Category: Rui Cardoso

Vagas a preencher pelos concursos interno e externo no ano letivo de 2017/2018 – Portaria 129-B

 

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Está confirmado… concursos à porta. Antes da Páscoa…

Preparem as listas, comecem a selecionar códigos de agrupamentos, verifiquem distâncias e não se esqueçam de submeter o concurso.

Parece que vamos ter concurso de docentes a decorrer, ainda, durante a interrupção da Páscoa. E todos ao mesmo tempo…

 

O Ministério da Educação confirmou ao DN que a ” publicação do aviso de abertura do concurso [extraordinário de vinculação]”, que dará acesso aos quadros a cerca de 3200 professores contratados, acontecerá na primeira quinzena de abril” adiantou ainda que esta vinculação vai decorrer “em simultâneo” com os concursos externo (para contratação a termo) e interno (para quadros).

Vinculação de 3200 professores arranca antes da Páscoa

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Portaria n.º 129-A/2017 regulamenta o Concurso Extraordinário de Docentes

Portaria n.º 129-A/2017

Regulamenta o concurso de integração extraordinária para a seleção e o recrutamento do pessoal docente com contrato a termo resolutivo nos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário da rede do Ministério da Educação.

 

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Opinião – Frustrados e mal pagos – Santana Castilho

 

1. Toda a responsabilidade das mudanças projectadas para a Educação cai sobre os professores, sendo tão curioso verificar o topete com que se anuncia hoje como novo e criativo tudo o que já foi usado e abandonado, como registar as incoerências crassas no seio daquilo que é proposto. Com efeito, que credibilidade podemos atribuir a uma estratégia de intervenção pedagógica que afirma querer construir um novo perfil de saída dos alunos, assente em novas competências, sem tocar no currículo e que afirma, igualmente, que vai definir as “matérias essenciais”, quando essa definição, obviamente, significa intervenção nos programas? Como serão feitos os exames e as provas de aferição? Considerando os programas, em que não vão mexer, ou as matérias essenciais, que vão definir? Tudo isto é uma trapalhada para tornear a lei, que prevê 20 meses entre o momento em que as alterações são anunciadas e o início do ano a que respeitem. Mas se é insensato achar que se pode fazer isto sem mudanças curriculares, mais insensato ainda é pensar que se pode desenvolver uma cultura altamente cooperativa e de trabalho conjunto entre os professores sem intervir nas suas cargas lectivas e não lectivas, designadamente na estúpida burocracia que os submerge.
2. Com o contentamento irresponsável de quem não conhece a realidade, o ministro da Educação puxou pela cabeça e descobriu que a distância entre os nossos jovens e o iluminismo das metas para o século XXI se deve à inadequação da formação de 35 mil professores, que quaisquer 18 milhões de euros resolverão. À burocracia sem sentido que já existia somou a burocracia de um plano de combate ao insucesso, assente na formação do “Professor Novo” e no controle de régulos sobre escravos. Os arautos da flexibilização a qualquer título para os alunos são os mesmos que ajoujam os docentes sob a rigidez estúpida de relatórios inúteis e torrentes de formação bafienta, que passa ao lado da causa das coisas mas, subliminarmente, inculca na classe um dissimulado complexo de culpa e muita frustração. Como gostaria de ver todo este folclore lançado à sarjeta, pela reclamação vigorosa, por parte da classe, do respeito que merece e do pagamento que lhe é devido, depois de uma década de progressão na carreira suspensa e salários congelados. Exemplos recentes de direitos amarrotados, sem reacção adequada?
A secretária de Estado Ajunta e da Educação determinou em despacho que não haverá licenças sabáticas no próximo ano, fazendo, assim, tábua rasa do que prevê o nº1 do art.º 108 do estatuto de carreira dos professores. Nada aconteceu, que se visse.
O IAVE pediu dispensa oficial de serviço para os professores envolvidos na formação de supervisores das provas de aferição do básico, conforme o previsto no art.º 109 do citado estatuto e na portaria 345/2008. O despacho sancionador do pedido diz que as aulas perdidas têm que ser repostas pelos dispensados ou por colegas. O IAVE invocou o interesse público. Mas quem paga o interesse público é o lombo dos professores, com trabalho extra não remunerado. Para Governo de esquerda, estamos conversados. Mas os professores amocharam.
3. Quando um indivíduo utiliza o conhecimento e as competências que adquiriu para resolver problemas e satisfazer as necessidades dos outros, sejam os outros indivíduos ou organizações, e o faz num quadro próprio do ponto de vista legal, moral e ético, a troco de um pagamento que contribui para a garantia da sua própria subsistência e autonomia, dizemos que ele tem uma profissão. Todas as profissões são humanamente dignas. Mas todas as profissões são diferentes. Porque têm utilidades diferentes, complexidades diferentes, requisitos diferentes e, naturalmente, reconhecimentos sociais diferentes. A profissão docente assume relevo particular por cumprir um direito humano básico: o direito à educação. Todavia, o seu estatuto social é cada vez menos prestigiante e nada gratificante, gerando docentes, exaustos, frustrados e mal pagos.
In “Público” de 5.4.17

