Como já tinha sido dado conta aqui no Blogue, a aposentação de professores está em mínimos históricos. Até 1 de novembro, apenas foi concedida a aposentação a 561 docentes, sendo que, amanhã, só 40 docentes se aposentarão. Nunca tal se viu.
Entretanto, todas as iniciativas, de sindicatos e individuais, que passam pela A.R. são travadas. Nenhum responsável, leia-se partido com assento na A.R., toma a iniciativa de por cobro ao envelhecimento da sala de professores. Ninguém avança com uma proposta de lei.
Será que alguém tem como amigo um fabricante de cadeiras de rodas, a quem queira dar uma mão? É que vão começar a ter saída…
(dados desde 2009 com 2016 até 1 de novembro, clicar na imagem, para ver este ano em específico)
A diferença entre 2013 e 2014 é de menos 3.531 aposentações, este ano, pelo caminho que vamos, ficaremos longe das 1.000 aposentações. Só daqui a cinco anos voltaremos a ter números “dignos” de se ver. A partir dessa altura, assistiremos a um “esvaziamento” da sala de professores, com todas as consequências que isso acarreta a muitos níveis. Mas, pelo que também se tem visto, não vai ser isso que rejuvenescerá a sala de professores…
O número de professores aposentados desceu este ano para mínimos histórico. Quando faltam ainda conhecer os números de dezembro, apenas 561 docentes pediram a reforma, pelo que os valores no final do ano deverão rondar os 600 professores. É cinco vezes menos do que a média de 3232 docentes que se aposentaram anualmente nos últimos sete anos , segundo dados do blogue especializado Arlindovsky.
Na origem desta redução, já verificada nos dois últimos anos e que se acentuou em 2016, está a subida da idade de aposentação para mais de 66 anos e o aumento das penalizações para reformas antecipadas, que atinge os 6% ao ano.
“Um professor de 60 anos que trabalhe desde os 20, apesar de já ter completado 40 anos de vida contributiva seria penalizado em 36% na reforma antecipada, só devido à idade, sem contar com outras reduções”, exemplifica Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, frisando que “a esmagadora maioria não tem alternativa que não seja manter-se até ao limite”.
Ao contrário do que tinha sido anunciado, a educação vai ter um corte de 169,5 milhões em 2017, comparando com os gastos de 2016. Afinal nem tudo são rosas…
A Educação vai, afinal, sofrer um corte de 169,5 milhões de euros em 2017, ao contrário do que foi inicialmente divulgado pelo governo, na proposta de Orçamento entregue no parlamento.
Os primeiros dados divulgados pelas Finanças diziam que a Educação iria receber um reforço de 179,4 milhões de euros nas verbas para 2017.
Mas não é o que se verifica e as verbas disponíveis para o ministro Tiago Brandão Rodrigues vão mesmo sofrer um corte. Ao contrário, aliás, do que o primeiro–ministro prometeu em agosto: “O Orçamento de 2017 tem de ser também o do reforço do investimento em políticas fundamentais como a educação, como a saúde, como a cultura, que são decisivas para o nosso futuro coletivo.”
No Brasil, em Portugal e no resto do mundo, o professor está a ser empurrado para a realização de tarefas que não são da sua responsabilidade. Mas na falta dos responsáveis, só resta ele…
Ao viajar pelo Brasil a realizar palestras para professores, o mestre em educação Marcos Meier, que já foi professor de matemática no Paraná, deparou-se com uma tendência preocupante a partir dos depoimentos dos docentes. “O professor, que antigamente tinha tempo para ensinar o currículo, hoje tem que gastar 20 minutos com a indisciplina dos alunos, fazendo-o sentar, tirar o caderno… Inúmeras coisas da área da educação básica familiar que não está adquirida, e é o professor tem de o fazer”, afirmou. Para ele, os professores têm sido obrigados a assumir uma tarefa que é relativa aos pais na educação de crianças e adolescentes.
Eis uma pergunta que assombra todos os professores na hora de tomar decisões.
A Fundação Francisco Manuel dos Santos realizou um estudo que disponibilizou e que aqui fica para consulta. Assim como algumas das citações proferidas na sua apresentação. As conclusões são inequívocas. Mas cada caso é um caso, e na minha modesta opinião, esta discussão vai muito além da análise de gráficos.
“Em Portugal, uma em cada três crianças até aos 15 anos repete um ano pelo menos uma vez” (Luís Catela Nunes)
“Dependendo do município, uma criança com o mesmo tipo de maus resultados pode ou não ser retida no 4.º ano.” (Luís Catela Nunes)
“Há muitos mais rapazes retidos do que raparigas.” (Luís Catela Nunes)
“Aluno” que chumbou no 4.º ano vai chumbar menos do que os outros nos anos seguintes, mas perdeu aquele ano” (Luís Catela Nunes)
Recomendação política dos autores do estudo: canalização dos fundos gastos com retenções para práticas educativas mais eficazes.
