Não entendo… Não há qualquer tipo de inconstitucionalidade, quando o tempo de serviço é contado na Madeira e não é no continente? Os sindicatos não podem agir judicialmente? Tribunal Europeu??? Quem envia uma “fatia” de dinheiro para pagar a insularidade?
Efetivamente, os doentes morrem e isso tem impacto na opinião pública. Ninguém quer morrer. Os professores continuam a fazer todo o tipo de projetos , ações, formações, saídas, visitas de estudo, Erasmus+, festas de Natal, mais projetos, dias internacionais, somos tratados por “tu” (ainda estou em Portugal e não na América, e que se dane quem disser… “Eu não me importo que me tratem por tu! Isso não significa nada!”)… O médico é médico e ninguém o trata por “médico”, com todo o respeito que tenho por essa profissão até porque tenho familiares médicos. E sim, também não quero morrer!! Os Arquitetos sempre foram arquitetos e engenheiros engenheiros… Arre… Parece que é uma ofensa ou vergonha ser tratado por “Dr.”. Parece que o pessoal até sente vergonha. Por “tu”… não há problema?
Os sindicatos não conseguem dizer “parem!” aos docentes? “Não façam!” Trabalhem, mas não façam mais do que aquilo que vos é exigido.
Se tudo aparece feito, qual o impacto das nossas greves? Os familiares até já contam com as greves… Agilizam-se!
Quem fica com o dinheiro ?
Que impacto têm as greves? Quem fecha, realmente, as escolas?
O problema é que a classe docente não é sequer unida, basta ver a diversidade enorme de sindicatos existentes em lugar de haver uma ordem e todos lutarem pelos mesmos objetivos e não haver as desigualdades profissionais que começam logo com a avaliação com cotas e que é muito incoerente e desigual.
Nem o governo dá a todas as classes profissionais, nem aplica os mesmos princípios a todos – para os anteriores não residentes fica o mesmo estatuto, para não os prejudicar e respeitar o antes dito, para os professores tudo altera, não importa o tamanho do seu prejuízo. Equidade socialista!
Loading...
João Almeida Pinto on 30 de Outubro de 2023 at 10:17
A tática do PS, após António Guterres, foi sempre a mesma, dividir para reinar.
Não sei qual a novidade.
O número máximo de sindicatos só deviam ser três, mais do que três, não ajuda, só complica o problema e faz o jogo do governo, dividir para reinar….
Só visto
Uma classe profissional com 4 (quatro ) sub-classes : Professores, professores , “professores” e educadoras de infância. E com o mesmo estatuto profissional !! Coisa única neste mundo.
Trabalho 7h extraordinárias não pagas por dia, e mais 10 aos fins-de-semana.
Como cada ano de trabalho tem 48 semanas isto quer dizer que dou 2160h por ano.
Por isso, se fossem apenas 150h estava eu bem.
Se isto é para aplicar apenas a médicos, então deixo de trabalhar mais do que as horas obrigatórias. A escola que se ***.
Não me peçam projetos, reuniões, documentos disto e daquilo e mais não sei o quê.
Não darei nem mais um segundo!!
Se trabalhas isso não esperes que alguém numa direção te agradeça.
Os diretores e seus apaniguados estão-se nas tintas para os que trabalham. Em geral gostam e dão notas elevadas é para aqueles que lhes lambém o rabo.
Querem fazer as coisas como deve de ser?
Então senhores professores façam o seguinte:
– NEM MAIS UM PROJETO QUE É FEITO NA ESCOLA!
– NEM MAIS UMA HORA A MAIS DO QUE AQUILO QUE ESTÁ NO HORÁRIO (ESCRITO)!
– NEM MAIS UM DOCUMENTO PARA ALÉM DO OBRIGATÓRIO!
– NEM MAIS UM JEITINHO NISTO OU NAQUILO (ESTA É PARA OS COLEGAS DE INFORMÁTICA)!
– NEM MAIS UMA REUNIÃO FORA DO HORÁRIO!
– NEM MAIS HORAS OU MINUTOS OU SEQUER UM SEGUNDO A MAIS!
GANHEM JUÍZO! PARA QUE É QUE ESTÃO A FAZER GREVES QUANDO DEPOIS TUDO CONTINUA A ACONTECER?!
17 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Também queremos 150 horas extraordinárias obrigatórias? Afinal se se dá a uma classe profissional dá-se a todas, certo?
Quem me dera ter APENAS 150 horas extraordinárias por ano… E pagas. Venha o pagamento das fitas…
*ditas
Nem juízes, nem militares/forças policiais…
Como professor dou muito mais de 150h extraordinárias por ano e não recebo nem um cêntimo por isso.
