoal em escolas de Sintra, autarquia diz que cumpre rácios
Os trabalhadores não docentes das escolas básicas da Portela de Sintra, Ouressa e D. Pedro IV estão hoje em greve, contra a falta de funcionários e de manutenção, mas a Câmara de Sintra informou ter reforçado o pessoal auxiliar.
“A escola está a funcionar com metade do pessoal e, entretanto, meteram três pessoas do gabinete de segurança do Ministério da Educação, para garantir a vigilância nos pátios”, explicou à agência Lusa o delegado sindical da Escola Básica (EB) 2/3 D. Pedro IV, em Monte Abraão.
Segundo Carlos Santos, funcionário há 24 anos na escola da União de Freguesias de Massamá-Monte Abraão, cerca de metade dos 24 trabalhadores não docentes aderiu à greve convocada para hoje, pelo Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas.
A paralisação, nas EB1/JI [Jardim de Infância] da Portela de Sintra e de Ouressa (freguesia de Algueirão-Mem Martins) e na EB 2/3 D. Pedro IV, visa protestar contra a falta de pessoal e a degradação das instalações.
“Existe também falta de condições do edificado geral. Não temos manutenção, o Ministério da Educação faz pingue-pongue com a Câmara e a Câmara com o Ministério, e ninguém faz nada”, queixou-se Carlos Santos.
Se a manutenção é competência do Ministério, o recrutamento de pessoal cabe à Câmara, mas o funcionário considerou que “a portaria dos rácios é uma falácia, porque em cinco funcionários, dois estão de baixa prolongada, duas têm capacidade reduzida e pouco conseguem fazer”, assim como a contratada no centro de emprego.
“O objetivo desta greve é o reforço de pessoal, a alteração da portaria de rácio, que não resolveu nada, e os graves problemas de manutenção e equipamento nestas escolas”, salientou João Santos, do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas.
O sindicalista criticou que, numa escola com dois turnos de cerca de 600 alunos, existam “casas de banho entupidas, vidros partidos forrados a papel, redes de proteção degradadas”.
A greve não encerrou o estabelecimento do agrupamento de escolas Miguel Torga, mas fechou as portas das EB1/JI da Portela de Sintra, do agrupamento Monte da Lua, e de Ouressa, do agrupamento Ferreira de Castro.
Além da falta de pessoal, João Santos apontou a necessidade de manutenção dos recintos escolares, nestas duas escolas da responsabilidade da Câmara, incluindo do arvoredo do estabelecimento de ensino na União de Freguesias de Sintra.
Numa carta enviada na quinta-feira ao sindicato, a que a Lusa teve hoje acesso, a vereadora dos Recursos Humanos na Câmara de Sintra, Ana Duarte (PS), esclareceu que a contratação “obedece, a nível nacional, aos rácios de pessoal não docente que decorrem de portaria” com os cálculos para o efeito.
A autarca acrescentou que o município assegura “o integral cumprimento dos rácios em cada um dos agrupamentos de escolas de Sintra” e garante “a quase imediata substituição de trabalhadores que, por motivos diversos, cessam o contrato” com a autarquia.
“Existem, no corrente ano letivo, mais 47 assistentes operacionais em exercício de funções nas escolas do que na comparação com os números do ano letivo anterior”, notou.
Perante este quadro, Ana Duarte considerou “destituída de fundamento a convocação de uma greve que, ainda que legítima e no exercício de um direito inalienável dos trabalhadores, visa objetivos que o município antecipou, reforçando, em devido tempo, o número de assistentes operacionais”.
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Fev 24 2018
Obras em mais de 300 escolas em 2018
(…)
No Fórum TSF, Alexandra Leitão assegurou que há centenas de escolas a ser intervencionadas ou com obras previstas para este ano, mas sublinhou que “são obras de manutenção e de reparação que, não sendo obras de encher o olho, têm um impacto importante no aumento do conforto nas escolas.”