“Façamos os possíveis por que não tenha de haver retenções nem os custos associados a elas.” (Adelino Calado, do Agrupamento de Carcavelos)
“Chumbar alunos custa 4500€ a 5000€ por aluno.” (Isabel Flores, projecto aQeduto)
O objectivo deste trabalho é medir o impacto resultante do facto de se obrigar um aluno a repetir um ano no seu desempenho académico subsequente. Pretende-se responder à seguinte questão: para os alunos que ficaram retidos, como é que os seus resultados académicos se comparam com os resultados académicos que teriam tido se não tivessem ficado retidos?
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O BE e o PCP referiram ter apresentado projetos de resolução. O PS está atento e espera que, as negociações com a tutela tragam desenvolvimentos, não só para os docentes do pré-escolar e do 1º ciclo, mas para todos. O CDS aponta culpas ao PS, não fez propostas, mas acusou os outros de apenas apresentarem propostas de resolução. Os Verdes até referiram a integração dos intervalos na componente letiva. Referiram a proposta de resolução que já apresentaram e que foi chumbada. E nada mais disseram… tudo na mesma como a lesma…
Fica a gravação do plenário. Às 3:40:40 horas, inicio da discussão da Petição.
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O estudo aponta o trabalho das escolas e dos professores como o principal responsável pela melhoria dos resultados dos alunos portugueses entre 2003 e 2012 nos testes internacionais PISA – que avaliam competências a Matemática, Leitura e Ciências – da responsabilidade da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Os resultados dos alunos portugueses nos testes PISA da OCDE melhoraram ao longo de uma década sobretudo devido ao trabalho das escolas, que mesmo em meios desfavorecidos conseguiram melhorar desempenhos, segundo um estudo aQeduto.
É importante destacar algumas variáveis relevantes a nível da escola, nomeadamente o enorme aumento de escolas inseridas em meios socioeconómicos desfavorecidos, mas com resultados médios acima de 500 [pontuação média de referência da OCDE]. Portugal passou a ter mais 79% de escolas com resultados “Acima do esperado”. Este sucesso pode estar relacionado com: a formação e a motivação dos docentes; a criação de condições para o alargamento da educação pré-escolar; a melhoria dos recursos pedagógicos e uma maior autonomia das escolas.
As escolas que de facto fazem um trabalho acima do que seria expectável, dado que estão inseridas em meios desfavorecidos e conseguem resultados de excelência, tiveram um enorme crescimento durante este período, passando de 19% para 34%. Estas são as escolas que fazem a diferença e é muito importante tentar compreender quais as suas práticas.
Portugal melhorou em 5% os resultados dos seus alunos, durante o período estudado. Nestes anos, o estatuto profissional dos pais piorou (1%), mas o seu nível de escolaridade melhorou 19%, “embora esse aumento tenha acontecido na base”.
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Era o que mais faltava. A nota de Educação Física contar para a média de entrada na Universidade? Isto não cabe na cabeça de ninguém. Só num país subdesenvolvido é que isto acontece. Às vezes, julgo viver num daqueles países em que os miúdos correm de e para a escola, deixando antever o seu futuro como maratonistas internacionais. (tão magrinhos que eles são. Até parece que passam fome.)
Porque é que um médico ou um advogado tem de saber “dar” uma “cambalhota”? (cada um faz o que quer com a sua vida e eu não tenho nada a ver com isso) Se quiserem fazer exercício só precisam de se inscrever num qualquer ginásio e, quando tiverem uma folguinha, passar por lá. (equipados com aqueles modelitos de morrer e toalha de seda pelos ombros) Ou então, dar uns mil euritos por uma” Bike”, apetrechada com “material” do melhor que há no mercado, para não terem que se esforçar nas subidas. É vê-los em grupo (qual matilha de lobos) a passear-se por essas estradas regionais, ao domingo de manhã. (esses hereges que faltam à missa)
Tenho lido e ouvido queixas de professores e pais sobre esta medida. Que será dos bons alunos? Aqueles que não levantam o rabo dos sofás, onde se embrenham em “calhamaços literários” e por ali ficam a encher as peles. Os meninos até devem praticar desporto, mas não numa perspectiva de seguir uma qualquer carreira na área, isso não dá pão a ninguém. (que dirá aquele antigo professor de Educação Física que deu aulas na Escola Básica 2/3 José Afonso em Alhos Vedros ,de seu nome José) A “ginástica” é para ser praticada nos tempos livres da criançada. (assim não ficam lá por casa a deformar o sofá de cabedal nem a sujar os tapetes persa) E mais. Porque é que têm de ter uma noção de uma data de desportos quando só gostam de um? Afinal de contas “ele” tem é de ser um Ronaldo porque nadar é para peixes, ou de ser bailarina, que é um desporto de gente “culta e civilizada”.
