Estudo SDPA – Reposicionamento na Carreira dos Docentes dos Açores

 

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Professores açorianos, “também”, perderam milhares de euros

Tal como no continente…

Estudo sindical sobre reposicionamento na carreira revela que as alterações e congelamento na carreira implicaram que os docentes da Região Açoriana tenham perdido de 4,8 a 12 mil euros anuais em remunerações.

 

 

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Opinião – Quando a OCDE se presta a animar festas – Santana Castilho

 

O ciclo das loas à flexibilização curricular e ao perfil do aluno do século XXI, iniciado sob os auspícios de uma apresentadora televisiva e de um treinador de futebol, teve a festa de encerramento no passado dia 9. O animador convidado foi, agora, Andreas Schleicher. Profetizando como convinha aos organizadores, o homem previu, implicitamente, o fim dos exames do 12º ano, tal como hoje são conhecidos. Atrevido, disse que o novo modelo da flexibilidade curricular é a forma como os professores gostariam de dar as suas aulas. Vidente, falou de uma tensão existente nas nossas salas de aula.
Que Tiago Brandão e João Costa lhe tenham dado procuração para dizer o que disse, não duvido. Mas um pouco de recato para não anunciar tensão dentro de salas em que não entrou e não falar por professores que não ouviu, era exigível pela tensão, essa sim bem exposta publicamente, entre a sua condição, permanente, de director para a Educação da OCDE e o seu papel, temporário, de animador de uma romaria de directores aderentes e investigadores recorrentes.
Na celebração foram exibidos despojos do desvario desta desconstrução curricular: num agrupamento-modelo, os alunos do 1º ano juntaram-se aos colegas do 10º para recolher e analisar rótulos; os do básico estão empenhados em descobrir porque sobem os balões de S. João e porque foram proibidos este ano. E enquanto um director diligente incensava a audiência com a “desarrumação das salas de aula” do seu agrupamento, promissão certa de futuro inovador, uma colega mais excitada leu, do seu caderninho de notas, afirmações dos professores mais entusiasmados: “há uma apropriação das aprendizagens essenciais pelos alunos”; “a aprendizagem é mais significativa”. Admiráveis resultados!
Claro que o sacerdote e os fiéis desta liturgia cor-de-rosa, recuperadora imprudente dos nossos idos anos 1990, manifestaram no fim, em uníssono, profunda preocupação com os exames. Não será difícil compreender porquê. Mais difícil é assistir à participação da OCDE num ataque concertado ao papel dos exames na relativização dos critérios classificativos das escolas, ainda que sob dissimulado pretexto de discutir o acesso ao ensino superior.
Só ingénuos não divisaram a encomenda do Governo, subjacente às banalidades proferidas por Andreas Schleicher, repetindo os mantras do perfil e da flexibilidade, de João Costa. Só que falam os dois de inovação e de século XXI desenterrando metodologias descritas por Kilpatrick (para citar um entre outros) nada mais nada menos do que em … 1918. Leu bem, caro leitor, 1918. E se quiser confirmar que não deliro e encontrar descritas considerações pedagógicas sobre a transversalidade disciplinar em detrimento das disciplinas isoladas, sobre as virtudes do trabalho colaborativo e de projecto, sobre as vantagens do ensino centrado no aluno e não no currículo a ser ensinado (tudo paradigmas usados por Andreas Schleicher como modernos, numa entrevista que concedeu ao Observador) e ainda sobre o ensino assente na experiência e nos problemas diários (os rótulos e os balõezinhos de S. João acima referidos), leia o artigo “The Project Method. The use of the purposeful act in the educative process”, publicado por Kilpatrick, em 12 de Outubro de 1918 (Teachers College Bulletin, 10th. Series, nº 3. New York: Teachers College, Columbia University).
Enquanto o Governo se apresta a passar para a opinião pública a existência de um apoio que lhe permita generalizar o desastre da chamada flexibilidade curricular e das denominadas aprendizagens essenciais, continuam vigentes as metas curriculares de Nuno Crato, num alarde de hipocrisia política e incoerência discursiva, que não mereceu, como convinha, nenhuma referência na análise da OCDE. Veja-se a este propósito o artigo publicado neste jornal em 16 do corrente, sob a colorida epígrafe “Educação para um mundo melhor: um debate em curso a uma escala global”. É um repositório de vacuidades e afirmações futuristas, redigidas no mais refinado “eduquês”, assinado, em co-autoria com outros, pelo secretário de Estado João Costa, mas na condição de (que havia de ser?) … consultor do projecto da OCDE Future of Education and Skills 2030.
Não é nova a acção do Governo para tomar a OCDE por fiadora das suas políticas, como não é de agora o meu repúdio pela promiscuidade, que se repete, entre governantes e uma organização que defende e depende de interesses económicos, que não educacionais, e se presta a favorecer e legitimar políticas que acabam impostas aos actores nacionais. Com efeito, já em Fevereiro de 2009, um grupo de peritos de relevantes currículos, da OCDE, veio a Lisboa validar as políticas educativas do PS. Principescamente pagos, produziram um relatório cujas fontes documentais eram todas do Ministério da Educação. Só falaram com quadros do Ministério da Educação ou apoiantes do Governo. Havendo milhares de páginas publicadas na altura, de oposição às políticas de Sócrates, nem uma só mereceu a atenção dos ilustres peritos. Nem mesmo textos dissonantes, com origem na Assembleia da República, no Conselho Nacional da Educação, em associações científicas ou profissionais lograram ser considerados. Se os protagonistas e a cultura não mudaram, porque mudariam as práticas?
A montante deste episódio está mais outro relatório preliminar da OCDE, que recomenda o alargamento do regime que torna as universidades e os politécnicos fundações públicas de direito privado e dá aos politécnicos a faculdade de conferirem doutoramentos. A retomada do modelo fundacional para gerir as instituições de ensino superior é um salto sobre a realidade da última década, bem demonstrativa de que o privado olha o público para lhe sacar dinheiro e não para, financiando-o, cumprir alguma parte das suas obrigações sociais. Sendo factual, só um frete ao Governo, desresponsabilizando-o das suas obrigações, explica a persistência da OCDE em esgrimir com a decantada flexibilidade de gestão e a ilusória atracção do capital privado.
Do mesmo passo, na senda bolonhesa que comprimiu em três as antigas licenciaturas de cinco anos, o Conselho de Ministros apressou-se a aprovar um novo tipo de mestrados, a fazer em anunciadas parcerias com empresas, com metade da duração actual, e a reduzir os cursos técnicos superiores dos politécnicos que, em vez de dois anos, passarão a um, para os estudantes que cheguem com experiência profissional. Eis um oportuno upgrade, em modo “simplex”, da experiência colhida com o “sucesso” das “Novas Oportunidades”. Tudo inovando, modernizando, flexibilizando, centrado no aluno, rumo ao século XXI.
In “Público” de 21.2.18

 

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Escolas não mexem nos currículos com medo dos exames

Pudera!… Quem se vai atrever a tocar nos currículos, sabendo que, disso, estão dependentes resultados nos exames? As escolas vão definir competências essenciais, sabendo que nos exames estará em causa muito mais? A tutela, por mais independente que queira ser neste processo tem de “meter a mão” e definir o que pode ou não ser essencial… porque se não for “ela” ninguém o fará. E assim vamos vivendo…

 

Escolas não mexem nos currículos com medo dos exames

Diretores e pais desejam mudanças nas metodologias em sala de aula e um novo regime de acesso ao Ensino Superior para libertar o Secundário e melhorar as aprendizagens dos alunos

O medo é assumido. A maioria das escolas que aderiram ao projeto-piloto de autonomia e flexibilidade curricular – que arrancou este ano letivo em 223 escolas – optaram por não aprovar planos para turmas do 10.º ano de cursos científico-humanísticos. A razão é simples, assumem os diretores ouvidos pelo JN: “Medo dos exames nacionais”. E alertam: se o Ministério da Educação não resolver o “dilema” entre os dois métodos de ensino, este receio pode revelar-se um obstáculo à generalização do projeto.

in JN

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Progressão na Carreira – Datas Até 23 de Fevereiro

Progressão na Carreira

 

Aplicação disponível para os AE/ENA até às 18:00 horas de dia 23 de fevereiro de 2018 (hora de Portugal Continental).

