Ex.mos/as Senhores/as Avaliadores/as,
A SADD tem por função aferir as avaliações dos docentes para analisar e harmonizar as propostas dos avaliadores, garantindo a aplicação das percentagens de diferenciação dos desempenhos (quotas) como
determina a alínea e) do n.o 2 do artigo 12.o do DR 26/2012.
A colocação dos docentes nas quotas é um produto automático da ordenação das suas classificações, produzidas e decididas pelos avaliadores na aplicação dos critérios.
A SADD não tem o poder de alterar avaliações produzidas pelos avaliadores. Assim, a exclusão de docentes das quotas, na prática, não resulta de decisão da SADD, resulta da decisão agregada dos avaliadores, com base em critérios equitativos e que devem ser aplicados uniformemente.
Mas, mesmo não decidindo avaliações, a menção regulamentar à função de harmonizar implica que a SADD afira os dados que tem de ordenar e verifique a sua validade material e formal. Ora, por conhecimento experiencial da vida do agrupamento, constata-se que, na dimensão Participação na escola e relação com a comunidade, existem sensíveis discrepâncias e desarmonias na avaliação produzida pelos vários avaliadores.
A dimensão em causa nada tem a ver com aulas ou atividade letiva (avaliadas noutro item), mas, sim, com a participação dos avaliados nos mecanismos democráticos e operativos da escola e com a forma, qualidade e intensidade com que agem numa dimensão de construção da escola como comunidade, em que participam.
No fundo, dar aulas é uma face da avaliação (ponderada na dimensão que lhe é própria), mas o sistema pressupõe (na esteira do ECD) que os professores não têm como função apenas dar aulas mas têm outras atividades, a realizar nas escolas, entre elas agir como participantes (não apenas pela presença) na gestão e nos órgãos em que são membros, configurados pela legislação de gestão.
Assim, dado que a ADD é um ato administrativo, que está sujeito ao dever de fundamentação, solicita-se que, em relação ao(s) docente(s) que avaliou, elabore fundamentação específica no respeitante aos itens de Participação na escola e relação com a comunidade, isto é:
Participação na construção dos documentos orientadores da vida da escola;
Participação na conceção e uso de dispositivos de avaliação da escola;
Apresentação de propostas que contribuam para a melhoria do desempenho da escola;
Envolvimento em ações que visem a participação de pais e encarregados de educação e/ou outras entidades da comunidade no desenvolvimento;
Contribuição para a eficácia das estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica, dos órgãos de administração e de outras estruturas em que participe.
Essa fundamentação, específica e detalhada, deve sustentar as classificações atribuídas, nomeadamente, as que elevem classificações acima do nível suficiente e deve ser construída por referência a elementos documentais, que os avaliados tenham indicado, que comprovem, sem ser de forma meramente declarativa ou vaga, a participação na construção de documentos orientadores, nos dispositivos de avaliação da escola, na elaboração de propostas (que se presume serem escritas ou estarem registadas, com referência temporal, em atas de reunião), do envolvimento em ações que devem estar descritas e ser localizáveis no tempo, etc.
Recorda-se que, nos termos do artigo 153.o, n.o 2, do Código de Procedimento Administrativo “equivale à falta de fundamentação a adoção de fundamentos que, por obscuridade, contradição ou insuficiência, não esclareçam concretamente a motivação do ato”. Isto vale quer para a subavaliação, quer para a sobreavaliação, que tenha efeitos sobre a esfera jurídica de outros.
A avaliação atribuída tem de ter base factual e não deve ser esquecido que, existindo quotas, a atribuição de classificação elevada, sem base factual que a fundamente, implica eventuais dificuldades na fase de reclamação e recurso.
Recorda-se que a existência de quotas implica a possibilidade de acesso dos excluídos delas aos dados dos restantes candidatos à quota e significa o potencial escrutínio contencioso das decisões tomadas em cada caso e a eventual requisição de acesso aos dados de fundamentação.
