Após a publicação do artigo anterior tive acesso a informações sobre o funcionamento da Medicina do Trabalho para a definição de serviços moderados.
Todo este processo é um pouco obscuro e parece que existe interesse que a informação não circule.
O próximo texto foi-me autorizado publicar e talvez amanhã apresente todos os passos, com o Apoio da Associação do Pessoal Docente em Mobilidade por Doença, e que deverão seguir para conseguirem uma consulta de Medicina do Trabalho, com o Apoio da Associação do Pessoal Docente em Mobilidade por Doença.
INFORMAÇÃO / ADEQUAÇÃO DE FUNÇÕES / MEDICINA DO TRABALHO
Ora bem…E fica aqui um esclarecimento/sugestão sobre adequação de funções/medicina do trabalho…
Volto a insistir… é essencial ter aconselhamento jurídico… solicitem opinião aos serviços jurídicos dos sindicatos a que pertencem…Já aqui insisti muito em determinadas coisas… Não prometo ter razão ou estar certa… o que compete é a cada um lutar pelos seus direitos individuais… (e este é um desses casos… porque cada situação clínica é uma situação clínica)…Nota: os docentes com incapacidade/deficiência que não estão em mobilidade (doença ou outra) também podem ter consulta de medicina do trabalho… a alínea do artigo a colocar no requerimento é que é outra… mas basta ler a lei e percebe-se muito bem qual….
O que aqui está é simplesmente a minha interpretação pessoal das coisas… e agora é com cada um…E NÃO… Não é necessário estar de atestado médico/baixa médica para requerer a consulta de medicina do trabalho…




4 comentários
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Arlindo,
Não sei exatamente como é no sector público, mas nas boas empresas privadas e nos bons colégios privados, a Medicina no Trabalho não é só para quem está doente. Funciona, sim, como um sector da empresa / colégio para apoiar o seu funcionário (docente ou não docente) em relação à sua saúde no local de trabalho. Envolve desde a ergonomia, às condições mais específicas de movimentação, alimentação e utilização de materiais no local de trabalho.
Não acredito que no sector público isto exista. Muito menos nas escolas, onde nunca vi nada disto, nem de perto nem de longe, a ser falado ou tratado.
Há colegas que após serem enviados para uma consulta de medicina no trabalho que recomenda ausência de componente letiva, depois a DGAE não autoriza o pedido de um horário de substituição, tem de ir a uma Junta Médica e para isso terá de entrar em atestado médico…
No meu Agrupamento querem é que os docentes trabalhem … até morrer. Querem eles saber de serviços moderados. Querem, sim, que o trabalhinho seja feitinho e a horas.
Após agressão por um aluno, envolveu internamento (esterno partido), principio de enfarte, foi considerado “incidente em serviço” , Fui à consulta da medicina do trabalho obtive 8.8 de incapacidade (portanto estou bem para fazer todas as atividades laborais).
A questão que se colocou foi não saber qual o seguro a que estamos dados, nem a escola sabia.