Pedir que as escolas divulguem os subcritérios, as ponderações e a listagem dos docentes colocados.
E por isso deixo visíveis os endereços de email das várias escolas para quem foi enviado este mail.
Bom dia.
Venho solicitar a todas as escolas TEIP e de Autonomia que lançaram horários na BCE, que facultem aos candidatos os subcritérios e as respetivas ponderações, bem como a lista dos colocados nesses horários. Se possível agradeço que esta informação seja divulgada na página da escola para que todos possamos ter acesso.Pretendo desta forma que haja alguma clareza neste concurso que está a ser feito de forma obscura e injusta.Lembro que todo o processo contratual dos professores está em jogo neste absurdo concurso.Obrigada pela atençãoRui Salgado professor de Educação Física;Maria Matos professora de Matemática
Podem ver o mail das escolas a que concorreram neste documento.




33 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Comunicação Social em Portugal:
http://www.embajadaportugal-madrid.org/pt/comunicacao-social/comunicacao-social-em-portugal.html
Não há nenhuma escola que já tenha publicado os subcritérios? Ou que sejam conhecidos?
“ESCÂNDALO NACIONAL
Ministro Nuno Crato, conhecido pelo discurso do rigor e da excelência, não é capaz de desenvolver uma simples fórmula matemática. Em consequência da sua inépcia política e técnica lançou o absoluto caos na vida de milhares de portugueses, professores e seus familiares, alunos e encarregados de educação.
A fórmula de cálculo da classificação dos professores candidatos à Bolsa de Contratação de Escola, iniciativa deste governo, é um simples absurdo matemático e como tal atira para o fundo das listas de colocação os professores mais experientes, com as melhores notas de conclusão de curso e que já serviram o ensino e o país durante largos anos. A fórmula pretende fazer uma média aritmética entre duas grandezas, a graduação profissional e a avaliação curricular, sendo que ambas estão expressas em escalas diferentes. O Ministério da Educação não se preocupou em tornar as escalas equivalentes antes de calcular a média entre os valores o que resultou no facto de as notas de conclusão dos cursos dos docentes e a sua experiência profissional sejam desvalorizadas para 1/5 do que deveriam valer na classificação dos candidatos às BCE.
Até ao momento nem o MEC nem a DGAE vieram a público reconhecer o seu gravíssimo erro e, portanto, segunda-feira, dia 15/9, os professores menos graduados e menos experientes começarão a apresentar-se nas escolas em consequência das suas colocações em BCE, enquanto que os mais graduados e mais experientes continuarão em casa desempregados a assistir à sua vida ser destroçada pela injustiça, ignorância e arrogância do Ministério. É atroz para todos, mas particularmente para quem dedica a sua vida ao conhecimento, confirmar que a ignorância e a incompetência reinam no nosso país.”
Lu Vergueiro
In.:
https://www.facebook.com/tvitelevisaoindependente/posts/769495193111823
Uma coisa é a existência de erros no cálculo, outra (e parece-me que a confusão se instalou) é assumir que na BCE estariam no topo os colegas que ocupam essa posição nas listas do concurso nacional. Se assim fosse, onde fica a autonomia das escolas? Para quê esta bolsa e não ir simplesmente à lista do concurso? Digo isto porque “me espanta o espanto” de colegas que agora se vêem numa posição diferente relativamente à do concurso nacional. É perfeitamente normal que isso aconteça na bolsa. Espero, sim, que as escolas verifiquem a veracidade das informações que os candidatos selecionados apresentaram ao responder aos critérios. E quem mentiu deve, simplesmente, ser impedido de voltar a concorrer este ano. Porque, além de ter mentido (e a ética ainda deve valer alguma coisa…), atrasa todo o processo.
Estamos a falar de um concurso para Trabalho em Funções Públicas!
Por isso deve existir uma (ÚNICA) LISTA DE ORDENAÇÃO NACIONAL!
Onde os critérios de seleção sejam transparentes…
Esse texto é meu, não da Lu Vergueiro, mas tudo bem.
-socorro!-não encontro a escola!
Caros,
Há alguns dias que estou a evitar fazer este comentário, mas
parece que alguns Srs. professores não querem compreender “os critérios da BCE”.