 

Basicamente é só colocar o dia da mudança de escalão e o escalão para onde o docente se vai posicionar a partir dessa data.

 

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Os Portugueses confiam nos Professores…

 

Professores no topo das preferências  
São os professores e os polícias em quem os portugueses  depositam maior confiança. Interrogados sobre o grau de confiança que têm na capacidade da escola em ensinar coisas úteis aos alunos, 61,1% dos inquiridos responderam ter um grau médio e 20,8% um grau elevado de confiança. No trabalho dos polícias no combate crime, 54,3% disse ter um grau de confiança médio, e 29,3% grande. 

in CM

 

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Anúncio de Candidaturas para a Guiné-Bissau

 

A FEC convida à apresentação de candidaturas para o provimento de uma vaga de Técnico(a) Formador(a) do Ensino Básico na Guiné-Bissau.

Enviar respostas para [email protected] até ao dia 22 de fevereiro de 2018 indicando CANDIDATURA TF-EB no assunto do email.

O CV, preferencialmente em português e em formato europeu, deverá ser acompanhado de uma carta de motivação e da indicação de duas pessoas de referência e o seu contacto.

Em caso de dúvida contactar Etelvina Cardeira para o telefone (00 351) 21 886 17 10.

 

FEC – Fundação Fé e Cooperação é uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD) com estatuto de Utilidade Pública. Atua na área da Cooperação para o Desenvolvimento, sobretudo na Guiné-Bissau, em Angola e em Moçambique, tendo como eixos estratégicos de transformação social: Educação, Conhecimento e Competências; Boa Governação e Advocacia e Cidadania Global e Direitos Humanos. Conta com financiamentos da Cooperação Portuguesa, Fundação Calouste Gulbenkian e de organismos internacionais, como União Europeia, UNICEF, entre outros.

 

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PROCEDIMENTO CONCURSAL SIMPLIFICADO – 1° CEB – Alemanha

 

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Paulo Guinote em Excelente Forma

Só Com Muita Força de Vontade | O Meu Quintal

Et Tu, Bárbara? | O Meu Quintal

E Pá, Faz-te à Vida e Deixa-te de Queixinhas da Treta | O Meu Quintal

PS/Bloco – Uma Aliança Para Acabar de Vez com a Educação Pública | O Meu Quintal

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Versão Final do Projeto de Portaria do Reposicionamento enviado aos Sindicatos

 

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Novas Datas Para a Progressão na Carreira e o Apuramento de Vagas

Foram adiadas as datas para o apuramento de vagas e a introdução de datas para a progressão na carreira.

De 20 a 23 de Fevereiro as escolas têm de indicar as datas de progressão dos docentes e de 26 de Fevereiro a 2 de Março é feito o apuramento de vagas para o concurso de 2018.

 

 

Clicar na imagem ou aqui para ler a nota informativa.

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Divulgação – Plenários Sindicais sobre “Descongelamento” e Progressão na Carreira – SPZC

 

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Petição – Concursos Iguais Sem Exceção para Todos os Professores da Nação

O número expressivo de petições públicas cujo objetivo é tornar o concurso de professores mais justo, mais eficaz e transparente é sintomático da instabilidade e sentimento de injustiça que a interpretação e aplicação dos normativos em vigor têm causado.

O Decreto-Lei 132/2012, de 27 de junho, foi sendo alterado com cortes e acrescentos que mais não têm feito que promover e manter desigualdades no acesso ao concurso em vez de se revelar um normativo uniformizador das práticas e prioridades concursais, isso sim, alterações necessárias que tardam a ser feitas para que os concursos de professores sejam de uma vez por todas justos, imparciais e promovam a qualidade do serviço docente prestado nas escolas públicas.

São dois grandes tópicos que esta petição vem apresentar para que se atenda de uma vez por todas aos normativos sobre habilitações, concursos, grupos de recrutamento, que têm sido deliberadamente incumpridos por força de portarias, despachos e circulares para concursos extraordinários e excecionais, aumentado a teia de enredos que permitem tudo, menos que a lei que regula a classe docente seja cumprida.

Importa não esquecer que os concursos de professores são concursos públicos e é dever do Estado, do Ministério da Educação e seus agentes, zelar pelo cumprimento da lei e acima de tudo agir no cumprimento da Constituição.

O que vimos peticionar:

1 – Abolição das propostas vertidas no Anteprojeto de decreto-lei/Decreto-Lei para estabelecer o regime de seleção e recrutamento de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança. Não há pretexto, necessidade ou especificidade que justifiquem um regime de recrutamento diferenciado face aos outros professores do ensino básico e secundário.

2 – Uniformização dos procedimentos de seleção e recrutamento de professores, no âmbito da candidatura a grupos de recrutamento, sem qualquer exceção. Uniformização essa, realizada única e exclusivamente através da lista graduada com base na classificação profissional e tempo de serviço, antes e após a profissionalização.

Chega de mascarar um tratamento beneplácito com o rótulo da discriminação pois o que tem acontecido nos concursos das escolas artísticas não passa de favorecimento de alguns candidatos que não tendo condições de se submeter a um concurso de professores digno desse nome, tem-lhes sido possível concorrer com critérios definidos pelas escolas que por sua vez os selecionam, excluindo e aí sim discriminando, professores que o são de pleno direito.

O que o projeto de DL/ Decreto-Lei aqui posto em causa quer fazer não é acabar com essa situação mas sim, torna-la legítima, vertendo em Decreto-Lei o que se fez no passado justificado por Portarias e hábitos. Não podemos esquecer que não podem os Decretos, Portarias ou Despachos, contrariar o espírito da lei, que é o que está em causa – ferir o Estatuto da Carreira Docente e os objetivos gerais e específicos que devem orientar os concursos de professores que o Ministério quer aplicar a uns de uma forma e a outros de outra.

As intenções deste Anteprojeto de Decreto-Lei, a verem a luz da publicação criarão uma situação impossível de reparar pois as vagas das escolas artísticas públicas serão ocupadas sem ter havido um verdadeiro concurso público de professores, deixando de haver lugar para aqueles que há anos concorrem com a habilitação legalmente exigida e têm sido preteridos por causa de critérios arbitrários e talhados à medida de outros. Daí a urgente necessidade de impedir que se concretize a sua publicação ou a sua aplicação.