Brincadeiras e piadas à parte, o que li e ouvi foi a mediocridade de pensamento de um certo tipo de gente que sofre de perfeccionismo seletivo. (doença comum entre os umbiguistas)
Infelizmente, neste país o desporto e a prática desportiva é só para quem pode, não é para quem quer.
Deixem-se de hipocrisias. Em mais nenhuma disciplina, o esforço é tão avaliado como o desempenho final.
Mas sempre podem fazer uma petição a requerer que a Educação Física tenha como único elemento avaliativo uma “bateria” de testes escritos…
Aqui está mais uma prova que, embora alguns problemas sejam comuns, há sempre diferenças substanciais. Que não podemos olhar para os “outros” sistemas de ensino como um exemplo absoluto a seguir. Tal como eles temos que olhar para os nossos problemas e tentar arranjar soluções. Cada país tem as suas próprias especificidades. Temos de olhar, de forma séria, para os nossos problemas e deixar de querer remendar uma manta de retalhos.
Mas uma coisa é bem comum a todos…
Os professores são os profissionais que mais metem baixa médica, são os trabalhadores que mais sofrem de esgotamento laboral e de stress. Podia ser uma conclusão portuguesa, mas esta vem da Noruega.
Einar Skavik é professor universitário e investigador na Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia. Estuda o que provoca o desgaste dos professores no seu país, onde o ensino é publico e gratuito. Conclui que a principal causa é a sobrecarga de trabalho administrativo, além das aulas:”..e os professores mais dedicados, mais motivados e que mais investem na preparação dos seus alunos, são os que estão em maior risco de esgotamento”.
O conselho aos professores é também universal: ” Ensinar é como correr a maratona. Não podemos acelerar logo no início. É preciso pensar que é uma carreira de 30 anos e que queremos chegar ao fim”.
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Constituição e competências do júri no âmbito do procedimento concursal destinado à seleção de docentes de carreira ou candidatos à contratação a termo com qualificação profissional para os grupos de recrutamento 100, 110, 220, 300, 330, 400, 500, 510, 520, para o exercício de funções docentes no Projeto Centros de Aprendizagem e Formação Escolar de Timor-Leste (CAFE).
Foi com uma certa admiração que, na semana passada, li a notícia de que iria ser interposta uma ação em tribunal. Essa ação, visa, repor os intervalos como componente letiva no Pré-escolar e no 1º ciclo. Admiração porquê?
Quando o anterior ministro, por razões economicistas, passou o intervalo a componente não letiva, muitas vozes se levantaram, mas não passou daí, não se interpuseram ações em tribunal. Todos diziam que era uma injustiça, mas todos se conformaram. A Troika exigia a conformação. Era uma medida de poupança à custa do trabalho destes professores. Mas pelo que me venho a aperceber, a austeridade está com os seus dias contados. Bem! Está, mas vamos com calma…
O que neste momento pergunto, é porque é que esta medida (ação em tribunal), não foi tomada aquando da implementação da medida? Foram necessários quatro anos para se lembrarem de como lutar? Ou estiveram à espera de melhores dias?
Tenho a minha teoria do porquê, mas fico com ela para mim. Não vá ferir espíritos mais sensíveis.
Numa análise, rápida, ao O.E. para a educação, não se antevê um aumento da despesa prevista com as AEC. Se isso não acontece, tal medida não deverá estar prevista nem para este, nem para o próximo ano letivo (o O.E. apresenta-se em anos civis ,não em anos letivos). Daí, eu não encontrar grande justificação para a ação que entrou na sexta feira no tribunal administrativo. A não ser que, ainda, vão a tempo de alterar o O.E.. Não me parece que se vá a tempo. Depois de quatro anos a “queixarem-se” e a ouvirem queixas, tomaram uma medida. Na minha opinião, fizeram-no única e exclusivamente para mostrar serviço. Para aparecer. Não é que não concorde com o “mais vale tarde que nunca”, mas às vezes é tarde de mais… Não teremos mais do que intenções? Pelo que vejo, até há quem garanta a paz ao governo… (hoje, no Jornal I)
Deixem de atirar areia aos olhos dos professores. Negociem, cheguem a consensos, mas acima de tudo ouçam os professores e defendam os seus interesses. É essa a vossa função.