Na verdade, sobreavaliar um docente, sem fundamentação objetiva ou objetivável, significa subavaliar outros, na consequência, cuja avaliação até esteja correta, mas seja inferior à de outros inflacionada.
Num sistema em que as avaliações de uns jogam dialeticamente com as dos restantes, a avaliação de cada um não pode ser inflacionada porque tem efeitos na de outras pessoas (mesmo que essas sejam justamente avaliadas).
Além de tudo, excluir alguém de uma quota, com efeitos na sua carreira, por sobreavaliação sem fundamento é acrescentar injustiça a um sistema que tanto se diz ser injusto, mas que não mudando a sua natureza essencial não precisa de ter esse acrescento de injustiça.
Assim, até ao dia 31 de janeiro, todas essas avaliações devem ser revistas e justificados/fundamentados cada um dos itens acima mencionados. As mesmas devem ser remetidas ao Diretor até às 10h.O Diretor do Agrupamento e Presidente da SADD




22 comentários
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Avaliações ao molho
A culpa não será tanto dos srs. avaliadores , da sr.ª SAAD ou do sr. director. A culpa é da sr.ª legislação !
1. Quanto a uma prova de conhecimentos para, em determinado momento, ser aferida a competência científica do docente, nicles. É sabido que muitos não dominam os saberes necessários para ensinar; mas isso passa oculto e não será motivo para ficar excluído do xalente.
2. A grande aberração : nos promíscuos Ajuntamentos coexistem alegremente vários grupos de “recrutamento” e vários níveis de ensino – da creche ao Liceu .Ora, como bem sabemos, no Ajuntamento são todos “iguais” (!!) , está tudo misturado, não há destrinça entre conteúdos funcionais dos níveis de ensino ou das disciplinas curriculares, habilitações académicas (ou falta delas) . No final – para a promoção – o que vigora é o xalente ,o bom ou muito bom, que têm o mesmo “valor”, seja qual for nível de ensino ou área disciplinar ( recreativa, relaxada ou cientificamente exigente de responsabilidade acrescida).
Assumindo que possa ser inconveniente, sem desprimor para que quer que seja, pergunto :
que critérios para comparar e colocar ao mesmo nível, para este efeito, o Professor de Física do Liceu e o professor de trabalhos manuais ou afins? E o professor de ginástica com o professor do 1º ciclo? E o ” professor” de educação “especial” – que guarda 6 crianças NEE – com um professor de Matemática ou Português que ensina e sua as estopinhas? Que termos de comparação poderão existir ? E a educadora de infância com o “professor” de religião (num Estado laico). Para lá das discrepâncias, os critérios de avaliação dos avaliadores “daquelas” disciplinas fofinhas e o “desempenho” do respectivo docente, têm o mesmo valor, significado ou é comparávle com um Professor das chamadas áreas de estudo? (repito, sem desprimor) .
Sabem qual é o mal? A” carreira única” , senhores! Única no mundo.
Enquanto “isto” não fo
(corrijo : enquanto “isto” não for erradicado, nada a fazer! )
Cara colega:
O seu preconceito é profundamente lamentável. Lamento que o pense em relação à carreira de profissionais a que pertence. Muitos professores das” disciplinas fofinhas”, como ironicamente apelida, terão estudado mais que a colega e terão, com certeza, tantas competências sociais a transmitir, como diversidade, equidade, respeito pelo outro, que talvez a colega também precise de aprender. Percebo, pelo seu comentário, que é uma daquelas que considera a disciplina de cidadania irrelevante… ou a educação especial um passatempo… que triste. Em que mundo vive a colega? Sabia que esses colegas, da “fofura”, também têm uma formação inicial e uma especialização ou mestrado? Já leu sobre inclusão? Conhece os DL 54 e 55? Aconselho vivamente que se informe.
