Este livro procura identificar os que se julgam com capacidades especiais de liderança, os que se julgam iluminados, os que se julgam imprescindíveis para orientar as nossas perdidas vidas, os que gostam de ter poder sobre os outros, os que afirmam que sem eles o grupo não conseguirá ter sucesso, em suma, os que nos dizem: “entrega-me a tua vida e continua idiota”. A estratégia normalmente usada é o aproveitamento das brechas do conhecimento, da ignorância e do medo resultando sempre em benefícios para o líder charlatão e para a sua organização. Procura-se, nesta obra, promover um pensamento reflexivo em detrimento de um pensamento intuitivo sem qualquer suporte lógico. Exalta-se a importância de uma vida livre, saudável e sem crenças. É um livro de libertação. A biologia, a antropologia, a sociologia e a filosofia racional são os suportes desta obra que nos aponta algumas das razões do ser humano gostar tanto de posições que lhe conferem poder. Carl Sagan e Bertrand Russell são os autores a quem Luís Ricardo pediu mais vezes ajuda.
Novo diploma para regulamentar a aplicação na educação da transferência de competências para as autarquias continua em discussão, mas já está definido que a propriedade das escolas passará para as câmaras.
A construção de novas escolas, de modo a suprir “carências de oferta educativa” no âmbito da escolaridade obrigatória, a intervenção nos estabelecimentos que estão em más condições e a remoção de materiais nocivos à saúde serão as três prioridades principais para que o Governo assegure verbas às autarquias de modo a que levem por diante as operações em equipamentos escolares, no âmbito das transferências de competências para os municípios na área da Educação.
Só depois será garantido o investimento para “a instalação de equipamentos laboratoriais, desportivos e outros, inexistentes em escolas em funcionamento” e para a “racionalização da rede educativa”, que poderá passar pela “agregação entre os estabelecimentos da educação pré-escolar e os dos diferentes ciclos do ensino básico e secundário” e pela distribuição da oferta em função “da densidade e da idade da população a escolarizar e do nível de ensino em questão”. Estes últimos parâmetros devem ser levados em conta na fixação da rede educativa, que é uma das competências do Ministério da Educação que passarão para as autarquias.
A definição destas prioridades é uma das novidades inscritas na versão de 26 de Março do projecto de decreto-lei do Governo sobre o que acontecerá no sector educativo na sequência da descentralização de competências, que foi disponibilizada no blogue sobre Educação DeAr Lindo.
Em resposta ao PÚBLICO, o gabinete de comunicação do Ministério da Administração Interna (MAI), que centraliza este processo, confirmou a veracidade desta versão, embora frisando que se trata ainda “um documento de trabalho”. Adiantou também que dada a natureza “dinâmica” deste processo, aquela versão já pode ter sofrido alterações.
Alguns destes docentes viram também o seu contrato durar até 31 de Agosto de 2016.
Depois disso tiveram colocação em horário completo e anual nos dois anos seguintes (2016/2017 e 2017/2018), pelo que se pergunta se estes docentes apesar de terem ficado colocados num contrato temporário podem entrar este ano na norma travão.
Se a colocação temporária de 2015/2016 retroage ao dia 1 de setembro e o contrato é de 365 dias nesse caso o docente não preenchendo o requisito da colocação em horário anual também não poderia celebrar novo contrato pois o mesmo artigo também o impede de exceder o limite de três anos.
Assim, nesse caso ele deve estar abrangido pela norma travão.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/04/e-quem-entrou-na-em-2015-2016-na-rr2-em-contrato-temporario-posso-entrar-na-norma-travao/
Lembram-se das negociações existentes o ano passado para definir os requisitos dos opositores a estas vagas?
Este ano a “coisa” ficou assim:
Significa então que acabam os 12 anos de serviço, os 5 contratos no público nos últimos 6 anos… Para poder aceder a estas vagas basta estar integrado na 2ª prioridade (365 dias de serviço nos últimos 6 anos), ou então:
Isto significa que um professor pode nunca ter lecionado numa escola pública e ser integrado nos quadros do Ministério da Educação… bela forma de defender os professores do ensino público particular.