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«Procurem nas escolas professores que ainda não tenham morrido»

 

Para quem quiser ler e pensar… é só uma opinião…

 

«Em miúdo, vivia num meio pobre, era (e continuo) estrábico e, por isso, sofria bullying e era excluído. Fui para o ensino por vingança e fiquei na educação por amor.»

«As escolas são pessoas, mas o Ministério da Educação crê que uma escola é um edifício. E uma crença não se discute, deve ser respeitada. Porém, crenças e «achismos» não deverão ser suportes de política educativa.»

«A velha escola há de parir uma nova educação. Mas as dores do parto serão intensas, enquanto as “naturalizações”, as “certezas”, as crenças ministeriais, a tecnocracia e a burocracia continuarem a prevalecer em domínios onde deveria prevalecer a pedagogia.»

«Os professores portugueses deveriam procurar caminhos de alforria científica e a sua maioridade educacional, sem prescindir do que venha do estrangeiro. Novidades importadas não passam de inovações requentadas.»

 

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INICIATIVA PARA MELHORAR COMPETÊNCIAS DIGITAIS DE PORTUGAL

Mais umas ações de formação, daquelas “obrigatórias”, sobre qualquer coisa que tem a ver com os computadores…

GOVERNO APRESENTA INICIATIVA PARA MELHORAR COMPETÊNCIAS DIGITAIS DE PORTUGAL

…

Na educação, a iniciativa aponta o desenvolvimento e a divulgação de recursos educativos digitais para todos os graus de ensino, para disciplinas ou componentes do currículo e a formação de professores dos ensinos básico e secundário.

Por falar no assunto, aqui ficam os números de 2015/2016 retirados do site do DGAE

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Hoje morreu um professor, mas isso não foi notícia – João André Costa

Hoje morreu um professor, mas isso não foi notícia

De facto é preciso gostar muito de ser professor para se continuar a ser professor. Ou isso, ou somos mesmo parvos

Todos os dias vou para a escola. À chegada, encostados a um muro, os alunos do costume, do 7.º ao 10.º ano a enrolar charros, a fumar charros, a vender charros. Digo-lhes “Bom dia”, eles mandam-me para o c… e eu continuo, porque quando me mandam para o c… é bom sinal, é sinal de que ainda estão vivos, não vá um ficar estendido ao comprido do portão da escola como no mês passado mais os tios, as tias, os pais, as mães e primos mil a acusarem-nos de deixar os filhos fumar droga à porta da escola, e eu quando eles fumam droga é do melhor, a dormir sobre as mesas da sala de aula perante o olhar indiferente dos colegas ou das contínuas, não vá alguém acordá-los, porque ao menos enquanto dormem e curam a “pedrada” não chateiam e quando alguém os acorda é do pior, pegam logo no telemóvel enquanto me chamam de filho da p… para baixo e ameaçam partir-me os dentes todos.

Sou professor. Mas não dou aulas, finjo que dou aulas e de manhã à noite separo alunos e alunas desertos por andar à porrada, levo sopapos, bofetadas, empurrões e estaladas, cospem-me na cara e dão-me pontapés, mas antes assim, porque às crianças nem uma nódoa negra que se veja ao chegar a casa quando ainda ontem a Luísa, professora de História, acabou no hospital depois de um encarregado de educação lhe perfurar um pulmão entre um par de murros na cara, os óculos partidos e não sei quantos pontapés enquanto a coitada da Luísa se torcia e esvaía no chão.

Chamar a polícia? Nem pensar, da última vez que aqui vieram era ver os alunos, ao melhor estilo dos macacos, saltar por cima do portão da escola e apedrejar os vidros do único carro do posto, agora inoperacional por falta de fundos, assim dizem eles ao telefone, ou então miúfa, muita miúfa.

Mas eu é que não posso ter miúfa, nem eu nem os meus colegas, caso contrário não temos emprego nem salário, a minha mulher vive a 200 quilómetros com uma filha recém-nascida entre os braços e as serras e alguém tem de pagar os “aptamis” agora que lhe cessaram o contrato de trabalho. É preciso ter azar.

