Aos médicos já não se aplica a máxima do Costa…

Se dermos a uma classe profissional, temos que dar a todas.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/10/aos-medicos-ja-nao-se-aplica-a-maxima-do-costa/

17 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • Classes on 29 de Outubro de 2023 at 15:04
    • Responder

    Também queremos 150 horas extraordinárias obrigatórias? Afinal se se dá a uma classe profissional dá-se a todas, certo?

      • Gardner on 31 de Outubro de 2023 at 8:41
      • Responder

      Quem me dera ter APENAS 150 horas extraordinárias por ano… E pagas. Venha o pagamento das fitas…

        • Gardner on 31 de Outubro de 2023 at 8:42
        • Responder

        *ditas

    • Costa on 29 de Outubro de 2023 at 15:11
    • Responder

    Nem juízes, nem militares/forças policiais…

    • Fidalgo on 29 de Outubro de 2023 at 15:34
    • Responder

    Como professor dou muito mais de 150h extraordinárias por ano e não recebo nem um cêntimo por isso.

    • Filipe on 29 de Outubro de 2023 at 16:23
    • Responder

    Ninguém nos obriga a dar horas extraordinárias.
    Damos porque queremos.
    Eu não dou nem um minuto.

    • Susana on 29 de Outubro de 2023 at 19:01
    • Responder

    Não entendo… Não há qualquer tipo de inconstitucionalidade, quando o tempo de serviço é contado na Madeira e não é no continente? Os sindicatos não podem agir judicialmente? Tribunal Europeu??? Quem envia uma “fatia” de dinheiro para pagar a insularidade?
    Efetivamente, os doentes morrem e isso tem impacto na opinião pública. Ninguém quer morrer. Os professores continuam a fazer todo o tipo de projetos , ações, formações, saídas, visitas de estudo, Erasmus+, festas de Natal, mais projetos, dias internacionais, somos tratados por “tu” (ainda estou em Portugal e não na América, e que se dane quem disser… “Eu não me importo que me tratem por tu! Isso não significa nada!”)… O médico é médico e ninguém o trata por “médico”, com todo o respeito que tenho por essa profissão até porque tenho familiares médicos. E sim, também não quero morrer!! Os Arquitetos sempre foram arquitetos e engenheiros engenheiros… Arre… Parece que é uma ofensa ou vergonha ser tratado por “Dr.”. Parece que o pessoal até sente vergonha. Por “tu”… não há problema?

    Os sindicatos não conseguem dizer “parem!” aos docentes? “Não façam!” Trabalhem, mas não façam mais do que aquilo que vos é exigido.
    Se tudo aparece feito, qual o impacto das nossas greves? Os familiares até já contam com as greves… Agilizam-se!
    Quem fica com o dinheiro ?
    Que impacto têm as greves? Quem fecha, realmente, as escolas?

    • Helena Félix on 29 de Outubro de 2023 at 21:04
    • Responder

    O problema é que a classe docente não é sequer unida, basta ver a diversidade enorme de sindicatos existentes em lugar de haver uma ordem e todos lutarem pelos mesmos objetivos e não haver as desigualdades profissionais que começam logo com a avaliação com cotas e que é muito incoerente e desigual.

    • Maonda on 30 de Outubro de 2023 at 0:45
    • Responder

    É fácil! Lutemos como eles!!!
    Façamos greves a sério e não greves de fim de semana!

  1. Nem o governo dá a todas as classes profissionais, nem aplica os mesmos princípios a todos – para os anteriores não residentes fica o mesmo estatuto, para não os prejudicar e respeitar o antes dito, para os professores tudo altera, não importa o tamanho do seu prejuízo. Equidade socialista!

    • João Almeida Pinto on 30 de Outubro de 2023 at 10:17
    • Responder

    O sol quando nasce, nasce para todos.

    • ApachDraco on 30 de Outubro de 2023 at 11:55
    • Responder

    A tática do PS, após António Guterres, foi sempre a mesma, dividir para reinar.
    Não sei qual a novidade.
    O número máximo de sindicatos só deviam ser três, mais do que três, não ajuda, só complica o problema e faz o jogo do governo, dividir para reinar….

    • maria on 30 de Outubro de 2023 at 19:40
    • Responder

    Só visto
    Uma classe profissional com 4 (quatro ) sub-classes : Professores, professores , “professores” e educadoras de infância. E com o mesmo estatuto profissional !! Coisa única neste mundo.

    • Nem mais on 30 de Outubro de 2023 at 21:38
    • Responder

    Trabalho 7h extraordinárias não pagas por dia, e mais 10 aos fins-de-semana.
    Como cada ano de trabalho tem 48 semanas isto quer dizer que dou 2160h por ano.
    Por isso, se fossem apenas 150h estava eu bem.
    Se isto é para aplicar apenas a médicos, então deixo de trabalhar mais do que as horas obrigatórias. A escola que se ***.
    Não me peçam projetos, reuniões, documentos disto e daquilo e mais não sei o quê.
    Não darei nem mais um segundo!!

      • Não te admires on 30 de Outubro de 2023 at 21:44
      • Responder

      Se trabalhas isso não esperes que alguém numa direção te agradeça.
      Os diretores e seus apaniguados estão-se nas tintas para os que trabalham. Em geral gostam e dão notas elevadas é para aqueles que lhes lambém o rabo.

    • The O on 30 de Outubro de 2023 at 21:42
    • Responder

    Querem fazer as coisas como deve de ser?
    Então senhores professores façam o seguinte:
    – NEM MAIS UM PROJETO QUE É FEITO NA ESCOLA!
    – NEM MAIS UMA HORA A MAIS DO QUE AQUILO QUE ESTÁ NO HORÁRIO (ESCRITO)!
    – NEM MAIS UM DOCUMENTO PARA ALÉM DO OBRIGATÓRIO!
    – NEM MAIS UM JEITINHO NISTO OU NAQUILO (ESTA É PARA OS COLEGAS DE INFORMÁTICA)!
    – NEM MAIS UMA REUNIÃO FORA DO HORÁRIO!
    – NEM MAIS HORAS OU MINUTOS OU SEQUER UM SEGUNDO A MAIS!

    GANHEM JUÍZO! PARA QUE É QUE ESTÃO A FAZER GREVES QUANDO DEPOIS TUDO CONTINUA A ACONTECER?!

    • mario silva on 3 de Novembro de 2023 at 0:06
    • Responder

    Eles são muito menos que 150 mil …
    O mesmo motivo que justifica os profs da Madeira e Açores receberem todo o tempo de serviço…

Deixe um comentário

Your email address will not be published.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Discover more from Blog DeAr Lindo

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading