DESPACHO CONJUNTO nº 11/2022 – Fixa o número de vagas para a progressão aos 5º e 7º escalões da carreira, dos docentes que reuniram os requisitos para progressão aos referidos escalões, em 100%.
“Nestes termos, ao abrigo do disposto no artigo 3.’ da Portaria nº185/20I8, de 5 de junho, determina-se o seguinte:
I – O número de vagas para a progressão aos 5º e 7º escalões da carreira, dos docentes que reuniram os requisitos para progressão aos referidos escalões, é fixado em 100%.
2 – A progressão dos docentes abrangidos pelo presente despacho produz efeitos a I de janeiro de 2022.”




8 comentários
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Um país, dois sistemas, como na China comunista.
E os continentais andaram anos e anos a falar mal dos herdeiros políticos madeirenses do “laranjão” Alberto João.
Esta diferença de tratamento é ultrajante!
Não nos esqueçamos que do orçamento de estado nacional segue uma enorme fatia para as regiões autónomas e que toda a riqueza lá gerada, sobretudo com o turismo fica sempre nas RA. Ou seja, o fluxo de dinheiro é sempre de cá para lá, e nunca o inverso.
As benesses que os professores e outros funcionários públicos das RA têm são pagas quase integralmente pelos contribuintes continentais.
Mas quais benesses? Nós deveríamos exigir o mesmo tratamento! A razão está semeado no meio do Atlântico!
Revoltante tudo isto!
Iremos, de novo, assistir à publicação de umas listas de candidatos em que a transparência é nula.
Bem feito!🤣🤣
As RA é que estão certas! Nós é que aceitamos este ultraje da dupla penalização: cotas manhosas e listas intermináveis.
Onde estão os sindicatos? Para quando está marcada a greve? São uns fracos e ainda mandam fel para os governos das regiões autónomas, que fazem o que deve ser feito! Os professores têm o que merecem!