
Fev 12 2022
Da novela, “Falta de vergonha”
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26 comentários
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Shameless!!!
A essa só me apetece espetar lhe facas nos olhos. Vacarrona parasita oportunista xuxalista
A Senhora só pode estar a brincar, ao publicar uma entrevista deste teor!!!
Espero que o Expresso consulte o nosso blog, para esclarecer os menos informados das medidas tomadas pela Senhora, quando foi ministra!
Agora já é importante a subida na carreira de professores?
Ah, apenas para os professores universitários!!!
Shame on you!!!!
Em certo aspeto a sra tem razão.
A carreira docente deveria estar, como em qualquer nação do mundo, dividida por níveis de ensino. Por exº, ensinar os nºs complexos a alunos sujeitos ao exame final do 12º ano ou aritmética no 1º ano não terá a mesma exigência para os docentes. Por outro lado, também naquele ano, os alunos e EE exercem uma pressão incomparável.
Que pressãoamigo? Ensinar os nºs complexos a alunos sujeitos ao exame final do 12.º ano, depois de ter passado pelo ensino da aritmética no 1.º ano e de todos os outros conteúdos ministrados nos 10 anos subsequentes, será bem mais fácil do que ensinar aritmética a aluinos do 1.º ano. Para já não falar da duração do seu horário e digo seu, porque é só para si que quero dirigir esta resposta.
Presunção e água benta, cada um toma a que quer.
Olha, esta!
Então não sabe que Portugal é o único país do mundo com uma carreira única.
Ou seja, um professor do 1.⁰ ciclo (em França diz-se primário, mas claro a França é um pais atrasado…) e uma Babá ganham o mesmo que um da universidade!
Então, claro, todos os outros países do mundo andam errados. Portugal é que anda certo!
Vá tomar hóstia!
Olha esta… e eu a pensar que só tinhamos um presunção e água benta… afinal há mais… mas com toda acerteza vai querer explicar-me o facto de possuir um curso na área das engenharias e arquitetura, tal como muitos que frequentaram a antiga linea f (filosofia, matemática, físico-química, ciências, desenho e introdução à política) do antigo 2.º ano do curso complementar dos liceus que ingressaram nas faculdades de engenharia ou arquitetura, concluindo as suas licenciaturas, após as quais, ingressaram como professores, pelo desmesurado aumento dos alunos nos antigos liceus, escolas técnicas, tele-escolas… complementando essas licenciaturas com em exercício a chamada graduação em serviço e hoje aguardam pela reforma em escolas do 1.ºciclo, por assim terem optado após a extinção das tele-escolas.
A sua licenciatura com toda a certeza já deverá andar à volta com a palavra Bolonha…
olhe… Vá tomar hóstia!
Ó nequitas, já cá contam 42+5 de universidade. Chega?
Claro, mais um que fugiu às ciências e refugiou-se nas letras. Claro, o cálculo dá muitas dores de cabeça e a literatura faz-nos sonhar
Pela lógica do teu raciocínio, as amas deveriam estar todas no 10º escalão e os catedráticos no início da carreira.
Raciocínio e professor primários
Então e a licenciatura do professor Karamba… não terá sido aí que ouviu falar em Bolonha…
Além disso diga-me que sombra lhe faz um professor do 1.ºciclo? Já alguma vez apareceu algum em sua casa a roubar-lhe o ordenado?
Porque perde tanto tempo a procurar conforto no mal dos outros… será que está á espera de uma nova carreira só para si… afinal os Sitôres e Sitôras da TANGA, de que fala só existem nos 2.º, 3.º ciclo do básico e no secundário. No 1.º ciclo eu só conheço professores, é assim que os alunos lhe chamam, o memo acontecendo no ensino universitário, oude deixam de ser Sitôres e Sitôras da TANGA, para voltarem a ser Professores. Olhe até temos um professor na presidência da República.
Até breve senhor Sitôr Karamba… até mais ver…,
Que burrice! Nao percebe que dando o mesmo a todos (injustamente) não dá para dar aos que trabalharam no duro!
E não é que o sitôr Karamba para além de indígno também é mentiroso….
E eu a pensar que a carreira de professores em Portugal era única, pelo menos a acreditar no sitôr Karamba… mas afinal não é… reparem num dos seus parágrafos:
Ainda sobre os chamados monodocentes (formados em Tascas Privadas e Politecnicos) com uns cursecos para embalar meninos, convem referir que até a pouco tempo esta gente aos 50 ANOS de Idade APOSENTAVAM-SE…..Uma VERGONHA.
