Venho por este meio e sendo marido de uma Professora que usufruiu no ano anterior a MPD e que este ano viu recusada a sua mobilidade , assim como outros tantos, a não colocação pela Mobilidade por Doença .
Face aos problemas de saude que tem, teve de regressar à seu agrupamento e voltar a efetuar 150 kms diários de LXXXX para CXXXXX, caminho este que é percorrido à mais de 18 anos comas demais condições climatéricas ( Chuva , Neve , Gelo etc…), nunca tendo metido um atestado médico , para estar em prol do ensino e das crianças que precisam.
Sempre gostou do que faz, e continua a fazer , mas a saúde é cada vez mais frágil e está em primeiro lugar, bem como a família, aquilo que ME não sabe reconhecer e que tanto apregoa.
Após reclamação efetuada via Email para o Ministério da Educação e demais documentação justificativa da MPD em 28 Julho, recebeu hoje mensagem para ser consultado o SIGRHE, com o seguinte texto.

Volta-se a verificar a insensibilidade do ME para a saude dos professores.
Deixo o repto ao Srº Ministro da Educação e demais secretários de estado a fazerem diariamente este percurso conforme muitos professores fazem de Lamego para Cinfães: Souselo; Castelo Paiva etc… sem qualquer ajuda do ME.
É esta a minha indignação como Marido ao ver a recusada pretensão, que era bem justificada.
Agradeço a vossa colaboração e divulgação se assim entenderem nas vossas paginas, salvaguardando o meu nome em anonimato.
Com os melhores cumprimentos,



