Fica uma primeira nota sobre o documento apresentado ontem aos Sindicatos pelo ME. Na página 7 PONDERAÇÃO DE FATORES DE SUSTENTABILIDADE DA CARREIRA • NÃO FORAM APRESENTADOS FATORES DE SUSTENTABILIDADE, quase que ficamos com a ideia que serão os sindicatos gerir o Orçamento de Estado. Os valores tiveram uma subida abrupta, de 600 milhões de euros para mais de 1100 milhões…
É necessário ler as letras pequeninas, notas de rodapé e observações.
Seria interessante comparar a massa salarial dos professores com os impostos cobrados entre 2005 e 2017.









2 comentários
esses documentos enfermam de mais uma injustiça indecente: deviam contemplar a subida para o escalão correspondente aos anos de serviço! Por exemplo, quem está no 4º escalão com 25 anos(!) de serviço, devia progredir para o 7º escalão e não para o 5º…!
O numero global é grande, mas se dividirmos pelos anos de faseamento dá pouco mais de 200 milhoes/ ano( se as contas estiverem bem feitas). Se neste processo integrarem um mecanismo de aposentação, decerto que pouparão bastante dinheiro. Ganha a educação, os professores e as finanças publicas. Esta negociação so faz sentido se forem integradas de forma sistemica as carreiras, horarios de trabalho e aposentação.