Poderá ser necessário prolongar a luta, se necessário, até final do ano letivo.
Organizações sindicais prometem novas formas de luta depois de 11 de fevereiro
As nove organizações sindicais que estão em convergência na luta dos professores prometem não baixar os braços e manter as exigências a que o Ministério da Educação insiste em não dar resposta.
A greve distrital e a Manifestação Nacional de 11 de fevereiro serão, apenas, as ações a desenvolver no imediato e a luta irá prosseguir, se necessário, até final do ano letivo.
São as escolas que têm estado na linha da frente da luta dos professores e, por isso, serão as escolas que irão desfilar no dia 11 de fevereiro pela cidade de Lisboa. Reconhecendo a importância que está a ter a luta em cada escola, a manifestação nacional será organizada por distritos (respeitando a ordem das greves distritais) e por escola, juntando todos os professores, independentemente da sua filiação sindical.




1 comentário
Claro que a greve tem de se manter. Que objetivos ou se lhe quiserem chamar, que reivindicações foram atendidas até agora? O governo anda numa farsa negocial, a apresentar medidas que já existem, ou medidas que são obrigatórias para Bruxelas, e quanto aos pontos principais em agenda, nem quer discutir, quanto mais negociar. Limita-se a arrastar as negociações com alterações de pormenor, à espera de nos vencer pelo cansaço, por uma hipotética mudança de opinião da Opinião Pública, ou dum pretexto para impor uma requisição civil tão ilegal quanto os serviços mínimos. A única resposta a isto é denunciar a farsa negocial e manter a greve.