Ninguém nos obriga a dar horas extraordinárias.
Damos porque queremos.
Eu não dou nem um minuto.
Não entendo… Não há qualquer tipo de inconstitucionalidade, quando o tempo de serviço é contado na Madeira e não é no continente? Os sindicatos não podem agir judicialmente? Tribunal Europeu??? Quem envia uma “fatia” de dinheiro para pagar a insularidade?
Efetivamente, os doentes morrem e isso tem impacto na opinião pública. Ninguém quer morrer. Os professores continuam a fazer todo o tipo de projetos , ações, formações, saídas, visitas de estudo, Erasmus+, festas de Natal, mais projetos, dias internacionais, somos tratados por “tu” (ainda estou em Portugal e não na América, e que se dane quem disser… “Eu não me importo que me tratem por tu! Isso não significa nada!”)… O médico é médico e ninguém o trata por “médico”, com todo o respeito que tenho por essa profissão até porque tenho familiares médicos. E sim, também não quero morrer!! Os Arquitetos sempre foram arquitetos e engenheiros engenheiros… Arre… Parece que é uma ofensa ou vergonha ser tratado por “Dr.”. Parece que o pessoal até sente vergonha. Por “tu”… não há problema?
Os sindicatos não conseguem dizer “parem!” aos docentes? “Não façam!” Trabalhem, mas não façam mais do que aquilo que vos é exigido.
Se tudo aparece feito, qual o impacto das nossas greves? Os familiares até já contam com as greves… Agilizam-se!
Quem fica com o dinheiro ?
Que impacto têm as greves? Quem fecha, realmente, as escolas?
O problema é que a classe docente não é sequer unida, basta ver a diversidade enorme de sindicatos existentes em lugar de haver uma ordem e todos lutarem pelos mesmos objetivos e não haver as desigualdades profissionais que começam logo com a avaliação com cotas e que é muito incoerente e desigual.
É fácil! Lutemos como eles!!!
Façamos greves a sério e não greves de fim de semana!
Nem o governo dá a todas as classes profissionais, nem aplica os mesmos princípios a todos – para os anteriores não residentes fica o mesmo estatuto, para não os prejudicar e respeitar o antes dito, para os professores tudo altera, não importa o tamanho do seu prejuízo. Equidade socialista!
O sol quando nasce, nasce para todos.
A tática do PS, após António Guterres, foi sempre a mesma, dividir para reinar.
Não sei qual a novidade.
O número máximo de sindicatos só deviam ser três, mais do que três, não ajuda, só complica o problema e faz o jogo do governo, dividir para reinar….
Só visto
Uma classe profissional com 4 (quatro ) sub-classes : Professores, professores , “professores” e educadoras de infância. E com o mesmo estatuto profissional !! Coisa única neste mundo.
Trabalho 7h extraordinárias não pagas por dia, e mais 10 aos fins-de-semana.
Como cada ano de trabalho tem 48 semanas isto quer dizer que dou 2160h por ano.
Por isso, se fossem apenas 150h estava eu bem.
Se isto é para aplicar apenas a médicos, então deixo de trabalhar mais do que as horas obrigatórias. A escola que se ***.
Não me peçam projetos, reuniões, documentos disto e daquilo e mais não sei o quê.
Não darei nem mais um segundo!!
Se trabalhas isso não esperes que alguém numa direção te agradeça.
Os diretores e seus apaniguados estão-se nas tintas para os que trabalham. Em geral gostam e dão notas elevadas é para aqueles que lhes lambém o rabo.
Querem fazer as coisas como deve de ser?
Então senhores professores façam o seguinte:
– NEM MAIS UM PROJETO QUE É FEITO NA ESCOLA!
– NEM MAIS UMA HORA A MAIS DO QUE AQUILO QUE ESTÁ NO HORÁRIO (ESCRITO)!
– NEM MAIS UM DOCUMENTO PARA ALÉM DO OBRIGATÓRIO!
– NEM MAIS UM JEITINHO NISTO OU NAQUILO (ESTA É PARA OS COLEGAS DE INFORMÁTICA)!
– NEM MAIS UMA REUNIÃO FORA DO HORÁRIO!
– NEM MAIS HORAS OU MINUTOS OU SEQUER UM SEGUNDO A MAIS!
GANHEM JUÍZO! PARA QUE É QUE ESTÃO A FAZER GREVES QUANDO DEPOIS TUDO CONTINUA A ACONTECER?!
Eles são muito menos que 150 mil …
O mesmo motivo que justifica os profs da Madeira e Açores receberem todo o tempo de serviço…