Por isso venho para a escola todos os dias ao mesmo tempo que cadeiras voam dentro das salas, alunos correm de faca na mão uns atrás dos outros, vidros estilhaçam, computadores são partidos ou roubados, ou partidos e roubados, conforme aprouver às pobres crianças, porque contrariá-las nem pensar, para já não falar dos pneus dos carros dos professores, tantas vezes substituídos por tijolos em pleno dia, e eu às vezes gabo a capacidade destas crianças para a mecânica, pelo que até já fui falar com o senhor Director e propor a criação de um curso profissional, e não tivessem as ferramentas sido todas roubadas à chegada à escola e, estou certo, os nossos alunos teriam um futuro brilhante à sua frente. Estou mesmo certo.

De facto é preciso gostar muito de ser professor para se continuar a ser professor. Ou isso, ou somos mesmo parvos. Ou, se calhar, não há outra alternativa senão a do desemprego. Vou pela terceira hipótese. E por isso continuo, ano após ano, cada vez mais longe de casa, cada vez mais próximo da Lisboa periférica, dos bairros periféricos, das vidas periféricas, para sempre condenadas a girar ao redor de nada, sem passado, presente ou futuro que as sustente, e eu lá no meio da reportagem da RTP enquanto uma mãe me encosta contra a parede e me perfura a barriga com uma faca do pão depois da filha lhe ter dito ter sido violada por um colega na minha sala de aula, e eu enjoado a segurar a barriga e as mãos quentes cheias de sangue quente a fugir-me com a cabeça de encontro ao chão, incapaz de lhe explicar que a filha já não vem à escola desde a semana passada, até porque a mulher já tem as mãos no meu pescoço e eu sufoco mais ou menos ao mesmo tempo que um grupo de populares persegue e pontapeia a equipa da RTP, arauto da liberdade e da informação. Hoje morreu um professor, mas isso não foi notícia.

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330 mil funcionários sobem na Função Pública

 

Não sei se os professores estão incluídos. A noticia na versão digital só refere os funcionários que têm 10 pontos, ou seja, os avaliados com o Siadap. Esta medida, tardia, irá ter custos anuais de 200 milhões de euros. Muito pouco para aquilo que o estado ganhou nestes 10 anos… Resta que, quem leu a noticia em papel ou sabe mais alguma, nos diga mais alguma coisa… Sempre é uma esperança…

 

Créditos CM

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Sugestão de Leitura – Cartas a Sandra

 

 

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Rui Vitória convocou os melhores alunos da escola – e dois deles não eram benfiquistas

Vão-me dizer que ninguém é perfeito… mas há que concordar que iniciativas como esta são de louvar. Eu, com um coração de outra cor, também sou um dos que concorda

Iniciativa da Fundação Benfica que mostra aqui uma das suas iniciativas que visam a inclusão social e a educação.

Rui Vitória convocou os melhores alunos da escola – e dois deles não eram benfiquistas

(clicar na imagem)

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PNL por mais 10 anos…

 

COMUNICADO DO CONSELHO DE MINISTROS DE 30 DE MARÇO DE 2017

 

6. Foram aprovadas as linhas orientadoras para o Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL 2027), estabelecendo uma aposta na consolidação das ações concretizadas nos primeiros dez anos do PNL e em novas vertentes a desenvolver até 2027.

Privilegia-se no PNL 2027 uma política interministerial, com uma aposta clara na literacia científica e digital e na interação com outras esferas de conhecimento, como a artística, privilegiando sempre a abordagem inclusiva das práticas de leitura.

Pretende-se, assim, criar condições para a promoção da política do livro e da leitura através das bibliotecas escolares e das instituições de ensino superior, bem como da rede de Centros Ciência Viva. O objetivo é reforçar os hábitos de leitura entre as crianças e jovens, estabelecendo uma nova ambição de envolvimento das famílias e da população em geral, com vista à aprendizagem ao longo da vida.

A implementação, acompanhamento e monitorização do PNL 2027 serão assegurados por uma Comissão Interministerial, na dependência do Ministro da Educação em articulação com os Ministros da Cultura e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, a qual será presidida por Maria Teresa Calçada e Elsa Maria Conde.

 

 

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Para 2017/2018 não serão concedidas Licenças Sabáticas

 

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Concessão de Equiparação a Bolseiro – 2017/2018

 

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O problema que se nos coloca, nas Provas de Aferição…

 

“Esta é uma questão que não tem só a ver com a situação pontual das provas de aferição em Educação Física mas com o as condições de equipamento e de espaço para a leccionação de uma área disciplinar – Expressão Físico Motora, que é obrigatória em todas as escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico (públicas e particulares) do nosso país.” SPEF

 

De facto, esta questão dos espaços e materiais, nunca pareceu um grande problema, até agora. Mas sempre foi…

