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O que poderemos esperar do Novo Governo na Educação

 

O diploma dos concursos está na forja e as negociações devem estar para começar mal o novo governo entre em funções. A intenção já tem mais de um ano, mas por esta ou por aquela razão não avançou.

O mapa dos QZP’s vai ser revisto. As áreas geográficas dos atuais QZP estão desatualizadas e colidem com a territorialização. Já aqui deixei um mapa do que pode ser, mais coisa menos coisa, o novo mapa.

E agora vamos entrar no que está na gaveta à espera…

A segunda alteração ao Decreto Lei 75/2008. A gestão das escolas, resultado da territorialização em curso, necessita de novas diretrizes e vai sofrer alterações.

Fruto do novo diploma de concursos e novas regras de recrutamento podemos, finalmente assistir ao desengavetar das regras da Pré-reforma dos docentes, mas nunca antes de dois anos.

O ECD e a carreira docente está na gaveta, mas a luz do Sol vinda da janela mais próxima está perto. A, ainda, ministra Alexandra Leitão e, certamente, futura ministra, já tem falado, esporadicamente, neste assunto. Sejamos francos, a atual carreira docente está desatualizada e desadequada em virtude da atual ADD. Poucos serão os docentes que entraram na carreira a partir de 2005 que terão a hipótese de, algum dia, alcançarem o topo desta carreira sem ultrapassarem a idade legal da reforma.

Durante 4 anos veremos muitas alterações na Educação. Se serão para melhor ou para pior? O tempo dirá.

Só uma coisa é certa. As reformas pedagógicas a que temos assistido pela mão do Sec. de Estado são para continuar a implementar e cimentar.

 

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Quem Será o(a) Próximo(a) Ministro(a) da Educação?

Com a obtenção da maioria absoluta pelo PS importa agora perceber quem poderá ser o próximo ministro da educação para os próximos 4 anos.
Os próximos três serão aqueles que mais probabilidades terão para ocupar a pasta da Educação.

Mas para além destes três possíveis candidatos ao lugar que obtiveram eleição como deputados também é possível que o atual secretário de estado, Dr. João Costa, seja uma das figuras com perfil para o lugar, visto ser de todos o que melhor conhece a atual pasta da educação para dar continuidade para um mandato de quatro anos.
O deputado Porfírio Silva, Membro da Comissão Permanente do PS responsável pela Educação e Ciência também poderia ser uma das figuras para ocupar o lugar, mas dificilmente sairá do seu lugar para ocupar esta pasta.

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Abertura de procedimento concursal simplificado –  França

 

Aviso de abertura de procedimento concursal simplificado (local) –  França– horário RPA31

Informam-se todos os interessados que se encontra aberto um procedimento concursal simplificado (local) destinado ao recrutamento local de 1 professor do ensino português no estrangeiro para o 1.º, 2.º CEB – língua francesa – horário a prover, em substituição, RPA31.

 

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“Ser professor é uma nobre profissão que deixou de ser apetecível e não está na moda”

 

Ser professor é uma nobre profissão que deixou de ser apetecível e, decididamente, não está na moda. Há hoje uma falta gritante de professores nas nossas escolas. Porque ganham mal, andam com a casa às costas e é, de facto, uma profissão de muito desgaste. E, depois, ainda não soubemos articular este dilema: é que temos escolas do século XIX, com professores do século XX e alunos do século XXI…

 

 

 

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Projeções com base em sondagem à boca da urna

 

 

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Nesta escola são só 14% dos alunos em isolamento, há escolas com mais

 

Mais de 14% dos 946 alunos, do pré-escolar ao 3º Ciclo, que frequentam o Agrupamento de Escolas José Régio, em Portalegre, encontram-se em isolamento devido à covid-19.

De acordo com os dados fornecidos à Rádio Portalegre pela diretora do agrupamento, Rute Sanguinho, dos 133 alunos que se encontram em isolamento, 68 estão infetados e os restantes coabitam com pessoas com a covid-19.