Vou tentar explanar o meu raciocínio, começando por
clarificar o meu entendimento em relação a certas coisas e sempre recorrendo a
exemplos de aplicação prática .
1.
Não é muito correto somar graduações (em valores)
(a própria graduação já esta mal calculada, pois convertem-se dias de trabalho
em valores) com os critérios (noutra escala – até 100 pontos). Contudo, matematicamente
posso somar dois quaisquer números referentes a coisas diferentes (por exemplo:
tenho 2 maças e 2 bananas, logo tenho 4). Não estando o resultado a referir-se
a bananas ou a maças mas sim a outra coisa (fruta) No caso concreto desde que a
soma dos dois valores 50%graduação + 50%(de um X número de pontos, no máximo
100) seja feita da mesma forma para todos os candidatos, na mesma escola, não
há nada a comentar. Só não se pode dizer que o resultado se apresenta em pontos
ou em valores. (neste caso não terá uma unidade de medida – será adimensional).
As escalas são diferentes, é certo, mas o “”erro”” afeta todos os candidatos da
mesma forma – obtém o resultado sem qualquer unidade.
2.
Surge a questão que já li por aqui: “Mas os 50%
dos outros critérios valem mais porque a escala vai até 100?”
3.
Vou recorrer a um exemplo prático.
4.
Exemplo de aplicação: Escola XX: Critério 1 – 3
anos de serviço em teip (40 pontos para mais de 3 anos); Critério 2 – 150h de
formação (40 pontos para 150h); Critério 3 – avaliação de desempenho (20 pontos
para um excelente nos últimos 4 anos). Isto pretende ser meramente um exemplo,
com valores hipotéticos, desculpem se não me alarguei mais.
5.
Vamos agora explorar algumas situações possíveis
entre os candidatos:
– Situação 1:
Professor A: graduação 25 valores; 3 anos
de serviço em teip, 150 horas de formação e teve um excelente. (cumpre todos os
critérios)
Professor B: graduação 19 valores, 0 anos
de serviço em teip, 150h de formação e teve um excelente. (não cumpre 1
critério, o tempo de serviço)
Cálculos:
Professor A: 25*50% + 100*50% = 62.5 (valor
adimensional)
Professor B: 19*50% + 60*50% = 39,5 (valor
adimensional)
O professor A seria selecionado em vez do
B. (a fórmula funciona mesmo que sem unidades.)
– Situação 2:
Professor A: graduação 25 valores; sem serviço
em teip, 150 horas de formação e teve um excelente. (não cumpre 1 critério o tempo
de serviço)
Professor B: graduação 19 valores, 3 anos
de serviço em teip, 150h de formação e teve um excelente. (cumpre todos os
critérios)
Cálculos:
Professor A: 25*50% + 60*50% = 42.5 (valor
adimensional)
Professor B: 19*50% + 100*50% = 59,5 (valor
adimensional)
O professor B seria selecionado antes do A.
(a fórmula funciona mesmo que sem unidades.)
– Situação 3:
Professor A: graduação 25 valores; com 3
anos de serviço em teip, 150 horas de formação e teve um excelente. (cumpre
todos os critérios)
Professor B: graduação 19 valores, 3 anos
de serviço em teip, 150h de formação e teve um excelente. (cumpre todos os
critérios)
Cálculos:
Professor A: 25*50% + 100*50% = 62.5 (valor
adimensional)
Professor B: 19*50% + 100*50% = 59,5 (valor
adimensional)
De destacar que entre a situação 1 e 2
apenas retirei o tempo de serviço em teip do a cada um deles, mantendo todos os
restantes item/valores constantes. A situação 3 é a situação de controlo onde
ambos cumprem da mesma forma os critérios.
6.
Conclusões das situações apresentadas:
a.
Se o professor mais graduado, professor A, cumprir
em igualdade todos os critérios com o professor B, ficará sempre à sua frente.
(situação 3)
b.
Se o professor mais graduado, professor A, cumprir
todos os critérios e o professor B não, também o professor A ficará sempre à sua
frente. (situação 1)
c.
Se o professor mais graduado, professor A, não
cumprir algum(s) dos critérios e o professor B os cumprir a todos, poderá o professor
B ficar à sua frente (no exemplo anterior o professor B ficaria à frente dados
os valores atribuídos) (situação 2).