Aviso de Abertura de Procedimento Concursal Simplificado – 2.º/3.º CEB e SEC – Língua Alemã – ZUR42 e ZUR43
Informa-se os interessados que se encontra aberto procedimento concursal simplificado para o 2.º, 3.º CEB e SEC – Língua Alemã – Coordenação de Ensino Português na Suíça – horários a prover – ZUR42 e ZUR43
Aviso de Abertura de procedimento concursal simplificado local 1.º CEB – Língua alemã – horário a prover – ZUR03 (Suíça)
Abertura de Procedimento Concursal Simplificado destinado ao recrutamento local de docentes do ensino português no estrangeiro para o nível 1.º Ciclo, língua alemã, horário a prover – ZUR03
…assistentes operacionais. Foi publicada ontem, no D.R., a delegação de poderes para que os Diretores possam contratar a termo resolutivo certo assistentes operacionais. Como já foi dado a conhecer, a sua falta em alguns agrupamentos tem dado origem a muitos constrangimentos. Podemos ver isto como um “arrepiar caminho”…
O reforço do O.E. na área da educação é de 179,4 milhões de Euros. As previsões, no próprio O.E., indicam que em 2017 o aumento da despesa com salários será de 188 milhões de euros. Numa primeira leitura, o aumento previsto não chega para cobrir o aumento da despesa com os salários de professores e assistentes operacionais. Só na reposição salarial e no aumento do subsídio de alimentação o aumento da despesa será de 4,6%.
A conclusão é que vai haver um maior controlo de despesas, não em despesa com pessoal, mas sim em outros “setores”.
Acresce a este aumento de despesa (salários), o aumento de despesa com o pré-escolar em 67 milhões de euros e de 55 milhões para outras despesas correntes, em relação ao presente ano.
Mas também irá poupar. Nos contratos de associação, 9 milhões de euros, centralização do processamento de salários, 21,4 milhões de euros.
Visto que ainda ninguém explicou onde vão ser feitos os cortes, resta-nos espera pelas medidas ao longo do ano de 2017 para tentarmos entender onde serão feitos.
De acordo com o relatório da proposta do Orçamento do Estado para 2017 (OE/2017), a dotação transferida para o Ministério da Educação cresce 179,4 milhões de euros, resultando uma despesa total que ultrapassa os 6022,7 milhões de euros. No entanto, o mesmo relatório indica que, em 2017, a despesa prevista com os salários dos professores do básico e do secundário e com os funcionários das escolas vai crescer 188 milhões de euros – um número que, só por si, já ultrapassa o valor do aumento das verbas transferidas por Mário Centeno para Tiago Brandão Rodrigues.
Despesa com pessoal sobe 4,6% A reposição salarial e o aumento do subsídio de alimentação são alguns dos motivos que fazem disparar em 4,6% a despesa com os salários do Ministério da Educação.
Mas olhando para a evolução do número de professores contratados para este ano letivo (2016/2017), verifica-se que, até à data, Tiago Brandão Rodrigues já contratou mais cerca de cinco mil docentes face ao ano passado. Entre setembro e a última reserva de recrutamento (miniconcurso de colocação) foram contratados 18 473 professores. No ano passado, durante o mesmo período foram colocados cerca de quatro mil docentes através da extinta Bolsa de Contratação de Escola (BCE), a que se somam 9630 contratados através das reservas de recrutamento, revelam as listas da Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) que foram trabalhadas pelo site especializado em estatísticas da educação, o blogue DeAr Lindo.
Para o aumento da despesa com os salários contribui ainda a alteração de Tiago Brandão Rodrigues às compensações pagas aos professores contratados pela não renovação dos contratos anuais e temporários. Com a regra em vigor, cada professor tem direito a uma indemnização por cada contrato que assine, cujo valor é proporcional ao número de meses e de horas, mesmo que a data de cada contrato tenha o intervalo de um dia, como acontece com os professores com horários anuais (terminam contrato a 31 de agosto e assinam um novo a 1 de setembro). O pagamento desta compensação andará na ordem dos 20 milhões de euros.
Neste estudo são relacionados os resultados escolares dos alunos com as qualificações académicas das suas mães e com o nível socioeconómico dos agregados familiares, relacionando também com o escalão da Ação Social Escolar, utilizando os dados relativos aos alunos do 2.º ciclo do ensino público.
Os resultados não são muito diferentes do estudo relativo aos alunos do 3º ciclo publicado em fevereiro.
Andam por aí algumas pessoas muito interessadas em saber da vida do Mário Nogueira (devem ser saudades). O que andará a fazer este “ícone” da vida sindical? Porque é que anda desaparecido? Até há quem se questione em que escola foi ele colocado este ano?
Devem andar com vontades por uma grevezinha numa qualquer sexta feira…
Isto demonstra que o sindicalismo português é pura encenação.
Jornal Público
Mas o Mário Nogueira, embora em parte incerta, continua a ler os jornais do burgo. Talvez daqui a uns dias lhes faça a vontade e reapareça, com toda a pompa e circunstância, a marcar, numa data conveniente, a tal desejada greve.
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A medida peca por tardia. Mesmo que seja proferida uma decisão favorável aos professores, o ME vai, com toda a certeza, recorrer. O que torna esta medida, uma medida a “longo prazo”… onde tinham esta ideia guardada quando o Crato retirou os intervalos da componente letiva?