Aquilo que pedimos é simples, em vez de se criar um novo e desnecessário normativo que segrega profissionais de uma mesma classe, que se altere o normativo em vigor para os concursos de professores; faça-se a sétima alteração ao DL 132/2012, de 27 de junho, cuja atual redação consta no DL 28/2017, de 15 de março, e proceda-se a uma inclusão efetiva dos professores do ensino artístico de modo a que sejam sujeitos a concursos iguais aos seus colegas do ensino dito regular.

Assim, salvo melhor entendimento do legislador para a clarificação e regularização da situação dos docentes do ensino artístico especializado da música e da dança e pela promoção de condições concursais equitativas, deverão ser alterados os artigos 1º, 38º e 39º, que deverão passar a ter a seguinte redação: Continue reading

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Especialista em Direito Administrativo Defende o Reconhecimento de Tempo Anterior à Profissionalização

Educação – Professor de Coimbra dá razão aos professores sobre contagem do tempo

Licínio Lopes Martins, da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, defende o reconhecimento de tempo anterior à profissionalização. Se a Procuradoria-Geral da República concordar, encargos do governo vão crescer

O tempo de serviço de um professor deve contar a partir do momento em que começou a dar aulas ou só quando conquistou o estatuto legal de “pessoal docente”? Esta é a questão que mais tem dividido sindicatos e Ministério da Educação nas negociações entre as partes. Até porque tem implicações no tipo de progressão – e reposicionamento salarial – a que estes trabalhadores, a maior força laboral da Administração Pública, superando os 100 mil, podem aspirar na sequência do descongelamento das carreiras. Agora, um especialista em Direito Administrativo de Coimbra vem dar vantagem aos docentes nesta discussão.

As partes, recorde-se, já tinham acordado pedir à Procuradoria–Geral da República (PGR) para “desempatar” esta divergência. Mas entretanto os sindicatos decidiram antecipar-se, pedindo um parecer jurídico a um professor de Coimbra, Licínio Lopes Martins, cuja leitura se inclina claramente para a posição dos professores. Ou seja: que todo o trabalho desempenhado em “funções docentes” nas escolas públicas deve ser considerado, independentemente do estatuto formal de que o trabalhador gozava. O texto será agora anexo ao processo nas mãos da PGR.

A confirmar-se esta leitura, o Ministério da Educação terá de refazer as contas que preparou em relação ao impacto do descongelamento e reposição dos professores da carreira, porque muitos deles chegarão mais longe do que a tutela programava. Há até um lote inteiro de professores – do recém-criado grupo de recrutamento de Língua Gestual Portuguesa (LGP) – para o qual a decisão fará toda a diferença: ou não lhes é reconhecido qualquer tempode serviço ou, em alguns casos, são contabilizadas perto de duas décadas de carreira.

A divergência entre as partes centra-se no nº3 do artigo 36.º do Estatuto da Carreira Docente (ECD), no qual é referido que “o ingresso na carreira dos docentes portadores de habilitação profissional adequada faz-se no escalão da categoria de professor correspondente ao tempo de serviço prestado em funções docentes e classificado com a menção qualitativa mínima de Bom, independentemente do título jurídico da relação de trabalho subordinado, de acordo com os critérios gerais de progressão”.

À partida, o artigo parece apontar no sentido da interpretação feitas pelos sindicatos. Mas há uma questão que torna a leitura mais complexa. O ponto em causa refere-se a docentes “portadores de habilitação profissional”. E nem todos os docentes que começaram a carreira tinham esta habilitação, porque nem todos os cursos a conferiam. Estes professores fizeram a chamada “profissionalização em serviço”. Ou seja: obtiveram essa habilitação para lecionar ao mesmo tempo que davam aulas.

A solução encontrada, no passado, foi contar o tempo anterior à profissionalização pela metade. Ou seja: a cada quatro anos, eram registados dois para a progressão. Mas agora, baseando-se na sua interpretação do diploma, o Ministério defende que a contagem só deve começar a partir da profissionalização. Já o jurista de Coimbra defende, por outro lado, que se o atual quadro jurídico introduz alguma mudança é no sentido de uma aplicação da lei “mais favorável” aos docentes.

O que diz a este respeito Licínio Lopes Martins – socorrendo-se não só do ECD e da própria Lei do Orçamento do Estado mas de outros diplomas, nomeadamente a Constituição no que respeita aos funcionários públicos – é que, independentemente da categoria que lhes era atribuída pela lei, todas as funções docentes cumpridas por estes professores devem ser consideradas. Por outras palavras: se foram colocados nas escolas a dar aulas e a cumprir e aplicar um programa, eram professores. E esse tempo conta para as suas carreiras. Mesmo que esse ingresso na carreira tenha acontecido durante o período de mais de nove anos em que estas estiveram congeladas.

Para o professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, “impõe-se que, para efeitos de reposicionamento no escalão correspondente e de valorização remuneratória, previstos no artigo 18.º da Lei do Orçamento de Estado para 2018, é, constitucional e legalmente devida, a contagem do tempo de serviço prestado em funções docentes, pelo pessoal docente quando ainda na qualidade de «agente administrativo» não profissionalizado, e independentemente do título jurídico da relação de trabalho subordinado”.

Questionado pelo DN, o Ministério da Educação não quis comentar os méritos ou implicações desta leitura, lembrando que existe um consenso entre as partes em relação à forma como será decidido este diferendo: “Como é do conhecimento, o Ministério da Educação aceitou a proposta das estruturas sindicais de submeter este assunto a parecer do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República, pelo que aguardará por esse parecer”, disse ao DN o gabinete do ministro Tiago Brandão Rodrigues.

Ainda assim, pelo menos na perspetiva dos sindicatos, a concordância deste académico, com obras publicadas sobre temas que vão das obras públicas às instituições de solidariedade social, não pode deixar de ser considerado um bom prenúncio para as suas aspirações.

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Nova Indicação de Trabalhadores para o PREVPAP Até Amanhã

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Outra vez os TPC’s… e sempre os TPC’s…

Volta e meia aparece alguém com o assunto dos T.P.C., sigla com muitos significados, e recomeça a discussão.

As tarefas que os alunos levam para “casa” (hoje em dia, são poucos os que as realizam em casa) têm o objetivo que cada um lhes dá. No 1º ciclo a prática está enraizada, não porque se quer “escravizar” as crianças à aprendizagem de matérias académicas, mas como estratégia de melhoria. É claro que todos podem melhorar, mas, quase sempre, quem realiza essas tarefas são os que menos necessitam de “melhorar”.

Cada professor tem a sua metodologia de trabalho dentro de sala de aula, adaptando-o à turma que tem e individualmente, observando o aluno como um individuo distinto de todos os outros. Cabe ao bom senso de cada um verificar quando é, ou não, necessário um reforço e, até, quem necessita desse reforço. As práticas de cada professor divergem, o que torna a reflexão individual uma necessidade. Uma coisa é certa, é necessário repensar, constantemente, estratégias, pois o publico alvo está em mudança, muitas vezes basta virarmos a cabeça ligeiramente para o lado.