Ao contrário do que alguns querem fazer crer, a Iniciativa Legislativa de Cidadãos para a consideração integral do tempo de serviço efectivamente prestado por educador@s e professor@s está muito para além de uma questão profissional específica, podendo e devendo ser assinada por todos os que acham que as regras do Estado de Direito não podem ser atropeladas por conveniências políticas circunstanciais, em especial quando isso é defendido por quem (grande parte da classe política) reserva para si, de há muito tempo, regimes de excepção nos seus privilégios.
Está tudo aqui explicado e todos os dias irei (iremos) insistir nisto: o que está em causa é a tal “sociedade civil” que todos querem que seja activa mas que, mal se mexe com fundamento, assusta e suscita manobras de diversão como dizer que já existe tal legislação, o que é falso. A iniciativa é esta: Iniciativa-Legislativa-de-Cidadãos_Recuperação-de-todo-o-tempo-de-serviço. Sem subterfúgios. Sem encargos adicionais para qualquer orçamento em vigor. Mas claro quanto ao que se pretende para o futuro.
Já vamos perto das 2500 assinaturas em 3 dias. Algo está, felizmente, de novo a mexer… e acreditem que isso assusta muita gente, com destaque para todos os que têm apostado no remanso dos acordos de bastidores para que tudo se mantenha calmo, apesar de eventuais estridências públicas. O que aqui escrevo é o mesmo que digo em privado. Há quem ande por aí, em nome do “pragmatismo”, a fazer o contrário do que afirma.
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Hoje apresentamos o terceiro filme da categoria Relações Interpessoais, com o título “A Fistful of Presents” do realizador Cole Clark. A comunicação humana é colocada à prova nesta curta-metragem quando uma das personagens decide surpreender o seu opositor. Bom filme!
Foram colocados 292 docentes contratados na Reserva de Recrutamento 27 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas
O Diário de Notícias e o Jornal de Notícias avançam, esta sexta-feira, que cerca de 6 mil funcionários com contratos que terminam a 31 de agosto ainda não têm qualquer informação sobre os concursos do programa de regularização dos precários do Estado.
Em declarações à TSF, Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, revelou que há muita ansiedade nas escolas em relação à integração dos trabalhadores precários e que, neste caso, a ausência de informação não é benéfica.
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 27ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 23 de abril, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 24 de abril de 2018 (hora de Portugal continental).
Os grupos 120 (inglês 1ºC) e 910 (Educação Especial 1) são aqueles onde o número de vagas positivas mais se evidencia, por oposição ao 240 (Educação Visual e Tecnológica) que reúne o maior número de vagas negativas.
Quanto aos QZP’s, já se sabe: a norte vagas negativas e a sul vagas positivas.
A seguinte tabela apresenta essa distribuição por QZP e GR.
(…) Já vamos perto das 2500 assinaturas em 3 dias. Algo está, felizmente, de novo a mexer… e acreditem que isso assusta muita gente, com destaque para todos os que têm apostado no remanso dos acordos de bastidores para que tudo se mantenha calmo, apesar de eventuais estridências públicas. O que aqui escrevo é o mesmo que digo em privado. Há quem ande por aí, em nome do “pragmatismo”, a fazer o contrário do que afirma. (…)
Continuem a divulgar!
Hoje, por exemplo, vou fazer uma nova lista de e-mail para divulgar.
Para o concurso externo de 2018 foram abertas 1.236 vagas de QZP.
Tal como para o Concurso Externo Extraordinário de 2018 o maior número de vagas ocorre no grupo 110 – 1.º Ciclo do Ensino Básico e o QZP com mais vagas é igualmente o QZP 7 com 755 vagas.