Preocupa-se com a competência científica que gostaria de ver avaliada numa prova de avaliação de conhecimentos… sofre de amnésia? recorda-se que o modelo já foi aplicado e não funcionou? Já leu sobre o PASEO? Conhece os diferentes domínios e Áreas de Competências envolvidos nas aprendizagens?… E o que mais haveria para perguntar.
Já agora, e já que tem tanto preconceito em relação às áreas de cada um dentro de uma mesma carreira… por que não publica uma atrocidade destas num blog de saúde?… Onde os ortopedistas, por exemplo, sejam superiores aos gastroentrologistas só porque tratam coisas sólidas e os segundos só tratam problemas de “caca” (perdoem-me os médicos e a minha gastro que tanto estimo!)… ou diga que os médicos de cirurgia vascular sejam superiores aos médicos de cirurgia estética, porque estes apenas transformam rostos em “fofuras”?… Haja paciência. Cultive-se e deixe de olhar apenas para o seu umbigo. Um profissional que não dignifica a sua própria carreira, muito provavelmente, não fará falta ao sistema. A escola é transversal, de todos e para todos. Há tantos anos. E hoje, na 3ª década do século XXI, ainda temos de “gramar” comentários como o seu… repense as suas práticas, por favor.
Boa tarde.
Então diz lá porque é que é que só em Portugal é que há carreira única?
A tua resposta deve ser: é…é…é….é…é… porque todos os outros países do mundo (excepto Portugal !) andam errados!
Pois é, mé…mé…
Caro colega
Face à sua narrativa devo deduzir que os professores de Físico-química “produzem” anualmente milhares de jovens Einsteins… e nas disciplinas não fofinhas milhares de Saramagos e campeões de Alta Competição… Ou será que para se “produzirem” ainda mais cidadãos assim tão superinteligentes necessitam de retirar ainda mais horas às disciplinas fofinhas ou mesmo começar a lecionar essas matérias tão importantes desde s pré? Tenha dó…
Então diz lá porque é que é que só em Portugal é que há carreira única?
A tua resposta deve ser: é…é…é….é…é… porque todos os outros países do mundo (excepto Portugal !) andam errados!
Pois é, méé…méé…
Os culpados disto tudo, da carreira única, ainda não foram julgados: cavaco, guterres, nogueira.
Manuela Teixeira
A ADD não foi criada para avaliar mas para afunilar. O Estado socialista nivela vencimentos por baixo, mais igualitários, para depois derreterem essas “gorduras” e poupanças nas incineradoras de dinheiros públicos: BES e TAP. Somos todos acionistas, somos todos capitalistas!
O gamanço do trabalho nunca mais será recuperado e a ADD só serve para desunir uma maioria esmagadora que permanecerá eternamente congelada e uma minoria “culambista” próxima do diretor que ascenderá sempre que precise.
Somos todos uns profissionais maravilhosos e excelentes. Temo-nos todos em boa conta, mas quando chega a hora de agir frontalmente, nem que seja abrir a boca e dizer alguma verdade aos superiores hierárquicos, só se vê cobardes envergonhados.
Faça-se greve de 1 mês e não se desculpem com as contas. Se necessário, poupa-se, e passam-se as férias em casa. Mas lutemos, lutemos contra a vergonhosa e monstruosa Escola Pública que está implantada e não o nosso país nem as próximas gerações. Seremos a ponta da cauda da Europa, e os criados de servir dos países mais ricos. Lutemos contra todas as sucessivas humilhações que os professores/as têm sofrido com ADD, gestões autocráticas e projetinhos da tanga.
Missiva de um diretor aos avaliadores internos
Parabéns Sr. Diretor, por tentar minimizar a falta de competência dos avaliadores, alguns sem grande culpa porque não sabem o que andam a fazer, porque ninguém os ensinou, outros pelos mais variadíssimos interesses que dão notas brutais, sem que nem se saiba que aquele professor existe, ou seja não se constitui como referência no Agrupamento, para o que quer que seja, e mais não digo porque sei muito.