Este ano estou com sorte, a minha escolinha tem um pequeno ginásio onde se podem aplicar as Provas de Aferição de Expressões Físico-Motoras. Mas das muitas escolas pelas quais já passei, como docente, só outra tinha um espaço apropriado à lecionação de Expressões Físico-Motoras, a maior parte não tem. Onde se realizará a prova nessas escolas? No recreio? Pelo menos seria uma prova com assistência, (a família do João passou o tempo todo, de duração da prova do petiz, a gritar e a aplaudir, incentivando-o a saltar mais longe e mais alto) teria uma vertente pública. Também poderá ser realizada numa sala de aula, depois de limpa de todo o mobiliário topo de gama. Nesta versão, a assistência seria improvável de acontecer, mas talvez tivéssemos os alunos alinhados em fila indiana, no hall, à espera de poder entrar e, com o seus remates, tentar não marcar a parede de branco imaculado. O refeitório também é uma opção válida. Sempre se pode trincar qualquer coisita, nos intervalos entre um e outro aluno…

Vamos ver como irão decorrer estas Provas de Aferição, porque já sabemos, “A tropa manda desenrascar” e os professores portugueses cumpriram, todos, o serviço militar.

O material? Logo se vê. Se o banco não for sueco, é norueguês ou coisa assim.

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Escolas sem material para provas de aferição

 

Já escrevi sobre algo deste género… Não é nada que, quem ande pelas escolas do 1º ciclo estranhe. A falta de material é algo usual nestes estabelecimentos de ensino, todos o sabem. Estas noticias só aparecerem nestas alturas, é que é estranho. Será que nos estabelecimentos sede não existem esses materiais para “emprestar”?

Mas deixo uma pergunta. Se não há material para o dia a dia, como é que os alunos e os professores trabalham?

Venham lá agora defender as expressões, e coisa e tal…

 

Escolas sem material para provas de aferição

A maioria das escolas de 1.º Ciclo não possui todo o material exigido para as provas de aferição às Expressões Físico-Motora e Artísticas no 2.º ano.

Há autarquias a comprar agora esses equipamentos e agrupamentos que terão de ir buscar material emprestado aos outros ciclos. Resultado, frisa o presidente da Confederação Nacional Independente de Pais: “Há alunos que vão ter de fazer exercícios com equipamentos que nunca experimentaram”.

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Aos 11 anos já era “O Rei” da minha escola…

 

Nada tenho a dizer da criança e dos seus encarregados de educação, além de que nenhum está a cumprir o seu papel, e tenho tudo dito. Agora, será que as entidades competentes estão à espera que alguém, além de quem devia, tome uma medida? A CPCJ está atenta? Que raio quer isso dizer? Andam a seguir o rapaz para ver quando é que ele faz algum disparate digno de se ver? Será que o Estatuto do Aluno não se aplica a alunos do 1º ciclo? Será que as “liberdades” deste aluno se sobrepõe às liberdades de uma comunidade escolar? Nada mais se pode fazer do que se limitar a estar atento? Não há uma avaliação? (seja lá o que isso for) Não há, aquelas coisas?… aquelas equipas… as multidisciplinares! As equipas multidisciplinares! Não há nenhuma que acompanhe a criança e a sua família?

Andamos a brincar às sociedades “tolerantes”, mas a tolerância não é para todos…

 

Aluno de 11 anos anda a ameaçar colegas em escola de Espinho

Jovem ameaçou colega de morte e agrediu professores e funcionários

Um aluno, de apenas 11 anos, que frequenta a Escola Básica de Silvade, em Espinho, anda a aterrorizar os colegas.

O menor chegou a ameaçar um aluno mais novo de morte e os pais estão indignados com a atitude do aluno e já denunciaram o caso às autoridades.

O ambiente no centro escolar está caótico e há já um grupo de pais a acusar o menor de agredir professores, funcionários e colegas, nos últimos dois anos.

Existem relatos de agressões e o jovem chegou mesmo a partir o pulso a uma professora.

A Comissão de Proteção de Crianças e jovens já sinalizou esta criança e está agora atenta.

 

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INÍCIO DO PROCEDIMENTO TENDENTE À ELABORAÇÃO DO DESPACHO QUE DETERMINA O CALENDÁRIO DOS ESTABELECIMENTOS DE EDUCAÇÃO E DE ENSINO, BEM COMO O CALENDÁRIO DE PROVAS E EXAMES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

 

INÍCIO DO PROCEDIMENTO TENDENTE À ELABORAÇÃO DO DESPACHO QUE DETERMINA O CALENDÁRIO DOS ESTABELECIMENTOS DE EDUCAÇÃO E DE ENSINO, BEM COMO O CALENDÁRIO DE PROVAS E EXAMES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

 

Serve a presente publicação para informar que é dado início ao procedimento conducente à elaboração do despacho que determina o calendário dos estabelecimentos de educação e de ensino, bem como o
calendário de provas e exames dos ensinos básico e secundário.