No 1º ciclo, muito mais do que falarmos de T.P.C, devíamos falar de hábitos de estudo autónomo, factor que além de contribuir para performances académicas presentes e futuras, contribui para o próprio desenvolvimento como membro da sociedade..

Deixo-vos um artigo de opinião que esta semana surgiu no Observador. Mas lembro que nenhuma realidade é absoluta dentro de uma sala de aula e a realidade de um professor ou de um aluno, diverge sempre da realidade de um outro seu par.

 

TPC: trabalho ou tortura para casa?

Os “famosos” Trabalhos Para Casa (TPC) estão longe de ser um tema consensual, particularmente no 1º Ciclo (e é sobre esta faixa etária que incide este artigo, uma vez que para o 2º e 3º Ciclos os argumentos poderão ser um pouco diferentes). Se, por um lado, há quem os defenda como instrumento pedagógico, há também quem os considere dispensáveis e questione a sua utilidade. Antes de começar este texto, devo confessar que me encontro neste segundo grupo, pelos motivos que vou explicar a seguir. No entanto, não existem verdades absolutas, pelo que haverá certamente quem tenha uma posição diferente da minha e também casos particulares que não se encaixam nestes princípios gerais.

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Sugestão de Leitura – O QUE QUERES SER? – Marta Monteiro e Maria João Viegas

 

A Obra

Há um momento inevitável em que todos os adolescentes têm de tomar uma decisão que terá um grande impacto na sua vida adulta: vão escolher a área em que irão prosseguir os estudos ou a profissão em que querem formar-se.
A nossa experiência como professoras no ensino secundário e superior tem-nos mostrado inúmeros casos de escolhas de curso falhadas e de uma angustiante incerteza acerca da própria vocação. Os próprios critérios de decisão para as opções académicas são, grande parte das vezes, preocupantes, fortemente dominados pela opinião dos amigos, pelos estereótipos criados pelos meios de comunicação social e absolutamente despidos de uma pesquisa criteriosa de informação em fontes fidedignas.
Escrevemos este livro porque uma escolha feita com sentido crítico, colocando as perguntas adequadas e refletindo sob diversos pontos de vista pode evitar muitas desilusões.
Acreditamos que este livro é uma ferramenta de grande valor para ajudar os jovens a fazer uma escolha de carreira mais informada. Se no futuro, eles forem felizes na sua profissão, serão com certeza mais produtivos, terão mais oportunidades de progressão e crescimento profissional e, em última análise, estarão a contribuir para uma sociedade melhor. Acima de tudo, e porque a profissão não é tudo mas é uma parte substancial das nossas vidas, serão pessoas mais felizes.

 

 

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Lista Colorida – RR21

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR21. E já há professores que vão no seu 5º contrato neste ano letivo…

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E Como Está a Ser Aplicada a Nova Matriz no 2.º Ciclo nas Escolas Piloto do PAFC?

Em 2017/2018 um conjunto de escolas está a iniciar o Projeto Piloto para a implementação do projeto de autonomia e flexibilidade curricular dos ensinos básico e secundário, no ano escolar de 2017-2018

Este projeto teve como destinatários as turmas de anos iniciais de ciclo (1.º, 5.º, 7.º anos de escolaridade), 10.º ano de escolaridade e de 1.º ano de formação de cursos organizados em ciclos de formação.

Existe uma nova Matriz que integra as TIC que podem funcionar numa organização, semestral, anual ou outra. O que me parece pela carga horária semanal é que as TIC podem ficar com 25 minutos semanais (a não sei que esses tempos sejam retirados a outra disciplina da Educação Artística e Tecnológica.

Neste artigo fica apenas a nova Matriz do 2.º Ciclo que será aplicada em todas as escolas no ano letivo 2018/2019 assim como as alíneas referenciadas no quadro dessa matriz.

Gostava de saber o que se está a fazer nestas escolas piloto não só na disciplina de TIC mas também noutras disciplinas.

Parece-me que a partilha de opiniões pode ser importante para também eu decidir o que fazer, apesar de já ter uma ideia preconcebida.

 

Currículo dos ensinos básico e secundário
SECÇÃO I
Conceção
Artigo 4.º
Finalidade

2 — Com vista a atingir aquela finalidade, à conceção do currículo subjazem os seguintes princípios:

f) Enriquecimento do currículo com a dinamização da componente Oferta Complementar através da criação de novas disciplinas no ensino básico, com recurso à utilização do conjunto de horas de crédito definidas no despacho que estabelece as regras a que deve obedecer a organização do ano letivo.

Artigo 6.º
Autonomia curricular

3 — As novas disciplinas, criadas pela escola no tempo destinado à Oferta Complementar, são as que apresentam identidade e documentos curriculares próprios.

Artigo 7.º
Estrutura das matrizes curriculares -base do ensino básico

2 — Nos 2.º e 3.º ciclos, nas matrizes curriculares -base está, ainda, prevista a possibilidade da oferta de uma componente de Oferta Complementar, destinada à criação de novas disciplinas.

Artigo 10.º
Cidadania e Desenvolvimento e Tecnologias de Informação e Comunicação

1 — As componentes do currículo Cidadania e Desenvolvimento (CD) e Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) integram, em regra, as matrizes de todos os anos de escolaridade do ensino básico.
2 — As componentes referidas no número anterior constituem:

b) Nos 2.º e 3.º ciclos, disciplinas que podem funcionar numa organização semestral, anual ou outra.

Artigo 19.º
Medidas de promoção do sucesso

1 — No quadro dos planos de ação estratégica e dos planos plurianuais de melhoria, as escolas adotam medidas que visam a promoção do sucesso escolar, privilegiando, entre outras:

f) A organização de alunos em grupos de trabalho para:

ii) Apoio às aprendizagens, com base numa metodologia de integração de várias áreas disciplinares, privilegiando a pesquisa, tratamento e seleção de informação;

 

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242 Contratados colocados na Reserva de Recrutamento 21

Na reserva de Recrutamento 21 foram colocados 242 docentes contratados de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, número de horas e duração do contrato.

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Cinema Sem Conflitos: Emoções (parte 3/4)

Reflexion: as emoções provocadas por um espelho!”

 

A curta-metragem de hoje, inserida no tema Emoções, chama-se “Reflexion” e foi realizada por Yoshimichi Tamura e produzida por PlanKtoon. A história enquadra as preocupações de uma mulher em relação à percepção que os outros têm de si. Bom filme!

 

 

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Reserva de recrutamento n.º 21

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 21ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 19 de fevereiro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 20 de fevereiro de 2018 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Comunicado das Organizações Sindicais com as datas da Greve

 

Greve Nacional dos Professores, em março, por regiões, confirmada pelas organizações sindicais de professores

 

Carreiras, horários de trabalho e aposentação são aspetos sobre os quais o Governo adia soluções para os problemas que afetam os docentes

ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB E SPLIU confirmam a realização de Greve Nacional de Professores e Educadores, em março. Esta Greve será concretizada por regiões, obedecendo à seguinte sequência:

  • 13 de março, terça-feira: Região da Grande Lisboa (Lisboa, Santarém e Setúbal) e RA da Madeira;
  • 14 de março, quarta-feira: Região Centro (Coimbra, Viseu, Aveiro, Leiria, Guarda e Castelo Branco);
  • 15 de março, quinta-feira: Região Sul (Évora, Portalegre, Beja e Faro);
  • 16 de março, sexta-feira: Região Norte (Porto, Braga, Viana do Castelo, Vila Real e Bragança) e RA dos Açores.