Também tive um Excelentíssimo e fiquei com Bom.
Pertenço às estruturas intermédias, por mim passaram todos os documentos estruturantes do Agrupamento, membro da EMAEI, Equipa de Autoavaliação do Agrupamento, Pedagógico, SAAD, coordenação de mais de cem professores há uma década, etc…
Haja alguém com bom senso, e que tem uma visão de justiça, parabéns mais uma vez pela excelente iniciativa!
Em relação ao comentário da Maria , é daquelas coisas que estamos fartinhos de ler, há bons e maus em todo o lado, quem sabe avaliar, avalia em função no nível de educação ou ensino, com as suas especificidades. Já agora creche não é um nível de ensino e nem sequer são avaliados pois o tempo de serviço em creches 0-3 anos nem conta na carreira, se for um educador licenciado por uma universidade que queira entrar para a função pública. Já não se usa o termo Liceu, já não se usa o termo ginástica, já não se usa o termo disciplinas curriculares, já não se usa o termo NEE. Também não se usa critérios de avaliação dos avaliadores, os avaliadores não fazem critérios, também o termo usado na Lei são Dimensões-Subdimensões-indicadores… Quanto a uma prova aos professores, a vida de um professor não passa só por uma prova, mas por muitas provas, para mim um professor que só é professor, que faz o que por lei é pedido, deve ter bom, pois quem não o faz devia ser despedido.
O problema é que ou não é professora e vem comentar o que não sabe, ou está reformada há muito tempo e por isso completamente desatualizada. Se não houvesse educadores e professores do 1º ciclo, ninguém saberia escrever nem ler, etc. Se não houvesse professores de educação especial, e tivesse um filho ou neto com problemas como seria a vida dele? “Cada macaco no seu galho”. Somos quase todos iguais, apenas com uma diferença: os que trabalham muito, mas muito, os que vão trabalhando, e os que nada fazem.
Os kapos no seu melhor.
Agora com uma ditadura também no governo é que vai ser um fartar vilanagem!
Se em 2018 era assim:
https://capasjornais.pt/Capa-Jornal-Publico-dia-12-Agosto-2018-9909.html
Ou:
https://www.jn.pt/local/noticias/viseu/viseu/amp/diretor-de-escola-de-viseu-acusado-de-assedio–11581007.html
O que será agora????!!!
Professor de disciplinas dispensáveis
Agora só deveremos ter não fofinhas? Ponto
P.daSilva
Concordo, greve de um mês já o escrevi aqui mais do que uma vez.
Explique lá sr diretor, como pode ser comparado o trabalho de quem tem horas de crédito ( oferecidas por sua excelência o senhor DIRETOR) para ou que pode utilizar nessa tarefa (participação na escola e relação com a comunidade) com aqueles que as não têm e se limitam a um horário completo com atividades letivas?
Com este seu esclarecimento já sabemos quem terá as avaliações de mérito na sua escola…
Nota: isto acontece em muitas escolas, provavelmente na sua!
Nomes das escolas? Se for o caso, no local adequado.
Qual é o vosso medo? Identifiquem o Agrupamento? ou andam com medo do CHEGA? Canalhada!
Era muito simples e profícuo, pelo menos os Directores Escolares que tem conscienciosa da injustiça que é esta avaliação docente, escreverem um carta ao ministro da educação, presidente da assembleia, partidos políticos e primeiro ministro e explicar lhes o quanto esta avaliação é nociva do bom trabalho colaborativo nas escolas. A explicar-lhes que este modelo sinistro cria uma enorme desmotivação nos docentes, conflitualidade entre os docentes, até os que obtém Muito Bom se queixam de serem injustiçados face aos que obtém excelente. Os outros simplesmente andam revoltados com tanta injustiça. Talvez sendo estes poucos diretores a dizerem a verdade sejam ouvidos e se desengane a opinião publica, já que ao governo do Costa apenas interessa a aparência. Já é tempo dos Srs. Diretores falarem deste problema que esta a prejudicar seriamente o trabalho nas escolas, com enorme prejuízo dos alunos, e compromete o futuro. Os senhores diretores deviam ser mais exigentes e denunciar esta avaliação docente injusta, subjetiva, que verdadeiramente prejudica o trabalho e os resultados escolares dos professores e alunos.