7.
Está salvaguardado o princípio que, em igualdade
de circunstâncias (ambos cumprem critérios/ambos não cumprem critérios), o
candidato mais graduado é sempre preterido ao menos graduado. Quando se variam
fatores de cumprimentos de critérios poderá ser preterido um ou outro.
8.
A situação em que os senhores professores se concentram
é na Situação 2, centrando-se apenas na possibilidade de alguém menos graduado
poder “ultrapassar”, ou ultrapassar efetivamente o candidato mais graduado. E não
poderá ser, o menos graduado, um melhor candidato para a escola em causa? Os
mais experientes, em dias de trabalho, têm sempre de ter emprego primeiro que
os que têm menos dias de trabalho? (mais uma vez saliento que discordo da conversão
de dias de trabalho em valores que se somam à classificação profissional).
9.
Uma análise mais cuidada permitirá concluir que
a dependência da aferição na ordenação dos candidatos é unicamente um problema
relacionado com a vida profissional de cada candidato e consequentemente do cumprimento
dos critérios estipulados pela escola.
10.
Nunca existirá uma escala correta/certa/universal,
entre os dois fatores de ponderação para o cálculo em questão, pois não existe
uma escala (mínimo, máximo) para a graduação profissional.
Espero que tenham compreendido as
ideias.
Meus caros, termino escrevendo
que, é verdade que é muito chato quando nos dizem que apesar de termos a experiência
(tempo de serviço e/ou outros), possam existir outras pessoas (mais novas ou
não, e/ou mais qualificadas, e/ou com outras experiencias profissionais) que
sejam preferidas para o nosso lugar. Não quero entrar na discussão sobre o valor
de cada pessoa, pois todos o têm, e cada indivíduo à sua maneira tem o seu
valor/potencial numa instituição.
Habituem-se! E mudem de
mentalidades… (A idade já não é um posto, faz uns anos largos!)
Concordo consigo (sobretudo em relação aos pontos 8,9 e 10). Transcrevo o que escrevi acima: «Uma coisa é a existência de erros no cálculo, outra (e parece-me que a confusão se instalou) é assumir que na BCE estariam no topo os colegas que ocupam essa posição nas listas do concurso nacional. Se assim fosse, onde fica a autonomia das escolas? Para quê esta bolsa e não ir simplesmente à lista do concurso? Digo isto porque “me espanta o espanto” de colegas que agora se vêem numa posição diferente relativamente à do concurso nacional. É perfeitamente normal que isso aconteça na bolsa. Espero, sim, que as escolas verifiquem a veracidade das informações que os candidatos selecionados apresentaram ao responder aos critérios. E quem mentiu deve, simplesmente, ser impedido de voltar a concorrer este ano. Porque, além de ter mentido (e a ética ainda deve valer alguma coisa…), atrasa todo o processo.»
Concorda porque é parvo, não conhece a Lei e não percebe de matemática. Qualquer uma dessas condições não fosse cumprida e já não concordava.
Toda essa argumentação cai por terra em face da lei. A lei determina que a classificação dos candidatos à BCE é composta por duas partes que deverão ter cada uma um peso de 50% dessa mesma classificação. O seu argumentário vai no sentido de multiplicar por 50% cada um dos valores em causa, o que é absolutamente diferente daquilo que está escrito na lei.
Se acredita mesmo que se podem somar valores pertencentes a escalas diferentes e que cada um desses valores continua a ter o mesmo peso na avaliação de diferentes candidatos, porque não tenta o seguinte exercício:
Retome as hipóteses que usou, mas converta os valores da avaliação curricular para uma escala de 0 a 1000. Repita usando uma escala de 0 a 1000000. Repita usando uma escala de 0 a 20. Conforme irá constatar, o peso da avaliação curricular na classificação do candidato varia directamente com o valor máximo da escala que se está a utilizar.
Usando a escala de 0 a 1000000, por exemplo, a graduação fica reduzida a um valor tão pequeno que é quase insignificante.
Ou seja, se não se converterem os dois valores a uma mesma escala está-se a atribuir um peso superior à grandeza que é medida com a “escala maior”.