 

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Online, sem luz, com criatividade

 

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UM DILEMA MORAL EM DIA DE REFLEXÃO – Luís S. Braga

Uma dúvida sobre ADD.
E posta em abstrato, mas muito explicadinho, que os manipuladores com agenda própria e senso de justica desviado andam por aí.
E não tenho medo de represálias mas não gosto que façam de estúpido.
Estou no meu terraço (não tenho quintal) e estava a pensar nisto. O caso foi-me colocado no concreto na situação diabólica da ADD.
E como um destes dias ainda vou ser avaliador gostava de perceber a sensibilidade da opinião pública docente sobre a ética da coisa.
Em termos simples: é mais justo e ético os avaliadores de ADD realmente avaliarem com atenção ao real e aos factos ou inflacionarem as notas em massa, sem pensar que outros podem não o fazer, e daí resultar preferência na quota, que é limitada, para os que têm sorte de um avaliador laxista?
Se houver um item a avaliar, formulado assim:
“Apresentação de propostas que contribuam para a melhoria do desempenho da escola”
é justo avaliar nele alguém com 9,8, se não apresentou proposta nenhuma nem há registo nenhum disso? Quem não fez nada nesse ou noutro item a avaliar é justo que tenha 9,8? Porque não dar logo 10?
Só porque o avaliador decidiu dar uma porreiraça nota alta, sem pensar nas consequências para outros, que concorrem para a mesma quota, e para quem isso resulta em exclusão, por terem sido avaliados por outro avaliador, justo mas não porreirinho, pelo concreto do que fizeram e não por um valor mandado ao ar?
E que com avaliação semelhante foram avaliados por aquilo que realmente conta no item e não com base num critério “apetece-me e os outros que se lixem que o” meu” vai para a quota.”
E será justo que a quota injusta fique ainda mais para que essa pessoa, que nada fez nesse item e noutros, passe à frente de outros, cujo avaliador até foi justo, mas não semeou 9 a eito e deu eventualmente 8 ou 8,5 a quem só apresentou uma proposta ou 2?
Entra-se e sai-se da quota pela nossa nota em valor absoluto e pela sua posição relativa na ordem das notas todas…..
O que acham mais justo? É fácil opinar de lado quando não se está mergulhado na injustiça de decidir.
Se fossem avaliadores o que acham ético fazer-se?
Mas como todos os professores estão nela e a ADD acontece todos os anos….
PS: e o caso não me envolve, que eu não posso ter mais que bom… Escolhi que seja assim. Terei aulas observadas, mas como estou subdiretor, não me habilito a comer a quota de ninguém (já sei que vou para a lista de espera do 5º escalão com o dito bom).

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Só há quatro agressões por dia nas escolas participadas

Dados da PSP e da GNR mostram que o número de ofensas corporais dentro das instituições aumentou face a 2020 e diminuiu face a 2019.

Há quatro agressões por dia nas escolas

Os núcleos da Escola Segura da Polícia de Segurança Pública (PSP) e da Guarda Nacional Republicana (GNR) registaram 431 agressões em ambiente escolar ao longo do primeiro período deste ano letivo. Feitas as contas, entre 1 de setembro e 15 de dezembro de 2021 houve, em média, quatro ocorrências por dia nas escolas. O número de agressões no primeiro período é superior aos casos registados no período homólogo de 2020 (houve 390 registos) e menor face a 2019 (531 casos). Amanhã, assinala-se o Dia Internacional da Não Violência e da Paz nas Escolas.

A maioria das ocorrências passaram pelas mãos de agentes da PSP. Entre setembro e meados de dezembro, a PSP registou “361 ocorrências com ofensas corporais” nas escolas. Em 2020, nos primeiros três meses de aulas, tinham sido registados 312 casos e, em 2019, 531 situações. Já a GNR registou “70 agressões em ambiente escolar” no primeiro período, menos oito do que em igual período de 2020.

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Violência escolar, um flagelo que não pára de aumentar

Metade das crianças e jovens que frequentam a escola em Portugal já foi alvo de bullying.

Os rostos das vítimas da violência escolar: um flagelo que não pára de aumentar

Metade das crianças e jovens que frequentam a escola em Portugal já foi alvo de bullying. Os números são assustadores e demonstram um flagelo que já não é de hoje e que não tem párado de aumentar. O Investigação CM dá voz às vítimas da violência escolar numa iniciativa que tem como objetivo de trazer para a esfera pública este fenómeno preocupante.

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