Publicado a 28 de março de 2017. A constituição como interessado pode fazer-se nos 10 dias úteis subsequentes.

 

 

A constituição como interessado no presente procedimento depende de declaração escrita nesse sentido, dirigida ao Diretor-Geral da Educação, podendo igualmente ser e enviada para o endereço eletrónico
[email protected]

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“Quando a respiração marca o ritmo da escola”

 

Uma iniciativa de combate à indisciplina na escola que todos podem aproveitar…

 

Quando a respiração marca o ritmo da escola

Guilherme, 12 anos e aluno do 6.º ano assume: “o Mentes Sorridentes [nome do projeto] está a influenciar a minha vida”. Porquê?, indagámos. “Antes explodia com muita facilidade, hoje quando me começam a chatear respiro fundo e tento controlar-me”, responde. E resulta?, insistimos. “Bem, hoje sou mais amigo das outras pessoas e também tenho mais amigos”.

Dulce Gonçalves, professora de Educação Especial, percebeu há dois anos, após usar os exercícios de respiração nos seus alunos, que tinha de alargar o mindfulness na escola. Juntou um grupo de oito professores e a psicóloga do agrupamento (Daniela Feio) e apresentou o projeto ao diretor.

No ano passado, após concluírem formação, essa equipa de docentes começou a fazer sessões de 20 minutos por semana a alunos, sinalizados por indisciplina, défice de atenção ou ansiedade, a professores e funcionários, durante oito semanas cada grupo. No final, o inquérito feito a professores e pais pelo Centro de Neurodesenvolvimento do Hospital Beatriz Ângelo, que monitoriza o projeto, confirmou que mais de 40% dos alunos melhoraram os níveis de atenção e reduziram a impulsividade.

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Virtudes e riscos do que aí vem…

 

Cinco ideias a reter…

Primeira ideia: o balanço geral é positivo. Ainda é cedo para balanços definitivos

Segunda ideia: sem uma reforma curricular, esta reforma é só meia-reforma.

Terceira ideia: está tudo nos ombros dos professores.

Quarta ideia: um consenso político seria uma mais-valia, para evitar futuras reversões.

QUINTA IDEIA: QUANDO NOS QUISERMOS APROXIMAR DA FINLÂNDIA VAMOS A ESPANHA AOS CARAMELOS… (ainda não descobriram que temos de trilhar o nosso caminho, não o dos outros)

 

Mudanças no próximo ano lectivo? Virtudes e riscos do que aí vem

O próximo ano lectivo vai trazer muitas novidades, com um projecto-piloto que pretende aproximar a Educação em Portugal da Finlândia. É uma boa ideia, defende Alexandre Homem Cristo. Mas há perigos.

Já se adivinhava e, agora, confirmou-se: o próximo ano lectivo trará novidades significativas para as escolas, as principais sob forma de um projecto-piloto. Quais? Três em particular. A multi e interdisciplinaridade (com aulas temáticas) – permitindo aos professores trabalhar em conjunto à volta de temas ou, por exemplo, fundir disciplinas. A flexibilização de 25% na gestão da horária – permitindo, por exemplo, que algumas disciplinas se tornem semestrais. E a definição das “matérias essenciais” nos programas das disciplinas – permitindo aos professores fixarem-se nessas e deixar de lado parte do programa.

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Sugestão de Leitura

Esta semana temos o livro, Um Gato à janela, de Francisco Pereira.

 

Sinopse
Um homem desencantado, uma ideia mirabolante, um gato que adora estar à janela! Um homem à volta de mulheres, com sexo e amor a sobreporem-se à vez, uma ideia violenta, um atentado em Lisboa, será isso possível, de que modo, talvez seja improvável mas é perfeitamente possível!

 

 

Se tiverem interesse em dar a conhecer obras da vossa autoria enviem sinopse e capa do livro para o seguinte e-mail.

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Provas de Aferição 2017 – Documentação de apoio

Documentação de apoio para a aplicação da Prova de Aferição de Expressões Artísticas

Guião da Prova – Exemplo [pdf] e Ficheiro Áudio [Faixa_1] [Faixa_2] [Faixa_3]

Guião do Aplicador – Exemplo [pdf]

Critérios de Classificação – Exemplo [pdf]

Ficha de Registo da Observação – Exemplo [pdf]

 

Documentação de apoio para a aplicação da Prova de Aferição de Expressões Físico-Motoras

Guião da Prova – Exemplo [pdf] e Registo Vídeo

Critérios de Classificação – Exemplo [pdf]

Ficha de Registo da Observação – Exemplo [pdf]

 

 

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Reserva de Recrutamento 26

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 26ª Reserva de Recrutamento 2016/2017

Aplicação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 27 de março, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 28 de março de 2017 (hora de Portugal Continental).