As desculpas do atual ministério também são bastantes elucidativas das suas intenções quanto ao problema em causa, “a equipa de Tiago Brandão Rodrigues “oficialmente, alega tratar-se de um problema que decorre da matriz curricular do 1.º ciclo”.
Os sindicatos afetos à Fenprof vão contestar em tribunal que os horários de trabalho dos professores do 1.º ciclo não contabilizem os tempos de intervalo como componente letiva, por considerar a norma discriminatória, anunciou hoje a estrutura sindical.
Há alunos a passar de ano com sete ou oito negativas, o que torna mais difícil o trabalho dos professores em sala de aula.
Os professores dizem que não desistem dos alunos e que são felizes dentro de uma sala de aula. Mas hoje, dar uma aula a uma turma «não é fácil. É tentar fazer o pino para que os alunos aprendam qualquer coisa». Este é o retrato do dia a dia numa sala de aula que a professora de Matemática do 5.º e 6.º ano (2.º ciclo) Helena Mendes desenha ao SOL.
Com alunos na mesma turma com vários graus de aprendizagem e de dificuldades, com alguns que já chumbaram de ano, torna-se «muito difícil» a ginástica que os professores têm de fazer entre dedicar o seu tempo aos alunos com menos conhecimentos e conseguir cumprir o programa da disciplina.
A dificuldade é partilhada por vários professores de diversas disciplinas e anos de escolaridade. É o caso de Rui Cardoso, professor do 4.º ano de escolaridade que diz ter uma rotina «surreal» que implica planificar todos os dias a mesma aula de «forma diferenciada». É que Rui Cardoso ensina alunos que chegaram ao 4.º ano e «não compreendem nada do que leem» numa turma que tem a dificuldade acrescida de ter alunos com necessidades educativas especiais (NEE).
São estes alunos que ocupam a maior parte do tempo dos professores na sala de aula. «Em 90 minutos de aula, mais de 30 minutos são dedicados a estes alunos», diz Helena Mendes, que frisa que ainda assim esse tempo «não é suficiente porque o grau de dificuldade dos alunos é grande».
Não sou Economista. Há “engenharias financeiras” que me são totalmente desconhecidas, Mas já estamos habituados a que sobre um assunto haja várias opiniões.
A mim, quer-me parecer que o O.E. na Educação para 2017 vem com mais “algum” para investir. Mas há quem diga que não…
Olhando ao caso concreto do OE2017 na Educação, as contas são simples. Há um ano atrás, o ministério achou que ia gastar em 2016 um total de 5843 milhões de euros. Agora, o ministério acha que vai gastar em 2017 um total de 6023 milhões de euros. A diferença é de mais 180 milhões de euros (3,1%). Ora, o problema é que o governo gastou muito mais na Educação em 2016 do que antevia há um ano, só que não incluiu a sua estimativa da execução orçamental nas contas. Ou seja, o governo não quer comparar o valor de 2017 com o que realmente gastou em 2016. Porquê? Porque, se o fizesse, como no exemplo acima, deixava de haver aumento.
Já se encontram disponíveis informações gerais para professores, alunos e encarregados de educação sobre as provas de avaliação externa a realizar no ano letivo de 2016/2017.
Hoje, das 18:00 às 20:00, realiza-se no auditório do Conselho Nacional de Educação o 10º Fórum aQeduto com o tema – Os professores são todos iguais? Neste fórum irá analisar-se variáveis relativas aos professores, tais como a sua remuneração, o número de horas que trabalham, a motivação e a perceção que os alunos e diretores têm destes profissionais, assim como as perceções que os professores têm de si próprios e a forma como estes se diferenciam uns dos outros.
É de salientar que este estudo contém dados de 2012, ou seja, de há 4 anos… mas mesmo assim caraterizam a opinião dos docentes.
Ficam aqui as principais conclusões:
Muito trabalho, pouco reconhecimento?
Em 2012, os professores portugueses declararam em média trabalhar mais de 40 horas por semana, sendo os que despendem mais tempo a preparar aulas e a dar feedback aos alunos.
Professores impacientes?
Em Portugal, os professores mais velhos são os que reportam menor disciplina em sala de aula. Não obstante, os níveis de disciplina reportados pelos professores são sempre baixos.
Os professores estão sempre a debitar matéria?
Em Portugal, os professores continuam a privilegiar as aulas de cariz expositivo em detrimento de aulas práticas baseadas em projetos.
O que faz com que os professores se sintam satisfeitos e respeitados?
Os professores sentem-se satisfeitos e respeitados quando consideram que ajudam a aprender, têm uma boa relação com os alunos e conseguem manter a disciplina em sala de aula.