“Num universo de três mil estabelecimentos escolares, naturalmente haverá sempre problemas e estamos sempre a trabalhar para os melhorar. Estão 200 obras em curso com o Portugal 2020, houve 60 obras no ano passado e há previstas 130 para este ano. Além do mais, retomámos mais de uma dezena de obras da Parque Escolar que tinham ficado paradas em 2014”, acrescentou a governante.
O tema do Fórum TSF desta manhã partiu de uma denúncia da Associação Nacional de Dirigentes Escolares que alerta que há dezenas de escolas básicas do 2.º e 3.º ciclos, mas também algumas secundárias, a precisarem urgentemente de obras.
Uma denúncia que motivou uma reportagem da TSF em dois estabelecimentos de ensino do Agrupamento de Escolas da Portela e Moscavide. Sobre este agrupamento em particular, a secretária de Estado adjunta e da Educação garantiu que as obras vão arrancar ainda este ano e adiantou que “a secundária da Portela terá obras no valor de praticamente 100 mil euros em 2018. Está mapeada fora dos fundos comunitários.”
Questionada sobre o problema do amianto, Alexandra Leitão afirmou que “em todas as obras do Portugal 2020 que sejam em escolas onde ainda há amianto essa é a prioridade quando aprovamos o projeto. Destas cerca de 130 intervenções que temos previstas fora do Portugal 2020, onde ainda há amianto também é essa a prioridade”.
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Fev 24 2018
Mesmo que a maioria dos países europeus sofram de falta de professores ou esperem vir a sofrer no futuro, muitos não estão a planejar, a longo prazo, como gerir a oferta e a demanda de professores. Esta é uma das conclusões do relatório sobre as carreiras de ensino na Europa publicados pela Comissão Europeia, apresentando dados da rede Eurydice. Tibor Navracsics, Comissário para a Educação, Cultura, Juventude e Desporto, disse: “Os professores são cruciais para o futuro dos nossos filhos a Europa tem professores de classe mundial, mas o interesse na profissão está diminuindo, e a falta de pessoal está a atrasar a qualidade da educação. Por conseguinte, exorto os Estados-Membros a investir na carreira docente para a qual sejam atraídos os melhores candidatos, oferecendo prestígio e oportunidades, permitindo o crescimento profissional e desenvolvimento de recrutamento até à reforma. Este novo relatório diz-nos o que os países já estão a fazer, e o que mais eles poderiam fazer, para chegar a esse objetivo. A Comissão está pronta para apoiá-los “em maio de 2017, a Comissão adotou uma comunicação sobre ‘desenvolvimento escolar e ensino excelente para um grande começo na vida”, que propôs ações a nível da UE para apoio dos Estados-Membros em suas reformas educacionais Um dos objetivos traçados. é alcançar ensino e aprendizagem de excelência, garantindo que os professores e dirigentes escolares estão bem e a receber o apoio e reconhecimento que merecem. Ministros e intervenientes europeus, reunidos há apenas um mês, por ocasião da primeira Cimeira Europeia Educação, confirmaram que é essencial desenvolver uma agenda compartilhada para modernizar e melhorar o apoio da profissão docente.
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Fev 23 2018
E em muitos casos a previsão das progressões passa pela previsão de legislação que ainda não existe.
Tanto mais que algumas informações se contrariam umas às outras e é preciso declarar pela honra aquilo que nos dizem numa nota informativa que supostamente é diferente do que diz a legislação.
É um mundo de previsões muito imprevistas.
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Fev 23 2018
A última curta-metragem do tema Emoções, chama-se “Lien” e foi realizado pelos estudantes da Escola de Artes Supinfocom: Yancouba Dieme, Thomas Adam, Carole Cyrille e Julien Chanson. A história tem a capacidade de expor a crueldade e as perturbações provocadas por um cenário de guerra. Uma fantástica forma de refletir sobre todas as emoções vividas por quem está exposto a uma situação semelhante. Bom filme!
Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos
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Fev 23 2018
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 22ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 26 de fevereiro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 27 de fevereiro de 2018 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Porque o verdadeiro défice é outro.