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato.

Nota informativa

Listas

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A Flexibilização também é para os Colégios…

 

O Ministério da Educação também quer incluir os Colégios na flexibilização. Para isso vai convidá-los a integrar este projeto piloto. As escolas da rede pública voluntariam-se.

 

Escolas. Ministério da Educação vai convidar colégios para avançar com a reforma curricular

Escolas já começaram a receber convites para avançar com o projeto-piloto da flexibilização curricular. Número de referência da tutela é 50

 

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Mais uma forma de luta…

 

Quando nada mais resulta enviamos postais. É pena não ser Natal…

 

FENPROF PROMOVE SUBSCRIÇÃO DE POSTAL, PELOS PROFESSORES,
EM DEFESA DAQUELE REGIME ESPECIAL DE APOSENTAÇÃO

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Experiência avança em 2017/18, vamos ter temas em vez de disciplinas

 

 

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Flexibilização nas mãos das escolas…

 

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Vão voltar as 25 horas e os intervalos, no 1º Ciclo…

 

As 25 horas voltam no 3.º e 4.º anos. O inglês passa a ser lecionado dentro do horário das 25 horas, sem que os alunos tenham as atuais +2 horas letivas.

Os Intervalos voltam a ser considerados horário letivo.

Ouçam a noticia até ao fim s.f.f….

Nem tudo são más noticias…

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Relatório Técnico do CNE sobre o Perfil do Aluno, Competências para o Século XXI

… que ainda não foi aprovado e existe apenas como documento de trabalho.

 

 

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Opinião – Os desaires do Ministério da Educação – Santana Castilho

 

1. As alterações que o sistema de ensino sofreu nos últimos anos oscilaram entre concepções anglo-saxónicas, de raiz empirista, e ideias construtivistas, de inspiração piagetiana. Estas, hipervalorizando as chamadas ciências da educação. Aquelas, hipervalorizando o conhecimento. O equilíbrio entre estes dois extremos não foi a escolha do secretário de Estado João Costa.
Ao Expresso, João Costa foi claro quando afirmou que nalgumas áreas era impossível trabalhar, por falta de horas disponíveis. E disse que a Educação Física, a História e a Geografia eram disciplinas “descalças” de tempo. Quando lhe perguntaram se Português e Matemática perderiam horas, João Costa respondeu que “algumas terão de perder, claro”. Em declarações ao Correio da Manhã, reafirmou a necessidade de tirar de um lado para pôr no outro. Nem de outro modo poderia ser para permitir, como anunciou, que as escolas decidissem 25% do currículo e nele se incluísse a Área de Projecto e a Educação para a Cidadania, sem aumentar a carga semanal global. Do mesmo passo, repetiu várias vezes que as alterações curriculares se aplicariam já no próximo ano e em todas as escolas.
Agora, António Costa, com receio das repercussões que a leviandade provocasse nas eleições autárquicas, e Marcelo, com o paternalismo que o Governo aceita, meteram o secretário de Estado na ordem e desenharam a retirada: não há cortes e a coisa circunscreve-se a 50 escolas voluntárias. A falta de confiança no Ministério da Educação ficou patente. Repetiu-se o calduço do pai Marcelo que, no ano-lectivo passado, levou os garotos da 5 de Outubro a recuarem em matéria de avaliação no ensino básico. Numa palavra, escreveu-se direito por linhas tortas.
A reforma em causa era apressada e demasiado marcada por uma determinada ideologia. Orquestrou o apoio dos amigos (vide a cena amadora do apoio a João Costa, via uma sua adjunta, exposta no Correio da Manhã), mas não cuidou do apoio dos professores e da sociedade, muito menos de prever o impacto que teria na complexidade de todo o sistema de ensino.
A responsabilidade da ética política em que uma reforma educacional deve assentar exige que se procure um consenso partidário. As mudanças desta envergadura devem ter uma duração garantida para produzirem efeitos, devem acomodar processos de transição ponderada e prever uma campanha de comunicação pública, que explique razões (fundamentadas em diagnósticos sólidos, que não em palpites de ministros que foram aos jogos olímpicos), necessidades (assentes em evidências) e objectivos (expressos em linguagem perceptível, que não em “eduquês” de má memória).
2. O novo normativo sobre concursos retoma, com um pouco de cosmética, a visão do anterior governo do PSD/CDS-PP. A entrada nos quadros continua condicionada pela “norma-travão” e pela chamada vinculação “extraordinária”, que não pelo direito conferido por sucessivas contratações.
Recorde-se, a propósito, que o PS votou recentemente, ao lado do PSD e CDS-PP, a inviabilização de um projecto de lei do PCP, que previa a obrigatoriedade de incluir em concurso nacional, por lista graduada universal, todos os lugares, com horário completo, que resultassem de necessidades manifestadas pelas escolas durante três anos consecutivos.
No próximo concurso de mobilidade interna teremos professores do quadro de primeira e professores do quadro de segunda. Mais uma vez, a lista universal de graduação é desprezada, agora por um processo de intenções que interpreta, e penaliza, de forma totalitária, decisões anteriores de permanência em quadros de zona pedagógica. Por tudo isto, resulta de um cinismo atroz o “parlapiê” do preâmbulo do Decreto-Lei nº 28/2017, que, significativamente, não colhe a aprovação de nenhum sindicato de professores. Como o anterior, nesta matéria, o Governo encarou a negociação sindical como mero formalismo legal e ficou claro que, quando as incidências orçamentais relevam, as suas prioridades não se afastam do que Crato serviu.
In “Público” de 22.3.17