A opinião defendida pelo professor do ensino básico e secundário Alexandre Henriques, autor do blogue Com Regras, é de que, “A idade dos professores e a forma como estes lidam com a indisciplina é apenas uma consequência de vários factores. A indisciplina é transversal e restringir estas questões à idade dos professores é centrar a questão na consequência e não nas suas causas. No próprio estudo é possível verificar que os professores em início de carreira também revelam algumas dificuldades quanto às questões disciplinares. A falta de preparação específica na sua formação inicial, anexa à sua inexperiência em lidar com situações novas e imprevisíveis, podem causar algumas dificuldades em lidar com certas situações de indisciplina. No extremo oposto, estamos perante muitos professores que sofrem de burnout educativo, onde a falta de reconhecimento e estagnação profissional, o aumento da idade da reforma, o desgaste em lidar com alunos cada vez mais complexos, o distanciamento geracional, o choque cultural e tecnológico entre estes, podem originar fortes conflitos em sala de aula.
A forma como os diferentes países cuidam dos seus professores tem um impacto muito significativo na sala de aula. É urgente valorizar, respeitar e cuidar dos nossos professores e permitir que estes iniciem, desenvolvam e terminem a sua carreira com a dignidade que merecem e que a escola portuguesa necessita.”
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Desde pequeno que adquiri uma certa aversão a comparações do incomparável. Cada um é como cada qual, logo deve ser tratado de acordo com as suas necessidades individuais.
No sábado fui chamado à atenção, por vários amigos, para uma reportagem que estaria a ser transmitida num canal televisivo. Não vi, os afazeres domésticos nem sempre me permitem estar sentado em frente à televisão na hora certa. Mas como hoje em dia tudo é possível, assisti à dita reportagem e quase me revoltei com a televisão. Dei por mim a murmurar sozinho enquanto a ação se ia desenvolvendo no ecrã.
Toda a minha vida profissional ouvi e li sobre o sistema de ensino Finlandês. Como era bom, como os resultados obtidos faziam inveja, como o sucesso era um dado adquirido… tudo isto é muito bonito, mas nem sempre foi assim.
Resumidamente, os finlandeses há 30 anos atrás deram de “caras num muro” e verificaram que o seu sistema de ensino estava ultrapassado e não servia os objetivos para que tinha sido criado. Em vez de se dedicarem a fazer remendos e tomar medidas a curto prazo decidiram por apostar em medidas a longo prazo. Com o passar dos anos foram obtendo resultados, até chegarem ao que são hoje.
Nesse dia ouvi comentários que elogiavam o dito sistema de ensino, como gostariam de trabalhar na Finlândia, que gostavam de ter os filhos a estudar na Finlândia, que era um exemplo para Portugal, porque é que não se copiava o modelo…
Mas porque é que em Portugal o “Sistema” não funciona? Bem… funcionar, funciona, mas…
Temos uma LBSE desatualizada e que deixou de corresponder às necessidades dos dias de hoje. Isso torna o nosso sistema de ensino limitado, não permitindo que este evolua e se torne mais eficaz. Temos uma política de remendos, vai-se tapando buracos à medida que eles vão aparecendo e fazendo disso um modo de vida. Nos últimos 30 anos, tempo de vida da LBSE, assistimos a avanços e recuos na política educativa na mesma proporção em que mudávamos de ministro ou de governo. Como muitos já o disseram antes de mim, não há estabilidade quando os objetivos dos decisores não são uniformes no que diz respeito ao futuro da educação no país. A necessidade de um compromisso duradouro está mais do que provada. A dita reportagem é um exemplo disso. Mas haverá “disponibilidade” para o assumir? Até hoje não houve.
Nos últimos tempos, já o disse aqui, tem-se começado, timidamente, a levantar o problema. Mas não me parece que haja vontade de o resolver. Vamos ficando pela retórica do “olha para ali que eles é que sabem fazer bem as coisas” e não se tomam atitudes.
Deixemo-nos disso. Temos que começar a olhar para nós, povo, como o que somos. Vivemos numa sociedade bem diferente da dos países do norte da Europa. Não podemos olhar para eles como exemplo. Temos que criar um Sistema de Ensino que se adeque à nossa sociedade e que defina como queremos que ela evolua nas próximas décadas. Mas isso, não vai acontecer enquanto se olha para o ecrã da televisão num sábado à noite…
Da esquerda à direita, todos têm vontade de alterar a Lei de Bases do Sistema Educativo. Das duas, uma, ou não sabem como encaixar interesses ou não têm coragem de o fazer.
(eu sei, mas não lhes digo)
Há muito que se fala sobre a necessidade de alteração da LBSE. Até hoje, apenas se falou, falou…
Urge a sua revisão e adaptação aos dias de hoje, à realidade dos dias de hoje, às crianças que frequentam as nossas escolas nestes tempos. Mas isso tem sido uma utopia, ninguém parece estar interessado em começar uma discussão alargada e que leve a algum lado.