Dotação de vagas do concurso externo, concurso externo extraordinário, concurso externo do ensino artístico especializado de música e da dança, concurso extraordinário de vinculação do pessoal docente das componentes técnico-artísticas do ensino artístico especializado das artes visuais e dos audiovisuais a ocorrer em 2018
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O formulário eletrónico para renovação dos pedidos de equiparação a bolseiro para o ano de 2018-2019 encontra-se disponível até às 18h do dia 30 de abril de 2018.
Novos modelos de declaração a preencher pelas Escolas do Ensino Particular e Cooperativo e novo guia do utilizador a consultar pelos docentes aquando da entrada na plataforma para requerer a certificação do tempo de serviço.
E a partir de hoje a qualquer momento poderá sair o aviso de abertura dos concursos para 2018/2019.
Primeira alteração, por apreciação parlamentar, ao Decreto-Lei n.º 15/2018, de 7 de março, que aprova o regime específico de seleção e recrutamento de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança
… que uma boa escola pública não se importará de receber os alunos com ASE de forma a mostrar que as condições financeiras das famílias não são entrave algum para se atingir bons resultados.
Tenho a certeza que o Eduardo Lemos faria o mesmo excelente trabalho com os alunos que recebe no 7.º ano provenientes de outros agrupamentos, quer tivessem ASE ou não.
O Ministério da Educação, em resposta a essas denúncias, publicou no passado dia 12 de abril um normativo que coloca exigências acrescidas no que toca à comprovação da residência do aluno e à qualidade de encarregado de educação. Acrescentou-se uma nova prioridade de matrícula (no limite, prioridade de escolha da escola): de entre os que residem ou trabalham na área, preferirão os beneficiários de apoios socioeconómicos.
E afiança-se que se trata de um diploma que promove a igualdade de oportunidades, esbate as desigualdades económicas, sociais e culturais e combate a fraude. Não creio.
Desde logo, porque não se promove a igualdade de oportunidades dando prioridade no acesso a um serviço público educativo aos residentes nas suas proximidades e, de entre estes, aos que beneficiam de subsídios do Estado.
Igualdade de oportunidades é precisamente o contrário: é o Estado assegurar que ninguém será preterido no acesso a uma escola pelo facto de não residir, ou de os pais não trabalharem nas proximidades, ou de não alcançarem os rácios para receberem subsídios da ação social escolar.
Com este diploma, não se faz mais do que acrescentar à segregação geográfica uma nova forma de segregação económica: os residentes com apoios da ação social escolar têm prioridade sobre os restantes na frequência da escola. Espero que ninguém se lembre de utilizar estas prioridades no acesso ao ensino superior…
Estou fartinho de associações que se criam para servirem de caixa de ressonância das políticas dos governos e se arranjarem uns destacamentos à maneira..
E cria-se sempre um centro de formação, não é verdade?
“Tudo está a acontecer para termos todas as condições para termos todos os professores nas escolas quando eles tiverem de estar nas escolas”, afirmou Tiago Brandão Rodrigues.
Docentes avançaram à margem dos sindicatos com proposta de alteração à lei para contabilizar todo o tempo de serviço congelado
Um grupo de oito professores do básico e secundário decidiu deitar mãos à obra e, paralelamente aos protestos dos sindicatos e às reuniões negociais da FNE e da Fenprof com o governo, entregou no parlamento uma proposta para mudar a lei de forma a que sejam contabilizados os nove anos e quatro meses de tempo de serviço que estiveram congelados, para efeitos de progressão na carreira e acertos salariais.
A proposta de alteração à lei foi desenhada pelos próprios professores e são necessárias 20 mil assinaturas, recolhidas em 90 dias, para que seja discutida e votada no parlamento. Em menos de 24 horas já tinham sido submetidas mais de 800 assinaturas no site do parlamento. É uma iniciativa independente dos sindicatos que, diz ao i um dos mentores, Luís Braga, espelha o descontentamento geral da classe, prevendo uma “forte adesão” à manifestação nacional marcada para dia 19 de maio.
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