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Divulgação – Como escrever tudo em português correto

Lançamento no dia 23 de março pelas 18H30M na FNAC Oeiras Parque

Apresentação por Abel Barros Baptista.

 

Uma obra essencial para todos os que querem dominar a arte da escrita.

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40! O número a fixar é 40. 40 mudanças…

Eu já nem contabilizo, vou-me adaptando. Já não tenho paciência para tanta instabilidade. Mas há quem o faça…

Ainda não entenderam que, de uma vez por todas, é necessário parar com tanta mudança?

Não estou a falar destas ou daquelas mudanças. Estou a falar de um acordo alargado, que nunca foi tentado por ninguém, mas que enche a boca de muitos. Tem de se olhar para a escola como aquilo que ela deve ser. Não como reflexo de uma politica, mas como reflexo de uma sociedade.

Entendam-se e deixem de BRINCAR às casinhas…

 

Escolas. Houve 40 reformas curriculares nos últimos dez anos

Programas das disciplinas, metas curriculares e avaliação de alunos já mudaram 40 vezes desde 2006.

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Desmentido do CNE sobre noticias de alegado parecer

 

Comunicado

Face às notícias que têm sido publicadas, o Conselho Nacional de Educação desmente formalmente que tenha sido emitido ou aprovado qualquer Parecer sobre o Perfil do Aluno na sessão plenária realizada hoje, dia 20 de março 2017.

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As novas disciplinas para o 1º ciclo…

 

“Os conteúdos lecionados no 1.º Ciclo são, essencialmente relacionados com narrativas da mitologia clássica e costumes dos romanos e gregos”, disse Isaltina Martins.

Vai daí, “introduz-se na Oferta Complementar a possibilidade de os alunos usufruírem de aulas de Ioga, Robótica, Empreendedorismo, Mandarim e Filosofia. Não que eu seja contra, até sou a favor, mas julgo que ainda estamos um pouco atrasados para que seja já no próximo ano letivo. Faltam professores. Ou serão os titulares de turma a tornar-se “bilingues” e mestres filosóficos? Já nem falo em especialistas em robótica… O empreendedorismo, é o nosso dia a dia se queremos que as escolas funcionem.

 

Tem filhos no 1.º Ciclo? Estas são as novas disciplinas que poderá aprende

Governo pretende aumentar a flexibilidade curricular e diversificar as metodologias em sala de aula.

Nota: a fotografia usada no post do Facebook é de uma turma de “repetentes”…)

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“Adjunta organiza elogio a ministro da Educação”

As palavras não são nossas são do CM. Mas uma coisa é certa, por mais simples que seja a resposta, todo este episódio tornou-se um pouco estranho.

Uma coisa é certa, há alguém que precisa de umas aulas de como gravar documentos…

 

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Sugestão de Leitura

A sugestão desta semana é, O cavalinho de Madeira, de Célia Nunes e com ilustrações de Luísa Costa.

 

Sinopse

Esta é a história de um menino pobre que não tinha brinquedos. O seu pai, que era carpinteiro, construiu-lhe um em madeira: um lindo cavalinho de balouço. Mas, para enorme surpresa do garoto, o cavalito de madeira ganhou vida e nasceram-lhe umas asas, tornando-se um cavalo alado. Os dois vão viver uma aventura fantástica.

 

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Vinculação Extraordinária de docentes em Consulta Pública, mas Dispensada Pela Sua Urgência

 

INÍCIO DO PROCEDIMENTO CONDUCENTE À ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PORTARIA QUE PROCEDE À REGULAMENTAÇÃO DO REGIME DE INTEGRAÇÃO EXTRAORDINÁRIA DE DOCENTES, PREVISTO NO ARTIGO 4.º DO DECRETO-LEI N.º 28/2017, DE 15 DE MARÇO

 

Serve a presente publicação para informar que é dado início ao procedimento conducente à elaboração do projeto de portaria que procede à regulamentação do regime de integração extraordinária de docentes, previsto no artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 28/2017, de 15 de março.