Na semana passada foi discutida uma proposta unilateral de alteração. Esta semana, quem teve oportunidade de o fazer e não o fez, tomou da palavra. Mas mais do que isso… não houve.
Resta-nos assentar as expectativas em quem está verdadeiramente interessado… os professores.
Vivemos nestes tempos hodiernos, outros desafios.
Mudou o Mundo, mudou a sociedade, mudaram as crianças, mudaram os professores, mudaram as tecnologias que atualmente nos acompanham e em muitos casos nos tornam delas dependentes no dia a dia; mas a Escola e a Educação permanecem ainda hoje reféns de um passado anquilosante.
É urgente compreender esta mudança e as consequências que determinou.
É urgente, por isso, repensar o que se pretende da Escola e a sua organização.
É urgente repensar a formação e o papel dos diferentes fautores do processo educativo.
É urgente repensar que competências se pretendem que os alunos adquiram no final de cada ciclo de escolaridade.
Mas, tal como há 30 anos, estas decisões não podem, hoje, ser objeto de uma visão politicamente seguidista, decorrente de uma qualquer conjuntura política.
É importante um debate aberto a toda a sociedade portuguesa e em que os principais intervenientes no processo educativo tenham um papel ativo.
Há de tudo como na praça… Só no 1º ciclo foram propostas 1083 estratégias ao abrigo do Programa de combate ao insucesso escolar.
Turmas +, Projeto Fénix, Escola de pais, coadjuvação, diferentes abordagens pedagógicas, estudo de ciências… estão em execução inúmeros projetos para combater o insucesso, todos eles validos. Aguardamos os relatórios finais de implementação com alguma expectativa já que há quem se queixe que os professores portugueses são muito expositivos em detrimento de lecionarem com base em projetos.
Só para o 1.º ciclo, as escolas apresentaram 1083 estratégias diferentes para combater insucesso, do estudo de ciências na serra à “escola de pais”
A partir do próximo dia 20, os funcionários públicos começam a receber o salário de Outubro sem qualquer corte. Contudo, terão um ordenado muito inferior ao que recebiam em 2010. A perda é, no mínimo, de 10%.
Apesar da reposição total dos salários este mês, os funcionários públicos vão continuar a receber um ordenado líquido muito inferior ao que recebiam em 2010 e só aumentos acima dos 13% em 2017 poderiam colocar os salários de Outubro no mesmo patamar dos praticados há seis anos.
É o que os “números” permitem, cada um tira as ilações que acha pertinentes para os interesses que tem.
Em causa está uma estudo, “Será a repetição de ano benéfica para os alunos?” Que tenta responder ao seguinte; tendo Portugal uma taxa elevada de retenção quando comparada com outros países, qual o seu impacto na aprendizagem dos alunos nacionais? Que função desempenha a retenção? Pode ou não contribuir para a melhoria de resultados escolares? Que estratégias alternativas existem?
Mas como todos sabemos as crianças não são números. E se as retenções existem é porque ainda nenhum “estudioso” assumiu que as mesmas devem deixar de ser permitidas… (há quem diga que já o fazem na surdina). Ou como alternativa, atacar as causas, fora e dentro da escola, Mas isso não deve interessar, não se fazem “números” com isso…
Investigadores compararam quem passou e chumbou entre alunos do 4.º ano com dificuldades de aprendizagem iguais. Ser rapaz, estrangeiro e até viver em certas regiões prejudica
Entre alunos semelhantes, quer no nível socioeconómico quer no desempenho académico, alguns têm maiores probabilidades de ser chumbados devido a fatores – como ser do género masculino ou estrangeiro – que nada têm a ver com pedagogia. Esta é uma das controversas conclusões do estudo: “Será a Repetição de Ano Benéfica para os Alunos”, de Luís Castela Nunes, (da Nova School of Business and Economics), Ana Balcão Reis e Carmo Sobral.
O Orçamento será hoje aprovado em Conselho de Ministros e amanhã entregue na AR. A pergunta tem a sua razão de ser. É mesmo necessário mais dinheiro para a educação? É que este ano (2016) o orçamento para a educação foi mais reduzido que no transato e, aparentemente, todo está a correr sobre rodas…
So what? Cinco ideias a reter e uma conclusão
Primeira: no orçamento da Educação, conta mais a qualidade do que a quantidade. Ou seja, é mais importante investir em boas políticas (as que têm maior retorno para as aprendizagens) do que aumentar transversalmente o volume do financiamento à Educação – não é porque há mais dinheiro que ele será bem aplicado e fará a diferença.
Segunda: não existe uma relação causa-efeito entre o financiamento e as aprendizagens. O dinheiro que se investe na Educação conta, mas não serve de garantia de bons desempenhos, pelo que não basta aumentar o financiamento para aumentar os resultados escolares. Voltamos ao mesmo: o que faz a diferença é onde o financiamento é alocado.
