Diretores avisam Governo que tem de ceder aos professores

Diretores avisam Governo que tem de ceder aos professores

 

 

Presidentes das associações de dirigentes assumem dificuldades no cumprimento dos serviços mínimos.

Sem luz ao fundo do túnel quanto ao fim das greves, os presidentes das duas associações de diretores avisam o Governo, especialmente António Costa, que vai ter de ceder às principais reivindicações dos professores. Mais de dois meses depois do início das paralisações, três semanas após as greves distritais que terminam quarta-feira, no Porto, os serviços mínimos são mais uma dor de cabeça.

“A solução está do lado do ministério. Os professores estão a fazer o que devem, em greve ou a trabalhar. Por muito caro que seja hoje [a recuperação integral do tempo de serviço], será muito barato no futuro”, defende Manuel Pereira. O presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE) alerta que a entrada nos quadros de 10 500 docentes é insuficiente. “Nenhum professor está a fazer greve para o Governo se limitar a cumprir a lei”, frisa.

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6 comentários

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    • Nem mais on 6 de Fevereiro de 2023 at 14:25
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    Como já foi dito várias vezes, a entrada desses 10500 professores no Quadro, é apenas e só o cumprimento duma diretiva de Bruxelas, que o governo ignorou enquanto pôde, depois tentou combater, e face à impossibilidade, vem agora apresentar isso como uma “cedência”, quando mais não é que cumprir a Lei.

    • CM on 6 de Fevereiro de 2023 at 16:00
    • Responder

    Que bom poder contar com os diretores! A escola é um todo e é hora de rumarmos todos no mesmo sentido. Vivam aqueles que lutam pelo que de direito é seu.

    • Mais estabilidade... on 6 de Fevereiro de 2023 at 16:14
    • Responder

    Eu acho super DIGNO e intelectualmente super HONESTO está a ser dito aos portugueses pelos Marcelos, Costas, comentadores e todos os demais.que como resultado da nossa insatisfação o governo aproximou-se das reivindicações vinculando 10000 profs., quando na realidade estão meramente a cumprir uma imposição legal de Bruxelas decorrente de uma queixa contra o Ministério/Estado.

    Bem como referirem como uma aproximação às nossas reivindicações a diminuição dos QZP, para diminuir a nossa instabilidade pondo-nos a trabalhar em diferentes escolas para andar a tapar buracos.

    O meu respeito e admiração por esta gente aumenta a cada dia que passa.

    A D O R O – O S
    Sinto uma certa comoção quando os ouço.

    • Marta on 6 de Fevereiro de 2023 at 16:30
    • Responder

    Já era tempo de os diretores se juntarem a esta causa. É bom que não se esqueçam que antes de “estarem” (porque não são!…estão eleitos, por um período temporal!) Diretores são/serão sempre professores, como os que hoje nos manifestamos em greves…A eles, basta unirem-se e darem voz à nossa revolta, injustiças e insatisfação, pois têm sempre os microfones e o palco da comunicação social mais disponível para chegar a toda a opinião pública

    • Carlos Moreira on 6 de Fevereiro de 2023 at 16:52
    • Responder

    Outra reivindicação muito importante:
    Diretores das escolas passam a ser eleitos pelos profissionais da educação, como era antigamente e como deve ser!!!!

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