  • Publicado a 17 de março de 2017.

 

Atenta a urgência, o procedimento dispensa a realização de audiência de interessados nos termos do disposto na alínea a) do n.º 3 do artigo 100.º do CPA.

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Reserva de Recrutamento 25

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 25ª Reserva de Recrutamento 2016/2017

Aplicação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 20 de março, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 21 de março de 2017 (hora de Portugal Continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato.

Nota informativa

Listas

 

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Os avanços, os recuos e a estabilidade que não se tem na educação

 

Todos sabemos que a educação sempre andou ao sabor dos ventos leste e oeste… mas nunca houve estabilidade, durante tempo suficiente, para se poder tirar conclusões e consequências sobre esta ou aquela politica.

Por mais que se julgue que o que aí vem, pode ser melhor do que temos, não desfaz o facto de ser mais uma mudança. Que pode, muito bem, ter fim daqui a pouco tempo. Basta que o vento mude de direção.

Enquanto esta tempestade, de ventos cruzados, continuar, a educação em Portugal continuará a não produzir os resultados que todos queremos. Só o faz de conta usufrui de uma estabilidade quase assustadora…

 

Costa garantiu a Marcelo que mudanças no currículo não são para já

O Presidente da República já disse publicamente que “as estruturas curriculares não podem mudar de cada vez que muda o Governo”.

O secretário de Estado da Educação, João Costa, disse inicialmente, por várias vezes, que estas alterações deveriam entrar em vigor em 2017/2018, embora só nos anos iniciais de cada ciclo. A primeira vez que o afirmou foi numa entrevista ao Diário de Notícias, em Outubro passado. Mais recentemente, a 24 de Fevereiro, João Costa admitiu, no Parlamento, pela primeira vez, que a chamada flexibilização curricular (nome dado pelo Ministério da Educação às mudanças que estão a ser preparadas) poderia não acontecer já no próximo ano lectivo.

 

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Vamos mesmo para a rua? Há quem diga que sim…

 

Devo ser só eu, mas parece-me que isto já vem tarde. Depois do ato consumado é que se protesta…

Está marcada, para dia 22 deste mês, já na próxima semana (temos tempo, não se preocupem) uma ação de protesto. Quem marca um protesto para uma quarta feira, dia em que a maioria dos docentes está a trabalhar, demonstra que quer, mesmo, fincar o pé no chão e dizer, “daqui não saio, daqui ninguém me tira”…

Haja paciência para tanta luta…

 

Professores protestam contra nova lei dos concursos

O diploma que altera os concursos de professores foi ontem publicado em Diário da República e levou de imediato a Federação Nacional de Professores a anunciar uma ação de protesto já para o próximo dia 22. A Fenprof já fez também queixa ao Provedor de Justiça e tentará alterar a lei em sede parlamentar (ver caixa). O diploma prevê que a vinculação extraordinária, que permitirá a entrada nos quadros de mais de 3 mil docentes, seja regulada mais tarde por portaria das Finanças e da Educação.

 

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Dizem que a Municipalização da Educação é… uma oportunidade…

Mas para quem? Quem é que vai usufruir dessa oportunidade, como, quando?…

Está visto que, este, é o próximo assunto na agenda politica do governo. Depois do banho de água fria e da criação de falsas expectativas que se criaram com o Perfil do Aluno, levanta-se nova bandeira. Resta saber se é mesmo para ir para a frente ou se vão surgir umas quaisquer eleições pelo caminho… A contestação é certa, nem que seja a fazer de conta…

Todos sabemos no que isto pode resultar, E ainda que, nos “confortem” com as afirmações de que a gestão dos docentes não passará para a alçada municipal, isso ficará muito mais fácil de executar…

O que hoje me dizem, amanhã não ouço.

 

PROCESSO DE DESCENTRALIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO É OPORTUNIDADE PARA OS SERVIÇOS CENTRAIS

A Secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, afirmou que o processo de descentralização de competências é uma «oportunidade para descentrar os serviços centrais do Ministério da Educação».

Na sessão de abertura da conferência «Modelo de Descentralização de Competências na Educação», em Coimbra, a Secretária de Estado disse que «tudo o que seja tornar as decisões de gestão mais próximas dos cidadãos é positivo».

«Esta aproximação faz-se pela transferência de competências para as autarquias e pelo reforço da autonomia das escolas», acrescentou Alexandra Leitão.

O processo de descentralização é visto como uma «oportunidade para reforçar o triângulo, cujos três vértices essenciais à melhoria do sistema educativo são Ministério da Educação, autarquias e escolas, com toda a comunidade educativa e intervenientes».

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