Como é que uma carreira pode ser única, quando com a retirada do tempo que estes professores dão a mais ao longo da sua carreira, por terem um horário semanal de 1500 minutos contra os 1200 que o professor Karamba faz…. afinal era única, na verdade, mas antes de retirarem aquilo que este digníssimo sitôr diz ser uma VERGONHA. Vá mas é dar os 300 minutos que estes professores fazem a mais semanalmente para a sua escola… e intitula-se isto de sitôr…
Epá o Karamba ainda não tomou o comprimido!!!
Não é salário + subsídio de alimentação + ADSE.
Seja correto e diga: salário + subsídio de alimentação – (menos) ADSE – (menos) descontos (como todos os trabalhadores públicos ou privados) – (menos) rendas e deslocações sem qualquer ajuda.
Isto contas bem feitas não resta mais do que o salário mínimo, daí a situação dramática para ter professores para lecionar algumas disciplinas e não é apenas no Algarve e em Lisboa. No Norte também se começa a sentir essa dificuldade.
Pois, caro amigo, experimente ensinar a ler pela primeira vez e a interpretar uma turma de 25 crianças de 6 anos, com as suas mais variadas diferenças. Vai ver como é fácil e não dá trabalho nenhum!!! E olhe que não dou aulas a este nível, mas já dei ao secundário e preparei para exames, como também já dei aos primeiros anos! É aí, principalmente que se faz o aluno do 12 ano.
Começou a dor de cotovelo, em vez de se comentar a entrevista dada pela Senhora Ex- Ministra da Educação! “Coisa feia, a Inveja!”.
Comentem a entrevista, não se um ganha mais que outro e quanto ganha – eis o motivo de falta de união entre os professores !!! Cambada de invejosos!
Mariazinha, o problema é a responsabilidade de cada grau de ensino.
Eu não faço de babá nem tomo conta dos petizes nos intervalos, pois preparo alunos para o exame de acesso à universidade.
Nem nos autocarros há uma carreira única.
“Eu não faço de babá nem tomo…, pois preparo alunos para o exame de acesso à universidade.” Por essa mesma razão que deveria receber menos: “Só” os prepara para o exame, enquanto que os outros ciclos preparam-nos para a vida! Enfim…
Ainda bem que o Expresso não lê o nosso Blog!!!
And they keep on their purpose “Dividir para reinar”.
Põem os profs do 1º ciclo contra os do 2º e 3º ciclo e Secundário, evitando a unidade da classe!!
E vocês alinham!!!
Yeah!!!!
O Maria Clara…
Então ainda tem dúvidas que tratando-se de professores do 1.º ciclo… todos se alinham para os denegrir… há que fazer sentir a necessidade da carreira única. Para função igual, salário igual.
Porquê alguém ficar contente com o mal dos outros…
Cumprimentos.
Esta “sinistra ex-ministra” dizia que os professores não podiam chegar todos ao topo… e agora vem dizer isto?
É o CÚMULO DA FALTA DE VERGONHA!
Essa pária não morre????
Cada professo, que se cruza com ela, devia fazer-lhe sentir esse desejo.
Conheço bem um colega de matemática que leciona no secundário e tem todo o tempo do mundo: vai à pesca, pratica atividade física, … Eu, que estou no 1º ciclo não consigo ter tempo para tudo: preparo atividades para alunos que revelam dificuldade em acompanhar as atividades na sala de aula, procuro e planifico estratégias para minimizar comportamentos que perturbam o ambiente/trabalho na sala de aula, planifico atividades de forma a que os alunos aprendam a ler e a escrever corretamente (não, não é só abrir o livro e já está), planifico com os meus colegas atividades no âmbito dos DAC (semanalmente), avaliamos os alunos (a avaliação dos alunos no 1º ciclo é qualitativa), procuro materiais que facilitem as aprendizagens, estou em contacto (diariamente) com os EE (pois os pais dos alunos do 1º são muito ansiosos), …. Se pensam que lecionar no 1ºciclo é tomar conta dos meninos no intervalo…estão muito enganados. Sei do que falo, pois já lecionei no 2º ciclo (Mat/CN). Um bem-haja a todos!
Maria, há bons e maus profesores e, como costumo dizer, gente parva há em todo o lado!
Agora, em vez de comentarmos a entrevista da Sra, ex-ministra da Educação, discutirmos as divergências da carreira, isso leva à desunião, não acha?
Concordo que é algo que deve ser considerado, mas não nesta dicussão!!