Vou tentar ilustrar o raciocínio (ou a falta dele) na fórmula de cálculo utilizada pelo MEC através de um simples exemplo:
Eu e o Paulo vamos fazer uma “vaquinha” para comprar bebida para uma festa. Combinámos de antemão que cada um de nós iria contribuir com metade do valor da “vaquinha”. Quando vamos a contas, eu tenho 10€ comigo e o Paulo tem 50€ consigo.
Pela lógica do MEC (não da Lei) e pela lógica do Paulo, eu contribuiria com 50% do que eu tinha e o Paulo contribuiria com 50% do que ele tinha. Ou seja, no final das contas eu tinha contribuído com 5€ e o Paulo com 25€ para uma “vaquinha” de 30€. Quando o Paulo percebesse que tinha sido enganado, eu responderia apenas “Habitue-se… e mude de mentalidade;)
Eu sei, a situação é absurda e dificilmente o Paulo iria cair na esparrela. No entanto foi exactamente isto que o MEC fez e o Paulo caiu.
acabei de o fazer….
força a todos e não desistam de se manter de pé!!!!
Já enviei para todas!
Ai já?
E a sra. cara colega, tinha concorrido para todas?
Não incomode quem nada tem a ver com isto.
Sabe que há colegas que concorreram para todas as escolas, não sabe?…
O Paulo&Si que fizeram aqui comentários são palermas e pensam que com a matemática do terceiro ciclo conseguem justificar a imoralidade. Claro que se pode ordenar docentes somando valores absolutos e
percentagens, uma vez que o mesmo critério errado é aplicado a todos os
que concorrem. A questão não é essa, palermas e reacionários. A questão é que essa ordenação será extremamente injusta e
ficará até legalmente inquinada, por já não corresponder à ponderação
de 50% para a Graduação Profissional. Eu também poderia ordenar docentes somando metade da Graduação Profissional à metade da percentagem de vezes em que ao escreverem comentários disseram algo que não fosse a engraxar o cRatino, que não fosse demagogia-de-aluno-laranjinha-do-terceiro-ciclo. Nesse caso, o Paulo&Si ficariam apenas com a metade da graduação. O Paulo, então, disse que ficou muito tempo a matutar no assunto antes de escrever as suas palermices demagógicas–de-aluno-laranjinha-do-terceiro-ciclo. Imaginem se não tivesse demorado tanto a tentar pensar antes de escrever as bacoradas…
Vão mas é estudar, palermas!!!
Muito obrigado pelo seu apoio. Eu também gosto muito de si e acho-o fascinante, principalmente ao nível do seu poder de argumentação…
Parece-me que ainda posso expor o meu ponto de vista LIVREMENTE ou será que não?
Parece-me que também não insultei ninguém, até este ponto!
Paulo, na verdade insultou a inteligência dos que caíram na asneira de ler o seu texto e argumentação mal sustentada na lei e na própria matemática.
“Posso somar coisas diferentes” – diz. Pode fazer o que a sua ignorância bem entender lhe permitir. Mas conceptualmente se quiser somar bananas e maçãs tem de considerar que está a somar peças de fruta e o resultado da soma não é adimensional, como estupidamente diz, mas sim expresso na unidade “peças de fruta”.
Agora, se lhe apetecer somar valores de distância com valores de temperatura, vá em frente! Como sabe do Porto a Lisboa são 300Kms. Percorridos esses 300Kms num dia de calor pode muito bem fazer a soma 300Kms + 38.ºc = 338. É claro que pode fazer essa soma, se for muito estúpido ou se por ventura estiver com febres acima dos 41.ºc. E se estiver com febre aproveite para somar o valor da sua temperatura com o número de ben-u-rons que toma. Como bem se sabe na comunidade científica, e com certeza o Paulo saberá também, o resultado da soma da temperatura de um indivíduo febril com o número de comprimidos que toma deve ser sempre… 48. Faz todo o sentido não faz?
Paulo, agora a sério, porque não vai somar a quantidade de ais que diz ao número de marteladas que é capaz de dar na cabeça durante o período de uma hora? Seria um exercício muito mais útil do que aquele com que nos presenteou.
Fique bem.