 

A decisão de convocar esta greve fica a dever-se ao facto de o Governo continuar a adiar a resolução de problemas que foram identificados em novembro, merecendo o compromisso, quer deste, quer das organizações sindicais de docentes, no sentido da sua rápida resolução. Acontece que, passados três meses, em relação ao reposicionamento na carreira a proposta da tutela continua longe de respeitar o princípio da não discriminação dos docentes abrangidos em relação aos seus colegas que ingressaram antes do congelamento e em relação aos restantes aspetos (recuperação do tempo de serviço, horários de trabalho e aposentação) o Governo não apresentou ainda qualquer proposta de trabalho.

Assim, os objetivos definidos pelas organizações sindicais para esta Greve Nacional são os seguintes:

–        Carreiras

▪   Recuperação de todo o tempo de serviço cumprido, mas, até agora, apagado;

▪   Reposicionamento na carreira no escalão em que se encontram os docentes com igual tempo de serviço.

–        Horários de trabalho

▪   Todas as atividades a desenvolver com alunos deverão ser integradas na componente letiva;

▪   Reuniões e formação contínua obrigatória deverão integrar, exclusivamente, a componente de estabelecimento;

▪   Reduções letivas deverão reverter para a componente de trabalho individual.

–        Aposentação

▪   Regime específico de aposentação a aplicar a partir do próximo ano.

A partir de hoje, 15 de fevereiro, as organizações sindicais de docentes empenhar-se-ão na mobilização dos professores e educadores para esta greve, que fica, desde já, convocada. A entrega do necessário Pré-Aviso ao Governo será concretizada no final do mês de fevereiro, num momento em que já se conhecerá nova proposta ministerial para o reposicionamento dos professores, em que se terá realizado nova reunião sobre a recuperação do tempo de serviço, na qual, necessariamente, o Governo terá de apresentar a sua proposta.

Por último, aguarda-se que, ainda durante o mês de fevereiro, sejam agendadas as primeiras reuniões negociais sobre horários de trabalho e aposentação, nas quais o Governo deverá apresentar propostas que permitam, não apenas, atenuar o tremendo desgaste que é sentido pelos docentes, como, também, iniciar o rejuvenescimento do corpo docente das escolas.

 

As organizações sindicais

 

ASPL – FENPROF – FNE – PRÓ-ORDEM – SEPLEU – SINAPE – SINDEP – SIPE – SIPPEB – SPLIU

 

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Vagas Para Acesso ao 5.º e ao 7.º Escalão

Segundo informação de hoje, existem 133 vagas para o acesso ao 5º escalão e 195 para o 7º escalão para os docentes que apenas têm a classificação de Bom.

Tendo em conta os dados do ME de Janeiro de 2018 existiam 1.163 docentes no 4.º Escalão que reúnem as condições de tempo de serviço em 2018 para progredirem e 1.035 no 6.º Escalão nessas mesmas condições e segundo também dados de ontem, existem 1.201 docentes que progridem automaticamente por terem uma avaliação de Muito Bom ou Excelente.

Ou seja, dos 2.198 docentes que ainda estão presos nos 4.º e 6.º escalões, 1.201 progridem sem quotas e apenas 328 vão progredir através de vaga.

669 docentes vão continuar presos nestes escalões por mais um ano, pelo menos.

 

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Norma 1/JNE/2018

Clicar nas imagens para ver a Norma 1 do Júri Nacional de Exames para 2018 e o Guia para aplicação de condições especiais na realização de provas e exames de 2018.

Este ano estes documentos saíram mais cedo que o habitual. Isso é de louvar.

 

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A (re)nova carga horária do 1º ciclo…

Este ano letivo os intervalos foram, novamente, incluídos na carga horária dos alunos que frequentam o 1º ciclo, permitindo-lhes serem acompanhados pelos professores durante esse tempo.
Durante uns anos os intervalos passaram a ser considerados componente não letiva o que retirava uma certa responsabilidade das costas dos professores sobre o que acontecia durante os intervalos (diziam alguns para justificar a medida economicista), tal nunca aconteceu.
Os alunos passaram a permanecer dentro da sala de aula, com o seu professor(a), 25 horas bem contabilizadas, fora o resto… Como tinham mais tempo de sala de aula houve a necessidade de estender o currículo. Vai daí, aumenta-se o currículo de Português e Matemática, inventa-se mais uns projetos e tal… estava feito, 25 horas sentadinhos na sala com o professor a dinamizar matérias e resolver problemas que vinham do intervalo (sim, o professor(a) continuou a ter que resolver os problemas do intervalo, mas, então, dentro da sala de aula).
Mas este ano isso mudou. Os intervalos são novamente incluídos no horário letivo. Mas esqueceram-se do resto…
Os currículos não mudaram. Os projetos não cessaram. O tal e coisa inventado não se (des)inventou…
Faltam 2,5 horas para se lecionar o currículo como deve de ser, ou o currículo tem 2,5 horas a mais?
Os professores andam com o currículo a toque de caixa para o conseguirem cumprir e os alunos andam a “levar” com doses de currículo para atingirem as metas ou competências essenciais (começa a ser confuso saber o que têm de atingir).
Estamos a meio do ano letivo. Neste momento nada pode ser feito a não ser andar a toque de caixa. O currículo continua o mesmo. Não vejo movimentações para que algo seja feito no sentido de o alterar. As provas de aferição vão demonstrar que faltam, em algum lado, 2,5 horas ao currículo ou que o currículo tem 2,5 horas a mais. A culpa vai ser dos mesmos de sempre. Não é que… não conseguiram enquadrar 2,5 horas a menos no currículo? Seus…
Neste país, continuamos a ser “legislados” por indivíduos que, de “escola” têm apenas uma vaga lembrança… mas podemos levar o “bolinhas” ao restaurante, logo depois de se ter abandonado o progenitor idoso num qualquer canto.

 

 

 

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Vamos à LUTA… GREVE

 

A plataforma de sindicatos anunciou uma greve faseada entre os dias 13 e 16 de março.

A greve vai decorrer por regiões durante os 4 dias (não era bem assim que eu estava a pensar)…

Vamos aguardar pelo comunicado.

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Comunicado do Conselho de Ministros [O futuro (novo) Ensino Superior]

 

Comunicado do Conselho de Ministros de 15 de fevereiro de 2018 – Inovação

Para promover a inovação revela-se, ainda, essencial assegurar as qualificações adequadas dos nossos recursos humanos, apostando na formação avançada e na formação técnica especializada de nível superior, nomeadamente através de:
Reforço da Iniciativa Nacional Competências Digitais, INcoDe2030;
Modernização do regime jurídico de graus e diplomas do ensino superior, adaptando-o à realidade que emerge na Europa e em Portugal;
Adequação do Estatuto de Estudante Internacional, estimulando a internacionalização do ensino superior;
Reconhecimento de graus académicos e outras habilitações atribuídas por instituições de ensino superior estrangeiras, favorecendo a internacionalização do mercado de trabalho e a atração de mão-de-obra qualificada para Portugal.
As Propostas de Lei e os Decretos-Lei foram aprovados na generalidade e serão agora submetidas a discussão pública, sendo promovidas as audições necessárias.

 

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Declarações sobre a reunião Fenprof/ME – 15/02

Mário Nogueira explica aos jornalistas as conclusões da reunião… Uma reunião inconclusiva, com propostas para já e para o futuro. Esperemos pela nova proposta.

Vamos esperar pela forma de luta para lutar…

 

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Novas Comissões do CNE (mudanças)

O paradigma mudou, no CNE… Deu-se uma reformulação da identificação das comissões ou vão-se tratar de assuntos diferentes? (mas para isso tinha que se alterar o  DL n.º 21/2015, de 3 de fevereiro…)

Novas Comissões do Conselho Nacional de Educação:

1.ª Comissão – Necessidades e desafios educativos das crianças;

2.ª Comissão – Necessidades e desafios educativos dos jovens;

3.ª Comissão – Necessidades e desafios educativos dos adultos;

4.ª Comissão – Atores e recursos da educação;

5.ª Comissão – Gestão das ofertas de educação;

6.ª Comissão – Desafios do futuro.

 

Tudo isto e pouco mais em:

 

Educação – Conselho Nacional de Educação

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Regulamento das Provas de Avaliação Externa e das Provas de Equivalência à Frequência dos Ensinos Básico e Secundário

 

Foi publicado ontem o Despacho Normativo que aprova o Regulamento das Provas de Avaliação Externa e das Provas de Equivalência à Frequência dos Ensinos Básico e Secundário

 

Despacho Normativo n.º 4-A/2018 – Diário da República n.º 32/2018, 1º Suplemento, Série II de 2018-02-14

 

 

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Bases de Dados das Provas Finais e Exames Finais Nacionais -2017

 

Bases de Dados das Provas Finais e Exames Finais Nacionais

ENEB 2017 – Base de dados das provas finais do 3.º ciclo do ensino básico

ENES 2017 – Base de dados dos exames finais nacionais do ensino secundário 

Estatistica dos Exames Finais do Ensino Secundário – Distribuições de Classificações de Provas – 2ª Fase – 2017

Estatistica das Provas Finais do Ensino Secundário – Por Disciplina – 2ª Fase – 2017

Estatistica das Provas Finais do Ensino Básico – Distribuições de Cassificações de Provas  – 2ª Fase – 2017 

Estatistica das Provas Finais do Ensino Básico – Por Disciplina – 2ª Fase – 2017

Estatistica dos Exames Finais do Ensino Secundário – Distribuições de Classificações de Provas – 1ª Fase – 2017

Estatistica dos Exames Finais do Ensino Secundário – Por  Disciplina – 1ª Fase – 2017

Estatistica das Provas Finais do Ensino Básico – Distribuições de Cassificações de Provas  – 1ª Fase – 2017 

Estatistica das Provas  Finais do Ensino Básico – Por  Disciplina – 1ª Fase  – 2017 

 

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FNE INSISTE EM SOLUÇÕES JUSTAS PARA O REPOSICIONAMENTO

 

A Federação Nacional da Educação (FNE) esteve esta 4ª feira, dia 14 de fevereiro, no Ministério da Educação (ME), em Lisboa, para novo encontro relativo ao projeto de portaria para reposicionamento dos docentes indevidamente retidos no 1º escalão.

A delegação da FNE foi composta pela Presidente do SPZN e Vice-Secretária-Geral da FNE, Lucinda Manuela Dâmaso e pelos Secretários Nacionais Josefa Lopes, Maria José Rangel, Gabriel Constantino e José Eduardo Gaspar.

Esta foi uma reunião que teve por base uma nova proposta enviada anteriormente pelo ME, mas que ainda está longe de contemplar os problemas essenciais identificados pela FNE. Embora o Ministério tenha procurado encontrar perspetivas de solução para os constrangimentos identificados, nomeadamente ao nível da exigência de observação de aulas ou de formação contínua, a nova proposta continua a deixar de responder às críticas e dúvidas que a FNE tem apresentado.

Para a FNE, é essencial que se preserve o princípio de que todos os docentes, com o mesmo tempo de serviço e preenchidas as mesmas obrigações, estejam posicionados no mesmo ponto de carreira.

Ora, é fundamental que o preenchimento dos requisitos não faça deslizar no tempo o reconhecimento do direito que a FNE não deixa cair.

Ora, em termos de formação contínua, as exigências apresentadas podem constituir um obstáculo que se torna necessário eliminar.

Sobre a questão de fundo que está por resolver, e que é a da contagem do tempo de serviço antes da profissionalização, tem de se aguardar o Parecer da Procuradoria-Geral da República. Para a FNE “deve ser contado todo o tempo de serviço, o ME entende que não e por isso temos agora de ouvir a Procuradoria nesta questão, disse a Vice-Secretária-Geral. Quanto a este aspeto, a FNE está convencida de que o parecer da Procuradoria terá de corresponder ao que defende.

Entretanto e à margem dos temas programados para esta reunião, o Ministério diz que após o recenseamento está em condições de afirmar que cerca de 74% podem progredir diretamente para o 5º escalão, sendo que cerca de 44% podem progredir para o 7º escalão, ficando o remanescente, que são os professores com classificação de ‘Bom’, objeto das vagas que o Ministério terá de declarar em despacho. Segundo Lucinda Dâmaso “a FNE continua a insistir que as vagas deviam cumprir as nossas reivindicações: no mínimo 50% do 4º para 5º escalão, no mínimo 33% do 6º para 7º escalão. Sendo assim, caso aconteça essa aproximação, estamos em crer que do 4º para 5º escalão teremos cerca de 90% de professores que podem progredir para o 5º escalão”.

Na análise que a FNE faz desta reunião, regista que continuam por resolver questões essenciais de justiça, o que está a atrasar o reconhecimento do direito ao reposicionamento, o que obviamente tem incidência sobre a apreciação que todos os docentes fazem em relação a todos os processos negociais que estão em curso.

Deste modo, haverá ainda um novo documento enviado pelo Governo relativo a estas matérias, de forma a definir qual a posição final do ME, sendo que a FNE deseja que nesta nova versão se registe uma evolução significativa em termos de conteúdo das orientações que devem ser definidas, pois a ausência de evolução só fará crescer a desconfiança e o descontentamento entre os professores.

Porto, 14 de fevereiro de 2018

 

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Se tudo Estava Previsto Para o Descongelamento…

Pergunto porque não se recenseou tudo durante o mês de Novembro e Dezembro de 2017?

Havia dúvidas que o Orçamento de Estado para 2018 não fosse aprovado pelo Presidente da República?

E depois da especialidade em estatísticas parece que vou ter uma nova especialidade este ano. 🙂

 

 

Atrasos em recenseamento e software adiam aumentos dos professores

 

 

Salários só deverão ser revistos em abril, uma fatura que deve equivaler a 90 milhões

 

 

 

Desde o início do ano, por força do descongelamento das carreiras, muitos professores reuniram as condições para mudar de escalão e começar a beneficiar do respetivo aumento salarial. Mas as questões técnicas e burocráticas associadas ao processo ameaçam adiar a revisão dos ordenados até março ou mesmo abril.