Terceira: o financiamento à Educação em 2015 é, em volume, praticamente idêntico ao de 2005, mas muito diferente na estrutura – hoje, as despesas com o pessoal (nomeadamente professores) representa uma percentagem menor do total do financiamento. Resta perceber se a tendência é para manter nos próximos anos.
Quarta: os anos de 2009 e 2010 foram os recordistas absolutos em termos de financiamento público na Educação. No entanto, esse acréscimo orçamental esteve mais relacionado com questões conjunturais (despesas com o pessoal) e programas pontuais (Parque Escolar, computadores Magalhães) do que com apostas estruturais e estratégicas para a melhoria das aprendizagens.
Quinta: no ensino não superior, o ajustamento financeiro dos anos da troika (2011-2014) foi desenhado mais em modo de emergência do que numa lógica estratégica. Mas foi muito inferior ao que se estabeleceu na vox populi e no debate político – cerca de 600 milhões de euros. No entanto, forçou os limites do sistema educativo e, em particular, dos professores e auxiliares, sobre quem recaiu a maior fatia do corte orçamental.
Conclusão? Da próxima vez que escutar o anúncio de um aumento do financiamento na Educação, acompanhado de um slogan de valorização da Escola Pública, desconfie. Há investimentos que são estratégicos e fazem a diferença – nos professores e em tudo o que envolve as aprendizagens em sala de aula. E há investimentos que, embora inflacionem os orçamentos, não produzem efeitos duradouros nem melhorias estruturais no sistema educativo. Os primeiros são melhores do que os segundos. Mas os segundos são muito mais frequentes do que os primeiros. Afinal, é mais fácil investir em betão do que em pessoas.
Existe uma diretiva europeia, que em breve deverá entrar em vigor no nosso país, que restringirá ainda mais a divulgação de dados pessoais dos alunos a todos os níveis. (por exemplo: as pautas poderão deixar de existir)
Mas por agora, tenta-se manter a “ordem” na net. A CNPD emitiu uma Deliberação sobre disponibilização de dados pessoais de alunos no sítio da Internet dos estabelecimentos de educação e ensino. O objetivo é estabelecer critérios rigorosos para acautelar a divulgação de dados das crianças, designadamente a sua privacidade e proteção de dados pessoais.
Se havia necessidade disto? Havia. Há uma prática generalizada de disponibilização de dados pessoais nos sítios da Internet das escolas, em incumprimento de obrigações legais e com clara afetação dos direitos, liberdades e garantias dos titulares dos dados, em particular dos aluno, mas não só. É comum encontrar atas de reuniões e trabalhos realizados por professores em formação continua “pela net fora” e sem sua autorização…
Deixo aqui a Deliberação N.º 1495/2016 .
Uma noticia explicativa in Público By Mariana Oliveira
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… esperemos poder dizer: “Ainda bem. Já era tempo…”
Eis uma medida que há muito os professores desejavam. Esperemos que revejam, muito bem revisto o currículo de Matemática e no 1º ciclo, finalmente, revejam o de Estudo do Meio e de Expressões…
A ideia é definir, nos currículos dos 1.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade, aquilo que é essencial aos alunos. O Governo quer melhor gestão do tempo e do trabalho nas escolas. O 10.º ano também será abrangido, mas mais adiante…
O Ministério da Educação pretende aplicar, já a partir do próximo ano letivo, “currículos essenciais” das diferentes disciplinas nos 1.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade. A ideia, resumida ao DN pelo secretário de Estado da Educação, João Costa, é focar, nos programas, “aquilo que é essencial que os alunos aprendam para depois permitir uma melhor gestão do tempo e do trabalho” nas escolas.
O governante confirmou ainda ter pedido às associações de várias áreas disciplinares, com as quais esteve ontem reunido, que apresentem à tutela “um desenho” daquele que consideram o currículo essencial de cada uma das suas áreas. As primeiras propostas deverão chegar ao Ministério já no início de 2017.
Lista de candidatos admitidos e excluídos ao processo de seleção de 6 técnicos sectoriais para Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Senegal, conforme manifestação de interesse publicada na página do Camões,IP.
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Há 141 despachos de promoção publicados no diário da república de hoje, mas são todos membros das Forças Armadas. E para que conste, não permaneceram congelados…
E vocês, professores? Foram bafejados pelo descongelamento?
Aviso de Abertura de Concurso de Contratação de Escola Grupo de Recrutamento 110
Torna-se público a abertura de um procedimento concursal destinado à seleção de um docente portador de habilitação profissional no Grupo de Recrutamento 110, com especialização em Educação Especial, num horário semanal de 25 horas letivas semanais, para o ano letivo 2016/2017 na Escola Portuguesa de Díli.
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Mais uma resposta do IGEFE sobre a caducidade de contrato. Não entendo como ainda existem Diretores com dúvidas e a não querem pagar. Até parece que pagam do próprio bolso…