É uma pena que nem todos estejam dispostos a colaborar…
Boa tarde,
Informo que a lista se encontra publicada na página da escola, http://www.aezuff.org, de acordo com o ponto 12.1, da circular B14024576Q da Direção Geral da Administração Escolar, do dia 12-09-2014.
Sem outro assunto
Os nossos cumprimentos
Aos palermas e reacionários Paulo&Si: eu também poderia ordenar
os docentes somando metade da graduação ao dobro ou triplo da percentagem obtida nos subcritérios…
Podem dedicar a vossa inútil vida a exercícios estúpidos destes, enquanto agitam a bandeirinha laranja e a bandeirinha azul. Há todo um campo de possibilidades por explorar. Pelo menos estarão entretidos…
Muito obrigado pelo seu apoio. Também temos lugar para si… Venha!
Oh, Arlindo, quem foi o burro que organizou/recolheu esta lista de e-mails?
O “iluminado” devia ter estado quieto, pois há escolas listadas que não são TEIP, nem com contrato de autonomia e que estão a ser inundadas por dezenas de cópias deste pedido, que não lhes dizem respeito!
O spam é ilegal…
Já agora, então a autonomia não é isto?
Se fosse para seguir a “lista nacional”, tinha alguma lógica a existência da BCE?
Concorrem todos “de cruz” para “paletes” de horários e no fim é que acordam?
Haja paciência!
Quais são então as escolas que não são teip ou autonomia? Indique-as. Autonomia não é escolher os afilhados que quere… estamos num país em que ainda existem leis. Uma lista bem ordenada poderia não seguir obviamente a ordem da lista de CI mas não teria o docente número 6700 (recém licenciado) num topo de muitas listas…
Então, “quere” respostas?
Aqui tem:
1 – [email protected] é um Agrupamento normal, “não TEIP” e “sem autonomia”. Os outros, informe-se!
2 – Os meus afilhados ainda são pequenos e não são professores.
3 – Não há por aqui nenhum “fora da lei”, que eu conheça.
4 – Exija o que entender, às escolas para onde concorreu, está no seu direito, mas, ás outras, não chateie!
às
Obrigado.
Por acaso, depois de publicar, tinha reparado no acento (contração da preposição “a” + artigo definido ou pronome demonstrativo “as”), mas não me dei ao trabalho de corrigir, pois sabia que alguém, muito sabedor, o iria fazer, como aconteceu…
Só por isto, concluo que, sendo candidato na BCE, estará injustamente ordenado nas listas!
Ora essa! Por quem sois.
Estamos cá para isso mesmo!
Alguma dúvida não hesite.
pronome demonstrativo “as”??
Nem pronome, nem demonstrativo
Ah… E também não se trata de “spam”.
Spam é outra coisa.
Pois, spam é outra coisa:
INFORMÁTICA: mensagens irrelevantes (…), enviadas por correio eletrónico, geralmente para um grande número de destinatários
ExaCtamente.
Precisamente por não se tratar de uma mensagem irrelevante (ou outro sinónimo que lhe queira aplicar) é que não se deve designar de “spam”.
Além disso, ao que julgo saber, em Portugal ainda não foi implementada nenhuma legislação que o torne menos legal do que fumar Português Suave em plena Avenida da Liberdade.
O termo “mensagem irrelevante” é dos dicionários, aparece muito nas definições do termo “spam”, aplicando-se corretamente a este caso concreto, em que alguns dos destinatários nada têm a ver com o assunto em causa.
Agora, todas estas amabilidades e disponibilidades subservientes manifestadas parecem configurar uma Cena de oferta de prestação de serviços…
No entanto, lamenta-se a necessidade de informar V. Ex.ª que não existem vagas disponíveis, para qualquer tipo de assessorias, nem para tarefas mais simples, pelo que será irrelevante o provável subsequente envio de CV, mesmo através da económica via do correio eletrónico!
Votos das maiores felicidades concursais.
Alves
Coitado do Camões.
Aproveito para informá-lo que, ao contrário do que afirma, “mensagem irrelevante” nem sequer faz parte da caracterização técnica do termo em causa.
Relativamente às “assessorias” e “tarefas mais simples” já pude constatar que estão bem entregues.
Retribuo, igualmente, com votos das maiores felicidades na continuidade desse cargo/ofício/ocupação.
Cenas