Em causa não estão ainda os aumentos decorrentes da contagem do tempo de serviço congelado ao longo dos últimos anos, os quais estão em negociação e, de acordo com estimativas da Fenprof, poderão rondar os 600 milhões de euros quando todo o processo estiver finalizado, o que deverá levar vários anos. Nesta fase, trata-se apenas de reposicionar os professores que, pelo simples facto de o tempo ter voltado a contar, garantiram o direito à progressão. No caso concreto, o Ministério das Finanças estimou a fatura em 90 milhões.

Há cerca de um mês e meio que as escolas têm vindo a fazer, a pedido do Ministério da Educação, um recenseamento das carreiras de todos os docentes ao seu serviço. Um processo que acontece habitualmente para efeitos de concursos, mas que neste ano tem requisitos acrescidos por estar em causa a progressão para muitos deles. As dificuldades têm sido muitas, com sucessivos adiamentos. Neste momento decorre a fase de análise das reclamações dos docentes que discordaram dos seus processos, e é sobretudo devido a estas etapas burocráticas que os salários revistos ainda não foram processados.

“É o que estamos a fazer na escola neste momento”, confirmou ao DN Manuel António Pereira, presidente da Associação Nacional de Diretores Escolares (ANDE). “Em princípio, se tudo correr bem, a situação ficará resolvida. As verbas para o mês de março já estão solicitadas”, adiantou, acrescentando no entanto ser “muito difícil” que os docentes vejam o aumento refletido nas folhas salariais antes do mês de abril. “Ainda estamos no processo de validação das reclamações, no recenseamento, até esse processo estar concluído não podemos avançar com nada”, disse, defendendo que “não faz sentido, antes de o processo estar concluído, estar a pagar a uns e não pagar a outros”.

À questão dos recenseamentos, Arlindo Ferreira, diretor de um agrupamento de escolas e autor do blogue Arlindovsky, especializado em questões laborais dos docentes, acrescenta os detalhes técnicos necessários para que o processo avance: “Ainda não há software para aplicar os vencimentos atualizados, pelo que, a menos que o fizéssemos manualmente para todos os professores, teremos de esperar”, contou. “Parece que a Direção-Geral da Administração Escolar estará a empurrar o pagamento para março, com efeitos retroativos a janeiro.” O ministério não respondeu às questões do DN.

Apesar do atraso, não parece estar em causa a garantia de que os aumentos produzirão efeitos retroativos ao início do ano. Até porque, lembra Manuel António Pereira, “o descongelamento está contemplado no Orçamento do Estado de 2018 e a prática no passado foi sempre essa”. Ainda assim, admite, “existe alguma expectativa por parte dos professores. Os aumentos não serão muito significativos e, em alguns casos, poderão mesmo receber um pouco menos por mudarem de escalão de IRS”, lembrou. “Mas todos querem progredir.”

O reposicionamento salarial será feito em parcelas de 25% a cada semestre, o que significa que só ao fim de dois anos os docentes terão o aumento correspondente ao novo escalão. Para já, dependendo do escalão, o ganho mensal será de 20 a 50 euros. Já em relação ao tempo de serviço congelado, existe um compromisso da parte do Ministério da Educação de começar a repô-lo também a partir deste ano, mas as partes ainda estão em negociações sobre esta matéria. Um dos pontos de discordância é o tempo a considerar, com o Ministério da Educação a apontar para cerca de sete anos e os docentes a acrescentar perto de um ano e meio a estas contas.

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Divulgação: ASSP – Consultoria Jurídica

 

 

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1.201 professores estão em condições de progredir para o 5.º e 7.º escalões diretamente

1.201 professores podem progredir para o 5.º e 7.º escalões

Cerca de 1.200 docentes estão em condições de progredir para os 5.º e 7.º escalões, progressão que nos últimos oito anos esteve dependente de uma portaria nunca publicada, revelou hoje a Federação Nacional da Educação (FNE).

 

No final de uma reunião no Ministério da Educação (ME) para negociar o reposicionamento dos docentes indevidamente retidos no 1º escalão, Lucinda Dâmaso, da FNE, revelou dados avançados pela tutela relativos ao acesso aos 5.º e 7.º escalões.

Em janeiro deste ano, o ME publicou a portaria que define as regras de acesso àqueles dois escalões e, entretanto, os serviços do ministério pediram às escolas que fizessem um levantamento da situação profissional dos docentes, que permite saber quem está em condições de subir de escalão.

Segundo dados do ME avançados hoje à FNE, existem 1.201 docentes em condições de ingressar para os 5.º e 7.º escalões.

Para entrar para o 5.º escalão é preciso ter tido uma avaliação de Muito Bom ou Excelente e, segundo Lucinda Dâmaso, “cerca de 74% dos professores está nesta situação, o que representa 743 professores de um universo de pouco mais de mil docentes.

Já no que toca à passagem do 6.º para o 7.º escalão, cerca de 44% dos docentes está em condições de o fazer: “São 458 professores de 1.044”, acrescentou em declarações à Lusa.

As vagas para a progressão aos 5.º e 7.º escalões não faziam parte dos temas da reunião de hoje, que foi agendada para discutir uma segunda proposta relativa ao reposicionamento dos professores que entraram para o 1.º escalão quando a progressão na carreira estava congelada.

“Esta segunda proposta já contempla algumas questões que a FNE considerou serem indispensáveis. O ministério acolheu algumas das nossas propostas mas temos ainda algumas questões de fundo como a não contagem do tempo de serviço como contratado”, disse Lucinda Dâmaso, lembrando que este assunto passou para as mãos da Procuradoria-Geral da República que se irá pronunciar, sendo aceite a sua posição pelos sindicatos e tutela.

Entre os pontos positivos, Lucinda Dâmaso apontou a nova proposta sobre observação de aulas necessária para poderem progredir: o ME propõe que possam ser recuperadas as aulas observadas no tempo em que eram professores contratados.

No caso de os professores que não tiveram observação de aulas, a tutela propõe que sejam dados 20 dias após a publicação do diploma para os docentes as poderem requerer.

“Esta é uma questão positiva”, sublinhou a representante da FNE.

Sobre a formação necessária para progredir na carreira, a proposta do ME vai no sentido de não serem penalizados os professores que não a fizeram por incapacidade do centro de formação da escola.

“Os professores podem ir recuperar a formação que tiveram no passado, mas há um conjunto significativo que não tem”, sublinhou Lucinda Dâmaso.

O que divide FNE e ME é o caso dos professores que não fizeram formação “por qualquer motivo da sua vida pessoal”.

Da reunião ficou ainda a promessa por parte do ME de enviar à FNE uma nova versão sobre formação dos professores que entraram nos dois últimos anos e que precisam de 100 horas de formação.

Sobre a hipótese de uma greve, “em termos sindicais está sempre tudo em cima da mesa. Ainda falta resolver muita coisa. Os professores estão a ficar descrentes, porque estão a ver que o compromisso que assinámos não está a ser tão rápido quanto necessário. Dissemos ao Ministério que é preciso um sinal forte”, sublinhou.

in SAPO24

 

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São Retomadas Hoje as Negociações no ME Sobre o Reposicionamento

FNE no Ministério da Educação para nova ronda sobre o processo de Reposicionamento

 

 

 

A Federação Nacional da Educação (FNE) vai estar no próximo dia 14 de fevereiro, 4ª feira, às 10h, no Ministério da Educação, para nova ronda negocial relativa ao projeto de portaria para reposicionamento dos docentes indevidamente retidos no 1º escalão, tema sobre o qual a tutela remeteu um novo projeto de diploma.