Pois é, Esteves!
Eles vêem o mal que isto faz a todos os níveis e em vez de zelarem pelo bem dos professores e dos alunos limitam-se a demonstrar o seu PODER (zinho, mesquinho).
Porque não se juntam todos com os seus cabeças de cartaz para demonstrar a vilanagem desta ADD?
Porque adoram a cadeira e quando estão fora dela criticam e instrumentalizam os professores aos quais até chamam de colegas, mas quando se trata de irem mais alto que Carrero Blanco somos os subordinados para assediar, pressionar, “os meus professores”.
Assim sentem-se mais homens , a mandar!
Canalhas!
Sempre me posicionei absolutamente contra a barbaridade incompreensível da carreira única.
Disciplinas fofinhas!?! “Professor” de educação “especial” entre aspas!?! …que guarda 6 crianças NEE!?! Como um rebanho de cabras, certamente, não? Já agora, existe professor de ginástica???
Há muito que já tinha decidido não responder às provocações reles da Dona Maria Santa Comba Dão, mas como quem não se sente não é filho de boa gente. Aqui fica uma proposta para a D. Maria Santa Comba Dão: que tal organizar os professores não em função de ciclo, mas em função do número de horas que cada disciplina que é lecionada a cada turma. Atenção horas de 60 min. D. Maria Santa Comba Dão o principal problema das escolas, nos dias de hoje, é uma avaliação docente iníqua, castradora que tem como único objetivo a progressão na carreira. Não tardará muito que o ordenado mínimo alcance o vencimento de um professor no início da carreira. D. Marai se a senhora gosta de folclores, veja se há um rancho perto de si. Se gosta de Stand Comedy continue a debitar prosa redundante sobre a carreira única. Entretanto estude porque é que foi criada uma carreira única para os docentes, que na altura da sua criação, o topo da carreira, não era acessível ,nomeadamente aos educadores de infância, aos professores do 1.º ciclo, nem aos restantes professores que tinham como habilitações o bacharelato ou equivalente.
Para que conste: João Santos,professor primário, por isso primata e macaco, a fazer macacadas há mais de quarenta anos no ensino.
Missiva, vem de missa?
Sermão e missa cantada?!
O diretor podia missionar carta para o ME a rezar e lavar o cérebro minúsculo sobre o absurdo desta ADD.
Toca a executar missivando!!! Pressionando!!!
Missionariando!!!
Kappoando!!!
Espremer bem, condicionar, assediar…
eis a nobreza da missinha!
Explique lá sr diretor, como pode ser comparado o trabalho de quem tem horas de crédito ( oferecidas por sua excelência o senhor DIRETOR, são as famosas equipas…) para ou que pode utilizar nessa tarefa (participação na escola e relação com a comunidade) com aqueles que as não têm e se “limitam” a um horário completo com atividades letivas (aulas e alunos parece ser o menos importante!!!!)?
JÁ AQUI COLOQUEI A QUESTÃO, NINGUÉM DEVE TER OUVIDO!
Se os diretores/as ainda tivessem alma de professores, faziam, no mínimo, uma greve de zelo contra esta ADD.
No máximo, que fossem verdadeiros professores e, todos, pedissem a demissão contra tamanha ignomínia.
PAGAVA para VER….
…só nos resta ir para rua LUTAR, sem medo dos papás, das mamãs e da pseudo comunicação social vergada e parcial.
JUNTOS PODEMOS