O novo projeto agora apresentado continua a revelar-se profundamente penalizador dos docentes que, tendo ingressado na carreira com vários – e em alguns casos mesmo muitos – anos de serviço, veem o seu posicionamento influenciado por normas de aplicabilidade injustas.

O documento apresentado para negociação continua a não corresponder à concretização do princípio ínsito no número 3 do artigo 36º do Estatuto da Carreira Docente (ECD), nem constitui a expressão do compromisso assumido em 18 de novembro passado.

Para a FNE, é essencial que os docentes posicionados e retidos indevidamente no 1º escalão vejam rapidamente reconhecido o direito a serem posicionados no mesmo escalão dos docentes com o mesmo tempo de serviço prestado e com as mesmas condições de desenvolvimento de carreira preenchidas, e com a consideração de todo o tempo de serviço prestado, incluindo o anterior à profissionalização. Esta medida tem de ter efeitos a 1 de janeiro de 2018, e não se entende que agora seja atrasada pela introdução da questão de não consideração do tempo de serviço anterior à profissionalização, e com o acréscimo de deveres que na prática visam apenas evitar a concretização do direito consignado no ECD sobre esta matéria.

Desta forma, a FNE espera que neste encontro se registe uma evolução significativa em termos de conteúdo das orientações que devem ser acordadas e desta forma construir a negociação, pois a ausência de evolução só tem feito crescer a desconfiança e o descontentamento entre os professores.

A delegação da FNE estará disponível no final da reunião para declarações à comunicação social.

Porto, 12 de fevereiro de 2018

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Proposta Ficcionada para a reposição dos 9 anos, 4 meses e 2 dias…

 

Todos temos sentido a falta de dialogo entre as partes negociantes em relação ao tempo de serviço congelado.

Depois do compromisso firmado entre os Sindicatos e o ME, tem-se assistido a uma fuga para a frente. Não há um assumir, público, de que o tempo de congelamento, algum dia, descongelará. Estamos em lume brando, muito brando…

Ainda só ouvimos declarações dos sindicatos a afirmar que o ME não apresenta propostas, que os quer ouvir, mas que nada propõe…

Depois de toda esta espera e com uma nova ronda negocial a aproximar-se a passos largos, deixamos aqui uma Proposta FICTICIA sobre a reposição do tempo de serviço congelado. Volto a referir, FICTICIA.

É FICTICIA, mas pode ser aproveitada por quem de direito, para introduzir melhoramentos ou para a piorar, conforme entender.

O que nós gostaríamos de saber é da vossa concordância ou discordância sobre a mesma.

Talvez, assim, as negociações descongelem e as entidades intervenientes nas negociações fiquem com umas ideias…

 

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Especial Rankings

Desmantelar a avaliação prestaria um péssimo serviço ao ensino – Observador – Nuno Crato – 13/2/2018, 6:51 – Só uma flexibilização inimiga da exigência pode querer destruir a avaliação externa com exames. E desmantelar a avaliação independente seria desonrar um esforço de décadas para melhorar o ensino.

 

Opinião. A escola e a norma do mercado – António Guerreiro – A escola e a norma do mercado

 

Rankings com gente dentro –  Inês Cardoso – 05 Fevereiro 2018 às 00:08

 

Opinião. A propósito das futriquices à volta do “ranking” dos exames – Filinto Lima – A quem interessa a sobrevalorização dos resultados dos exames nacionais? 6 de Fevereiro de 2018, 6:12

 

Expresso | Rankings enganadores – Daniel Oliveira – Os rankings mentem. Mentem porque, escondendo as diferenças socioculturais dos alunos de cada escola comparam o incomparável premiando quem já tem quase todo o trabalho feito, escolhem os alunos mais fáceis e e muitas vezes até são menos exigentes

 

Opinião. “Está lá? Pode-me dizer qual é o “ranking” da escola?” – David Rodrigues – Será que o ranking da escola seria diferente se, em lugar do telefonema a perguntar qual a posição da escola, a pergunta fosse como é se pode colaborar nas atividades da escola?

 

Opinião. Os rankings escolares são como as omeletes – Alexandre Henriques – Os rankings estão a mais, prejudicam a escola, uma escola que é de todos e devia ser defendida por todos. 3 de Fevereiro de 2018, 9:45

 

Há quase duas décadas a comparar batatas com cebolas… – Renascença – Luís António Santos – Quase duas décadas de apelo a uma competição bacoca num aspeto singular da vida de uma escola mudou a Educação em Portugal. Temos agora – com a ajuda adicional de uma gestão atroz da pasta durante os quatro anos de Nuno Crato – um sistema orientado (desde o Ensino Básico) para a obtenção de resultados em provas nalgumas áreas apenas.

 

Expresso | “Os rankings agravam o fosso entre as escolas” – Em entrevista ao Expresso, Carlinda Leite, investigadora sénior no Centro de Investigação e Intervenção Educativas da Universidade do Porto, defende que a publicação de rankings com base nas notas dos exames nacionais tem aumentado a desigualdade entre as escolas e gerado o desânimo entre muitos professores.

 

Educação. Exames agravam desigualdades entre alunos e alimentam mercado das explicações – Estudo conclui que exames nacionais acentuam as desigualdades sociais. São os estudantes das escolas mais bem posicionadas nos rankings que mais procuram centros de explicações. Noutros países, diz, não acontece porque as famílias acreditam na qualidade do ensino. Liliana Borges 30 de Janeiro de 2018, 17:07.

 

Ranking do secundário 2017. Públicas são as que mais contribuem para o sucesso dos alunos – Renascença – 03 fev, 2018 – 00:00 • Fátima Casanova , Rui Barros – Quando se olha para as escolas que mais contribuem para o sucesso dos alunos, as escolas públicas chegam ao topo, num ranking que mostra que nem sempre é a média dos exames que mais importa.

 

Rankings. Públicas com melhores resultados tiveram obras da Parque Escolar – Ana Petronilho 03/02/2018 17:59 – 65% das 20 escolas públicas com médias mais altas nos exames foram requalificadas. Especialistas apontam condições dos edifícios e transferência dos alunos do privado para a pública como razões da melhoria dos resultados.

 

Ranking das Escolas: Comparar o incomparável? – JPN – Por Sofia de Brito, Maria Campos 21:28 5 de Fevereiro, 2018 – O ranking das escolas 2017 foi divulgado no último sábado. O JPN esteve à conversa com três personalidades ligadas à área da educação com uma visão comum: rankings não espelham o trabalho desenvolvido nas escolas.

 

Reportagem. O segredo do sucesso está dentro da biblioteca – A Escola Básica e Secundária de Ponte da Barca está no top 5 das que no secundário mais se distinguem no “ranking alternativo”. A leitura é aposta central do seu projecto educativo. Samuel Silva 3 de Fevereiro de 2018, 0:02

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Paulo Guinote – O Remate Final

NO Meu Quintal.

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